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Jornalismo, mídia social, TV, atualidades, opinião, humor, variedades, publicidade, fotografia, cultura e memórias da imprensa. ANO XVII. E, desde junho de 2009, um espaço coletivo para opiniões diversas e expansão on line do livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou", com casos e fotos dos bastidores das redações. Opiniões veiculadas e assinadas são de responsabilidade dos seus autores. Este blog não veicula material jornalístico gerado por inteligência artificial.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
O âncora Evaristo Costa chama no ar repórter Viviane Basile de... Viviane Araújo
Deu no Dia: Evaristo Costa, do Jornal Hoje, da Globo, ancorava uma matéria de Brasília quando, em ato falho, chamou a repórter Vivane Basile de... Viviane Araújo, a atriz, modelo e sambista. A mancada virou meme na rede social. Internautas perguntam se o âncora está vendo muito a novela "Império", na qual Viviane Araújo trabalha, ou se não lhe sai da lembrança a musa e rainha de bateria de fotos espetaculares.
Para Evaristo prestar atenção: Vivane Araújo é a que está nas fotos abaixo em cena da novela "Império" e uma das dezenas de capas que fez.
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Viviane, a Araújo, na novela Império. Foto TV Globo-Divulgação |
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Viviane Araújo na capa da Sexy-Reprodução |
No mundo da Lua - 45 anos depois, a polêmica continua: o homem foi lá ou não? Caberá à China tirar a dúvida. Em breve, astronautas chineses pousarão em solo lunar... Leia sobre esse e outros mistérios
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Imagem de um "base lunar" na face escura da Lua. Reprodução |
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A suposta sombra de um "extraterrestre' ou "ser humano" passeando na Lua na semana passada. É mentira, Terta? Reprodução |
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Há 45 anos, o Saturno V rumo à Lua. foto Nasa |
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O alemão Werner von Braun, que desenvolveu o Saturno V, posa diante da sua obra. Foto Nasa |
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O módulo de comando em órbita da Lua. Foto Nasa |
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A foto oficial da Nasa. Céu sem estrelas intrigou a turma que acredita que tudo era cenográfico. |
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Segundo a lenda, essa foto é fake. A sombra do astronauta não estaria na mesma e natural direção que a sombra das pedras lunares. Foto Nasa |
por BQVManchete
O dia 20 de julho último
marcou os 45 anos da chegada do homem à Lua. O tempo passou, mas as lendas
lunares, não. Há quem insista que os astronautas jamais pisaram em solo lunar.
Tudo não teria passado de uma armação cenográfica feita a pedido de Richard Nixon para
marcar ponto na Guerra Fria contra os soviéticos. Até que Nixon, mentiroso profissional antes e depois de Watergate, era homem pra isso. Mas restaram as lendas que são, aliás, melhores do que os fatos. Ao longo de quase cinco
décadas, surgiram “provas” de que sumiram alguns equipamentos deixados pelos
astronautas; um vídeo mostra a bandeira americana tremulando (a Lua não tem vento)
e, depois, com dobras não registradas antes, como se alguém ou algo tivesse deslocado
o pequeno mastro. Embora tenha equipamentos poderosos, a Nasa jamais mostrou, por exemplo, fotos da base do módulo que foi deixada na Lua quando Neil Armstrong e Buzz Aldrin decolaram ao encontro de Michael Collins que os aguardava no módulo de comando em órbita lunar. Até o diretor Stanley Kubrick
entrou na dança lendária. Teria sido ele o autor das falsas imagens de Neil Armstrong
desembarcando do módulo lunar. Tudo 171, filmado em um estúdio em um estúdio na Área 51, a famosa zona proibida
militar americana.
Em seu livro "Nunca fomos à Lua", que também faz
aniversário - foi lançado em 1974, há 40 anos - o escritor e pesquisador Bill Kaysing argumenta que céu
sem estrelas, sombras discrepantes, a pegada perfeitamente desenhada da bota de Armstrong e a ausência de uma cratera após
a aterrissagem do módulo provam a “fraude. Ao lado das “teorias da conspiração”
surgiram também provas da presença de extraterrestres na Lua após a visita dos
astronautas. Uma foto mostraria “indícios” de que alguém construiu uma “torre”
em uma das crateras. A mais recente imagem, essa da semana passada, "mostra" um "alienígena" ou um "ser humano" flanando na superfície lunar.
A China vai à Lua em breve descobrir de uma vez por todas se os americanos estiveram láO atual projeto espacial chinês prevê para os próximos anos o envio de uma tripulação à Lua. Como Estados Unidos e Rússia (que foi lá apenas com naves-robôs) não parecem dispostos a retornar ao satélite da Terra tão cedo, caberá aos chineses conferir se há sucata sucata espacial deixada pelos americanos, se as pegadas de Armstrong estão lá, se a bandeira foi mesmo cravada no solo etc. Será um interessante tira-teima. E, segundo os chineses, não vai demorar muito.
