
Jornalismo, mídia social, TV, atualidades, opinião, humor, variedades, publicidade, fotografia, cultura e memórias da imprensa. ANO XVII. E, desde junho de 2009, um espaço coletivo para opiniões diversas e expansão on line do livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou", com casos e fotos dos bastidores das redações. Opiniões veiculadas e assinadas são de responsabilidade dos seus autores. Este blog não veicula material jornalístico gerado por inteligência artificial.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Video-cacetada
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u606052.shtml
Repaginada
Photo by Hugh Stewart - Reprodução Susan Boyle Fashion Photos - Site Harper's Bazaar -
watch the video.
Penúltimo capítulo
Panis sideral
Um suposto objeto voador não identificado "invade" telejornal da BBC. Novos tempos, novas tecnologias, você podem acessar o vídeo (link abaixo) e ver a cena. Isso me faz lembrar o célebre ovni da revista O Cruzeiro, quando o repórter João Martins (que também trabalhou na Manchete, fazia uma reportagem sobre um andarilho que circulava na Barra, então quase deserta, e deparou-se com um suposto disco voador. Ed Keffel, fotógrafo da revista, que o acompanhava, flagrou o tal objeto prateado em cinco fotos. A coisa passou por cima da dupla, silenciosamente, e sumiu ali pela altura da Pedra da Gávea. O Cruzeiro publicou a história em 17 de março de 1952. O curioso é que João Martins foi à Barra para tentar comprovar um boato de que o andarilho solitário, que falava alemão, seria, na verdade, Hitler. Encontrou o tal sujeito, que era holândês e pesquisador de botânica. Preparava-se para voltar à redação, sem matéria, quando, ao parar para tomar uma cervejinha, viu o tal objeto voador. O caso rendeu muito polêmica, provocou a publicação de um "extra' (reprodução acima) e vendeu revista. Nas semanas seguintes, houve que denunciasse uma "armação", a FAB investigou e peritos examinaram as fotos. O mistério jamais foi desvendado e a reportagem, em todo caso, entrou para a história do jornalismo, no seu gênero. Veja o Ufo que voou sobre Londres, ontem.
http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&t=video&p=/portuguese/meta/dps/2009/08/emp/090806_tvufo_video.emp.xml
Re: Parabéns Amaaaaaaada!!!!!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Parabéns, amaaaaaaaaaaaaaada!!!!!

A força do amor

domingo, 2 de agosto de 2009
Boa notícia-3

Deu no Comunique-se, Portal da Comunicação: "A juíza Maria da Penha Nobre Mauro Victorino, da 5ª Vara Empresarial, autorizou nesta quinta-feira (30/07) o pagamento integral dos créditos trabalhistas a cerca de 2,5 mil ex-funcionários da falida Bloch Editores com processos já habilitados. Faltam apenas a publicação da decisão e a definição da logística.
Boa notícia 2
Boa notícia - 1
Atraídos pelo Amor, segunda edição

