quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Petrobras: cai a cotação do barril, sobe o passaralho...

por Clara S. Britto
Petrobras demite 511 funcionários da área de comunicação. O passaralho atinge a comunicação interna, publicidade, mídias sociais, patrocínio e assessoria de imprensa. e, em maioria, profissionais terceirizados. A ideia é diminuir o setor em quase 50% e deixá-lo com uma composição de 70% de funcionários concursados e 30% de terceirizados. Outros setores da empresa passarão por reestruturações semelhantes. A Petrobras tem contratos com empresas de assessoria como Protemp, Publicom, FSB e Hill and Knowlton. O comunicado não esclarece se tais acordos serão mantidos.

Diz aí que mensagem de boas-vindas de congresso internacional, que fala em Rio, "caipirinhas e piranhas", fez participantes do evento encerrarem os trabalhos mais cedo... #partiunoitecarioca

por Omelete
Puro preconceito. Na mensagem de boas-vindas aos participantes do Congresso Mundial da AIPP (International Association for the Protection of Intellectual Property), que acaba hoje, no Rio, o presidente da entidade, o chileno Felipe Claro, destacou como atração as "piranhas e as caipirinhas" do Rio. Teve gente que se ofendeu. E daí? Começa que piranha é atividade reconhecida, como qualquer trabalho, inclusive o do sr. Felipe Claro, e, no Brasil, não é crime.
Reprodução
Caipirinha, nem se fala, é internacionalmente aplaudida. E se foi um ato falho? Valeu a intenção. Dizem que foi um erro de digitação (na verdade, ele queria dizer picanha) que incomodou aos senhores e senhoras participantes do congresso. Há quem diga também que havia congressista doido para encerrar os trabalhos e conferir a dobradinha que a mensagem destacou. Vamos aos fatos: a AIPP é um instituição corporativa que defende patentes (no Brasil, tem uma forte bancada no Congresso). Isso também não é crime. Defende a propriedade intelectual e se incomodaria com coisas como Marco Civil da Internet, remédios genéricos, ou quebra de patentes que países do Terceiro Mundo promovem - quebra que é válida e humanitária - para atender populações carentes em situações críticas. Vá lá, também está no seu direito. Assim como seria de direito alguém consultar as piranhas para saber se gostaram de ter o nome associado ao tal congresso... Elas também têm direitos autorais. "Seu Manuel, desce mais uma caipirinha!".

"Tráfico de drogas": reportagem-pegadinha do Jornal Nacional deu ruim. O apresentador João Kleber faria melhor...

por Omelete
A espetacularização da notícia é uma "técnica" jornalística que costuma mostrar pouco conteúdo e muita fumacinha. Às vezes diverte o telespectador, às vezes acaba em bad trip, como se dizia nos remotos anos 70. Foi o que aconteceu com uma tentativa desastrada de reportagem "investigativa" da TV Globo para entreter o Jornal Nacional. O repórter Alex Barbosa tentou emplacar uma matéria sobre tráfico de droga na fronteira.
Cocaína "cenográfica": reportagem virou pó.
Foto:Divulgaçao
Para ficar apenas na zona confortável - quem é maluco de ir atrás de chefões, flagras reais e outras furadas? - bolou uma pegadinha: abasteceu um carro com 240 quilos de pó de gesso para simular cocaína, pegou um motorista boliviano para dar "autenticidade" e tentou atravessar a fronteira. Tudo ia bem, no padrão Globo, até a Polícia Federal dar uma dura no "bonde" jornalístico. A "comitiva" foi presa" na cidade de Cáceres. Depois do susto, a equipe conseguiu explicar que fazia uma reportagem para mostrar a fragilidade do combate às drogas na fronteira. Coisa que, aliás, todo mundo sabe: as imensas fronteiras do Brasil são uma "peneira", não há recursos nem estrutura para uma fiscalização rigorosa da entrada de drogas, contrabando e armas. Voltando  ao "reality show" do JN. Embora identificado como pó de gesso, o material apreendido seguiu, obrigatoriamente, para análise laboratorial. Não se sabe se a PF mandará a conta real e não fictícia do custo da operação para os responsáveis pelo falso tráfico de drogas.. E também não foi informado se se haverá um processo já que a modalidade pode se enquadrar em trote, considerado crime pelo Código Penal (detenção de um a seis meses ou multa) por "provocar a ação da autoridade" e causar prejuízo ao erário. Em matéria de "jornalismo"-pegadinha, o especialista e apresentador João Kleber parece bem mais convincente.
ATUALIZAÇÃO - A equipe da Globo foi detida pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron), unidade da Polícia Militar (PM) do Mato Grosso e não pela Polícia Federal, como foi informado inicialmente.

