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| O otário candidato a representar Trump no Palácio do Planalto. |
Flávio tem o perfil completo do otário com aditivos de trouxa. Você pode argumentar que todos Bolsonaros são "izpertos", estão milionários. E é verdade. O voto e as circunstâncias políticas os levaram a enriquecer do dinheiro público, de rachadinhas, de favores, de transações imobiliárias nada transparentes, mais recentemente de "produção cinematográfica" e até de cachoeiras de pix enviados pela horda de apoiadores seduzidos pela máquina evangélica, pelo discurso armamentista, pelos "valores" preconceituosos, pelo ódio e pela onda antidemocrática da extrema direita. Um outro fator foi decisivo para a ascensão do chamado bolsonarismo: a elite fascista, o mercado, o conservadorismo exacerbado encontraram no clã o instrumento para chegar ao poder, a liderança nefasta para eleger um presidente e, nos cascos dele, a pior maioria do Congresso em toda a história do Brasil.
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| Flávio ganhou um bonequinho e entregou o Brasil |
O encontro do malandro com o otário aconteceu no Salão Oval da Casa Branca. Flávio caiu como um baby ingênuo na armadilha do Tio Trump ardiloso. Deslumbrado, o otário não obedeceu aos conselhos das mamães - "não aceite sorvete de estranhos" - sentou no colo do adulto e foi fácil e miseravelmente seduzido. Pena que, no caso, quem sofreu abuso duplo - o Tariflávio e a intervenção sob pretexto de combater organizações criminosas - foi o Brasil.


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