segunda-feira, 4 de setembro de 2017
O fator Trump cria o personagem "Dondolf Tritler". Principais revistas do mundo gostaram da ideia. Mas o Daily News encontrou a trilha sonora perfeita para o inquilino da Casa Branca
por Jean-Paul Lagarride
Donald Trump dá motivos e as capas que remetem sua imagem ao nazismo já viraram lugar-comum. Agora foi a alemã Stern que que entra na onda das principais revistas do mundo e fez a ligação inevitável entre ideias e atitudes do empresário, o avanço do ódio e a direita radical. A chamada de capa é uma adaptação do título do livro de Hitler, "Mein Kampf"/"Minha Luta", no caso Sein Kampf/Sua Luta. Tudo indica que "Dondolf Tritler" ainda vai render muitas capas.
Já o Daily News preferiu buscar nos Rolling Stones uma inspiração mais criativa ao noticiar a evidente simpatia de Donald Trump pelos bolsões e grotões da direita radical no Estados Unidos. De fato, a letra da música "Sympathy for the Devil" parece ter sido criada para se encaixar no figurino sombrio do milionário. Não há dúvida: é a música que mais toca no Salão Oval.
Confira nessa tradução feita pelo site "Letras":
Por favor, permita que eu me apresente
Sou um homem de riquezas e bom gosto
Estive por aí por muitos, muitos anos
Roubei a alma e a fé de muitos homens
E eu estava por lá quando Jesus cristo
Teve seu momento de dúvida e dor
Certifiquei-me de que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino
Prazer em conhecê-lo
Espero que adivinhe meu nome
Mas o que está te intrigando
É a natureza de meu jogo
Eu estava por perto de São Petersburgo
Quando vi que era a hora de uma mudança
Matei o czar e seu ministros
Anastásia gritou em vão
Montei em um tanque
Mantive a posição de general
Quando a Blitzkrieg estourou
E os corpos federam
Prazer em conhecê-lo
Espero que adivinhe meu nome
Mas o que está te intrigando
É a natureza de meu jogo
Assisti com alegria
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que criaram
Gritei alto
"Quem matou os Kennedys?"
Quando, no final das contas
Fui eu e você
Deixe-me, por favor, apresentar-me
Sou um homem de posses e bom gosto
Deixei armadilhas para os trovadores
Que acabaram mortos antes de alcançar Bombay
Prazer em conhecê-lo
Espero que tenha adivinhado meu nome
Mas o que está o intrigando
É a natureza de meu jogo, isso
Divirta-se, meu bem
Prazer em conhecê-lo
Espero que tenha adivinhado meu nome
Mas o que o está confundindo
É somente a natureza de meu jogo
Assim como todo policial é um criminoso
E todos os pecadores são santos
E cara é coroa
Simplesmente me chame de Lúcifer
Porque preciso de alguma amarra
Então se encontrar-me
Tenha alguma cortesia
Tenha empatia e tenha bom gosto
Use toda sua educação bem-aprendida
Ou eu vou jogar sua alma no lixo
Prazer em conhecê-lo
Espero que tenha adivinhado meu nome
Mas o que está o intrigando
É a natureza de meu jogo, de verdade
Divirta-se
Diga-me amor, qual é o meu nome
Diga-me querida, pode adivinhar meu nome
Diga-me amor, qual é o meu nome
Eu direi uma vez, você é a culpada
Qual é o meu nome
Diga-me amor, qual é o meu nome
Diga-me docinho, qual é o meu nome
domingo, 3 de setembro de 2017
Manchete Documento - "Fotografia e Memória: estudo sobre a influência do fotojornalismo da Bloch Editores na construção e manutenção da memória brasileira"
por Daniela Arbex e Gleissieli Souza
(Graduadas em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP).
"Esta pesquisa é a respeito da fotografia como registro histórico, especificamente as fotos pertencentes ao acervo da Bloch Editores.
Por esse motivo, foram entrevistados profissionais que trabalharam na empresa, para compreender como se dá a relação entre fotografia, memória e registro histórico levando-se em consideração o ponto de vista de quem estava imerso na produção.
O objetivo do trabalho é suscitar a discussão sobre a fotografia como registro histórico. Partimos da análise de que a fotografia é o produto final da relação entre fotógrafo, o assunto e a tecnologia empregada, em determinado tempo e espaço.
Essa pesquisa possibilitou a produção do livro “Memória Leiloada: bastidores da Bloch Editores”, no qual editores, laboratorista, arquivista, repórter e fotógrafos, que fizeram parte da editora, contam como eram produzidas as revistas e suas fotografias".
LEIA O TEXTO COMPLETO, CLIQUE AQUI
Na capa da Der Spiegel, "o jogo da morte"... Difícil é saber onde começa Kim Jong Un e acaba Donald Trump: a "diplomacia" dos dois usa fraldas
‘
A Coréia do Norte testou uma bomba de hidrogênio. Trump e suas frotas mostram dentes e em conjunto com a Coréia do Sul fazem "exercícios" nas fronteiras.
A corda esticou e os dois se equivalem no índice de insanidade.
Na Primeira Guerra Fria, havia, pelo menos, um diálogo pelo "telefone vermelho" entre dirigentes das URSS e dos EUA com um mínimo de cautela.
Nessa Segunda Guerra Fria, os "estadistas" usam fraldas, não controlam os movimentos peristálticos nem as ideias equivalentes.
A Coréia do Norte testou uma bomba de hidrogênio. Trump e suas frotas mostram dentes e em conjunto com a Coréia do Sul fazem "exercícios" nas fronteiras.
A corda esticou e os dois se equivalem no índice de insanidade.
Na Primeira Guerra Fria, havia, pelo menos, um diálogo pelo "telefone vermelho" entre dirigentes das URSS e dos EUA com um mínimo de cautela.
Nessa Segunda Guerra Fria, os "estadistas" usam fraldas, não controlam os movimentos peristálticos nem as ideias equivalentes.
sábado, 2 de setembro de 2017
Anitta responde a ofensa de vereador em Facebook
Patrulha fundamentalista é algo perigoso.
Captada por mentes conturbadas, tal pregação pode incitar à violência como, de resto, alguns graves episódios de intolerância religiosa e de gênero, agressões e atentados contra pessoas e instituições já registram no Brasil.
Um vereador do Rio de Janeiro, Otoni de Paula (PSC-RJ) se sentiu no direito de levar a cantora Anitta a julgamento público, no Facebook, questionando se a artista, que vive de trabalho e rendimentos privados, sem benesses, é "cantora ou garota de programa".
Anitta, com justa indignação, rebateu o religioso:
E mais adiante:
"Sou cantora, empresária, compositora, coreógrafa e outros negócios (que não são da indústria pornográfica)".
"Sei como é importante e estratégico usar um nome de notoriedade na mídia para ganhar e espaço e assim começar a divulgar seu trabalho próximo ao ano eleitoral', escreveu Anitta
"Também não seria burra de processar por calúnia um vereador. Qualquer ser humano que entenda de justiça brasileira sabe que eu não sairia vitoriosa desta questão nem com macumba (aproveitando o trocadilho, já que o senhor é evangélico)."