Edição especial da Manchete contou a epopeia dos astronautas. |
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A Fatos & Fotos chegou às bancas no dia seguinte com as fotos da conquista especial. |
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Frederico Mendes, fotógrafo que atuou na Manchete, lança livro de fotos que mostram as belezas e a alma do Arpoador. Com texto de Gilberto Braga
por BQVManchete
O Globo de hoje publica matéria aqui reproduzida sobre o livro "Arpoador" (Barléu Edições), com fotos de Frederico Mendes e textos de Gilberto Braga. Um, Fred, é frequentador da praia mais democrática do Rio desde criança; o outro, Gilberto Braga, que também trabalhou na revista Manchete, mora em frente. O livro, que reúne 104 fotos, será lançado nesta quarta-feira, 20, no Arnaldo Danemberg Antiquário, em Copacabana, das 17h às 22h.
Leia a matéria do Globo, abaixo.
O Globo de hoje publica matéria aqui reproduzida sobre o livro "Arpoador" (Barléu Edições), com fotos de Frederico Mendes e textos de Gilberto Braga. Um, Fred, é frequentador da praia mais democrática do Rio desde criança; o outro, Gilberto Braga, que também trabalhou na revista Manchete, mora em frente. O livro, que reúne 104 fotos, será lançado nesta quarta-feira, 20, no Arnaldo Danemberg Antiquário, em Copacabana, das 17h às 22h.
Leia a matéria do Globo, abaixo.
domingo, 17 de agosto de 2014
A Rosa do Marechal
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Severino, o chef de cuisine da Bloch, Adolpho e Marechal. Foto do Acervo de Lairton Cabral publicada no livro 'Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou". |
por Roberto Muggiati
Jovem repórter da
revista Manchete em 1967, a redação
de Frei Caneca ainda era para mim uma esfinge a ser decifrada. Entre os múltiplos
poderes e forças ocultas com que me defrontava, havia o Marechal, chefe dos
contínuos e “agente de inteligência” dos Bloch – na época chamávamos isso de
X-9. A redação ficava a léguas do pequeno prédio de dois andares da entrada,
onde Adolpho Bloch comandava a tesouraria. Lá nos
fundos, além de um pátio
cheio de máquinas desativadas – a gráfica se modernizara e mudara para Parada de Lucas – subia-se por um elevador de carga à redação, no segundo andar. Ao
sair do elevador, topávamos com um requinte que se destacava em meio àquele
ambiente escuro e sufocante sem janelas: uma máquina de café expresso, operada
pelo França e pelo Horácio. Como o café era de graça, e a cafeína energizava,
tomávamos uma xícara após a outra. A seguir, antes do acesso à redação, na
cabeça de um corredor, ficava a mesa do Marechal, instalado ali como uma
espécie de Cérbero guardando o portal de entrada do nosso inferno da cada dia.
Sobre a pequena mesa, havia uma dessas bolas de vidro com uma rosa artificial
dentro, exemplar típico da decoração kitsch
da época. É preciso lembrar aqui, que o Marechal era assim chamado por causa do
seu nome de batismo – Floriano Peixoto – e chegou a figurar numa lista dos Dez
Mais Elegantes do Ibrahim Sued. Alto, magro, negro retinto, foi estampado nas
páginas da revista de terno de linho branco e chapéu panamá.
Naquela época, a
editora Abril havia lançado a revista Realidade,
investindo com força em reportagens de qualidade. O jornalismo da Manchete, calcado na malandragem
carioca, logo partiu para canibalizar as vantagens da adversária. Realidade era mensal, Manchete semanal. Podíamos, assim, nos
valendo de uma discreta espionagem industrial, “furar” a rival. Um exemplo: Paris-Match, nosso modelo de estilo,
publicou uma reportagem de capa fascinante sobre o primeiro ano de vida do
bebê. Tentamos comprar a matéria e soubemos que já fora vendida à Realidade. Fui designado então, pelo
editor Justino Martins, a “reconstituir” a reportagem - da Paris Match recorrendo aos conhecimentos do dr. Rinaldo De Lamare,
um dos maiores pediatras da praça e autor do best seller da Bloch, A Vida do Bebê. Furamos a Realidade e a edição foi um sucesso
retumbante, tendo na foto de capa um bebezinho de um ano nu de pé. Era o
Arnaldo Bloch, sobrinho-neto do Adolpho, hoje jornalista de O Globo. Na Bloch, imperava sempre a
solução doméstica.
Quando estourou uma
crise que ocupou as manchetes dos jornais do mundo inteiro no Haiti do ditador
Papa Doc Duvalier, a Realidade estava
lá com uma dupla dinâmica de repórter e fotógrafo. Graças a minha amizade com o
diplomata Orlando Soares Carbonar – meu colega na Gazeta do Povo de Curitiba nos anos 50 – então chefe de gabinete do
Ministro das Relações Exteriores, Magalhães Pinto, consegui uma entrevista
exclusiva, no Palácio do Itamaraty – vendo os cisnes pela janela – com o
embaixador do Brasil em Port-au-Prince, Geraldo Rainho, que abrigara na
embaixada políticos perseguidos por Papa Doc e fora chamada de volta ao Brasil.
