segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Há 16 anos foi decretada a falência da Bloch Editores...

O prédio, assinado por Oscar Niemeyer, que sediou as revistas da extinta Bloch, na Rua do Russell.

Este dia 1° de agosto marca, infelizmente, 16 anos da falência da Bloch Editores.

Um drama na época, um drama em curso até hoje.

Ao longo de quase duas décadas, os ex-funcionários tiveram muitas vitórias e muitas decepções.

Em 2012, uma comissão de ex-funcionários da Bloch
foi recebida pela Juíza Maria da Penha Nobre Mauro,
da 5ª Vara Empresarial, e pelo então
Promotor do MP, Luiz Roldão de Freitas.
Se tem o que comemorar, a Comissão dos Ex-Empregados da Bloch Editores atribui o justo reconhecimento dos seus direitos à atuação e à integridade de pessoas como a Juíza Maria da Penha Nobre Mauro, do ex-Promotor Público, atualmente Procurador de Justiça Luiz Roldão, e à vigilância e isenção do Ministério Público`.

Em 2012, como evidência de um tratamento respeitoso e ético, a Juíza Maria da Penha e o então Promotor do Ministério Público, Luiz Roldão de Freitas, receberam representantes dos ex-funcionários, entre os quais Murilo Melo Filho, José Carlos Jesus (presidente da CEEBE), José Alan Leo Caruso, Roberto Muggiati,  Jileno Dias, Arminda de Oliveira Faria, Zilda Ferreira, Genilda Tuppini, e o presidente do Sindicato dos Gráficos do Rio de Janeiro, Jurandir Calixto Gomes.

Em 16 anos, o pagamento dos valores principais de indenização à maioria dos credores trabalhistas foi uma das operações efetivadas pela Massa Falida da Bloch Editores, assim como pagamento de algumas parcelas da correção monetária, restando, atualmente, pendências da quitação correspondente à referida CM.

Em paralelo, a CEEBE tem a lamentar certos ganhos por parte dos representantes da extinta empresa (caso do destino das obras de Arte que integravam o Museu Manchete) e a resistência do atual síndico no que diz respeito ao pagamento dos resíduos da correção monetária devida aos credores trabalhistas cujos processos foram concluídos.

Na caso das obras de arte, o acervo que pertencia ao Museu Manchete acabou dividido entre a Massa Falida e os herdeiros de Adolpho Bloch e aguarda leilão público.

Quanto à quitação da correção monetária devida aos ex-empregados, alega-se, como obstáculo, que alguns ex-funcionários ainda não receberam o valor principal das suas demandas. A CEEBE tentou, em vão, obter a informação exata de quantos processos aguardam habilitação. Há cerca de três anos, seriam apenas 100 processo inconclusos. No momento, a atualização dessa informação é negada aos credores trabalhistas. Essa centena ou, talvez, menos, de processos seria a razão apontada para impossibilitar o pagamento de mais uma parcela da correção das indenizações a cerca de 3 mil habilitados e suas famílias ou herdeiros.

Reunião da CEEBE no Sindicato dos
Jornalistas. À mesa, dirigindo os trabalhos,
Nilton Rechtman, José Carlos Jesus e Jileno Sandes

É vaga, igualmente, ou, pelo menos, não é esclarecida, segundo a CEEBE, a situação dos alugueis de um grande prédio, em São Paulo, pertencente à Massa Falida da Bloch Editores, que, se quitados, viabilizariam o pagamento devido aos sacrificados credores trabalhistas.

Os ex-empregados da Bloch, que se reúnem periodicamente no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, demonstram não perder o espírito de luta, muito menos a esperança e a confiança na Justiça.
Mas a incerteza estará presente ao longo deste dia 1° de agosto de tristes lembranças.
Foi há 16 anos...

Ex-funcionários da Bloch Editores reunidos em assembleia no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ). 


Arte fatiada: 16 anos depois da falência da Bloch, o fim da “Coleção Manchete de Arte Brasileira”. Um desfecho jurídico que deixa vencedores e vencidos...


Museu Manchete; arte moderna brasileira.
Capa do livro "Museu Manchete" editado em 1982. 