"Mas aproveito a notoriedade que seu post tomou pra responder sua pergunta. 'A que nossas crianças estão sendo submetidas?' A uma triste falta de oportunidade e educação pra quem não tem dinheiro. Uma aprovação automática que desestimula professores a formarem pessoas educadas neste país. Nossas crianças estão submetidas a terem que ralar e se esforçar 24h por dia pra tentar ter algum tipo de instrução e oportunidade na vida que não seja o crime ou trabalhos informais como a prostituição, por exemplo.
"Isso bem a realidade da pessoa que eu fui anos atrás quando mal tinha dinheiro pra pagar um ônibus pra sair do meu bairro. Uma pessoa que sempre morou no Rio de Janeiro e achava que a zona Sul era inalcançável, por exemplo".'
"O que tento fazer com a porta que se abriu pra mim (que foi a do entretenimento) é mostrar aos demais que nasceram na mesma situação que eu que existe uma saída. Ok, você terá que batalhar 50 vezes mais que uma pessoa que tem recursos e oportunidades e ainda assim vai esbarrar com posts preconceituosos e desinformados como o seu? Sim. Mas com força, foco e determinação é possível chegar la. Uma criança não faz a menor ideia do que uma garota de programa está fazendo na calçada da praia de roupa curta. Para a criança é só mais um passante da rua. A maldade está nos adultos. Que ao invés de focarem no real problema e na raiz da questão estão ocupados atacando situações que incomodam o próprio interior".
Captada por mentes conturbadas, tal pregação pode incitar à violência como, de resto, alguns graves episódios de intolerância religiosa e de gênero, agressões e atentados contra pessoas e instituições já registram no Brasil.
Um vereador do Rio de Janeiro, Otoni de Paula (PSC-RJ) se sentiu no direito de levar a cantora Anitta a julgamento público, no Facebook, questionando se a artista, que vive de trabalho e rendimentos privados, sem benesses, é "cantora ou garota de programa".
Anitta, com justa indignação, rebateu o religioso:
E mais adiante:
"Sou cantora, empresária, compositora, coreógrafa e outros negócios (que não são da indústria pornográfica)".
"Sei como é importante e estratégico usar um nome de notoriedade na mídia para ganhar e espaço e assim começar a divulgar seu trabalho próximo ao ano eleitoral', escreveu Anitta
"Também não seria burra de processar por calúnia um vereador. Qualquer ser humano que entenda de justiça brasileira sabe que eu não sairia vitoriosa desta questão nem com macumba (aproveitando o trocadilho, já que o senhor é evangélico)."
"Mas aproveito a notoriedade que seu post tomou pra responder sua pergunta. 'A que nossas crianças estão sendo submetidas?' A uma triste falta de oportunidade e educação pra quem não tem dinheiro. Uma aprovação automática que desestimula professores a formarem pessoas educadas neste país. Nossas crianças estão submetidas a terem que ralar e se esforçar 24h por dia pra tentar ter algum tipo de instrução e oportunidade na vida que não seja o crime ou trabalhos informais como a prostituição, por exemplo.
"Isso bem a realidade da pessoa que eu fui anos atrás quando mal tinha dinheiro pra pagar um ônibus pra sair do meu bairro. Uma pessoa que sempre morou no Rio de Janeiro e achava que a zona Sul era inalcançável, por exemplo".'
"O que tento fazer com a porta que se abriu pra mim (que foi a do entretenimento) é mostrar aos demais que nasceram na mesma situação que eu que existe uma saída. Ok, você terá que batalhar 50 vezes mais que uma pessoa que tem recursos e oportunidades e ainda assim vai esbarrar com posts preconceituosos e desinformados como o seu? Sim. Mas com força, foco e determinação é possível chegar la. Uma criança não faz a menor ideia do que uma garota de programa está fazendo na calçada da praia de roupa curta. Para a criança é só mais um passante da rua. A maldade está nos adultos. Que ao invés de focarem no real problema e na raiz da questão estão ocupados atacando situações que incomodam o próprio interior".
O incrível caso do "fotógrafo" 171
(da BBC Brasil)
Em 7 de julho de 2017, a BBC Brasil publicou um texto apresentando fotos e vídeos que seriam de autoria de um brasileiro que se apresentava para seus mais de 100 mil seguidores no Instagram como Eduardo Martins, fotógrafo da ONU. Após a publicação do conteúdo, surgiram suspeitas não apenas sobre a autoria das imagens enviadas como também sobre a verdadeira identidade de Martins. A BBC Brasil começou a investigar o caso há um mês e, pouco a pouco, os elementos de uma história construída por dois anos começaram a ruir. Diante das suspeitas e do risco de violação de direitos autorais, o conteúdo original foi retirado do ar. Pedimos desculpas a nossos leitores pelo engano. O caso servirá para reforçar nossos procedimentos de verificação. Conheça a história:
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NA BBC BRASIL, CLIQUE AQUI
A fotofraude do surfista brasileiro
(do Sputnik Brasil)
Um jovem surfista brasileiro supera o câncer aos 25 anos e encontra novo significado para a vida: vai servir como voluntário a missões humanitárias da ONU enquanto aproveita para registrar o sofrimento no Iraque e na Síria. A história de Eduardo Martins seria motivo de inspiração para muitos, não fosse um pequeno detalhe: ele nunca existiu.
Mais de 120 mil seguidores no Instagram, incluindo o perfil oficial das Nações Unidas e portais reconhecidos de imprensa como a Vice e a Al Jazeera. Uma leucemia que paralisou sua vida durante sete anos e, quando foi embora, deixou uma forma totalmente nova de ver o mundo. Era assim que o paulistano Eduardo Martins se apresentava às dezenas de canais, rádios e revistas que ao longo de 2016 e 2017, o entrevistaram.
Supostamente morando em Beit Hanoun, uma cidade ao noroeste da Faixa de Gaza, o brasileiro se embrenhava em missões para nenhum fotógrafo de guerra botar defeito. Acompanhou a batalha por Mossul, no Iraque. Registrou o conflito na Síria ao lado do Exército Livre sírio.
Eduardo é destaque na página da BBC Brasil. O artigo foi deletado hoje a tarde, depois da denúncia de fraude.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO SPUTNIK BRASIL, CLIQUE AQUI
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Assédio moral: goleiro Muralha acusa Extra de humilhá-lo em editorial irresponsável
por Niko Bolontrin
Parece o tio que em uma reunião de aniversário se mete a contar piada e esquece do final. A platéia faz "hã?", disfarça e vai pegar mais um brigadeiro para quebrar o constrangimento.
O Extra deu uma de tio-humorista mal sucedido.
Alex Muralha recebeu apoio nas redes sociais. O jornal também foi criticado em programas esportivos. Internautas prometem que a partir de agora também não vão chamar o Extra de "jornal". Leia a reação do goleiro, abaixo:
"Ao tomar conhecimento do que o Jornal Extra, veículo de imprensa de tanta credibilidade e força, escreveu hoje a meu respeito, eu só posso me sentir indignado. Uma coisa são as críticas que recebemos, e não sou contra, nos fazem crescer. Falhas fazem parte, em qualquer segmento. Estamos todos sujeitos a isso e buscamos corrigi-las. Brincadeiras da torcida também são normais, o futebol mexe mesmo com todos os brasileiros.
Mas outra coisa é mexer com o ser humano. Isso está longe de ser uma brincadeira. A palavra é humilhação, é execração pública. Seguiram linha semelhante a que usam ao se referirem a bandidos que cometem crimes. Sinceramente, eu me senti sendo 'fichado' como tal na capa do jornal. É muito sério. Foi um posicionamento de mau gosto e até irresponsável.
