domingo, 17 de novembro de 2013

Verdade do Ibope na audiência da televisão enfrentará novas maquininhas de pesquisas

por Eli Halfoun
Há alguns anos, o Ibope era o dono da palavra final sobre pesquisas políticas. A voz do ainda respeitável Ibope perdeu força com o surgimento de várias e confiáveis empresas especializadas em pesquisa, especialmente sobre eleição, época em que essas empresas mais aparecem. Ainda assim o Ibope continua sendo “a verdade” em relação a pesquisas de audiência na televisão. A atuação do Ibope sempre mereceu restrições de emissoras de televisão porque segundo dizem o Ibope beneficia a Globo, o que nunca foi verdade e muito menos necessário. Agora o Ibope começa a correr o sério risco de abafar ainda mais a sua voz: no ano que vem a GfK, empresa alemã de pesquisas passará a fazer uma ampla e mais transparente pesquisa de audiência. De saída, conta como apoio comercial da Rede TV, da Record, da Bandeirantes e do SBT que assinaram contratos com a empresa. As emissoras pagarão, segundo informação, não oficial, 40% menos do que pagam (ou pagavam) ao Ibope. O custo das emissoras com pesquisas é estimado em R$ 30 milhões por ano com os estudos encomendados ao Ibope. A GfK pretende instalar inicialmente 6 mil aparelhos de aferimento de audiência nas casas dos telespectadores. Os aparelhinhos começam a funcionar em setembro de 2014. A chegada do GfK não significa absolutamente o fim do Ibope como fonte de consulta de audiência, mas será sem dúvida uma boa e necessária maneira de conferir os novos números e saber se a Globo é mesmo a líder disparada. A verdade é que agora nenhuma emissora terá do que reclamar, mas continuará desconfiando e reclamando. (Eli Halfoun)

Bom senso pode parar uma rodada do campeonato brasileiro

por Eli Halfoun
Se a CBF continuar ameaçando os atletas do movimento Bom Senso, a turma pretende devolver a bola com mais força. Reunidos há dias os atletas que lideram o movimento decidiram que se houver mais ameaças os protestos ganharão mais força paralisando as partidas por mais tempo. Há até quem defenda até que seja feita a paralisação de uma rodada com nenhum time entrando em campo. Outra sugestão é a de entrar em campo usando nariz de palhaço. Aí terão que pedir o nariz emprestado aos dirigentes da CBF. (Eli Halfoun)

Tite está em tempo de espera para comandar a seleção

por Eli Halfoun
Ter sido demitido pelo Corinthians (contrato não renovado é simplesmente dispensa) só deixará o técnico Tite desempregado se ele quiser. Quer: tem sido procurado por vários clubes e de saída recusou uma boa proposta do Internacional. O plano profissional de Tite é assumir o comando da seleção brasileira depois de 2014 para realizar um longo trabalho de renovação. Até o final da Copa, Tite quer sombra e água festa: pretende recolher-se em sua fazenda, viajar para o exterior e bater uma bolinha com os amigos sem a obrigação de ser vencedor. Só esquece que em futebol se não ganhar corre o risco de perder os amigos. (Eli Halfoun)

“Jornal Nacional” não noticia a pior audiência de sua história

por Eli Halfoun
O noticiário anda farto e interessante, mas nem assim o “Jornal Nacional” está conseguindo superar a péssima fase de audiência que atravessa.  Têm obtido média de apenas 23.0 pontos considerados os piores índices da história do JN. Ninguém culpa ninguém pessoal e diretamente: a direção da emissora acredita que a queda de audiência está diretamente ligada ao péssimo desempenho junto ao público das novelas “Além do Horizonte” e “Jóia Rara”. Ambas podem sair do ar muito antes do que a Globo planejava. O público nem vai perceber. (Eli Halfoun)

Câncer infantil também ganha iluminada campanha de prevenção

por Eli Halfoun
O câncer ainda é a doença que mais apavora o homem, mas já não é para ter tanto medo: hoje é perfeitamente possível curar-se do mal e, o que melhor, evitar que ele se estabeleça. No combate ao câncer, o aliado de médicos e pacientes é a prevenção. É por isso que está sendo criado agora o Dia (23 de novembro) Nacional de Combate ao câncer infantil. Como aconteceu com o câncer de mama e logo depois com o de próstata, o infantil também chamará atenção para a prevenção iluminando de luz amarelo dourado prédios e monumentos do país. Na campanha de prevenção câncer de mama a cor utilizada foi o rosa e na de próstata o azul. .Está decidido que durante toda a campanha o Palácio do Planalto permanecerá iluminado. Para iluminar a necessidade de prevenção e a vida de crianças. (Eli Halfoun)

sábado, 16 de novembro de 2013

Justiça italiana pode dar direito de defesa a um dos condenados pelo STF

 LEIA A MATÉRIA NO BRASIL 247, CLIQUE AQUI

Veja esse comercial da Ikea: uma bela homenagem à Terceira Idade

Como uma simples cadeira pode mudar uma rotina e uma vida. 
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Segundo o TMZ, brasileira que filmou Justin Bieber dormindo é atriz pornô

(da redação da JJcomunic)
Ainda repercute no exterior o vídeo que a brasileira Tati Neves fez do cantor Justin Bieber na cama. Na primeira página do site americano de celebridade TMZ está hoje a reprodução a capa de um Dvd que já anunciado como da "amiga brasileira de Justin Bieber" e com a chamada: "conheça melhor a amiga especial de Justin Bieber"
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Animação da Nasa mostra como era Marte há 4 bilhões de anos..

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Deu no site "Notícias da TV", de Daniel Castro...

