Jornalismo, mídia social, TV, streaming, opinião, humor, variedades, publicidade, fotografia, cultura e memórias da imprensa. ANO XVI. E, desde junho de 2009, um espaço coletivo para opiniões diversas e expansão on line do livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou", com casos e fotos dos bastidores das redações. Opiniões veiculadas e assinadas são de responsabilidade dos seus autores. Este blog não veicula material jornalístico gerado por inteligência artificial.
6 comentários:
Triste Brasil
O que será que pensa o pessoal que foi pra rua,que defendeu o impeachment em jornais,que mostrou seu ódio. Qual é a sensação de vitória? Com é estar ao lado de Cunha, Bolsonaro e aquelas figuras lamentáveis que votaram no golpe? Haja justificativa para disfarçar a vergonha. Ou não tem vergonha, são canalhas mesmo.
Os colunistas que estavam na linha de frente do golpe estão saindo de fininho, acho que ficaram chocados por entrar no mesmo ônibus de Bolsonaro e seus elogio a torturadores, das bancadas racistas, homofóbicas, fundamentalistas relgiosos de que são perigosos e opressores, mas vai ser difícil apagar da historia o papel vexatorio mas revelador desse colunistas. Para mim, eles se equivalem aos Bolsonaros, não são diferentas.
Nessas opinões é que está a diferença. Num regime democrático, qualquer cidadão pode ter e dar a sua opinião livremente. Eé preciso respeita-la por mais incoerente que seja. Na democracia a liberdade de expressão é a sua representatividade maior. Só porque a opinião de terceiros não é a mesma que a sua temos que aceita-la e não taxa-las de imediato de nazistas, fascistas e comunistas porque não? , além de batiza-las de "coxinhas ". Viver em regime democrata é preciso aprender a viver sob esse regime, aliás, para se contra por a opiniões diversas à sua é preciso que tenha educação e respaldo literário, seja pelo menos culto, o que duvido, porque pelo teor de duas opiniões os fascistas são vocês.
De acordo com o Jô Soares não se procura luz no fim do túnel porque nem túnel existe mais.
Aos vencedores, Cunha, Bolsonaro, Aécio, a deputada que elogiou o marido honesto e preso no dia seguinte, o racismo, a ocupação dos poderes por pastores fanáticos, a homofobia, o desprezo pelas policias sociais.
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