(da redação da JJcomunic)
Em "Luíza", sua biografia recém-lançada, escrita pela jornalista Laura Malin, Luíza Brunet passou longe de qualquer autocensura. Ela conta, por exemplo, que teve uma experiência quente com uma modelo com que dividia o quarto durante uma viagem. "Todas as outras saíam para jantar após os desfiles, mas nós duas voltávamos
para o quarto. Pedíamos um sanduíche, conversávamos e íamos dormir cedo. Certa
vez acordei no meio da noite. Ela estava na minha cama e me abraçava por trás.
Senti seu perfume e, em seguida, seu beijo. Fiquei extremamente confusa: eu
jamais a havia considerado além de amiga”, revela em trecho do livro, sem dizer quer era a parceira. “Nunca passara
pela minha cabeça que pudesse haver, da parte dela, um interesse maior. Mas
havia e eu me deixei levar. O problema foi que, já no dia seguinte, soube que
não sentia por ela o que ela sentia por mim. Na minha cabeça, a coisa tinha
acontecido uma vez e não se repetiria. Para ela, aquilo poderia significar o
início de um relacionamento”, completou. Luíza, uma recordista de capas da Manchete, conta também que antes de namorar Xuxa, Pelé a convidou para sair. O convite foi feito durante uma sessão de fotos para a revista em 1980. Naquela ocasião, o repórter Tarlis Batista reuniu no estúdio da Manchete Pelé, Luíza, Xuxa e outras duas modelos. Luíza relembra no livro: "Ele
já era rei, e ficamos bem animadas em conhecê-lo. No intervalo dos cliques,
aproximou-se. ‘Luiza, você tem compromisso para esta noite?’ Olhei para os
lados, na esperança de ter outra Luiza por ali. Era mesmo comigo. Fiquei sem
graça, desviei o olhar e fui sincera: ‘Tenho, sim. Vou fazer jantar para o meu
marido.’",
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Sandra Bullock, a "entertainer" do ano
(da redação da JJcomunic)
Com o sucesso do filme "Gravidade", Sandra Bullock venceu os concorrentes Jennifer Lawrence, Tom Hanks, Matthew McCounaghey e o produtor Pharrel Williams e doi escolhida a "Entertainer do Ano" pela revista Entertainment Weekly. Além do filme "Gravidade", Bulock emplacou outro sucesso em 2013: o filme 'As Bem Armadas'.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Copa 2014 - Começou a sacanagem? Papa dá força à Argentina em comercial. Pode isso, Arnaldo?
(da redação da JJcomunic)
Nos intervalos do sorteio da Copa o TyC Sports, da Argentina, divulgou comerciais em que o Papa Francisco dá uma de torcedor. Não pode. Como representante de Cristo, o Papa tem que ser neutro.
Ou vira bagunça. A CNBB tem que protestar imediatamente. Os comerciais usam imagens de Francisco no Brasil com a multidão aplaudindo e manda a piadinha: "Se um argentino fez isso no Brasil, imaginem 23".
Vejam o vídeo e mandem mensagens pro Vaticano. Vamos entupir a caixa postal de Francisco para ele mandar tirar do ar o tal comercial.
Nos intervalos do sorteio da Copa o TyC Sports, da Argentina, divulgou comerciais em que o Papa Francisco dá uma de torcedor. Não pode. Como representante de Cristo, o Papa tem que ser neutro.
Ou vira bagunça. A CNBB tem que protestar imediatamente. Os comerciais usam imagens de Francisco no Brasil com a multidão aplaudindo e manda a piadinha: "Se um argentino fez isso no Brasil, imaginem 23".
Vejam o vídeo e mandem mensagens pro Vaticano. Vamos entupir a caixa postal de Francisco para ele mandar tirar do ar o tal comercial.
VEJA O PAPA PISANDO NA BOLA. CLIQUE AQUI
O Barueri exagerou: Luciene Escouto e Mari Paraíba no mesmo time de uma vez só????
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| Luciene Escouto. Foto: Divulgação |
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| Maria Paraíba. Foto Divulgaçõa/Playboy |
O time de vôlei de Barueri resolveu reforçar a quadra mas sacou alto e contratou duas belas atletas; Luciene Escouto e Mari Paraíba. A primeira foi Miss Rio Grande do Sul, a segunda capa da Playboy. Se o Barueri irá bem na tabela, vamos torcer, mas que já ganhou o troféu de melhor visual isso ninguém duvida.
É fim de ano! Tempo de calendários. E não estou falando de folhinha de santo. Veja o presentão das belas atletas...
