VEJA AS CENAS. CLIQUE AQUI
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Estados Unidos espionam aliados europeus. Pra que? A Europa já é tão obediente...
Jornais repercutem hoje em todo o mundo a revelação de que os Estados Unidos espionavam (e provavelmente continuam espionando) os principais líderes europeus. Embora criminosa, parece desnecessária a tal espionagem. Nos últimos anos, a Europa não demostra ter uma uma autonomia diplomática que merece esse nome. Tem se subordinado às decisões do Departamento de Estado. Em todas as questões vitais internacionais que exigem um posicionamento da Europa, Washington determina e os tais líderes europeus abaixam a cabeça, levantam o rabo, e cumprem as medidas. Nem a América do Sul, conhecida como o "quintal" dos Estados Unidos, anda tão subserviente. Daí, ser incompreensível a necessidade de montar um aparato para saber o que pensam os principais líderes europeus. São tão submissos que não têm nem direito de mostrar indignação. Os fatos demonstram que eles não pensam, Washington pensa por eles. Espionar, pra que? Só se for pra descobrir quantos tipos de queijo a França tem.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Meninas poderosas (e patrocinadas) conseguem um "senhor que as ajuda". Virou moda em Londres e Nova York e há até curso para preparar as candidatas a "sugar babbies". É a versão moderna do "coronel"
por Omelete
Virou moda na Inglaterra: universitárias procuram homens mais velhos, com estabilidade financeira, capazes de custear seus estudos ou complementar salário em torca de relações descomplicadas limitadas a bate-papo, eventuais saídas para ver concertos ou exposições de arte e momentos para o bom e velho sexo. Na prática é a reedição do típico "coronel" tão comum no Brasil agrário e, agora, turbinada por redes sociais. Em Londres, os "coronéis" dessa nova onda do século 21, atendem pelo nome de "sugar daddies", algo como um "papaizinho de açúcar" protetor e provedor. As meninas que aderem ao esquema são conhecidas como "sugar babbies".
Aquelas que dão sorte de encontrar um "daddy" mais abonado recebem até cerca 4 mil reais por uma noite. Já dá para pagar as contas. As adeptas não negam que praticam um tipo de prostituição mas rejeitam o estigma que tal palavra - que rotula uma profissão como outra qualquer - carrega. Algumas mães sabem da opção feita pela filha e não se incomodam. Uma delas aceitou falar a um TV britânica e admitiu que a filha é bonita e tem atrativos sexuais, está feliz e não vê problema em lançar mão de um recurso capitalista, como uma commodity, uma simples oferta para um patrocinador. Uma "sugar baby" revelou que já saiu com 13 "sugar daddies" mas que transou com apenas três. Os outros queriam apenas companhia. E ela acrescenta que alguns encontros resultaram até em boas amizades. Outras até esperam transformar um desses encontro em um bom casamento. Segundo o Mirror, há o caso de uma "sugar daddy" que ganhou um carro Bentley e uma casa. Obviamente, um exceção, embora os rendimentos médios sejam altos. Não há ocorrências de agressões, pelo menos, não que cheguem a público. Mas uma "sugar baby" justifica com o argumento de que elas só procuram senhores ricos, altos executivos, até políticos e nenhum deles quer se meter em um escândalo causado por maus tratos ou brigas.
Mas não só Londres entrou na onda dos novos "coronéis". Em Nova York, segundo matéria no New York Post, há até cursos para preparar as interessadas em entrar me um mercado promissor. Uma das lições do curso ministrado por um "sugar baby" experiente ensina o jeitinho delicado e sedutor para tirar o máximo do "patrocinador".
"Mostre-lhe roupas que você quer, sapatos, contas, um carro, pro exemplo, diga-lhe que seu sonho é ter um Audi ou uma Mercedes, valorize-se", diz a PHD em "sugar daddies". Um "papai" endinheirado garante que se sente feliz ao proporcionar viagens a Paris ou Bahamas para suas "babies". "É uma boas forma de gastar dinheiro", diz, admitindo que gasta até 5 mil dólares por mês com "patrocínios".
Virou moda na Inglaterra: universitárias procuram homens mais velhos, com estabilidade financeira, capazes de custear seus estudos ou complementar salário em torca de relações descomplicadas limitadas a bate-papo, eventuais saídas para ver concertos ou exposições de arte e momentos para o bom e velho sexo. Na prática é a reedição do típico "coronel" tão comum no Brasil agrário e, agora, turbinada por redes sociais. Em Londres, os "coronéis" dessa nova onda do século 21, atendem pelo nome de "sugar daddies", algo como um "papaizinho de açúcar" protetor e provedor. As meninas que aderem ao esquema são conhecidas como "sugar babbies".
![]() |
| Em Nova York, curso para "sugar babbies". Foto reproduzida do New York Post |
![]() |
| A camiseta é a mensagem. Foto reproduzida do New York Post |
![]() |
| Universitária londrina trocou namorado por uma agenda de "sugar daddies". Foto reproduzida do Mirror |
Itaipu faz o vôo inaugural do primeiro avião elétrico tripulado da América Latina
![]() |
| Foto Rubens Fraulini/Itaipu Binacional |
![]() |
| O programa tem apoio da Finep, vinculada do Ministério da Ciência e Tecnologia. |
O avião foi desenvolvido dentro do Programa Veículo Elétrico (VE) de Itaipu, em parceria com a ACS e a Finep, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Fabricado com estrutura de fibra de carbono, o modelo tem autonomia de uma hora e meia de voo, com velocidade de cruzeiro de 190 km/h e máxima de 340 km/h. O avião está equipado com dois propulsores Enrax, de 35 kW cada um, e seis packs de baterias de lítio íon polímero, totalizando 400 volts. O interesse do Programa VE no projeto é aprofundar os estudos sobre materiais compostos usados no setor aeronáutico, considerados fundamentais para a redução do peso dos veículos elétricos. Quanto menor o peso, maior a autonomia.
Fonte:Assessoria de Imprensa/Itaipu
Deu no Portal Imprensa: jornalista é denunciada por plagiar 65 reportagens e promete processar acusadores...