Tucano predador: governo Alkmin fecha mil escolas...

E a indústria de escolas particulares está abrindo champanhe... A "reorganização" escolar empreendida pelo governo neoliberal do PSDB pode atingir 2 milhões de alunos, em São Paulo. Já aconteceram protestos nas ruas mas a polícia tucana fez o usual: mandou meter porrada.

LEIA NA CARTA MAIOR, CLIQUE AQUI

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Ruivo agora controla boa forma de Sabrina Sato. Veja o novo comercial da Vivo


CLIQUE AQUI

Parque do Flamengo, 50 anos. Exposição comemorativa em cartaz no Centro Cultural Correios exibe páginas da Manchete

Em cartaz no Centro Cultural Correios Rio, a exposição "Jardim de Memórias – Parque do Flamengo 50 anos", que fica aberta até 29 de novembro, tem entre as imagens expostas uma página dupla da Manchete que mostra o Aterro ainda sem o paisagismo de Burle Marx na semana em que as pistas foram abertas. A exposição reúne mais de 100 fotografias e reproduções de documentos, plantas e vídeos. O enorme acervo da Manchete guardava milhares de fotos que enriqueceriam quaisquer mostras sobre a memória do Rio. Com tal patrimônio hoje desaparecido, resta o recurso de utilizar páginas ou reproduções da revista.
Entre documentos e imagens da exposição, uma página dupla da Manchete mostra o Aterro em construção. O documento exibido é uma correspondência que se refere a Ethel Bauzer Medeiros, que, ao lado de Lota de Macedo Soares e Burle Marx, fez parte do grupo de trabalho que criou e formatou o Aterro.
Fotos de Tomaz Silva/Agência Brasil

O fim de uma era... Toda nudez (da Playboy) será cancelada...

A revista que impulsionou a revolução sexual nos Estados Unidos entrega os pontos. A Playboy americana não sairá das bancas mas será radicalmente reformada. Mulheres nuas, nunca mais. Em função da concorrência com a internet, algumas publicações masculinas tentaram tornar-se mais explícitas em busca do leitor perdido. Nada aconteceu e a maioria fechou. A Playboy, para sobreviver, vai tentar um caminho oposto: continuará publicando fotos sensuais mas sem nudez. No tímido começo da revista, a capa número 1, Marilyn Monroe apareceu vestida, embora nas paginas interiores dispensasse figurinos. Mas agora as coelhinhas ficarão pudicas de vez e a revista vai investir em conteúdo e buscar um público mais jovem. Segundo o New York Times, Hugh Hefner, o fundador, concordou com o reposicionamento editorial, até por não ver outra opção no horizonte. Obviamente, a decisão terá impacto direto nas edições internacionais da Playboy. Em nenhum momento, a Playboy Enterprises, que licencia as edições internacionais, revela se deixará a decisão a cargo de cada mercado. A versão brasileira já vem há cerca de três anos dando claros sinais de esgotamento. Com a crise da Abril, o nível despencou e o mercado já anunciou que a revista poderá ser "descontinuada" como diz o pedantismo corporativo.
O fato é que as revistas eróticas perderam o sentido. Vive-se um tempo em que até redes sociais cumprem esse papel com a atual moda de enviar "nudes". Com o detalhe de que as personagens das fotos "nudes" que circulam em whatapps e assemelhados não são mulheres inatingíveis mas a namorada, a vizinha, a colega da firma, a ficante. Difícil vencer tal apelo.
A última edição da Playboy italiana traz uma chamada sugestiva e premonitória: "Scrivere à sexy". Talvez, Hefner e seus executivos achem que a escrita é a fronteira que restou à imaginação. A mídia impressa anda tão perdida que essa vaga fórmula de "investir em conteúdo" pode dar uma sobrevida à revista ou pode ser o botão que ligará, de vez, o crematório. Quer saber? Nem os executivos que bancam o tal "reposicionamento" sabem no que isso vai dar.  

