quinta-feira, 21 de maio de 2020

Cloroquina para o futebol?


Reproduções Twitter

Só falta o Flamengo receitar cloroquina para os jogadores.
A patética comitiva rubro-negra,que levou o Vasco no sovaco e foi a Brasília apoiar Bolsonaro na campanha para o retorno às atividades em plena ascensão da pandemia no Brasil já dá resultados. Ignorando recomendações da Prefeitura do Rio de Janeiro, o Flamengo meteu o pé na porta e abriu o seu Ninho do Urubu para treinamentos. Em Brasília, o inspirador da medida deve estar batendo palmas.A diretoria do Flamengo já mostrou no caso dos meninos mortos no incêndio do contêiner assassino (que deu triste fama ao mesmo Ninho do Urub) que consciência social ali é zero. Naquele caso, o clube fez polêmico acordo com algumas famílias e ainda mostra crueldade ao postergar na justiça as indenizações à maioria dos parentes das vítimas. Faltou humanidade.

Agora, forçar a barra para a volta do futebol é priorizar o vil metal em troca da segurança sanitária.

Revoltados com a atitude da diretoria do clube ao se aliar a Bolsonaro na contramão da luta contra o coronavírus, alguns torcedores rubro-negros picharam a sede do clube, hoje, na Gávea, no Rio.

Em tempo: Fluminense e Botafogo, com muito mais consciência e dignidade, não concordam com essa precipitação do Flamengo que leva o Vasco a reboque e insiste na volta do futebol enquanto o número de mortes por Covid-19 bate seguidos recordes na cidade.

Um comentário:

Valdir disse...

Os cartolas vão se responsabilizar por contaminação e eventuais mortes?