por Omelete
A Time publica uma lista de atores e atrizes que, na opinião da revista, deveriam já ter um Oscar na estante mas jamais foram premiados, embora várias vezes nominados. Talvez a Time tenha razão em alguns citados (Glenn Close, Leonardo di Caprio, Liam Neeson, Samuel l. Jackson, Amy Adams, por exemplo) e alguma benevolência ao citar Tom Cruise, Bill Murray, Harrison Ford, Gary Oldman...)
Leonardo DiCaprio (indicado seis vezes). Pode ser que amanhã finalmente leve a estatueta.
Robert Downey Jr. (indicado duas vezes).
Tom Cruise (três indicações)
Harrison Ford (uma indicação)
Glenn Close (seis indicações)
Joaquin Phoenix (três indicações)
Johnny Depp (três indicações)
Sigourney Weaver (três indicações)
Edward Norton (três indicações)
Annette Benning (quatro indicações)
Ed Harris (quatro indicações)
Michelle Williams (três indicações)
Bill Murray (uma indicação)
John Travolta (duas indicações)
Viola Davis (duas indicações)
Gary Oldman (uma indicação)
Liam Neeson (uma indicação)
Ralph Fiennes (duas indicações)
John Malkovich (duas indicações)
Laura Linney (três indicações)
Samuel L. Jackson Uma indicação)
Amy Adams (quatro indicações)
sábado, 27 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Campanha publicitária é acusada de sexismo
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| Reprodução Instagram |
A grife holandesa SuitSupply está no meio de um bombardeio feminista. Tudo por causa da sua nova campanha publicitária. As fotos mostram homens "escalando" mulheres superdimensionadas. Lembra uma reedição da imagens de Gulliver. Os responsáveis pela campanha acham que falta humor nesses tempos do politicamente correto. Dizem que se houver "sexismo" nas peças publicitárias, os homens é que deveriam reclamar já que aparecem como pequenos bonecos, tipo acessórios de mulheres bonitas e gigantes. E lembram que, a propósito, o nome da campanha é Toy Boy. A SuitSupply vende roupas masculinas populares em vários países. Nas redes sociais a grife é acusada de misoginia, um comentário no Face diz que "só eleitores do Trump não se ofendem como fotos tão sexistas e racistas" e há também que chame os críticos de "cães de guarda" da publicidade.
China divulga agora fotos inéditas da Lua feitas em 2013 pelo jipe-robô Yutu. São as primeiras imagens lunares em HD
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| O robô Yutu explora a Lua. Foto Chinese Academy of Sciences |
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| A trilha do Yuyu na superfície lunar. Foto Chinese Academy of Sciences |
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| O jipe lunar chinês em ação. Foto Chinese Academy of Sciences |
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| A nave Chang'e 3 fotografada por uma das duas câmeras panorâmicas do jipe-robô Yutu. Foto Chinese Academy os Sciences |
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| A superfície lunar fotografada pela Lunik 9, lançada pela União Soviética. Foi a primeira nave a pousar na Lua, em janeiro de 1966. |
ATUALIZAÇÃO - A Rússia considera usar a Lua como plataforma para as pesquisas tecnológicas e ensaios dos novos modelos de equipamentos espaciais, além de planejar a instalação do primeiro laboratório extraterrestre em solo. Segundo anúncio do governo, uma base lunar será construída até 2030.
The Big Bang Theory chega ao 200° epísódio. Os nerds comemoram...
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| Penny (Kaley Cuoco) e Sheldon (Jim Parsons). Foto: Instagram |
O seriado The Big Bang Theory chegou ao episódio número 200, já exibido nos Estados Unidos. Com isso, a turma de Sheldon, Leonard, Penny, Howard e Rajesh, Amy e Leslie entra para o ranking dos poucos sitcoms que alcançaram esse número, juntando-se a The Simpsons (498), The Adventures of Ozzie & Harriet (435), Cheers (271), Frasier (264), Married With Children (259), The Jeffersons (253), M*A*S*H (251), Happy Days (250), The Andy Griffith Show (249), Friends (236), Roseanne (222), and All in the Family (208). Uma espécie de hall of fame do qual surpreendentemente não participam séries antológicas e elogiadas como Seinfeld, Arrested Development, The Mary Tyler Moore Show, and I Love Lucy.