Eles vivem em outro planeta. Lá nunca tem crise...



LEIA NO EXTRA, CLIQUE AQUI

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Livro sobre a história do Queen conta sobre "selvas" e "esquadrão da morte", roubos e subornos e exotismos no Brasil, em 1981. Parece difícil é saber o que é verdade e o que é "viagem"

por Flávio Sépia
A julgar pelo trecho em que fala de shows no Brasil em 1981, o livro "A Verdadeira História do Queen - os bastidores e os segredos de uma das maiores bandas de todos os tempos", de Mark Blake, parece ter mais fantasia e abobrinhas do que a "verdadeira história". Entre outras coisas, diz que a banda transportou 100 toneladas de equipamento de Buenos Aires para São Paulo "atravessando selvas". O autor deve ter lido história em quadrinho demais ou visto filme de Hollywood onde leões e elefantes passeiam nos subúrbios do Rio. O livro diz que era possível conseguir qualquer coisa aqui em troca de suborno. Ok. Factível. Mas revela que o Queen queria tocar no Maracanã e o governador da época (Chagas Freitas), não permitiu. Ou seja: nem o poderoso "suborno" conseguiu resolver nesse caso. Revela que a banda contratou em São Paulo, para o show no Morumbi, policiais que eram do "esquadrão da morte". Será? Pode ser, mas talvez por interesse da própria banda já que em 1985, no Rock in Rio, Fred Mercury exigiu corredor livre no seu caminho até o palco e ameaçou, caso não fosse atendido, botar seus seguranças para meter a porrada em que estivesse no caminho. Segundo o Queen, havia no palco, em São Paulo, equipamentos com a marca da banda Earth, Wind and Fire, que havia se apresentado no Brasil em 1980. Dizem que tais equipamentos haviam sido "confiscados". O show do Earth, Wind and Fire no Maracanazinho, com esses equipamentos, foi gravado ao vivo e se transformou em um antológico disco. Há textos que dizem que os equipamentos foram roubados "no porto do Rio", embora a banda tenha transitado por aqui de avião. Outros dizem que algumas peças foram retidas pela alfândega por não terem sido declaradas. Os empresários da banda deveriam pagar multa para liberá-las. Não o fizeram e tais peças foram apreendidas e leiloadas depois. Até hoje não se sabe o que é verdade ou o que virou lenda. Houve casos de bandas estrangeiras que se apresentaram aqui e levaram calote em cachês. O livro do Queens fala sobre isso. Eles estavam assustados com essa possibilidade. Mas o caso mais famoso teria sido com o The Police, em 1982, um ano depois da vinda de Fred Mercury e sua turma por aqui. A maioria das bandas procurava vir à América do Sul com aval da gravadora multinacional, o que era uma espécie de garantia. Bob Marley, por exemplo, veio mais ou menos nessa época sob a guarda da então Ariola. Mas de fato havia essa insegurança na Argentina e no Brasil, imagem que, aqui, melhorou a partir de 1985 com a profissionalismo dos promotores Rock in Rio. O livro diz que para o show em Buenos Aires, no estádio do Vélez Sarfield, o grupo teve que providenciar grama sintética para cobrir a grama natural do estádio. Normal. Em Wembley também era e é obrigatório proteger o gramado em eventos e espetáculos. Durante o show de Frank Sinatra, no Maracanã, foi montado um tablado de madeira sobre pinos para evitar maiores danos ao gramado. Nada exótico.
Duas apresentações dessa turnê do Queen teria sido desmarcadas: uma em Córdoba, outra em Belo Horizonte. O autor do livro "não sabe porque". Teria sido falta de público? Embora tivesse seus fãs, o Queen só se tornou fenômeno de massa por aqui só a partir de 1985, com o sucesso no Rock in Rio. A "biografia" do Queen diz que, em 1981, a Argentina estava em uma época de "reorganização política" após a ditadura militar. Errado. Estava em plena e sangrenta ditadura militar, assim como o Brasil (o atentado do Riocentro, em abril, foi no mesmo ano do show do Queen no Maracanazinho, que aconteceu em março. Posso estar errado, mas a impressão que dá é que a história do Queen foi colhida meio "de memória". O que é arriscado tratando-se de uma galera que fundia os neurônios na balada do rock. Capaz de eles terem visto mesmo leões e elefantes a caminho do Maracanãzinho "atravessando selvas". Ainda bem que estavam protegidos pelo 'esquadrão da morte".


