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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Revista Flare sob bombardeio: photoshopou Jennifer Lawrence,uma das mulheres mais bonitas do mundo. Compare o antes e depois
Revista Época São Paulo acaba. Santo de Haddad é forte. Fim vem depois de edição polêmica que detona faixa preferencial para ônibus. E no Rio? "Madames" e "playboys" não querem BRTs...
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| Época São Paulo combateu a faixa exclusiva de ônibus implantada pelo prefeito Haddad, foi criticada e agora sai das bancas. Voltará apenas eventualmente com edições especiais. |
Deu no Blue Bus: pra variar, Folha faz jornalismo de manipulação
LEIA A MATÉRIA NO BLUE BUS, CLIQUE AQUI
A bola que tirou Ronaldo de Campo na Copa de 2014
O sorteio das chaves da
Copa do Mundo aconteceu, Fernanda Lima monopolizou o noticiário, mas ainda tem
quem estranhe que Ronaldo não tenha
participado da festa no palco fazendo pelo menos uma embaixadinha. A Idéia inicial
era que Ronaldo entrasse no palco carregando a Brazuca (a bola da Copa que é
produzida pela Adidas). Ronaldo é contratado da Nike quis colocar azeitona na
empada da concorrente. Perderam os dois: Ronaldo mostraria a bola da Adidas
usando uma camisa com o logotipo da Nike. Aí seria uma festa coletiva como deve
ser o futebol dentro e fora de campo. (Eli Halfoun)
Conversa entre Aécio e Campos custou mais de R$ 2 mil só em vinho
Duas garrafas de vinho de
Brunello di Montalcino, da vinícola Castello Banfi, da Toscana, animaram a
conversa de três horas que os presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Campos
tiveram há dias no restaurante Gero, no Rio. Não se sabe o que foi
discutido, mas sabe-se que só as duas garrafas do vinho preferido do Papa João
Paulo II custaram quase dois mil reais (R$590 cada). Será que já é dinheiro doado
para a campanha. (Eli Halfoun)
Seleção não pode entrar na Copa de "salto alto". O fiasco do Atlético Mineiro é um lição
Felipão
está careca de dizer que o Brasil tem obrigação de ganhar a Copa do Mundo por
achar que a Seleção joga em casa. Torcida
não ganha jogo, senão vários países não
perderiam as copas que disputaram em suas casas. (lembram de 50?) Tem que
melhorar muito em relações às outras seleções classificadas. Alemanha,
Argentina, Portugal e Espanha mostraram durante as eliminatórias que são fortes
candidatas. Os dirigentes terão que tomar muito cuidado com o oba-oba. O que
ocorreu em 50 poderá servir de exemplo. Naquela
época houve excesso de confiança, interferência de políticos e muita
comemoração antecipada. A goleada que o Brasil impôs à Espanha (que na época
era uma seleção frágil) virou a cabeça dos jogadores e torcedores. A Jules
Rimet estava no papo! Isso não deve acontecer. O Brasil não é favorito, não
aprendeu ainda a jogar sobre pressão. Embora na primeira etapa tenha seleções, supostamente mais fracas, lembro que em
1950 os americanos (engatinhando no futebol), também na primeira fase,
desclassificaram os inventores do futebol, os ingleses, por 1x0.
O Atlético
Mineiro entrou confiante demais contra os marroquinos pensando que ia ganhar fácil. Entrou pelo
cano! Confiança demais atrapalha e salto alto, não tem mais vez no futebol
moderno. Não é mesmo, Ronaldinho? O ano de Tatá Werneck com “inteligência pura”
Tatá Werneck, a Valdirene
da novela “Amor à Vida” não é o que se possa chamar de revelação da televisão esse
ano, mas é sem dúvida o destaque entre as atrizes. Tata criou uma personagem
que ficará inesquecível na memória do público e com a experiência adquirida em
programas de humor na MTV e no teatro soube tirar proveito de todos os momentos
que o autor Walcyr Carrasco lhe reservou na novela. Justiça seja feita ,Walcyr
Carrasco também soube tirar proveito do talento de Tata e assim que percebeu
que ela poderia render muito com a personagem “inteligência pura”.