Deu no Portal Imprensa: Macri baixa 'ato institucional' para isolar jornalistas em cercadinho durante cobertura de manifestações
(do Portal Imprensa)
A ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich, anunciou um novo protocolo de atuação para as forças de segurança nas manifestações públicas. Segundo as novas regras, os jornalistas deverão ‘fazer seu trabalho em uma zona determinada pela polícia’.
Segundo a Telesur, desde que assumiu o poder na Argentina, o empresário Maurício Macri vem sendo alvo de protestos praticamente diários contra seu governo por conta das medidas consideradas ‘antidemocráticas’ e ‘neoliberais’ que vem adotando.
Em pouco mais de dois meses, ele já tentou mudar a Lei de Meios, demitiu milhares de servidores públicos, aumentou em 400% a conta de energia e agora lança um pacote de medidas repressivas com o intuito de acabar com os protestos de rua semanais, apelidados de “plazas del pueblo”.
“O governo do presidente Mauricio Macri não quer que, durante os próximos quatro anos, as ruas sigam sendo um lugar diário e permanente de problemas”, afirmou Patricia Bullrich, ao apresentar as novas medidas.
De acordo com o protocolo, toda e qualquer manifestação deverá ser submetida à aprovação da polícia, com trajeto, número esperado de participantes e tempo estimado de passeata.
Caso algum trajeto ou horário seja desrespeitado, os manifestantes serão reprimidos. “Pediremos que se retirem pacificamente. Se não saírem entre cinco e dez minutos, os ‘tiramos'”, disse a ministra de segurança.
Sobre a resolução dedicada à imprensa, o Centro de Estudos Legais e Sociais (Cels) afirmou que elas afetam diretamente e de maneira negativa a liberdade de imprensa, pois impede o controle que o registro fotográfico e audiovisual exerce sobre o trabalho da polícia.
“As restrições podem significar um possível condicionamento e um enfoque direcionado das coberturas jornalísticas de protestos”, alertou em comunicado o Fórum de Jornalismo Argentino (Fopea). LEIA NO PORTAL IMPRENSA, CLIQUE AQUI
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Baywatch: Seriado que fez sucesso nos anos 90 vai virar filme. A modelo Kelly Rohrbach fará o papel que foi de Pamela Anderson
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| No remake de Baywatch, a modelo Kelly Rohrbach interpreta CJ, papel que foi de Pamela Anderson. Dwayne Johnson é Mitch, que na série original foi vivido por David Hasselhoff. |
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| Kelly Rohrbach em foto para a revista Bazaar/Reprodução |
A modelo Kelly Rohrbach, 26 anos, estrela o remake do filme sobre Baywatch, a famosa série que fez sucesso nos anos 90 e que no Brasil foi exibida pela Globo com o nome de S.O.S Malibu. Kelly interpreta a superprodução o papel icônico de CJ Parker que foi vivido por Pamela Anderson. O filme Baywatch será lançado e 2017 e terá no elenco Zac Efron e Dwayne Johnson, que fará o papel de Mitch Buchannon, na série original interpretado por David Hasselhoff.
Segundo o Guiness, Baywatch foi o seriado mais assistido de todos os tempos, com mais de 1,1 bilhão de telespectadores em 142 países apenas em um capitulo da temporada de 1996, três anos antes de sair do ar. O recorde não foi batido até hoje.
