
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Um ano com mais do que 2013 realizações para todos
por Eli Halfoun
Até a velha tradição de enviar e
receber cartões de Natal (muitas vezes as pessoas nem enviam e colocavam a culpa
nos Correios que não tinha entregado o suposto cartão) perdeu vez no moderno do
mundo tecnológico. Hoje é tudo por pelo santo e rápido e-mail. Entro nessa onda
para enviar a todos via Correio eletrônico, o cartão que criei, mas não achei
necessário imprimir. É esse:
“TEM GENTE QUE PENSA NO MUNDO COMO ELE
É E PERGUNTA POR QUÊ? EU PENSO NO MUNDO COMO ELE PODERIA SER E PERGUNTO
PORQUE NÃO? (Robert Kennedy)
QUE 2013 SEJA DO JEITO QUE VOCÊ QUER
COM MUITO MAIS DO QUE 2013
REALIZAÇÕES.
Eli Halfoun
Uma nova data no calendário. Será que é mesmo um novo ano?
por Eli Halfoun
A partir de terça-feira (dia 1 de
janeiro), o calendário estará marcando uma nova data, mas será que estamos mesmo
iniciando um ano novo e um novo tempo. O novo ano é apenas a continuação do que
ficou para trás. Nada muda nada se modifica apesar das muitas promessas
pessoais e das feitas por aqueles que têm a obrigação de melhorar se não os
nossos destinos pelo menos as nossas vidas em sociedade. Sempre
esperamos muito do novo ano como se a simples mudança de data no calendário (é
a única coisa nova com a qual lidamos) pudesse realmente modificar tudo. O novo
ano nos enche de esperança - esperança de que as condenações do mensalão sejam
realmente executadas e sirvam de exemplo de que o Brasil está deixando de ser o
país do papo furado; esperança de que o país possa realmente acabar com a miséria,
inclusive o miserável salário mínimo pago à maioria da população. 2013 é um ano
de preparação política e em consequência o ano para que ano que vem saibamos escolher
melhor os nossos governantes. O ano só será realmente noivo se cada um de nós provocar
e exigir mudanças. Do contrário será como sempre apenas uma nova data e a
continuação do ano que acabou, mas parece nunca acabar. (Eli Halfoun)
Aos 65 anos a presidente Dilma não se arrepende de nada
por Eli Halfoun
A presidente Dilma Rousseff faz em uma
única frase o balanço de sua atuação no comando do governo e de seus recém
completados 65 anos de idade. Fala presidente: “Não me arrependo de nada, estou
muito velha para isso. Infelizmente nasci há 65 anos. Gostaria de ter nascido
há dez”. Todas as mulheres gostariam - especialmente as que insistem em tentar
ficar eternamente jovens e não percebem que a idade é inevitável e que é preciso
aprender a conviver com ela. Idade não é punição da vida. É acúmulo de
sabedoria e, portanto, um prêmio. (Eli
Halfoun)
sábado, 29 de dezembro de 2012
Gente demais atrapalha até em novela. “Salve Jorge” que o diga
por Eli Halfoun
É um erro primário criar novelas com
vários núcleos e, portanto, com uma exagerada quantidade de personagens. A diversidade
de núcleos e o excesso de atores fazem com que parte do elenco apareça pouco e
a não tenha a menor importância na trama. Assim atores que já tiveram destaque
em outras novelas são transformados em coadjuvantes de luxo aparecendo pouco
para dizer menos ainda. É o que acontece em “Salve Jorge”, o que provoca descontentamento
em muitos atores que só dão as caras de vez em quando com personagens que
realmente não fariam e fazem a menor falta. Não são poucos os atores de “Salve Jorge”
descontentes com suas apagadas participações e pedindo para serem dispensados
da novela. Essa atitude pode vir até a beneficiar a autora Glória Perez: a
saída de atores fará com que a novela fique mais ”enxuta” elimine alguns realmente
desnecessários núcleos e ganhe mais movimento que é exatamente o que a novela
mais precisa no momento. Nesse ritmo quase parando em que se encontra “Salve
Jorge” vai acabar parando de vez e caindo do cavalo. (Eli Halfoun)
O novo caminho da televisão é o telefilme
por Eli Halfoun
Telefilmes são comuns na televisão
americana e demorou muito para que a Globo entrasse nesse esquema que é, por
exemplo, mais barato do que produzir um seriado, mais rápido e, o que é mais
importante, abre espaço para produtoras independentes, ou seja, libera a
emissora de ter de produzir toda a programação. Filmes feitos especialmente
para a televisão e não necessariamente pela televisão costumam ter um bom
retorno de audiência porque não obrigam o telespectador a acompanhar capítulos
diários e, como nos corridos dias de hoje, o público tem pressa uma atração
vapt-vupt (como dizia Chico Anysio) com começo meio e fim definidos em um único
episódio. A fórmula atrai o público que parece não ter mais paciência para seguir seriados
e novelas que se arrastam em tramas sem fim e muitas vezes sem mostrar
absolutamente nada que realmente interessa. A recente exibição de “Doce de Mãe”
mostrou que o caminho dos telefilmes terá muita distância para percorrer na programação
da Globo. “Doce de Mãe” é um produto produzido no Rio Grande do Sul que brindou
o público com mais um maravilhoso trabalho de Fernanda Montenegro, colocou em
discussão um tema atualíssimo que é o de como cuidar de nossos velhos e fez
tudo isso em ritmo der comédia, que é sempre melhor aceito do que as tragédias.
