sábado, 17 de agosto de 2013

Ex-empregados da Bloch enfrentam falta de informação e falha de comunicação interna ao receber direitos trabalhistas no Banco do Brasil

Agências do BB, no Rio, estão encarregadas
de fazer os pagamentos
de mais uma parcela da correção monetária devida aos
ex-empregados da extinta Bloch. 
Como resultado da mobilização dos ex-funcionários, do trabalho incansável de José Carlos Jesus à frente da Comissão dos Ex-Empregados da Bloch (CEEBE), da atuação da Massa Falida e determinação da Dra. Maria da Penha Nobre Mauro, Juíza da 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, em fazer cumprir a lei, colegas da extinta Bloch têm comparecido ao Banco do Brasil para receber mais uma parcela da correção monetária das suas indenizações trabalhistas como consequência do processo de falência N° - 0105137-03.1999.8.19.0001Apesar de não ter ingerência direta sobre o processamento dos pagamentos no sistema bancário, e estar no momento dedicada à complexa emissão de milhares de ordens de pagamento, a MF foi oficialmente comunicada sobre alguns problemas enfrentados por quem se dirige ao BB. As agências do Banco, no Rio, estão habilitadas a pagar a correção monetária, conforme a Justiça determinou. Mas, por falta de informação, funcionários de determinadas agências têm barrado tal quitação. Um jornalista que trabalhou na Bloch e que, com mais dois colegas, veio de São Paulo especialmente para receber seus valores enviou email à CEEBE contando a odisseia que viveu. Leia: "Acabo de voltar. Foi uma maratona. Foi justinho o tempo de chegar, resolver os pepinos e partir, porque eu tinha a volta reservada para as 13 horas -- não podia ficar fora da redação agora à tarde!!!  De fato, frio, muito frio mesmo no Rio, até estranhei. Mas o corre-corre nos esquentou.Conseguimos receber mas foi um sufoco! Vou tentar resumir. Cheguei ao BB da Graça Aranha às 10 para as 10, fui pegar a senha, mas o segurança informou que o atendimento de mandados de pagamento só começava às 11 horas. De fato, há um aviso ao lado da máquina de senhas. Fomos fazer uma horinha no centro e retornarmos às 10 para as 11. Aí já tinha um outro funcionário na porta -- de nome Carlos Henrique -- controlando as senhas. Foi só mencionar a Bloch e ele afirmou, peremptoriamente: não é aqui, isso só é pago no BB do Tribunal de Justiça, lá na Erasmo Braga. Fomos correndo para lá. Fila imensa. Só de velhinhos (o meu caso...), tinha 38 na minha frente. Inconformado, voltei ao BB da Graça Aranha e fui confrontar o funcionário do Banco. Disse a ele que havia informações seguras de que os pagamentos seriam feitos em qualquer agência do BB do Rio, ele reafirmou que não. Então pedi a ele que me deixasse subir para falar com o gerente. Deixou. O gerente, em princípio, repetiu a mesma informação do funcionário: neca de pitibiriba, só na agência do TJ. Era decisão da diretoria e coisa e tal. Então disse a ele que tinha vindo direto de São Paulo, paguei quase 1.500 de passagem e não podia perder a viagem. Receber no TJ seria impossível. Pedi a ele que fizesse uma consulta no computador com meu CPF. Ele fez -- e o dinheiro estava lá!!! Ele não sabia, ninguém no banco sabia. Por isso, orientem o pessoal que ainda vai receber para insistir com o pessoal do BB. O dinheiro foi efetivamente liberado, é só consultar o computador."

Atualização: A CEEBE informa que já pediu uma reunião com a Massa Falida para tratar do assunto. O setor de pagamentos judiciais do BB comunicou que as agências estão preparadas para o pagamento da correção monetária aos habilitados na Massa Falida da Bloch. Mas é necessário que seja resolvida o que pode ser uma falha de comunicação interna, já que pelo menos um gerente e um funcionário do banco, conforme relato acima, desconheciam a norma. Outra questão que a CEEBE pretende encaminhar: em tempos de internet, a rede informatizada do BB não disponibilizaria os pagamentos da correção monetária em agências de todo o Brasil? Isso evitaria que ex-empregados da Bloch que moram em outras cidades tenham que se deslocar ao Rio - muitos até sem condições físicas ou econômicas - para receber seus direitos. 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Mais polêmica na Carta Capital. Revista vai fundo nos porões do Fora do Eixo, o controlador do Mídia Ninja

A Carta Capital investiga as engrenagens que fazem rodar o polêmico "Fora do Eixo", grupo que controla o Mídia Ninja. Leia. 
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Violência contra a imprensa é uma absurda tentativa de calar o grito popular

por  Eli Halfoun
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro divulgou nota em que lamenta a truculenta ação de supostos manifestantes contra a imprensa. Profissionais que estão nas ruas trabalhando na cobertura das manifestações têm sido covardemente agredidos e carros de reportagem danificados, inclusive com criminosos e perigosos incêndios. A imprensa sempre lutou pela liberdade de expressão é, queiram ou não os pseudos manifestantes, é a grande responsável por permitir que o povo possa manifestar-se democraticamente. Portanto o ataque a profissionais e veículos de imprensa é uma agressão absurda que pode de uma forma ou de outra acabar calando a voz democrática dos veículos de comunicação e convenhamos que sem a imprensa para mostrar as manifestações o grito do povo perde força e pode ficar sem sentido.