Em 1982, como parte das comemorações dos seus 30 anos, a Manchete lançou uma edição especial e um livro. A revista reunia os fatos e as fotos marcantes daquelas três décadas. O livro percorria a galeria de arte que exibia um dos maiores acervos de artistas plásticos brasileiros. No prefácio do livro “Museu Manchete” (*), Adolpho Bloch escreveu o texto aqui reproduzido.
Texto escrito por Adolpho Bloch/Reprodução do livro "Museu Manchete". 
Ele conta que já em 1952, ano em que a revista Manchete foi lançada, começou a divulgar os principais pintores do Brasil. A revista dava os passos iniciais e, no mapa do caminho, plantava as sementes da futura coleção.   
Nos anos seguintes, os primeiros quadros, entre aqueles que formariam a “Coleção Manchete de Arte Moderna Brasileira”, eram vistos em salas da então sede da Bloch Editores, na Rua Frei Caneca. Com a inauguração do prédio da Rua do Russel, no fim da década de 1960, a galeria ganhou seu espaço nobre no amplo foyer do Teatro Adolpho Bloch. Tornou-se o Museu Manchete que, na verdade, ultrapassava os limites do foyer. Havia esculturas, tapeçarias e quadros em todos os andares. 
Na parede do hall do prédio que sediou a Manchete, a obra de Franz Krajberg. "Relevo em Branco, de 1968.
"Composição", de Volpi, sem data/Reprodução do livro "Museu Manchete

"Abstração", Mabe, 1979
"Barco em Itapuã", Pancetti, 1956
Dois quadros de Bandeira; "Floresta", 1958, e "Outono em Paris", do mesmo ano. Reproduções do livro "Museu Manchete" 
No hall destacava-se “Relevo em Branco”, de Franz Krajberg, instalação monumental que impressionava os frequentadores do prédio assinado por Oscar Niemeyer. Esculturas de Bruno Giorgi e Agostinelli e telas de Bianco, Portinari, Di Cavalcanti, Djanira, Bandeira, Pancetti, Mabe, Guignard, Volpi, Scliar, Cícero Dias, Iberê Camargo, entre outros, eram virtuais vizinhos das redações das revistas.
Com a falência da Bloch, no dia 1° de agosto de 2000, a coleção tornou-se objeto de disputa judicial. Parte do acervo teria sido entregue a um banco em transação financeira pouco anterior à falência. A Justiça, que já havia concedido à viúva de Adolpho Bloch a propriedade de alguns quadros, deu aos herdeiros de Adolpho Bloch a prerrogativa de escolher metade das obras restantes.
Parte do laudo de avaliação, que tem 36 páginas.
Talvez supondo - com razão e como efetivamente aconteceu -, que o espólio selecionaria naturalmente as obras mais valiosas, a Justiça determinou que, confrontadas as avaliações dos quadros mais caros concedidos aos ex-controladores da Bloch com os valores das obras que destinadas à Massa Falida, esta recebesse um saldo, em espécie, a seu favor. A Massa Falida contestou a fórmula de partilha por entender que o acervo pertencia integralmente à empresa e, portanto, deveria ir a leilão, completo, para quitar dívidas trabalhistas em parte até hoje pendentes. Mas os credores trabalhistas, entre os quais os milhares de ex-funcionários e suas famílias, acabaram perdendo essa batalha. E, infelizmente, estão em vias de perder outra: a 3ª Câmara Civil havia determinado que o espólio de Adolpho Bloch pagasse à Massa Falida metade do valor gasto com a guarda e conservação das obras do Museu Manchete. O espólio recorreu, perdeu em duas tentativas, mas obteve uma decisão favorável em embargo de declaração, o que poderá representar mais um abalo na soma de recursos reservados para a quitação integral das dívidas trabalhistas.
Juridiquês à parte, resta um comentário: a Manchete não deu muita sorte com o destino dos seus acervos. Desde 2000, ano em que foi decretada a falência da Bloch Editores, as obras de arte permanecem longe dos olhos do público. Provavelmente, não mais serão vistas como uma coleção, de fato. As obras pertencentes à Massa Falida irão a leilão, quadro a quadro. E caberá ao espólio de Adolpho Bloch decidir o que fará com a outra metade do Museu Manchete. 
Desfaz-se o que Adolpho Bloch denominou, com justificado orgulho, de “Coleção Manchete de Arte Moderna Brasileira”. E sobre o qual escreveu, em 1982: “Hoje, a Coleção Manchete é frequentada por todos, constituindo-se uma das salas de visitas da arte brasileira. Sinto-me feliz em poder prestar esse serviço à minha cidade e aos artistas de todo o Brasil”. Outro acervo, o fotográfico, de características e importância peculiares mas igualmente valioso, também tomou um rumo desconhecido. Foi leiloado, adquirido por uma pessoa física e sumiu. Nos dois casos – das obras do Museu Manchete e das milhões de fotos que pertenciam aos arquivos das revistas da Bloch – o público e a memória  - ou a cidade, como escreveu Adolpho Bloch - saíram perdendo. Teria sido melhor, pela importância cultural e histórica de ambas as coleções, que uma instituição houvesse se apresentado para adquiri-las e as mantivesse íntegras e ao alcance do público. 
Não aconteceu, nem virou manchete.