O depoimento vivo de Raínho, mais algumas pinceladas do livro Os comediantes,
de Graham Greene, cuja versão cinematográfica acabara de estrear com
estardalhaço (imaginem: Liz Taylor e Richard Burton nos papeis principais...),
me ajudaram a escrever um texto vibrante que dava a impressão de que eu
estivera lá, vendo tudo, no ventre da besta.
Uma vez mais, furamos a
Realidade. O problema é que a mulher
do repórter, ao ver a matéria da Manchete,
sentiu que eu estava ameaçando a carreira do marido, e partiu para uma desforra
pessoal. Invadiu Frei Caneca com uma amiga e, ao chegar à mesa do Marechal, foi
evidentemente barrada. Felizmente, eu estava na rua a serviço e escapei do
barraco. Impossibilitada de entrar, a mulher do repórter da Realidade pegou a bola de cristal da
mesa do Marechal e a arremessou com furor ao chão. A bola estilhaçou-se
em mil pedaços e a pobre rosa de crepom caiu ao chão em meio a uma poça d’água
– descobrimos então que a rosa kitsch
– quase uma Rosa de Hiroxima então – era envolvida por água dentro da sua
bolha. Quem resolveu a parada, exorbitando de suas funções, foi o diretor
financeiro Nelson Alves: aos trompaços, ele arrastou as invasoras até a calçada
de Frei Caneca e as lançou no olho da rua.
Essas súbitas
lembranças foram desencadeadas pelo telefonema que recebi esta manhã do Lairton
Cabral, comunicando a morte do Marechal, na última terça-feira, 12 de agosto,
no seu tugúrio da Região dos Lagos, aos 97 anos. Que todas as rosas do mundo –
artificiais, é claro – o acompanhem, Marechal!
Patente alta... assim era o Marechal da Manchete
por Alberto Carvalho
Morreu aos 97 anos o Floriano Peixoto.
Não o Marechal ex-Presidente do Brasil, mas o Marechal, chefe dos contínuos da Bloch e eminência parda do presidente da empresa Sr. Adolpho Bloch.
Usava um bigodinho a lá Clark Gable. Conheci o Marechal quando entrei na empresa em 1966. Marechal lembrava a figura do cantor Ataulfo Alves, dos anos 40, 50 e 60, pela sua elegância no modo de vestir e um pouco pela aparência. Ataulfo Alves foi citado como um dos dez homens mais elegantes do país na lista do colunista Ibrahim Sued, assim como Marechal.
Marechal era, além de suas funções como chefe dos contínuos, o responsável pela retirada dos malotes que vinham do exterior. Ele conhecia todo mundo da Alfândega, tinha livre acesso às dependências do aeroporto do Galeão, o que lhe facilitava a retirada do material com a devida urgência. Era o faz tudo da empresa. Ficava na recepção recebendo os convidados ilustres do Sr. Adolpho para os almoços, etc. Era íntimo do Presidente Juscelino e de várias outras autoridades. Todos conheciam o Marechal pela sua dedicação a empresa e pela sua maneira educada de lidar com todos os funcionários. Prestativo, educado e muito eficiente em suas funções. Marechal foi um dos funcionários pioneiros de Bloch Editores. Trabalhou até à falência da editora.
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Uma noite no Leblon com Danny-le-Rouge
Líder de Maio de 68 participa com Alfredo Sirkis do relançamento de Os Carbonários
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Na foto de Luisa
Albuquerque/Divulgação:
No debate, Sirkis à esquerda e
Cohn-Bendit à direita.
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Alfredo Sirkis na sessão de autógrafos. Foto de Luisa Albuquerque/Divulgação
|
por Roberto Muggiati (Especial para a Gazeta do Povo)
Ambos são filhos de 68. Daniel Marc Cohn-Bendit completou 23 anos em 4
de abril daquele ano. Um mês depois, tornava-se mundialmente conhecido como
Danny-le-Rouge, o grande líder do movimento estudantil de maio em Paris.
Alfredo Hélio Sirkis completou 18 anos cinco dias antes da decretação do AI-5,
em 13 de dezembro de 1968. Como a maioria dos militantes estudantis, caiu na
clandestinidade durante os Anos de Chumbo.
Passados 48 anos, Cohn-Bendit e Sirkis conversam sobre aqueles tempos no
auditório lotado da Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, antes dos
autógrafos de relançamento de Os Carbonários em edição de bolso. Sirkis
escreveu o livro em Paris e em Portugal no final de seus nove anos de exílio,
em 1979. Suas memórias cobrem um período crucial da resistência armada à
ditadura militar: os 43 meses entre outubro de 1967 e maio de 1971 e mostram a
transformação de um jovem secundarista em guerrilheiro urbano (na capa do
livro, Sirkis, aos 19 anos, empunha um revólver na prática de tiro ao alvo).