Tata é sem dúvida o
destaque do elenco feminino da novela “Amor à Vida e só não é de toda a trama
porque Mateus Solano faz um Felix irrepreensível e “papou” todos os prêmios do
ano. A popularidade de Tatá enfrentou sua prova maior há dias quando participou
de um especial do programa “Altas Horas” dedicadas às novelas. Lá estavam ente
outras atrizes consagradas Regina Duarte, Flávia Alessandra, Malu Mader, Isabela
Garcia, mas o aplauso mais caloroso do público foi dirigido quando o
apresentador Serginho Groissman anunciou a presença de Tatá, que não deixou o
sucesso atrapalhar sua trajetória pessoal e profissional: Tatáa continua sendo a
moça simples e engraçada em busca de sua realização artística. Conseguiu, mas
sabe que ainda é pouco. Conquistará muito mais. (Eli
Halfoun)
Bíblia criticada revolta fãs evangélicos e católicos de Daniela Mercury
por Eli Halfoun
“A Bíblia é um tratado
machista que nega a importância da mulher, faz o sexo parecer coisa do diabo e
coloca Eva como a primeira pecadora e geradora de todos os pecados do mundo. É
pouco ou quer mais?” – esse trecho do livro “Daniela e Malu - Uma História de
Amor”, escrito por Daniela Mercury e a jornalista Malu Verçosa está fazendo com
que católicos e evangélicos entrem em guerra com as autoras que são também as, digamos, protagonistas do livro. Nas igrejas evangélicas alguns pastores
contra-atacam e já aconselham os fiéis a não comprarem o livro e os discos de
Daniela, além de não frequentarem seus shows. Até agora a reação não fez muito efeito:
Daniela continua lotando suas apresentações e vendendo muitos CDs. Afinal, seu talento
musical nada tem a ver com o que pensa sobre alguns trechos da Bíblia, que não
é a dona absoluta da verdade. (Eli Halfoun)
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Revista The Economist escolhe o Uruguai como o país do ano... E o presidente José "Pepe" Mujica é elogiado
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| Página reproduzida da Internet |
O ex-tupamaro e atual presidente do Uruguai, José "Pepe" Mujica, aquele que vai para o trabalho dirigindo um Fusca. vôa de classe econômica e mora em uma casa modesta, começa a despertar curiosidade no mundo. The Economist acaba de indicar o Uruguai como o país do ano. A revista inglesa destaca o pioneirismo na legalização da maconha e a aprovação do casamento gay, entre outros avanços que incluem melhorias na economia e uma política social consistente. Para The Economist, a legalização da maconha - que deveria ser estendida a outras drogas - "encurrala os criminosos e permite às autoridades concentrar-se em delitos mais graves". Para a publicação, as políticas de repressão fracassaram em todo o mundo e o Uruguai está mostrando um novo caminho. A posição da revista reforça uma tendência que aos poucos ganha força em vários países: é mais fácil tratar dos problemas gerados pelas drogas como questão de saúde e não de polícia. A revista define o país como "modesto" mas "corajoso, liberal e que gosta de diversão".
Celebridades, profissões, futebol e shoppings no meu caderninho de notas. Anote também
por Eli Halfoun
1 - A revista Forbes divulgou há dias quais são as 100 personalidades
(ou celebridades, se preferirem) brasileiras que mais exercem influência no
país. Pelé lidera a relação que tem ainda Neymar, o escritor Paulo Coelho (a grande
surpresa), Roberto Carlos e muitos artistas. Não se sabe quais são exatamente
os critérios usados pela Forbes em sua pesquisa, mas o resultado mostra com clareza
que no Brasil políticos não exercem a menor influência em nada. Nenhum político,
médico, juiz (mesmo do STF) e outros profissionais aparecem na relação. Nem
mesmo Lula, considerado ainda o mais influente político brasileiro foi citado.
Está estabelecido que para exercer influência no país é preciso ser artista. O
resto parece ser visto como resto mesmo.
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2 - É histórica a preocupação dos pais
em tentar saber (influenciar) dos filhos o que eles pretendem ser quando crescerem.