LEIA NO PORTAL IMPRENSA, CLIQUE AQUI
ATUALIZAÇÃO EM 24/6/2015 - SEGUNDO O PORTAL IMPRENSA A JORNALISTA JOICE HASSELMANN ALEGA QUE "AUXILIAR" NÃO CREDITOU OS TEXTOS
Grupo Globo é o patrocinador de mídia da Rio 2016. A TV Globo e a Globosat já detém os direitos de transmissão. Como patrocinadores oficiais, ao lado do Bradesco, Claro, Correios e Nissan, jornais, revistas, sites e TVs do grupo montam um mega projeto de cobertura
O Grupo Globo é o novo patrocinador de mídia dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Segundo acordo já assinado, Globo, Globosat, Infoglobo e Sistema Globo de Rádio estarão integrados em projetos e produtos jornalísticos especiais para levar a cobertura dos Jogos a todo o país. Segundo Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB e do Comitê Rio 2016, a escolha do Grupo Globo se justifica "pela relevância, pela abrangência e pela capilaridade do grupo, o que traz uma grande visibilidade à realização dos Jogos Olímpicos em todas as plataformas". Entre outras iniciativas, além da transmissão dos eventos de todas as modalidades, estão previstos cadernos e revistas especiais, conteúdo destacado em todos os veículos do grupo, cobertura em sites, aplicativos com informações e serviços, e-books, 16 canais em HD na TV paga, 56 canais ao vivo na web e programas de rádio. Parte do projeto olímpico do Grupo Globo começará no dia 5 de agosto, a um ano da abertura da Rio 2016. Durante os Jogos, uma das atrações será a Central Olímpica, montada no Parque Olímpico, e que reunirá comentaristas, atletas e convidados. O Rio já começa a viver o clima olímpico.
Rio 2016: o que será do Parque Olímpico após a Olimpíada? O Rio terá legado ou será lesado?
![]() |
| Foto Renato Sette Câmara/Prefeitura do Rio de Janeiro |
Rio 2016: os mascotes Tom e Vinícius ganham série animada para a TV
![]() |
| Ilustração Rio 2016 |
![]() |
| Ilustração Rio 2016 |
COB LANÇA GINGA, O MASCOTE DO TIME BRASIL E DA TORCIDA RIO 2016
![]() |
| Ilustração Rio 2016 |
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Laura Antonelli: o fim de uma musa que encantou o cinema
por Flávio Sépia
Ela foi um ícone dos anos 70. Um infarto matou, aos 74 anos, a Laura Antonelli, hoje de manhã, em Ladispoli, perto de Roma. Seus últimos anos foram de pobreza e crises de depressão. O filme que a lançou para o estrelato foi Malícia ( Malizia), em 1973, onde interpretou uma empregada doméstica que é assediada por um adolescente de 14 anos vivido por Turi Ferro. O filme, uma das maiores bilheterias do cinema italiano, sofreu pressões e ameaças de censura por parte de autoridades ligadas ao Vaticano. Laura Antonelli foi reconhecida depois como atriz talentosa, característica que a sua beleza, muito explorada em dezenas de comédias eróticas, escondeu nos primeiros filmes. Trabalhou, em seguida, com grandes diretores como Ettore Scola, Claude Chabrol, Luchino Visconti, entre outros. Em 1991, foi presa quando a polícia encontrou cocaína na sua casa de campo, recorreu em liberdade mas só dez anos depois a justiça a reconheceu como dependente e não traficante. Depois de uma cirurgia plástica que desfigurou seu rosto, passou a raramente sair de casa e, desde 2009, estava sob a proteção de serviços públicos sociais. Foi o fim melancólico de uma musa que gerou milhões de dólares para a industria cinematográfica italiana.
VEJA A CENA DE MALIZIA QUE IRRITOU VATICANO, CLIQUE AQUI
domingo, 21 de junho de 2015
Cartaz de Verão incomoda 60 pessoas e Conar decide proibir a peça publicitária.
![]() |
| As roupas justas da modelo e a frase do cartaz exposto em bares tiraram 60 consumidores do sério. Eles conseguiram que o poster fosse censurado. |
![]() |
| Eu, hein? Cartaz de ponto de venda da campanha da Itaipava é proibido. Alguns consumidores... |
![]() |
| ...se sentiram fortemente perturbados pela Verão do pôster. |
Este blog apurou que alguns donos de botequim garantem que nem uma tropa de elite vai obrigá-los a tirar Verão da parede. Um deles afirmou que isso parece coisa das "Irmãs Cajazeiras", as carolas da célebre novela "O Bem-Amado que defendia a moral e os bons costumes de Sucupira. Os botecos unidos jamais serão vencidos.
Life Magazine; quando a pauta era o verão...

Um do canais da página Time/Life proporciona aos internautas uma viagem no tempo. Estão lá os arquivos fotográficos da Life Magazine. O detalhe é que o acervo é tratado como memória viva e gera as mais diversas pautas. Com a chegada do verão no hemisfério norte, a Life agrupa capas de 35 verões. Era uma tradição da revista destacar a entrada, os modos, as modas e manias prometidos pela estação.
Aqui no Brasil, a Manchete encampou desde seu primeiro verão (em 1953, já que a revista foi fundada em abril de 1952) a cobertura de tendências e praias. A grande diferença é que o acervo histórico da Life está ao alcance do público. O da Manchete, como se sabe, está infelizmente sumido, com rumo e condições de conservação desconhecidos. A avaliação que se faz diante de tal descaso com a memória jornalística é que está demonstrado que o seu atual proprietário não dá sinais de cultura suficiente ou sensibilidade histórica ou, ainda, grandeza, para fazer algo semelhante, no Brasil, e disponibilizar o acervo em uma página na internet ou montar uma parceria com uma instituição que torne possível o acesso público a tal patrimônio. É o que faz a Life, que regularmente formula pautas e álbuns em torno de fatos, eventos, tendências de época e comportamento e leva os leitores a visitarem seu fantástico arquivo.
VEJA ALGUMAS CAPAS DE VERÕES DA LIFE, CLIQUE AQUI
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Memórias das Redações: "Pé frio", com todo respeito
![]() |
| Nos tempos da Enciclopédia Bloch com Moacir Japiassu e José-Itamar de Freitas... |
![]() |
| ...na redação da Pais&Filhos com a diretora Angela Teresa e... |
![]() |
| ...na ElaEla, com a Cicciolina, que veio ao Brasil para posar para a revista. Fotos: Arquivo Pessoal |
![]() |
| Com a equipe da EleEla. Estão na foto, entre outros, Rochinha, Nelio, Weber, Macedo, Fábio e Luiz Paulo e... |
![]() |
| ...com os colegas de várias redações em frente ao prédio da Manchete, na Rua do Russell. Fotos Arquivo Pessoal |
Todas as pessoas que trabalham ou trabalharam em jornais ou revistas, sabem o significado da palavra “FECHAMENTO”. Não sei como é hoje, mas antigamente, nas edições diárias ou semanais, é aquela hora em que as teorias do bom senso são todas desrespeitadas, hora em que a pressão é total, hora em que bate o desespero com os prazos, cada vez mais apertados, hora do “deixa que eu chuto”, enfim um Deus nos acuda, com editores, repórteres e fotógrafos, tentando a melhor maneira de chegar ao tão famigerado “FECHAMENTO” dos cronogramas estabelecidos.
Com a crise econômica rondando as redações de todos os jornais, o que se vê, atualmente, são os “PASSARALHOS”, como se dizia no meu tempo, demitindo centenas de profissionais da imprensa que procuram alternativas de salário para suas funções, embora se saiba que o salário de jornalista, hoje, é baixo, o que vem desestimulando os jovens na procura da tão chamada profissão romântica.