O termo ‘vulgo’, que citam no texto a meu respeito, é normalmente usado para designar bandido, e isso causa constrangimento. É um fato que pode até incitar a violência. Numa época tão difícil, em que a gente vê tanta barbaridade por aí, uma atitude como essa não contribui em nada, nem para o jornalismo esportivo nem para o futebol. A notícia não pode perder para as piadas sem graça, que só quem teve a ideia deve estar rindo.
Pelo menos, estou me sentindo abraçado, e aproveito para agradecer ao apoio que recebi da diretoria, da comissão técnica e de todos os meus companheiros, que ficaram tão revoltados quanto eu. E de vários torcedores nas redes sociais, que entendem a situação e percebem que somos humanos e sujeito a falhas. Por este motivo, me sinto fortalecido, mas não poderia deixar de expressar meu descontentamento".
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Casal Trump na tempestade: staff da Casa Branca faz Melania Trump trocar de roupa. Ela ia visitar área inundada do Texas com figurino de Fashion Week
por Clara S. Britto
Entre outras lições, a devastação provocada pelo furacão Katrina em Nova Orleans, em 2005, fez a Casa Branca rever protocolos.
George W. Bush, então presidente, só se tocou três dias depois do desastre, fez dois sobrevoos à região no Air Force One e pousou uma vez no aeroporto local. Diante só diante das reações à falta de interesse, fez outra visita e percorreu alguns bairros.
O presidente da vez, Donald Trump, não demorou muito a reagir diante das inundações provocadas agora pela tempestade Harvey no Texas e na Louisiana. Mesmo assim, não escapou de críticas. Pelo menos a primeira-dama, não.
Segundo o site espanhol Vanitatis, Melania Trump embarcou toda produzida e grifada, de salto alto (12 centímetros, segundo a publicação), para verificar o lamaçal na região.
Melania - ironizou o Vanitatis - tende a dar sinais de desconexão com a realidade. "Ela emergiu da Casa Branca, no meio do dilúvio, de salto alto, casaco verde cáqui e calças capri que marcaram sua figura espetacular. Muito adequado para caminhar por áreas inundadas".
Já à bordo, o staff presidencial achou melhor reformular a figura. Alguém com um pouco mais de noção abriu o closet da suite aérea e argumentou que a primeira-dama que as circunstâncias sugeriam tênis brancos, casaco de chuva, rabo de cavalo e boné".
Entre outras lições, a devastação provocada pelo furacão Katrina em Nova Orleans, em 2005, fez a Casa Branca rever protocolos.
George W. Bush, então presidente, só se tocou três dias depois do desastre, fez dois sobrevoos à região no Air Force One e pousou uma vez no aeroporto local. Diante só diante das reações à falta de interesse, fez outra visita e percorreu alguns bairros.
![]() |
| Bush viu a devastação do Katrina no conforto da janela do Air Force One e foi duramente criticado. Teve que fazer outra visita e botar o pé na lama. Foto: Official White House |
Segundo o site espanhol Vanitatis, Melania Trump embarcou toda produzida e grifada, de salto alto (12 centímetros, segundo a publicação), para verificar o lamaçal na região.
Melania - ironizou o Vanitatis - tende a dar sinais de desconexão com a realidade. "Ela emergiu da Casa Branca, no meio do dilúvio, de salto alto, casaco verde cáqui e calças capri que marcaram sua figura espetacular. Muito adequado para caminhar por áreas inundadas".
![]() |
| Melânia embarca para o local da tempestada: salto alto para andar no lamaçal. Reprodução Vanitatis |
![]() |
| Staff da Casa Branca trocou o figurino e ela desembarcou com uniforme para "cenário de devastação". Reprodução Vanitatis |
Foto autenticada: Taís Araújo na Women's Health, sem retoques
Taís Araújo tinha apenas 17 anos quando se tornou a primeira atriz negra a protagonizar uma novela: "Xica da Silva" , dirigida por Walter Avancini, na Rede Manchete, em 1996. Oito anos depois, foi a primeira negra a obter o papel principal em uma novela da Globo: "Da Cor do Pecado". Ao longo de mais de 30 anos de carreira, jamais deixou que a fama ofuscasse sua personalidade ou convicções. Taís, sempre autêntica, é capa da Women's Health de setembro. Foi fotografada por Bob Wolfenson e fez um pedido: que a revista não retocasse suas dobras na barriga nem sua estrias. (CSB)
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Lentes da curiosidade...
![]() |
| Unidos pela curiosidade: a foto do Hoover Center, jovens de olho no eclipse solar, lembra... |
![]() |
| uma imagem dos anos 1950, público na expectativa de um filme em 3D. |
![]() |
| Na palma da mão: houve que não se contentasse em apenas ver. A foto é de Allison Bils, da NASA |
O recente eclipse solar total foi visto apenas em algumas regiões dos Estados Unidos. Uma foto do Hoover Vision Center mostrou um grupo de jovens com óculos especiais para proteção da retina Lembrou outra imagem famosa, essa dos anos 1950, quando foi lançado um filme em 3D. Embora o sistema tenha sido criado nos anos 1920, o primeiro filme com a tecnologia não fez sucesso e a ideia foi praticamente abandonada para ressurgir só no pós-guerra. (Ed Sá)
18ª Bienal Internacional do Livro: a literatura vem à praia...
Para quem diz que carioca só gosta de praia, chope, samba, funk e futebol, começa amanhã, no RioCentro, a 18ª Bienal Internacional do Livro, que vai até 10 de setembro e recebe cerca de 700 mil pessoas.
Em termos de público só perde para o Réveillon e o Carnaval.
O Rock'n Rio, que não é evento anual, nem bienal, vendeu este ano um total de 700 mil ingressos.
Entre os 350 autores, há vários jornalistas com livros lançados ou convidados para participar de debates no Café Literário, entre os quais André Trigueiro, Álvaro Costa e Silva, Arnaldo Bloch, Artur Xexéo, Joaquim Ferreira dos Santos, Patricia Kogut, Edney Silvestre, Ruy Castro. Flávia Oliveira e Simone Magno,
Em termos de público só perde para o Réveillon e o Carnaval.
O Rock'n Rio, que não é evento anual, nem bienal, vendeu este ano um total de 700 mil ingressos.
Entre os 350 autores, há vários jornalistas com livros lançados ou convidados para participar de debates no Café Literário, entre os quais André Trigueiro, Álvaro Costa e Silva, Arnaldo Bloch, Artur Xexéo, Joaquim Ferreira dos Santos, Patricia Kogut, Edney Silvestre, Ruy Castro. Flávia Oliveira e Simone Magno,
VEJA A PROGRAMAÇÃO NO SITE OFICIAL DA BIENAL. CLIQUE AQUI
Desliga... Ataque de pânico e assédio moral...
(por Daniel Castro)
Uma editora da GloboNews teve um ataque de pânico e precisou ser levada ao hospital, na última sexta-feira (25), após passar por uma situação de extrema pressão e humilhação. O caso levou vários funcionários do canal de notícias d... Leia mais em http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/denuncia-de-assedio-a-jornalista-leva-a-peregrinacao-na-globonews--16552?cpid=txt
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Tragédia no Texas: Foto viraliza nas redes sociais e salva vidas...