Me parece que essa deverá ser a trilha adotada pela Globo com Renato Aragão e
com Xuxa que serão atrações mensais de telefilmes. Esse é o caminho moderno e
eficiente da televisão: a Globo se livra de produzir mais programas, abre
espaço para que mais profissionais sejam utilizados por produtoras
independentes e ganha atrações que com movimento cinematográfico não mais encherão
a paciência dos telespectadores. (Eli Halfoun)
O outro lado...
Para não ficar apenas surfando na onda de interesses políticos, informação é o melhor remédio. Seja qual for sua posição partidária, conheça essa opinião sobre um tema polêmico.
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Espanha no sufoco. Mães posam para calendário erótico para arrecadar grana para o ônibus escolar...
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| Reprodução |
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| Reprodução |
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| Reprodução |
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Débora Nascimento na GQ de janeiro fotografada por Cliff Watts
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| Foto Cliff Wats/ GQBrasil /Divulgação |
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| Foto Cliff Watts/GQBrasil /Divulgação |
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| Foto Cliff Wats/GQBrasil /Divulgação |
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| Capa GQ Brasil, de janeiro de 2013 |
Livro-reportagem "Memória Leiloada, bastidores da Bloch Editores"
No começo do ano, as jornalistas paulistas Gleissieli Souza e Daniela Arbex estivem no Rio entrevistando fotógrafos e editores que trabalharam nas revistas da Bloch. O objetivo da dupla foi reunir material para um livro-reportagem intitulado "Memória Leiloada, bastidores da Bloch Editores". Missão cumprida, elas acabam de enviar a seguinte mensagem:
"Olá! Agradecemos a ajuda que nos deram para a realização do nosso trabalho de conclusão de curso da faculdade (livro-reportagem). Apresentamos para a banca e fomos aprovadas, com louvor, e esse sucesso foi fruto do apoio e paciência que vocês tiveram conosco. No momento, estamos analisando a melhor forma de imprimir novos exemplares para entregar uma cópia a cada um de vocês. O nome do livro é "Memória Leiloada: Bastidores da Bloch Editores". Nele reunimos as histórias contadas nas entrevistas e temos como pano de fundo o sumiço do acervo. Esperamos entregá-los no primeiro semestre do ano que vem. Mais uma vez obrigada por tudo. Boas Festas".
É bom saber que novas gerações de jornalistas demonstram preocupação com o desaparecimento de cerca de 12 milhões de imagens que compunham o valioso acervo da extinta Bloch. Mas é preocupante constatar que, ao mesmo tempo, instituições públicas que deveriam cuidar da memória nacional se omitem em relação a essa grave situação. No momento, apenas um grupo de ex-empregados da Bloch, o SJPMRJ (Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e a ARFOC (Associação dos Repórteres Fotográficos), que movem ação judicial para tentar localizar o arquivo (ação até agora sem qualquer resultado prático), demonstram preocupação com a possível perda e deterioração de milhares de fotos de valor histórico e jornalístico. Orgãos como o Ministério da Cultura, Arquivo Nacional, Associação Brasileira de Imprensa, Museu da Imagem e do Som, Biblioteca Nacional e outras instituições receberam, em vão, apelos dos jornalistas que ajudaram, ao longo de décadas, a construir o acervo. Até agora, a burocracia assiste inerte ao desaparecimento de parte da memória nacional.