VEJA VÍDEO DE KELLY ROHRBACH COMO A CJ DE BAYWATCH, CLIQUE AQUI
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| REVEJA PAMELA ANDERSON, A CJ DE BAYWATCH, SERIADO RECORDISTA DE AUDIÊNCIA NOS ANOS 90. CLIQUE AQUI |
A "crise" que justificou os passaralhos em tantas redações foi menor do que os patrões alardearam...
A crise é bicho feio mas a cara do monstro é muitas vezes superdimensionada de acordo com o setor que se manifesta. No ano passado, a mídia impressa e digital promoveu homéricos passaralhos. A crise foi a justificativa. Ao mesmo tempo, analistas alertaram que a receita das grandes corporações era afetada seriamente afetada não só pela diminuição da atividade econômica mas também pelo mudança do modelo de negócio em função das novas tecnologias.
Pode ser. Mas não apenas a forma, o tal modelo, e sim o conteúdo passava a exigir mais equilíbrio, diversidade e credibilidade para concorrer com o contraditório felizmente disseminado pela web, que costuma desmascarar a coreografia dos passistas do "pensamento único".
Pois bem, voltando apenas à impessoalidade e frieza dos números: dados do Kantar Ibope Media mostram que os investimentos em publicidade somaram R$ 132 bilhões no Brasil, no ano passado. O total é 9% superior ao volume registrado em 2014; porém, se considerada a inflação do período, registra-se uma leve retração de 0,9% no total investido em 2015.
Impacto bem menor do que o apocalipse anunciado que fez o passaralho voar em muitas redações. Resta a evidência de que o financeiro dos controladores da grande mídia foi radical e exagerou na dose ao desmontar redações comprometendo a qualidade e a quantidade da informação fornecida aos leitores. Vai um mero exemplo? As edições dos principais jornais na segunda-feira, especialmente, têm vindo tâo leves e com poucas páginas que o vento levou da minha porta onde o entregador a deixou.
“Devido à desaceleração econômica do país, era esperado que o mercado publicitário sofresse algum impacto em 2015, que foi confirmado pela leve retração que identificamos no patamar de investimentos. A indústria, por sua vez, voltou seus esforços para enfrentar os desafios e identificar oportunidades. Ainda assim, por mais que os anunciantes estejam mais cautelosos, observamos um movimento de reação em alguns segmentos”, afirma Rita Romero, diretora executiva do Monitor da Kantar IBOPE Media. ao site da instituição.
Tem fogo aí? Cigarro eletrônico explode no bolso do freguês
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| Reprodução Facebook |
Durante Semana de Mídia Social, jornal New York Times avisa que vai vetar no seu site leitores que usam aplicativos que bloqueiam anúncios
O New York Times pretende vetar o acesso ao seu site por parte de visitantes que usam aplicativos que bloqueiam anúncios. O assunto vem sendo muito discutido e não apenas nos Estados Unidos.
O CEO do New York Times, Mark Thompson, botou ainda mais lenha na fogueira durante a Social Media Week, em Nova York, ao comparar o bloqueio de mensagens comerciais ao roubo de uma jornal impresso em uma banca. Thompson alega que o modelo de assinatura do Times cobre apenas alguns dos seus custos. Com a queda da do impresso, a publicidade digital torna-se vital para o NYT. Do outro lado, estão os leitores que querem ter liberdade de escolha ou se incomodam com anúncios que interrompem a leitura de matérias ou com janelas que interferem nas páginas e demoram a fechar. Outra maneira de driblar os aplicativos bloqueadores é a ocorrência mais evidente das chamadas matérias pagas com aparência jornalística - a "marreta", como era conhecida no passado - e que não são alvo dos bloqueadores, mas especialistas alertem essa fórmula se for dissimulada desagrada leitores e pode comprometer a credibilidade do veículo. Apesar disso, núcleos do chamado Branded Content têm sido instalados em muitos veículos como mais uma ferramente para enfrentar a crise. Essa guerra está apenas começando. Há aplicativos que também podem bloquear anúncios em em smart TVs, o que leva a liberdade de escolha defendida por usuários a uma campo igualmente sensível.
