domingo, 14 de abril de 2013

Pobre Haiti... e cadê a blogueira haitiana?

por Wilson B. Alzer
O Diário do Grande ABC publica hoje matéria sobre a invasão de imigrantes haitianos, famintos e miseráveis, no norte do Brasil. Um grave problema social nas mãos dos governos locais. O Haiti é solenemente ignorado pela midia brasileira. Não há registro de instituições e lideranças da direita terem convidado, por exemplo, uma blogueira hatiana para falar dos problemas do país. O Haiti é capitalista, pratica os dogmas do mercado, e haitianos morrem há décadas dentro desses sistema perfeito. O Haiti é tão miserável que não merece a atenção nem do diretor Dado Galvão, o baiano que fez um documentário sobre a blogueira cubana. Mesmo que quisesse, Dado talvez nem recebesse financiamento para exercitar sua suposta arte se o tema fosse o pobre Haiti. Quem liga pro Haiti, capitalista e desbloqueado? Por lá deve estar tudo bem. O país, exemplo de capitalismo e livre mercado, tem renda per capita de pouco mais de 400 dólares, mais da metade da população é analfabeta. Já o país da blogueira ali ao lado, mesmo sob um bloqueio econômico que já passa de 50 anos, tem PIB per capita de cerca de 9 mil dólares, 85 por cento da população moram em casa própria e 99.1 por cento são alfabetizados. O Haiti nem um blog tem para gritar seu drama ao mundo. E não há registro de que entre os miseráveis que fogem da fome, doenças, desemprego e desesperança tenha um blogueiro, sequer alguém possa passar um SMS pro mundo. Cuba, país "fechado", recebe mais de dois milhões de turistas por ano. O número de turistas que chegam ao Haiti não passa de 600 mil/ano. A maioria fica em navios de cruzeiro. Porto Príncipe, a capital, tem apenas um hotel de nível internacional e oferece ao todo não mais do que 500 leitos. O governo brasileira tem colaborado para o incremento de uma indústria de turismo local  com programas de capacitação e treinamento de profissionais. Mas os anfitriões da festiva blogueira não estão nem aí pra isso. Seus interesses são outros e não estão no Haiti nem em Cuba e muito menos na blogueira, um mero instrumento de campanha da direita brasileira.
Leia matéria sobre o drama dos haitianos. Clique AQUI

sábado, 13 de abril de 2013

Flavia Alessandra: uma advogada (Habeas Corpus!) na revista Alfa


Divulgação/Revista Alfa

por Omelete
A atriz Flávia Alessandra, um dos muitos talentos desperdiçados pela confusa e irregular trama da novela "Salve Jorge" está na revista Alfa. Entre outras revelações, além da beleza, ela conta que é advogada. Ainda bem que não seguiu a carreira. Já pensou isso tudo circulando pelos corredores do Fórum entre processos, recursos, embargos e liminares? Melhor aqui fora. Habeas corpus!

Deu no Observatório da Imprensa: jornalismo ou marketing?

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Caos nos trens cariocas... Dá-lhe privataria

Caoos na Estação de São Cristóvão, hoje, no Rio. Reprodução
Deixou de ser desrespeito e passou a colocar em risco as vidas dos usuários. Trens que descarrilham, estações superlotadas, pessoas que são obrigadas a pular de plataformas... Concessionário gosta de embolsar lucro. Investimento, se o Estado não faz o sistema vai pro buraco. Simples assim.E trágico para os usuários. Mas é curioso como a mídia trata bem esse caos privado. Na reprodução acima, a dramática situação dos passageiro, hoje, ganhou foto discreta com pouca informação, mas a manchetona da home sobre taxa veicular "importantísisma", passa longe do assunto. 

Carla Vilhena chorou ou não chorou ao deixar o telejornal Bom Dia São Paulo?