(*) O livro "Museu Manchete" lançado por Edições Bloch, em 1982, foi editado por Carlos Heitor Cony, com textos de Flávio de Aquino, diagramação de Áureo Abílio e Luís Roberto de Oliveira, produção gráfica de Carlos Affonso de Lima, fotos de Gervásio Baptista, Antonio Rudge e Nilton Ricardo. O design da capa foi de Licínio de Mello.

domingo, 31 de julho de 2016

Site americano revela fotos inéditas do Brasil captadas entre 1940 e 1943 pela fotógrafa Genevieve Naylor




Ouro Preto -
Foto: GENEVIEVE NAYLOR/CORBIS VIA GETTY IMAGES

Foliões aguardam o momento do desfile.
Foto: GENEVIEVE NAYLOR/CORBIS VIA GETTY IMAGES

Performance de dançarinos em um restaurante frequentado apenas por brancos.
Foto: GENEVIEVE NAYLOR/CORBIS VIA GETTY IMAGES

Cena urbana em Bom Jesus do Matosinho.
Foto: GENEVIEVE NAYLOR/CORBIS VIA GETTY IMAGES

Cristo Redentor
Foto: GENEVIEVE NAYLOR/CORBIS VIA GETTY IMAGES

Copacabana Palace
Foto: GENEVIEVE NAYLOR/CORBIS VIA GETTY IMAGES

No calçadão de Copacabana.
Foto: GENEVIEVE NAYLOR/CORBIS VIA GETTY IMAGES

por Ed Sá
O site Mashable publica uma matéria com fotos inéditas do Brasil em texto assinado pelo repórter Alex K. Arbuckle.

Em 1940, a fotógrafa Genevieve Naylor, então com 25 anos e a primeira mulher a ser contratada pela Associated Press, foi encarregada pelo Departamento de Estado americano para viajar ao Brasil e produzir imagens para a campanha de propaganda que buscava o apoio do país à guerra contra Hitler.
A ideia era captar imagens de praias, ricos salões, cassinos zonas comerciais, indústrias etc.

O Mashable conta que a fotógrafa se irritou com essas limitações impostas por Washington e decidiu fotografar a periferia e cenas de cultura popular. E aí passou a ter problemas com o DIP, o Departamento de Imprensa e Propaganda da ditadura de Getúlio Vargas.

Mesmo assim, Naylor reuniu um valioso material sobre trabalhadores rurais, mendigos, dançarinos no Carnaval, pescadores e artistas de rua.

A maioria das fotos jamais foi publicada, embora tenham sido exibidas em uma exposição no Museu de Arte Moderna de Nova York.
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Ipanema: a "ONU" da areia


No marketing informal da Praia de Ipanema, ao lado das tradicionais bandeiras de clubes, a ordem é embandeirar as barracas com as cores das diversas nacionalidades olímpicas. Ontem, no calçadão, ambulantes e turistas se entendiam em dezenas de idiomas. Uma "ONU" carioca onde todos acabavam se comunicando. Com a palavra "caipirinha" nos trend topics da areia. Foto: BQVManchete

Rio 2016: Alemanha desembarca na Praia do Leblon



Fotos BQVManchete

A Casa da Alemanha, na Praia do Leblon, perto do Jardim de Alá, está quase pronta. Será aberta no dia 4 de agosto. Ontem, operários aceleravam o ritmo para finalizar o espaço. O centro de hospitalidade estará aberto a cariocas e turistas, com toque culturais e gastronômicos do país. À entrada, você lerá o nome oficial da casa: OliAle. O que significa? Nada. Os alemães apenas criaram uma palavra que, imaginam, funcionará com um animado grito de guerra.

BBC celebra a Rio 2016


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Praça Antero de Quental: Chernobyl é aqui...


Devolvida à cidade depois das obras do metrô, a Praça Antero de Quental, no Leblon, está irreconhecível. Os moradores estão reclamando, com total razão.
Até apelidaram o lugar de Chernobyl. De fato, parece que uma hecatombe nuclear passou por lá. Os respiradores do metrô são uma catástrofe estética. Quem desenhou essas chaminés precisa descontaminar a criatividade. As árvores arrancadas não foram inteiramente replantadas, e esse era um compromisso do governo estadual e da concessionária. É curioso tentar descobrir porque o paisagista plantou na praça uma fileira palmeiras. Para fazer sombra, não foi, que não se prestam para isso. Funcionam melhor como um corredor, complementado por árvores de copas privilegiadas. E ainda correm o risco de se atrofiarem, tal qual semelhantes plantadas na orla, que é o caso do terreno ali. Que tal amendoeiras, ipês? A estação é bem-vinda, claro, mas os cariocas pedem um novo projeto paisagístico para uma das mais tradicionais praças do Rio. O metrô tem um antecedente, no caso. A estação da General Osório tinha uma monstruosidade em um dos acessos. Na época, foi apelidado de "tatuí" ou "croissant". Prevaleceu o bom senso e a providenciaram a demolição das coisa e um novo projeto. Foi melhor assim.