Jornalistas experientes sabem que as agressões estão partindo de vândalos que só querem mostrar uma desnecessária força, mas só o fazem covardemente quando estão protegidos pela população, ou seja, como covardes escondidos atrás de um muro humano. Tentar calar a boca e a pena do jornalismo independente é apenas uma demonstração de que os supostos manifestantes querem mesmo é que as mordaças da ditadura voltem a calar a voz de jornalistas e fazer com que as manifestações não tenham repercussão nacional e até mundial. É permitir que os governos reajam com violência e truculência porque sem a imprensa livre nas ruas não haverá ninguém para fiscalizar e mostrar as agressões contra as verdadeiras e justas manifestações. Amordaçar violentamente a imprensa é agredir a democracia e calar definitivamente a voz do povo. Manifestantes de verdade e não os vândalos infiltrados precisam estar atentos contra esse tipo de barbaridade. Afinal é e sempre foi a imprensa que faz ecoar mais forte o grito popular. (Eli Halfoun)

Uma desnecessária discussão cabeluda com as fotos da nudez de Nanda Costa

por Eli Halfoun
De repente nos vemos envolvidos por discussões que não fazem o menor sentido diante dos avanços que tivemos nos últimos anos. O mais recente exemplo é a discussão em torno dos pelos pubianos que a atriz Nanda Costa exibe nas fotos de sua nudez para a revista Playboy. Pelos pubianos são normais em todas as mulheres e se muitas preferem raspá-los não significa que todas tenham de se “barbear”. Não importa o gosto de quem veja e de quem use; o que chama atenção é a perda de tempo em torno de uma discussão que na verdade só interessaria se Nanda Costa a tivesse com seu namorado. Do contrário é apenas jogar conversa fora mostrando que em algumas questões ainda na avançamos tanto quanto pretendíamos. Essa é sim e literalmente uma discussão cabeluda, mas sem necessidade e sem sentido. (Eli Halfoun)

Novelas também precisam caminhar para o futuro e evitar a chatice da mesmice

por Eli Halfoun
Embora até por obrigação profissional eu acompanhe novelas há muitos anos confesso que ainda não consegui entender o mecanismo que leva os autores a esticarem tramas das quais os telespectadores já sabem o desfecho mesmo porque muitas vezes o chamado desfecho é o início de um lenga-lenga sem fim. Quer dizer, a trama se desenvolve do final para o início como se existisse uma máquina de retroceder o tempo.  Agora mesmo em “Sangue Bom”, por exemplo, há um “mistério” envolvendo a paternidade do personagem Bento, que todo mundo já sabe é filho de Wilson e não de Plínio. Ainda assim os autores, que fazem um ótimo trabalho, insistem em uma trama que não faz mais sentido, se bem que agora a questão é saber como a confusão será desfeita. Sei que é necessário que as novelas criem dúvidas e mistérios para manter a curiosidade do público. Acontece que muitas vezes essa cartilha funciona ao contrário: o público que já sabe a verdade se cansa de tanta enrolação e perde o interesse pela novela, ou melhor, só volta ter interesse nos capítulos finais porque o que acontecerá até o final já não motiva tanto.

Esse viciado procedimento é que determina o sobe e desce de audiência, o que às vezes é muito perigoso porque faz a novela parecer um fracasso. Talvez o ideal fosse resolver as tramas rapidamente e criar novos momentos que possam interessar ao público, criando dentro da novela uma novelinha por semana. Novelas precisam ter ritmo ágil, o que certamente seria conseguido se em vez de enrolação houvesse solução. A solução não impediria de forma nenhuma que a trama geral continuasse interessante e se desse um novo destino e uma história à cada personagem. Afinal, a vida caminha para frente e como as novelas pretendem ser um retrato ficcional (às vezes exagerado, é verdade) não podem ficar estagnadas, ou seja, também precisam caminhar a frente, para o futuro. Sem perspectiva de futuro tanto a vida quanto as novelas ficam chatíssimas. (Eli Halfoun) 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Overdose de Photoshop faz com que nem Gil reconheça a filha Preta...

Sabe quem é? Preta Gil entupida de Photoshop em dose hospitalar. Se cruzar com essa figura na sala de casa nem Gil, o pai, a reconhecerá. A filha do ex-ministro assim aparece na campanha da C&A. A pergunta que não quer calar: por que escolheram a Preta se desse jeito aí nem os seus fãs mais próximos serão capazes de identificá-la? Tudo bem que o cachê seria mais caro, mas era melhor ter chamado logo a Beyoncé, de quem o diretor de arte da C&A deve ser tiete incondicional.