“FECHAMENTOS”
Nos anos 50, muito novo, ainda estudante, consegui um “bico” na revisão do “Diário da Noite”, jornal verde, do Assis Chateaubriand, que tinha o “Dr. Eiras”, como chefe da Redação, o Paulo Vial Corrêa e o Brum nas chefias e o Marcelo Pimentel, que era Editor de Política, chegou a ser Ministro e, ainda hoje, está no Correio Brasiliense apesar da idade. Neste jornal conheci o Sérgio Cabral, pai, o Evandro Teixeira, o Fernando Bruce e o Sandro Moreyra, nos esportes, e o José Carlos Avellar, que era retocador de fotografias. Também conheci o Carlos Rizzini, o Nelson Rodrigues, o Austregésilo de Athaíde e o famigerado Volmar, no DP. Na redação do “ O Jornal”, alguns andares acima, no prédio da Rua Sacadura Cabral, 103, funcionava “O Jornal Feminino”, suplemento semanal dirigido por Elza Marzullo, uma precursora na interação com o público. no qual também trabalhei, agora como desenhista. Os dois jornais FECHARAM.
Mas o objetivo principal desta matéria, não é o de falar dos jornais por onde andei, mas o de comentar as publicações, que, feliz ou infelizmente, ou por vários motivos, FECHARAM suas existências e me colocaram reconhecidamente como autêntico “ pé frio”.
Depois do “Diário da Noite, que FECHOU duas vezes, uma como jornal tradicional e outra como tabloide, sob o comando do Alberto Dines, do FECHAMENTO do “O Jornal”, fui trabalhar na TV Tupi, na cenografia, com o Aldir, que mais tarde também foi da TV Manchete, que FECHOU. Na Tupi, meu chefe era o Carlos Thiré, casado com a Tônia Carrero e pai do Cecil Thiré. Tudo era improvisado. Sem a tecnologia de hoje,mais parecia uma carpintaria, com escadas, madeiras e muitas “marteladas”. Eu trabalhava num anexo, em frente, e atravessava a rua arrastando câmeras recondicionadas, tendo o cuidado de fazer sinal para os ônibus que passavam, para não ser atropelado. FECHOU.
Depois fui convidado pelo Ezio Speranza, um italiano boa praça que eu conhecera nos tempos do “Diário da Noite”, para trabalhar na Fatos&Fotos, da Bloch, na Frei Caneca. Era uma equipe fantástica: Dines, José-Itamar de Freitas, Ney Bianchi, Macedo Miranda, pai, P. A. Grizzoli, A. Cordeiro de Oliveira, Raul Giudicelli, José Augusto Ribeiro e muitos outros. Na Bloch, além da Fatos&Fotos, trabalhei na Enciclopédia Bloch, na Pais&Filhos, na Sétimo Céu e na EleEla. Todas FECHARAM.
Nesta época era comum nós trabalharmos em vários jornais, de dia e à noite. Passei pelo “Diário de Notícias”, na Rua Riachuelo, onde trabalhei com o Luiz Luna, o Vanderlino Nunes, o Ascendino Leite, o Luiz Alberto e o Teixeira Heizer, nos esportes, o Adail, chargista, Maria de Lourdes Pinhel, Tobias Pinheiro, Nilo Dante, o fotógrafo Campanella Neto e o Dr. Prudente de Morais, neto, entre tantos outros. FECHOU.
No “Mundo Ilustrado” com o Hugo Dupin, pai do Fábio Dupin, no Departamento de Arte. FECHOU.
Com o Renée Deslandes fui trabalhar na “Folha da Guanabara”, cuja redação era perto da praça Mauá. FECHOU.
Na época da Ditadura eu estava na “Tribuna da Imprensa”, do Hélio Fernandes. Trabalhei com o Guimarães Padilha, o Neil Hamilton e o Dom Rossé Cavaca, que tinha um fusca todo revestido em “madeira”. Um incêndio nas rotativas, provocado, segundo disseram por militares, transformou toda a equipe em “soldados do fogo”. FECHOU.
Em 1º de maio de 1965, fui, chamado pelo Dines para o “Jornal do Brasil”, o grande jornal que revolucionou a imprensa em todos os tempos. Eu me orgulho de ter sido de um jornal da qualidade e envergadura do JB, assim como de Bloch Editores. Comecei na redação como repórter, só mais tarde passei para o Dep. de Arte. Neste mesmo ano, o JB, que exportava profissionais, me mandou para a “Gazeta do Povo”, de Curitiba, para fazer uma reforma no jornal. Durante o tempo que permaneci lá, a “Gazeta” saiu com a “cara do JB”. A edição impressa do JB FECHOU, permanecendo a digital.
Trabalhei ainda na revista “Chuvisco” que para variar FECHOU.
Na “GIB modas” com o Gil Brandão que também FECHOU.
Tenho cinco carteiras profissionais com as anotações/registros dos lugares onde trabalhei. Pagamentos ao INSS fiz durante todos estes anos (1952/2011). Pena que o salário de aposentado seja apenas um, mesmo fazendo duas contribuições simultâneas. Aposentei-me com dez salários mínimos, hoje recebo pouco mais de dois.
Contudo, tenho muitas saudades de tudo e de todos. Foram épocas adoráveis, infelizmente pouco tempo para a família e uma vida feita quase que exclusivamente para o trabalho.
Como dizia o Luiz Reis, “AGORA É RECORDAR”, antes que eu também FECHE. A “FILA” ESTÁ ANDANDO...
No momento em que a violência fundamentalista religiosa cresce no Brasil, Gisele Bundchen participa de campanha ecumênica...
Em meio à escalada de intolerância religiosa que de depredação de santos em igrejas e destruição de terreiros de candomblé evoluiu para apedrejamento de praticante de culto afro e a assassinato de homossexual, a modelo Gisele Bundchen acaba de gravar um apelo à convivência de religiões e o respeito a crenças ou ausência de crenças. No Brasil já está em curso um 'terrorismo' fundamentalista religioso sem bombas que, espera-se, não chegue a tal estágio devastador. Nesse 'terrorismo' light há até comunidades sitiadas por traficantes armados ligados a igrejas que proíbem a prática de espiritismo, por exemplo. Como nos crimes de racismo, a impressão que passa é que as autoridades se omitem nesses casos. Embora sejam crimes previstos no Código Penal e, ambos, cada vez mais comuns, no Brasil, não há ninguém preso por desprezar a lei nesses casos.
Gisele Bundchen postou hoje no Instagram a foto acima feita. Trata-se de uma campanha ecumênica do diretor de Arte Giovanni Bianco, radicado em São Paulo, denominada "Say a little prayer", que reúne livros, filosofia e preces de várias religiões. Na legenda da foto, Gisele escreveu: "O amor é minha religião".