O CEO do New York Times, Mark Thompson, botou ainda mais lenha na fogueira durante a Social Media Week, em Nova York, ao comparar o bloqueio de mensagens comerciais ao roubo de uma jornal impresso em uma banca. Thompson alega que o modelo de assinatura do Times cobre apenas alguns dos seus custos. Com a queda da do impresso, a publicidade digital torna-se vital para o NYT. Do outro lado, estão os leitores que querem ter liberdade de escolha ou se incomodam com anúncios que interrompem a leitura de matérias ou com janelas que interferem nas páginas e demoram a fechar. Outra maneira de driblar os aplicativos bloqueadores é a ocorrência mais evidente das chamadas matérias pagas com aparência jornalística - a "marreta", como era conhecida no passado - e que não são alvo dos bloqueadores, mas especialistas alertem essa fórmula se for dissimulada desagrada leitores e pode comprometer a credibilidade do veículo. Apesar disso, núcleos do chamado Branded Content têm sido instalados em muitos veículos como mais uma ferramente para enfrentar a crise. Essa guerra está apenas começando. Há aplicativos que também podem bloquear anúncios em em smart TVs, o que leva a liberdade de escolha defendida por usuários a uma campo igualmente sensível.
Emissoras de rádio AM começam hoje migração para FM
Emissoras de rádios AM começam hoje (25) a entrega de documentos e dão inicio à migração para a frequência FM.
Das 1.781 emissoras de rádio AM no Brasil, 1.386 pediram para migrar para a faixa de FM. A mudança é opcional e deve ocorrer em etapas.
O coordenador-geral de Radiodifusão do Ministério das Comunicações, João Paulo Andrade, destaca que a mudança será positiva para o ouvinte.
O primeiro grupo de cerca de 950 emissoras, já foram alocadas na faixa normal de FM.
Já outras 300 podem depender do desligamento da televisão analógica para utilizar o espectro eletromagnético de radiodifusão.
Isso vai gerar a necessidade de que os ouvintes comprem um novo aparelho de rádio. Mesmo assim, a ouvinte Juliana Salvieiro aprova a medida.
Para algumas emissoras, o custo da migração pode chegar até R$ 6 milhões, incluindo os novos equipamentos que devem ser comprados. Outras, menores, devem arcar com R$ 30 mil.
O diretor-geral da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), Luiz Roberto Antonik, afirma que apesar do valor alto, o custo-beneficio vale a pena.
Para a diretora executiva da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e pesquisadora no campo do rádio, Valci Zuculoto, a medida do governo foi necessária, já que o Brasil não definiu o padrão digital de rádio.
Ela alerta que há ainda muitos desafios pela frente.
As emissoras da AM não são obrigadas a migrar e o espectro vai continuar existindo em nível nacional.
Para as que pediram a mudança, será dado ainda um prazo de cinco anos durante o qual elas podem transmitir seu conteúdo tanto na faixa AM quanto na de FM.
Fonte: Kariane Costa/EBC
Das 1.781 emissoras de rádio AM no Brasil, 1.386 pediram para migrar para a faixa de FM. A mudança é opcional e deve ocorrer em etapas.
O coordenador-geral de Radiodifusão do Ministério das Comunicações, João Paulo Andrade, destaca que a mudança será positiva para o ouvinte.
O primeiro grupo de cerca de 950 emissoras, já foram alocadas na faixa normal de FM.
Já outras 300 podem depender do desligamento da televisão analógica para utilizar o espectro eletromagnético de radiodifusão.
Isso vai gerar a necessidade de que os ouvintes comprem um novo aparelho de rádio. Mesmo assim, a ouvinte Juliana Salvieiro aprova a medida.
Para algumas emissoras, o custo da migração pode chegar até R$ 6 milhões, incluindo os novos equipamentos que devem ser comprados. Outras, menores, devem arcar com R$ 30 mil.