Jornais impressos serão extintos. E vão embrulhar peixe com quê?

O site Future Exploration faz uma previsão da extinção dos jornais impressos em vários países. No Brasil, o dead line é 2027. Nos Estados Unidos, já em reta final, os impressos param de circular em 2017; na Inglaterra, em 2019. Em muitos países, os jornais sobreviverão até 2040. A conferir.
Veja no Future Exploration, clique AQUI

Nas entrelinhas

A Comissão da Verdade avança pouco na tarefa que lhe é possível: identificar e denunciar torturadores e assassinos a serviço da ditadura militar. Se não avançava muito agora deve ficar devagar quase parando. Um ex-ministro de FHC assume a presidência. O mesmo que saudou a lei que perdoou os crimes dos generais-ditadores. A nota é do Globo de hoje.

Nas entrelinhas 1

Enquanto a Argentina botou seus generais da ditadura na cadeira, o Brasil insiste em homenageá-los. Deputados inexpressivos mas saudosos do regime militar impedem a mudança de nome da Ponte Rio-Niterói. Ok, não foi dessa vez. Mas o povo é sábio: jamais a chamou pelo tal e infeliz nome oficial.

Nas entrelinhas 2

Dizem que o poderoso Padre Cícero, no começo do século passado, nos confins do sertão, enveredou pela área financeira e criou um sistema que o povo chamou de "Engulidêra. Seria uma espécie de pirâmide. Funcionava como um tosco 'fundo de investimentos". O sujeito "aplicava" 10 mil réis na "Engulidêra" e daí a três meses recebia 30 mil réis. A notícia se espalhou e atraiu os mais endinheirados e os remediados. A "Engulidêra" ganhou fama de boa pagadora e os "investidores" foram chegando. Até que a pirâmide desmoronou. Por mais que entrasse dinheiro novo, o fundo não conseguia remunerar de acordo com o prometido. Simplesmente parou de pagar e não devolveu o dinheiro aos "investidores". A solução, para estes, era montar no cavalo e ir a Juazeiro do Norte cobrar o devido. Alguém se arriscou a isso? Diz a história que não. Juazeiro era uma cidadela do Padre Cícero. Para chegar à boca do caixa seria preciso atravessar as trincheiras dos jagunços. Melhor deixar pra lá. Cada caso é um caso mas não deixei de lembrar dessa história ao ler, hoje, que um fundo de professores do Canadá jogou dinheiro na fogueira das empresas X.  Têm 18% no turbilhão de um delas. O que se conclui? Professor não dá sorte nem aqui nem lá.
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Nas entrelinhas 3

Ontem este blog repercutiu a denúncia publicada nos jornais de ontem de que o Posto 9, em Ipanema, tinha virado camelódromo e criticou o prefeito Eduardo Paes. Pois bem, Paes agiu rápido, indignou-se com a agressão às posturas da cidade e ao visual de uma das mais belas praias do mundo e já mandou desmontar a estranha barraca. Agiu bem, o prefeito e mostrou nesse caso que é um carioca atento a quem tenta esculachar o Rio. 

Nas entrelinhas 4

Boa notícia incomoda muita gente. Os espaços para comentários sobre economia nos jornais e na TV são, como se sabe, altamente partidarizados. Há, por exemplo, agora, perspectiva de um crescimento do PIB acima do que o "mercado" esperava. Uma das tais especialistas ouvidas - quem trabalha em redação sabe que geralmente as "fontes" para comentários sobre determinados fatos são escolhidas pelo que o editor já espera delas em termos de opinião conhecida - prediz, apesar da boa notícia, que a merda vem aí. O que chama atenção nesse trecho no Globo de hoje, é a "ira" da entrevistada diante de um bom número, que, para ela, não favorece o país mas o governo. Na análise, ela praticamente torce pela crise ao assegurar que depois da boa notícia "a tendência é de piora". Faltou só dizer "Ôba!".Provavelmente vai quebrar a cara tal qual outros economistas de oposição ao profetizarem desde o começo do ano apagões, explosão da inflação, da inadimplência, aumento do desemprego e outras "catástrofes" que não se concretizaram. Aliás, vendo as "projeções" do mercado já dá para entender que as "agências de risco" fazem uma estatística "bêbada". Vejam só: elas "previam" um crescimento a ser anunciado ainda hoje de 0,30 a 1,70% . Uma "projeção" tão elástica é praticamente o samba da estatística doida. 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Lady Gaga na capa (em duas versões) da V Magazine de setembro

Lady Gaga morena...
...loura e...
...na ousada capa do single Applause

Na edição de agosto da revista Imprensa, os bastidores da denúncia de espionagem internacional por parte dos EUA


