The Wall Street Journal publica hoje matéria extensa sobre o avanço de organizações criminosas brasileiras na Europa e nos Estados Unidos (acima, reprodução da chamada na primeira página). Isso é música para os ouvidos de Trump. O oligarca americano já ameaçou classificar tais gangues como terroristas. No momento, ele está distraído com a guerra contra o Irã. Provavelmente retomará depois a ameaça. Bolsonaristas condenados pelo 8 de janeiro e atualmente abrigados nos EUA tentam incentivar Washington a enviar tropas para combater o tráfico. O presidenciável Flávio Bolsonaro seria um dos entusiastas da ideia.
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quinta-feira, 23 de abril de 2026
A cavalaria americana vem aí? Brasil é o próximo alvo de Trump
quinta-feira, 15 de dezembro de 2022
Mídia - O nome é Doha, mas pode chamar de Buenos Aires "min alsahra"
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| Foto Fifa |
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| Reprodução Twitter |
por José Esmeraldo Gonçalves
Ao pessoal do SporTV: para entender, basta consultar estatísticas confiáveis. Não acreditem no mentiroso Paulo Guedes: Argentina tem Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) melhor do que o do Brasil (quase goleia, está em 40* lugar, nós em 88*) renda per capita mais alta, educação, saúde e distribuição de renda em níveis mais avançados. Lembrando que a Argentina tem pobreza que os brasileiros mal conhecem pois não vão aos tristes subúrbios de Buenos Aires, por exemplo, em um bairro semelhante ao que viu nascer e crescer Maradona, filho de mãe de ascendência indígena e de pai neto de croata. Ou não saem da Recoleta para dar uma passadia em La Matanza. Como o Brasil, a Argentina está em crise, mas resiste e tem menos pobreza em função de alguns fundamentos econômicos mais civilizados, especialmente no quesito renda mais justa para os vários segmentos sociais.
As arquibancadas do Catar e as ruas de Doha, no momento uma Buenos Aires "do deserto", mostram algo dessas diferenças. Compare: o torcedor brasileiro que estava na Copa, em sua maioria, era visivelmente do topo da classe media. Muitos curtiam mais a viagem, o shopping e o souk do que o futebol. Uma pesquisa séria mostraria que um grande número deles não frequenta estádios no Brasil. Claro que entre os torcedores da Argentina há ricos que fretaram aviões e que não fazem ideia das letras das tradicionais canções de arquibancada dos seus compatriotas, mas, como a própria TV mostrou, entre eles - e a previsão é que sejam 60 mil na grande final com a França - estão muitos torcedores da Bombonera, Monumental, em Buenos Aires ou do Gigante del Arroyto, em Rosário.
O que explica isso é a distribuição de renda um pouquinho mais justa. E olha que a Argentina não é nenhuma Suíça. Os hermanos apenas mostram que têm um troco a mais um ou ainda podem se endividar por uma causa importante: ver Messi jogar sua última Copa e dar espetáculo em campo. Nem se endividar os brasileiros podem. Já bateram no teto. Tem gente até fazendo Pix pré-datado. Pois é, existe. Não com esse nome, atende por um apelido mais moderninho: é o Pix agendado.
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
É moratória! Parte da mídia brasileira fez malabarismos para não usar essa palavrinha na cobertura das trapalhadas econômicas de Maurício Macri
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| O Globo fez ginástica rítmica editorial para evitar a palavra moratória e buscou múltiplas opções: "Renegociar", "revisão de prazos", "reescalonamento dos vencimentos" etc. |
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| A Folha não é peronista mas foi honesta. Definiu a extensão de prazo para pagamento com a palavra exata: moratória. |
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| O Diário de Pernambuco evitou sofismas, a palavrinha de origem grega que não combina nem um pouco com jornalismo sério. É moratória. |
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| O Valor, embora especializado em economia, não deu tanto destaque à crise argentina na primeira página e também chama a suspensão de pagamentos apenas de "renegociação". |
Segundo o Houaiss, a definição de moratória é:
- Dilação do prazo de quitação de uma dívida, concedida pelo credor ao devedor para que este possa cumprir a obrigação além do dia do vencimento, disposição legal que prevê a suspensão dos pagamentos devidos a credores internacionais, quando um país se encontra em circunstâncias excepcionais, como guerra, grande calamidade, grave crise econômica etc.