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Futebol com educação é outra coisa, né Muricy Ramalho?

por Eli Halfoun
Técnico de futebol é apenas um profissional (empregado muito bem pago pelo clube) para realizar o seu trabalho, o que nem sempre faz tão bem - se fizesse não haveria tantas demissões. Nossos técnicos insistem em comportar-se (quando estão por baixo ficam pianinhos, mas quando vencem a coisa muda) como os reis da cocada e como estão sempre nas mãos dos jogadores (jogadores derrubam qualquer técnico quando querem) resolvem descontar o fracasso em profissionais de imprensa que como eles estão trabalhando ali. Quem acompanha as inúteis (ninguém diz nada que preste) coletivas dadas antes ou após as partidas já deve ter percebido a grosseria de vários técnicos com repórteres que apenas perguntam porque é o torcedor quem precisa de respostas. Muricy Ramalho é o rei da falta de educação: está sempre de mal com a vida e sai atropelando ou ionizando todos os repórteres, o que também acontece com Wanderley Luxemburgo (esse é um pouquinho mais educado) e com tantos outros. Uma rara exceção é Oswaldo Oliveira que sempre responde a todos com educação e quando não quer responder também o faz com educação. O futebol tem até a obrigação de dar educação esportiva para todos os que nele militam, mas a educação social a gente aprende mesmo é em casa desde pequeno. Essa parece que Muricy Ramalho principalmente nem sabe o que é. Ainda é tempo de aprender. (Eli Halfoun)_

Mensalão: enfim estamos perto do fim

por Eli Halfoun
Quem lê o noticiário fica animado e acredita que enfim o julgamento do mensalão sairá do papel, ou melhor, de milhares de folhas necessárias para escrever a história do mais importante e mais demorado julgamento feito no país. A justiça será feita, mas o povo só acreditará que está sendo realmente cumprida quando o primeiro mensaleiro estiver na cadeia. O que lamentavelmente ainda pode demorar (e demorará) alguns dias. Se dessa vez o bonde do mensalão não andar aí sim podemos desistir de ver a justiça sendo feita nesse país que só pune mesmo os que já são punidos pela própria vida. (Eli Halfoun)

É preciso bom senso até na hora de protestar

por Eli Halfoun
É claro que são manifestações com intensidades completamente diferentes, mas ainda assim o movimento chamado Bom Senso criado por jogadores de futebol em busca de mais respeito e menos desgaste profissional tem dado um ótimo exemplo de como é possível protestar e reivindicar sem sair dando canelada em tudo e em todos. Os atletas simplesmente não jogam e protestam fazendo a bola rola de um lado para o outro em uma quase roda de bobinho que eles já mostraram que não são como a CBF ainda pensa. Acionar a irrigação dos campos em horário indevido também é uma silenciosa forma de protestar. A água que jorra minutos em parar e sem permitir que o jogo aconteça é mais do que uma irrigação na hora errada. É uma forma de mostrar que muita água se faz necessária para limpar a sujeira do nosso futebol. (Eli Halfoun). 

Marchinha que ironiza o grupo "Procure Saber" é desclassificada em concurso na Fundição Progresso. Deu no Globo de hoje.

Reprodução da coluna Gente Boa, do Globo

(da redação da JJcomunic) 
Marchinha de carnaval é um gênero que brinca com fatos, poderes, instituições, comportamentos, pessoas. Ironiza mesmo. Aparentemente não foi o que entendeu a comissão que desclassificou "Que Procure Saber", de Henrique Cazes, que faz uma gozação com as celebridades que querem censurar biografias e defendem a manutenção de um artigo na lei que, na prática, pode proibir documentários, peças de teatro, filmes e exposições que façam referência, sem autorização expressa, às tais celebridades. Foi censura? Não está claro. O motivo alegado parece meio bizarro. Segundo O Globo, alguns jurados acharam que o tema é datado e perde força até o Carnaval. Só que não. Quer dizer então que se trata de um concurso de "marchinhas de atualidades', um novo gênero? Bom, devem estar excluídos temas como manifestações, que podem ou não estar datadas em março; pierrôs e colombinas então nem se fala; mensalão, será que ainda estará em evidência?; Copa do Mundo e Olimpíada talvez seja muito cedo pra cantar. Marchinhas sobre os Big Brother devem emplacar já que o reality estará no ar, nada menos datado. De qualquer maneira, a marchinha desclassificada ou censurada deve render um bom clipe não-autorizado no You Tube.

Dor de amor é só desamor. É a falta de amor

por Eli Halfoun
Em sua recente última exibição o programa “Amor & Sexo” incluiu a dor do amor entre um dos temas abordados. É uma discussão muito difícil: é quase impossível discutir qualquer tipo de emoção, já que sentimentos são vividos e recebidos de forma individual. Cada um vivencia a emoção, (qualquer emoção) de uma forma e por isso jamais haverá uma definição exata sobre no caso a dor do amor. Amor é um sentimento tão bonito e tão intenso (o maior que podemos sentir) que jamais provoca dor. Amor é amor e pronto. O que se tem confundido muito é a maneira de receber a dita dor de amor. Nunca percebemos que chamamos de dor de amor é a dor da falta de amor. O amor, qualquer amor, só dói quando não o recebemos. Nas relações entre casais, por exemplo, a dor do amor só se manifesta quando sofremos a rejeição de quem amamos e, portanto, o que dói não é o amor, mas sim e definitivamente a falta dele. O sentimento de amor pertence a cada um de nós (é nosso e apenas o distribuímos). Sofrer por amor é mais um dos exageros criados pela entre do homem. O amor jamais será instrumento de dor. Esse tipo de dor é desamor. Amor só incomoda e machuca quando não temos amor para dar e para receber. Portanto, amar é preciso. De todas as formas e em todos os momentos. (Eli Halfoun)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Jango em Brasília: em dia simbólico, o Brasil se reconcilia com a História.