Mais Médicos: 1.618 profissionais, entre brasileiros e estrangeiros, confirmam participação no programa. Outras seleções virão

O primeiro mês de seleção do programa Mais Médicos foi encerrado na última terça-feira (13) com a confirmação da participação de 1.618 profissionais, que atuarão em 579 municípios e 18 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). Este grupo, que contempla 1.096 médicos que já atuam no Brasil (938 profissionais com diplomas do Brasil que já haviam homologado sua participação e 158 que confirmaram sua atuação até segunda-feira), 358 estrangeiros e 164 brasileiros graduados no exterior, atenderá cerca de 6,5 milhões de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
 “Ao fecharmos esta etapa, chama a atenção o aumento do número de municípios contemplados, sobretudo o deslocamento para o interior e região de fronteira, que passarão a ser ocupadas com a entrada dos médicos estrangeiros”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo ele, o Ministério da Saúde continuará estimulando a ida de médicos brasileiros para regiões carentes.
Padilha anunciou a construção de acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAs) para atração de mais médicos para ocupar as áreas prioritárias com vagas ociosas ou que não tiveram indicação de nenhum profissional brasileiro. “Quantos mais médicos trabalharem na atenção básica, melhor para o país. É nesta área de atendimento que se resolve cerca de 80% dos problemas de saúde”, destacou.
A maioria (67,3%) das regiões onde esses profissionais vão atuar, sejam brasileiros ou estrangeiros, está em áreas de extrema pobreza e distritos de saúde indígena. As demais 32,7%, em periferias de capitais e regiões metropolitanas.
A entrada de médicos de outros países representou a expansão no rol de municípios atendidos pelo programa (chegando a 579 cidades) e a ocupação de áreas não atendidas pelos brasileiros, sobretudo na faixa mais distante do litoral. Dos 782 municípios que não despertaram o interesse de brasileiros, 79 tiveram vagas preenchidas principalmente por médicos formados no exterior, sendo grande parte localizada no interior do Norte e Nordeste.
O desempenho do primeiro mês do Mais Médicos cobriu 10,5% da demanda apresentada pelos 3.511 municípios que aderiram ao programa e apontaram a existência de 15.460 vagas nas unidades básicas de saúde. Mais de 1.096 cidades prioritárias não receberão profissionais neste momento, de um total de 2.032 que ficaram de fora. 
Para continuar estimulando o preenchimento destes postos, o Ministério da Saúde abre inscrições para a segunda seleção mensal para médicos brasileiros e estrangeiros na próxima segunda-feira (19). Também será permitida a entrada de novos municípios no programa. “O fluxo para os médicos será contínuo, e já sabemos do interesse de médicos brasileiros que se formaram agora em julho. Continuaremos ampliando o número de médicos nas regiões onde mais precisam”, pontuou o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales.
Os municípios do Nordeste tiveram a maior cobertura de profissionais do Mais Médicos, com 261 cidades com profissionais confirmados. Em seguida, vêm as regiões Sul (103), Sudeste (101), Norte (78) e Centro-Oeste (36). Dos 18 distritos indígenas que receberão médicos, 15 estão no Norte, um no Nordeste e dois no Centro-Oeste.
Considerando a quantidade de médicos alocados, o Estado com maior número é a Bahia, com 144 profissionais, seguida de São Paulo (134), Rio Grande do Sul (119), Ceará (117), Goiás (103), Minas Gerais (101), Paraná (98), Amazonas (88), Pernambuco (84) e Rio de Janeiro (70).

ESTRANGEIROS – Os 522 estrangeiros que homologaram sua participação no programa atuam como médicos em 32 países, com destaque para 142 médicos formados na Argentina e 100 profissionais com diplomas da Espanha.
O Ministério da Saúde já deu início à emissão de passagens para o Brasil de 212 médicos de outros países. Outros 310 aguardam, até sexta-feira, validação das embaixadas de seus países para o deslocamento e a atuação no programa. Esta etapa, assim como o resultado do médico na avaliação pelas universidades no módulo de três semanas, é condição para que o médico seja liberado para atuar no Brasil.
Quando chegarem ao Brasil, os médicos estrangeiros se concentrarão inicialmente em oito capitais: Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza. Nessas cidades, participarão, por três semanas (de 26 de agosto a 13 de setembro), de aulas de avaliação sobre saúde pública brasileira e língua portuguesa, totalizando carga horária de 120 horas. Após a aprovação nesta etapa, começam a atender a população na segunda quinzena de setembro.
Os profissionais que vão atuar em áreas indígenas terão, além do módulo de acolhimento, treinamento específico sobre saúde desses povos. Todos estes profissionais ficarão concentrados em Brasília durante o período do módulo de acolhimento.
Os materiais que serão utilizados nessas atividades foram elaborados por uma comissão formada por professores de universidades federais inscritas no programa, Escolas de Saúde Pública e Programas de Residência, sob orientação do Ministério da Educação (MEC).
Depois de avaliados, os médicos que tiverem sua qualificação atestada receberão um registro profissional provisório. Durante o período de atuação, as prefeituras que receberão esses profissionais serão responsáveis pela alimentação e moradia dos médicos.
Os custos com alojamento e alimentação serão pagos pelo Governo Federal. A organização logística do módulo, incluindo recepção aos profissionais, será responsabilidade conjunta dos ministérios da Saúde e da Defesa.
Como definido desde o lançamento do programa, os brasileiros tiveram prioridade no preenchimento dos postos apontados. As vagas remanescentes foram oferecidas primeiramente aos brasileiros graduados no exterior e em seguida aos estrangeiros. Os médicos com diplomas de fora do Brasil vão atuar com autorização profissional provisória, restrita à atenção básica e às regiões onde serão alocados pelo programa.