Que fique claro que moratória não é só dar calote.
O jornalismo criativo, por parte dos grupos editoriais neoliberais que saudaram a política econômica de Maurício Macri, dirigente alinhado com as exigências do mercado financeiro, fez todas as ginásticas vocabulares possíveis para evitar a palavra moratória. Às vésperas das eleições na Argentina, com as pesquisas dando o adversário de Macri, Alberto Fernandez, na frente, os apoiadores do atual presidente estão nervosos. A própria oposição argentina espera jogo sujo nas semanas que restam para as urnas, a exemplo do que aconteceu no Brasil desde o golpe que derrubou Dilma Rousseff. Sinais não faltam. O FMI, adepto da sustentação de Macri, concedeu-lhe o maior financiamento que a organização já liberou na história. O governo brasileiro já declarou que ajudará no que puder. Trump idem. A direita continental fará qualquer coisa para reeleger Macri.
Mas, no caso do anúncio da moratória, os credores com dólares no fogo não quiseram saber da versão com o botóx político de parte da mídia brasileira: Wall Street, mais realista, vê os títulos argentinos derretendo no mercado.
ATUALIZAÇÃO EM 30/7/2019
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| Trecho do editorial do Globo em 30/7/2019: 48 horas para perceber que a Argentina está em moratória. |
Em editorial publicado nesta data O Globo cedeu ao óbvio e finalmente usou a palavra moratória relacionada à crise argentina. Aparentemente, o autor do editorial não leu o jornal do dia anterior. Se o tivesse feito veria que entre os "burocratas" citados acima (trecho do editorial) estava o próprio jornal que gastou palavras para fugir do fato: Argentina entrou em moratória. Também hoje, a agência de risco S&P informa que rebaixou a nota da Argentina de Mauricio Macri para "calote seletivo". Globo inaugura uma nova forma de ver moratórias: "é questão semântica". Eu, hein?
terça-feira, 2 de abril de 2019
Futebol celebra a Democracia. Diretoria do Flamengo faz gol contra
No jogo da Democracia, alguns clubes de futebol do Brasil e da Argentina bateram um bolão na última semana
Aqui, foram poucos mas representativos. Apenas Corinthians, Bahia e Vasco da Gama postaram em suas redes no dia 31 de março - data que marcou os 55 anos do golpe de 1964 e da ditadura que se seguiu perseguindo, sequestrando, torturando e assassinando brasileiros - mensagens contra o autoritarismo e pelas liberdades democráticas.
A Argentina celebrou o Dia Nacional Pela Memórias, Liberdade e Justiça. No país que também sofreu ditadura sangrenta, muitos clubes fizeram manifestações alusivas à Democracia. "Nunca mais", assinalaram os torcedores, condenando a opressão.
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| Nota oficial do Flamengo |
No Rio, o Flamengo foi a dissidência anti-democrática. A diretoria, não uma parte da sua torcida. No último domingo, rubro-negros fizeram na sede de remo uma homenagem a Stuart Angel, ex-remador do clube. Filho da estilista Zuzu Angel, Stuart foi preso, torturado e assassinado no Centro de Informações de Segurança da Aeronáutica, em 1971. O jovem, então com 25 anos, foi amarrado a um veículo, com a boca colada ao cano de escapamento e arrastado até à morte no pátio do quartel. Anos depois, outros presos, além de ex-soldados que testemunharam a sessão de tortura, denunciaram a crueldade. Incomodada com a homenagem a Stuart Angel, a diretoria do Flamengo divulgou nota condenando o gesto dos torcedores. Nas redes, os internautas, incluindo rubro-negros reagiram contra o posicionamento dos cartolas. O mais curioso é que a nota oficial publicada no site do Flamengo tem na página os logotipos de patrocinadores. As marcas também assinam a nota? Estão incluídos entre os apoiadores a estatal Eletrobras, o Governo do Rio de Janeiro, Lei do Incentivo ao Esporte, Ministério da Cidadania, e o "Patria amada Brasil" do governo Bolsonaro. Ah, bom.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Com Macri, Argentina passou de "Cambiemos" para "Jodemos"
Sem destaque, O Globo informa que a dívida argentina aumentou em cerca de US$100 bilhões desde dezembro de 2015, quando o neoliberal Maurício Macri entrou na Casa Rosada para impor na economia uma receita selvagem de centro-direita. Essa que candidatos brasileños querem copiar e agravar, dando sequência ao desmonte social implementado por Temer.