A urna com os restos mortais de Jango chega a Brasília. Reprodução imagem Globo News

Foto histórica e rara. A revista Manchete foi o único órgão de imprensa a fotografar o Presidente em 1964 no exato momento em que Jango se encaminhava para o avião que o levaria ao exílio. Esta foto - feita no aeroporto Santos Dumont -, e suas circunstâncias estão  reproduzidas no livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou "(Editora Desiderata). Foto: Reprodução Manchete

As lágrimas da ex-primeira dama, Maria Teresa Goulart, ao ver a chegada da urna a Brasília. Foto: Reprodução da TV (Globo News)

Lula e Maria Teresa

A presidente Dilma, Maria Teresa e Lula (Reprodução Globo News)

Dilma abraça Maria Teresa (Reprodução Globo News)
(Postado pela redação da JJcomunic com informações do Blog do Planalto))
Um dia simbólico. O Presidente João Goulart volta a Brasília e recebe honras de chefe de Estado. 
“Hoje é um dia de encontro do Brasil com a sua história. Como chefe de Estado da República Federativa do Brasil participo da recepção aos restos mortais de João Goulart, único presidente a morrer no exílio, em circunstâncias ainda a serem esclarecidas por exames periciais. Este é um gesto do Estado brasileiro para homenagear o ex-presidente João Goulart e sua memória. Essa cerimônia que o Estado brasileiro promove hoje com a memória de João Goulart é uma afirmação da nossa democracia. Uma democracia que se consolida com este gesto histórico”, disse.
Eleito duas vezes vice-presidente da República, em 1955 e 1960 - na época, o vice era votado individualmente e não apenas participava da chapa do presidente -  João Goulart tornou-se Presidente da República em agosto de 1961 com a renúncia de Jânio Quadros. Em sua posse, em 7 de setembro de 1961, Jango afirmou que todo o país deveria se mobilizar na luta pela emancipação econômica, contra a pobreza e contra o subdesenvolvimento.
Leia trechos dos discursos de Jango. Suas palavras ajudam a entender o complô que o derrubou.  
“Reclamamos a união do povo brasileiro e por ela lutaremos com toda a energia, para, sob a inspiração da lei e dos direitos democráticos, mobilizar todo o País para a única luta interna em que nos devemos empenhar, que é a luta pela nossa emancipação econômica, que é a luta contra o pauperismo, a luta contra o subdesenvolvimento”, afirmou. Já em 13 de março de 1964, em meio às tensões sociais e à pressão externa, o presidente discursou na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, para um público estimado de 150 mil pessoas. Na ocasião, Jango anunciou as reformas agrária, tributária e eleitoral. Ele ainda afirmou contar com a “compreensão e o patriotismo” das Forças Armadas. “Reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil”, disse. 
Foram essas metas que levaram militares a dar o golpe que fez o Brasil mergulhar em anos de sangue e sombra. 
O corpo de Jango permanece na capital federal até 6 de dezembro. A exumação dos restos mortais do ex-presidente, que teve início nesta quarta-feira (13), no Cemitério Jardim da Paz, na cidade de São Borja (RS), foi concluída com êxito após pouco mais de 18 horas de trabalho. Concluída às 2h desta quinta, a exumação envolveu 12 profissionais do Brasil, Argentina, Cuba e Uruguai. O médico João Marcelo Goulart, neto do ex-presidente, teve participação efetiva em todo o procedimento.
Exilado pela ditadura militar na década de 60, Jango morou no Uruguai e depois na Argentina, onde veio a falecer em 6 de dezembro de 1976. A causa oficial da morte, um ataque cardíaco, nunca convenceu a família, que acusa o governo militar da época, de Ernesto Geisel, de ter envenenando o ex-presidente. Com a análise pericial dos restos mortais de Jango, a expectativa é de que os laudos periciais sejam somados às demais investigações, incluindo as documentais e testemunhais, na busca de um esclarecimento sobre as causas que levaram ao óbito do ex-presidente.
Presidente João Goulart na capa da Manchete: a revista registrou visita oficial ao Estados Unidos em 1962. Na foto John Kennedy ouve o discurso do colega brasileiro. 
Deposto no golpe militar de 1964, Jango morreu em 6 de dezembro de 1976 em sua fazenda em Mercedes, na Argentina. Oficialmente, ele teria sofrido um infarto, mas a autópsia jamais foi realizada. Em depoimento, o ex-espião uruguaio Mario Neira Barreiro contou ao filho de Jango, João Vicente Goulart, em 2006, que espionava Jango e que teria participado de um complô para trocar os remédios do ex-presidente por uma substância mortal.
Em 2007, a família de Jango solicitou ao Ministério Público Federal a reabertura das investigações. O pedido de exumação foi aceito em maio deste ano pela Comissão Nacional da Verdade. Tanto o governo federal quanto membros da família Goulart acreditam que há indícios de que o ex-presidente possa ter sido assassinado. Com a instalação da Comissão Nacional da Verdade, em maio de 2012, foi criado um grupo de trabalho que vem coordenando as investigações em torno da morte de João Goulart. O trabalho é feito, de forma conjunta, pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e pela CNV com a presença de peritos internacionais e acompanhamento de instituições multilaterais. 
Em "O Beijo da Morte", Carlos Heitor Cony e Anna Lee investigam o suposto assassinato de Jango. No livro, uma mistura de ficção e fatos reais, lançado em 2003, os autores (Anna Lee foi repórter da Manchete e Cony diretor de várias revistas da Bloch) focalizam também as circunstâncias suspeitas em que morreram Juscelino Kubitschek e Carlos Lacerda, além de Jango, no curto espaço de tempo de nove meses, entre agosto de 1976 e maio de 1977, em plena ditadura. Um pouco antes, Jango estaria estudando a possibilidade de voltar ao Brasil mas foi alertado de que o general Silvio Frota pretendia prendê-lo assim que desembarcasse. A Comissão da Verdade investiga o morte de JK em acidente que teria sido forjado pelo governo militar. Nesse caso também há testemunhas que relatam sumiço e adulteração de provas. 