Gisele Bundchen postou hoje no Instagram a foto acima feita. Trata-se de uma campanha ecumênica do diretor de Arte Giovanni Bianco, radicado em São Paulo, denominada "Say a little prayer", que reúne livros, filosofia e preces de várias religiões. Na legenda da foto, Gisele escreveu: "O amor é minha religião".
Monica Iozzi: queda ao vivo no "Mais Você"
por Clara S. Britto
Monica Iozzi, apresentadora do Video Show, bombou na rede hoje de manhã. Convidada para participar do programa "Mais Você", de Ana Maria Braga, ela foi vítima de uma pegadinha, uma espécie de bullying televisivo. Ao sentar à mesa para tomar um café da manhã no programa, indicaram para a moça uma cadeira de isopor. Monica caiu pagou calcinha em rede nacional. Otaviano Costa, que divide com ela o Video Show, escapou do vexame porque ainda não tinha sentado na falsa cadeira. Imediatamente, a brincadeira passou a receber criticas na internet. A própria Monica, segundo publicado em alguns sites, não teria gostado do bullying e teria reclamado em instâncias mais altas. Vale dizer que as pernas da apresentadora foram elogiadas pelos internautas. O vídeo circula na rede (reprodução de uma imagem estática acima) mas a Globo agiu rápido e retirou a cena de muitas páginas.
Monica Iozzi, apresentadora do Video Show, bombou na rede hoje de manhã. Convidada para participar do programa "Mais Você", de Ana Maria Braga, ela foi vítima de uma pegadinha, uma espécie de bullying televisivo. Ao sentar à mesa para tomar um café da manhã no programa, indicaram para a moça uma cadeira de isopor. Monica caiu pagou calcinha em rede nacional. Otaviano Costa, que divide com ela o Video Show, escapou do vexame porque ainda não tinha sentado na falsa cadeira. Imediatamente, a brincadeira passou a receber criticas na internet. A própria Monica, segundo publicado em alguns sites, não teria gostado do bullying e teria reclamado em instâncias mais altas. Vale dizer que as pernas da apresentadora foram elogiadas pelos internautas. O vídeo circula na rede (reprodução de uma imagem estática acima) mas a Globo agiu rápido e retirou a cena de muitas páginas.
A estranha teoria dos jogos que não valem nada...
por Flávio Sépia
Não acompanho tanto assim futebol e tenho mais perguntas do que respostas em relação a alguns temas. Por exemplo: as seleções europeias chegam à Copa do Mundo com treinamento e em condições de competir bem superiores ao Brasil. No momentos, elas disputam as Eliminatórias da Eurocopa, que são duríssimas e acontecerão na França, e 2016. As Eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia, em 2018, também são uma pedreira. Já a seleção brasileira, que tem que obedecer às chamadas datas Fifa para poder convocar jogadores que atuam no exterior, gasta a maior parte do tempo em amistosos, muitos irrelevantes e marcados por questão de marketing dos patrocinadores. Por isso, estranho quando um colunista escreve que a Copa América não vale nada e a Copa das Confederações, muito menos. São simplesmente as raras situações em que o Brasil pode testar suas reais forças, já que as Eliminatórias para a Copa do Mundo não podem ser consideradas testes. São vai ou racha. Não há como negar que a atual, no Chile, é a Copa América mais equilibrada dos últimos anos. Está longe de "valer nada": vale muito como uma etapa da preparação e está mostrando os defeitos do Brasil, o que é melhor do que mostrar qualidades a achar que está tudo bem. Às vezes penso que alguns cronistas precisam de mais "motivação", para usar um jargão dos treinadores. Alguns, por exemplo, querem acabar com o Campeonato Carioca. Ok, precisa ser reformulado, mas acabar? Pra botar o que no lugar? Fechar os estádios? O que sugerem? Há quem ache dispensáveis a Copa do Brasil e a Sul-Americana. Vai sobrar o que? Vamos concordar que acabar com as competições que "não valem nada" é uma avaliação superficial e até meio preguiçosa. Lembra até uma característica daqueles jogadores que não são muito esforçados e a própria imprensa esportivas chama de "turma do chinelinho".
Não acompanho tanto assim futebol e tenho mais perguntas do que respostas em relação a alguns temas. Por exemplo: as seleções europeias chegam à Copa do Mundo com treinamento e em condições de competir bem superiores ao Brasil. No momentos, elas disputam as Eliminatórias da Eurocopa, que são duríssimas e acontecerão na França, e 2016. As Eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia, em 2018, também são uma pedreira. Já a seleção brasileira, que tem que obedecer às chamadas datas Fifa para poder convocar jogadores que atuam no exterior, gasta a maior parte do tempo em amistosos, muitos irrelevantes e marcados por questão de marketing dos patrocinadores. Por isso, estranho quando um colunista escreve que a Copa América não vale nada e a Copa das Confederações, muito menos. São simplesmente as raras situações em que o Brasil pode testar suas reais forças, já que as Eliminatórias para a Copa do Mundo não podem ser consideradas testes. São vai ou racha. Não há como negar que a atual, no Chile, é a Copa América mais equilibrada dos últimos anos. Está longe de "valer nada": vale muito como uma etapa da preparação e está mostrando os defeitos do Brasil, o que é melhor do que mostrar qualidades a achar que está tudo bem. Às vezes penso que alguns cronistas precisam de mais "motivação", para usar um jargão dos treinadores. Alguns, por exemplo, querem acabar com o Campeonato Carioca. Ok, precisa ser reformulado, mas acabar? Pra botar o que no lugar? Fechar os estádios? O que sugerem? Há quem ache dispensáveis a Copa do Brasil e a Sul-Americana. Vai sobrar o que? Vamos concordar que acabar com as competições que "não valem nada" é uma avaliação superficial e até meio preguiçosa. Lembra até uma característica daqueles jogadores que não são muito esforçados e a própria imprensa esportivas chama de "turma do chinelinho".
A aposta no conflito: ativistas pintam frase "Morra Jô Soares" em frente à casa do apresentador e Esquadrão Classe A de senadores tenta salvar a Venezuela
![]() |
| Ameaça da Jô Soares. Reprodução Facebook |
Uma escalada visível rumo à incerteza. As agressões que circulavam na internet chegam cada vez mais à vida real. Pessoas agredidas na rua apenas por usar camisa vermelha, autoridades agredidas verbalmente em restaurantes, passageiro agredido em avião por estar lendo uma "revista de esquerda", um militante de oposição que vai a uma convenção de um partido apenas para provocar. Provavelmente, ele esperava ser agredido, o que o levaria às primeiras páginas dos jornais e talvez a um episódio de maiores consequências. Um tipo de tática adequada a quem procura criar uma vítima, do tipo "atentado da Toneleros", um estopim de crise dramática.