O PROGRAMA - Lançado pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, no dia 8 de julho, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país, como os municípios do interior e as periferias das grandes cidades. Os médicos do programa receberão bolsa federal de R$ 10 mil, paga pelo Ministério da Saúde, mais ajuda de custo, e farão especialização em Atenção Básica.
O Governo Federal está investindo, até 2014, R$ 15 bilhões na expansão e na melhoria da rede pública de saúde de todo o Brasil. Deste montante, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de 16 mil unidades básicas. Outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação desses estabelecimentos de saúde, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários.
Mais de 95% dos municípios contemplados nesta etapa do Mais Médicos acessam investimentos do Ministério da Saúde para melhoria da sua infraestrutura. Dos 579 municípios contemplados, 557 (96%) participam do Programa Requalifica UBS e estão recebendo recursos para construção, reforma e ampliação de Unidades Básicas de Saúde. Já o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) beneficia 551 cidades que receberão médicos pelo programa.

Fonte: Agência Saúde

O novo camelódromo de Ipanema. Postos de Salvamento se transformam em mafuá comercial...

Foto; Reprodução de O Globo
por Omelete
Agora os cariocas já podem comprar uma roupa maneira logo depois de serem recolhidos pelos salva-vidas após levar um caldo na arrebentação. Os postos de salvamento passam a atender pelo nome de camelódromos. E, também, se você for ao posto fazer um xixizinho rápido pode aproveitar e comprar uns babilaques. O concessionário-dono das praias desde o governo Cesar Maia de trágica memória resolveu montar o seu shopping nos postos. O mais incrível é que, segundo O Globo, o mafuá está previsto no contrato que privatizou a orla. A empresa ganhou em 2010, já na gestão Eduardo Paes, o direito de transformar o local em área comercial ao assumir a operação e manutenção dos postos com a contrapartida de arrecadar a taxa dos mijões e reformar 27 unidades. Até hoje só reformou quatro. E mais: não apenas lojas estão permitidas mas caixas bancários, venda de cigarros, bebidas, alimentos, itens de conveniência e aí a lista é longa. Quem sabe logo os burocratas redigem um aditivo que vai permitir, posto de gasolina, igreja, loteca, casa de massagem, sauna e bingo? Mais adiante talvez abrigue também um comitê de campanha eleitoral. Pisou na bola, Eduardo Paes.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Será a fênix?

Deu na Folha...

Assim é mole ser empresário... Faltou dinheiro no caixa é só pedir ao governo

por JJcomunic
Parece piada, mas no Brasil é bom levar a sério essas ofensivas sem-vergonha. As companhias aéreas brasileiras estão tocando a campainha do Tesouro. Alegam que estão tendo prejuízos e pedem injeção de verbas públicas, uma ajudinha de alguns bilhões. Bom, vamos aos fatos: com alguns surtos de exceção, as aéreas brasileiras tratam mal os passageiros, não são pontuais e botam culpa nos aeroportos, não dão informações, visando lucro e lucro usam o mesmo avião como uma van aérea para atender o Brasil de Norte a Sul, não mantém reserva técnica suficiente, e, com isso,, basta um aeroporto dessa rota fechar por mau tempo para a malha toda entrar em caos. E os aeroportos reformados ou privatizados não vão resolver esse problema. Se o governo der dinheiro e isenção para as aéreas, você vai pagar duas vezes: como consumidor e como contribuinte. Curiosamente, quando essas companhias nadavam em lucros não repassaram as sobras ao mesmo Tesouro que querem agora assaltar. Não seria justo? Os executivos dessas empresas precisam abrir suas contas antes de pedir dinheiro público. Cadê a planilha? Inclui mansões e jatinhos em nome da pessoa jurídica. Incluiu a viagem do filhão para Las Vegas? O iate de luxo está na lista. O suposto prejuízo está honestamente demonstrado? A competência e boa administração idem? E as bilionárias aquisições que algumas fizeram não foram lucrativas? Se o governo for atender a todo negócio privado em crise, não haverá arrecadação que chegue. Não seria o caso de abrir as linhas domésticas para empresas estrangeiras e deixar o mercado (não é o deus supremo?) resolver? Elas reclamam do dólar mas esquecem de dizer que o preço das passagens que cobram dos brasileiros é extorsivo em qualquer moeda.Espera-se que Dilma, que diz estar ouvindo a voz das ruas, não entre nessa roubada. O lobby é forte e nem a mídia - que tanto se preocupa com o que o país gasta com o Bolsa Família e outros programas sociais - costuma criticar essas transferências de dinheiro do setor público para o privado.

