segunda-feira, 16 de setembro de 2013
sábado, 14 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Aécio Neves está jogando conversa fora na televisão
por Eli Halfoun
Jogar conversa fora não é
só uma expressão utilizada por frequentadores de botequim para os papos que não
levam a absolutamente nada. Jogar conversa fora é o que o tucano presidenciável
Aécio Neves anda faz nos muitos espaços que utiliza diariamente na televisão. Aécio
repete insistentemente um convite pedindo para que os eleitores conversem com
ele, que também não deixa de fazer, mesmo que ainda enrustidamente, promessas
que sabe não poderá cumprir ainda que seja eleito, o que é muito difícil e
improvável para o pré-candidato (essa é outra mentira porque todos já sabem que ele
é candidato e se não fosse não estaria perdendo tempo e provavelmente dinheiro
na televisão. Nada do que Aécio diz até agora pode ser realmente levado a sério
quando convoca o eleito para conversar. Só esqueceram de avisar ao candidato que
o eleitor está cheio de conversa fiada e por isso mesmo não tem mais nenhuma
disposição para jogar conversa fora. Como Aécio está fazendo. (Eli Halfoun)
Ministros do STF estão exaustos com o mensalão. O povo também
por Eli Halfoun
“Estamos todos exaustos de
tratar deste caso” – o desabafo é do ministro do STF Gilmar Mendes e o caso é o
mensalão. A declaração está no meio de uma análise que ele faze sobre o cansaço
do STF no legalmente confuso julgamento do mensalão. A frase também se encaixa
perfeitamente para a exaustão que o povo está diante do julgamento que nunca
chega ao final desejado e esperado, ou seja, com a condenação definitiva e
prisão dos envolvidos. Tudo bem que o Supremo tem normas para seguir, mas a
impressão que fica é a de que fica é a de que estão querendo ganhar tempo para
que algumas sentenças caiam no esquecimento e não sejam cumpridas. Os ministros
do Supremo devem mesmo estar esgotados do trabalho com o mensalão. O povo está
exausto de acompanhar uma “novela” sem fim e que dessa vez que pode acabar em
uma pizza dupla e gigante Que certamente fará o povo vomitar. (Eli Halfoun)
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Espera-se um premio justo para Mateus Solano em ”Amor à Vida”
![]() |
| Mateus Solano em Amor à Vida. Foto TV Globo/ Divulgação |
por Eli Halfoun
Estamos quase no final do
ano e como sempre começarão a surgir muitas listas de melhores da televisão. Mais
uma vez haverá injustiças: provavelmente Mateus Solano será indicado como o
melhor ator coadjuvante quando na verdade merece a indicação de melhor ator.
Afinal, em ”Amor à Vida” ele só é coadjuvante no letreiro porque no dia a dia
de cada capítulo é sem dúvida a grande estrela da novela de Walcyr Carrasco. Indicações
para melhor ator são determinadas pelo trabalho dos chamados medalhões. Foi
assim com Marcelo Serrado que merecia ser o melhor ator, mas ficou mesmo só com
o premio de coadjuvante. Repare que como nos casos de Serrado e agora de Solano
os medalhões é que é que viram coadjuvantes. Então não tem sentido não indicar
Mateus Solano como melhor ator, o que em “Amor à Vida” ele realmente é. (Eli Halfoun)
Lei Maria da Penha
por Nelio Barbosa
Horta
O caso “Fera da Penha”
No dia 30 de junho de 1960, Neyde telefonou para a escola
onde Taninha estudava, dizendo-se Nilza, e que não poderia ir pegar a filha,
por isso mandaria uma vizinha (no caso, Neyde) apanhá-la. E foi exatamente o
que aconteceu. Naquela mesma tarde, quando Nilza foi levar o lanche da filha,
ficou sabendo de tudo e procurou a polícia, apesar de nem sequer imaginar que
fosse Neyde que tinha levado a menina. Neyde ficou andando sem rumo com Taninha
com cerca de 5 ou 6 horas por várias ruas, até que ao cair da noite ela passou
na casa de uma amiga, no bairro da Penha, e por fim numa farmácia para comprar
um litro de álcool. Às 20 horas, ela conduziu a menina ao galpão dos fundos do
Matadouro da Penha, executou a menina com um único tiro na cabeça e pôs fogo em
seu cadáver, antes de ir embora tranquilamente.
C aso “Maria da Penha”
Essa lei foi criada com os objetivos de impedir que os
homens assassinem ou batam nas suas esposas, e proteger os direitos da mulher.
Segundo a relatora da lei, Jandira Feghali “Lei é lei. Da mesma forma que
decisão judicial não se discute e se cumpre, essa lei é para que a gente
levante um estandarte dizendo: Cumpra-se!