Em fase de reestruturação, o jornalismo da Rede Globo tem reservado surpresas para alguns âncoras e editores. Em meio ao troca-troca, um episódio se espalhou pela rede; Carla Vilhena, apresentadora do Bom Dia São Paulo, teria saido chorando da bancada ao saber que deixaria o jornal e passaria a fazer reportagens para o Fantástico. Carla teria sido impedida de se despedir, ao vivo. O bem informada coluna de Daniel Castro no portal R7 publica hoje nota de Carla Vilhena sobre o assunto e mantém algumas informações veiculadas anteriormente. O fato é que outras trocas virão. Anda alto o nível de estresse nas bancadas dos mais diversos horários...
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Deu no site da Veja: o festival de "doações"

Como as "otoridades" são magnânimas. A governo do Disrtrito Federal descobriu uma orgia de "doações" e está cobrando o imposto devido sobre tais transações. A Veja on line publicou parte da relação que vazou. Há trocas de dinheiro entre pais e filhos, patrões e empregados, deputados e servidores. O que será isso, caramba? Uma "lavagem de dinheiro" entre amigos e parentada?
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Eleição no Rio só terá apoio de Lula e Dilma no ano que vem


por Eli Halfoun
Na hora de assumir as decisões do governo quem bate o martelo é a presidente Dilma Rousseff, mas nos encontros que ela mantém constantemente com o ex-presidente Lula para discutir suas participações políticas os dois concordam em várias decisões. Exemplo: em recente reunião concordaram que nenhum dos dois se enfiará na guerra de candidatos ao governo do Rio até o final do ano. No ano que vem sim a dupla deve entrar em campo para apoiar a candidatura de Lindberg Faria se seu nome for aprovado pelo PT e tudo indica que será. Outra decisão conjunta de Lula e Dilma é de que pelo menos por enquanto não se faça nenhum ataque ou provocação ao governador de Pernambuco Eduardo Campos mesmo que ele confirme a decisão de concorrer à Presidência da República. É igual a casamento: no começo nada de brigas e provocações, Depois é outra história. (Eli Halfoun)

Ser ou não ser candidato? Eis a questão para José de Abreu


por Eli Halfoun
Depois de ter assumido publicamente sua bissexualidade (é casado pela terceira vez e tem cinco filhos) o bom ator José de Abreu ainda tem uma dúvida, só que na política: não decidiu se será candidato (pelo PT) a deputado federal porque “a família não quer”. Zé também foi aconselhado por Lula e por José Dirceu a não candidatar-se pelo menos pó enquanto. José de Abreu estará na próxima edição da revista Trip posando como revolucionário e falando de seu passado como seminarista, preso político e hippie. Ele diz que “hoje não dá para fazer ativismo no ar condicionado, clicando no mouse. É quase uma brincadeira”. Deve ser por isso que Abreu está decidido a nunca abrir mão de seu salário na Globo para ser de esquerda. Ninguém jamais falou que é preciso ser duro e desempregado para ser de esquerda. (Eli Halfoun)

Campos espera melhor resultado nas pesquisas para entrar na corrida eleitoral. Melhor esperar sentado


por Eli Halfoun
Mesmo que nem sempre sejam acreditados analistas políticos criam teses e teorias (um dia acertam) : a mais nova envolve os nomes de dois prováveis candidatos à Presidência da República e garante que Aécio Neves é mais conhecido do que Eduardo Campos. Não adianta muito: para os analistas o mineiro Aécio carrega o rótulo de velho-novo, enquanto o pernambucano Campos é mesmo novo, só que está longe de ser conhecido nacionalmente. Os mesmos (e para muitos lúcidos) analistas acham também que se Marina Silva não conseguir as assinaturas para oficializar a Rede Sustentabilidade (seu novo partido) estará quase obrigada a abrigar-se em outro partido e fazer aliança. Campos não anda tão tranqüilo com a provável candidatura, o reflete em seus correligionários aos quais faz questão de acalmar dizendo que quando alcançar 10% nas pesquisas as alianças fatalmente surgirão e só então, se candidato realmente, for entrará para valer na corrida eleitoral. Que para ele (e os outros, menos Dilma) parece perdida antes mesmo de ter sido iniciada. (Eli Halfoun)