Mesmo essa viagem de uma comitiva de senadores à Venezuela, de um ridículo quixotismo, pode ser vista como uma provocação ao tentar interferir em questões internas de outro país. Curiosamente, os mesmos senadores não pensaram em viajar para Guantánamo, campo de concentração condenado pela ONU ou para Honduras, onde golpistas derrubaram um governo legítimo e encarceraram políticos e funcionários públicos. Imagine como reagiriam o Brasil e, até mesmo os tais senadores protagonistas da força-tarefa, se uma comitiva da China, da União Europeia ou da Suécia, viesse ao nosso terreiro para, por exemplo, visitar os ativistas presos em consequência das manifestações de rua ou quisessem prestar solidariedade aos detidos ou feridos pela PM de Geraldo Alkmin nas ruas de São Paulo; ou, ainda, apurar os frequentes assassinatos atribuídos a políticos, grileiros e fazendeiros de jornalistas, ambientalistas e sindicalistas que atuam no interior do país. Ninguém teria saco para ouvir tantos seriam os discursos inflamados no Senado.
Já pipocam versões sobre o tal incidente dos senadores. Talvez a situação fique mais clara nos próximos dias. Brasileiros que testemunharam parte da cena, dizem que havia um engarrafamento (viram uma carreta tombada), o trânsito logo andou, e todos os outros passageiros chegaram ao centro da cidade. Oposicionistas venezuelanos dizem que o governo alegou transferências de um preso e limpeza de túneis. Há quem diga que o Esquadrão Classe A dos senadores teria se precipitado ao dar no pé de volta ao Brasil. Devem aparecer fotos mais claras das tais agressões. Por enquanto, cenas mostram manifestantes ao lado da van. Acredito que alguém dentro daquela van deve ter mantido algum autocontrole para registrar o apedrejamento denunciado. Vamos aguardar. O fato é que a Venezuela vive uma forte crise, há militantes radicais de um lado e do outro. Um grupo teria lançado pedras e laranjas (são condenáveis as pedras e, na atual escassez da Venezuela, as laranjas são um desperdício) na van dos senadores - cuja viagem foi fartamente noticiada - para protestar contra o que achavam ser um intromissão. Na tensão que o país vive - não se deve esquecer que a oposição, ao lado de militares, já sequestrou e prendeu o então presidente Hugo Chávez, afinal resgatado e levado de volta ao palácio presidencial por forças militares que não concordaram com o golpe - há registro de tumultos e descontrole. No clima atual, seria muita inocência dos senadores se esperassem ser, nas ruas, recebidos com flores e tapinhas nas costas. Pode-se dizer que os senadores foram à Venezuela mas o verdadeiro alvo da missão continua em Brasília. Juntas e misturadas, tais ações buscam o mesmo objetivo através de um amplo leque de estratégias onde se incluem desde pedidos de recontagem de votos, passando por revisão dos gastos eleitorais, por erros na política fiscal, Petrobras, CPIs, mudanças de leis para impedir que a presidente nomeie ministros do STF, o passo atrás da reforma política e desengavetamento dos projetos mais inadequados e corporativistas. A intenção é acossar Dilma.
Mas não se trata só de violência política. Se os políticos sinalizam medidas radicais, parte da rua responde a cada causa com uma consequência. Se as tais bancadas decidem que homofobia não é crime, isso respalda assassinatos como o de um menino morto recentemente por ser tido como gay; se deputados fazem manifestações religiosas na própria Câmara e desprezam a Constituição laica, adeptos de fundamentalismos se sentem seguros em lançar pedras em menina que pratica religião afro.
No plano institucional, a busca por um ruptura institucional também chega às ruas em forma de violência, como no caso da pichação ameaçadora dirigida a Jô Soares, após a entrevista que o apresentador fez com Dilma Rousseff.
Digamos que o Brasil pode virar um octógono de MMA, sem possibilidade de empate.
ATUALIZAÇÃO EM 25/6/2015 - Jô Soares falou, no seu programa da última quarta-feira (24/6), falou sobre as ameaças que recebe nas redes sociais e a pichação na calçada de sua casa com a frase "Morra Jô Soares". "Ainda bem que não tem data”, ironizou.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Seleção Brasileira: por enquanto é só a Copa América. Duro vai ser encarar as Eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia. Começam em outubro...
![]() |
| A seleção em campo, Neymar cabisbaixo. Foto de Rafael Ribeiro/CBF |
![]() |
| Ao prender demais a bola, Neymar ficava exposto aos "caçadores" colombianos, o que aumentava seu aparente nervosismo. Foto de Rafael Ribeiro/CBF |
Neymar, ontem, durante o jogo Colômbia 1 x 0 Brasil, parecia tenso, nervoso. Tanto os comentaristas da Globo quanto os do SporTV chamaram atenção para uma certa instabilidade do camisa 10. Hoje, os jornais noticiam o que o craque, evidentemente, já deveria saber: o seu indiciamento, como réu, no processo que investigou a transação do seu passe para o Barcelona. Ele dificilmente teve alguma participação na "engenharia financeira" montada entre Santos e Barcelona, mas se irregularidades forem comprovadas corre o risco de acabar responsabilizado, como pessoa física, em questões de imposto de renda.
Nada favorecia Neymar na partida de ontem. O juiz era fraco, para dizer o mínimo, e atendeu a todas as pressões feitas pelos jogadores colombianos; Neymar errava passes, prendia demais a bola e, em pelo menos duas ou três ocasiões, se colocou colado atrás de um zagueiro para receber lançamentos na grande área e, em consequência, ou o marcador colombiano interceptava facilmente o passe ou o brasileiro não alcançava a bola. O segundo cartão amarelo e a expulsão - que pode afastá-lo da Copa América por mais de um jogo - não foram exatamente surpresas. Resultado: a seleção vai decidir a classificação contra a Venezuela, sem Neymar. Não deveria ser o fim do mundo. No mesmo Chile, em 1962, o Brasil perdeu Pelé. Mas apareceu Amarildo, o "Possesso", que deu conta do recado. O problema é o seguinte: quem será o "Amarildo" da atual seleção? Possessos, não há. Mas Philippe Coutinho, que deve jogar desde o início, dá habilidade e inteligência à construção das jogadas; o próprio Firmino, que ontem perdeu um gol feito mas costuma ser bom finalizador, talvez seja mais explorado.
A Copa América 2015 está mais equilibrada. Ontem, Galvão lembrou, na Globo, que a Argentina, que não ganha nada desde 1993, quando foi campeã da Copa América, quer interromper esse vexame de 22 anos.
Já está claro que a seleção não é favorita. E isso é bom e vai mostrar o quanto o time de Dunga precisa evoluir.
![]() |
| Copa do Mundo, Rússia: Eliminatórias serão mais difíceis para a seleção brasileira. |
Christiane Pelajo sofreu acidente no começo do mês e o fato só foi revelado hoje pelo jornalista Daniel Castro na sua página (Notícias da TV) no UOL , que furou mídia impressa, Globo e adjacências...