Nenhuma criança sabe o que quer ser e há anos menino queria ter profissões que usasse
uniforme e meninas sonhavam (ainda sonham) ser modelos. Os pais sempre sonham
para o filho uma carreira como médico, advogado ou engenheiros (ainda as mais
populares e procuradas), mas não há na história nenhuma referência de pais que
tenham sonhado que os filhos fossem políticos, assim como não existe nenhum
registro de uma criança dizendo que “quando crescer quero ser político”. Hoje
as cada vez mais bem informadas crianças fatalmente diriam: “quando eu crescer
quero ser qualquer coisa, menos político”. Ou seja: “quero ser um cidadão
honesto”. Crianças sempre souberam e continuam sabendo das coisas.
******************
3 - É tempo de férias no futebol e todo
ano o comportamento se repete com os clubes prometendo jogadores que não
contratarão, prometendo times que não terão e prometendo mudanças gerais no
futebol que não acontecerão. Depois do exemplo dado na recente virada no
tapetão fica evidente que time que quiser ser realmente forte não deve preocupar-se
em contratar bons jogadores. A essa altura é melhor e mais eficiente contratar
bons advogados.
******************
4 - Até recentemente várias pesquisas
mostravam que para sentir-se segura a população preferia passear nos shoppings
e não nas ruas. Essa tranquilidade também não existe mais: desde que grupos de
desordeiros decidiram marcar encontros em shoppings só para zoar quem quer
segurança e paz os shoppings também deixaram de ser locais seguros. As coisas mudaram:
antes o consumidor só era roubado nos preços das mercadorias. Agora é assaltado
nos preços e pode ficar sem as compras. Shoppings deixaram de ser endereços
seguros, mesmo que ainda mantenham em seus corredores batalhão de seguranças. (Eli Halfoun)
*********************
5 - Crianças sempre ouviram
essa ameaça: “Se você não se comportar o bicho Papão vem te pegar”. Mudou:
agora a ameaça pode ser perfeitamente adaptada para os políticos: “se você
roubar a Papuda vem ter buscar” (Eli Halfoun)
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Falha deles: um dos erros do ano da mídia americana. Não seria má ideia levantar as falhas da imprensa brasileira: as mancadas também ensinam...
(da redação da JJcomunic)
Veículos americano independentes costuma fazer ao fim do ano um listão dos maiores e injustificáveis erros da mídia americana. Quem lidera o ranking 2013 é o New York Post. A matéria? Aquela em que ao saber que os autores do atentado na Maratona de Boston transportavam as bombas em mochilas o jornal não hesitou em pesquisar nas imagens a primeira dupla de mochileiros que encontrou. Apressadinho, o editor mandou na capa do jornal a foto de dois rapazes que, provou-se depois, não tinham nada a ver com o fato. Os dois movem um processo milionário contra o New Tork Post. Ainda escreveram que a polícia procurada a dupla da foto, o que não era verdade.
Veículos americano independentes costuma fazer ao fim do ano um listão dos maiores e injustificáveis erros da mídia americana. Quem lidera o ranking 2013 é o New York Post. A matéria? Aquela em que ao saber que os autores do atentado na Maratona de Boston transportavam as bombas em mochilas o jornal não hesitou em pesquisar nas imagens a primeira dupla de mochileiros que encontrou. Apressadinho, o editor mandou na capa do jornal a foto de dois rapazes que, provou-se depois, não tinham nada a ver com o fato. Os dois movem um processo milionário contra o New Tork Post. Ainda escreveram que a polícia procurada a dupla da foto, o que não era verdade.