Jornalismo: fofura na TV


(do blog do Mauricio Stycer)

Às vésperas dos Jogos Olímpicos do Rio, a Globo está exibindo uma série de 16 reportagens no “Jornal Nacional” dedicada a atletas olímpicos. Apresentada pelo repórter Pedro Bassan desde o último dia 11, é um exemplo do que chamo de jornalismo esportivo “fofo”, destinado a fazer o espectador se emocionar a qualquer custo.

Patrocinadora dos Jogos Olímpicos do Rio, a Globo pagou US$ 200 milhões (cerca de R$ 700 milhões) pelos direitos de transmissão do evento.

Escrevi no último domingo (17) na “Folha” um texto criticando a ênfase nas passagens poéticas das reportagens e na encenação teatral de algumas situações, além da omissão em relação à realidade das modalidades esportivas no Brasil. Comentando a reportagem de Bassan com Artur Zanetti, concluía meu texto assim:

Como a grande maioria das modalidades esportivas olímpicas, a ginástica olímpica brasileira padece de enormes e graves problemas, de todas as ordens. A trajetória de Zanetti, como se sabe, é um caso excepcional, que está longe de configurar regra. Nada contra louvar o desempenho do atleta, mas fazer isso com poesia e teatro, e não com bom jornalismo, pode até provocar lágrimas e angariar pontinhos no ibope, mas nada além disso.

Em resposta ao texto, recebi de um experiente jornalista, que pede para se manter anônimo, uma mensagem na qual ele aponta cinco pecados deste tipo de reportagem “fofa”.

1. O primado da forma sobre o conteúdo. Há um excesso de inserções de arte em 3D sem nenhuma necessidade, uso de filtros para colorir artificialmente as imagens, “embelezando'', sem falar no excesso de importância atribuído à “passagem'' (o trecho em que o repórter põe a carinha no vídeo). A passagem em que o repórter surge montado a cavalo num VT sobre pentatlo moderno foi demais. O Bassan estava se achando John Wayne?

2. A duração das reportagens. Nove minutos de VT só se explicam pelo fato de estarmos em julho, um mês de noticiário fraco. Mas o resultado é: no dia do atentado de Nice, em 14 de julho, não derrubaram um VT do Bassan de 9 minutos, que acabou ocupando praticamente o mesmo tempo da cobertura do atentado, um evidente erro editorial.

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Médico coxinha debocha de paciente...






(do Conexão Jornalismo) 
Alguns médicos oferecem permanente demonstração de desrespeito a realidade dos pacientes aos quais atendem. E o caso do plantonista Guilherme Capel Pasqua é típico. Após consultar um mecânico em um hospital no interior de São Paulo, o médico escreveu num papel de receita médica, oficial, de maneira debochada, as expressões faladas de maneira errada pelo paciente. Feito isso, publicou uma fotografia e fez chacota nas redes sociais. A humilhação pretendida alcançou resultado: amigos do médico debocharam do paciente e revelaram outras expressões comumente faladas de maneira errada por pessoas simples que buscam atendimento hospitalar. No meio da tarde o médico foi demitido - leia aqui -

O profissional Guilherme é plantonista no Hospital Santa Rosa de Lima, em Serra Negra (SP) e foi formado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Profissionais como ele costumam criticar programas de saúde popular como o Mais Médicos e são contrários ao uso da substância Fosfoetanolamina Sintética, por exemplo. Há um corporativismo que entende que o primeiro grupo ameaça seus empregos, Já o segundo, dos pacientes de câncer, se tornam ameaça por outra razão: caso a pílula revela potencial de cura, poderá comprometer a profissão de oncologista e o tratamento tradicional - que é muito caro e ao mesmo tempo lucrativo.


ATUALIZAÇÃO - Médico e enfermeiras que debocharam de paciente por falar errado são afastados
O deboche custou caro ao médico Guilherme Capel Pasqua que debochou de um paciente por pronunciar errado as palavras pneumonia e Raio-X postando comentário depreciativo na Internet. Além dele, a postagem foi comentada pela recepcionista Adrielli Conti e pela enfermeira Renata Rodrigues, que também demitidas nesta quinta-feira pela direção do Hospital Santa Rosa de Lima, em Serra Negra, em São Paulo.
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sábado, 30 de julho de 2016

Band anuncia que será a rede que mais abrirá espaço para a Rio 2016...