A “Lei Maria da Penha” é para ser cumprida. Ela não é uma lei que
responde por crimes de menor potencial ofensivo. Não é uma lei que se restringe
a uma agressão física. Ela é muito mais abrangente e por isso, hoje, vemos que
vários tipos de violência são denunciados e as respostas da Justiça têm sido
mais ágeis. A lei é altamente positiva, porém o nome não deveria criar
dúvidas de quem se trata e quais são os seus objetivos.
Os Evangélicos também consideram a lei importante. A Igreja
Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), por exemplo, elaborou uma
cartilha, onde condena severamente a violência praticada contra a mulher,
“Temas e conversas – pelo encontro da paz e superação da violência doméstica”.
Opiniões contrárias
Um dos pontos chave é que o artigo 5º da constituição que
garante direitos iguais a todos, portanto o termo "violência contra a
mulher" é incompleto, pois separa a violência "contra as mulheres dos
demais. Uma outra crítica vem do delegado Rafael Ferreira de Souza, ele afirma:
"Quantas vezes presenciei a própria mulher, vítima de uma ameaça ou de uma
lesão corporal, desesperada (literalmente) porque seu companheiro ficaria
preso”.
O uso abusivo da lei também foi apontado algumas vezes. A
jornalista Ligia Martins de Almeida afirmou que lei pode se tornar
"desacreditada" se for usada de forma excessiva. Ligia apontou num
artigo ao Observatório da Imprensa que a lei foi usada duas vezes numa mesma
semana para tentar livrar homicidas de punição. No caso mais conhecido, os
advogados de Elize Matsunaga, que matou seu marido, apresentaram a tese de que
ela "agiu sob forte emoção" e de que sofria maus tratos para
justificar o crime, invocando a lei “Maria da Penha”. - Nelio Barbosa Horta, de Saquarema (com Wikipedia)
Sempre que ouço, ou leio no noticiário, alguma referência à
“Lei Maria da Penha”, criada em agosto de 2006, para que houvesse um aumento no
rigor das punições da violência contra as mulheres ocorridas no âmbito
familiar, lembro de um fato acontecido
nos anos 60, em que a protagonista chamava-se Neyde Maria Lopes e que ficou
conhecida como “A Fera da Penha”.
Considero que a “Lei Maria da Penha” deveria ter uma outra denominação, para
que não se confundam às cruéis agressões de hoje a uma bárbara tragédia,
acontecida há mais de cinqüenta anos. Os jovens, certamente, não saberão de quem se trata, mas os
mais velhos terão lembranças terríveis daquele episódio que chocou o país e
ganhou as manchetes dos jornais.
![]() |
| Reprodução Internet |
Começou em 1959, quando Neyde Maria Lopes, à época com 22
anos de idade, conheceu Antônio Couto Araújo, e apaixonou-se por ele. Por cerca de 3 meses, eles se encontraram.
Mas logo ela acabou descobrindo por intermédio de um amigo que Antônio era
casado e pai de duas crianças. Sabendo disto, ela exigiu que ele abandonasse a
esposa e filhas. Vendo que Antônio não abandonaria sua família, Neyde traçou
outra tática: resolveu aproximar-se da família de seu amado. Fingindo ser uma velha colega de colégio de Nilza Coelho
Araújo, esposa de Antônio, Neyde conquistou a confiança desta e assim passou a
visitar e conviver com a família, apesar da recusa de Antônio. A verdade é que
Neyde não suportava sentir-se como sendo "a outra" na vida de Antônio
e como este não se entregaria integralmente, ela decidiu tramar sua vingança
contra o amante. A futura assassina viu em Tânia Maria Coelho Araújo, a
"Taninha", de apenas 4 anos, filha mais velha do casal, o alvo
perfeito para sua vingança.
Dias depois, presa, ela negou todas as acusações em um longo
interrogatório de mais de 12 horas, mesmo tendo de se confrontar fisicamente
com os pais da vítima e outras testemunhas. Tempos depois, em desabafo com um
radialista, confessou com frieza todos os detalhes do crime, o que acabou lhe
rendendo popularmente a alcunha de "A Fera da Penha", e que dura até
hoje. Foi condenada a 33 anos de prisão, após cumprir 15 anos, por bom
comportamento, ganhou a liberdade.
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| Reprodução Internet |
O caso de Maria da Penha Maia Fernandes resultou na lei que a homenageia, a de número 1.340. Ela foi espancada de forma brutal e violenta pelo marido durante
seis anos de casamento. Em 1983, por duas vezes, ele tentou assassiná-la,
tamanho o ciúme doentio que sentia. Na primeira vez, com arma de fogo, deixando-a
paraplégica, e na segunda, por eletrocussão e afogamento. Após essa tentativa
de homicídio ela tomou coragem e o denunciou. O marido de Maria da Penha só foi
punido depois de 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime
fechado, para revolta de Maria com o poder público.