Prêmio Jabuti de biografia em 1981, o livro tem uma prosa leve e ágil apesar do
peso do tema, uma história de terror, com clandestinidade, perseguições,
prisões e torturas. O título do momento em que Sirkis, prestes a partir para o
exílio, vê no Metro Copacabana o filme italiano, L’ano del Signore, com o título
português de Os Carbonários, por tratar daquelas sociedades secretas
libertárias do século 19 que combatiam a tirania e o imperialismo. “As
aventuras desses conspiradores e guerrilheiros derrotados no século passado
evocaram ao autor umas tantas analogias com contextos distantes e muito
posteriores,” escreve Sirkis em 1980.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NA GAZETA DO POVO. CLIQUE AQUI
Começou a temporada de caça ao técnico Dunga
por Eli Halfoun
Antes de ter seu nome anunciado como
novo técnico da seleção ficou evidente que se iniciaria uma temporada de caça
ao técnico Dunga. Ele será combatido todo o tempo e por qualquer coisa, inclusive
a implicância infantil em torno de suas roupas, o que nada tem a ver com
futebol. Um comentário que volta a ganhar força é o relacionado ao criticado
casaco que usou na Copa do Mundo de 2010. O casaco (presente da filha que é formada
em moda) já começou a ser novamente criticado porque sem dúvida Dunga o
carregará para onde viajar com a seleção como, aliás, sempre fez. O casaco é
considerado um “insulto à moda”, como se nossos comentaristas esportivos entendessem
alguma coisa do assunto. Moda é um assunto muito criticado na CBF, incluindo os
paletós de Marco Polo Del Nero
Esse não é o único assunto que corre
solto nos bastidores da CBF: um dos mais comentados garante que a escolha de
Dunga como técnico teve influência direta de Gilmar Rinaldi, o novo coordenador
de seleções, que foi influenciado por Alexandre da Silveira que é funcionário
da CBF desde os tempos de Ricardo Teixeira.
Na entidade muita gente lamenta o
afastamento de Rodrigo Paiva como diretor de comunicação justamente quando ele
vinha desenvolvendo um novo e bem aceito trabalho via internet. Os números
realmente mostram que o trabalho ia bem: durante a Copa o canal da CBF no
YouTube pulou de 10 mil para 90 mil assinantes. Também houve avanço no Facebook
que ultrapassou os 6 milhões de acessos; do Twitter que conquistou 2,2 milhões
de seguidores e ainda do Instagram que ganhou 291 mil interessados Vários
setores da CBF acreditam que se o Brasil não tivesse levado a vergonhosa
goleada da Alemanha os números seriam bem maiores.
José Maria Marin, atual presidente da
CBF e Marco Polo del Nero que assume a presidência em abril de 2015 não são
perdoados pela torcida: há dias a dupla foi jantar na pizzaria Cristal em São
Paulo e assim que reconhecida foi brindada com uma homérica vaia, mas fingiu
que nem era com eles Como também fingem que não é com eles tudo de ruim que
acontece (e acontece muito) na CBF. (Eli Halfoun)
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Cameron Diaz: nua no cinema, pela primeira vez... e aos 41 anos
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Na Esquire - Reprodução |
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Cameron Diaz em cena. Reprodução |
A atriz Cameron Diaz está na capa da Esquire contando como foi tirar a roupa no cinema pela primeira vez. Aos 41 anos, ele vive a experiência inédita no filme "Sex Tape - Perdido na Nuvem", contracenando com Jason Segel.c"Foi minha primeira vez. Mas Jason [Segel] ficou nu também", avisa. ‘Sex Tape – Perdido na Nuvem‘ estreia no Brasil no dia 7 de Agosto.
VEJA CENAS DO FILME, CLIQUE AQUI
Deus, salve o Flamengo!
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Atenção, não é piada. Fla Boutique vende lanterna Flamengo a R$29,90. Veja no site oficial. Clique AQUI |
Zico, Júnior, Adílio, Tita, Nunes, Rondineli, Márcio Braga, Hélio Ferraz, São Judas Tadeu, toda Nação rubro-negra, do Rio e do Brasil uní-vos em oração, numa desesperada tentativa de “salvar” o Flamengo de uma verdadeira catástrofe. O rebaixamento para a “segundona” ou “terceirona”seria o de menos, já que o elenco do Flamengo, de hoje, é medíocre, sem sangue, sem capacidade de reação, sem técnica nem técnico, uma postura lamentável para um clube que já foi CAMPEÃO MUNDIAL!
A diretoria demitiu o Jaime depois de uma derrota para o Fluminense, quando ainda “respirava”. De lá para cá foram só derrotas e a “lanterna” merecida. O Ney Franco não tem o perfil para ser treinador do Flamengo.
A não ser o Éverton, único que sabe jogar futebol, (não sei se ainda está no elenco), o resto do time, a começar pelo goleiro Felipe (o Paulo Victor é muito melhor), pode ser dispensado à preço de banana d'água no fim da feira...
Não sei quem autoriza contratar jogadores, mas também não entende nada de futebol! Psicólogo não vai adiantar nada! Ele corre o risco de precisar de um divã para ele próprio!
Dá pena ver o Negueba correndo de um lado para outro, na “roda” de bobo, como aconteceu neste domingo contra o Internacional. O Mugni pensa que é craque e erra todos os passes.
Era preferível colocar em campo a equipe de “juniores”, para tentar uma recuperação. Trazia o Jaime de volta e um supervisor com a importância do Zico ou do Júnior, pelo que representam para o clube.