![]() |
| Foto Trudy Lampson/Twitter |
Em meio às cenas dramáticas nas águas da tempestade tropical Harvey, que inunda várias regiões do Texas, uma foto se destacou nas redes sociais e na mídia mundial.
Uma cena no Lar La Vita Bella, na cidade de Dickson, que mostra idosos com água à altura da cintura.
A foto foi divulgada por Kim McIntosh, mãe da dona do abrigo, Trudy Lampson. As equipes de salvamento foram contatadas, mas não tinham previsão de quando chegar ao local.
Com o prédio isolado, com pessoas em cadeiras de rodas ou ligadas ao oxigênio, Trudy fez a foto e a filha divulgou no Twitter. A imagem mostrou a gravidade da situação, logo foi compartilhada e viralizou nas redes.
Rapidamente, a Guarda Nacional chegou ao abrigo e resgatou o grupo.
Empresa aérea JetBlue inaugura loja de "souvenirs do escritório". A campanha trola workaholics americanos que não viajam a lazer. Aqui no Brasil vai cair bem para ilustrar a "flexibilização" das férias e da jornada de trabalho depois da reforma trabalhista...
![]() |
| A loja virtual Office Souvenirs, da Jet Blue |
![]() |
| Para relembrar "momentos inesquecíveis" no escritório. Fotos Jet Blue/Divulgação |
Em novembro, entra em vigor a reforma trabalhista. Alguns direitos passam a depender da negociação entre patrões e empregados. O "negociado" prevalece sobre o "legislado", segundo o governo.
Na verdade, essa possibilidade de negociação já existia na Justiça do Trabalho ou em dissídios, mas com a restrição de não poder retirar direitos garantidos na CLT. A "negociação" agora, com a força maior ao lado do patrão que tem o poder de demitir ou condicionar o emprego à aceitação das suas condições, permitirá "flexibilização" da jornada de trabalho, das férias, do intervalo de descanso, banco de horas, mudança dos dias de feriados etc.
Dependendo desses acordos diretos, o empregado poderá passar mais tempo na empresa.
A Jet Blue acaba de lançar uma campanha que caberá bem no Brasil pós-reforma trabalhista.
Para a empresa aérea americana, de baixo custo, o objetivo é atrair workaholics que nunca tiram férias.
O tema é uma loja de lembranças do escritório, onde funcionários que evitam sair em férias, muitas vezes por medo da concorrência interna, podem comprar souvenirs inspirados no seu trabalho.
Não é porque não viajam, ironiza a campanha, que eles não têm direito a lembrancinhas dos "momentos inesquecíveis" no batente.
A Jet Blue diz que sente pena dessas pessoas e gostaria que elas pudessem passear. Daí, desenvolveu a loja de lembranças do escritório, que, aliás, funcionou por um dia, como ponto físico de vendas, em Manhattan, NY. O site Adweek tem mais detalhes sobre Office Souvenirs
Uma loja dessas cairá bem no Brasil a partir de novembro.
Na Jet Blue, empregados poderão adquirir, por exemplo, globos de neve com uma impressora dentro, toalhas de praia com planilhas Excell, canecas, camisetas temáticas, estatuetas de telefones, de cadeiras de executivo, cartões postais do escritório, bonés com pedidos do tipo "não esqueça de me mandar mensagens" ou "eu amo trabalho noturno".
Para você nunca esquecer seus dias "inesquecíveis" e momentos "maravilhosos" no trabalho, os itens estão disponíveis na loja online da JetBlue e custam entre US $ 4,99 e US $ 15.
CONHEÇA A LOJA "OFFICE SOUVENIRS", DA JET BLUE, CLIQUE AQUI
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Prêmio Estácio de Jornalismo 2017 anuncia os 24 finalistas
Os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo 2017 serão conhecidos no dia 5 de outubro em cerimônia no Hilton, no Rio de Janeiro. Foram inscritas 386 reportagens e já selecionados os 24 finalistas que concorrerão a premiações em nove categorias, entre R$ 10 mil (mídias regionais), R$ 15 mil (mídias nacionais) e R$ 25 mil (Grande Prêmio Estácio).
Os finalistas da Edição 2017 são:
Impresso Nacional:
Autor(es): Flávia Yuri Oshima
Reportagem: Um mestre de 176 medalhas
Veículo: Época
Autor(es): Sabine Righetti
Reportagem: Ciência sem fronteiras põe só 3,7% dos alunos em instituições ‘top’
Veículo: Folha de S.Paulo
Autor(es): Rodrigo Ratier e Jacqueline Hamine
Reportagem: A educação fez isto se transformar nisto
Veículo: Revista Nova Escola
Impresso Regional:
Autor(es): José Luís Costa
Reportagem: O homem da faculdade de papel
Veículo: Zero Hora (Porto Alegre)
Autor(es): Rafael Dantas
Reportagem: A aula faliu, viva a aprendizagem
Veículo: Revista Algomais (Recife)
Autor(es): Ana Paula Lisboa
Reportagem: De onde vem sua força para vencer?
Veículo: Correio Braziliense (Brasília)
TV Nacional:
Autor(es): Nathalia Castro
Reportagem: Um mês na UERJ
Veículo: TV GLOBO
Autor(es): Luciana Osório, Felipe Wainer, Flávio Lordello, Pedro Acyr, André Maciel, Eduardo Torres, Cláudio Vaz e Vanessa Backes
Reportagem: Falsos cotistas
Veículo: TV GLOBO
Autor(es): Bia Rónai, Pedro Bassan, Paula Levy, Alex Carvalho, Edilson Santos e Bruno Mota
Reportagem: Murinho da Honestidade
Veículo: TV GLOBO
TV Regional:
Autor(es): Renato Franco, William Felix, Bruna Cevidanes e Renata Marques
Reportagem: Startup – indústria criativa
Veículo: Rede Minas TV (Belo Horizonte)
Autor(es): Brenda Caramaschi, Alex Magosso, Talita Amaral, Silvio Rocha e Rubens Lima
Reportagem: Cianorte e o ensino superior – como a educação está transformando a capital do vestuário em capital da moda
Veículo: Rede Massa (Maringá – PR)
Autor(es): Bruno Faustino e Antônio Dutra
Reportagem: Águas do Espírito Santo: União para salvar Rio Doce
Veículo: TV Educativa (Vitória)
Rádio Nacional:
Autor(es): Rodrigo Resende
Reportagem: Série: na defesa – uma discussão sobre pós-graduação
Veículo: Rádio Senado (Brasília)
Autor(es): Maiara Bastianello Barroso
Reportagem: Série de reportagens – FIES
Veículo: Rádio BandNews
Autor(es): Paula Martini
Reportagem: Desafios da Matemática
Veículo: Rádio CBN
Rádio Regional:
Autor(es): Anderson Souza
Reportagem: Educação em tempos de crise
Veículo: Rádio CBN (Recife)
Autor(es): Júlio Vieira, Mickael Barbieri, Dimara Oliveira, Maria Fernanda Cinini e Ike Iagelovick