Opiniões favoráveis
A juíza Andréia Pachá considera a lei um marco na história
da luta contra a violência doméstica, segundo ela: " A Lei Maria da Penha
foi um passo importante para enfrentar violência contra mulheres “. Acessado em
10 de setembro de 2008. A maioria dos segmentos da sociedade, incluindo a
Igreja Católica, consideraram a lei muito bem-vinda. Inclusive em 1990 a
Campanha da Fraternidade, instituída pela CNBB, escolheu o tema “Mulher e Homem
— Imagem de Deus”, fazendo clara referência a igualdade de gêneros. Na Câmara,
a deputada representante da bancada feminina Sandra Rosado, chamou a atenção de
suas companheiras para a aplicação da lei com rigor e prioridade.
Alguns críticos alegam que, embora mais rara, a violência
contra o homem também é um problema sério, minimizado pela vergonha que sentem
em denunciar agressões sofridas por parte de companheiras agressivas. É
caracterizada pela coação psicológica, estelionato (como casamentos por
interesse), arremesso de objetos e facadas.
A esperada volta por cima de da presidente Dilma Rousseff
por Eli Halfoun
Quem sabe, sabe: no calor
da onda de protestos (os decentes, que reuniram 200, 300 mil manifestantes e não
esse bando de arruaceiros que se transformou em motivo de protesto de toda a
população do bem) o marqueteiro João Santana disse mais de uma vez e com
convicção que a queda de intenções de votos e de popularidade da presidente Dilma
Rousseff era reflexo do calor do momento. Disse também que Dilma recuperaria boa
parte dos eleitores e do prestígio e apostava (ainda aposta e agora com mais
entusiasmo) em sua reeleição no primeiro turno. Nova pesquisa confirma a experiente previsão do marqueteiro: Dilma está recuperando
(e bem) os eleitores e o prestígio popular, o que faz disparar o entusiasmo do
marqueteiro em garantir que ela será reeleita no o primeiro turno e até com certa
facilidade. Até os mais apaixonados eleitores da presidente sabem que ela teve
(e tem) erros em seu governo, mas sabem também (assim como a oposição) que
Dilma Rousseff deu ao país importantes conquistas sociais e essas o povo não
esquece. Conquistas sociais só não interessam aos que já tem tudo e morrem de
medo de perder alguma coisa. Dilma é a candidata mais forte na corrida eleitoral
e não tem um único concorrente com cacife para enfrentá-la. Os concorrentes de Dilma
contaram com as manifestações para fortalecer seus nomes. Não conseguiram mesmo
porque o povo que se manifestou a favor de um país melhor em nenhum momento
desfilou com faixas ou cartazes de “fora Dilma”. Criticou sim (ainda há muito a
criticar), reivindicou melhorias para o país e ao acordar está percebendo que
por mais que a oposição não queira as melhorias serão uma inevitável
continuação do melhor que o governo Dilma já fez. Continuará fazendo porque é
só isso o que os verdadeiros e pacíficos manifestantes querem. (Eli Halfoun)
Talento faz com que Marcelo Adnet seja cobrado demais
por Eli Halfoun
Talvez por já ter mostrado
um grande e inegável talento Marcelo Adnet, sem dúvida um dos melhores
comediantes surgidos nos últimos anos, esteja sendo vítima de uma exagerada
cobrança desde que foi contratado pela Globo. Esperava-se (e ainda se espera)
muito do versátil humorista que, na opinião da crítica, ainda não emplacou nada
de bom e, portanto de sucesso na nova emissora. Reconheçamos que Adnet
realmente não deu sorte em sua estréia no seriado “O Dentista Mascarado”, mas o
fracasso nada teve a ver com o desempenho de Adnet: ele teve pouca responsabilidade
no desenvolvimento do programa. A verdade é que ”O Dentista Mascarado” deixou
as desejar em tudo, desde a sua criação pelos também inegavelmente competentes
Alexandre Machado e Fernanda Young até a finalização da produção. O seriado
acabou (deve ter sido um alívio para Adnet) e o comediante ganhou espaço no
Fantástico, primeiro com sátiras ao futebol e agora com a recriação bem
humorada de números musicais que fizeram a história do programa dominical. Se
com essas recriações o sucesso não tem sido reconhecido em audiência não se
pode negar que Adnet tem feito um bom trabalho, o que não é novidade para um perfeito
imitador como ele é e continuará sendo. Agora o que se diz na Globo é que no
final do ano Adnet ganhará um novo programa - um programa solo no qual poderá
qual mostrar de forma inteira toda a sua versatilidade. O fato é que no momento
Adnet tem sido cobrado com exagero. É uma cobrança que só acontece porque ele
já mostrou que é muito melhor e mais criativo do que a Globo lhe permitiu
mostrar até agora. O perigo é que essas exageradas cobranças acabem virando
mania e “queimem” um dos maiore4s talentos humorísticos surgidos ultimamente
com numa nova safra de excelentes comediantes. Quem acompanha o trabalho de Marcelo
Adnet sabe que quando lhe derem o programa que merece ele realmente não
decepcionará. Ainda assim continuará sendo muito cobrado se não pelo público
por uma crítica que só consegue ver o que quer enxergar do jeito exagerado que
acha melhor. (Eli Halfoun)