Domingo o Flamengo enfrenta o Botafogo, que está um pouco melhor, e, provavelmente, vai sofrer nova derrota. É tempo de orar!
(Nelio Barbosa Horta, de Saquarema)
Antes de julgar e condenar deixemos Dunga trabalhar
por Eli Halfoun
Não deu outra: a CBF sabia que ao
anunciar o nome de Dunga como o novo técnico da seleção brasileira não
agradaria a torcida e provocaria muita discussão, o que também acontecerá se o
escolhido fosse outro. Nenhum nome agradaria ou agradará toda a torcida, especialmente
porque até nisso torcedor de futebol é movido pela paixão e não pelo bom senso.
Não se pode negar a qualidade de Dunga, muito menos o seu caráter e conduta
profissional e pessoal. É impossível prever como será nessa nova fase o
trabalho de Dunga, mas também não se pode negar que ele tem condições de
renovar e modernizar nosso futebol. Além do mais a escolha de Dunga serve
também para fazer justiça a um dos técnicos que mesmo tendo conquistado títulos,
foi o mais massacrado e injustiçado na história da seleção. Dunga foi
perseguido pela imprensa simplesmente porque não beneficiou como costumam fazer
outros técnicos nenhum veículo de comunicação e não permitiu que os treinos
virassem uma festinha. Dunga foi um jogador exemplar e apesar da pouca
experiência um técnico que mostrou competência que lhe foi e será exigida. Não
se pode julgar e muito menos condenar Dunga antes que ele mostre ter evoluído
como técnico e faça o trabalho que a seleção precisa e a torcida exige. Nesse
momento o mais importante é permitir que Dunga trabalhe em paz: deixemos esse
absurdo tipo de julgamento para quando Dunga mostrar o que fez e o que de muito
pode fazer. Afinal, a partida só acaba quando termina o jogo termina. O Brasil
entrou na última Copa do com o nariz empinado e certo dede que o hexa já era
nosso. Deu no que deu e essa liçã0o não podemos esquecer. (Eli Halfoun)
CBF procura novo diretor de comunicação, mas já se vira com um antigo interino
por Eli Halfoun
Somente no ano que vem quando o novo
presidente assumir é que será convidado o novo diretor de comunicação da CBF
para substituir Rodrigo Paiva que ocupou o cargo durante anos. A saída de Paiva
não chegou a ser surpresa: desde o início, José Maria Marin e Marco Pólo, a dupla
devagar quase parando, não mostrou simpatia por Paiva e nem por seu trabalho.
Enquanto o novo diretor não vem o cargo será interinamente respondido pelo
assessor Alexandre da Silveira que é uma digamos herança deixada por Ricardo
Teixeira, outro que recebe um alto salário para ser consultor especial mesmo
morando em Miami. A CBF é será por ainda muito tempo um saco de gatos. (Eli Halfoun)
Gisele é a primeira modelo do mundo a acumular fortuna de R$ 1 bilhão
por Eli Halfoun
Gisele Bunchen não precisa de fiscais
do Imposto de Renda americano para vigiarem o que ela fatura com seu trabalho.
A revista Forbes se encarrega de exercer essa vigilância acompanhando de perto
os trabalhos de Gisele na área da moda e em seus contratos publicitários. Depois
de severa apuração a enxerida revista concluiu que Gisele ganha diariamente
R$ 282 mil. A própria Gisele garante: “não saio de casa por menos desse
valor”. É assim que ela ser tornou a primeira modelo da história a acumular uma
fortuna estimada em R$ 1 bilhão. A Forbes deve morrer de inveja. (Eli Halfoun)
domingo, 20 de julho de 2014
Falta do final feliz dividiu o público no último capítulo de “Em Família”
por Eli Halfoun
Ganhar ou perder faz parte da
competição que envolve qualquer esporte, assim como agradar ou desagradar é
parte de qualquer programa de televisão, principalmente as novelas que mobilizam
um grande público durante meses vivendo e discutindo o dia a dia dos
personagens aos quais muitas vezes o espectador se integra e acompanha como se
fosse uma pessoa intima - e é porque entra todas as noites em nossas casas para
mobilizar a atenção e as conversas.
O recente final de “Em Família” não
escapou desse esquema: agradou a uma boa parte do público e desagradou outra
boa parte. Todo mundo sabia que o personagem Laerte iria morrer e que, portanto,
não haveria nenhum tradicional final feliz para o digamos principal casal da
novela. O público sentiu falta do final feliz, que, aliás, deixou de ser obrigatório
em novelas faz tempo. A verdade é que a tal felicidade passou longe da maioria
dos personagens durante quase toda a trama. Ninguém era inteiramente feliz na
novela: cada personagem carregava uma infelicidade explicita. Como se só a
infelicidade fizesse parte da vida. A única personagem que pareceu feliz todo o
tempo foi Chica que sempre soube dar a volta por cima e enxergou a vida com um
sorriso embora as lágrimas também fossem necessárias.