(Por DANIEL CASTRO, em 18/06/2015 · Atualizado às 04h52)
Apresentadora do Jornal da Globo há dez anos, a jornalista Christiane Pelajo foi vítima de um acidente há duas semanas. Ela caiu de um cavalo e sofreu danos na face. Segundo jornalistas da emissora, Pelajo foi submetida a cirurgia de reconstrução parcial do rosto, com implante de placas de titânio. Ela ficará afastada do vídeo por tempo indeterminado.
LEIA MAIS EM "NOTÍCIAS DA TV". CLIQUE AQUI
terça-feira, 16 de junho de 2015
Tese de mestrado: o 'new journalism' das TVs venezuelana e alemã avança na liberdade de expressão e na transparência da informação. #partiurevolucaonamidia
tv ![]() |
| VEJA A COBERTURA TRANSPARENTE DA COPA AMÉRICA NA TV VENEZUELANA. CLIQUE AQUI |
Vamos admitir: a mídia brasileira parou no tempo, é comandada por coxinhas sem noção, âncoras submissos. Falam mal da Venezuela. Pois Caracas está anos-luz à frente em matéria de cobertura da Copa América. Por aqui, temos que aturar Galvão Bueno, Ronaldo Fenômeno falando os mesmos chavões de sempre. Lá, o noticiário não só é mais criativo como é al desnudo para não deixar dúvidas da transparência. Mas o estilo, digamos, transparente, de um jornalismo mais límpido e honesto, está ganhando espaço. Além do exemplo venezuelano (acima), você pode conferir a descontração de uma repórter de externa da TV alemã (abaixo). No caso da apresentadora alemã, ela dá o recado e ainda se submete a um banho gelado por uma causa beneficente. O fato é que, sem nada a esconder, as jornalistas em questão transmitem muito mais credibilidade. Não tenho dúvidas: no Brasil, estamos fazendo a TV da vovó com a profundidade da sessão da tarde. Ouso teorizar: se a regulação da mídia significa sacudir a poeira e o mofo, então que se quebre urgentemente o monopólio da mesmice. Não podemos é continuar com essa vida de gado sem a liberdade de expressão das TVs alemã e venezuelana. Então é isso, rasguem a fantasia, democratizem a informação. A Constituição garante. #partiurevolucaonamidia
VEJA A VERDADEIRA LIBERDADE DE EXPRESSÃO, SEM MANIPULAÇÃO DA NOTÍCIA, NA TV ALEMÃ, CLIQUE AQUI
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Deu no site Rua Judaica: sexo kosher tem loja virtual criada por rabino em Israel
(do site Rua Judaica)
Sua inspiração pode ser exótica - a Torre Eiffel, a Estátua da Liberdade, Coliseu de Roma - mas os vibradores sexuais de Rabi Natan Alexander tem um objetivo claramente doméstico: dando a casais judeus ortodoxos a gratificação sem a culpa. Alexander, de 34 anos, nasceu em Sydney e agora vive em um assentamento judaico na Cisjordânia. Depois de estudar a religião e se tornar um rabino em Israel, ele se transformou em um conselheiro de sexo on-line em uma missão para apimentar a vida amorosa dos fiéis. "Dar prazer a uma mulher é uma obrigação religiosa", disse à AFP. "Os casais religiosos devem ser ajudados a viver melhor a sua sexualidade." Ele fundou o site da Better2gether onde os casais observantes podem ler e comprar todas as ferramentas de ajuda para o sexo, seguros na certeza de que os produtos são kosher. "A lei judaica permite o uso desses objetos que podem melhor ajudar a cumprir o mandamento de dar prazer a uma esposa", disse Alexander. "Better2gether está aqui para ajudar os casais a melhorar e fortalecer as relações emocionalmente e fisicamente", proclama o site.
"Nossa abordagem fornece modéstia, sensibilidade e confidencialidade."
Seu catálogo on-line tem um sabor de arquitetura, oferecendo vibradores modelados em marcos históricos, incluindo o arranha-céus de Londres Gherkin, as folhas de Palm Island em Dubai e os pináculos e cúpulas da Catedral de São Basílio, na Praça Vermelha de Moscou. Alexander não é o primeiro clérigo a abordar publicamente o sexo e o erotismo no casamento entre a comunidade profundamente conservadora do judaísmo. O Rabino americano ortodoxo Shmuley Boteach teve um grande sucesso com seu livro "Sexo Kosher", em 1999, e seu sucessor "The Kosher Sutra", em 2009, também foi um best-seller. "Acho que em nossa cultura, suprimimos e negamos a verdadeira natureza erótica de uma mulher", disse ele em um vídeo promovendo seu trabalho, em 2014, "Kosher Lust".
"As mulheres de hoje são amadas. Elas são apreciadas, mas não desejadas", disse Boteach, 49, cujo website diz que ele tem nove filhos e dois netos. O negócio de Alexandre na Cisjordânia tem sido bem sucedido, contando com clientes satisfeitos em Israel, e também em lugares tão distantes como os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália e África do Sul. Apesar das vendas de cerca de cinco itens por dia e mais de 20.000 visualizações do site por mês, ele insiste que a sua empresa on-line de sexo não vê só o lucro. "Eu quero oferecer esses serviços para permitir que casais religiosos tenham acesso ao prazer sem quebrar as leis religiosas", explicou. Embora os produtos sejam os mesmos que aqueles oferecidos por lojas de sexo, em todos os lugares do mundo, estes são fornecidos em pacotes sem o tipo de ilustrações atrevidas que ofendem as sensibilidades ortodoxas. O site oferece aconselhamento on-line com o que ele diz serem terapeutas profissionais do sexo, casais conselheiros e ginecologistas, sobre questões que muitos casais acham difícil levantar com seus rabinos. Perguntas sobre a ejaculação precoce, o tamanho do pênis, orgasmos e posições sexuais, são respondidas usando a linguagem "respeitando as regras da vida religiosa", disse Alexander. "Judaísmo dá um lugar importante ao prazer sexual, mas ainda é muito frequentemente um assunto tratado com tabu", acrescentou. "Tenho orgulho de ser um pioneiro neste campo."
Sua inspiração pode ser exótica - a Torre Eiffel, a Estátua da Liberdade, Coliseu de Roma - mas os vibradores sexuais de Rabi Natan Alexander tem um objetivo claramente doméstico: dando a casais judeus ortodoxos a gratificação sem a culpa. Alexander, de 34 anos, nasceu em Sydney e agora vive em um assentamento judaico na Cisjordânia. Depois de estudar a religião e se tornar um rabino em Israel, ele se transformou em um conselheiro de sexo on-line em uma missão para apimentar a vida amorosa dos fiéis. "Dar prazer a uma mulher é uma obrigação religiosa", disse à AFP. "Os casais religiosos devem ser ajudados a viver melhor a sua sexualidade." Ele fundou o site da Better2gether onde os casais observantes podem ler e comprar todas as ferramentas de ajuda para o sexo, seguros na certeza de que os produtos são kosher. "A lei judaica permite o uso desses objetos que podem melhor ajudar a cumprir o mandamento de dar prazer a uma esposa", disse Alexander. "Better2gether está aqui para ajudar os casais a melhorar e fortalecer as relações emocionalmente e fisicamente", proclama o site.