Cuidado: nós é que podemos virar lixo nas ruas


por Eli Halfoun
Se todos agissem corretamente, especialmente no respeito aos direitos do próximo, não seriam necessários tantos regulamentos e tantas leis criados apenas e principalmente pra que aprendamos a ter limites. Se todos tivessem consciência de noções básicas e fundamentais de higiene certamente não seria necessário multar os que insistem em transformar as ruas em uma lixeira pública. Infelizmente só costumamos aprender com ameaças, especialmente as que tocam no nosso pouco e suado dinheiro. Assim não haveria para a Prefeitura a não ser ameaçar (e cumprir, espera-se) com multa os que insistem em sujar as ruas. Uma cidade limpa representa muito mais do que andar por locais que não nos dêem nojo e vergonha. A sujeira jogada nas ruas é a que a causa maior das muitas enchentes das quais temos sido vítimas, às vezes até fatais. É o lixo acumulado nas ruas que entope os bueiros, não deixa as águas das chuvas escoarem livremente, o que acaba provocando tragédias pelas quais também somos (talvez os maiores) responsáveis. É um ponto de interrogação saber se a lei da rua limpa funcionará mais e melhor do que a lei da ficha limpa. A população até que recebeu as multas numa boa, mas será suficiente para acabar com o péssimo hábito de jogar no chão e em qualquer lugar o lixinho que precisa ser descartado, mas deve ser feito em local adequado (há muitas lixeiras espalhadas pela cidade)? O problema maior da sujeira é o desrespeito com o próximo que vem de uma falta de educação histórica. Não faz muito tempo entrei em uma lojinha de salgadinhos para fazer um lanche e fiquei de pé diante do balcão ao lado de um rapaz que estava terminando de comer. Assim que o fez amassou o guardanapo e a embalagem do salgadinho e jogou os papeis no chão, embora houvesse ao seu lado, quase batendo em seu ombro para dizer “hei, eu estou aqui”. Nem esperei o rapaz sair para abaixar, pegar o que ele tinha atirado no chão e jogar na lixeira, como ele deveria ter feito. O rapaz ainda me olhou com cara feia (percebeu que eu chamava sua atenção) e antes de sair deu um sorrisinho como se quisesse dizer “olha esse otário”.
As multas podem ajudar a manter a cidade limpa, mas a limpeza total só se fará presente quando a educação vier em primeiro lugar. Limpeza é acima de tudo uma questão de higiene. Portanto, não jogue na rua o que você não arremessa no chão de sua casa. Se não agirmos com a mesma correção em casa e na rua nós é que seremos o lixo espalhado e amontoado pelas ruas. (Eli Halfoun)

Joelma fala demais e perde apoio paraense para filme sobre a Banda Calypso


por Eli Halfoun
Se tivesse aprendido com seus populares fãs que “em boca fechada não entra mosca”, a cantora Joelma (Banda Calypso) não estaria pagando pela língua. Embora ninguém confirme ser uma espécie de resposta à recente declaração homofóbica da cantora, ela perdeu grande parte do financiamento para a realização do filme (com Deborah Secco interpretando a cantora) que contará a história da banda. O que se diz é que o governo do Pará desistiu de dar a acertada verba de um milhão para o início das filmagens. Sobre a infeliz declaração de Joelma, que já tentou deixar o dito pelo não dito acredita-se que ao falar demais a cantora estaria mesmo tentando atrair os evangélicos para adquirirem o disco de música gospel que ela acaba de gravar. O fato é que a infeliz declaração de Joelma reforça mais um velho ditado: quem fala demais não sabe o que diz. No caso não sabe mesmo. (Eli Halfoun)

FHC cria força-tarefa para impedir surpresas de Serra


por Eli Halfoun
O PSDB não quer ser surpreendido com uma possível saída (anunciada, mas não confirmada) de José Serra. Se a mudança vier realmente a acontecer, Serra fará força para levar com ele alguns nomes considerados fortes no PSDB. Para evitar surpresas desagradáveis o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu encabeçar uma espécie de força-tarefa para saber com os filiados quais seguiriam com Serra para outro partido. O resultado das primeiras conversas deixou o ex-presidente entusiasmado: nem os mais fiéis seguidores de Serra mostraram disposição de segui-lo, o que pode mudar os planos de Serra: sozinho (e ainda assim mal acompanhado) ele não interessa no momento a nenhum partido. (Eli Halfoun)