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| Fotos Divulgação |
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| Foto Reproduções |
por Omelete
As atletas de rugby da Universidade de Oxford, na Inglaterra, posaram nuas para
um ensaio fotográfico em preto e branco destinado a ilustrar um calendário de 2014. A renda arrecadada vai financiar campanha sobre doenças mentais. Já o time francês de vôlei feminino, Racing, de Cannes, também lançou seu calendário. As meninas do rugby usaram apenas meias e chuteiras. Já as do vôlei optaram por lingeries.
Colegas que trabalharam (e não receberam) no Jornal do Brasil lutam para não perder suas indenizações para um gigante financeiro: o Citibank É Davi contra Golias. É revoltante ou não é?
(da redação da JJcomunic)
Nelio Horta, diretor de Arte que trabalhou muitos anos no JB e na Bloch, encaminhou ao blog a nota acima publicada na coluna de Ancelmo Goes (O Globo). É sobre um desses absurdos que costumam prejudicar trabalhadores vítimas de fechamento de empresas e que correm o risco de não ter seus direitos trabalhistas respeitados. É o que está acontecendo atualmente com os colegas que trabalharam no Jornal do Brasil. Ex-funcionários do JB, na fase em que o jornal pertenceu ao empresário Nelson Tanure, poderão perder suas indenizações para o o poderoso Citibank, caso a Justiça não dê prioridade de pagamento aos credores trabalhistas (os ex-funcionários). Se isso acontecer será uma afronta à Constituição e a uma decisão já proferida pela 1ª Câmara do TJ/RJ. Grandes empresas credoras costumam usar supostas brechas da nova lei da falência - de inspiração neoliberal e imposta aos trabalhadores sob o pretexto de "proteger" investidores - para furar a fila de recebimentos. Governo e Congresso aprovaram essa armadilha há anos para meter a mão em direitos trabalhistas históricos abrindo a cruel e injusta possibilidade de uma luta como essa, entre Davi X Golias, que a turma do JB trava com o Citibank. Os ex-funcionários do JB ainda acreditam que a Justiça manterá seus legítimos direitos.
De um pendrive de viagem: ângulos de Sampa...
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| Alamedas do Parque Buenos Aires |
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| O parque recebe eventos culturais e exposições, como essa do fotógrafo Bernard Plossu, parte do Festival Internacional PHotoEspaña que acontece em São Paulo até janeiro de 2014. |
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| Em um dos hangares, um avião abandonado. |
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| A linha de VLT em construção. Deveria estar pronta para a Copa. Mas é mais fácil o Irã ganhar o caneco do que um bonde passar sobre este viaduto em 2014. Foto Gonça |
Rio aparece mais no campo da vergonha também do futebol
por Eli Halfoun
Sem dúvida a dor de como vascaíno ver aquele que
já foi “o gigante da Colina” ser rebaixado pela segunda vez em cinco anos tem
enorme influência na vergonha que como todos os torcedores cariocas estamos sentindo.
É desastroso e até humilhante para o futebol do Rio ver dois de seus maiores
clubes que são sem dúvida patrimônios do futebol brasileiro, rebaixados - não que
a segunda divisão seja disputada apenas por perebas, mas sim porque a grandeza
das histórias de Vasco e Flu deveriam permanecer sempre na primeira divisão. Em
relação ao meu Vasco o que parece é que o clube prefere a segunda divisão para
ser campeão e deixar de ser como brincam as outras torcidas eterno vice. O Rio
está envergonhado agora também com o futebol. Só faltava essa. (Eli Halfoun
Rir ainda é o melhor remédio também na televisão das férias
por Eli Halfoun
A Globo estreou dois humorísticos
na programação dominical de férias. Tanto o “Divertics” (exibido nas tardes de
domingo) quanto o “Junto e Misturado” (noites de domingo) são atrações com tempo
de validade: foram cridas justamente para “quebrar o galho” e o vazio das
férias e em abril, quando se inicia a nova-velha programação, batem em retirada.
Nesse período de teste é provável que um dos programas ganhe até espaço fixo na
programação (foi o caso de “Tapas & Beijos”), o que é muito difícil.
Com direção acertada e
agitada de Jorge Fernando o “Divertics” não tem o humor simples e direto que a
maioria dos telespectadores gosta e entende (gosta porque entende). É inevitável
que em alguns momentos o programa entre no esquema pastelão, mas é nítida a preocupação
da emissora em fazer um “programa de classe” o que começa no título. Para o grande
público humor é palhaçada (como a do ótimo Renato Aragão), ou seja, exatamente
o que ainda falta ao programa (um dia terá) que ainda assim é uma boa diversão.