O diretor-geral da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), Luiz Roberto Antonik, afirma que apesar do valor alto, o custo-beneficio vale a pena.
Para a diretora executiva da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e pesquisadora no campo do rádio, Valci Zuculoto, a medida do governo foi necessária, já que o Brasil não definiu o padrão digital de rádio.
Ela alerta que há ainda muitos desafios pela frente.
As emissoras da AM não são obrigadas a migrar e o espectro vai continuar existindo em nível nacional.
Para as que pediram a mudança, será dado ainda um prazo de cinco anos durante o qual elas podem transmitir seu conteúdo tanto na faixa AM quanto na de FM.
Fonte: Kariane Costa/EBC
Jornalistas de ‘O Dia’ e ‘Meia Hora’ fazem paralisação contra atrasos salariais
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| Foto: SJPMRJ |
Os jornalistas da Ejesa, que edita os jornais ‘O Dia’ e ‘Meia Hora’, fizeram uma paralisação de meia hora na tarde desta quarta-feira (24/02) para protestar contra os atrasos nos salários e o corte de benefícios dos funcionários. Os trabalhadores aprovaram, em assembleia na semana passada, a entrega de uma pauta de reivindicações à direção da empresa.
Nela, os trabalhadores exigem o pagamento dos salários atrasados, do 13º salário e das férias; a normalização do plano de saúde; a regularização dos depósitos de FGTS e INSS; a apresentação de um cronograma de pagamentos da empresa e uma postura de maior transparência por parte dos patrões. Os jornalistas estabeleceram um prazo de 15 dias para a resposta, a partir da entrega da pauta de reivindicações. Ficou acertado ainda na assembleia que o Sindicato apresentará um estudo de viabilidade de um possível pedido de recuperação judicial da empresa.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Lama de Mariana não para de vazar? Incrível, fantástico! Acordo para indenizar vítimas pode ser pior do que desastre. Querem o lobo tomando conta das ovelhas
(da Pública - Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo)
A minuta do acordo extrajudicial entre Samarco, Vale e BHP Billiton, os Ministérios Públicos Federal e Estadual e entidades governamentais sobre o desastre de Mariana, obtida com exclusividade pela Agência Pública, revela que as empresas terão o poder de decidir sobre quem será indenizado e sobre quanto cada pessoa ou família vai receber. Se assinado por todos os envolvidos, o acordo encerra a ação civil pública que corre na 12ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais.
Será criada uma Fundação, comandada pelas mineradoras, para analisar cada um dos casos. O andamento do trabalho será supervisionado pelo Comitê Interfederativo, entidade que reunirá representantes dos governos federal, estadual e municipal, mas não terá nenhum integrante de movimentos sociais que defendem as vítimas do rompimento da barragem do Fundão, o maior desastre ambiental da história do país. (...)
LEIA A DENÚNCIA COMPLETA NO SITE DA PÚBLICA, CLIQUE AQUI
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Sujou! Veja como ditaduras, guerrilhas e terrorismo deram (má) fama a certos modelos de carros...
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| O Puma, do Riocentro |
O próximo dia 1° de maio marca 35 anos do atentado do Riocentro que, à parte as consequências políticas, ficou associado a um modelo de carro: o Puma. Aparentemente, o vínculo reforçado por capas de jornais e revistas não prejudicou a marca e o carro continuou sendo fabricado até 1990.
O famoso "Puma do Riocentro" não foi, contudo, o primeiro carro a ficar rotulado por ações políticas ou repressivas.
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| O Karmann Ghia de Zuzu Angel em matéria do repórter Henrique Koifman para a Manchete. |
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| O BMW Neue Klasse, o preferido do grupo Baader-Meinhoff |
O Baader-Mainhoff tantou usou o BMW que a sigla do fabricante passou a ser traduzida popularmente como Baader-Meinhoff Wagon.