Reportagem: Os desafios de travestis e transexuais no ensino superior
Veículo: Band News FM (Belo Horizonte)
Autor(es): Paula Alkmim e Maria Dulce Miranda
Reportagem: Lugar de Mulher é na ciência
Veículo: Rádio UFMG Educativa (Belo Horizonte)
Internet Nacional:
Autor(es): Luiza Tenente
Reportagem: Após 15 anos, mulheres continuam sendo minoria nos cursos universitários de ciência
Veículo: G1
Autor(es): Igor Mello, Fábio Teixeira e Renan Rodrigues
Reportagem: Expansão das universidades federais do Rio custou R$ 490 milhões em cinco anos
Veículo: O GLOBO.COM
Autor(es): Alessandra Dantas
Reportagem: O professor de Anatomia que promete vida após a vida na busca por doação de corpos
Veículo: BBC (São Paulo)
Internet Regional:
Autor(es): Jéssica Welma, Rafael Luís Azevedo, Adriano Paiva e Mayara Rodrigues
Reportagem: Quem mata o mosquito
Veículo: Tribuna do Ceará (Fortaleza)
Autor(es): Arivaldo Hermes, Aline Camargo, Cleisiane Soares e Patrick Rodrigues
Reportagem: Especial Alfabetização – À luz das palavras
Veículo: Jornal de Santa Catarina Online
Autor(es): Nathan Santos, Geraldo de Fraga e Martina Arraes
Reportagem: Eles acreditaram na educação
Veículo: Portal Leia Já (Recife)
Fonte: Prêmio Estácio de Sá de Jornalismo
Os finalistas da Edição 2017 são:
Impresso Nacional:
Autor(es): Flávia Yuri Oshima
Reportagem: Um mestre de 176 medalhas
Veículo: Época
Autor(es): Sabine Righetti
Reportagem: Ciência sem fronteiras põe só 3,7% dos alunos em instituições ‘top’
Veículo: Folha de S.Paulo
Autor(es): Rodrigo Ratier e Jacqueline Hamine
Reportagem: A educação fez isto se transformar nisto
Veículo: Revista Nova Escola
Impresso Regional:
Autor(es): José Luís Costa
Reportagem: O homem da faculdade de papel
Veículo: Zero Hora (Porto Alegre)
Autor(es): Rafael Dantas
Reportagem: A aula faliu, viva a aprendizagem
Veículo: Revista Algomais (Recife)
Autor(es): Ana Paula Lisboa
Reportagem: De onde vem sua força para vencer?
Veículo: Correio Braziliense (Brasília)
TV Nacional:
Autor(es): Nathalia Castro
Reportagem: Um mês na UERJ
Veículo: TV GLOBO
Autor(es): Luciana Osório, Felipe Wainer, Flávio Lordello, Pedro Acyr, André Maciel, Eduardo Torres, Cláudio Vaz e Vanessa Backes
Reportagem: Falsos cotistas
Veículo: TV GLOBO
Autor(es): Bia Rónai, Pedro Bassan, Paula Levy, Alex Carvalho, Edilson Santos e Bruno Mota
Reportagem: Murinho da Honestidade
Veículo: TV GLOBO
TV Regional:
Autor(es): Renato Franco, William Felix, Bruna Cevidanes e Renata Marques
Reportagem: Startup – indústria criativa
Veículo: Rede Minas TV (Belo Horizonte)
Autor(es): Brenda Caramaschi, Alex Magosso, Talita Amaral, Silvio Rocha e Rubens Lima
Reportagem: Cianorte e o ensino superior – como a educação está transformando a capital do vestuário em capital da moda
Veículo: Rede Massa (Maringá – PR)
Autor(es): Bruno Faustino e Antônio Dutra
Reportagem: Águas do Espírito Santo: União para salvar Rio Doce
Veículo: TV Educativa (Vitória)
Rádio Nacional:
Autor(es): Rodrigo Resende
Reportagem: Série: na defesa – uma discussão sobre pós-graduação
Veículo: Rádio Senado (Brasília)
Autor(es): Maiara Bastianello Barroso
Reportagem: Série de reportagens – FIES
Veículo: Rádio BandNews
Autor(es): Paula Martini
Reportagem: Desafios da Matemática
Veículo: Rádio CBN
Rádio Regional:
Autor(es): Anderson Souza
Reportagem: Educação em tempos de crise
Veículo: Rádio CBN (Recife)
Autor(es): Júlio Vieira, Mickael Barbieri, Dimara Oliveira, Maria Fernanda Cinini e Ike Iagelovick
Reportagem: Os desafios de travestis e transexuais no ensino superior
Veículo: Band News FM (Belo Horizonte)
Autor(es): Paula Alkmim e Maria Dulce Miranda
Reportagem: Lugar de Mulher é na ciência
Veículo: Rádio UFMG Educativa (Belo Horizonte)
Internet Nacional:
Autor(es): Luiza Tenente
Reportagem: Após 15 anos, mulheres continuam sendo minoria nos cursos universitários de ciência
Veículo: G1
Autor(es): Igor Mello, Fábio Teixeira e Renan Rodrigues
Reportagem: Expansão das universidades federais do Rio custou R$ 490 milhões em cinco anos
Veículo: O GLOBO.COM
Autor(es): Alessandra Dantas
Reportagem: O professor de Anatomia que promete vida após a vida na busca por doação de corpos
Veículo: BBC (São Paulo)
Internet Regional:
Autor(es): Jéssica Welma, Rafael Luís Azevedo, Adriano Paiva e Mayara Rodrigues
Reportagem: Quem mata o mosquito
Veículo: Tribuna do Ceará (Fortaleza)
Autor(es): Arivaldo Hermes, Aline Camargo, Cleisiane Soares e Patrick Rodrigues
Reportagem: Especial Alfabetização – À luz das palavras
Veículo: Jornal de Santa Catarina Online
Autor(es): Nathan Santos, Geraldo de Fraga e Martina Arraes
Reportagem: Eles acreditaram na educação
Veículo: Portal Leia Já (Recife)
Fonte: Prêmio Estácio de Sá de Jornalismo
Armas inteligentes contra a estupidez da bancada da bala...
A nota acima é da Coluna do Ancelmo, no Globo de hoje. A Washington Ceasefire luta desde 1983 contra o poderoso lobby da indústria de armas dos Estados Unidos. E isso não é fácil na terra do Tio Sam. Donald Trump acaba de ser eleito apoiado pelo setor a quem prometeu liberalizar ainda mais o controle no país onde o porte de armas e fuzis é amplamente facilitado na maioria dos estados.
![]() |
| Uma pistola inteligente dispõe de bateria e de um sensor de impressões digitais que só destrava a arma quando empunhada pelo titular do registro. Reprodução |
Desde 2000, mais de 2 milhões de americanos foram atingidos por armas de fogo e 500 mil morreram. Mais do que todas as mortes de soldados americano em combate desde o fim da Guerra Civil, segundo dados publicados no site oficial da Washington Ceasefire. A mesma página informa que a tecnologia inteligente pode começar a ser implantada, em breve, por alguns fabricantes. Tornar o dispositivo obrigatório não será fácil, ainda mais no governo Trump.
A maioria dos fuzis em mãos de traficantes brasileiros vem dos Estados Unidos. Para os especialistas, enquanto não for controlada a exportação, no porto de saída, e, aqui, a entrada na fronteira, será difícil alguma avanço no controle de armas de guerra utilizadas pelo crime organizado.
