segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Conheça a história da jornalista pernambucana que "enquadrou" Eike Batista em Nova York. Isso no tempo em que o empresário era "herói nacional' e exaltado como o "sempre ele" da mídia. Ela foi a primeira a chamá-lo de "fraude"



Patrícia Calazans mostra que Eike Batista, mesmo quando exaltado e idolatrado pela mídia e por políticos de todos os partidos, sempre foi o "sempre ele". Conheça o "lado negro da força".
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11 comentários:

Marcela disse...

Parabéns à jornalista pela reação digna

Hermano Montenegro disse...

Patrícia representa o profissionalismo inteligente, correu atrás de seu dinheiro dignamente, diferente do petulante boneco de cera, o farsante enganador... Parabéns pela coragem dessa mulher.

Deusdeth disse...

Que preconceito dele. Engraçado que Eije não foi preconceituoso quando foi receber benesses em termelétrica s no Ceará, em gás no Maranhão. Nessa hora respeitou os nordestinos. Bom ele está tendo o que merece agora na cadeia. A jornalista merece admiração

Unknown disse...

Parabéns!!!!!!!!Dá coleira para a algema.

Luis Alvarenga disse...

Demorou muito a relatar. O rancor e ódio ficou marcado nela. Não tenho simpatia por Eike, mas achei fora hora esse comentário
deveria ter sido publicado na época. Será que essa senhora realmente falou o que relata? será que Eike falou o que ela narra?
Toda história tem dois lado, para mim cheira oportunismo.

Corrêa disse...

Não acho que devam esculachar Eike. Máquina zero no cabelo acho uma violência imposta a todos os presos.
Mas a mídia devia ter um pouco mais de pudor, falo da maioria dos articulistas e colunistas que não escondem o impulsos para atenuar o envolvimento de Eike. Um vexame ético. Pra mim não há difereça político corrupto e empresários corrupto. Atuam juntos no Brasil desde sempre. Dizem quem corrompe quem é a história do ovo e da galinha. Há casos em que o político é procurado e corrompido e a mão inversa. Isso não alivia um nem outro. Não tem inocentes e coitadinhos nesse jogo sujo. Só a desonestidade intelectual vê diferença e atenuantes nesse processo.

Kadu disse...

A denúncia na época seria muito mais forte mesmo, como diz o comentário

Wilson disse...

Espero que Eike faça uma longa delação. E não não seja seletiva como foi o seu primeiro depoimento no ano passado a PF quando entregou Mantega e poupou um monte de gente de outros partidos. Assim não vale.
Tem que cantar todas as pedras.

Cata#dor disse...

A politicagem é que corrompe. Se o empresário não entrar no jogo acaba não fazendo nada, é a vítima como Eike

Barney 69 disse...

Texto de alguém com síndrome de perseguição contra nordestinos e bem , digamos, prepotente e arrogante em declarar valores de honorários , compra de vestido e que além de tudo vem bater no indivíduo depois de preso. Batendo em cachorro morto !!!! Rs

Wedner disse...

Tenho a impressão de que esse "cachorro não está morto". O tal do doleiro Youssef não já tá na boa com AP no Ibirapuera e participação na grana recuperada?