Um novo Neymar surge no Barça. Fora de campo
por Eli Halfoun
Jornalistas que acompanham
a nova trajetória de Neymar no Barcelona garantem que o jogador já adotou o
“estilo Barça”. Jogando no clube espanhol há pouco mais de um mês, Neymar mudou
o penteado e a cor dos cabelos e, o que parecia mais difícil para um jovem tão
alegre, adotou uma postura mais séria: não brinca mais com os companheiros nos
treinos (está mais concentrado). Sempre que surge uma oportunidade faz questão
de elogiar Messi não só porque é fã assumido do craque argentino, mas também
porque foi alertado que Messi tem poder de influência para acabar com o
estrelismo de qualquer jogador. Quem acompanha Neymar também tem reparado que
ele morre de saudades de Santos. Não exatamente do time, mas da cidade em que sempre
viveu. Ainda bem que saudade é coisa que dá e passa. Ainda mais quando se tem
grana para curtir bons momentos. (Eli Halfoun)
Futebol não pode mais ser cabide de emprego para cartolas
por Eli Halfoun
Se for aprovado pela
Câmara dos Deputados (já foi no Senado) o projeto que limita em quatro anos (sem
reeleição) a permanência de dirigentes em entidades de futebol pode ser o
início de uma partida que colocará vários dirigentes que nada dirigem para
córner. O futebol brasileiro precisa mesmo de uma renovação que só é possível
com a mudança de mentalidade e esse tipo de mudança só se consegue mudando as
pessoas que estão no comando. Um dirigente que permanece mais de quatro anos
na, por exemplo, presidência da CBF acaba reunindo possibilidades e assessores
que lhe permitam fazer o futebol um grande negócio para eles mesmo e não para o
esporte. O projeto pode ser também o tiro de meta para que modificações sejam
feitas nos clubes. Clubes de futebol são empresas privadas e, portanto, ninguém
de fora pode interferir no comando, mas se os próprios clubes não permitirem em
seus estatutos que um presidente se perpetue no cargo com seu timinho de
assessores não há a menor dúvida de que o futebol sairá ganhando em termos de
gestão, principalmente se ao final de cada mandato o clube for obrigado
(obrigado mesmo) a colocar em dia suas dívidas fiscais. Os clubes devem os olhos
da cara ao INSS e ao Imposto de Renda e continuam fazendo uma espécie de linha
de passe com as dívidas e as vantagens que nenhum outro tipo de empresa
consegue com tanta facilidade. O que encarece o futebol para os clubes não são
os salários (aliás, sempre em atraso) dos jogadores, mas sim investimentos mal
feitos e geralmente superfaturados que obrigam a rolar as dívidas que assim
encarecem e rolam (e enrolam) cada vez mais. Futebol bem jogado não é só aquele
que se joga em campo. Também é o que deve ser joga na administração de um
clube. Clubes e entidades de futebol não podem continuar fazendo gols contra -
contra os próprios clubes e contra o futebol brasileiro de uma maneira geral. (Eli Halfoun)
Novelas não querem saber de turismo interno
por Eli Halfoun
A falta de incentivo ao
turismo interno, ou seja, brasileiros conhecendo o próprio e belo país, é uma
das mais constantes reclamações das autoridades do setor a falta de incentivo.
A televisão seria, especialmente através das novelas, a melhor e mais
abrangente forma de levar os brasileiros a visitarem o Brasil antes de carimbar
os passaportes para o exterior. As
novelas não costumam dar muito espaço pra o que há de belo e diferente em todos
os estados brasileiros: prefere dedicar longos minutos (custam caro) mostrando
outros países como, por exemplo, aconteceu com a viagem de Bento e Amora para o
Chile na novela “Sangue Bom”. Em outras
novelas as imagens passearam generosamente por muitos países, mas não lembro de
nenhuma ter dado o mesmo tratamento a qualquer dos estados brasileiros. É verdade
que às vezes, alguns estados servem de locações, mas as ações se limitam a um único
espaço que convenhamos nada rende como incentivo turístico. Esse deslumbramento
com o incentivo ao turismo para outros países só pode ser resultado de um bom
acordo comercial entre a Globo e o país focalizado. Como se sabe, a Globo não
faz propaganda da de graça para ninguém. (Eli Halfoun)
Messi teria uma forma de autismo. É a novidade que circula na internet. O pai do jogador desmente
por Eli Halfoun
Não dá mais para passar
batido diante da enorme influência exercida na internet, o território livre pra
qualquer tipo de comentário e informação. Talvez por influência da recente
série de reportagens sobre autismo exibida pelo “Fantástico” começou a circular
via internet a informação de que Lionel Messi, um dos maiores craques da história
do futebol seria autista. As informações não são oficiais, mas o que se diz é
que Messi teria tido o autismo diagnosticado aos 8 anos de idade, ou seja,
cinco anos depois da idade considerada a ideal pelos médicos para um
diagnóstico preciso. Messi não é o único citado como autista: a relação incluiu
também os nomes de Newton e Einstein. Outra informação diz que o autismo é
responsável por Messi repetir as mesmas jogadas e driblar sempre da mesma forma.