É válida a iniciativa do Washington Ceasefire de ampliar a campanha para o mundo e sensibilizar fabricantes, incluindo aí a Taurus brasileira . Embora aqui, sob o governo Temer, a chamada bancada da bala tenha aumentado sua influência no Congresso, com riscos para o Estatuto do Desarmamento.
A Washington Ceasefire acredita que as smart guns reduziriam significativamente os índices de feridos e mortos por armas de fogo, as ocorrências de suicídios com armas de terceiros, mortes de crianças, o acesso de adolescentes a fuzis e pistolas, assassinatos de mulheres vítimas de violência doméstica e crimes cometidos com armas roubadas,
MTV VMA: Paris Jackson condena supremacistas brancos
por Ed Sá
No MTV Video Music Awards, ontem, vários artistas condenaram o racismo. A fala mais forte coube a Paris Jackson, que subiu ao palco para revelar o vencedor do Melhor Video Pop.
A filha de Michael Jackson condenou o ódio e a discriminação. "Espero que saiamos daqui essa noite lembrando que devemos mostrar esses idiotas nazis e supremacistas brancos em Charlottesville e em todo o país que nação com liberdade é o nosso slogan, temos zero tolerância com sua violência, o ódio e sua discriminação. Devemos resistir".
Paris foi aplaudidíssima.
VEJA O VIDEO , CLIQUE AQUI
Brasil terá novo Presidente. É o deputado Fufuquinha.
por O.V.Pochê
O bicheiro Giovani Improta, interpretado por José Wilker na novela "Senhora do Destino", usava e abusava da expressão "Felomenal".
O bordão já pode ser revitalizado. O Brasil de hoje é "Felomenal".
Na Câmara dos Deputados, por exemplo, não se sabe o poço tem fundo ou se o aterro sanitário tem teto. Nos últimos dias, "suas excelências" discutem a reforma política que começou ruim e foi ficando péssima. Agora só falam em semidistritão, semi-presidencialismo, semicoligações. Falta assumir um novo rótulo: semideputados. Ainda sob os bordões de José Wilker, no remake da novela "Gabriela" seu personagem era o Coronel Jesuíno, um bicho bruto e conservador até as pregas. A frase dele quando queria transar com a comadre era "Deite aí que vou lhe usar". Captou a "vossa mensagem"? É assim que as bancadas do atraso mantêm o Brasil: deitado eternamente.
Conduzida por uma maioria cheia de astúcia quando se trata de cuidar dos interesses pessoais, a Câmara dos Deputados não para de surpreender.
Segundo o site Conexão Jornalismo, "o grande nome da Câmara dos Deputados a partir desta terça-feira será ninguém menos do que André Fufuca. O parlamentar, do PP do Maranhão, era chamado até outro dia de Fufuquinha - já que o Fufuca era seu pai, prefeito de uma cidade lá do interior. Mas como agora virou um cara importante, é vice-presidente da Câmara, Fufuca tirou o diminutivo do nome".
Rodrigo Maia, presidente da Câmara, vai viajar. O primeiro vice-presidente, Fábio Ramalho, vai acompanhar Michel Temer em viagem à China.
E o Brasil que pede "Fora Temer" vai ganhar um novo presidente por alguns dias, o segundo vice-presidente da Câmara.
É o Fufuquinha. Segundo o Estadão, fiel escudeiro de Eduardo Cunha.
Não dá nem pra organizar uma passeata de protesto.
Gritar "Fora Fufuquinha" desmoraliza qualquer manifestação.
ATUALIZAÇÃO EM 29/8/2017 - Ainda não está confirmada viagem de Rodrigo Maia, que, nesse caso, substitui Temer. Fufuquinha (PP) assume a presidência da Câmara por oito dias. Nesse prazo, qualquer impedimento ou ausência de Maia fará do nobre Fufuca, como ele prefere ser chamado, o mandatário do Brasil. Então é isso, ele está em vias de "fufucar" no Planalto.
O bicheiro Giovani Improta, interpretado por José Wilker na novela "Senhora do Destino", usava e abusava da expressão "Felomenal".
O bordão já pode ser revitalizado. O Brasil de hoje é "Felomenal".
Na Câmara dos Deputados, por exemplo, não se sabe o poço tem fundo ou se o aterro sanitário tem teto. Nos últimos dias, "suas excelências" discutem a reforma política que começou ruim e foi ficando péssima. Agora só falam em semidistritão, semi-presidencialismo, semicoligações. Falta assumir um novo rótulo: semideputados. Ainda sob os bordões de José Wilker, no remake da novela "Gabriela" seu personagem era o Coronel Jesuíno, um bicho bruto e conservador até as pregas. A frase dele quando queria transar com a comadre era "Deite aí que vou lhe usar". Captou a "vossa mensagem"? É assim que as bancadas do atraso mantêm o Brasil: deitado eternamente.
Conduzida por uma maioria cheia de astúcia quando se trata de cuidar dos interesses pessoais, a Câmara dos Deputados não para de surpreender.
![]() |
| Fufuquinha será presidente do Brasil por alguns dias. Foto:Reprodução |
Rodrigo Maia, presidente da Câmara, vai viajar. O primeiro vice-presidente, Fábio Ramalho, vai acompanhar Michel Temer em viagem à China.
E o Brasil que pede "Fora Temer" vai ganhar um novo presidente por alguns dias, o segundo vice-presidente da Câmara.
É o Fufuquinha. Segundo o Estadão, fiel escudeiro de Eduardo Cunha.
Não dá nem pra organizar uma passeata de protesto.
Gritar "Fora Fufuquinha" desmoraliza qualquer manifestação.
ATUALIZAÇÃO EM 29/8/2017 - Ainda não está confirmada viagem de Rodrigo Maia, que, nesse caso, substitui Temer. Fufuquinha (PP) assume a presidência da Câmara por oito dias. Nesse prazo, qualquer impedimento ou ausência de Maia fará do nobre Fufuca, como ele prefere ser chamado, o mandatário do Brasil. Então é isso, ele está em vias de "fufucar" no Planalto.
Rose Nogueira, homenageada no Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, fala ao Portal Imprensa sobre sua trajetória e o jornalismo atual
por Marina Oliveira
Em conversa com o Portal Imprensa, ela lembrou sua trajetória, falou sobre a admiração à profissão e ponderou sobre o jornalismo atual; Dom Paulo Evaristo Arns e o jornalista Tim Lopes dividem com Rose as homenagens desta edição.
“Eu tô entrando no banho, podemos falar mais tarde?”, assim uma agitada Rose Nogueira atende ao pedido de entrevista do Portal Imprensa para comentar a homenagem recebida na 39.ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, que acontece dia 31 de outubro, em São Paulo.
Horas mais tarde, na terceira investida, conseguimos conversar com calma. Rose recebia um grupo de estudantes de jornalismo em sua casa e alertou que estávamos sendo gravadas. “É bom que elas já usam minhas respostas, vamos lá”, disse a jornalista aposentada há quatro anos, depois de mais de 50 dedicados ao ofício da notícia e dos direitos humanos.
Rose lembrou os tempos de TV Cultura e o amigo Vladimir Herzog. “Quando recebi a ligação para dizer que eu seria homenageada, eu tremia tanto, nunca imaginei e olha que sou amiga da Clarice [esposa de Vlado]. Eu espero ter honrado as áreas dos Direitos Humanos e do jornalismo. Quando fui para a Cultura em 1973, já tinha quase 10 anos de imprensa, mas não entendia nada sobre movimento, quem me ensinou tudo foi o Vlado”, lembra.