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| Os Ford Falcon que eram usados pela ditadura argentina em sequestros e assassinatos/Reprodução Sblog |
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| A Veraneio dos anos 70, adotada pela ditadura brasileira/Reprodução |
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| O Opala em cores civis foi usado em operações de sequestros de opositores do regime militar brasileiro. O "vamos dar uma volta" do anúncio é tragicamente sugestivo. |
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| Uma picape Ford, da Folha de São Paulo: incendiada pela guerrilha/Reprodução |
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| Cadillac Fleetwood do embaixador americano. Esse carro pertence, atualmente, a um colecionador paulista/Reprodução |
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| O corpo do primeiro-ministro italiano foi encontrado em um Renault R4 |
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| Carrero Blanco voou pelos ares em um modelo Dodge Dart/Reprodução Internet |
Madri foi o cenário de um atentado realizado pelo ETA. As vítimas: o presidente do Conselho de Ministros da feroz ditadura de Francisco Franco, Carrero Blanco, e o veloz Dodge Dart 3700 GT que o transportava. Ambos, carro e político voaram pelos ares à custa de 100 quilos de explosivos detonados sob o asfalto no momento em que o Dodge passava.
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| Utilitários transformados em carros de combate/Facebook |
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| O Clio dos terroristas de Paris/Reprodução |
Nos recentes atentados promovidos por terroristas islâmicos, em Paris, os atiradores usaram como transporte o Clio, um carro popular, comum nas ruas da cidade, e certamente não indicado para ser usado como veículo de fuga. Se bem que fuga não é prioridade para homens-bomba cujo desejo é encontrar mil virgens no paraíso mais próximo, onde, pelo que se sabe, não dá para ir de carro.
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terrorismo
Na capa da revista do NY Times, o negro que combate, por dentro, o racismo da polícia branca
por Clara S. Britto
A capa da New York Times Magazine também merece destaque. Ela focaliza Edwin Raymond, do Departamento de Polícia de Nova York, um policial que luta internamente para mudar métodos e abordagens racistas da corporação. Raymond, cuja ficha mostra avaliações "negativas" por tentar mudar a prática diária de uma polícia majoritariamente branca em relação aos negros e latinos, usou um iPhone para gravar instruções de superiores, provar atitudes discriminatórias e, com isso, forçar mudanças na política de combate à violência.
A capa da New York Times Magazine também merece destaque. Ela focaliza Edwin Raymond, do Departamento de Polícia de Nova York, um policial que luta internamente para mudar métodos e abordagens racistas da corporação. Raymond, cuja ficha mostra avaliações "negativas" por tentar mudar a prática diária de uma polícia majoritariamente branca em relação aos negros e latinos, usou um iPhone para gravar instruções de superiores, provar atitudes discriminatórias e, com isso, forçar mudanças na política de combate à violência.
Capa para fazer fanático religioso atear fogo às vestes...
por Clara S.Britto
Que tal essa recente capa da revista do Washington Post. É dinamite pura nas mentes dos fanáticos e fundamentalistas. Reúne múltiplas variações do amor em 2016. Beijos interraciais, de casais de idosos, homos, heteros, e entre jovens e velhos... Uma capa que lança esperanças. Coisa melhor do que terrorismo, autoritarismo, fanatismo, intolêrância, não?
Que tal essa recente capa da revista do Washington Post. É dinamite pura nas mentes dos fanáticos e fundamentalistas. Reúne múltiplas variações do amor em 2016. Beijos interraciais, de casais de idosos, homos, heteros, e entre jovens e velhos... Uma capa que lança esperanças. Coisa melhor do que terrorismo, autoritarismo, fanatismo, intolêrância, não?