"Nossa abordagem fornece modéstia, sensibilidade e confidencialidade."
Seu catálogo on-line tem um sabor de arquitetura, oferecendo vibradores modelados em marcos históricos, incluindo o arranha-céus de Londres Gherkin, as folhas de Palm Island em Dubai e os pináculos e cúpulas da Catedral de São Basílio, na Praça Vermelha de Moscou. Alexander não é o primeiro clérigo a abordar publicamente o sexo e o erotismo no casamento entre a comunidade profundamente conservadora do judaísmo. O Rabino americano ortodoxo Shmuley Boteach teve um grande sucesso com seu livro "Sexo Kosher", em 1999, e seu sucessor "The Kosher Sutra", em 2009, também foi um best-seller. "Acho que em nossa cultura, suprimimos e negamos a verdadeira natureza erótica de uma mulher", disse ele em um vídeo promovendo seu trabalho, em 2014, "Kosher Lust".
"As mulheres de hoje são amadas. Elas são apreciadas, mas não desejadas", disse Boteach, 49, cujo website diz que ele tem nove filhos e dois netos. O negócio de Alexandre na Cisjordânia tem sido bem sucedido, contando com clientes satisfeitos em Israel, e também em lugares tão distantes como os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Austrália e África do Sul. Apesar das vendas de cerca de cinco itens por dia e mais de 20.000 visualizações do site por mês, ele insiste que a sua empresa on-line de sexo não vê só o lucro. "Eu quero oferecer esses serviços para permitir que casais religiosos tenham acesso ao prazer sem quebrar as leis religiosas", explicou. Embora os produtos sejam os mesmos que aqueles oferecidos por lojas de sexo, em todos os lugares do mundo, estes são fornecidos em pacotes sem o tipo de ilustrações atrevidas que ofendem as sensibilidades ortodoxas. O site oferece aconselhamento on-line com o que ele diz serem terapeutas profissionais do sexo, casais conselheiros e ginecologistas, sobre questões que muitos casais acham difícil levantar com seus rabinos. Perguntas sobre a ejaculação precoce, o tamanho do pênis, orgasmos e posições sexuais, são respondidas usando a linguagem "respeitando as regras da vida religiosa", disse Alexander. "Judaísmo dá um lugar importante ao prazer sexual, mas ainda é muito frequentemente um assunto tratado com tabu", acrescentou. "Tenho orgulho de ser um pioneiro neste campo."
PARA CONHECER O SITE BETTER2GETHER, CLIQUE AQUI
"Não Rio mais, agora eu choro": Este é o título-desabafo de um artigo de Roberto Muggiati, ex-diretor da Manchete, publicado no Globo de hoje, sobre um tempo em que "arrastão" era apenas um tipo de pesca ou meia feminina...
por Roberto Muggiati (para O Globo)
Comemoro este mês 50 anos de Rio de Janeiro. Comemoro não é bem a palavra. Rememoro, com um travo de remorso. Cheguei aqui no dia do centenário da Batalha do Riachuelo, que a iniciante ditadura militar fazia questão de festejar, foi até feriado. Eu vinha de três anos no Serviço Brasileiro da BBC e fui logo trabalhar na revista "Manchete". Morava no Leblon, pegava toda manhã o 433 (Barão de Drummond-Leblon) até a redação da Frei Caneca. Ao longo do caminho — Ipanema, Copacabana, Flamengo — o ônibus ia recolhendo colegas jornalistas e publicitários. Ninguém tinha carro, só os Bloch e o Justino Martins, diretor da “Manchete”, dono de um Karmann-Ghia estiloso em que só cabia um carona apertado. Éramos pobres, mas jovens e felizes. Eu morava na General Artigas, ao lado da padaria Rio-Lisboa. O Leblon, uma pequena aldeia, tinha um comércio suburbano — armarinhos, lavanderias, ferragens, barbeiros e manicures, estofadores, farmácias, botequins. Nada de shopping ou butique e a Dias Ferreira — com um La Mole inofensivo — ainda não se tornara o polo gastrointestinal do Rio de Janeiro. Havia boa comida no Real Astória, na Pizzaria Guanabara e nos novos bares-cabeça, o Alvaro’s e o Degrau. Na vizinha Ipanema faziam sucesso o Zeppelin e o Jangadeiro. O Helsingor — dinamarquês especializado em smorgasbord — e o pub inglês Lord Jim, com cottage pie e cerveja bitter, foram uma sensação nos anos 70.
Ia-se à praia impunemente, colhia-se tatuí para comer frito com caipirinha. À meia-noite do réveillon, alguns gatos pingados iam tranquilamente à orla de roupa branca celebrar Iemanjá. Arrastão era um tipo de pesca, canção de festival ou meia feminina. Todo esse mundo ruiu estrepitosamente algumas décadas atrás no “verão do arrastão”. Aconteceu de repente, num rutilante domingo de sol, céu azul e quarenta graus à sombra, com hordas de assaltantes ferindo impiedosamente velhos, crianças e grávidas.
A partir daí, a violência só fez crescer na cidade. Frequentador do Theatro Municipal, joia arquitetônica e templo da música, hoje vejo os elegantes cultores das sinfônicas europeias e dos solos de piano de Lang Lang e Keith Jarrett, saírem correndo antes do bis e disputarem a tapa o táxi que os leve ao teto salvador. Pouco tempo atrás, até que era chique ir ao Municipal de metrô. Os recentes arrastões noturnos em estações da Zona Sul, com os passageiros à completa mercê dos bandidos, desfizeram esse sonho de primeiro mundo.
Dois episódios recentes nos chocaram em particular. O da jovem Natália, de 27 anos, que em 15 dias teve um celular roubado, foi agredida por homofóbicos que, por seus cabelos curtos, a confundiram com um homossexual (quatro pontos na testa); e foi esfaqueada na mão e na barriga por um menino de 8 anos, apoiado por comparsas de 12 e 16. Natália vai deixar o Brasil para sempre.
O nadir nesta crônica da violência carioca foi a morte do cardiologista Jaime Gold na Lagoa. Os menores acusados do crime hediondo (as facadas cruéis, rascantes, evisceraram a vítima) fazem parte do “Coreto 155 do Jacarezinho”, um grupo de 20 jovens que se gaba nas redes sociais de “aterrorizar a Zona Sul.” Eles chegaram a postar no Facebook o logotipo do seu “bonde” exterminador: a foto de uma faca sobre um selim de bicicleta. Nem Goebbels seria tão criativo...
Já ouço pessoas pensando em se vingar à moda do Charles Bronson de “Desejo de matar”: você se faz de isca e, quando o pivete aparece, faca em punho, você estoura os miolos dele com um 38 ou um 45. Um gesto de desespero diante da completa ausência de proteção nas ruas desta cidade, outrora maravilhosa.