O autismo seria também o responsável por Messi não tolerar ambientes sociais. No
fundo deve mesmo é estar de saco cheio dos puxa-sacos festeiros. (Eli Halfoun)
Atualização: O Diário de Notícias, de Portugal, publicou que o pai de Messi, que nega a informação, abrirá processo contra quem deflagrou a especulação. Na verdade, alguns jornais, como o brasileiro O Dia, pulicaram que o argentino sofre da Síndrome de Aspeger, que apresenta traços de autismo mas difere do autismo clássico.
Sebastião Salgado e Muggiati: o reencontro
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| Reprodução. Clique para ampliar |
A revista Contigo que chega hoje às bancas traz uma entrevista do fotógrafo Sebastião Salgado ao jornalista e escritor Roberto Muggiati. Sergio Zalis, diretor da revista, relembra na sua carta ao leitor os tempos da Manchete. O prédio do Russell, onde ficava a redação, no Rio, é um ponto na trajetória profissional dos três. No caso do Muggiati, um megaponto: foi o diretor que mais tempo ficou à frente da revista, um recorde de mais de duas décadas. Sebastião Salgado foi colaborador da Manchete, para a qual fez suas primeiras viagens pelo interior do Brasil. Sergio trabalhou no estúdio fotográfico da Bloch, antes de ser repórter fotográfico da Manchete, correspondente em Israel e, depois, editor de fotografia da revista Fatos. Na foto, o reencontro. Sebastião Salgado mostra ao amigo Muggiati o livro "Genesis", que acaba de lançar.
No texto, Sergio relata o que aprendeu com o ex-diretor.
Há algo da Manchete nas bancas, hoje.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Diagnóstico das ruas: maioria quer preservar conquistas sociais da última década. Dilma recupera aprovação
Os brasileiros - antes do sequestro dos protestos pela violência e fascismo do quebra-quebra - levaram às ruas bandeiras justas: luta contra a corrupção que afeta governos de todos os partidos, reforma política, mais saúde, educação, ética, combate a preconceitos e intolerância etc. Em um primeiro momento, a oposição aliada à mídia tentou "faturar" com os protestos, achando certamente que seus governos, como o de São Paulo, Paraná, outros estados e centenas de municípios, estariam à margens das reivindicações. Claro que a população se manifestou com a prática política em geral, o que incluiu mensalões em julamento. como o do PT, ou engavetados, como o do PSDB mineiro, o pioneiro e criador da fórmula, e do DEM do DF. Mas, ouvida em pesquisas, ela, a população, mostra que já não pode ser tão radicalmente manipulada pela meios de comunicação da elite. Informada, e bem informada pelas redes sociais e sites independentes, faz sua própria avaliação bem mais equilibrada e honesta. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O povão sabe que foi alcançado por programas sociais importantes. Quer e vai preservar tais conquistas. Esse pessoal "diferenciado", como os preconceituosos chamam, mostra seu valor. A eleição está nas ruas mas a urna, de fato, está ainda distante. Um dos nomes também beneficiado pelas pesquisas é o da ex-senadora Marina Silva, que atrai eleitores insatisfeitos. Marina tem contra si o fato de estar ainda estruturando um partido. Poderá pesar contra ela, seu posicionamento político contaminado por fundamentalismo religioso e conservador. Ganhará votos de um lado e perderá de outro, exatamente da parcela progressista que hoje a aponta. A provável candidatura de Marina tem sido bombada pela oposição. Para Aécio Neves e Eduardo Campos, o ex-senadora vai forçar um segundo turno. O que a dobradinha PSDB-PSB não esperava era que, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno sim mas entre Dilma e Marina. Os dois pré-candidatos da "coalização" travestida seriam eliminados de primeira.