Na hora de protestar Luana Piovani não livra a cara de ninguém. Faz bem


por Eli Halfoun
“Dilma, Lula, Genoino, Feliciano, Bolsonaro, Dirceu cooorjaaaas.!!! Tá pouca a tragédia aqui (Rio)? Quantos barracos serão engolidos pela lama, quantos fios soltos matarão cidadãos eletrocutados?”.      Essa foi a resposta que a atriz Luana Piovani deu através do Twitter ao deputado Jair Bolsonaro que a atacou depois que ela investiu contra o governador Sergio Cabral por causa da bandidagem no Rio, “cidade suja e políticos só falando em Copa”. Luana é das poucas usuárias que sabe fazer do Twitter uma poderosa arma para protestar e não só para brincar. Um Twitter bem utilizado pode fazer grandes estragos na política e em outros setores que não respeitam a cidadania. (Eli Halfoun)

Marina Silva joga a Rede na rua para pescar assinaturas


por Eli Halfoun
Marina Silva começa a ficar descrente, embora não mostre que está perdendo o ânimo: ela e os “marinistas” só têm até setembro para conseguir as 500 mil assinaturas exigidas para a criação oficial da Rede da Sustentabilidade. Até agora o possível novo partido só conquistou pouco mais de 50 mil assinaturas e decidiu colocar a turma na rua para correr atrás de apoios. O trabalho inclui palestras de Marina, visita a grandes eventos, assédio de correligionários em filas. Como o Brasil é o país que tem fila para tudo Marina terá de enfrentar uma enorme fila para não desistir de ter seu partido. Talvez seja o caso de pedir uma ajudinha ao Kassab para saber como conseguir assinaturas de mortos. (Eli Halfoun)

Laboratório facilita e reduz preço na compra de seus medicamentos


por Eli Halfoun
Quem faz uso constante de medicamentos (quem não faz?) sabe que comprar qualquer remédio é gastar muito mais do que se pode pagar. O preço dos medicamentos está pela hora da morte, como se diz popularmente. Laboratórios querem lucrar sempre mais, mas alguns estão conscientes de que é preciso pensar menos em lucro e mais na saúde da população. O Laboratório Aché é um deles: criou o programa “Cuidados pela Vida” para facilitar a compra de medicamentos pela metade do preço. Para isso basta cadastrar-se pelo telefone ou internet (é fácil) e imediatamente o número do cadastro permitirá a compra do medicamento a um preço bem mais accessível. Como esse é um serviço de cada vez mais de utilidade pública anote o telefone da saúde e da economia: 08007778432. Bom mesmo é não precisar consumir remédios, mas se precisar o “Cuidados pela Vida” ajuda um bocado. Ajudaria muito mais se os médicos orientassem seus pacientes nesse sentido, mas alguns ainda insistem em não prescrever os genéricos ou similares e ficar receitando apenas com os chamados remédios de grife. Se o dever dos médicos é preservar a saúde de seus pacientes, a saúde financeira também deveria merecer por parte da verdadeira medicina mais atenção. (Eli Halfoun)

terça-feira, 9 de abril de 2013

Thatcher: o ódio no poder, a morte sem lágrimas e a festa nas ruas de Londres

A Dama de Ferro oxidou-se. Suas teorias neoliberais viraram sucata. Em Londres, como conta Paulo Nogueira, sua morte foi comemorada nas ruas. Deixou um legado de injustiças e caos (ao pregar a desregulamentação total de tudo, incluindo o bundalelê do mercado financeiro que resultou na crise histórica). Mas muito antes da atual crise, Thatcher foi escorraçada do poder ao lançar a Inglaterra em dificuldades econômicas e sociais.
Cabe a elite e aos especuladores segurar a alça desse caixão. O povo, como tem demonstrado nas ruas da capital inglesa, está fora dessa.

Morrisey, cantor do Smiths, traduziu o sentimento de muitos, no texto abaixo:


"Cada movimento que ela fez foi marcado pela negatividade.
 Ela odiava os mineiros, ela odiava as artes, ela odiava os pobres, ela odiava o Greenpeace e os todas as entidades de proteção ambiental.
 Ela deu a ordem para explodir o Belgrano já quando o navio argentino estava se afastando das Malvinas. E quando os meninos argentinos a bordo do Belgrano sofreram uma morte terrível e injusta, Thatcher deu o sinal sinal de positivo para a imprensa britânica.
 Ela odiava feministas ainda que tenha sido graças a elas que o povo britânico aceitou que um primeiro-ministro pudesse realmente ser do sexo feminino.
 Thatcher era um horror sem um átomo da humanidade.”