Na época, era ele quem fechava o jornal e profetizou: “você leva jeito, menina”, palavras que Rose guarda com muito carinho. “O Vlado salvava a matéria e com ele aprendi a cortar, respeitar a respiração do entrevistado. Ele era super rigoroso, quando ele chegava todo mundo parava de fofoca e se punha a trabalhar. Ele foi um grande amigo que perdi, como tanto outros”, lamenta a jornalista que passou nove meses detida no presídio Tiradentes, em São Paulo onde, afastada de seu filho de apenas um mês, foi duramente torturada durante o regime militar.
Por ousadia de Vlado, ela cobriu a Revolução dos Cravos, em Portugal. “Sem ele e Gabriel Romero não teríamos feito isso, na época só a [Sandra] Passarinho cobria internacional assim”, comenta. Além da Cultura, Rose também passou pela “Folha da Tarde” e a “Editora Abril.
Foi ousando, conforme ensinou Vlado, que ela acabou trabalhando com Nilton Travesso na TV Mulher, da Rede Globo. “Falávamos em feminismo por um veículo de comunicação de massa. A TV Mulher foi a oportunidade que eu tive de trabalhar com linguagem. A TV interfere na vida das pessoas e elas devolvem o que veem à sociedade. Acham que é um veículo de mão única, mas não é”, defende.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO PORTAL IMPRENSA, CLIQUE AQUI
Dalva Ventura, ex-Pais & Filhos, lança livro em Nova Friburgo
A jornalista Dalva Ventura, que fez parte de uma das revistas mais bem sucedidas e admiradas da extinta Bloch Editores, a Pais & Filhos, lançou em Nova Friburgo, na semana passada, "Nossos Médicos: esses homens deixaram sua marca na história de Nova Friburgo".
Com o apoio da Associação Médica de Nova Friburgo, o livro reúne histórias de médicos que tiveram suas trajetórias ligadas à cidade. Além da dedicação e competência dos seus profissionais, Nova Friburgo tornou-se referência de medicina desde a primeira metade do século passado por instituições como o Instituto Hidroterápico e o Sanatório Naval. Por seu clima e propriedade das águas, Nova Friburgo era procurada por pacientes de todo o país.
Na foto abaixo, Dalva Ventura na redação da Pais & Filhos, nos anos 1980.
![]() |
| Redação da Pais&Filhos nos anos 1980. Da esq. para a dir: Amélia Gonzalez, Eliane Sondermann, Cristina Dória e Dalva Ventura. Foto reproduzida do blog da jornalista Eliane Sondermann. |
domingo, 27 de agosto de 2017
Palácio do Planalto vasculha sites em busca de opositores... Pode isso, Arnaldo?
![]() |
| Coluna Lauro Jardim/O Globo/Reprodução |
Gerou polêmica e foi parar na Justiça, nos Estados Unidos, a pressão da Casa Branca para que um provedor fornecesse dados de cidadãos que participaram de protestos em Washington no dia da posse de Donald Trump. O governo de indiciados de Michel Temer também bisbilhota cidadãos. Nota publicada hoje na coluna de Lauro Jardim, do Globo, dá conta que o Planalto passa pente fino nos seus sites oficiais a ponto de identificar frequentadores, entre os quais "7 milhões de petistas e assemelhados". Para isso, obviamente, a vigilância vai além da contagem de cliques e likes e pode acessar perfis e cookies que os internautas deixam no sistema. O staff de Temer não está caçando crimes, mas opiniões. Não deixa de ser um ensaio para vasculhar opositores como "Tio Trump" recomenda.
Brasil em manchete na BBC...
(da BBC Brasil)
Publicada no Diário Oficial da última quinta-feira sem alarde, o decreto que determina a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia, surpreendeu muita gente e ganhou manchetes alarmadas no Brasil e nos principais jornais do mundo.
Não foi o que ocorreu com investidores e empresas de mineração canadenses. Em março, cinco meses antes do anúncio oficial do governo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, anunciou a empresários do país que a área de preservação amazônica seria extinta, e que sua exploração seria leiloada entre empresas privadas.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA AQUI
Memória da redação: quando uma foto-bomba da EleEla abalou a moral e os costumes da ditadura...
Em fins outubro de 1980, Alexandre Garcia, então porta-voz do general João Figueiredo, foi entrevistado pela EleEla. A foto de abertura da matéria incomodou a ditadura. Garcia foi fotografado por Frederico Mendes para uma entrevista sob o título: "O porta-voz da Abertura". A EleEla foi para as bancas no começo de novembro daquele ano. Em seguida, a Veja publicou na seção de política a nota "Vulgaridade Palaciana", onde criticava a matéria. As senhoras da República militar sofreram tremores morais noturnos e a alta cúpula do Planalto reagiu. O porta-voz foi demitido.
![]() |
| Gervásio Baptista e Alexandre Garcia. Foto publicada no Facebook de Dalva Tosta, que atuou nos setores administrativos e financeiros da Bloch dos tempos áureos e assessorou Adolpho Bloch. |
Foi lá que o jornalista conheceu Gervásio Baptista, o fotógrafo da Manchete, com quem acabou convivendo em Brasília durante quase quatro décadas (Alexandre Garcia transferiu-se para a Globo no fim dos anos 1980 e Gervásio foi fotógrafo oficial de Tancredo Neves e da Presidência no governo Sarney, a partir de 1985).
Na semana passada, Alexandre Garcia, 76, visitou Gervásio, hoje com 95 anos, em Brasília.
Quanto ao episódio da entrevista à EleEla, foi narrado pelo próprio Alexandre Garcia no seu livro de memórias "Nos bastidores da notícia", nos trechos abaixo. Em meio ao relato, uma informação curiosa: Figueiredo era leitor da seção Forum, da EleEla, um espaço da revista que selecionava depoimentos e fantasias sexuais nada constitucionais.
"Entreguei um (exemplar) para o presidente, pedindo que lesse a entrevista, e outro para Heitor (N.R. Heitor de Aquino,secretário particular de Figueiredo) O presidente leu. Foi o que demonstrou no dia 7 de novembro, uma sexta-feira. "Tínhamos trocado de avião no aeroporto Santos Dumont. Saímos do Boeing e tomamos um Buffalo, que nos levaria a Pindamonhangaba, para a inauguração de uma aciaria da Villares. Na cabeceira da pista, estourou um conduto hidráulico dentro da fuselagem e o fluido molhou toda a roupa do presidente. Eu estava sentado diante dele, do outro lado, pois era um avião de pára-quedistas. Ele começou a tirar a roupa e me olhou com um jeito maroto: "Será que estou seguro, tirando as calças na tua frente?" Eu ri e ele continuou, contando uma história que o impressionara e estava no "Fórum" daquela edição de Ele & Ela. Naqueles dias, a revista já estava nas bancas." (...)