Ronald Biggs: morre o vilão que virou mito
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| Cena do filme "O Prisioneiro do Rio" |
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| Reprodução de matéria do JB, em 1963. |
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| O trem assaltado. Reprodução BBC |
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| Biggs fugiu da prisão com a ajuda de um caminhão-baú. Reprodução BBC |
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| Cartaz de "procura-se". |
(da redação da JJcomunic)
Ronald Biggs era um desses personagens-símbolos de um tempo. No caso, especialmente, as décadas de 1960 e 1970. Era um espécie de mito do crime. M orreu hoje em Londres, aos 84 anos, 50 anos depois de ter participado do célebre assalto ao trem postal inglês, que ia de Glascow a Londres. Biggs chegou a ser preso por 17 meses mas fugiu da cadeia. O ousado assalto e a fuga espetacular o transformaram em uma espécie de ídolo pop para muitos ingleses. Foi tema de livros, filmes, equipes de reportagem britânicas vinham constantemente ao Brasil, onde ele se abrigou. Fugitivo, depois de percorrer vários países, Biggs chegou ao Rio. O governo inglês não podia, pelas leis britânicas, solicitar extradição, já que o país não mantinha esse tipo de acordo com o Brasil. Só vinte anos depois, foi assinado um tratado. Bgigs mais umas vez deu sorte: a justiça brasileira não o extraditou porque pelas leis locais o crime já estava prescrito. Bigs, que foi tema de muitas reportagens da Manchete e da Fatos&Fotos, morou em Santa Teresa até que decidiu voltar para a Inglaterra e se entregar às autoridades. Estava doente, dizia que queria morrer na sua terra natal. Ultimamente, por conta dos problemas de saúde, foi posto em liberdade e estava em um asilo para idosos, em Londres.
O assalto ao trem postal rendeu 2,6 milhões de libras, equivalentes a cerca de 2 bilhões de cruzeiros, na época e, hoje, aproximadamente 128 milhões de reais, divididos entre os 15 comparsas.
Biggs participou de um filme - O Prisioneiro do Rio - ao lado de José Wilker e Florinda Bolkan.
REPERCUSSÃO NA MÍDIA INGLESA: DAILY MAIL, THE TIMES E SUN
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Obama e o intérprete de sinais: a piada mundial ganha paródia no Saturday Night Live
por Omelete
O intérprete de sinais que foi o destaque nas homenagens a Nelson Mandela, especialmente durante o discurso de Obama, virou piada no mundo inteiro. O programa Saturday Night Live também entrou na onda.
Veja o vídeo da paródia. Clique AQUI
Nos cartazes do filme 'Ninfomaníaca", estrelas mostram todas as caras do orgasmo
por Omelete
"Ninfomaníaca", novo filme do dinamarquês Lars von Trier, estréia no Brasil em janeiro. Tem quatro horas de duração e é dividido em duas partes. Promete polêmica. E a campanha de lançamento é uma pequena mostra: nos cartazes, as atrizes simulam orgasmos. Cada uma interpretou a "pequena morte", como dizem os franceses, a seu modo. A atriz Uma Thurman, por exemplo, parece que tomou um choque elétrico, o que não deixa de ser...
"Ninfomaníaca", novo filme do dinamarquês Lars von Trier, estréia no Brasil em janeiro. Tem quatro horas de duração e é dividido em duas partes. Promete polêmica. E a campanha de lançamento é uma pequena mostra: nos cartazes, as atrizes simulam orgasmos. Cada uma interpretou a "pequena morte", como dizem os franceses, a seu modo. A atriz Uma Thurman, por exemplo, parece que tomou um choque elétrico, o que não deixa de ser...
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| Charlotte Gainsbourg: descabelada, talvez a mais realista. |
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| Mika Goth: pôs a boca no mundo e acordou o vizinho |
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| Sophie Kennedy Clark: com sono, querendo que acabe logo |
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| Stacy Martin: crise de labirintite ou risco de torcicolo |
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| Uma Thurman; dedo na tomada elêtrica |
Capa polêmica. "Época" é criticada por matéria elitista baseada em dados confusos
(da redaçaõ da JJcomunic)
Essa capa da Época São Paulo deu o que falar. Desde que foram implantadas, as faixas exclusivas para ônibus facilitam a vida de quem usa transporte público mas incomodam os paulistas que usam carros. Em todo o mundo, a tendência - até por motivos 'matemáticos", as vias públicas não absorvem o número de carros empacados a cada dia - é privilegiar o transporte coletivo. Muitas cidades já estão implantando até mesmo a cobrança de pedágio em áreas centrais para desestimular o uso do transporte individual. Claro que para que a maioria opte pelo transporte público este vai ter que melhorar. Mas se não começar agora, como as cidades chegarão lá? Para lembrar: no Rio,. nos anos 80, o governo Brizola foi bombardeado por ter estendido linhas de ônibus à praça General Osório, em Ipanema. As "madames" não queriam o povão desembarcando na praia e a imprensa de oposição deu força à campanha. Recentemente, já com menos ímpeto, muitas pessoas condenaram a construção de estações de metrô nos bairros de Ipanema e Leblon.