A Band está divulgando em comunicado à imprensa que é a emissora de TV aberta que mais abrirá espaço e tempo para a Rio 2016. Serão cerca de 200 horas de programação. Já no começo da semana que vem equipe de narradores e comentaristas se muda para o Rio, mais precisamente para um estúdio montado no Parque Olímpico. Além da TV aberta, o canal por assinatura BandSports vai acompanhar os Jogos durante 23 horas e 30 minutos a cada dia. Os outros 30 minutos serão reservados para noticiários fora da Rio 2016. Rádios BandNews, Bandeirantes FM e Bradesco Esportes e o portal da Band também se integram ao esquema de cobertura.
Entre os comentaristas, André Domingos (atletismo), Cacá Bizzocchi (vôlei), Cláudio Roberto (atletismo), Danilo Castro (basquete), Dayane Camilo (ginástica rítmica), Fabio Vanini (handebol), Flávio Saretta (tênis), Gabriel de Oliveira (boxe), Helen Luz (basquete), Henrique Guimarães (judô), Marcelo Negrão (vôlei), Marcos Biekarck (vela), Márcio Wenceslau (taekwondo), Patrick Winkler (natação), Renato Messias (tênis), Vanderlei Oliveira (atletismo), Victor Rosa (ginástica artística) e Virna (vôlei).


Bombou na web: policial de biquini prende ladrão de celulares. Na Suécia...


Em pleno verão europeu, nada mais natural do que uma policial de folga e de biquini em uma parque. Incomum foi a ação em que ela se envolveu.

A oficial sueca Mikaela Kellner planejava apenas curtir um solzinho em Estocolmo quando um elemento se aproximou vendendo revistas.

Na verdade, era um meliante sueco que usa a técnica de falso vendedor para roubar celulares. E foi o que ele fez. Alertada pela vítima, um amigo com que conversava, Mikaela correu atrás do ladrão e imobilizou o pilantra, que deu um tremendo azar: a policial é também atleta de crossfit (um treinamento de força e condicionamento físico).

A notícia foi publicada pelo jornal sueco, edição em inglês, The Local. A cena postada no Instagram está bombando na web. Bem-humorada, após entregar o ladrão a um policial em serviço, Mikaela fez questão de afirmar que o biquini não é seu uniforme e que em 11 anos de profissão foi a primeira vez que dominou um homem estando seminua.
Fora das quatro paredes, naturalmente.


No MAR, os jogos da arte durante a Rio 2016...


Durante a Rio 2016, o Museu de Arte do Rio (MAR) exibe obras de grandes artistas brasileiros.

Além de atrair o público que vem para a Olimpiada, a exposição, que será aberta no dia 2 de agosto, ficará em cartaz até 15 de janeiro de 2017.

"A Cor do Brasil" reúne mais de 300 peças que contam a história da arte nacional desde a época colonial, entre as quais, "Abaporu", de Tarsila do Amaral (na foto), cedida pela Argentina e peças de Tomie Ohtake, Portinari, Helio Oiticica, Guignard, Lasar Segall e Mabe.

Comprovação de dados: conheça a arma do cidadão contra o jornalismo desonesto



por Filip Stojanovki (para o site Open Democracy) 
No dia depois do referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, um dos lideres da campanha a favor da saída surpreendeu ao admitir que tinha enganado o público sobre uma questão chave. Quando se lhe preguntou se os supostos 350 milhões de libras destinados semanalmente pelo Reino Unido à EU se canalizariam agora para o Serviço Nacional de Saúde, o ex-líder do UKIP, Nigel Farage, disse que “não”, que tinha sido “um erro” prometer tal coisa.

Numa entrevista com Susana Reid, a apresentadora do programa de televisão da ITV Good Morning Britain, Farage disse que não podia garantir o cumprimento desta promessa feita durante a campanha, e tratou de evitar o assunto afirmando que não se tratava de uma promessa oficial, apesar de que a publicidade da campanha do Leave anunciara a medida anteriormente.

Perante isto, cidadãos e jornalistas indignados, enviaram mensagens de Twitter com a foto dos anúncios – em lugares tao conspícuos como os laterais dos autocarros, desmascarando a mentira.

Este incidente reflete a necessidade de comprovar os dados na politica como serviço público, para permitir que os votantes possam tomar decisões mais informada e racionais sobre aqueles assuntos que afetam a sua via cotidiana.

O auge da comprovação de dados a nível mundial como reação perante a manipulação politica e mediática

É de supor que a comprovação de dados forma parte da prática jornalística habitual. Ao recolher informação, o jornalista deve verificar a sua veracidade. O seu trabalho é examinado então por um editor, quer dizer, por uma pessoa com mais experiência profissional, capaz de corrigir ou modificar aqueles pontos que assim o exijam.