Se Dilma vai vencer ou não, o futuro dirá, mas o povão dá sinais de que não vai trocá-la por qualquer "playboy". Muito longe disso, quer alguém, ou a própria Dilma, que mantenha e amplie conquistas sociais que mudaram para melhor a vida de cerca de milhões de brasileiros. Coisa que até a oposição reconhece. Hoje, nos jornais, um dos pré-candidatos anuncia uma "estratégia" para tentar falar com essa parcela de cidadãos - a Classe C, que emergiu da pobreza - que ele certamente não conhece, jamais chegou perto, não sabe endereço, nem CPF. Mas é normal e democrático esse interesse da oposição. Quer ser apresentada ao Brasil. Afinal, como imaginar que enluvados não tenham vontade de conhecer a legião dos sem-champanhe, sem-BMW, sem-empresa-em-paraíso-fiscal, sem-jatinho e sem-iates? Puro desprendimento. Para essa turma, ir aos grotões do Brasil é como visitar um parque temático da Disney.
domingo, 8 de setembro de 2013
sábado, 7 de setembro de 2013
Omelete: correspondente especial nas manifestações no Centro do Rio...
por Omelete
Eram apenas 11h30 quando o "observador de manifestações" resolveu dar por concluida sua missão. Mas o Centro da do Rio permanecia agitado.
Algumas anotações no caderninho de um brasileiro que já participou de outros protestos, da luta contra a ditadura, passando pelas Direta-Já e o Fora Collor:
- Fiquei muito curioso com o grande número de manifestantes que carregam pesadas mochilas. Será que vão para alguma viagem? Ou levam um cobertor para o caso de eventualmente pegarem uma cana dura?
- Mais curioso ainda: as mochilas ficam lá fechadas, eles não abrem em nenhum momento. Se carregavam coquetéis molotov, não foram sacados até a hora em que estive lá.
- A maioria parece que está lá mais pela "emoção". Os mascarados quase não falam palavras de ordem ou "slogans revolucionários". O que mais se ouve é "vamos lá", "vâmo encarar", "vâmo esculachar".
- Latinha de cerveja não faltava. Afinal, é sábado.
- Na Visconde do Rio Branco, quando o grupo caminhava, sem correria, um mascarado falou pro outro: "o patrão tá gostando, nóis Brack Broc tirâmo os 'verme' do morro. O Choque tem que vir pra pista e deixa a Boca liberada". Tá aí: um novo subproduto das manifestações. Antes, a polícia já havia insinuado a presença de bandidos e gangues mas apenas no incentivo aos saques, assaltos e roubo.
- Comprovei que o "gigante" acordou. Mas diminuiu de tamanho, são agora minimanifestações.
- O número de mascarados, diante da determinação judicial que obriga a identificação, também mingou.
- No conflito da Presidente Vargas, os Black Bloc tiraram o time após a reação da PM. Por alguns minutos, sobrou para os manifestantes de cara limpa e faixas. Mas logo um comandante mais lúcido fez a polícia recuar. Ficou claro que o alvo principal eram os mascarados.
- Ficou claro também que o modelo de protestos dos anos 70, 80 e 90, foi-se. Daqui para a frente é provável que qualquer manifestação, digamos, organizada, tenha que conviver com a parcela convocada por redes sociais. Será difícil para qualquer liderança garantir o controle de passeatas. Como hoje, haverá bandeiras de movimentos sociais e múltiplas bandeiras da rede social. Uns tendem a se misturar com outros, a unidade é impossível. O que se vê é que na hora em que um mascarado tenta arrombar uma loja, os de cara limpa, muitos, pelo menos, afastam-se.
- Aliás, tudo indica que nem os Black Block sabem que são os Black Bloc. Uns queriam ir por uma ruas outro por outra. Volta e meia um deles tentava liderar um grupo e nem recebia muita atenção. Acabava desistindo.
- Entre os manifestantes, de preto, havia skin heads. Um deles, sem máscara, na Av. Passos, vestia uma camiseta com a suástica encoberta por um casaco preto e ameaçou um rapaz que tentou fotografar o símbolo nazista.
- Enfim, há mais coisas nas ruas do que supõe a vã sociologia...
Eram apenas 11h30 quando o "observador de manifestações" resolveu dar por concluida sua missão. Mas o Centro da do Rio permanecia agitado.
Algumas anotações no caderninho de um brasileiro que já participou de outros protestos, da luta contra a ditadura, passando pelas Direta-Já e o Fora Collor:
- Fiquei muito curioso com o grande número de manifestantes que carregam pesadas mochilas. Será que vão para alguma viagem? Ou levam um cobertor para o caso de eventualmente pegarem uma cana dura?
- Mais curioso ainda: as mochilas ficam lá fechadas, eles não abrem em nenhum momento. Se carregavam coquetéis molotov, não foram sacados até a hora em que estive lá.
- A maioria parece que está lá mais pela "emoção". Os mascarados quase não falam palavras de ordem ou "slogans revolucionários". O que mais se ouve é "vamos lá", "vâmo encarar", "vâmo esculachar".