VEJA O DISCURSO DE POSSE DE JOÃO GOULART - CLIQUE AQUI

VEJA CENAS DO COMÍCIO DA CENTRAL DO BRASIL EM 13 DE MARÇO DE 1964. CLIQUE AQUI




A bola dentro do Cruzeiro e a bola fora do Flamengo

por Eli Halfoun
É comum dizer que futebol não tem lógica. É justamente essa falta de lógica (só a matemática exata parece ter lógica) que o faz ser um esporte impressionante em emoções e paixões. Agora a falta de lógica se impõe outra vez: com a antecipada (e bota antecipada nisso) conquista do Cruzeiro como campeão brasileiro o futebol e o campeonato começaram a viver uma estranha e ilógica situação matemática: a torcida no campeonato passou a ser em torno dos piores, ou seja, torcer para que um dos últimos colocados não vá para o vinagre da segunda divisão. O campeonato brasileiro começou as perder a graça desde que o Cruzeiro despontou como merecido campeão - –um título mais do que lógico para um time quer não precisou de grandes estrelas para brilhar. Brilhou no conjunto em campo e na união do time fora dele. Palmas para o Cruzeiro, mas é esquisito torcer por um campeonato que entregou suas emoções aos últimos colocados, ou seja, os piores da competição, incluindo o meu Vasco.

Mesmo sendo desde menino um vascaíno de carteirinha sempre tive o bom senso de reconhecer a grandeza do Flamengo e principalmente de sua torcida que em sua maioria é do povão. Quem não parece reconhecer a importância de sua torcida é o próprio Flamengo que expulsa seus torcedores do estádio ao cobrar por ingresso um preço absurdo que a maioria rubro-negra mal recebe e, portanto, não pode pagar. Torcedor deveria se carregado no colo para carregar o time da arquibancada como fez e faz muitas vezes com o Flamengo que pelo visto cansou de ser um time popular, o time de maior torcida do país. (Eli Halfoun)

Primeiro prêmio de melhores da TV fez justiça aos que realmente merecem

por Eli Halfoun
Fim de ano: começou o festival de prêmios aos melhores do ano na televisão. As escolhas se multiplicam e os vencedores também. O pontapé inicial foi dado pelo jornal Extra do Rio que já incluiu sua premiação entre os mais respeitadas e desejadas. A lista de premiações do jornal Extra confirma a tendência de quem serão os vencedores de outros troféus da TV. Ninguém tinha dúvidas de que Mateus Solano seria o melhor ator com a magnífica criação do Felix de “Amor à Vida”. Também não é surpresa a escolha de Giovanna Antonelli com o bom trabalho como a delegada Helô de “Salve Jorge”, que a fez sem dúvida a melhor atriz do ano, que não teve grandes destaques nesse digamos quesito. Justiça feita também com Elizabeth Savalla escolhida a melhor atriz coadjuvante: sua Márcia de “Amor à Vida” é mesmo um momento glorioso de quem sempre se mostrou uma senhora atriz. O prêmio de Tatá Werneck como atriz revelação não foi exatamente uma revelação: ela o conquistou desde o primeiro dia em que colocou Valdirene em cena na novela “Amor `Vida”. Outra escolha garantida desde a indicação era a de “Tapas & Beijos” como programa humorístico. É sem dúvida o melhor, o único que ficou entre os muitos experimentos da Globo no gênero e que ainda por cima reúne um elenco que é garantia de sucesso para qualquer programa. Apresentadores de programas de entretenimento (auditório) se multiplicam na televisão, mas Luciano Huck continua sendo o mais criativo, o mais despojado e o mais carismático. Tina tudo para ganhar prêmio: ganhou. A novela “Amor à Vida” foi considerada a melhor do ano, mas também sem surpresa. Afinal é uma novela que ainda está no ar e, portanto, mais presente na memória dos leitores do jornal. A verdade é que esse ano está difícil, muito difícil, cometer injustiças. Pelo menos em relação aos prêmios de televisão. (Eli Halfoun)

Daniel: o canto maior de quem venceu todas as barreiras e preconceitos

por Eli Halfoun
O cantor Daniel está completando 30 anos de carreira e não se pode negar que fez uma trajetória de sucesso conquistando o público de todos os gostos e todas as classes. A vitória maior de Daniel é a ter rompido com o com o preconceito que se costuma ter com quem é identificado como cantor sertanejo. É preconceito absurdo já que todos os cantores do segmento sertanejos são donos de excelentes vozes e bons intérpretes. Colocado hoje com justiça no time de melhores cantores do país, Daniel rompeu barreiras (ou seriam porteiras?) para mostrar que canta (e canta bem) qualquer gênero musical. Não foi muito fácil conquistar o gosto e o respeito da crítica que o ouvia (mesmo que gostasse de música sertaneja, mas nunca admitia isso) como o caipira que formava dupla com o falecido parceiro João Paulo. A morte do amigo e parceiro foi um momento difícil a enfrentar, mas foi também o momento da total libertação artística de Daniel. Na carreira solo precisava mostrar e (mostrou) uma versatilidade musical que alcançava todas as notas, todos os gêneros e os mais complicados arranjos orquestrais. Daniel foi fundo ganhou respeito e conquistou a admiração maior de todos os que no início o enxergavam apenas enxergavam apenas como mais um cantor sertanejo, desses que ficam aí por pouco tempo. Daniel mostrou e mostra que ficará na Música Popular Brasileira para sempre entre as melhores vozes do país. Admirado também como um artista sempre pronto a ajudar porque sua voz e seu sucesso o fazem também um ser humano admirável. (Eli Halfoun)