As mais belas WAGs de 2012 (como os tabloides ingleses chamam as "maria-chuteira" locais)
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| Reprodução The Sun |
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| Reprodução The Sun |
Veja no The Sun, clique AQUI
Um país de patrimônios musicais. Esse é o Brasil que aprendeu a cantar
por Eli Halfoun
Na recente entrevista que fez em seu programa da GNT com Gilberto Gil Marília Gabriela chamou o baiano de "patrimônio". Nenhum exagero ao usar expressão tão forte e importante. Aos 70 anos de idade, Gilberto Gil não é mais e somente um cantor, músico e compositor. Sem dúvida é um dos maiores patrimônios da cultura (e não só musical) do país, com um talento reconhecido e aplaudido mundialmente. Entre as muitas coisas de que o Brasil pode orgulhar-se está o talento musical do povo. O país está repleto de excelentes músicos (incluindo cantores e compositores) e tem conquistado com variedade e criatividade o respeito mundial. Gilberto Gil não é o nosso único patrimônio musical (talvez seja o maior até por sua importância internacional). São muitos os que merecem formar no grupo, entre os quais Milton Nascimento, Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Aldir Blanc, Rita Lee e tantos outros que juntos formam uma verdadeira sinfonia que faz a melhor trilha sonora de um país que apesar de tudo aprendeu a sorrir e a cantar. (Eli Halfoun)
Roberto Carlos é o cara com venda recorde de compacto
por Eli Halfoun
Ninguém mais esperava, mas Roberto Carlos, que sempre manteve uma boa média de venda de seus trabalhos fonográficos, voltou a ser um super recordista de vendagem colocado em moda outra vez o velho e esquecido compacto com apenas quatro ou menos músicas. O sucesso de "Esse Cara Sou Eu" encerra o ano com a extraordinária venda de 1,5 milhões de cópias, o que RC não conseguia desde 1980 embora tenha mantido no período o total de 200 mil cópias vendidas de cada trabalho. Roberto Carlos está dando outro presente para os fãs: autorizou a gravadora Sony a digitalizar e disponibilizar o material da coleção material da coleção "Roberto Carlos para Sempre". A coleção, que pode ser baixada via internet, tem aquelas que são consideradas as 431 faixas musicais que marcaram a bem sucedida trajetória do cada vez mais rei. Roberto é dos poucos que confirma o velho ditado "quem é rei nunca perde a majestade". (Eli Halfoun)
Presidência quer sua segurança cada vez mais sarada
por Eli Halfoun
A Presidência da República quer que sua segurança esteja cada vez mais forte fisicamente e para isso decidiu renovar parte dor equipamento da academia de ginástica mantida no Palácio do Planalto: R$49,1 mil estão reservados para novos equipamentos da academia muito usada pelo Corpo de Segurança da presidente. São modernos aparelhos e o mais caro é o "abdominal com peso solution" que custa R$ 9,3 mil. A academia está ganhando também o "Leg solution", aparelho que custa R$ 8,6 mil e que serve para trabalhar coxas e glúteos. Nesse caso bem que a turma feminina do Planalto poderia frequentar a academia pelo menos uma vez por semana. (Eli Halfoun)
Rede de comunicação dos trabalhadores: uma alternativa que o Brasil merece
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Tá feia a coisa.... mas Dilma escapa
Quem diz é o Ibope. Pesquisa mostra que metade dos brasileiros não confia no Supremo Tribunal Federal (STF), e 65% não depositam confiança no trabalho do Congresso e o índice de aprovação do trabalho da imprensa caiu, em quatro anos, de 71% para 60%. Tá explicado porque a mídia perde tantas eleições.
Leia mais no site Brasil Atual.
Clique AQUI
Pensionato paulista... eita vida boa...
Leu isso? Sabia disso? É em SP, terra do tucanato. São 148 dependentes e 118 ex-deputados de vários partidos que recebem do cofre estadual gordas pensões vitalícias. No listão, só agora revelado com base na Lei de Acesso à Informação (refrescando memórias, essa lei foi sancionada por Dilma em 2012, tornando realidade projeto enviado pelo governo federal à Câmara em 2010, e não foi pouca a resistência dos políticos a essa iniciativa) tem gente boa como Almir Pazzianoto, ex-ministro de Sarney Wagner Rossi, ex-ministro de Dilma, o vice-presidente do PSDB Alberto Goldman, o presidente da CBF José Maria Marin, a madrasta do senador Aloysio Nunes, do PSDB, Plinio de Arruda Sampaio, do PSOL, dona Lila Covas, viúva de Mario Covas (PSDB), ex-governador de SP etc.
Faltou dizer: a culpa é da privataria...