LEIA NO DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO ARTIGO DE PAULO NOGUEIRA. 
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Duas atrizes, dois finais...

Frankie Avalon e Anette Funicello. Divulgação

Sara Montiel. Divulgação
Ontem, o cinema perdeu ontem duas referências. Se não de estrelas de filmes-arte, protagonistas de sucessos que atraíram multidões aos cinemas. Sara Montiel e Anette Funicello. A primeira, atriz espanhola que se impôs em Hollywood, mesclou romantismo e sensualidade,em postura até ousada para sua época e públicos; a segunda estrelou produções também românticas mas voltadas para os jovens. Música, biquinis, surfe, férias e praias eram os ingredientes dos filme da dupla Funicello e Frankie Avalon, com invariáveis canções de Paul Anka.

Anette Funicello e Beach Boys. Divulgação

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Sara Montiel em La Violetera. Divulgação
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Consórcio Internacional de Jornalismo Investigativo identifica dinheiro de empresários brasileiros em paraísos fiscais. Mas a velha mídia nacional não dá muito bola pra isso...

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Daniela Mercury: sem medo de amar e ser feliz

Malu Verçosa e Daniela Mercury; Reprodução Internet

por Eli Halfoun
A corajosa união da cantora baiana Daniela Mercury com a também baiana jornalista Malu Verçosa está mostrando várias coisas: a primeira é a que se faz cada vez mais necessário assumir a vida do jeito que se quer viver e sem medo de ser feliz. A segunda mostra com clareza que as pessoas, especialmente as que escolhem uma opção sexual, que começa a ser entendida, mas ainda não plenamente aceita, estão perdendo a oportunidade, a possibilidade e o direito de encontrar a felicidade. A opção sexual de Daniela Mercury certamente não é uma novidade para os que a conhecem bem e o fato da mídia estar focalizando o assunto com exagero coloca novamente em discussão o assumir ou não assumir, ou seja, ser ou não ser.
 Daniela Mercury apenas gritou seu amor para o mundo ouvir e parece que seu grito atingiu muita gente como se fosse um tiro. Ninguém deve ter vergonha de amar, mas as pessoas estão cada vez mais amedrontadas diante do amor, seja o hetero ou o homossexual. É como diz o jornalista Luiz Caversan: “Revelar o amor no século 21 é considerado um ato de coragem. Tem-se tratado aqueles que dizem em alto e bom som que amam (uma pessoa do mesmo sexo, que seja) como se fossem heróis” Daniela Mercury não teve medo do amor e só ama por inteiro quem não tem medo de amar, independente da opção sexual, que me parece até um amor mais intenso porque além do medo precisa vencer muitos obstáculos. Daniela mostra que por amo é preciso ir à luta. (Eli Halfoun)

Preço alto do tomate transforma os ovos em nova munição de protesto


por Eli Halfoun
Os gozadores de plantão não perdem tempo e garantem que a alto preço do tomate é bom para os políticos que ficarão livres das “tomatadas” na cara. Não será bem assim: os gozadores também fazem questão de informar que os ovos ainda estão com um bom preço e podem servir de munição para atingir os políticos.  (Eli Halfoun)