Infecção hospitalar cria um novo e rentável negócio

por Eli Halfoun
Em recente capítulo da novela “Amor à Vida” o personagem Eron (Marcelo Anthony) comentou com o personagem Niko (Thiago Fragoso) que Amarilys (Daniielle Winits) sairia logo do hospital porque a atual regra é não deixar o paciente muito tempo internado para não ser vítima de uma infecção hospitalar. Não é a primeira vez que novelas tocam no assunto. Não há quem não saiba dessa nova regra médica e hospitalar, que também tem a função de abrir leitos para novos pacientes. Essa, digamos, menor estadia hospitalar está movimentando com bons lucros um novo negócio: o do a da venda e aluguel de equipamentos hospitalares (camas especiais, cadeiras de roda, bancos para banho, compadres e comadres e muitos mais) fazendo crescer as ofertas em novas casas especializadas e até nas farmácias. Nem todos os pacientes têm condições de pagar por esses necessários cuidados e a cada um se vira como pode (não tem compadre ou comadre vai de pinico mesmo). De qualquer maneira é sempre melhor e menos perigoso do que ficar em um hospital rondado pelas bactérias que nem precisam enfrentar filas e desconforto para entrar na hora que bem entenderem. Inclusive nos melhores e mais limpos hospitais do mundo: bactérias não escolhem endereço no livrinho dos Planos de Saúde e nem no catálogo. (Eli Halfoun) 

Ninguém mais vende produtos. Só se vende a esperança do prêmio

por Eli Halfoun
A necessidade de levar vantagem está mais presente no momento na busca de consumidores para todo o tipo de produto. Você compra o refrigerante tal, a cerveja, o automóvel e até a alimentação se o fabricante oferecer mais do que o produto: hoje ninguém compra só o produto. Estamos comprando a ilusão de ganhar prêmios alguns, como anunciam, milionários. Vem cá: não dá para desconfiar que produtos que oferecem tantas vantagens para aumentarem suas vendas é porque não garantem a boa qualidade do que oferece? Talvez essa necessidade incentivar o consumo esteja ligada também ao fato do consumidor ter mudado seus hábitos e agora só compra o que realmente é necessário e útil. A farta distribuição de prêmios incentiva a brasileiríssima cultura do levar vantagem em tudo e no caso de produtos de higiene, perfumaria e outros a qualidade do produto é o que menos interessa. Importante é comprar junto com o produto a esperança de ganhar um prêmio (qualquer que seja) só para contar (e levar) vantagem. A impressão que fica é a de que quem não oferecer nada em troca além do próprio produto ficará fatalmente com a mercadoria encalhada.

 Até a mídia não acredita que pode vender apenas o jornal ou a revista: quase todos os veículos expostos em bancas oferecem aos leitores algum tipo de vantagem. É nesse caso uma prática antiga com a qual nunca concordei enquanto no comando de revistas e jornais. Acredito que ofertas e prêmios e vantagens vicia o leitor que passa a comprar o jornal ou a revista apenas pelo prêmio. Quando o festival de prêmios chaga ao fim os leitores também debandam. São raros os que continuam comprando o jornal ou revista depois que perdem a esperança de ganhar um prêmio, levar vantagem por menor que seja. Convenhamos que isso não é vender o jornal, a revista ou outro produto. Na verdade o que se vende agora é o prêmio, o que é um contra-senso: prêmio não é para vender. É paras dar. (Eli Halfoun)

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Isso você não leu na velha mídia: pesquisa da Fundação Getúlio Vargas atesta que 71% dos brasileiros não confiam no que a TV noticia e 62% desconfiam da imprensa escrita;

(da redação da JJcomunic)
Pesquisa FGV aferiu o índice de confiança dos brasileiros em algumas importantes instituições. Foram ouvidas 3.300 pessoas em oito estados. Os analistas da enquete detectaram grande desconfiança em relação aos meios de comunicação. Curiosamente, embora os dados relativos à credibilidade da polícia, do partidos políticos, da igreja, das Forças Armadas, entre outros, tenham sido amplamente divulgados, nenhum jornal, TV, rádio ou site ligados a grande clãs familiares de comunicação informou aos seus leitores sobre esse aspecto preocupante do levantamento. As redações receberam o material mas optaram por omitir os números que atingem fortemente a credibilidade da mídia. 
- A instituição com menor credibilidade são os Partidos Políticos. 95,1% dos brasileiros não acreditam nas siglas que teoricamente deveriam fortalecer a prática democrática.
- 81,5% têm um pé, ou os dois, atrás em relação ao Congresso Nacional. 
- A TV não merece confiança no que divulga ou noticia. 71% dos brasileiros não acreditam nesse meio de comunicação. Até a Polícia, que também não se sai bem na pesquisa ganha da TV.  Jornais e revistas estão um pouco melhores mas nada que justifique comemoração: não têm credibilidade para 62% dos leitores.
- 70,1% não confiam na Polícia.
- 50,3% desconfiam da Igrega Católica
- 34,6% não confiam nas Forças Armadas.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Criatividade brasileira só não funciona na televisão