Deu no Blue Bus: a TV do "bispo" aplica uma "estratégia" especial para captar anúncios?
(da redação da JJcomumnic)
Essa suposta"técnica" não é assim tão incomum. Nos anos 50, alguns jornais e um poderoso grupo de comunicação da ´época aplicavam abertamente essa "estratégia": disparavam campanhas contra pessoas e instituições até ou atingidos, sem alternativa, cedia algumas verbas e subitamente viam as "denúncias" devidamente esquecidas.
Essa suposta"técnica" não é assim tão incomum. Nos anos 50, alguns jornais e um poderoso grupo de comunicação da ´época aplicavam abertamente essa "estratégia": disparavam campanhas contra pessoas e instituições até ou atingidos, sem alternativa, cedia algumas verbas e subitamente viam as "denúncias" devidamente esquecidas.
“Tapetão” é uma vergonha para o verdadeiro futebol do tapete verde
por Eli Halfoun
Antes mesmo do julgamento
no STJD torcedores de todos os times tinham a resposta pronta: a Portuguesa será
rebaixada e o Fluminense continuará
disputando futebol (futebol?) na primeira divisão. O julgamento que deu a
resposta que todos conheciam foi feito com base na lei, mas qualquer lei nesse
país parece ter sido feita para beneficiar os poderosos. Não seria diferente no
caso envolvendo o Fluminense e a Portuguesa. É lamentável ter de mostrar ao
mundo em tempo de Copa como o futebol brasileiro ainda resolve questões
esportivas usando um tapetão que nada tem de esportivo. O meu Vasco foi
rebaixado e nesse momento sinto como torcedor e amante de futebol muito mais
orgulho em disputar a segunda divisão do que voltar a brigar na primeira com um
gol feito em total impedimento. Questões de futebol devem ser resolvidas no tapete
verde do campo e não no tapete vermelho (de vergonha) os bastidores onde tudo o
que acontece envergonha o esporte. O Fluminense não tem culpa, mas certamente
não disputará as partidas como um time de primeira divisão. (Eli Halfoun)
Dinheiro é muito melhor quando favorece muitas pessoas
por Eli Halfoun
Todo mundo nessa vida
merece ganhar dinheiro desde que, é claro, o faça honestamente. Alguns merecem
mais simplesmente porque o dinheiro lhes possibilita a oportunidade de investir
em outras pessoas com amor, saúde e educação. Não são poucos os artistas que
fazem enormes doações para hospitais, entidades beneficentes e para a educação.
São artistas que fazem isso e preferem manter-se no anonimato na hora de
praticar o bem. São entre muitos outros os casos de da dupla César Menotti e
Fabiano. O gordo e o agora quase magro doaram R$10 milhões para montar com
equipamentos modernos uma ala para atender crianças vítimas de câncer
internadas no Hospital de Barretos. Xuxa sempre plantou o bem através de seus projetos
sociais e acaba de plantar uma escola: doou no Rio o terreno para a construção
dedo Colégio Estadual Hebe Camargo (ela escolheu o nome) que receberá em 2014
300 alunos do ensino médio. O governo do estado entra com os professores, o que
quer dizer que o ensino pode apenas ganhar mais um colégio fantasma. Dinheiro é
como livro: fica melhor quando pode ser usufruído por muitas pessoas. (Eli Halfoun)
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Amanhã, nas bancas: um novo DIA
(da redação da JJcomunic)
Amanhã, terça, o jornal O Dia chega às bancas em novo formato. Sai o modelo berliner e chega o modelo standard. O preço não muda. A meta, segundo os editores, é modernizar o jornal e focalizar a faixa intermediária entre os jornais populares e O Globo.
domingo, 15 de dezembro de 2013
Jornais se preocupam com o caos aéreo dos aeroportos no fim do ano. Ótimo. Mas e no caos aéreo "privê", a zona que as companhias fazem, não vai nada?
