por Niko Bolontrin
Apesar de Giovanni Infantino, presidente da FIFA exibir os fundilhos ao puxar o saco de Donald Trump - ele até criou um prêmio da paz para o oligarca estadunidense - a política externa da Casa Branca por criar situações críticas durante a Copa do Mundo dos Estados Unidos- México e Canadá. Em níveis diferentes de atritos, Trump criou casos com México e Canadá a partir de imposição de taxas alfandegárias e ameaças à soberania. O Irã está classificado. Este é um caso mais grave. O país foi recentemente bombardeado por Trump e está sob sanções econômicas. É considerando por Washington um Estado terrorista. Através de ameaças de anexar a Groelândia, o oligarca estadunidense criou problema diplomático com a Dinamarca a quem pertence a grande ilha nórdica. A Colômbia é outro país ameaçado por Donald Trump, que já insinuou que pode ordenar operação em Bogotá semelhante à invasão e sequestro do presidente venezuelano e levar o presidente Gustavo Petro para os Estados Unidos. O Panamá também está na mira de Trump. No caso, ele quer se apropriar do Canal transoceânico. O Haiti frequenta a lista de indesejados porque Trump está expulsando ou prendendo imigrantes haitianos. O Brasil também pode ter torcedores como alvo do ICE, a polícia que caça estrangeiros com documentação irregular ou simplesmente pessoas que não se saem bem nas temidas entrevistas com os agentes de fronteiras. É possível que o ICE, a "Gestapo" que caça imigrantes, atue contra torcedores. Quem duvida?

Acho que Trump não vai atrapalhar, vaive se promover, posar de grande líder do seu regime fascista como Hitler fez na Olimpíada de 1936
ResponderExcluirA violência contra imigrantes e estrangeiros, até turistas sofrem abordagens abusivas, não tem limites. Com certeza será problema na Copa do Mundo. Com o assassinato de uma mulher cidadã americana por agente anti imigração isso fica provado. E a FIFA dá prêmio da paz ao fascista Trump.
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