por Eli Halfoun
Somos um país privilegiado por estar servido de um povo muito criativo para tudo, especialmente para sobreviver com os miseráveis salários ainda pagos por aqui. A criatividade do brasileiro parece estar bloqueada nos programas de entretenimento da televisão. Não há em nenhum desses programas um único quadro criado no país: são todos comprados no exterior e adaptados para a nossa realidade - isso quando sabemos qual é a nossa realidade. Vejamos: no “Domingão do Faustão” estão muitos exemplos como o “Dança dos Famosos” e o “Tem Gente Atrás”, além de muitos outros. A preguiça se repete no “Caldeirão do Huck” com o “Lata Velha” o “Lar Doce Lar” e muitos outros. No “Programa Silvio Santos” e no SBT de uma maneira geral (assim como na Record) também temos muitos licenciamentos, o que se transformou em uma prática comum e preguiçosa na televisão brasileira. Nada contra copiar o que é bom, mas o problema é que não estamos copiando o que é bom e muitas vezes até pioramos. É uma pena: os profissionais da televisão brasileira são perfeitamente capazes de criar programas e quadros, mas tudo indica que as emissoras não deixam e preferem não trocar seguro pelo duvidoso. Acabam criando uma dúvida maior: será que a nossa televisão sabe fazer televisão? (Eli Halfoun)

A ex-mulher do senador Jarbas Vasconcellos está na Playboy. Merece mais o cargo do que ele. Tem plataforma, coerência, retaguarda política, não tem emendas e suas medidas não são provisórias...


(da redação da JJcomunic)
A Playboy de novembro está nas bancas com uma capa "política". Aliás, duas. Os editores fizeram um par de versões: uma mais ousada e outra nem tanto. A modelo é Meyrielle Abrantes, a-Miss Pernambuco que foi casada com o senador Jarbas Vasconcellos. Vendo assim, dá para perceber que a ex-miss tem um currículo muito melhor do que o do senador que em política deu uma forte guinada para a direita . Há muito tempo a Playboy queria Meyrielle na capa mas ela não aceitou o convite enquanto manteve um contrato de união estável com o senador. Desfeito o acordo, há cerca de quatro meses, ela aceitou o convite para posar para a revista. A explicação das duas capas: a mais quente vai para as bancas; a outra mais comportada, vai para supermercados, livrarias, padarias, diretórios de partidos, igrejas, associações de bairros, "aparelhos" dos black bloc, conventos, terreiros de candomblé e para a casa do senador. .  


Gol contra: futebol é um esporte que joga contra o patrimônio do clube

por Eli Halfoun
O futebol não é (faz muito tempo) só o esporte mais popular do país. É principalmente um negócio milionário e, na maioria das vezes, difícil de entender (não como prática esportiva, mas sim como prática comercial). Ao envolver muito dinheiro no que deveria ser apenas esporte o futebol se transforma em um incompreensível saco de gatos Quando os clubes resolvem desfazer-se de atletas geralmente fundamentais para formar uma boa equipe a má gestão financeira obriga os clubes de abrirem mão de patrimônios esportivos para ter dinheiro em caixa e mesmo assim nunca tem. O Cruzeiro é considerado no momento o melhor time do país e lá estão jogadores como Nilton, Dedé, o goleiro Fabio (saiu faz muito tempo) brilhando e fazendo o time brilhar. São atletas que pertenciam ao Vasco que é hoje considerado um dos piores times do país. O técnico é o mesmo Marcelo Oliveira que passou pelo Vasco, não ficou muito tempo, mas teve tempo suficiente para indicar jogadores ao seu novo clube, o que não é crime e muito menos desonestidade. São muitos os exemplos dos negócios mal feitos e que se às vezes podem ser um bom negócio financeiro são um péssimo negócio esportivo. O Vasco mesmo criou em casa dois dos maiores craques que o país conheceu: Romário e Edmundo saíram das chamadas categorias de base e logo depois foram vendidos. Anos depois o mesmo Vasco os recomprou pagando no mínimo dez vezes mais do que recebeu ao vendê-los. Isso é gol contra e por mais que se queira é difícil entender essa matemática - uma matemática tão confusa e absurda quanto a que o INSS pratica na concessão dos benefícios (benefícios?) da aposentadoria. (Eli Halfoun)

O dia em que o Ernesto, na Lapa, lembrou a "Kananga do Japão"

Adolpho Bloch ao lado do elenco e da diretora Tizuka Yamazaki, à direita, comemora o lançamento da novela "Kananga do Japão". Foto Rede Manchete/Divulgação
Os cenários de "Kananga do Japão" recriaram  a Praça 11, no centro do Rio. Foto Rede Manchete Divulgaçãoão
por Alberto Carvalho
O encontro dos ex-funcionários da Bloch no restaurante Ernesto, no último sábado, me fez lembrar dos velhos tempos da Lapa. Encontros como esse se realizavam no restaurante Capela, que ficava no Largo da Lapa, em frente ao abrigo dos bondes.  Era o point dos cariocas boêmios, malandros, sambistas, músicos e outras camadas da night que, no final de cada jornada nos dancing's, salões de sinuca e rodas de samba, se dirigiam ao Capela para saborear o melhor filé mignon acebolado do Rio.  O ambiente no Ernesto, no dia da ExpoBloch me fez lembrar desse tempo. Me lembrou também do saudoso Adolpho Bloch, que era um judeu de Kiev, tão carioca como os cariocas nascidos na cidade do Rio de Janeiro. E ele estava ali, presente nas fotografias do mural,  observando seus funcionários felizes se confraternizando e relembrando os tempos áureos da empresa que tão bem ele construiu. A caioquês do "titio" - como era chamado carinhosamente - se revelou uma vez quando pediu ao Carlos Heitor Cony que fizesse um roteiro para uma novela que foi exibida pela TV Manchete. O tema era a boêmia carioca que bombava na Praça Onze onde existia uma gafieira chamada "Kananga do Japão". A novela, exibida entre 1989 e 1990, foi um grande sucesso.  Christiane Torloni, Raul Gazola e outros grandes atores reviveram os anos 40/50, época máxima da boemia carioca. Gostaria de fazer aqui uma sugestão: Que tal no próximo encontro fôssemos fantasiados com modelitos da "antiga" e se possível uma banda ou aparelho de som, tocando marchinhas maxixe, chorinho e jazz?
REVEJA O VÍDEO DE ABERTURA DA NOVELA "KANANGA DO JAPÃO". CLIQUE AQUI