“Junto e Misturado” não
chega a ser exatamente um humorístico nos padrões tradicionais. É uma espécie
de teatro de revista (sem as vedetes de pouca roupa) que faz desfilar vários
esquetes com textos de boa qualidade e que permitem muitos e engraçados cacos,
humor refinado e uma preocupação sempre crítica com o cotidiano. Como ganha,
ate pelo horário de exibição, um público mais seleto, o “Junto e Misturado”
pode emplacar, mas duvido muito que alguém deixe de dormir mais cedo para assistir
o programa que se não é um sonho também não é nenhum pesadelo. (Eli Halfoun)
domingo, 8 de dezembro de 2013
O melhor e o pior da festa do sorteio
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| O balé. Foto Ricardo Stuckert/Divulgação CBF |
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| O sorteio. Foto Getty Images/Divulgação Fifa |
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| Fernanda Lima, apresentadora . Foto Getty Images/ Divulgação Fifa |
por Alberto Carvalho
O sorteio
da Copa do Mundo não poderia ter começado pior. A apresentação da Alcione foi
broxante. A festa poderia ter iniciado com o balé da Deborah Colker. A coreografia
dos bailarinos, como se estivessem jogando futebol, foi genial! A apresentação das sedes dos
jogos, com imagens maravilhosas das cidades que receberão os jogos, também. Uma festa digna do primeiro
mundo.
Outra ideia genial foi a
apresentação daquele garotinho, baseado num filme da abertura da primeira Copa do Mundo em 1930.
Tudo perfeito! Até aquela musica "1x0" - que quase ninguém conhece
- feita para comemorar a primeira
vitória do Brasil contra o Uruguai, em 1919,
cantada por Vanessa da Mata e Alexandre Pires, poderia ter sido a
abertura da festa. Menos a apresentação da Alcione que foi ridícula. (Alberto
Carvalho)
Valeu, Mandela. Sua vida valeu muitas vidas
por Eli Halfoun
O mundo está mais vazio. A
morte de Nelson Mandela nos faz órfãos de uma vida exemplar, uma sabedoria
dividida com a humanidade e uma luta que reescreveu não só a história da África
do Sul, mas também a de todos os povos. A dor profunda de uma tristeza esperada
não me deixa escrever muito sobre esse ser humano fenomenal, que tirou seu
corpo dessa vida, mas não o tirou das lutas e da história. O que me consola é
que sempre acreditei que quem morre aos 80 ou mais anos não morre. Simplesmente
se despede da vida, cansado e precisando repousar. Mandela não morreu: apenas
ergueu o seu braço como fez tantas outras vezes e balançou a mão em um gesto
feliz de despedida - a felicidade que o homem sofrido encontrou ao fazer feliz
o povo de sua terra e ao ensinar a todos os povos a importância da igualdade e
de um amor maior entre todos. Tenho certeza de que nesse momento em todo o
planeta todas as pessoas estão entre lágrimas erguendo os braços e balançando a
mão em um gesto de despedida eterna e de gratidão. Valeu Mandela. Sua vida valeu
muitas vidas. (Eli Halfoun)
O futuro dos presidenciáveis segundo o Horóscopo Chinês
por Eli Halfoun
Fim de ano é época de
consultar as muitas variantes astrológicas ou similares (vale macumba) para saber
sobre o próximo ano, como se fosse realmente possível prever o futuro. Entre as
muitas opções de consultas uma das mais pesquisadas é o Calendário Chinês que
começa no final de fevereiro de 2014. No Calendário Chinês, 2014 é o Ano do Cavalo
e os candidatos começam a buscar esperanças no papel. A presidente Dilma
Roussef, que completa 66 anos no próximo dia 14 sabe, por exemplo, que o signo
Sagitário (o dela) reserva um 2014 feliz com um maior número de viagens e
muitos ensinamentos. No Horóscopo Chinês, a presidente é de Porco e segundo o
calendário tenderá a crescer profissionalmente e conquistar seus objetivos. O
Horóscopo Chinês alerta que para as mudanças acontecerem os do signo de Porco
precisarão de coragem e determinação. Já nas finanças será necessária cautela.