Sindicato dos Jornalistas: Assembleia para reforma do Estatuto será na segunda-feira (29/02)
O Sindicato adiou para segunda-feira (29/02), às 20h, a realização da assembleia que vai discutir a reforma do Estatuto. A partir de segunda-feira (22/02), os associados poderão acessar detalhadamente as propostas de mudança no texto que foram sugeridas e encaminhadas na plenária que discutiu o tema, em novembro do ano passado – e, desde então, tem sido divulgadas amplamente. Os jornalistas podem ainda enviar sugestões para a reforma estatutária em nosso evento no Facebook e também no dia da assembleia.
Rosamund Pike em clipe sensorial e o aplicativo da banda Massive Attack que permite personalizar músicas
por Clara S. Britto
Rosamund Pike contracena com uma esfera voadora no vídeo "Voodoo No Meu Sangue" para a banda inglesa Massive Attack . A bela atriz, conhecida por filmes como "Garota Exemplar", "Jack Reacher, o Último Tiro", "O Retorno de Johnny English" e "Doom, a Porta do Inferno", protagoniza uma dança sinistra tendo como palco um túnel de acesso ao metrô. A trilha sonora é do EP Ritual Spirit, de Robert del Naja, Euan Dickinson e Tricky and Roots Manuva.
O novo clipe, um exemplo da música sensorial da banda, viraliza na web no mesmo momento em que o Massive lança um aplicativo que utiliza dados pessoais armazenados no iPhone para permitir a cada usuário manipular a música com elementos como localização, batimentos cardíacos, fotos na memória do telefone, mensagens etc. Estás criada a interação digital on line com músicos e compositores. Se isso é bom ou ruim , quem vai saber. VEJA O VIDEO, CLIQUE AQUI
Rosamund Pike contracena com uma esfera voadora no vídeo "Voodoo No Meu Sangue" para a banda inglesa Massive Attack . A bela atriz, conhecida por filmes como "Garota Exemplar", "Jack Reacher, o Último Tiro", "O Retorno de Johnny English" e "Doom, a Porta do Inferno", protagoniza uma dança sinistra tendo como palco um túnel de acesso ao metrô. A trilha sonora é do EP Ritual Spirit, de Robert del Naja, Euan Dickinson e Tricky and Roots Manuva.
O novo clipe, um exemplo da música sensorial da banda, viraliza na web no mesmo momento em que o Massive lança um aplicativo que utiliza dados pessoais armazenados no iPhone para permitir a cada usuário manipular a música com elementos como localização, batimentos cardíacos, fotos na memória do telefone, mensagens etc. Estás criada a interação digital on line com músicos e compositores. Se isso é bom ou ruim , quem vai saber. VEJA O VIDEO, CLIQUE AQUI
Maurício Lima, fotógrafo brasileiro colaborador do NY Times, é premiado no World Press Photo
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| Foto de Mauricio Lima/World Press Photo |
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| Foto de Maurício Lima/World Press Photo |
Conheça outros trabalhos de Maurício Lima, clique AQUI
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Carros elétricos da ONU Brasil reduzem emissões de gás carbônico em 2,6 toneladas
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| Carros elétricos. Foto de Bárbara de Oliveira/PNUD/Brasil |
Em Brasília, dois carros elétricos chamam a atenção pelas ruas. Levam as cores da bandeira das Nações Unidas em adesivos que destacam a parceria entre ONU, Itaipu Binacional e o centro de engenharia português CeiiA.
Os dois Renault Zoe, batizados de Mob-i ONU, são parte de uma pesquisa da Itaipu sobre o desempenho de carros elétricos no contexto de novas soluções de mobilidade sustentável. Ambos fecharam o ano de 2015 com resultados positivos nos aspectos econômico e ambiental. Em circulação desde março do ano passado, os veículos têm demonstrado ser modelo de mobilidade sustentável.
Segundo o engenheiro do CEiiA responsável pelo monitoramento das experiências do Projeto Mob-i no Brasil, Tomé da Costa, os carros do PNUD e da ONU Mulheres apresentaram os melhores resultados dentre os projetos atualmente em execução. “As médias dos carros da ONU são as melhores de todos os projetos no Brasil. O indicador que temos é de 16,5 kWh para cada 100km rodados”, destaca.