Anel é apenas jóia? Não. Também é cartão de crédito... Apple vai lançar o iRing inteligente


Depois do Apple Watch, vem aí o Apple Ring. Na semana passada, a empresa pediu um registro de patente de um anel inteligente, que se conectará ao celular e realizará várias funções. Uma delas, potencialmente, a que mais poderá fazer sucesso, é substituir o cartão de crédito. Com dispositivos para reconhecer escrita e caracteres impressos, o iRing tornará possível fazer transações financeiras e pagamentos on line. Curiosamente, a tecnologia devolve ao anel uma função que a peça já teve: a de autenticador, tal qual os reis a usavam em lacres e sinetes.






Procura-se apartamento para alugar. Mas desde que tenha bom sinal de celular e que as ligações não caiam toda hora...


Ao procurar apartamento, você se informa sobre instalações elétricas e hidráulicas, sossego da rua e do prédio, se bate o sol da tarde, se o vizinho é cantor de ópera, se há algum político morando no andar? Falta alguma coisa. Segundo o NY Times, as pessoas estão agora testando o sinal de celular nos ambientes. Se não der para navegar, mandar e receber mensagens, e falar sem que a ligação caia toda hora, partem para outro. Algumas estão até se mudando depois de constatar a falta de acesso decente. Paredes de concreto, pisos ou tetos de aço e janelas projetadas para refletir calor afetam as ondas e prejudicam o sinal. Daí, para corrigir esse problema, alguns prédios comerciais e residenciais já começam a instalar redes sem fio diretamente nas paredes, "envelopando" literalmente o edifício com sistemas de fibra ótica. E, atenção proprietários, ao anunciar apartamento para alugar ou vender sabia que bom sinal de celular pode favorecer venda ou aluguel.
LEIA MAIS NO NY TIMES, CLIQUE AQUI

domingo, 11 de outubro de 2015

Fotomemória: Manchete flagra, em 1952, momentos de puxa-saquismo explícito...

Dizem que a origem da expressão puxa-saco está no fato de os oficiais guardarem suas roupas em sacos. Daí, os recrutas encarregados de carregá-los durante as campanhas eram assim chamados. Se é verdade ou não, vá lá. A popular expressão também pode ter sido inspirada pela foto acima publicada na Manchete, em 1952. Com Getúlio Vargas ainda sendo "o cara', a primeira-dama Darcy Vargas era alvo das atenções. No flagrante, ela quase não tem mais espaço para a babação. Enquanto Assis Chateaubriand ensopa-lhe a mão ilustre, o costureiro francês Jacques Fatah, que visitava o Rio, tasca-lhe um beijo na testa. Tudo sob os olhares extasiados dos demais convidados. O cenário da fila engarrafada para a reverência à primeira-dama foi o Copacabana Palace em noite de gala.

A GQ se rende a Taylor Swift. Pela primeira vez, a cantora é capa da revista

por Clara S. Britto
O fenômeno pop Taylor Swift é uma recordista de capas internacionais nos últimos meses. Mas a GQ ainda não tinha se rendido à cantora. Finalmente, ela é capa da edição de novembro. "GQMagazine Obrigado por minha primeira capa :)" a cantora twittou após a confirmação da edição. A revista justificou com o argumento de que "não levar Swift a sério é não levar a sério a música contemporânea". A GQ define a cantora como um fenômeno de sucesso sem precedentes pela rapidez com que chegou ao topo e formou seu público e pelos elogios que suas composições recebem da crítica.