Uma nova marca de qualidade para identificar a Rede Globo


por Eli Halfoun
Logotipos e projetos gráficos não servem apenas para identificar um produto, uma empresa ou as emissoras de televisão. Essas marcas significam a cara da empresa e procuram garantir que o consumidor identifique na marca um símbolo de qualidade. Não foi a toa que a P&G investiu milhões para fazer da antes desconhecida imagem representada por suas duas letrinhas a identificação com produtos famosos de qualidade comprovada. Na comunicação também funciona assim: logotipos e projetos gráficos criam a cara de jornais, revistas, rádios e televisões e a identificação com o público. O plim, plim da Globo, por exemplo, virou uma espécie de sinal para identificar os produtos da emissora, o que também acontece com o velho e marcante logotipo. Há anos é possível identificar qualquer programa da Globo através de sua marca que se impõe também como garantia de qualidade. É uma marca acreditada e segura. Mesmo assim depois de 38 anos a Globo resolveu arriscar um novo visual e partir de maio lança um novo projeto criado por Hans Donner para buscar uma nova e maior identificação com os telespectadores que fazem a emissora liderar tranquilamente a audiência há anos. É sempre arriscado mudar de uma hora para outra a marca com a qual o público está identificado. A Globo só correrá esse risco porque tem certeza de que poderá impor seu novo símbolo rapidamente e por que a mudança revela que a emissora está sempre buscando renovar-se. De qualquer maneira é um risco corajoso. Afinal, arriscar é o que mantém a vida mais emocionante. (Eli Halfoun)

Dilma ri e coleciona todas as suas caricaturas


por Eli Halfoun
Talvez porque reflitam uma verdade que eles não conseguem enxergar, a maioria dos políticos não gosta (alguns abominam) de suas caricaturas publicadas em jornais e revistas. Não é o caso da presidente Dilma que adora suas caricaturas. Por isso mesmo o setor de Comunicação do Planalto tem um grupo de profissionais encarregado de reunir e encadernar caricaturas da presidente publicadas em todo o país e no exterior. No momento, o entusiasmo de Dilma está voltado para os desenhos que o cartunista Miguel tem publicado no Jornal do Commercio de Pernambuco. Em uma das mais recentes Dilma se achou parecida com a Ursula do desenho “A Pequena Sereia”. Caricaturas (e não só as dela) fazem Dilma divertir-se e rir bastante. Rir pode não ser a solução, mas continua sendo um bom remédio. (Eli Halfoun)

Vibrador-despertador é a nova sensação erótica das mulheres


por Eli Halfoun
Pelo menos uma indústria não pode reclamar do mercado por aumentar cada vez mais sua participação junto ao consumidor. É a indústria de produtos eróticos que está sempre inovando, como mostra agora na “Erotika Fair”, realizada em São Paulo. Um dos produtos quer tem chamado atenção é um novo “vibrador-despertador”. O “vibrador-despertador” não tem alarme, mas promete acordar as usuárias numa boa. Funciona assim: na hora de dormir a mulher coloca o vibrador na calcinha e programa a hora de acordar. Na hora marcada, o vibrador entra em ação e a mulher pode começar o dia feliz. Bom também para os maridos que poderão dormir mais um pouco. (Eli Halfoun)

Rio nos deixa com vergonha do mundo


por Eli Halfoun
Excetuando as chamadas autoridades não deve existir um único carioca (e brasileiro) que não morra de vergonha ao saber que países como a França, Espanha e Alemanha, entre outros, estão alertando os que por lá vivem para tomar cuidado quando vierem ao Rio como turistas. A violência praticada com visitantes mancha a imagem do Rio, que já foi a preferência mundial dos turistas. Pior é que esse tipo de alerta cuidadoso ocorre justamente quando o Rio receberá uma Olimpíada e a Copa do Mundo. Perder turistas em qualquer época é perder dinheiro, ou seja, uma renda que supostamente deveria ser aplicada na própria cidade. Por mais que se reconheça que as UPPs ajudaram a diminuir a violência, o Rio ainda vive em clima de tensão sujeito a assaltos, estupros e sabe-se lá o que mais. Assim o que fica realmente muito claro é que não demora muito precisaremos instalar uma UPP em cada esquina, ou seja, é preciso colocar a polícia na rua e agir com mais severidades com os bandidos. Marginais da pior espécie não podem continuar ganhando essa guerra. A minoria (bandidos) não pode continuar vencendo a maioria (gente boa). É contra a lógica exata da matemática. (Eli Halfoun)