Brasil terá um novo órgão para medir a audiência da televisão. O Ibope que se cuide

por Eli Halfoun
O Brasil está bem servido em termos de empresas especializadas em pesquisas, mas mesmo assim é o Ibope que mantém a credibilidade em pesquisas de audiência de televisão. O Ibope é uma espécie de sinônimo de audiência e, portanto, de sucesso: são suas pesquisas que determinam o que acontecerá nas emissoras de televisão com a programação. Os resultados que o Ibope apresenta ainda são muito questionados pelas emissoras que embora reconheçam e aceitem a liderança da Globo discutem os resultados que lhes tem dado pouco público para programas que acreditam ter um maior número de telespectadores. Esse, digamos, monopólio do Ibope na televisão pode não acabar tão cedo, mas sem dúvida sofrerá um grande baque com a chegada ao Brasil da GfK, empresa comandada por um grupo alemão e que já mede a audiência de emissoras de televisão em mais de cem países (Estados Unidos, Holanda e Portugal, entre muitos outros). O grupo alemão da GfK tem mandado muitos representantes ao Brasil para agilizar o início de seus trabalhos. Já se sabe, por exemplo, que as redes Record, Bandeirantes, TV e SBT estão dispostas a de certa formas bancar a novas medições de audiência que a GfK controla com a instalação de aparelhos (terá 35% a mais do que Ibope) em residências. O custo anual para o funcionamento da GfK no Brasil está estimado em 50 milhões anuais e, além dos contratos com as emissoras de televisão, o grupo alemão espera fechar acordos com as maiores agências de publicidade do país. Se tudo correr como se espera queira ou não queira a Globo terá de assinar contrato com a GfK que pretende ser o órgão de maior credibilidade em audiência no país. Ninguém tem dúvidas de que qualquer que seja o órgão de pesquisa utilizado a Globo manterá a indiscutível liderança de audiência, mas é possível prever sem errar que a audiência das outras emissoras também aumentará um bocado. (Eli Halfoun)

Uma penca de filhos para César em “Amor à Vida” incluindo Gina e Valdirene

por Eli Halfoun
O autor Walcyr Carrasco não se impõe limites para movimentar a trama da novela “Amor à Vida” e por isso mesmo tem provocado muitas especulações em torno de alguns personagens. Quem está agora na berlinda é César (Antonio Fagundes) que é o chamado garanhão da novela e pelo visto um garanhão reprodutor: os comentários de bastidores garantem que nos próximos capítulos será revelado que ele é o pai das personagens Gina (Carolina Kasting) e Valdirene (Tatá Werneck). O autor não confirma, embora já tenha dado algumas pistas. Antonio Fagundes, que interpreta o personagem, não se surpreende com as especulações porque “César é o garanhão da novela e pode ter mesmo muitos filhos dos quais ainda nem sabe que é o pai”. Mesmo que essas informações se confirmem nos próximos capítulos não há nenhum exagero: a vida real está repleta de pais que não conhecem e sequer reconheceram seus filhos. Afinal, também tem mãe que é cega. (Eli Halfoun)

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Polêmica enterrada: Datafolha constata que maioria dos brasileiros quer serviços de médicos estrangeiros na periferia ou em cidades que não têm... médicos. Pelo jeito, só que não quer é rico, bem nascido e que mora nos bairros classe A das grandes cidades. Com plano de saúde vip-premium


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Viu isso? Uma revendedora de carros fantasma... Matéria interessante no G1. E caminhões-zumbi, novos, guardados em galpão desde 1988...

Deu no G1 Rio Grande do Sul
Em Estrela, no Vale do Taquari, a 115 km de Porto Alegre, fica uma concessionária que encerrou suas atividades há cerca de 10 anos. Aos olhos menos atentos, porém, o local parece estar em funcionamento. Pintura recente, plantas bem cuidadas, monitoramento por câmeras e quatro carros 0 km. São três Fuscas e um Santana nunca usados, raridades em meio a veículos rodados. É como se fosse uma viagem ao passado.
Ao chegar perto da vitrine da Comercial Gaúcha, um detalhe chama a atenção: os carros expostos não são mais fabricados. Conhecida como "concessionária fantasma", a loja pertence a Otmar Walter Essig, 79 anos. 
LEIA A MATÉRIA COMPLETA. CLIQUE AQUI

JÁ EM SÃO PAULO, UMA HISTÓRIA SEMELHANTE: DOIS IRMÃOS GUARDAM CAMINHÕES, NOVOS, EM UM GALPÃO, DESDE 1988.
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Deu na Folha: Ruy Castro comenta manifestações que perderam gás

A notícia e a manipulação da notícia


Estou arrependido”, diz suspeito de abusar de 15 mulheres em ônibus.