Justin Bieber está precisando de uma meia-trava. Urgente

por Eli Halfoun
Alguém precisa urgentemente dar uma meia-trava no cantor Justin Bieber. Não faço a menor questão de ver seus shows e nem de ouvir suas músicas, mas me preocupa seu comportamento. Bieber está vivendo muito apressadamente a sua juventude (é comum em quase todos os jovens) sem medir conseqüências que podem levá-lo a enfrentar graves problemas artísticos e pessoais e fazê-lo morrer mais cedo, muito antes do tempo, mesmo que não tenha tempo e nem lógica para a morte prematura, mas o normal é que ela demore muito para chegar. Leio diariamente que o menino-homem anda envolvido com álcool e maconha (é o primeiro e perigoso passo para o resto das drogas que transformam cada consumidor em simples restos de pessoas). Não sei (até porque não vi) se Bieber é mesmo, como se publica um consumidor de drogas, mas sei que a vida desordenada que está conhecendo o levará para lugar nenhum.

Na hora da urgente e necessária meia-trava é preciso dizer ao ex-bom menino que ele é um ídolo para as meninas e os meninos de sua idade e que precisa ter muita responsabilidade para não incentivar ainda mais a que eles também se acabem na festa. Bieber, de quem não se pode negar o carisma e o talento, deve conscientizar-se também de que da maneira que está conduzindo agora (com mil confusões e irresponsabilidade) sua carreira está apenas fechando as portas para vários espetáculos e, o que é pior, fechando portas e janelas para seus milhares de admiradores continuem admirando sua música a sua presença bonita e se possível a sua vida. (Eli Halfoun)

Luisa Mell quer usar a política para ajudar outros animais

por Eli Halfoun
Mesmo afastada da televisão, a ex-apresentadora Luisa Mell, de 35 anos (hoje casada com o empreiteiro Gilberto Zaborowsky), tem grande chance de eleger-se pelo PMDB-SP como deputada federal ou estadual. Luisa acredita que terá muito apoio por conta de seu engajamento como ativista na defesa dos animais, que será o principal tema de suas campanha. Ela confessa que não gosta de política, mas reconhece que “só consegui algumas conquistas reais pela causa animal através dela”. Só não se sabe ainda se cães e gatos estarão em seu palanque. (Eli Halfoun)

Cafetina famosa dos anos 600 pode ganhar minissérie na Globo

por Eli Halfoun
O recente sucesso da novela “Flor do Caribe” foi uma injeção de ânimo para Walther Negrão que já se dedica a escrever uma minissérie (sua primeira): o autor desenvolve o seriado em torno de Eny Cezarino, considerada uma das maiores cafetinas do país e que mantinha um grande borde em Bauru, no interior de São Paulo, frequentado nos anos 60 pelos mais poderosos políticos nacionais da época. Além de estar colhendo material de pesquisa Negrão terá muitas informações dele próprio: é que no auge do bordel ele entrevistou a cafetina como repórter das revistas Capricho e Contigo. Vai usar inclusive tudo o que não pôde publicar na ocasião. (Eli Halfoun)

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

E agora? Pistola de metal pode ser feita em casa na impressora 3D. E dispara bala de verdade.


(da Redação da JJcomunic)
Uma empresa de engenharia produziu a primeira arma de metal impressa em 3D. Eric Mutchler, coordenador de projeto, disparou 50 tiros para provar que a pistola funciona. Impressoras 3D já fizeram testes para cópias de armas mas em plástico não em metal. 
Veja matéria e vídeo no Mashable. Clique AQUI

Tais Araújo: “Brasil é preconceituoso com tudo”

por Eli Halfoun
“O Brasil é preconceituoso. Com tudo: negros, mulher, artista, gay” - a declaração é da atriz Taís Araújo e não está longe da verdade. Taís disse isso na reportagem publicada na edição desse mês da versão brasileira da revista “L’Officiel” para a qual também fez um ensaio fotográfico (“Foi muito divertido”) posando de várias formas, mas todas comportadas. As fotos foram feitas por Tony Richardson, que no mesmo dia também fotografou Woody Allen para a revista em Nova York. Esse é o próprio the flash. (Eli Halfoun)