"Faltou dizer" deveria ser seção permanente em jornais e revistas. Um direito inalienável do leitor para preservá-lo de enganações.Veja a notícia pela metade abaixo: pelos contratos, as distribuidoras privadas deveriam, nas suas áreas, universalizar o acesso à energia elétrica. Passaram longe disso. O único investimento nos últimos anos foi do governo, o Luz Para Todos. Havia uma meta a ser atingida até 2014. Como o lucro voa pro exterior, não há chance de atingirem qualquer meta. Ou o governo investe ou, daqui a um par de anos serão mais 2 milhões de casas sem luz. Qual a providência dos empresários? Apenas pedir adiamento da meta contratual. Agora querem ter o direito de não fazer até 2027 o que não fizeram até o prazo inicial de 2014. Por que investir, se a grana entra fácil e é remetida pra matriz? Depois disso, é só abrir champanhe e comemorar.
Carrossel”: o maior acerto do ano com um show de crianças felizes
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| O elenco de Carrossel, sucesso do SBT. Foto: Divulgação |
por Eli Halfoun
O maior acerto do ano na televisão
foi sem dúvida de Silvio Santos. Ao apostar, insistir e investir em uma nova
produção da novela infantil “Carrossel”, o experiente patrão-apresentador criou
o maior sucesso de audiência e comercial do SBT. Além de ser uma novela
divertida e muito bem produzida, “Carrossel” é sucesso em venda de CDs (tem um
bom trabalho musical produzido pelo craque Arnaldo Sacomani), de revistas e de
todo o tipo de produtos infantis. O mais admirável em “Carrossel” é o
excepcional elenco infantil formado por meninas e meninos que representam com
naturalidade, cantam com alegria e emoção e repassam ao público a diversão que
sentem quando estão trabalhando. Trabalhar como se estivéssemos nos divertindo
é a melhor maneira de escapar do hoje moderno estresse que um dia já foi
chamado só de cansaço.
Com ótimo texto de Íris Abravanel, “Carrossel” fecha o ano como a mais divertida e saudável das novelas de 2012 e
o melhor produto destinado para as crianças. É uma novela ingênua (como são
todas as crianças), sem violência e acima de tudo um incentivo para fazer da
escola um verdadeiro templo de aprendizado.
“Carrossel” também foi responsável
por aquele que é sem dúvida o melhor dos especiais que as emissoras de televisão
costumam produzir para o final do ano. Reunindo alegremente o elenco infantil
da novela e os jurados do programa “Astros”, o especial de “Carrossel” foi um
programa divertido, alegre, pra cima sem aquela melosa e chatíssima preocupação
de fazer um programa emocionalmente apelativo. Não precisou: ao tratar o Natal
apenas como uma festa de alegria o especial “Carrossel” emocionou pelo talento
de seu elenco, muito mais do que pelas repetitivas frases feitas usadas nessa
época. Em 2012, “Carrossel” mostrou com muito talento que é possível fazer
novelas sem apelar para tragédias, violência e apenas sofrimento. “Carrossel”
não é, assim como não foi seu programa especial, uma novela para fazer chorar.
Pelo contrário: é uma infantil e, portanto, sincera celebração da vida. (Eli Halfoun)
Largue agora o celular. Livre-se desse domínio tecnológico.
por Eli Halfoun
Ninguém tem dúvidas de que aparelhos
de telefonia celular e outros muitos avanços tecnológicos foram criados para
facilitar a vida, mas acabaram mesmo foi complicando o tempo, as relações, a
pressa e a vida. A eterna busca de novidades nos transformou em uma espécie de
prisioneiros dependentes da evolução tecnológica. Todos sonham em adquirir o que
já saiu de mais novo e, portanto, com mais recursos. Ninguém consegue viver
atualmente sem celular, tablet e por aí vai. O resultado é que com toda essa
interminável e ansiosa busca de novidades e com a exagerada utilização de
aparelhos de todos os tipos, especialmente o celular, surgiu uma nova doença
chamada monofobia, ou seja, síndrome que deixa a pessoa dependente da
tecnologia.
Em reportagem de Pedro Daher, o jornal
O Dia, do Rio, informa que, segundo dados de pesquisa realizada Ipsos francesa,“18% dos brasileiros admitem ser viciado nos seus aparelhos”. Outro levantamento
feito pela revista Time e pela empresa Qualcomm, revela que 35% dos brasileiros
afirmaram consultar o celular a cada dez minutos.