Alguns meios têm departamentos especializados em comprovar o trabalho dos seus jornalistas e editores. Este tipo de atividade ficou conhecida popularmente através do filme Bright Lights, Big City, no qual Michael J. Fox desempenha o papel dum comprovador de dados “num grande semanário de Nova Iorque”.

Nas décadas posteriores aos anos 80, a maioria de empresas não se podia dar ao luxo de ter um departamento de comprovação de dados – ou simplesmente não o consideravam necessário – ou nem sequer contavam com a figura de um comprovador que fizesse o papel de advogado do diabo na redação.
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Rio 2016: "Antídoto contra o terror e o clima de agressão"


Olimpíada e superação

por Osias Wurman (para O Globo)

 A melhor resposta ao difícil momento de conturbação por que passa o mundo será o espírito olímpico de confraternização que o Rio hospedará, a partir do próximo dia 5, na Olimpíada. Será um ótimo momento para enaltecer a excelência humana através do esporte, com destaque para os Jogos Paralímpicos, momento exemplar da superação humana.

Para os jovens, a maioria dos 2,5 bilhões de telespectadores em nível mundial, será dada uma sugestão subliminar de que a convivência desportiva, pacífica e apolítica é a melhor forma de coexistir entre os diferentes.

A Olimpíada é o melhor antídoto para o espírito venenoso que alimenta o terror e o clima de agressão, das mais diversas origens, nos quatro cantos do mundo. O Brasil, exemplo ímpar da convivência pacífica entre os mais diferentes segmentos do gênero humano, será projetado mundialmente.

É preciso reconhecer o esforço hercúleo, realizado por todos que se empenharam em construir e organizar o megacertame dos próximos dias.

As falhas ocorrem em acontecimentos de envergadura muito menor do que de uma Olimpíada. O importante é a vontade de acertar, que, no caso brasileiro e carioca, é flagrante e notória. Como brasileiro, estou empolgado com a proximidade deste evento que, certamente, entrará para a história do país.

As competentes autoridades de segurança e inteligência garantirão a total tranquilidade para todos os visitantes e para a cidade como um todo. Isto já está provado com a recente detenção de supostos simpatizantes das práticas de atos radicais. Temos o que há de melhor no mundo em termos de tecnologia e informação, provido pelo intercâmbio entre o Brasil e os mais desenvolvidos serviços de inteligência internacional.

A cidade do Rio sofreu uma verdadeira cirurgia plástica, que a coloca com aspecto revitalizado, inovador e moderno. As ruas já começam a se enfeitar com a presença colorida e alegre de turistas que chegam para participar da maior festa do esporte.

Como filho de imigrantes poloneses que vieram para o Brasil na década de 30, fugidos do antissemitismo que envenenou sua pátria natal, tenho muito orgulho em divulgar que, pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos, será prestada uma homenagem pública e oficial, na sede do governo do Rio, situada no Palácio da Cidade, em memória dos 11 atletas judeus israelenses que foram assassinados pelo terror na Olimpíada de Munique, em 1972. Na cerimônia, serão acesas 11 chamas que brilharão em lembrança dos atletas vitimados pelo ódio sem limites, e estarão presentes ao ato duas viúvas dos homenageados.

Esta mescla de valores nos traz a certeza de que, com a esperada dedicação, superação, convivência e reverência à memória, nós jamais esqueceremos a Olimpíada do Rio.

Osias Wurman é cônsul honorário de Israel

sexta-feira, 29 de julho de 2016

ABI lança seu prêmio de jornalismo

(do Portal dos Jornalistas)
A ABI decidiu instituir o Prêmio ABI de Jornalismo, que será lançado oficialmente em novembro. Serão seis categorias nacionais – Jornal,Revista, Radiojornalismo, TelejornalismoWebjornalismo eFotografia – e cinco regionais, além de uma premiação principal.
Para estruturar e administrar o prêmio a ABI escolheu a RP Consultoria, de Ruy Portilho, que por 23 anos consecutivos coordenou o Prêmio Esso de Jornalismo, criou e administra diversas premiações, como o Top Etanol, o ABCRe o Prêmio ETCO de Jornalismo, entre outros. A gestão de marketing e a cerimônia de premiação – prevista para junho de 2017 – estarão sob a responsabilidade de Adhemar Altieri, em sua agência MediaLink, responsável por projetos no Brasil, Canadá e Estados Unidos, entre eles o Fórum Mundial de Turismo para Paz e Desenvolvimento Sustentável, a reformulação da comunicação institucional para a Amcham Brasil e a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), e o Ethanol Summit, evento global sobre energias renováveis.
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Do site Inovação Tecnológica: sustentabilidade chega à midia impressa