- Latinha de cerveja não faltava. Afinal, é sábado.
- Na Visconde do Rio Branco, quando o grupo caminhava, sem correria, um mascarado falou pro outro: "o patrão tá gostando, nóis Brack Broc tirâmo os 'verme' do morro. O Choque tem que vir pra pista e deixa a Boca liberada". Tá aí: um novo subproduto das manifestações. Antes, a polícia já havia insinuado a presença de bandidos e gangues mas apenas no incentivo aos saques, assaltos e roubo.
- Comprovei que o "gigante" acordou. Mas diminuiu de tamanho, são agora minimanifestações.
- O número de mascarados, diante da determinação judicial que obriga a identificação, também mingou.
- No conflito da Presidente Vargas, os Black Bloc tiraram o time após a reação da PM. Por alguns minutos, sobrou para os manifestantes de cara limpa e faixas. Mas logo um comandante mais lúcido fez a polícia recuar. Ficou claro que o alvo principal eram os mascarados.
- Ficou claro também que o modelo de protestos dos anos 70, 80 e 90, foi-se. Daqui para a frente é provável que qualquer manifestação, digamos, organizada, tenha que conviver com a parcela convocada por redes sociais. Será difícil para qualquer liderança garantir o controle de passeatas. Como hoje, haverá bandeiras de movimentos sociais e múltiplas bandeiras da rede social. Uns tendem a se misturar com outros, a unidade é impossível. O que se vê é que na hora em que um mascarado tenta arrombar uma loja, os de cara limpa, muitos, pelo menos, afastam-se.
- Aliás, tudo indica que nem os Black Block sabem que são os Black Bloc. Uns queriam ir por uma ruas outro por outra. Volta e meia um deles tentava liderar um grupo e nem recebia muita atenção. Acabava desistindo.
- Entre os manifestantes, de preto, havia skin heads. Um deles, sem máscara, na Av. Passos, vestia uma camiseta com a suástica encoberta por um casaco preto e ameaçou um rapaz que tentou fotografar o símbolo nazista.
- Enfim, há mais coisas nas ruas do que supõe a vã sociologia...
Psiquiatras reclamam do tratamento dado a Paloma em “Amor à Vida”
por Eli Halfoun
Para a maioria dos
telespectadores deve ser extremamente incomodo assistir as cenas em que a
personagem Paloma é tratada (praticamente torturada) com eletrochoque em uma clínica
psiquiátrica. Não é só a violência do tratamento que deve incomodar o público:
o incomodo maior é o da injustiça praticada contra uma pessoa inocente –
injustiça que, aliás, é comum na vida real que muitas vezes parece ficção. O tratamento
psiquiátrico ao qual Paloma é submetida merece restrições da Associação Brasileira
de Psiquiatria que enviou uma nota de esclarecimento para a Globo. No documento
a ABP reclama o que segundo nota publicada no jornal Folha de São Paulo “da
forma como a novela está retratando o tratamento psiquiátrico da protagonista Paloma
(Paola Oliveira)”. Segundo a ABP a condução do tratamento psiquiátrico dado à
personagem não corresponde à realidade. A nota chama atenção para a terapia de
eletrochoque e diz que é um procedimento que embora seguro, eficaz e indolor
“só tem indicação para pacientes que não tiveram resultados satisfatórios com
medicação”.
Para a ABP o perigo maior
“é que a psiquiatria da novela deu um diagnóstico baseado em achismo e pode reforçar a psicofobia da
sociedade, já que é descrita como um preconceito contra portadores de transtornos
e deficiências mentais”. Parece que faltou consultoria adequada para a criação
e desenvolvimento das cenas e a ABP se dispõe a prestar esse tipo de consultoria
“para que não venha a ferir o ofício do médico psiquiatra nem desrespeitar os
46 milhões de pacientes psiquiátricos do Brasil”, o que não é o caso da personagem
Paloma que é apenas vítima de injustiça – injustiças não faltam em todos os aspectos
da vida real e é com elas que se faz necessário e urgente acabar. Em tudo e
para todos. No caso da novela o incomodo pode ser combatido simplesmente mudando
de canal. É o que tenho feito quando são exibidas as cenas da tortura e da
injustiça cometida com Paloma. Injustiça não dá mais para agüentar nem na
ficção. (Eli Halfoun)
De que lado está a verdadeira democracia do respeito e da não violência
por Eli Halfoun
Na teoria e até em algumas
práticas exercidas no Brasil todo mundo sabe (ou pensa que sabe) o que é democracia.