Os hermanos tiveram que se pendurar no FMI. O Banco Central deles já elevou os juros para 60%. A taxa de desemprego estava em pouco mais de 6% e já passou de 9%, em julho, com o ascensorista dizendo "subiiinnnndo"!
Macri se apresentou como o gestor que levaria a Argentina ao primeiro mundo. Conseguiu. Hoje, o hermano vai para a padaria levando uma maço de pesos e no caminho acessa a cotação do dólar para saber qual foi o aumento do dia do pan con mantequilla
O Mauricinho tinha tietes empolgados no Brasil, do mercado financeiro especulativo aos tiozões e tiazinhas colunistas de economia da mídia dominante. Era uma espécie de 'Justin Bieber' deles, que idolatravam o empresário como protetor de tela dos seus smartphones. Estão inconsoláveis.
Macri foi eleito por uma coligação chamada "Cambiemos'. Já mudou para nos "Jodemos".
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Copa do Mundo - Rússia 2018 - Alemanha é derrotada pela Coréia do Sul; Argentina dá lição de garra
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| Timo Werner incrédulo ao fim do jogo. Foto Getty Images/Fifa/Divulgação |
* A Alemanha nunca se deu bem na "Frente Russa". O futebol confirma dramaticamente a história. A Coréia do Sul desclassifica a poderosa tetracampeã. Com a Itália fora da Copa, a Alemanha era a única equipe capaz de se igualar ao penta brasileiro.
* Fora de campo, ontem, o show foi de Maradona. Dançou, pairou perigosamente sobre o guarda-corpo da arquibancada, tirou um cochilo tão bom que pareceu incomodado ao ser acordado e xingou torcedores adversários quando foi ao delírio com o gol salvador de Rojo. No fim, desmaiou. O Marca, espanhol, foi na contramão dos risos que o comportamento do ex-jogador, genial camisa 10, provocou. "Deixem de rir com Maradona; ele está doente, precisa de ajuda", pediu o jornal.
* Uma coisa e´certa: os chamados "pequenos" botaram pressão e eletricidade na Copa do Mundo da Rússia.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Copa do Mundo 2018 - Federação argentina ensina como pegar russas. Manual também instrui jornalistas a "molhar a minhoca"... Os hermanos pisaram na bola
por Niko Bolontrin
Garrincha não falava um só palavra em sueco e mesmo assim pulou o muro da concentração e descolou uma loura escandinava. Deixou até um filho no terreiro dos vikings.
Eram outros tempos, de dominação machista.
A seleção de Messi ainda não está escalada mas já sabe como se dar bem com a mulherada graças a um manual para evitar problemas de comunicação na Rússia.
A Federação Argentina de Futebol esqueceu que o tempo passou - mais exatamente 60 anos desde as peripécias do Mané - e incluiu no seu manual para a Copa da Rússia, "consejos para seducir a mujeres rusas".
O tutorial da pegação é destinado a dirigentes, jornalistas, comissão técnica e jogadores. “Qué hacer para tener alguna oportunidad con una chica rusa”, é um dos tópicos do livrinho. As russas são lindas, informam os cartolas hermanos, mas devem ser abordadas com cuidado, já que a maioria reclama que os homens logo querem levá-las para a cama.
Não se sabe se a AFA, a CBF da Argentina, mandou emissários á Rússia para investigar o comportamento feminino local e pesquisar as melhores estratégias.
A manual da azaração pegou mal e repercute internacionalmente.
A AFA diz que o trecho foi impresso "por equívoco". A culpa foi de um estagiário tarado.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Normal. Saiu da balada, entrou no carro, botou pra tocar a música "Loquita", fez top less e bombou na web...
por Omelete
Dá para entender. A argentina saiu da balada, dia claro, sozinha, nada pra fazer enquanto dirigia. Botou pra tocar a música 'Loquita", da banda Marama e, sem blitz de Lei Seca à frente - a Argentina também tem - resolveu fazer um topless básico. E gravou o vídeo viraliza na internet.