Ronaldo garante que será um comentarista isento


por Eli Halfoun
A repercussão negativa em torno do nome de José Maria Marin é tão grande que não será surpresa se mesmo sendo ainda o presidente da CBF ele vier a ser afastado (por decisão do governo) da presidência do COL, o Comitê Organizador Local. O nome de Ronaldo Fenômeno Nazário é apontado como o do provável novo presidente. Em seu favor conta o fato de ser respeitado internacionalmente e de ter carisma. Ainda de Ronaldo: há dias o ex-jogador procurou o jornalista Juca Kfouri que o havia criticado por ter assinar contrato de comentarista com a Rede Globo e garantiu que o fato de estar ligado ao COL e de ter uma empresa de esportes não influenciará em seus comentários sobre os jogos e o que mais for necessário. “Sou independente e serei assim como comentarista” e, portanto, direi o que realmente achar Aliás, essa independência Ronaldo fez questão de deixar clara em na assinatura de seu contrato: está escrito que a emissora não exercerá qualquer influência sobre seus comentários. Ronaldo comentará o futebol da Copa como Platini e Beckenbauer fizeram em outras Copas. Como Ronaldo não é de esconder a verdade e muito menos de se deixar influenciar poderemos até não concordar com seus comentários, mas teremos a certeza de que ele estará falando o que realmente viu e pensa. (Eli Halfoun)

PT bota a campanha de Dilma na rua para evitar atropelo de Eduardo Campos


por Eli Halfoun
A campanha presidencial ainda não começou oficialmente, mas os partidos já estão nas ruas tentando vender seus peixes. Bastou o PSB lançar um slogan apresentando o governador de Pernambuco Eduardo Campos como “o novo” para o PT reagir criando um panfleto que em outras coisas diz: ‘Dilma atinge recorde de aprovação: 79% dos brasileiros apoiam a presidenta. Por que será?” Mesmo assim o PT não quer brincar em serviço: sabe que em eleição ninguém tem vaga garantida antecipadamente. (Eli Halfoun)

Agora fofoca também é papo para o “Jornal Nacional”


por Eli Halfoun
Fofocas inclusive as envolvendo homossexualidade não são mais assunto apenas de revistas especializadas. A união afetiva de Daniela Mercury com a jornalista Malu Verçosa ganhou destaque no Jornal Nacional. Para que o assunto fosse focalizado houve uma quase votação na redação e William Bonner, (o editor chefe) concordou em dar a notícia, mas pediu discrição - uma discrição que a própria cantora não fez corajosamente questão de manter. Agora fica provado que ao chamar de imprensa menor, a mídia que focaliza esse tipo de assunto é apenas uma desculpa para também poder noticiar. Fofoca só é nociva quando agride ou é inventada e no caso a união não foi criada a imprensa e só deve ter incomodado muito os homofóbicos que não conseguem enxergar o amor em sua totalidade. (Eli Halfoun) 

Nova luta de Anderson Silva é para ser ator nos EUA. Com voz fina e tudo


por Eli Halfoun
O fato de sua biografia não ter se transformado em um best-seller como ele esperava  não fez o lutador Anderson Silva desistir de outros planos longe do octógono. Silva está mesmo decidido em fazer carreira de ator no cinema americano e para isso dedicará menos tempo às lutas e mais para as aulas de inglês e de interpretação. Ele diz que não quer mais ser chamado de Aranha e que só atenderá pelo apelido de Spyder, ou seja, uma aranha americana. Aos que dizem que o sotaque abrasileirado e a voz fina podem atrapalhar no cinema o lutador responde que é para isso que existem os dubladores, o que soará sempre como mentira: a voz de Anderson já é uma de suas marcas. Uma fina marca, aliás. Eli Halfoun)

Rio sofre outra enxurrada: a de candidatos ao governo. Assim a casa cai


por Eli Halfoun
Mesmo deixando claro que não quer saber de política, José Mariano Beltrame, o competente secretário de Segurança do Rio, é o nome dos sonhos de todos os partidos e acaba de ser sondado pelo PSB para concorrer como vice na provável candidatura de Eduardo Campos para a Presidência da República. Mariano também era o sonho do governador Sergio Cabral no Rio. Aliás, a eleição do substituto de Cabral tem provocado uma enxurrada de nomes (Garotinho, César Maia, Miro Teixeira, Luiz Fernando Pezão, Lindberg Faria entre outros). Nenhum deles confirma que levará a candidatura até o fim porque sabe que como nos temporais também na política a enxurrada de nomes pode fazer a casa cair. E quando cair demorará, como nas chuvas, a ser reconstruída. Principalmente no Rio. (Eli Halfoun)