Alguma coisa tem de ser feita. Não sei o quê. Mas tem que cortar fundo — como uma faca afiada — o tecido social. Ou então, num gesto meramente simbólico, vamos fazer um apelo final ao Redentor, que a tudo assiste de braços abertos, impotente, lá do alto. E salve-se quem puder...
Comemoro este mês 50 anos de Rio de Janeiro. Comemoro não é bem a palavra. Rememoro, com um travo de remorso. Cheguei aqui no dia do centenário da Batalha do Riachuelo, que a iniciante ditadura militar fazia questão de festejar, foi até feriado. Eu vinha de três anos no Serviço Brasileiro da BBC e fui logo trabalhar na revista "Manchete". Morava no Leblon, pegava toda manhã o 433 (Barão de Drummond-Leblon) até a redação da Frei Caneca. Ao longo do caminho — Ipanema, Copacabana, Flamengo — o ônibus ia recolhendo colegas jornalistas e publicitários. Ninguém tinha carro, só os Bloch e o Justino Martins, diretor da “Manchete”, dono de um Karmann-Ghia estiloso em que só cabia um carona apertado. Éramos pobres, mas jovens e felizes. Eu morava na General Artigas, ao lado da padaria Rio-Lisboa. O Leblon, uma pequena aldeia, tinha um comércio suburbano — armarinhos, lavanderias, ferragens, barbeiros e manicures, estofadores, farmácias, botequins. Nada de shopping ou butique e a Dias Ferreira — com um La Mole inofensivo — ainda não se tornara o polo gastrointestinal do Rio de Janeiro. Havia boa comida no Real Astória, na Pizzaria Guanabara e nos novos bares-cabeça, o Alvaro’s e o Degrau. Na vizinha Ipanema faziam sucesso o Zeppelin e o Jangadeiro. O Helsingor — dinamarquês especializado em smorgasbord — e o pub inglês Lord Jim, com cottage pie e cerveja bitter, foram uma sensação nos anos 70.
Ia-se à praia impunemente, colhia-se tatuí para comer frito com caipirinha. À meia-noite do réveillon, alguns gatos pingados iam tranquilamente à orla de roupa branca celebrar Iemanjá. Arrastão era um tipo de pesca, canção de festival ou meia feminina. Todo esse mundo ruiu estrepitosamente algumas décadas atrás no “verão do arrastão”. Aconteceu de repente, num rutilante domingo de sol, céu azul e quarenta graus à sombra, com hordas de assaltantes ferindo impiedosamente velhos, crianças e grávidas.
A partir daí, a violência só fez crescer na cidade. Frequentador do Theatro Municipal, joia arquitetônica e templo da música, hoje vejo os elegantes cultores das sinfônicas europeias e dos solos de piano de Lang Lang e Keith Jarrett, saírem correndo antes do bis e disputarem a tapa o táxi que os leve ao teto salvador. Pouco tempo atrás, até que era chique ir ao Municipal de metrô. Os recentes arrastões noturnos em estações da Zona Sul, com os passageiros à completa mercê dos bandidos, desfizeram esse sonho de primeiro mundo.
Dois episódios recentes nos chocaram em particular. O da jovem Natália, de 27 anos, que em 15 dias teve um celular roubado, foi agredida por homofóbicos que, por seus cabelos curtos, a confundiram com um homossexual (quatro pontos na testa); e foi esfaqueada na mão e na barriga por um menino de 8 anos, apoiado por comparsas de 12 e 16. Natália vai deixar o Brasil para sempre.
O nadir nesta crônica da violência carioca foi a morte do cardiologista Jaime Gold na Lagoa. Os menores acusados do crime hediondo (as facadas cruéis, rascantes, evisceraram a vítima) fazem parte do “Coreto 155 do Jacarezinho”, um grupo de 20 jovens que se gaba nas redes sociais de “aterrorizar a Zona Sul.” Eles chegaram a postar no Facebook o logotipo do seu “bonde” exterminador: a foto de uma faca sobre um selim de bicicleta. Nem Goebbels seria tão criativo...
Já ouço pessoas pensando em se vingar à moda do Charles Bronson de “Desejo de matar”: você se faz de isca e, quando o pivete aparece, faca em punho, você estoura os miolos dele com um 38 ou um 45. Um gesto de desespero diante da completa ausência de proteção nas ruas desta cidade, outrora maravilhosa.
Alguma coisa tem de ser feita. Não sei o quê. Mas tem que cortar fundo — como uma faca afiada — o tecido social. Ou então, num gesto meramente simbólico, vamos fazer um apelo final ao Redentor, que a tudo assiste de braços abertos, impotente, lá do alto. E salve-se quem puder...
LEIA NO GLOBO, CLIQUE AQUI
Fernando Brant, JK, O Cruzeiro, Manchete: fototravessia em Minas Gerais...
José Carlos Jesus, ex-chefe de reportagem da Manchete, nos enviou a foto acima, que foi publicada pelo fotojornalista Fernando Rabelo no blog Images&Visions, (link abaixo), com o seguinte texto, no destaque: "Este é um belo registro do encontro do ex-presidente Juscelino Kubitschek com Milton Nascimento e Fernando Brant na cidade de Diamantina, em Minas Gerais. A foto é de Juvenal Pereira, que trabalhava com Fernando Brant na Revista O Cruzeiro. Os dois estavam em Diamantina para fazer uma matéria com Milton Nascimento e Lô Borges. "Durante as fotos, encontramos casualmente o ex-presidente Juscelino Kubitschek com a equipe de reportagem da revista Manchete, que era concorrente de O Cruzeiro. A equipe da Manchete concordou em nos ‘emprestar' JK para algumas fotos”, afirmou Juvenal.
A lembrança que o blog replica vem a propósito de Fernando Brant, jornalista, compositor, parceiro de Milton Nascimento, que fez sua travessia aos 68 anos, no sábado, 13, em Belo Horizonte, vítima de complicações após um transplante de fígado. Com Milton. Lô Borges e Tavinho Moura, Brant escreveu mais de 200 canções, entre as quais a antológica "Travessia". A foto feita em um tempo que em que uma equipe de uma revista "emprestava" um personagem de uma matéria exclusiva para os colegas da concorrência (isso é algo quase inimaginável, hoje). José Carlos chama atenção para um detalhe: gravado na porta da Variant da equipe, o logo da Manchete. Milton e Brant, eles próprios simbólicos, aparecem aí cercados de ícones de um tempo: JK, Manchete, Cruzeiro, Variant...
VEJA A MATÉRIA NO BLOG IMAGES&VISION, CLIQUE AQUI
Assinar:
Comentários (Atom)















































