A onda de manifestações nos Estados Unidos contra a violência da ICE, a "Gestapo" de Donald Trump, e as cenas do assassinato a sangue frio de uma cidadã estadunidense por parte de um policial anti imigração (que dispunha de spray de gás de pimenta mas preferiu atirar no rosto da manifestante) compõem as cenas dramáticas da semana.
Canais independentes no You Tube mostram o absurdo. Uma mulher grávida jogada ao chão? Tem. Uma manifestante que perdeu um olho ao ser atacada por um monstro do ICE? Tem. Uma idosa lançada ao meio fio por pouco não sofreu uma concussão cerebral? Tem. Gás de pimenta espirrado no rosto das pessoas? Tem. Chutes, voadoras, pessoas esmagada no chão por três policiais, às vezes mais, viaturas arrastando pessoas no asfalto? A maioria dessas cenas não aparece na mídia local. Os meios brasileiros, igualmente, têm relevado a segundo plano a cobertura dessas manifestações que se espalharam por cerca de mil cidades estadunidenses.
Aqui foi dado destaque momentâneo ao assassino do ICE que matou um mulher a sangue frio. Trump e os chefes das polícias que atacam os manifestantes já avisaram publicamente que o assassino não está ao alcance da lei. Tem imunidade.
Quem está na mira implacável do ICE são os imigrantes e os cidadãos americanos que os defendem nas ruas. Os agentes anti-imigracão invadem casas sem mandato judicial. O trabalho do ICE foi facilitado desde o ano passado quando Trump ordenou que o Medicaid entregasse à polícia todos os dados de quem recorreu ao serviço de saúde. Nomes, endereços, escolas dos filhos, trabalho, vida pregressa, emails, redes sociais etc. Tudo isso foi feito ilegalmente.
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