Jennifer Aniston: um 'pesadelo' de 5 milhões de dólares. É a grana que a atriz levou para fazer um anúncio da Emirates


por Clara S. Britto
Oficialmente, os agentes de Jennifer Aniston não confirmam a cifra. Mas vazou em Hollywood que ela tornou-se a recordista em matéria de cachê para filmes publicitários. Para badalar o luxo e a comodidade da primeira classe do Airbus-380 da Emirates, ela recebeu 5 milhões de dólares. No filme, Aniston tem um pesadelo em que se vê andando de roupão no avião em busca de um... chuveiro. No fim, ao acordar na poltrona-cama megaconfortável e diante do aviso de que o avião inicia a aterrissagem, ela pergunta se não pode dar mais uma voltinha de uma hora de vôo... A Emirates, que também a principal patrocinadora da Fórmula-1, é classificada atualmente como um das maiores anunciantes do Ocidente, se não em quantidade, em qualidade e volume de verbas, já que seleciona rigorosamente os eventos e veículos onde divulga sua marca. VEJA O VÍDEO, CLIQUE AQUI

sábado, 10 de outubro de 2015

O GNT precisa voltar pra escola


Se o filho come como o programa escreve, então o cardápio é péssimo mesmo. O nome do programa devia ser "Socorro, meu estagiário escreve mal".

Dizem que o Photoshop de última geração vai fazer mágica. Se for verdade, os tabloides vão fazer a festa

por Clara S. Britto
Entre os "nerds", circula uma boato de que a próxima versão do Photoshop vai ter ainda mais poderes para recriar a realidade. Será capaz de tirar roupas, por exemplo. O desenvolvedor do famoso soft não confirma. O blog Moffoburrel, do Live Journal, resolveu fazer uma experiência para mostrar que o Photoshop vai aperfeiçoar e facilitar, se é que vai, recursos não tão sofisticados já existentes. Embora confesse que não ser especialista, o Moffoburrel fez um teste com fotos de Kaley Cuoco, a lourinha do seriado The Big Bang Theory. O próprio blog admite que um expert pode fazer melhor, embora nenhum soft gráfico tenha atualmente a capacidade de revelar a superfície por baixo de um tecido. Mas ferramentas de preenchimento podem criar tal feitiço. Seria uma espécie de clonagem virtual utilizando elementos reais capturados em fotos verdadeiras que eventualmente estejam disponíveis na web. É isso que a suposta nova versão do Photoshop poderá aperfeiçoar. As atrizes que se cuidem.

Uma das cenas do seriado The Big Bang Theory foi manipulada sutilmente pelo Moffoburrel apenas para demonstrar que aplicativos já existentes podem "eliminar" roupas mesmo que de forma ainda precária. Mas, dizem os nerds, vem aí uma versão do Photoshop que vai aperfeiçoar esse processo. Os tabloides e os sites de fofoca já estão na expectativa diante do poder de tornar as fotos, digamos, mais sugestivas. 

Chile recebe documentos americanos, até então secretos, sobre o assassinato de Orlando Letelier


Quase quarenta anos depois do assassinato de Orlando Letelier, ex-chanceler do governo Salvador Allende, documentos americanos, desclassificados do carimbo "secreto", comprovam a participação do ditador Pinochet em mais esse crime. Segundo o Granma publicou ontem, o ministro das Relações Exteriore do Chile, Heraldo Muñoz, já recebeu do secretário de Estado, John Kerry, os documentos que têm cerca de 11 mil páginas. No dossiê está a comprovação de que a ordem para o atentado partiu do ditador chileno e detalha sua atuação, nos anos seguintes, para encobrir responsabilidades. Letelier morreu aos 44 anos, em Washington, quando uma bom foi colocada sob o seu carro. Membros da Omega 7, organização terrorista formada por exilados cubanos, também participou do atentado terrorista. A expectativa, agora, é que os documentos levem a membros da antiga ditadura que participaram da operação e ainda estão vivos e morando no Chile.

Drone espiona treino do Palmeiras

Reprodução You Tube

No tempo em que os times brasileiros estavam entre os melhores do mundo - há anos... - os treinadores costumavam escalar "espiões" para observar os treinos dos adversários. Uns levavam discretos bloquinhos, mas havia quem fotografasse alguns posicionamentos. Se isso garantiu alguma vitória, não se sabe. Mas os temos mudaram e os bloquinhos e esquemas desenhados a lápis são coisa de passado jurássico. Na última quinta-feira, um drone espionou o treino do Palmeiras. Não foi possivel identificar que pilotava o invasor.