Houve época que o final de qualquer novela era
feliz e juntava os sofridos casais em um “the end” que era o esperado e que
talvez por isso deixasse todos (personagens e público se não felizes pra sempre
felizes com o final da novela. A felicidade não é mais obrigatória para encerar um folhetim: a cada vez mais
constante de se aproximar da realidade
modificou o rumo que as novelas tinham para encerrar a história com um
apaixonado beijo que de certa forma mostrava que o fim era um novo
começo.Durante o desenrolar dos capítulos de “Em Família” foi possível perceber
nitidamente que o tal e tão esperado e apaixonado final feliz não aconteceria
da maneira que o público se acostumou a
ver e a gostar. Não há nada de errado nisso quando se abre que a vida real não é feita todo o tempo
só de felicidade e quando se sabe também que mesmo depois de momentos de
profunda angustia e tristeza a vida continua, precisa continuar. Foi o que o
autor deixou muito claro ao fazer seus personagens seguirem a vida
normalmente. Essa é a vida como ela é.
(Eli Halfoun)
Romário leva de barbada a eleição para o Senado no Rio. É a força de sua língua afiada
por Eli Halfoun
Pesquisas eleitorais indicam que o
deputado federal Romário será eleito com maioria de votos para ser um dos
representantes do Rio no Senado. Analistas políticos não hesitam afirmar que
Romário leva essa de barbada e que um de seus trunfos são as constantes e
severas opiniões feitas aos dirigentes do nosso futebol. Romário era bom com os
pés para fazer gols e parece ser tão bom com a língua afiada que de uma forma
ou de outra sempre diz o que a torcida e, portanto, o eleitor quer ouvir e
dizer. (Eli Halfoun)
Dilma precisa de mais jogo de cintura para enfrentar brigas dos assessores de campanha
por Eli Halfoun
Não são apenas os concorrentes que a
presidente Dilma Rousseff precisa enfrentar na corrida para a reeleição. A
presidente está necessitando desenvolver muito o jogo de cintura para enfrentar
os constantes desentendimentos ente João Santana e Franklin Martins, que não se
bicam em relação a muitas decisões sobre o marketing de campanha. Há os que
garantem que Dilma é mais favorável ao que Santana aconselha (só fala com ele e
não recebe Martins). O fato é que se Dilma for reeleita Franklin Martins não
tem a menor chance de integrar a sua equipe de governo. Ela até costuma comentar
que não quer Franklin Martins em seu governo “nem morta”. (Eli Halfoun)
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Final de “Em Família” promete muita emoção mesmo que todos já o conheçam
por Eli Halfoun
Os telespectadores estão cansados de
saber como será hoje a morte do personagem Laerte hoje no último capítulo (tem reprise
amanhã) da novela “Em Família”. O autor Manoel Carlos escreveu um único final e
a imprensa tratou de divulgá-lo com bastante antecedência. Essa antecipação na
imprensa é sempre motivo de discussão porque os autores argumentam que provoca
desinteresse no público e, portanto, queda de audiência. Não é bem assim: mesmo
tendo lido em qualquer jornal ou revista o que acontecerá o público guarda
sempre a curiosidade de ver (televisão é imagem) como se desenvolverá a tão
esperada cena. Ler é muito diferente do que ver e quando lê o telespectador
desenvolve na imaginação como seria para ele a cena ideal. O público é muito curioso
e sempre gostou (com raras exceções) de saber do final antecipadamente e não só
de novelas: é comum leitores de livros partirem logo para a última página e só
depois de conhecer o final do livro retomaram a leitura do início.
Lembro das muitas conversas que tive
com a novelista Janete Clair que ficava irritada comigo porque eu era oi rei de
publicar o final de suas novelas: ela reclamava e dizia que assim eu acabava
com o interesse do público. Contra sua irritação (sempre muito educada) usei um
argumento que a fez aceitar melhor a antecipação do final de suas novelas na
imprensa. Tentei fazer a Janete entender que o público sabia o final de “A Vida
de Cristo” e nem por isso deixava de ver os filmes geralmente exibidos no
período do Natal. Da mesma forma que todos conhecem o final de Romeu e Julieta
e nem por isso deixam de ver qualquer filme (e são muitos) que aborde o tema.
Só para lembrar o que certamente você
já leu nos jornais: Laerte morre com um tiro disparado por Lívia no na igreja
no momento de seu casamento com Luisa. Acontece é claro um corre-corre danado:
Laerte é cercado pelas mulheres de sua vida) e morre diante de Selma, sua mãe,
que muito doente nem percebe o que está acontecendo e ao ver o filho
ensanguentado, estirado no chão e já praticamente morto apenas pergunta “quem é
?”. Depois disso acontece uma passagem de tempo e Luisa conversa com Alice
dizendo que está aberta para um novo amor, mas que Laerte será sempre a grande
paixão de sua vida. Mesmo sabendo esse final é bom não perder o último capítulo
pra conhecer como ele se desenvolverá em imagens e emoção. Se você até aqui não
custa agüentar mais um pouquinho. (Eli Halfoun)
Playboy vai mostrar mais da empregada Guiomar de “Em Família
por Eli Halfoun
A proposta foi boa e o convite
insistente, mas nem assim a atriz Bianca Rinaldi (a Dra. Silvia de “Em Família”)
aceitou posar nua para a revista Playboy. Casada com o empresário Eduardo Menga
e mãe de duas filhas, Bianca acha que sua vez para esse tipo de trabalho passou.