(da redação da JJcomunic)
Nos últimos dias, vários jornais têm publicado matérias alertando sobre o possível "caos aéreo" no fim do ano. Isso é bom. Só falta abrir o foco. É só perguntar a qualquer passageiro. Aeroportos reformados são bem-vindos, claro, mais pessoal no atendimento também. Mas nada disso vai resolver o problema enquanto as companhias aéreas operarem praticamente sem regulamentação, sem fiscalização, gerando o "caos" privado. São comuns atrasos, cancelamentos de vôos, mudanças de rota (o sujeito pensa que vai fazer um vôo direto Rio-BH-Natal e descobre, já dentro do avião, que vai para BH, desembarca, aguarda, e embarca em outro vôo para Natal mas com escala em Fortaleza. Nessa brincadeira, quem esperava voar por cerca de três horas, verá seu vôo levar doze horas. Na semana retrasada, houve caos, por exemplo, provocado pela deficiência de uma única companhia. O mau tempo que fechou Congonhas por poucas horas em SP afetou vôos até sábado de manhã. Nessas ocasiões, a Anac anuncia multas e os jornais publicam. Isso não é notícia, jornalista. Notícia é publicar que determinada companhia quitou sua multa . Quando isso acontecer merece primeira página, entendeu? O caos aéreo privê parece não interessar muito à grande imprensa. São sistemas de dados de companhias que caem, aviões que não decolam porque a empresa descobre que a tripulação estourou suas horas de vôo mensais, vôos que atrasam e se fundem para "otimizar" desempenho. Se, e quando, publicadas, tais queixas dos pobres passageiros viram pé de página ou saem em corpo oito na seção de cartas. E tudo isso com os preços das passagens nas alturas.
Nos últimos dias, vários jornais têm publicado matérias alertando sobre o possível "caos aéreo" no fim do ano. Isso é bom. Só falta abrir o foco. É só perguntar a qualquer passageiro. Aeroportos reformados são bem-vindos, claro, mais pessoal no atendimento também. Mas nada disso vai resolver o problema enquanto as companhias aéreas operarem praticamente sem regulamentação, sem fiscalização, gerando o "caos" privado. São comuns atrasos, cancelamentos de vôos, mudanças de rota (o sujeito pensa que vai fazer um vôo direto Rio-BH-Natal e descobre, já dentro do avião, que vai para BH, desembarca, aguarda, e embarca em outro vôo para Natal mas com escala em Fortaleza. Nessa brincadeira, quem esperava voar por cerca de três horas, verá seu vôo levar doze horas. Na semana retrasada, houve caos, por exemplo, provocado pela deficiência de uma única companhia. O mau tempo que fechou Congonhas por poucas horas em SP afetou vôos até sábado de manhã. Nessas ocasiões, a Anac anuncia multas e os jornais publicam. Isso não é notícia, jornalista. Notícia é publicar que determinada companhia quitou sua multa . Quando isso acontecer merece primeira página, entendeu? O caos aéreo privê parece não interessar muito à grande imprensa. São sistemas de dados de companhias que caem, aviões que não decolam porque a empresa descobre que a tripulação estourou suas horas de vôo mensais, vôos que atrasam e se fundem para "otimizar" desempenho. Se, e quando, publicadas, tais queixas dos pobres passageiros viram pé de página ou saem em corpo oito na seção de cartas. E tudo isso com os preços das passagens nas alturas.