Fiscais do Sarney


Essa é prá quem tem mais de 30 anos. A revista Fatos que foi para as bancas no dia 17 de março de 1986, dirigida por Carlos Heitor Cony e diagramada pelo amigo e diretor de arte J.A.Barros, atuante neste blog, mostrava na capa Dilson Funaro, João Sayad e Almir Pazzianotto: a trinca do Plano Cruzado. Mas quero falar aqui de um pequeno detalhe que a mesma capa trazia. No canto direito, embaixo, estava lá um adesivo para os brasileiros colarem no peito. Em letras pretas, com uma tarja verde e amarela, o selo apregoava: Fiscal do Sarney. Eram tempos do Plano Cruzado e dias de euforia e tensão. Repórteres da revista, como Maria Alice Mariano, também do Panis, corriam às ruas para cobrir a reação do povo que obviamente apoioava um plano que pretendia combater a inflação. Pesquisa indicavam 90% de apoio às decisões adotadas. Era Sarney, como Hosana, nas alturas. Mas adiante, as prateleiras ficaram vazias, a euforia passou e ficou claro que os salários dos trabalhadores seriam ainda mais achatados. Mas enquanto o "sonho" da inflação zero não virou pesadelo, o bigodudo Sarney surfou na popularidade. E tinha os seus fiscais, vigilantes, ameaçando quebrar supermercados e lanchonetes que tentavam burlar o congelamento de preços. Pouco mais de 23 anos depois, chegou a hora de tirar da gaveta o adesivo, o termo e a função de Fiscal do Sarney, como sugere a revista Época desta semana. Taí o adesivo. Na época, muitos eram Fiscais do Sarney, pena que não fiscalizaram o Sarney.
sábado, 1 de agosto de 2009
Brasil sob censura. De novo.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Bebês voadores: are baba!
o Papa é pop
A guerra virou turismo, melhor assim
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Let it be
Retratos da Vida
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Indiferença...
Será? Deu no New York Times: George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como revisor numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários. Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana.. O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse: 'O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.' A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
Beatles
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Cuidado com as "boas causas"
terça-feira, 28 de julho de 2009
Sobre os sem-diploma
Sobre o diploma de Jornalismo
Segue texto do jornalista Hamilton Octávio de Souza, editor da revista Caros Amigos, chefe do Departamento de Jornalismo da PUC-SP e candidato na ultima eleição do do Sindicato dos Jornalistas pela oposição, sobre a derrubada do diploma de jornalismo pelo STF. Vale para a reflexão que a Enecos deve fazer sobre a regulamentação profissional e a defesa dos direitos dos trabalhadores.
Prezados (as),
Saudações.
O Supremo Tribunal Federal decidiu retirar da regulamentação da profissão de JORNALISTA a exigência de diploma específico de curso superior de JORNALISMO. Essa exigência existe desde a regulamentação de 1969. Passou a vigorar em 1971. Nunca foi limitação para a liberdade de expressão e nunca impediu ninguém de colaborar e participar das atividades jornalísticas e dos meios de comunicação. Os jornais e as revistas estão cheios de articulistas não-jornalistas. É só ver os colaboradores da página 2 da Folha de S. Paulo: Antonio Ermírio de Moraes, Delfim Netto, Emílio Odebrecht, Marina Silva, Cesar Maia etc...
A exigência tem servido para definir o perfil da categoria profissional, quem vive do trabalho jornalístico, quem tem no jornalismo a sua atividade principal, quem tem vínculo empregatício como jornalistas. Para essa categoria, a exigência do diploma foi uma conquista importante - na medida em que estabeleceu área específica de estudo, reflexão e pesquisa, aperfeiçoamento técnico e comprometimento ético e político.
Contribuiu para elevar o nível intelectual e cultural da categoria - de maneira geral, apesar dos cursos ruins e picaretas (como em todas as áreas do ensino superior público e privado).
Há anos que as empresas jornalísticas fazem campanha contra a exigência do diploma, basicamente pelos seguintes motivos: 1) Ficam liberadas para contratar quem bem entenderem no grande exército de reserva (desemprego de mais de 30% entre os jovens de 18 e 25 anos); 2) Aumentam a pressão para rebaixar ainda mais os salários, sem o menor respeito aos pisos salariais conquistados pela categoria profissional; 3) Podem ampliar o esquema de super-exploração dos trabalhadores do jornalismo (sem vínculo, PJ, frila fixo, produção para vários veículos, não pagamento de direitos autorais etc), enfim, podem fazer no setor da comunicação o que fazem com a terceirização da mão de obra nos call center da vida; 4) Podem aumentar o controle ideológico de seus trabalhadores jornalistas sem conflitos éticos e compromissos sociais (os jornalistas, queiram ou não, têm uma noção mais próxima do jornalismo como serviço de interesse
público - do que interesse privado dos grupos econômicos).
Portanto, a derrubada do diploma é antes de mais nada uma vitória do capital.
O que fazer?
O jornalismo brasileiro tem mais de 200 anos de história. A categoria profissional se reconhece como tal há mais de 80 anos. O sindicato dos jornalistas de São Paulo foi fundado em 1937. Antes da exigência do diploma, a categoria já havia conquistado a jornada de trabalho (5 horas + 2 horas extras = 7 horas), o piso salarial (que já foi de seis salários mínimos) e outros benefícios profissionais. Isso foi feito com luta.
A exigência do diploma durou 40 anos. Contribuiu para consolidar o profissionalismo da categoria, mas também foi um grande estímulo ao aparecimento dos cursos de picaretagem - as verdadeiras arapucas do ensino superior - que se aproveitaram dessa "reserva de mercado de trabalho" para ganhar dinheiro (lucro) e inundar a profissão de pessoas despreparadas e não comprometidas com o papel transformador do jornalismo.
A não exigência do diploma coloca um novo desafio para os cursos de Jornalismo: conquistar o seu próprio espaço na sociedade e a sua própria inserção no mercado de trabalho profissional. As boas escolas, os bons cursos continuarão como referência do JORNALISMO e continuarão formando bons jornalistas para a sociedade brasileira.
Ainda é preciso ver qual será a exigência para o registro da profissão, se haverá ou não registro profissional. Mas, de qualquer maneira, mais do que nunca, agora, o curso de JORNALISMO DA PUC-SP precisa deixar claro a que veio, quais são as suas virtudes na formação de jornalistas, qual é a sua visão de mundo e do jornalismo que a sociedade brasileira realmente necessita.
O debate está aberto. Não dá para fugir dele...
Abraços.
Hamilton Octavio de Souza.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Deu na novela

Esporte no Brasil: uma contradição física.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Twitter grampeado: o que os "famosos" estão fazendo
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Torben Grael, o campeão dos sete mares
terça-feira, 21 de julho de 2009
Filmes dublados: a tragédia da televisão
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Ernani d' Almeida lança livro
Chico falou