Sustentáveis
Mais de 2.560 kg de gás carbônico deixaram de ir para a atmosfera –, eles possibilitam também uma economia notável. No caso dos automóveis cedidos em comodato ao PNUD e à ONU Mulheres, a economia foi de 4 mil reais, equivalentes a mais que mil litros de gasolina em apenas 11 meses.
Com pintura personalizada, os carros, desde que chegaram, tornaram-se indispensáveis para os funcionários do PNUD Brasil e da ONU Mulheres. Silenciosos e leves, conquistaram também os motoristas que os conduzem pela cidade.
“O carro é muito ágil. Depois dos 60km/h, ele desenvolve com muita agilidade, sendo comparado a um carro 1.4 por exemplo”, diz Erick de Carvalho, motorista do PNUD, sem esconder sua simpatia pelo carro e sua surpresa quanto ao desempenho da máquina.
Os carros ainda possuem pneus resistentes que continuam a rodar mesmo quando furados, não demandam óleo nos motores e possuem mecanismo de recarga da bateria quando os freios são acionados. Segundo Erick, “na estrada de Goiânia para Brasília, numa descida de aproximadamente 2km, esse mecanismo, aproveitando a ação do freio-motor, recarregou uma carga suficiente para o carro andar 11km”.
A autonomia dos carros fica em torno de 120km, o que ainda os exclui como alternativa para viagens mais longas, uma vez que, no Brasil, ainda não se tem uma oferta significativa de postos para abastecimento de carros elétricos.
Fonte: ONU Brasil
Revista Time denuncia: políticos religiosos fundamentalistas querem botar na cadeia mulheres vítimas de zika que optarem por abortar. Projeto pede aumento de pena para 15 anos de prisão...
Reportagem da Time denuncia que, enquanto a ONU pede ao Brasil para liberalizar as leis de aborto por causa de Zika e até o Papa sugere um relaxamento nas atitudes católicas à contracepção por causa do surto, a bancada evangélica pede aumento da pena de prisão para as mulheres que abortarem. Depois de informar que o aborto é ilegal no Brasil, exceto em casos de estupro, quando a vida da mãe está em risco ou se a criança não sobreviveria, a Time revela que o projeto de lei fundamentalista pretende impor 15 anos de prisão para quem infringir a lei por causa da microcefalia.
LEIA NA TIME, CLIQUE AQUI
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Ronda Rousey protesta contra photoshop que a tornou mais magra. "Tenho orgulho do meu corpo", diz
por Clara S. Britto
A lutadora Ronda Rousey deu uma entrevista para o talk show do Jimmy Fallon. Foi aplaudida pela plateia, falou da sua derrota para Andy Brownbill e da sua preparação para a volta ao octógono. Tudo muito cordial até que ela viu na mídia a foto distribuída pela divulgação do talk show. Ronda usou o Instagram para se queixar que a foto foi manipulada sem seu consentimento. "Eu tenho que pedir desculpas a todos", escreveu ela, que não gostou de ver que o photoshop tornou seus braços bem mais finos. "Eu tenho orgulho de cada polegada do meu corpo", completou.
A lutadora Ronda Rousey deu uma entrevista para o talk show do Jimmy Fallon. Foi aplaudida pela plateia, falou da sua derrota para Andy Brownbill e da sua preparação para a volta ao octógono. Tudo muito cordial até que ela viu na mídia a foto distribuída pela divulgação do talk show. Ronda usou o Instagram para se queixar que a foto foi manipulada sem seu consentimento. "Eu tenho que pedir desculpas a todos", escreveu ela, que não gostou de ver que o photoshop tornou seus braços bem mais finos. "Eu tenho orgulho de cada polegada do meu corpo", completou.
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