Democracia brasileira? Passe no caixa: é balcão de compra e venda de votos
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| Reprodução de charge de Mariano publicada na revista Fatos, em 1985. |
O STF discute, no momento, a legalidade ou não do financiamento de campanhas políticas por empresas. É tema vital para a democracia. Há décadas, faz-se necessária um ampla reforma política que nunca avança, seja qual partido esteja no poder, porque a maioria dos políticos, especialmente os políticos profissionais, não quer. A charge acima, de Mariano, foi reproduzida da revista Fatos, de 1985. Referia-se às denúncias de compra de compra de votos por parte de candidatos que recebiam "doações" milionárias de grande empresas. O dinheiro corria solto e farto. Com o tempo, o "sistema" foi aperfeiçoado. O alvo a controlar com mais "eficiência" passou a ser a própria Câmara dos Deputados e não o eleitor em sim. A estratégia de doar dentaduras foi ultrapassada. Hoje, o buraco é mais em cima e megamilionário. As empresas, através de grandes e seletivas doações, formam suas poderosas "bancadas". Há várias no Congresso, difícil é encontrar uma bancada do cidadão brasileiro. O STF está sob pressão de certos grupos para deixar como está a festança do financiamento de campanhas por pessoas jurídicas. Imprensa, marqueteiros, empresas e, obviamente, os políticos comprometidos com o tal "economocracia" estão agitados e nem querem pensar no fim da bocada, que torna as campanhas milionárias, ao alcance de poucos, e porta escancarada para a corrupção. Claro que as empresas não doam dinheiro apenas impressionadas pela beleza e charme do candidato. É um toma-lá-dá-cá que é cobrado em seguida, naturalmente. Especialistas avaliam que o sistema funciona como uma espécie de "adiantamento" de "jabá". Seria um "mensalão" ou "propinoduto" institucionalizados. Um candidato de orgiem comunitária, honesto, disposto a representar a sociedade legitimamente, tem poucas chances diante do poder econômico daqueles políticos "terceirizados" pelos milhões de reais - ou dólares - despejados por grandes empresas. O que pretendem os defensores do financiamento de eleições "privadas" é que a Câmara permaneça como está, sob controle, funcionando à base de "bancadas" pautadas pelos grupos que bancam o mandato dos seus representantes particulares. Vê-se, agora, diante da pressão sobre o STF, porque uma verdadeira reforma política permanece empacada. É por não interessar à maioria dos políticos, marqueteiros, empresas e imprensa. A única reforma que eles querem é aquela que puxa a brasa para suas milionárias sardinhas. O brasileiro comum tem outra idéia de reforma política para melhorar o Congresso. Mas o povo, deixa pra lá, não é "financiado".
Maconha: muito para aprender e muito ainda para conversar
por Eli Hafoun
Levará muito tempo para
que o Brasil possa se beneficiar com a experiência da legalização da maconha no
Uruguai. É cedo para prever o resultado e para condenar o presidente uruguaio Mujica
por ter tomado decisão tão perigosa, tão corajosa e sempre criticada. A opinião
mundial em torno da legalização da maconha sempre esteve dividida e no Brasil
(recente levantamento mostrou que 7% da população adulta experimentou maconha).
Um dos argumentos contra a legalização é o de que o país não está preparado
para regularizar o uso de qualquer tipo de droga. No Uruguai um dos argumentos para
controlada liberação do uso e plantio é o de que diminuirá as ações violentas
lideradas por traficantes ou cometidas por irresponsáveis usuários. Bandidos
nunca se dão por vencidos e se não mais houver consumidores para comprar maconha
ilegalmente darão um jeitinho de “empurrar” aos clientes outros tipos de drogas.
Estudos sempre mostraram que a maconha é o início para outros experimentos de
usuários em busca de emoções mais fortes. No Uruguai a maconha só poderá ser
comprada em farmácias. Não significa que maconha é remédio, embora alguns
médicos a recomendem como tranqüilizante para alguns raros pacientes.
Essa história de que maconha não faz menos mal
do que se diz é mentirosa: estudos confirmam que a maconha acaba com a memória
recente dos usuários. Seria ótimo se acabar com a memória recente significasse
que o usuário esqueceria definitivamente de comprar, de plantar e principalmente
de consumir maconha. O fato da maconha estar legalizada no Uruguai e talvez ser
um dia legalizada no Brasil jamais significará que fumar um baseado não é tão
nocivo assim. É e será sempre: qualquer coisa usada em excesso e sem indicação
é perigosa e tem contra-indicações. Com a maconha mesmo legalizada não será
diferente. De qualquer maneira será melhor a partir da legalização, saber quem
está utilizando a erva abertamente do que descobrir que pessoas próximas estão
fazendo fumaça escondidas. (Eli Halfioun)
Globo Repórter mostra que médicos despreparados é que contaminam o sistema público de saúde
por Eli Halfoun
Recente pesquisa do Ibope
mostra que a aprovação do governo Dilma Rousseff tem aumentado. São números
expressivos mostrando que a presidente conseguiu dar a volta por cima depois
das manifestações de rua que a jogaram ladeira abaixo. A população ainda tem
muito a reclamar e a saúde é considerada a maior falha do governo (desse e de
todos os que o antecederam). Depois de recente e excelente reportagem exibida pelo
Globo Repórter ficou evidente: a questão da saúde é principalmente consequência
da má gestão nos hospitais do que da falta de verba, que se já é pouca fica
ainda menor quando é desviada (geralmente nos hospitais) de seu verdadeiro
destino. Ficou claro também que profissionais de medicina esqueceram em sua
maioria de fazer medicina e andam tratando pacientes como nada. O caso
focalizado em um hospital do Pará em que nem o diretor sabia (ou fingia não
saber) do descaso e da desumanidade e sem desculpa diante das verdades mostradas
pela repórter limitou-se a reunir um punhado de assessores e rezar. Rezar é o
que os pacientes de hospitais públicos fazem todo o tempo para serem atendidos
e quando são para serem tratados com dignidade.
