O escândalo do Master não para de surpreender. Agora a PF descobre uma operação dos controladores da fraude para subornar influenciadores e fazer circular nas redes sociais e canais "jornalísticos" versões encomendadas contra o Banco Central. No mínimo cerca de 2 milhões de reais foram investidos em compartilhamentos devidamente pagos.
Os podres poderes da instituição financeira flagrada em golpes em série podem ter "influenciado" outras prateleiras brasilienses desde que a mídia levantou estranhas "reportagens" já desmascaradas e desmentidas até pelos autores da farsa sobre movimentos do ministro Alexandre de Moraes junto ao BC para supostamente tirar o Master do lamaçal em que se meteu. Vale lembrar que a tentativa de difamar o BC no contexto da fraude do Banco Master começou na Globo News e no jornal Globo.
Até o TCU tentou atacar o BC mas recuou diante da reação de setores que se recusam a ser "influenciados". A decisão monocrática que autorizava uma devassa nas provas das falcatruas que levaram à liquidação do banco corrupto foi cancelada e a descarada investida contra o BC irá agora ao plenário do tribunal.
Esse escândalo do Master mais parece uma autópsia de um corpo putrefato. Dá para sentir o mau cheiro a quilômetros de Brasília. Perguntinha: o TCU também vai pedir ao PCC documentos da possível relação do Banco Master com a organização criminosa paulista?
Influenciadores sai a parte recreativa do suborno. O buraco é muito mais em cima
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