"Na segunda-feira, 10 de novembro, o Kraemer (N.R. Marco Antonio Kraemer, assessor de Figueiredo) veio avisar-me de que Farhat (N.R. Said Farhat, ministro da Comunicação Social do governo Figueiredo) desejava falar comigo. Eram umas quatro da tarde, e o ministro estava saindo para tomar um jatinho da FAB na base aérea. Iríamos conversar no Galaxie ministerial, no caminho para o aeroporto. Mal deixamos o palácio, Farhat pôs a mão no meu joelho e disse:
— Nós dois sabemos que o nosso relacionamento nunca foi bom. Eu falei com o presidente, e achamos que, depois daquela entrevista, é melhor você pedir demissão.
— Meu presente de quarenta anos — respondi. E pedi tempo para pensar. Queria confirmar se o presidente havia mesmo autorizado a demissão. Mas Farhat não queria esperar.
— Aqui está a minha carta aceitando o seu pedido de demissão.
— A carta tinha a data de meu aniversário, 11 de novembro.
sábado, 26 de agosto de 2017
Maioria do STF decidiu proibir o cancerígeno amianto. Mas há ministros que alegam que a decisão só vale para São Paulo
Há 20 anos, a França proibiu a fabricação, o uso, a comercialização, importação e exportação de produtos à base de amianto. No Brasil, ainda prevalece o lobby dos fabricantes com forte influência política e institucional que permite que um componente comprovadamente cancerígeno, usado em telhas e caixas d'água e vetado em mais de 60 países continue produzindo vítimas de câncer.
Alguns poucos estados - São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, entre eles - aprovaram legislação proibindo o amianto. Mas são frequentes as pressões para revogação dessas leis. A Lei Federal 9.055/1995, aprovada pelo Congresso e sancionada no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, permite a "exploração controlada" do cancerígeno.
Ontem, ao julgar ação que tentava derrubar a proibição em São Paulo, o STF considerou inconstitucional o artigo que permite o uso e a comercialização do cancerígeno no país.
Mas logo surgiu uma interpretação levantada por ministros que são pro-amianto: a proibição valeria apenas para o Estado de São Paulo.
Se prevalecer essa linha, o resto do Brasil pode continuar a inalar ou engolir câncer na veia.
Votaram a favor do amianto: Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello.
Contra: Rosa Weber, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e a presidente do STF, Cármen Lúcia.
Declararam-se impedido por já terem atuado no tema como advogados: Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli.
Alguns poucos estados - São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, entre eles - aprovaram legislação proibindo o amianto. Mas são frequentes as pressões para revogação dessas leis. A Lei Federal 9.055/1995, aprovada pelo Congresso e sancionada no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, permite a "exploração controlada" do cancerígeno.
Ontem, ao julgar ação que tentava derrubar a proibição em São Paulo, o STF considerou inconstitucional o artigo que permite o uso e a comercialização do cancerígeno no país.
Mas logo surgiu uma interpretação levantada por ministros que são pro-amianto: a proibição valeria apenas para o Estado de São Paulo.
Se prevalecer essa linha, o resto do Brasil pode continuar a inalar ou engolir câncer na veia.
Votaram a favor do amianto: Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello.
Contra: Rosa Weber, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e a presidente do STF, Cármen Lúcia.
Declararam-se impedido por já terem atuado no tema como advogados: Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli.
Ex-chefe de reportagem da Manchete narra incrível 'caso verdade' que viveu em hospital federal
Políticas de ajuste fiscal que privilegiam o mercado e perdoam dívidas de grandes empresas, conglomerados do agronegócio, concessionários de serviços públicos e liberam verbas bilionárias para uma escandalosa compra de apoio político são criminosas. Quando o rentismo explícito leva ao corte de verbas para serviços essenciais de saúde, segurança, de políticas sociais, de meio ambiente, de educação, enquanto favorece grupos e setores, começa a "contingenciar" - a palavrinha que as autoridade usam com o poder destruidor de uma AR-15 de bandidos - vidas.
A saúde pública tem sido uma vítima maior dos indiciados que governam o país. Cada SUS, cada unidade de emergência, cada hospital público, registra diariamente dramas e tragédias provocadas pelo desmonte de toda uma estrutura que, se sempre teve problemas e carências, hoje é o resultado agudo da construção do caos empreendida pelo desgoverno Temer.
Ontem, o blog recebeu de José Carlos Jesus, ex-chefe de reportagem da Manchete, a mensagem que aqui transcrevemos:
"Estou há um ano esperando vaga no SUS para operar uma hérnia inguinal. Pois bem, finalmente na sexta-feira passada recebi uma ligação que me convocava para internação no Hospital Universitário Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UniRio. Ao completar quatro dias de internado no Serviço de Clínica Cirúrgica B, e com a indicação da cirurgia para hoje (ontem), fui comunicado por uma jovem doutora de que a operação tinha sido cancelada por falta de material na sala de cirurgia. Várias cirurgias foram canceladas. Imagina a minha cabeça".
José Carlos ressalta o profissionalismo e o atendimento humano de médicos e enfermeiras, vítimas que são da falta da precariedade das condições de trabalho. No mesmo dia, outros procedimentos foram suspensos e os pacientes avaliados como em condição de alta foram liberados.
Os quatro dias de internação serão lembrados como um período de "estágio" ou de "esquenta". Na semana que vem, começa tudo de novo: em princípio, a cirurgia do colega foi remarcada para a próxima terça-feira.
"Vamos esperar que tudo se resolva", finaliza a mensagem.
ATUALIZAÇÃO EM 03/09/2017 - José Carlos Jesus foi operado, já está em casa em passa bem. Ele pediu ao blog que agradecesse às manifestações dos colegas, às boas energias e aos votos de plena recuperação.
A saúde pública tem sido uma vítima maior dos indiciados que governam o país. Cada SUS, cada unidade de emergência, cada hospital público, registra diariamente dramas e tragédias provocadas pelo desmonte de toda uma estrutura que, se sempre teve problemas e carências, hoje é o resultado agudo da construção do caos empreendida pelo desgoverno Temer.
Ontem, o blog recebeu de José Carlos Jesus, ex-chefe de reportagem da Manchete, a mensagem que aqui transcrevemos:
"Estou há um ano esperando vaga no SUS para operar uma hérnia inguinal. Pois bem, finalmente na sexta-feira passada recebi uma ligação que me convocava para internação no Hospital Universitário Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UniRio. Ao completar quatro dias de internado no Serviço de Clínica Cirúrgica B, e com a indicação da cirurgia para hoje (ontem), fui comunicado por uma jovem doutora de que a operação tinha sido cancelada por falta de material na sala de cirurgia. Várias cirurgias foram canceladas. Imagina a minha cabeça".
José Carlos ressalta o profissionalismo e o atendimento humano de médicos e enfermeiras, vítimas que são da falta da precariedade das condições de trabalho. No mesmo dia, outros procedimentos foram suspensos e os pacientes avaliados como em condição de alta foram liberados.
Os quatro dias de internação serão lembrados como um período de "estágio" ou de "esquenta". Na semana que vem, começa tudo de novo: em princípio, a cirurgia do colega foi remarcada para a próxima terça-feira.
"Vamos esperar que tudo se resolva", finaliza a mensagem.
ATUALIZAÇÃO EM 03/09/2017 - José Carlos Jesus foi operado, já está em casa em passa bem. Ele pediu ao blog que agradecesse às manifestações dos colegas, às boas energias e aos votos de plena recuperação.
Assinar:
Comentários (Atom)







