Wikileaks denuncia o acordo TTP...


O Wikileaks publicou nesta sexta-feira (9) o texto final do capítulo sobre direitos de propriedade intelectual incluído no controverso Acordo de Parceria Transpacífica (TPP, na sigla em inglês).
WikiLeaks promete 100 mil euros por informações sobre TTIP, acordo comercial entre União Europeia e EUA. Embora o documento tenha sido assinado por 12 países na última segunda-feira (5), seu conteúdo permanecia em sigilo absoluto, o que gerou muitas críticas durante a fase de negociação do tratado de livre comércio.
Segundo o Wikileaks, o capítulo sobre propriedade intelectual é o mais polêmico “devido ao seu impacto sobre serviços de internet, medicamentos, editoras, liberdades civis e patentes biológicas”.

LEIA NO SPUTNIK NEWS BRASIL, CLIQUE AQUI

A caravana passa...


O Ministério Público de São Paulo, através de sua Promotoria do Patrimônio Público, arquivou inquérito que apurava suspeitas de irregularidades nas obras da Linha 15 - Prata do Monotrilho de São Paulo, que apareciam em uma planilha apreendida pela Operação Lava Jato com o doleiro Alberto Youssef. A obra do monotrilho foi incluída em um lista de documentos que foram categorizados como ultrasigilosos por 25 anos pelo governo do Estado de São Paulo.
LEIA NO GGN, CLIQUE AQUI


O outro lado: análise do acordo TTP, no Brasil, é do tipo "sim, sinhô"...

A mídia exultou, colunistas tremeram de satisfação, ao assegurar que o Acordo TTP, o do "livre-comércio Trans-Pacífico", é a oitava maravilha. Obviamente, comentaram sem ler o conteúdo do acordo ou estão, simplesmente, de má fé. Que falaram sem conhecer, é certo: parte do acordo permanece em sigilo. A candidata democrata à Casa Branca, Hillary Clinton, acaba de anunciar sua posição . "Não posso apoiar esse acordo", disse Hillary, que mencionou, entre outras, cláusulas que defendem interesses de grandes empresas e não de países, as vantagens excessivas às corporações farmacêuticas em detrimento dos pacientes e dos consumidores. Mas nem Hillary teve acesso a todas as cláusulas do polêmico documento que a mídia brasileira elogiou no escuro. Nada do que Hillary disse foi comentado por aqui. O que se sabe é que o acordo TTP impacta a biotecnologia, o registro de patentes, implode determinadas leis de alguns países, terá consequências no mercado de trabalho em certos setores de países signatários e beneficiará especialmente Estados Unidos e Japão com o acesso aos mercados internos das economias mais fracas, que terão contrapartida mas não peso para concorrer no bolo interno dos dois grandes que lideram o bloco. O Trans-Pacífico reúne 12 países: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura, Estados Unidos e Vietnã). São economias mais frágeis, se comparadas aos dois gigantes. É uma espécie de contrato entre leões e coelhinhos. E ainda precisa ser ratificado pelo Congresso americano, onde já enfrenta oposição, e pelo legislativo dos país signatários. Embora, entre estes, estejam várias nações cuja soberania não vale um dólar, resistências internas já se manifestam. De todo modo, o acordo não é essa 'brastemp' que os comentaristas neoliberais exaltam sem conhecer nem o texto completo nem as consequências.

O golpe em curso...




por Luís Nassif (para o GGN)
Há duas posturas contrárias ao impeachment de Dilma Rousseff: um pequeno grupo dos que aprovam o governo em qualquer hipótese; e o grupo dos que, mesmo sendo críticos em relação a ele, encaram o impeachment como golpe contra a democracia.
De fato, significaria tirar do país o único grande diferencial positivo em relação aos demais emergentes: uma democracia que se acredita consolidada.
***
Tem-se, em uma das pontas, um exército disposto a tudo para derrubar o governo. Fazem parte dele uma oposição que perdeu o rumo, autoridades judiciais, como Gilmar Mendes, falsos varões de Plutarco como Aécio Neves e Agripino Maia, uma mídia enlouquecida, disposta a tudo, até a desorganizar totalmente a economia por um governo que a salve de uma crise estrutural.
***
Na outra ponta, tem-se um governo politicamente tão incompetente e sem ação como nunca se viu na história do país após a Segunda Guerra.
Os golpes são anunciados com meses de antecedência e não se vê uma medida sequer da parte do Palácio, quanto mais uma estratégia pensada.
LEIA MAIS NO GGN, CLIQUE AQUI

