Agora, está explicado. Gay Talese não é o pai do new journalism. Aliás, o new journalism não tem pai, tem mãe. Em Paraty, na 7ª Flip, o escritor confessou que aprendeu com a dona Talese o faro jornalístico. Disse o escritor que ela "tinha profundo interesse nas histórias de suas clientes". Para a srs. Talese, que gerenciava uma boutique, "as pessoas comuns rendem boas histórias quando as conhecemos bem". Tá certa. Entre um vestido e outro, a madame se informava sobre o mundinho das clientes. Gay Talese não quis se aprofundar, mas está claro que a mama Talese era uma tremenda fofoqueira...

Jornalismo, mídia social, TV, atualidades, opinião, humor, variedades, publicidade, fotografia, cultura e memórias da imprensa. ANO XVII. E, desde junho de 2009, um espaço coletivo para opiniões diversas e expansão on line do livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou", com casos e fotos dos bastidores das redações. Opiniões veiculadas e assinadas são de responsabilidade dos seus autores. Este blog não veicula material jornalístico gerado por inteligência artificial.
Eu sempre disse que o mundo é das mulheres!
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