Rádio ainda é o melhor amigo do homem na comunicação

por Eli Halfoun
O decreto assinado essa semana pela presidente Dilma Rousseff permitindo que as emissoras de rádio AM passem a funcionar na frequência FM (terão que instalar equipamentos) aumentará ainda mais a importância do alcance que só o rádio consegue ter nos mais esquecidos (e não são poucos) cafundós desse imenso país. O rádio ainda é o nosso mais importante veículo de comunicação, informação e entretenimento já que nenhum outro mesmo com os grandes avanços tecnológicos da televisão conseguem ter. Qualquer radinho de pilha (hoje os celulares tem frequência radiofônica) pode ser sintonizado em qualquer lugar e a freqüência em FM dará às emissoras AM um sinal mais nítido, sem os estranhos ruídos de uma frequência ultrapassada que não permitia boa audição. O rádio ainda é o “melhor companheiro” dos ouvintes: nenhum vigia noturno e nenhuma empregada doméstica abre mão de realizar seu trabalho ouvindo rádio, sempre um inseparável companheiro que cabe em qualquer bolso e em qualquer bolsa. Não se pode ignorar a importâncias do rádio como veículo de prestação de serviço, seja informando sobre o trânsito (muita gente já escapou de engarrafamentos por conta dessas informações) ou informando imediatamente o que acontece no país. O rádio é ágil: qualquer informação pode ser dada através do telefone (isso quando o telefone funciona). A televisão e a internet são hoje os mais procurados veículos de  e pela a maioria do público. Não se pode esquecer que ainda existe muita gente sem acesso a internet e que não é em qualquer lugar que se pode sintonizar uma emissora de televisão cm bom som e boa imagem. O rádio sim está aí para o que der e vier e com nova e melhor freqüência sonora continuará sendo indispensável como veículo de comunicação. (Eli Halfoun)

Piada espionada mostra que esse cara não é ele

por Eli Halfoun
A espionagem que os Estados Unidos fizeram no Brasil (todo mundo sabe que continua fazendo) provocou sentimentos de revolta e ajudou a criar várias piadas, embora esse não seja um motivo para rir, o que para o bem-humorado brasileiro não faz a menor diferença. Uma das piadas que circula agora é essa:
Um menino brasileiro fica frente a frente com o presidente Obama e pergunta:

“Obama o meu pai falou que o senhor sabe tudo lá de casa. É verdade?”. Resposta de Obama: “Ele não é seu pai”. (Eli Halfoun)

domingo, 10 de novembro de 2013

Feijoada de confraternização dos colegas da extinta Bloch: a amizade que não desaconteceu...

Restaurante Ernesto, Lapa, que recebeu a turma da Bloch para uma feijoada amiga.
por Alberto Carvalho
Foi emocionante o segundo encontro dos ex-funcionários da Bloch no restaurante Ernesto, na Lapa - bairro tradicional da boemia carioca.  Se a Lapa não está voltando a ser a Lapa, com certeza neste dia voltou.  Voltou com a presença de amigos que fizeram da empresa a maior editora jornalística do Brasil. Funcionários de todos os setores  estavam presentes.  Desde o administrativo até ao do editorial. Editores, redatores, repórteres, fotógrafos, gráficos,  secretárias, advogados, arquivistas, motoristas, seguranças, enfim, muitos companheiros relembrando os velhos tempos da  Editora Bloch que agregou os maiores escritores e jornalistas deste país. O ambiente lembrava os tradicionais almoços de final de ano, onde todos os funcionários, juntos,  se confraternizavam. Não faltou ninguém.  Nem mesmo aqueles que já se foram e os que não puderam comparecer. Eles estavam presentes, expostos em diversas fotografias num mural no salão do restaurante. Fotos de toda uma vida, de momentos inesquecíveis,  de companheirismo e afeto.          

O Restaurante Ernesto bombou neste sábado com a feijoada de confraternização de um grande grupo de amigos que trabalhou na Bloch Editores. Uma das atrações da tarde foi a exposição de fotos pessoais que mostram, em várias épocas, bastidores de redações, gráfica e demais departamentos da empresa que editou Manchete, Fatos & Fatos, Desfile, Amiga, EleEla, Mulher de Hoje, Pais & Filhos e dezenas de outros títulos


O Ernesto virou Manchete
Barros, Vera Gertel, Lairton e Maurício
Jileno e Barros

Orlandinho e o painel da Expobloch
Orlandinho também posou para um "ontem e hoje" com foto nos gramados do México na Copa de 70. 

Hora do feijão

Dalce Maria se localiza no painel de fotos

Ana Gaio, Dirnei, Lairton, José Carlos, Geraldo Felipe e Alice

José Carlos e Alberto

A Expobloch foi um sucesso

Jussara e Juvenil

Explobloch no Ernesto, Lapa

Cláudia, Décio e Jussara

José Carlos e Esmeraldo na fila do feijão

José Carlos, Allan, Juvenil, Marta , Franklin e Alberto

Rosani e Jussara


Jussara
Marta, José Rodolpho, Allan e Jussara


Jussara, Rosani e Alice recriaram ontem a foto abaixo...

...feita no Sambódromo nos anos 90. 
Esmeraldo e Jussarqa repetiram a cena da foto abaixo, que...

...estava no painel da exposição. Foi feita no Sambódromo, em 1996. 


Alice, Esmeraldo, Orlandinho, Alberto, Claudia, Ana Gaio, Muggaiti, Lairton, Dalce, José Rodolpho e Egberto. 



Orlandinho e Dalce
Muggiati foi de...

crachá de "colaborador"
Lairton, Juvenil, Allan e Marta

Franklin, Gavino, Jussara e Esmeraldo



Arminda, Marta, Nilton,  Allan e Juvenil

Isaac e Tamara Hazan

Decio, Rosani e Orlandinho

Charuto, Lairton e Gavino

José Carlos, Claudia Figueiredo, Egberto, Orlandinho, Marcelo Horn, Rosani, Jussara, Esmeraldo e Yeda