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Com a internet de vigia, não existe mais "falha nossa"... É de todos. Qualquer mancada agora bomba na web

Em um passado não muito distante, nessa mesma galáxia, a maioria dos erros em veículos tinha grande chance de passar em branco. Com a internet, esquece. "Falha nossa" vira meme na web. A mais nova mancada que faz sucesso em rede nacional deu-se na novela "Os Dez Mandamentos", da Record. O diretor vacilou e deixou passar na cena um nada bíblico extintor de incêndio. Veja na reprodução que bomba nas redes sociais. Em defesa da Record, diga-se pelo menos que a emissora tem louvável preocupação com a segurança no estúdio...
Reprodução Record

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Annie Leibovitz fotografa Rihanna, em Cuba, para a Vanity Fair.


Foto Annie Leibovitz/Vanity Fair

Foto Annie Leibovitz/Vanity Fair

Foto Annie Leibovitz/Vanity Fair

por Omelete
A fotógrafa Annie Leibovitz é a autora do ensaio com a Rihanna, em Cuba, para a Vanity Fair. Três comentários à parte: a cantora, que recentemente apresentou-se no Rock'n Rio vestida da cabeça aos pés, foi, dessa vez, mais liberal com os fãs; não foi a primeira vez que Leibovitz fotografou Rihanna. Em 2011, ela fez um ensaio igualmente ousado com a cantoras para a capa da Vogue americana; e, finalmente, na virada dos  anos 70 para 80, Annie Leibovitz veio ao Brasil especialmente para fazer um ensaio com a atriz Marisa Berenson. As duas hospedaram-se no Copa, onde foram procuradas por uma equipe da Manchete. Espontaneamente, e sem cobrar nada, a fotógrafa, após dizer que conhecia a revista, ofereceu-se para fazer algumas fotos com a atriz. A matéria foi capa da Manchete.
VEJA NA VANITY FAIR CENAS DE BASTIDORES DO ENSAIO DE RIHANNA. CLIQUE AQUI
Reprodução

Em crise, Editora Três fecha a revista Status e demite jornalistas...

Reprodução do site da Status
Seria irônico se não fosse trágico. A Editora Três, que há tempos fechou a IstoéGente, agora decreta o fim da Status. Segundo o Portal Imprensa, há atrasos de salários e demissão de profissionais. Queda de publicidade, crise financeira estão entre os motivos do enxugamento. No site da Status  há uma chamada para uma matéria sobre aplicativos para "sair do vermelho". Pelo jeito, o financeiro da Editora Três não deu uma olhada nos tais aplicativos.
ATUALIZAÇÃO em 9/10 - Segundo o Jornalistas & Cia, há uma previsão de que a Status saia trimestralmente a partir de 2016, sem redação fixa e com seu conteúdo produzido apenas por colaboradores.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Deu na Carta Maior: Veja demite Rodrigo Constantino, um dos principais discípulos da Escolinha do Professor Olavo de Carvalho...

LEIA NA CARTA MAIOR, CLIQUE AQUI

"Vai gasolina aí, freguesa?" - Com a crise na Ucrânia, motorista de biquíni não paga combustível... A promoção fez o posto dobrar a clientela masculina

Reprodução You Tube
 


Mas a promoção só vale para determinados horários. O objetivo do posto é atrair os clientes marmanjos, que, claro, não vão ter moleza na hora de encher o tanque. Em tempo: na primeira semana, o posto dobrou o faturamento e a frequência da clientela masculina. Pelo menos, um freguês tentou dar uma de esperto e vestiu um biquíni para ter direito ao desconto. A Ucrânia está pagando a conta da crise provocada pela Europa Ocidental e Estados Unidos, ao promover um golpe contra um governo eleito, e o preço da gasolina está entre os que mais subiram com a tensão política. Daí, haja criatividade...
VEJA O VÍDEO COM AS UCRANIANAS ENCHENDO O TANQUE. CLIQUE AQUI

Mídia exalta acordo Transpacífico, mas economista ganhador do Prêmio Nobel diz que não é bem assim...