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United Airlines lança anúncio sobre Rio 2016 com atletas olímpicos americanos e música de Gershwin em ritmo brasileiro... É o samba no avião



A United Airlines, companhia aérea oficial da equipe olímpica dos Estados Unidos, acaba de lançar uma campanha ligada à Rio 2016.
O tema, "Uma jornada, duas equipes", mostra atletas e funcionários da voadora vencendo a "prova" do check in no aeroporto de embarque.
Entre as atletas conhecidas que aparecem no comercial estão as estrelas do vôlei, Kerri Walsh, e da natação, Missy Franklin, entre outros.
Ritmistas brasileiros atuam na trilha sonora que dá molho carioca a um clássico de Gershwin, "Rhapsody in Blue", criando um verdadeiro samba no avião.
O ator Matt Damon narra a peça publicitária.
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Suspeita de corrupção privê: a mídia teria sido pressionada a não noticiar esse caso...


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Chegou a conta do golpe... Veja em um rápido clipping... Direitos sociais e trabalhistas sob fogo cerrado e caminho aberto para privilegiar setores...

Ampliação de prazos, acordos para adiar pagamentos de outorgas contratuais etc:
um pacote de medidas que antecipa o Natal dos concessionários e vai resultar em aumento
de taxas para consumidores e usuários. 

O bancos querem o FGTS. Alegam que poderão
remunerar melhor os trabalhadores. Será? Bancos privados já fazem repasse
de recursos públicos, como no caso dos financiamentos
da habitação, e praticam juros maiores do que os bancos oficiais.

Sonegadores também podem ter Papai Noel antecipado. O governo pós-golpe
quer facilitar ainda mais o pagamento de dívidas referentes
 a impostos não declarados e não pagos. Isso beneficia, claro, grandes corporações que preferem usar
a moleza do Refis  a quitar suas contas como normalmente fazem milhões de contribuintes.

Essa é uma política fiscal adotada por muito países mas que não emplaca por aqui. Às vezes ameaça
andar mas logo é esquecida por força de pressões. O golpe torna mais difícil taxações
sobre bilionários e grandes heranças. Os barões respiram aliviados. 

A CLT é o alvo. Empresários defendem um brutal expurgo
de direitos e conquistas.


Hora extra, exigência de trabalho intermitente (sem pausas) e mudança na liberação do FGTS.
Um tecnocrata chega a afirmar que o o FGTS é "um prêmio ao demitido". Falta pouco
para ele achar que o direito à indenização é um "propinoduto' de quem perde o emprego?

O combate ao trabalho escravo também incomoda alguns setores. Em recente seminário,
um sujeito classificou a atual lei de muito "genérica". A cada ano, centenas de empresas são
punidas por explorar mão de obra em condições de escravidão. Há projeto em andamento para
aliviar essa ofensiva contra os novos capitães-do-mato.  

E, por fim, passado o momento crítico, bola pra frente... 

Abra um jornal em um dia qualquer. Aleatoriamente. Você verá a pauta do golpe.
E entenderá claramente a ofensiva midiática dos últimos anos e, principalmente, a montagem e execução da destituição de uma presidente eleita. Não cai apenas Dilma Rousseff mas toda uma política que cometeu erros e acertos. Só que os alvos são os acertos.
Os argumentos para o golpe não se sustentam, como até tribunais vêm defendendo. Mas isso já não tem importância, a trama é político-partidária, o foco é o resultado final. O combate à corrupção, que levou muita gente bem intencionada às ruas, é relativizado, há escândalos que andam e há aqueles que dormem o sono dos injustos, depende da sigla. E há notórios protagonistas de escândalos que estão impunes e participam do novo governo.
Alguns juristas, certos políticos e jornalistas identificados com as corporações estão andando em volta há meses para provar um suposto crime que justifique o impeachment - este, o impedimento definitivo, está nítido, virá, mas sem o rótulo da legalidade constitucional.
As reformas chegam para dar uma cara ainda mais mais neoliberal ao país com as consequências de sempre na desigualdade de renda, na marginalização de parte da população, no controle da representação política por segmentos poderosos etc. E não poderia ser diferente diante das características das forças que se uniram para criar o roteiro do golpe.
Tanto que as prioridades que os títulos dos jornais expõem com incontida ansiedade pretendem mexer com políticas sociais, de educação, trabalhista, ambiental, habitação, renda e saúde.
E não para melhorá-las mas para amputá-las no interesses das minorias e grandes corporações.
Um defende que a Justiça trabalhista passe a ser algo como cenográfica; outro quer a terceirização sem limites; outro diz que a globalização impôs nova forma de produzir (faltou dizer que a face mais visível foi a criação de uma estrutura de produção na Ásia, especialmente, onde organismos internacionais denunciam intensa utilização de mão de obra escrava e exploração do trabalho infantil).
Até o trabalho escravo vai ganhar uma forcinha já que um tecnocrata qualquer defende aí que o conceito é muito amplo e não muito claro para ele. Advoga mudança na legislação.
Talvez o elemento queira uma lei de um artigo só.
Parágrafo único: se não tiver corrente no pé não é trabalhador escravizado...