Por deBarros
Com essa manchete abrindo uma matéria na capa o jornal que a editou consegue , com ela, atrair os curiosos que param nas bancas de jornais para ler essa notícia por demais intrigante, que no fim os leva a comprar esse veículo que imprimiu tal notícia.
O jornal conseguiu o seu objetivo principal: vender a matéria ao mesmo tempo que vende o seu produto, o jornal.
O título da notícia diz textualmente que o acusado abusou de 15 mulheres em um ônibus. Ora, o que leitor entende em primeira leitura é que o homem estuprou 15 mulheres dentro do ônibus. A curiosidade do homem é infinita e deseja, ansioso, saber como foi possível tal façanha. Se atacar e estuprar uma só mulher já é complicado imagina 15 dentro de um ônibus.
Ao proceder a leitura da notícia, depois de ter comprado o jornal, vem a explicação para tal ato criminoso. O acusado, na verdade, procurava sempre, nos horários de maior movimento de ida para o trabalho viajar em pé nos ônibus lotados, e neles se encostarem em mulheres. Como algumas aceitavam tal encosto, o homem foi aprimorando os seus ataques e logo estava se masturbando com o seu órgão sexual  pra fora das calças e assédios se repetiram 15 vezes até ser surpreendido em flagrante e preso.
O que está em foco aqui é a manipulação da notícia. Ela não é mentirosa no seu todo, mas a forma com que é expressa dando a entender que houve um ataque sexual contra 15 mulheres dentro de um ônibus. Ora, a notícia se torna falaciosa, na medida que atrai um comprador para comprar esse jornal em que ela é publicada. Pode-se até entender que é uma publicidade enganosa – o que é crime em termos de economia de mercado – e crime também diante dos códigos jurídicos.
A imprensa poderia se abster de cometer esses pequenos crimes contra a boa fé dos seus leitores. Para vender o seu produto não é necessário mentir ou enganar o leitor manipulando notícias que levam o seu usuário a entender errado após a leitura de suas manchetes.icia

domingo, 11 de agosto de 2013

Assista a "FESTA DO TREM - ALCKMIN E SERRA" no YouTube

http://www.youtube.com/watch?v=C9Yg8RB0BmQ&feature=youtube_gdata_player

Dilma começa a recuperar prestígio e popularidade. É o povo voltando a enxergar sem a emoção do momento

por Eli Halfoun
O experiente marqueteiro João Santana continua apostando que Dilma Rousseff será reeleita no primeiro turno e agora tem mais razões para apostar nisso: recente pesquisa Datafolha mostrou que a presidente começa a recuperar a popularidade pessoal e do governo e já aparece em primeiro lugar, embora ainda muito distante dos percentuais de intenção de voto que tinha antes das manifestações. Nenhuma pesquisa feita agora em torno da eleição presidencial pode ser vista como definitiva porque até 2014, quando as urnas decretarão a verdade, acontecerá muita coisa. Por enquanto tudo indica que como acreditavam os especialistas em marketing político e pesquisas, a rejeição ao nome de Dilma foi apenas uma reação do momento determinado pelas manifestações que, aliás, em momento algum se manifestaram especificamente contra a presidente, mas sim - e com razão - contra os maus políticos que praticam e incentivam a corrupção que mais do que qualquer outra coisa atrapalha o país. A recente pesquisa Datafolha não é a única que mostra a reação de Dilma: outras também revelam que a presidente tem recuperado a atenção popular para o que de bom seu governo tem feito, especialmente em termos sociais, par o Brasil. De qualquer maneira a presidente ainda terá de mostrar mais para superar o jogo político imoral de uma oposição que não consegue enxergar o lado bom de nenhuma questão. O povo enxerga e parece que depois da nuvem passageira que lhe atrapalhou a visão começa a enxergar melhor. (Eli Halfoun)