De qualquer maneira a Playboy não desistiu de “Em Família”: acertou um ensaio
nu com a jovem atriz Jéssica Alves, a intérprete da empregada Guiomar. Tem
carne nova no pedaço. (Eli Halfoun)
Tiroteio da corrida presidencial tem muitos tiros de festim
por Eli Halfoun
Corrida eleitoral é um tiroteio,
especialmente quando se busca a Presidência da República, com uns atirando
contra os outros. Muitas vezes são apenas tiros de festim, como mostra recente
declaração do candidato Aécio Neves: ele garante que manterá os programas e
projetos sociais estabelecidos pelo governo Dilma Roussef. Estranho é que até
recentemente Aécio achava tudo o que Dilma fez uma porcaria e agora parece ter
mudado de idéia deixando no ar umas dúvidas: se promete manter intactos todos
os programas sociais de Dilma é porque eles são bons e úteis. Se não fossem
certamente não seriam mantidos por quem quer que seja. Das duas uma: ou Aécio
está reconhecendo a importância do governo social de Dilma ou está falando da
boca pra fora apenas para impressionar os eleitores da presidente que busca a
reeleição. (Eli Halfoun)
“Em Família” chega ao fim como uma novela sem preconceitos que tratou o amor com naturalidade
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O beijo de Clara (Gioanna Antonelli) e Marina (Tainá Muller) na novela "Em Família). Reprodução |
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E a esperada cena do casamento de Clara e Marina. Reprodução |
por Eli Halfoun
Felizmente os tempos estão mudando
mesmo, o público aplaudiu e recebeu com naturalidade o beijaço (nada de selinho
para disfarçar, que Clara e Marina, ou seja, a dupla Clarina, trocaram na
cerimônia (belíssima, por sinal) do casamento que uniu o casal sem
preconceitos e com o apoio de toda a família e amigos. Até a exibição dessa
cena na novela “Em Família” era quase impossível prever que o público que já
foi tão preconceituoso enfim aceite que o amor entre duas pessoas é saudável
simplesmente porque independente do sexo do casal é simplesmente amor e amor é
o que mais vale na vida. A novela “Em Família” chega ao fim hoje e não se
pode negar que apesar de muito e exageradamente
criticado o autor Manoel Carlos ofereceu mais uma vez um bom, trabalho:
tratou todos os temas até então considerados tabus com respeito, clareza e a
naturalidade que o mundo moderno impõe mais a cada dia. É verdade que “”Em
Família” também reuniu um bando de personagens chatos (Helena é chatíssima), o
que não é nenhum exagero: a vida está repleta de pessoas chatas e
descontroladas. No saldo geral “Em Família” deixará boas lembranças até na
exigente parcela do público que inicialmente achou tudo muito ruim. Não foi: o
autor soube O conquistar aos poucos a compreensão, o interesse e o aplauso dos
telespectadores. A novela também deixa como destaque o bom gosto de cenas
montadas para fotografia: foram um show de imagens que sem dúvida enriqueceram
a televisão que, afinal, é feita imagens. Quanto mais belas melhor. (Eli
Halfoun)
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Um retrato de mulher provoca polêmica em Londres e deixa moralistas nervosinhos...
por Omelete
O fato não aconteceu no Afeganistão nem na Arábia Saudita. Foi na Inglaterra mesmo. Na supostamente aberta Londres. Uma pintura de uma mulher mostrando seus pêlos pubianos foi removida de uma galeria no centro da cidade. O "Retrato de Ms Rubi", de Leena Mc Call foi banido da mostra depois de queixas de alguns senhores nervosos que classificaram o retrato de "disgusting" ("nojento"). Eu, hein? Muita gente protesta na rede contra a galeria que cedeu diante dos moralistas. Mas imediatamente uma outra galeria se ofereceu para exibir o retrato por duas semanas em um salão de verão. Menos mal.
O fato não aconteceu no Afeganistão nem na Arábia Saudita. Foi na Inglaterra mesmo. Na supostamente aberta Londres. Uma pintura de uma mulher mostrando seus pêlos pubianos foi removida de uma galeria no centro da cidade. O "Retrato de Ms Rubi", de Leena Mc Call foi banido da mostra depois de queixas de alguns senhores nervosos que classificaram o retrato de "disgusting" ("nojento"). Eu, hein? Muita gente protesta na rede contra a galeria que cedeu diante dos moralistas. Mas imediatamente uma outra galeria se ofereceu para exibir o retrato por duas semanas em um salão de verão. Menos mal.
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Bolsa de mulher ou nécessaire?
por Nelio Barbosa Horta
Verdadeiro baú secreto, fechado a sete chaves, geralmente com muitas divisões, algumas até com cadeado. Misterioso refúgio para todo tipo de acessório, pedaços de papel com anotações diversas, às vezes incompreensíveis, nele encontra-se de tudo: canetas, batom, clips, maquiagens, cartão de crédito, escova de cabelo, presílhas, grampos, lenços de papel, chaves, algodão, lixas de unha, balas, livros, absorventes e... o celular.