VEJA O VÍDEO, CLIQUE AQUI
domingo, 5 de julho de 2015
Chile em festa e o abatimento dos argentinos...
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| Festa chilena. O título inédito do Chile chegou com uma geração privilegiada de jogadores como Vidal, Vargas, Sanchez e Valdívia. Fotos Comembol |
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| Desolação de Mascherano, que já perdeu quatro decisões pela seleção argentina. Foto AFP/Fifa |
por Flávio Sépia
As fotos acima deveriam ilustrar as paredes da Granja Comary. Há muito o que a seleção brasileira aprender com esses dois momentos da Copa América 2015. Não só a seleção deve repensar seus rumos. Ontem, a vibração do Chile e a tristeza dos argentinos deu o que pensar. Colunistas esportivos brasileiros escreveram, com essas palavras, que "Copa América não vale nada". A final, ontem, reuniu muitos jogadores que, como tantos brasileiros, atuam na Europa, estão cheios da grana, realizados profissionalmente, pelo menos a maioria, e, no entanto, deram sangue e suor ao torneio de futebol mais antigo do mundo: a "Copa América que não vale nada" e que comemorará em edição especial ano que vem, nos Estados Unidos, 100 anos de bola rolando. Não é pouca coisa.
E como uma "copa que não vale nada" proporciona aquela festa emocionante para mais de 50 mil torcedores?
Chilenos, merecidamente campeões, e argentinos, um time de craques, engrandeceram o futebol naqueles 120 minutos, de lance a lance, e até na dramática disputa de pênaltis. Os dois times não deixaram dúvidas de que a seleção brasileira, com a bolinha que jogou, não merecia mesmo estar na final. Vendo Chile e Argentina ou mesmo, um degrau abaixo, Paraguai, Colômbia e Peru fica difícil aceitar a apatia demostrada por muitos jogadores brasileiros nos últimos anos. Posso estar errado, mas acho que poucos, nas últimas convocações, passam a impressão de que gostam de vestir a camisa da seleção. Parece um peso. Uma missão desagradável. Nem vou falar aqui de esquemas táticos, se estão a anos-luz ou a meses-luz de um Barcelona, um Chelsea, um Bayern de Munique. Falo só de empenho e vontade. Viu o abatimento dos jogadores argentinos? O Brasil mostrou algo parecido ao ser eliminado? Acho que não. Ou será que assimilou a frase do colunista de que a "Copa América não vale nada"? As Eliminatórias serão briga de cachorro grande. Para não entrar para a história como a primeira geração de jogadores que não leva o Brasil a uma Copa do Mundo, a seleção precisa resolver muitos problemas. Mas acredito que o principal é cada jogador se perguntar se vestir aquela camisa significa alguma coisa para eles e se vale a pena correr por ela. Argentinos, chilenos, colombianos. peruanos e paraguaios, para citar alguns adversários, mostraram na Copa América 2015 que não têm qualquer dúvida sobre isso.
A frustração argentina nas primeiras páginas... "otra vez"...
E A EUFORIA DOS JORNAIS CHILENOS...
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Seleção Brasileira: doce ilusão, dura realidade. E as imagens do tetra da Alemanha...
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| A repercussão na mídia mundial. |
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| A festa alemã em Berlim |
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| Com a taça nas mãos. |
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| A tristeza de Messi |
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| O desespero do "hermano" |
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| Luzes no Maracanã festejam o encerramento da Copa |
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| O sonho virou decepção |
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| Alemães comemoram |
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| Messi e Mascherano sabiam que o gol de ... |
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| ...Goetz no fim da prorrogação seria fatal. Alemanha 1x0 Argentina. Os "hermanos" levaram o vice. |
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| Um título que a melhor seleção da Copa bem mereceu. Fotos Getty Images-Fifa-Divulgação |
A torcida brasileira fez a sua parte! Pintou-se de verde e amarelo, o país todo participou, nas cidades, nas praças, nas ruas com seus vendedores, com as lojas enfeitadas, nas praias, nas casas, nas janelas e varandas, nas capitais e nos municípios, nos shows até debaixo d'água, em toda parte. Onde houvesse um torcedor havia um apaixonado, que acreditava na seleção e nos jogadores convocados.