Chico Buarque, o ermitão do Alto Leblon, lançou um livro (Leite Derramado) e não deu entrevistas. Pelo menos, eu não vi. Fez uma foto para o Globo, no Jardim Botânico, que ilustrou uma resenha, e falou na Flip, em Paraty. Curiosamente, privilegiou um blog. Recebeu em casa a jornalista portuguesa Isabel Coutinho, para quem fez até cafezinho. Detalhe: a entrevista foi para o Ciberescritas, da Isabel (abaixo, link para o blog da jornalista).
Entrevista exclusiva para Isabel Coutinho
domingo, 19 de julho de 2009
Muggiati em Floripa

Lunáticas




Domingo é dia de futebol... duas frases de craques (do Museu do Maracanã)


É dia de futebol mas não necessariamente dia de craques. Os candidatos a craques de hoje deveriam obrigatoriamente dar uma passadinha no Museu do Maracanã antes de entrar no gramado. Assim como quem não quer nada, pisar no cimento onde estão as marcas dos pés de Garrincha, Pelé, Didi e Nilton Santos. Disfarçar e espiar de leve as fotos dos gols de Zico, Roberto Dinamite, Quarentinha, observar com o canto do olho, muito justamente envergonhados e levemente ruborizados, as fotos de times com Brito, Belini, Barbosa, Almir e Vavá. Só então, assim inspirados, sairiam de mansinho e seriam autorizados a entrar no vestiário que essas lendas de chuteira frequentaram.
sábado, 18 de julho de 2009
O passado continua presente
A bolha
O Brasil vai bem, obrigado - garantem economistas, políticos da grande aliança do Governo e ainda nossos interlocutores internacionais. Divulgados no último dia 14, os números do IBGE são mesmo auspiciosos : a expansão do comércio varejista em 20 dos 27 setores analisados e a queda da inadimplência (22%, em junho) fazem prever uma retomada otimista da economia. Parece que estava certo o Cara, quando previu aqui apenas uma marolinha!!
Enquanto os de cima comemoram, os do meio compram. Nunca antes na história desse país se viu tanta gente nas filas por um carro Zero. Com o IPI sentado no banco de reserva, juros mais baixos (há anúncios até de taxa zero) e financiamentos que podem chegar a 80 meses, a festa parece garantida. As montadoras não perderam tempo: no dia seguinte, o presidente da Renault-Nissan para a América Latina anunciava que vai dobrar sua participação aqui, enquanto a GM promete investir 2 bilhões de reais na fábrica brasileira.
Sem querer bancar Cassandra, dá medo pensar num modelo de crescimento alicerçado na indústria automobilística. São milhares de empregos, é verdade, famílias cujas rendas precisam ser preservadas. Mas precisa ser automóvel?? Depois de São Paulo, o Rio corre o risco de virar um engarrafamento permanente. Poluição recorde. E os carros usados que ninguém mais quer ? Vão virar sucata onde, na Lua? Quem não puder agüentar os financiamentos, devolve o carro, e fica com a dívida impagável?
Nos Estados Unidos, a bolha imobiliária criou a ilusão de falsa riqueza. Até estourar. Aqui, corremos o risco de, uma vez vencidas as próximas eleições, sermos apanhados pela rolha automobilística. Bem, talvez eu diga tudo isso por despeito. Afinal, comprei meu carro Zerinho, em setembro, um mês antes da farra dos incentivos!! Bem feito, para mim que não pensei no Planeta, nem no Brasil.
Lenira, a jurássica
Mais Billie Holiday
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Exclusivo: o jornalista Roberto Muggiati é flagrado ao lado de Billie Holiday no Telezoom, Leblon


Essa as revistas de celebridades perderam. Billie Holiday foi vista ontem à noite no Leblon. Mais precisamente, no Espaço Telezoom, na rua Dias Ferreira. A cena chamou a atenção de cerca de 50 pessoas. E causou muita supresa. Imaginava-se que a cantora tivesse falecido no Hospital Metropolitano de Nova York, na manhã de 17 de julho de 1959, há exatos 50 anos. Mas foi Billie Holiday, em som e alma, que chegou ao Telezoom por volta das oito horas da noite, levada pelo jornalista, escritor e músico Roberto Muggiati, com quem tem um visível caso de amor - os amigos dizem que é paixão bem resolvida - há décadas. Billie quase não falou, preferiu cantar. Muggiati foi seu competente porta-voz. Leblon é território de paparazzi, mas a única fotógrafa a registrar essa noite de blues e do jazz foi Jussara Razzé. O Panis pagou caro pela exclusividade, mas valeu o investimento. Veja as fotos. E Jussara ainda cedeu à TV Panis, que pode ser acessada no campo à direita, um clipe emocionante que registra a noite em que Billie Holiday reinou no bairro que já foi do Cazuza.