As bolsas das mulheres fazem parte obrigatória do “modus vivendi” de todas, todas as mulheres indistintamente.
Tentei fazer uma pesquisa, para saber o que elas trazem de tão importante e misterioso a ponto de não deixar nenhum homem ter acesso ao seu “mundo secreto”.
Comecei pelos familiares, cuja “entrada” era mais fácil, amigas, amigas das amigas, vizinhas, mulheres de vizinhos, com ajuda deles, tendo sempre o cuidado de dizer que era apenas uma pesquisa, sem nenhum objetivo crítico. Quase desisti, devido à quantidade de recusas que recebi. Mas, vamos lá...
Quando crianças, elas só usam as bolsas ou mochilas da escola, mas quando crescem, a bolsa passa a ser parte integrante das suas vidas, onde são levadas todas as coisas consideradas importantes e que, às vezes, não serão utilizadas NUNCA.
A grande maioria afirma que com as bolsas se sente mais seguras, até para dar uma “bolsada” em algum abusado que se aproxime.
Claro que estou falando de uma maneira geral, elas dizem “é nossa segunda casa”, onde podemos estar preparadas para o que “der e vier!”
As meninas guardam brinquedos, esmalte, papéis com desenhos, balas... mas as bolsas se tornam realmente importantes quando elas ficam adultas e começam a se encontrar, na fase da adolescência e, a partir daí, não conseguem mais viver sem este objeto tão cobiçado, AS BOLSAS.
Qual a necessidade de ter uma daquele tamanho? Têm mulheres cujas bolsas chegam a pesar 20 quilos, ou mais. Algumas têm vários tipos de bolsas, mas “UMA É A PREFERIDA”. Elas carregam cerca de 50 itens que vão circulando entre as bolsas preferidas.
Aos poucos elas vão aumentando a quantidade de objetos chamados “imprescindíveis”.
A grande verdade é que no meio daquela “desordem organizada”, elas se realizam e somente elas acham o que procuram.
Elas andam abraçadas com as bolsas e a protegem como se carregassem um "diamante vermelho" ou algo muito precioso e que nem ladrão consegue roubar.
Vocês já viram alguma mulher, na rua, sem bolsa? Nem eu...(Nelio Barbosa Horta, Saquarema)
Verdadeiro baú secreto, fechado a sete chaves, geralmente com muitas divisões, algumas até com cadeado. Misterioso refúgio para todo tipo de acessório, pedaços de papel com anotações diversas, às vezes incompreensíveis, nele encontra-se de tudo: canetas, batom, clips, maquiagens, cartão de crédito, escova de cabelo, presílhas, grampos, lenços de papel, chaves, algodão, lixas de unha, balas, livros, absorventes e... o celular.
As bolsas das mulheres fazem parte obrigatória do “modus vivendi” de todas, todas as mulheres indistintamente.
Tentei fazer uma pesquisa, para saber o que elas trazem de tão importante e misterioso a ponto de não deixar nenhum homem ter acesso ao seu “mundo secreto”.
Comecei pelos familiares, cuja “entrada” era mais fácil, amigas, amigas das amigas, vizinhas, mulheres de vizinhos, com ajuda deles, tendo sempre o cuidado de dizer que era apenas uma pesquisa, sem nenhum objetivo crítico. Quase desisti, devido à quantidade de recusas que recebi. Mas, vamos lá...
Quando crianças, elas só usam as bolsas ou mochilas da escola, mas quando crescem, a bolsa passa a ser parte integrante das suas vidas, onde são levadas todas as coisas consideradas importantes e que, às vezes, não serão utilizadas NUNCA.
A grande maioria afirma que com as bolsas se sente mais seguras, até para dar uma “bolsada” em algum abusado que se aproxime.
Claro que estou falando de uma maneira geral, elas dizem “é nossa segunda casa”, onde podemos estar preparadas para o que “der e vier!”
As meninas guardam brinquedos, esmalte, papéis com desenhos, balas... mas as bolsas se tornam realmente importantes quando elas ficam adultas e começam a se encontrar, na fase da adolescência e, a partir daí, não conseguem mais viver sem este objeto tão cobiçado, AS BOLSAS.
Qual a necessidade de ter uma daquele tamanho? Têm mulheres cujas bolsas chegam a pesar 20 quilos, ou mais. Algumas têm vários tipos de bolsas, mas “UMA É A PREFERIDA”. Elas carregam cerca de 50 itens que vão circulando entre as bolsas preferidas.
Aos poucos elas vão aumentando a quantidade de objetos chamados “imprescindíveis”.
A grande verdade é que no meio daquela “desordem organizada”, elas se realizam e somente elas acham o que procuram.
Elas andam abraçadas com as bolsas e a protegem como se carregassem um "diamante vermelho" ou algo muito precioso e que nem ladrão consegue roubar.
Vocês já viram alguma mulher, na rua, sem bolsa? Nem eu...(Nelio Barbosa Horta, Saquarema)
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