Você leu ontem. Parte da mídia estava excitada com a assinatura da Parceria Transpacífica, acordo comercial com implicações políticas com o qual os Estados Unidos pretendem dar o toque de ordem unida para o Japão, Chile, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Malásia, México, Nova Zelândia e Peru, entre outros. Na verdade, o acordo ainda não está inteiramente aprovado por todos estes países. Alguns descobriram cláusulas duras, que interferem na autonomia e legislação internas dos signatários. Mas, por aqui, com a observação de que prejudicará o Brasil, o acordo foi devidamente saudado por colunistas e consultores. Bom conhecer o outro lado e a visão de articulistas independentes. Hoje, O Globo publica uma artigo de Joseph Stiglitz (Prêmio Nobel de Economia) e Adam S. Hersh, do Roosevelt Institute, com uma análise que mostra que o acordo não é bem assim tão maravilhoso. Não é um tratado de livre-comércio mas um documento que vai "regular as relações de comércio de investimento dos países", segundo os interesses dos "lobbies mais poderosos". Corporações farmacêuticas, de fumo, de biotecnologia, entre outras, ganharão privilégios que estarão superpostos às legislações e autonomias nacionais. Stiglitz diz claramente que o "acordo" conduzido pelos Estados Unidos vai impor mais controle das economias signatárias do que livre-comércio.
LEIA O ARTIGO NO GLOBO, CLIQUE AQUI

"Senhora, senhora?..." Lembra do caso da funcionária que bateu o ponto do emprego público e tentou dá um perdido na repórter Renata Costa? Virou game. ..


A brincadeira é a seguinte: quantos metros você pode fazer a "Senhora" andar sem que a jornalista a alcance? O game, uma boa sacada, lançado pela Nerdeek, foi desenvolvido por Vitor Mendes e Waldir Rodrigues Junior. Você pode comandar a correria da "Senhora" tentando fazer com que ela percorra a maior distância possível sem bater em obstáculos. A repórter Renata Costa, da TV Anhanguera, de Goiás, deve ser a primeira jornalista que teve a honra de inspirar um game. Isso é melhor do que muito prêmio.
ACESSE A PÁGINA DA NERDEEK E VEJA COMO BAIXAR O GAME "SENHORA, VOLTE AQUI", CLIQUE AQUI

Deu no Estadão: a nova "guerra fria" chega ao cinema

por Marcelo Rubens Paiva (do Estadão, link abaixo)
É o enésimo filme que retrata a exploração de astronautas americanos em Marte.
Diferentemente dos outros, como Planeta Vermelho, Perdido em Marte faz um sucesso estrondoso no mundo todo.
Porque é sensacional.
Mas os russos, aliados há décadas dos americanos na conquista espacial e donos dos foguetes e naves que ligam a Estação Espacial Internacional à Terra, sumiram da trama.
As tensões entre o regime de Putin e o aliado espacial e cliente se estendem pela Ucrânia e Síria.
Obama quer destituir o ditador Bashar al-Assad, aliado dos russos, e entrega armas a uma oposição contestável: “A estratégia da Rússia não faz diferenças entre o Estado Islâmico e a oposição sunita moderada que quer a saída de Assad. Da perspectiva deles, eles são todos terroristas. E isso é uma receita para o desastre.”
Putin responsabiliza os americanos pela guerra civil, quer entrar no país com tropas, onde tem uma base militar na região, começa a bombardear posições e mira seus ataques a bases do Estado islâmico, apesar de atingir indiretamente grupos rebeldes como Exército Livre Sírio (ELS) e Exército do Fatahs, que os americanos apoiam.
No filme, o resgate ao astronauta solitário em Marte só é possível com a ajuda dos… chineses.
Chineses?!
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO ESTADÃO, CLIQUE AQUI