O toma lá, dá cada da novela não estabelece nenhum amor à vida

por Eli Halfoun
Não existe novela que não reflita através de seus personagens o comportamento dos telespectadores, ou seja, de grande parte da população. São muitas vezes comportamentos preocupantes porque mostram na ficção um desgaste mortal presente na realidade diária. “Amor à Vida” não foge da regra: é duro de engolir o comportamento do personagem Felix (excelente trabalho do ator Mateus Solano) em suas relações pessoais e diante da vida - e não falo aqui de sua opção sexual que não é nenhum defeito e deve ser exercida do jeito que ele, como qualquer pessoa, preferir. O que preocupa em Felix, que reflete bem uma cruel realidade diária, é o jogo de interesses que estabelece em qualquer relação, inclusive com a mãe protetora. O personagem nos mostra que as relações de hoje, sejam pessoais, comerciais, passageiras e até religiosas se desenvolvem apenas como uma troca, um negócio do toma lá, dá cá que nos tem feito cada vez mais interessados em levar vantagem em tudo e com todos. Felix não tem, como acontece e cada vez mais com muitas pessoas, o menor respeito por nada e por ninguém. Nenhum de seus gestos, incluindo os raros de carinho, é sincero: ele só faz as coisas se puder receber algo em troca e levar vantagem. Cobra isso na oportunidade que acha melhor e cobra sem a menor preocupação de estar afetando e agredindo emocionalmente as pessoas das quais cobra quase tudo e muitas vezes por nada.

Felizmente o personagem Felix (repito que não falo aqui de homossexualismo) não representa a totalidade do comportamento humano nos difíceis dias de hoje, mas de qualquer maneira é um significante alerta para que estejamos atentos e não nos deixemos engolir pelo jogo de interesse que é o mais comum atualmente. A vida não pode continuar sendo conduzida d um toma lá, dá cá que massacra qualquer emoção. Sem emoção real não há amor à vida.  (Eli Halfoun)

sábado, 10 de agosto de 2013

Eleições 2014: Dilma sobe 5 pontos. Aécio despenca. E Lula ganharia no primeiro turno se fosse candidato

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“Amor à Vida” foi um dramalhão de matar na hora de tirar Nicole de cena

por Eli Halfoun
Foi um festival de lágrimas, um dramalhão de fazer inveja às antigas e superadas novelas mexicanas, mas se a intenção do autor Walcyr Carrasco era apresentar um folhetim como antigamente ele não errou a dose: a morte da personagem Nicole (Marina Rui Barbosa) conquistou recorde de audiência para a novela, o que mostra que não é sempre que o público está interessado em novelas que tentem estar o mais próximo possível de uma realidade às vezes mais tensa, ridícula e exagerada do que a ficção. Público e atores sabiam que Nicole ia morrer e talvez por isso o autor tenha levado para a igreja quase toda a equipe médica do hospital em que ele se tratava do câncer fatal. Só esqueceu de montar na sacristia uma sala de emergência para atender a noiva que emocionada fatalmente passaria mal mesmo que não tivesse descoberto a traição do noivo e da suposta melhor amiga. Foi estranho ver no casamento personagens que Nicole sequer conhecia, mas como em novela tudo é possível...

Talvez os convidados que mal conheciam a noiva e o noivo tenham ido ao casamento por uma mórbida curiosidade já que a morte de Nicole era mais do que esperada e anunciada. O autor Walcyr Carrasco tinha prometido uma cena romântica, mas parece ter esquecido a promessa e exagerou na dose de dramalhão. Isso não invalida o bom trabalho que ele tem feito até agora, especialmente nas cenas que envolvem o personagem Felix e a “inteligência pura” Valdirene. Se dependesse apenas dos exageros (começaram no hospital) do casamento e morte de Nicole a novela “Amor à Vida” teria um título mais adequado se chamasse o “Amor à Morte”. O dramalhão da morte de Nicole foi mesmo de matar. (Eli Halfoun)

Empresas de telemarketing usam o telefone como irritante arma contra o consumidor.

por Eli Halfoun
Não existe nada mais irritantemente desagradável do que fazer qualquer reclamação ou pedido para as chamadas fornecedoras de serviços (NET, CEG, LIGHT, bancos, etc.). Você, desrespeitado consumidor, é atendido por uma empresa de telemarketing que não está apta a resolver nenhum problema e por isso mesmo inicia um jogo de empurra (com musiquinha e tudo) que além de ser irritante é um abusivo desrespeito ao consumidor que é, afinal, quem paga pelos serviços solicitados e que nunca são praticados com competência. A impressão é que as empresas de telemarketing são orientadas a apenas encher a paciência do consumidor certamente para ver se ele, consumidor, desiste da reclamação a que tem direito. As moças ou rapazes que atendem o telefone só sabem ler o que está escrito em uma cartilha colocada a sua frente e como não têm informação suficiente o consumidor acaba desistindo até porque ninguém com exceção das funcionárias dos telemarketings tem tanto tempo a perder falando (ou ouvindo musiquinha) no telefone. 

Por isso mesmo funcionou como uma espécie de desabafo a vingança que o CQC executou há dias em uma grande empresa paulista de telemarketing. A criação do quadro “Olho por Olho” esteve perfeita em todos os aspectos fazendo funcionários da empresa de telemarkerting sentirem na pele o desespero que é tentar resolver alguma coisa com esse tipo de serviço medíocre, desrespeitoso e abusivo. Existem regras bem claras para o funcionamento de empresas de telemarketing que não podem ficar no tormento de transferir os telefonemas para outro setor que também não está capacitado a resolver nada. (Eli Halfoun)