Mesmo assim é muito fácil confundir a liberdade da prática democrática com
muitos abusos cometidos em nome dela e de uma luta realmente heróica que muitos
brasileiros enfrentaram quando nos queriam calar completamente. A confusão se
mistura no não entendimento real da teoria e na prática. Será que é antidemocrático
exigir que os mascarados das manifestações se identifiquem para não serem
confundidos com vândalos - os mesmos vândalos que andam destruindo tudo, inclusive
a democracia? É democrático permitir que meia dúzia de covardes mascarados, que
nada tem a ver com os reais manifestantes, continue destruindo violentamente
patrimônios públicos e privados e deixando a população ainda mais amedrontada.
A democracia não quer botar ninguém na cadeia. Que apenas evitar que democratas
cidadãos continuem sendo vítimas em seus direitos de paz e até de protestar aos
gritos, mas pacificamente. A democracia tem de respeitar os dois lados e não
pode permitir que um lado prejudique o outro. É democrático permitir as manifestações,
reivindicações e o grito popular, mas será que também é democracia deixar que meia
dúzia de arruaceiros insista em agredir a democracia É isso o que eles estão fazendo
e assim praticamente exigindo na volta do violento cala-boca que atrasou o país
em muitos anos. Democracia é acima de tudo respeito. Dos dois lados Pena que só
um esteja percebendo e praticando isso. (Eli Halfoun)
A vergonha e covardia do voto secreto vai continuará. Até quando?
por Eli Halfoun
Não foi por falta de aviso:
era de se esperar que esses políticos viciados e comprometidos procurassem
filigranas para não permitir a utilização do voto aberto, ou seja, o fim do
vergonhoso e danoso voto secreto, em todas as votações. Agora o Senado já avisa
que só permitirá a utilização do voto aberto em votações de cassações de
mandato e assim mesmo porque nesse momento o povo está de olho no destino político
(o outro destino será e tem de ser a cadeia) dos condenados no julgamento
histórico do mensalão. É difícil entender o motivo que os leva a não morrerem
de vergonha de suas caras de pau – uma vergonheira que sem dúvida humilha e
ruboriza seis filhos e todos os parentes e amigos. Os políticos que preferem
esconder-se atrás do voto secreto não de envergonham de suas condutas. Seria esperar
demais de quem já mostrou que não tem e nunca terá a menor capacidade de
participar de um jogo limpo. (Eli Halfoun)
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Andar a pé eu vou. Isso será obrigatório até 2020
por Eli Halfoun
Sinal dos tempos. Os
cariocas estão perdendo um dos bons motivos (era até motivo de piada) que
tinham para não ter que ir para São Paulo: os monumentais engarrafamentos de
trânsito registrados a qualquer hora nas ruas de São Paulo. O Rio também se vê
obrigado a conviver com esse caos de engarrafamentos cada vez maiores
detectados em todos os pontos da cidade. O engarrafamento no trânsito é um
problema com forte tendência (aqui em outros estados) para um ainda maior e
descontrolado crescimento. O que provoca caos no trânsito não é só o número de
automóveis que circulam pelas ruas (ficou fácil comprar carro), mas sim a total
falta de transporte coletivo (ônibus, trens, metro) oferecidos atualmente ao
cidadão em condições precárias e absolutamente fora dos padrões exigidos pela
vida corrida e moderna. Com transporte coletivo de péssima qualidade, o cidadão
se vê praticamente obrigado a usar para qualquer deslocamento o carro que comprou
para o lazer e ainda nem terminou de pagar em suaves prestações). Estudos
mostram que em 2020 o Rio terá média de um carro para cada dez pessoas. Mais
milhares de carros serão despejados nas ruas e a única solução será andar a pé.
Se conseguirmos nos locomover entre tantos carros que certamente ocuparão as
ruas. Até que possam ser pendurados em árvores e postes. (Eli Halfoun)
Prepare-se: sem voto secreto novas manobras aparecerão na Câmara dos Deputados
por Eli Halfoun
O fato de a Câmara dos
Deputados ter aprovado o fim do voto secreto não apagará a vergonha que foi a
não cassação do mandato do deputado-presidiário Natan Donadon. O fim do voto secreto,
que era uma exigência popular, foi com 452 votos não secretos. Termina assim a
possibilidade dos deputados se esconderem covardemente atrás de um vergonhoso
anonimato. O fim do voto secreto não
significa que os deputados que o utilizavam com frequência para não assumir
suas posições políticas e morais não continuem se “protegendo”: de agora em
diante teremos muitos deputados covardes faltando às sessões quando houver uma
votação importante e acompanhada com a atenção pelos eleitores. Haverá também,
note aí, muito deputado procurando um jeitinho de enganar o computador que registra
os votos no painel.
Mesmo com o voto aberto
nada mudará muito: a Câmara dos Deputados só começará realmente a mudar quando
nós, eleitores, tirarmos de lá todos, mas todos mesmo, os atuais deputados,
principalmente os que estão há anos sem fazer nada. Ou melhor: fazendo o que
mais sabem que é encher os próprios bolsos com dinheiro público. (Eli Halfoun)
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