Acaba de estrear o filme "Meia Hora e as manchetes que viram manchete". Focaliza o jornal carioca e suas capas e títulos irreverentes. Depois de participar da mostra do Rio, o filme vai concorrer ao Festival do Filme Documentário, em Belo Horizonte. O diretor Angelo Defanti revela que a produção chegará em breve ao circuito nacional. Misturar sensacionalismo com bom humor é um fórmula antiga no jornalismo popular. Há exemplos em várias épocas e vários países. Há alguns anos, os saudosos Henrique Diniz e José Alberto Monteiro, o Monteirinho, que trabalharam na Manchete, lideraram o projeto de renovação de A Notícia. O bom humor e a crítica ferina de ambos eram estampados em títulos imperdíveis. O Meia-Hora segue, e bem, essa tradição. Às vezes, exagera, é politicamente incorreto, pode ser acusado de preconceituoso, mas sempre repercute. E tem tiradas hilárias. É bom ter um veículo capaz de quebrar o formalismo da notícia. E os leitores gostam? Então, tá valendo.

Jornalismo, mídia social, TV, atualidades, opinião, humor, variedades, publicidade, fotografia, cultura e memórias da imprensa. ANO XVII. E, desde junho de 2009, um espaço coletivo para opiniões diversas e expansão on line do livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou", com casos e fotos dos bastidores das redações. Opiniões veiculadas e assinadas são de responsabilidade dos seus autores. Este blog não veicula material jornalístico gerado por inteligência artificial.
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Que ótimas manchetes. Atraem qualquer leitor. São manchetes inteligentes de duplo sentido mas sem ferir a honra de quem quer seja.
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