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Rio 2016: porque os haters torcem pela "Olimpíada do Fim do Mundo"...

A Olimpíada é um evento disputado por todas as nações. Na Era Moderna, em 110 anos, apenas 18 países receberam os Jogos de Verão. No Rio, a 19° Cidade Olímpica, acontece a 28° edição.

Na lista dos anfitriões, estão principalmente grandes centros ocidentais. Os Estados Unidos já receberam quatro Olimpíadas (duas em Los Angeles, uma em Saint Louis e outra em Atlanta). Paris foi sede de dois Jogos; Londres foi três vezes Cidade Olímpica. Atenas, duas vezes. A Alemanha teve Berlim e Munique como sedes. Roma, Helsinque, Barcelona, Antuérpia, Amsterdã, Estocolmo e Moscou também sediaram o evento. Há um predomínio da Europa, que já recebeu um total de 17 Olimpíadas. Do outro lado do mundo, Tóquio, Seul e Pequim completam a relação. A Austrália teve Jogos em Sidney e Melbourne. Do lado de cá do mapa, Cidade do México e Montreal ganharam edições.

Não é pouco o que o Rio conquistou. Por isso, é triste ver as reações excessivamente raivosas contra um dos maiores eventos esportivos do planeta. Apenas e tão somente uma grande festa do esporte. E nem é novidade essa repulsa quase patológica. Outro grande evento, a Copa do Mundo, também foi detonado.

Em comum, além das críticas aceitáveis, ambos foram alvos da disputa política, o tal Fla-Flu do Brasil dividido. Foram reduzidos a "coisa do PT", infelizmente.

É certo que denúncias de superfaturamentos em grandes obras sensibilizam a opinião pública. A crise econômica, idem. Mas, inegavelmente, o grande estímulo à reação negativa é o confronto político. Tanto que, bem antes dos contratempos, a simples ideia de o Rio sediar os Jogos despertava os piores instintos dos haters. Circulam até opiniões racistas segundo as quais "povos mestiços" como os brasileiros não têm competência para receber eventos internacionais de grande porte. Ou, como expressão do complexo vira-lata, quem propague que uma Olimpíada está acima do que brasileiros podem realizar, melhor investir apenas em carnaval, vaquejada, bumba-meu-boi, trio elétrico de axé, maratona de música sertaneja, procissão da Paixão de Cristo, cuspe à distância e concurso do melhor bumbum da América.

Por ignorância ou militância, os haters declaram nas redes sociais sua repulsa aos Jogos. Muitos torcem para que sejam um desastre monumental, alguns até fazem a apologia de tragédias apocalípticas.

Pelo mesmo motivo, o engajamento político-partidário, a mídia empresarial ajudou a criar o clima de horror. Tanto agora, em 2016, quanto no Mundial de 2014. É até curioso observar, nos dois casos, uma tosca dualidade "jornalística'. Nos cadernos políticos e nos artigos dos colunistas, a Copa e os Jogos são bombardeados. Nos cadernos esportivos, por força dos patrocínios, do inegável interesse econômico vinculado a eventos desse porte e em nome dos leitores que valorizam as competições, a Olimpíada, assim como aconteceu na Copa, é tratada com o devido foco na importância esportiva e no brilho dos atletas.

Nas últimas semanas, surgiram vários problemas em obras ligadas aos Jogos. Lamentavelmente, a entrega de instalações às vésperas das competições comprometeram acabamento, testes, ajustes finais nos equipamentos etc. O atraso cobra seu preço. Caso os prazos fossem cumpridos, haveria o tempo natural e necessário para a correção das falhas. Sâo risco reais.

Por outro lado, há manifestações, protestos e ameaças de greves. São grupos que têm suas reivindicações reprimidas e aproveitam o evento para torná-las públicas. Que não lhes sejam negados os direitos legítimos, mas é igualmente legítimo esperar que passem suas mensagens sem interferir nas competições. Milhões de pessoas irão às arenas e mais de 1 bilhão de espectadores em todo o mundo verão a Rio 2016 pela TV e via Internet. São direitos que devem ser igualmente respeitados.

Os atletas, a razão de tudo, começam a chegar à cidade.

Espera-se que conquistas, recordes, pódios e medalhas tomem o lugar do mimimi politico.

A Rio 2016 está aí.  Os haters já encheram o saco.