Está claro que o problema
da saúde é muito mais com o desrespeito de quem tem que administrar hospitais e
fazer atendimento médico que com o empenho do governo a liberação de verba. Pelo
que se ouve e se vê diariamente está mais do que na hora de promover uma limpeza
geral em hospitais de todo o Brasil e banir do serviço público de saúde os
profissionais que não estão interessados nos doentes simplesmente porque esqueceram
as responsabilidades profissionais e humanas que deve existir em todos os
médicos. A saúde continua um caos porque o governo deixa e porque os médicos
ajudam muito. (Eli Halfoun)
Fernandinho “Beira-Mar ” também se declara inocente
por
deBarros
O
deputado João Paulo Cunha afirma em sua declaração: “Se rouba um real ou mil
e a mesma coisa”. Pelo que entendi no
seu julgamento, ele é acusado de ter sido comprado pelo governo do PT por 50 mil
reais para votar a favor do governo petista, dinheiro esse recebido por sua
esposa no caixa do Banco Rural. E o que chama a atenção é que, mesmo filiado ao
PT e deputado por esse partido, tenha sido comprado para votar nos
projetos do governo petista . É preciso lembrar – sem aqui haver o interesse de
defender o ministro Joaquim Barbosa – como
presidente do STF e como relator do processo Ação 470 - que ele se baseou os termos do seu relatório em cima do processo montado pela
Procuradoria Geral do Estado, pelo
Procurador Geral, Roberto Gurgel, nomeado que foi pelo ex-presidente do partido
do deputado federal, João Paulo Cunha. É preciso lembrar que quem investiga e
produz as provas de acusação em processos dessa natureza é a Procuradoria
Geral. O relator é quem faz a análise
das acusações e provas contidas no processo e produz a sua conclusão de
culpabilidade ou não diante dessas mesmas provas., que são levadas ao plenário
do STF e julgadas pelos ministros que votam alguns acompanhando o voto de
acusação ou de absolvição de relator.
Será
que é preciso lembrar ao deputado João Paulo Cunha, que diz que está estudando
Direito para se formar em advogado, como funciona protocorlarmente o STF?
É
preciso lembrar ao deputado João Paulo Cunha que a maioria dos ministros do
STF, que hoje ocupam tão nobre cargo, foram nomeados pelo então
ex-presidente da República do Brasil e
presidente de honra do PT e pela atual presidenta do país, também do PT?
De
que ele é inocente? De ter sido comprado por 50 mil reais para votar a favor
nos projetos do Governo? Por
que esse ato de desagravo aos réus condenados por crimes cometidos previstos no
Código Penal Brasileiro? Foram
criminosos que cometeram crimes e por eles foram julgados e condenados como
quaisquer criminosos comuns de Fernandinho “Beira-Mar “ a ladrão de
galinhas. As leis existem para serem
obedecidas e cumpridas as suas sentenças condenatórias. O
deputado João Paulo Cunha pelo visto tem
faltado e muito as aulas do curso de Direito que diz estar fazendo. Fazer
comparações com os crimes do “Mensalão “com os crimes que ora são denunciados
por fiscais do Município de São Paulo é uma idiotice sem par. Citar
a Ditadura Militar, O Estado Novo e a Escravidão como situações paralelas com
os crimes do “Mensalão “ é pra rir da
inteligência desse deputado federal do PT. Se
ele pensa que vai escapar da cadeia está
muito enganado, principalmente usando esses argumentos sem base. .
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