Acreditava no seu técnico, no seu carisma, nas suas teses e pontos-de-vista, nas suas “divagações filosóficas”, achando que “ele sempre tinha razão”, embora seu trabalho no Palmeiras tenha deixado muito a desejar. Os jogadores tiveram todo apoio econômico-financeiro jamais visto em uma seleção brasileira. Nada faltou.
Esqueceram-se apenas de uma coisa: A Alemanha, cuja Luftwaffe , apoiada pela Wehrmacht dos seus atacantes, entraria em campo disposta a arrasar a seleção pentacampeã do mundo. Resultado: 7 x1. A cada gol da Alemanha, os torcedores, perplexos, soltavam fogos como que para compensar a derrota inacreditável e “acachapante”. Nenhum treinador do mundo escalaria uma defesa tão vulnerável, sem nenhuma cobertura, como a que Felipão escalou na histórica derrota. Nos jogos anteriores, todos percebiam que a nossa seleção vencia por méritos de alguns e uma grande parcela de “sorte”
Na disputa pelo terceiro lugar, o Brasil jogou contra a Holanda, equipe muito superior e contra um incompetente juiz, que marcou pênalti numa falta fora da área e o bandeirinha que não marcou impedimento no lance do segundo gol.
Na seleção de 1950, cujo goleiro, Barbosa sofreu por 60 anos, até sua morte, o estigma de responsável pela derrota de 2x1 para o Uruguai. Ficamos em segundo lugar na competição.
Nesta seleção, haviam 7 jogadores do Vasco que tinha uma equipe bem entrosada: Barbosa, Augusto, Danilo, Friaça, Ademir, Jair e Chico, sem falar nos reservas, Maneca, Ipojucan, Alfredo.
As seleções do Brasil, campeãs do mundo, tiveram sempre como base, uma equipe campeã como a do Botafogo e a do Santos.
Na atual seleção poderíamos tomar como base a equipe do Cruzeiro, que tem o melhor meio-de-campo do País, sem precisar apostar em tantos jogadores “estrangeiros”.
A seleção do Brasil volta a jogar dia 3 de outubro contra a Argentina. É preciso mudar tudo, principalmente a Comissão Técnica. Quanto ao técnico, penso que o Felipão não tem mais vez. No Brasil existem técnicos competentes para o cargo. O Marcelo Oliveira, do Cruzeiro é um deles. Nelio Barbosa Horta (de Saquarema)
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| Na final do Maracanã, os brasileiros, em grande maioria, torceram pela Alemanha contra a rival Argentina |
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| O choro do pequeno torcedor |
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| A desolação de David Luiz. Ao fundo, a Holanda comemora o terceiro lugar |
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Agora é a grande final da Copa: Alemanha X Argentina. Brasil disputa o terceiro lugar com a Holanda
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| A vibração dos argentinos. Foto Getty Images-Fifa |
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| Robben, um dos grandes da Copa, não estará na final. Foto Getty Images-Fifa |
A chegada da Alemanha à final era a aposta certamente majoritária em todos os bolões. Em muitos palpites, figurava junto com o Brasil. Em outras disputando com a Espanha. Uma decisão Brasil X Espanha também estava cotada. A Argentina ganhou algum favoritismo após o sorteio das chaves. Sempre tem o Messi mas deu sorte, pegou jogos fáceis até esse, de hoje, contra a Holanda. Jogo chato, nenhuma seleção quis arriscar. O desfecho natural do excesso de cautela de ambas as partes foi mesmo a disputa nos pênaltis. Na "loteria" mais uma vez valeu a sorte portenha. Vem aí a decisão, com um ligeiro favoritismo da Alemanha, mais organizada como time. Mas se a Alemanha optar por se recolher, como fez a Holanda, a Argentina pode sair do Maracanã com o seu tricampeonato. Brasil e Holanda jogam pelo terceiro lugar. Da nossa seleção, o que se espera é que mostre dignidade e coragem.
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