O vício tecnológico preocupa psicólogos
na medida em que “pode atrapalhar a vida pessoal e as relações
familiares”. Para a psicóloga Andréia Calçada, “o vicio atrapalha as relações pessoais
e profissionais” porque a pessoa fica muito desgastada, começa a não dormir
direito e não dar atenção à família para poder ficar olhando o celular. Se
esquece o celular em casa entra em pânico. Tudo isso prejudica a maneira com a qual
ela vai se relacionar com os outros.”
Em outras palavras: é preciso
desconectar-se do vício e aprender definitivamente que aparelho celular é para
uso restrito, ou seja, para informações urgentes e necessárias. O uso exagerado é acima de tudo uma total falta de
educação e de respeito com você mesmo e com o próximo. (Eli Halfoun)
Fim do “Encontro” transfere Fátima Bernardes para outro trabalho jornalístico
por Eli Halfoun
Foi ao fundo a tentativa de Fátima
Bernardes de fazer carreira como apresentadora jornalística. O “Encontro” não
deu mesmo para o gasto e sabe-se que a direção da Globo está decidida a retirar o programa do ar ,
talvez já em abril de 2013, O fim do “Encontro” estaria sendo
pra apressado desde que, na semana do Natal, deu apenas 3.0 de audiência, empatando
na quarta colocação com a Bandeirantes e ficando atrás da Record que teve 4.0 e
do SBT com 5.0. Para não queimar o filme de Fátima, o fim do “Encontro” não será
anunciado exatamente como final, mas sim como um novo começo para a apresentadora
que ganhará novas funções no jornalismo, provavelmente como repórter especial
ou como âncora de um novo telejornal. Não há, ao contrário do que se especula,
qualquer chance de Fátima voltar a formar par com o marido William Bonner no “Jornal
Nacional”. Aí sim seria um retrocesso. (Eli Halfoun)
Atualização, 28/12: Sobre a informação que circula na imprensa de que “Encontro com Fátima Bernardes” passaria por mudanças em 2013, a Rede Globo informa que não há previsão de uma "reforma geral" no programa.
Atualização, 28/12: Sobre a informação que circula na imprensa de que “Encontro com Fátima Bernardes” passaria por mudanças em 2013, a Rede Globo informa que não há previsão de uma "reforma geral" no programa.
Televisão separa o casal Marcelo Adnet e Dani Calabresa
por Eli Halfoun
A televisão está separando o casal
Marcelo Adnet e Dani Calabresa, mas é apenas uma separação artística: enquanto
Marcelo acerta os últimos detalhes de sua contratação na Globo Dani Calabresa
já é da Rede Bandeirantes, o que deixa claro que Adnet também deixará mesmo a
MTV. A Bandeirantes tem projetos especiais para Dani Calabresa, mas o certo é que
inicialmente ela será a nova e especial integrante do CQC e deverá estear em janeiro,
quando o programa retornará das férias. A separação artística é boa para o
talentoso casal que assim não corre o risco de virar uma dupla que só funciona
em conjunto como, por exemplo, Tom e Jerry (Eli Halfoun)
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Os campeões dos intervalos comerciais...
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| Fotos Divulgação |
Camila Pitanga foi a celebridade que mais apareceu em comerciais ao longo de 2012. Ela estrelou filmes para Caixa Econômica Federal, Grupo Pão de Açúcar, Ferrero, Unilever e Rede Globo. Em segundo lugar, vem Reynaldo Gianecchini que fez publicidade para Banco do Brasil, e campanhas beneficentes para entidades de combate ao câncer, como Graacc e IBCC. Gisele Bündchen fica em terceiro lugar anunciado C&A, ONU, P&G e Sky. Neymar ficou em quarto lugar.
A virgem na Playboy, fotografada por Luis Crispino
por Omelete
Na chamada de capa da Playboy de janeiro, os votos da revista: "para romper o ano e trazer gostosas vibrações para 2013". O ensaio fotografado por Luis Crispino é de Ingrid Migliorini, 20, a virgem Catarina, que leiloou sua primeira noite como parte de um documentário australiano. Tendo em vista o cachê do leilão, mais o da revista, a menina faturou em centímetro quadrado do bem leiloado mais do que o valor do metro quadrado na Vieira Souto.
Na chamada de capa da Playboy de janeiro, os votos da revista: "para romper o ano e trazer gostosas vibrações para 2013". O ensaio fotografado por Luis Crispino é de Ingrid Migliorini, 20, a virgem Catarina, que leiloou sua primeira noite como parte de um documentário australiano. Tendo em vista o cachê do leilão, mais o da revista, a menina faturou em centímetro quadrado do bem leiloado mais do que o valor do metro quadrado na Vieira Souto.
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| Foto; Divulgação Playboy |
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