O presidenciável Aécio Neves também consulta o Horóscopo Chinês no qual é Rato,
que é considerado o “signo do charme, da inteligência e da facilidade para
fazer amizades”. O Horóscopo Chinês alerta aos de Rato que em 2014 atitudes
arriscadas podem acabar saindo pela culatra, embora os Ratos gostem de estar na
linha de frente dos acontecimentos. Para o também presidenciável Eduardo
Campos, que é Serpente, o signo da sabedoria, organização, esperteza e
generosidade, o que se prevê é progresso, desde que trabalhe rápido quando a
oportunidade se apresenta. Até agora não se apresentou. (Eli Halfoun)
Do imexível ao imorrível ex-ministro mata a língua portuguesa
por Eli Halfoun
Lembra do “imexível” que o
ex-ministro do Trabalho (governo Collor) Antonio Rogério Magri usou e fez virar
brincadeira nacional? Pois bem Magri, hoje com 74 anos, reapareceu e criou mais
uma palavra. Circulando recentemente em Brasília e diante dos elogios recebidos
por conta de sua boa forma física ele respondia: “Agora estou lutando para
ficar imorrível”. Enquanto isso vai matando a língua portuguesa. (Eli Halfoun)
José Genoino também pode perder a Medalha do Pacificador
por Eli Halfoun
José Genoino pode perder
mais com sua prisão: cresce em alguns setores uma campanha para que seja
cassada a Medalha do Pacificador que ele recebeu na época em que presidiu o PT.
A medalha lhe foi ofertada graças a, segundo dizem, um pedido do, na época, presidente Lula com o aval do então ministro da Casa Civil José Dirceu. Nas
redes sociais a campanha pela cassação da Medalha ganha força com o argumento
de que para a concessão da medalha “o agraciado não tenha sido condenado em
qualquer foro por sentença transitada e julgada por crime contra a integridade
e soberania nacionais”. Se a cassação realmente vier a acontecer deverá ser feita
pelo Comandante do Exército. Constrangedor para os dois. (Eli Halfoun)
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Lulu é apenas uma brincadeira. Nada para levar a sério
Um aplicativo apelidado de
Lulu (criado pela ex-tenista jamaicana Alexandra Chong) está dando o que falar na internet. No
aplicativo, as mulheres podem julgar e dar nota aos homens, especialmente na
conduta e vigor sexual. A brincadeira ameaçou virar coisa séria e até o
Ministério Público quis entrar em cena. De tudo o que se disse até agora, a
impressão que fica é a de que homens e mulheres não sabem brincar e se ofendem
com tudo. É evidente que o aplicativo é só uma diversão e por isso mesmo nenhum
homem pode se sentir agredido e inferiorizado se tiver uma nota ruim. O jogo
apenas virou: homens sempre julgaram as mulheres e nada mais normal e justo que
também sejam julgados. Pode até servir para que os que se acham os maiorais até
melhorem seus desempenhos sexuais na cama e não apenas contando vantagens. O
aplicativo é apenas divertido e não passa de uma saudável brincadeira. Brincadeiras
não são para ser levadas a sério. Mesmo que muitas vezes tenham m fundo de
verdade. (Eli Halfoun)
Um novo tempo nas premiações de melhores da TV
por Eli Halfoun
Faz um tempinho postei
aqui um comentário dizendo que Mateus Solano deveria concorrer e ganhar aos prêmios
de melhor ator e não de coadjuvante como costuma acontecer quando se
privilegia os chamados protagonistas. No caso da novela “Amor à Vida” os
protagonistas eram, até por tempo de casa, Antonio Fagundes e Suzana Vieira,
mas Mateus foi chegando de mansinho e já nos primeiros capítulos tomou conta da
novela, o que faz até hoje com um talento fora de série. A justiça está sendo feita
e personagem Felix tem dado para Mateus Solano todos os prêmios de melhor ator
do ano na televisão. Mateus Solano é o que se pode chamar de a unanimidade dos
troféus e acaba de conquistar o prêmio da Associação de Críticos de Arte de São
Paulo. Outros merecidos prêmios virão, mas mais importante dos que os troféus é o precedente que Mateus Solano está abrindo e que sem dúvida fará com que de
agora em diante atores coadjuvantes também sejam olhados mais atentamente e com
o mesmo olhar que se dá aos protagonistas mesmo que seus trabalhos nem de longe
sejam melhores do que os dos coadjuvantes e não mereçam qualquer prêmio. A
história das premiações está mudando. Mateus Solano inaugurou uma nova era de
justiça artística na televisão.
Há dias o ator Júlio
Rocha, o Dr. Jacques de “Amor à Vida”, disse no programa da Xuxa que Mateus Solano
é o melhor ator do mundo. Não era um elogio de amigo entusiasmado, mas sim o
reconhecimento de um profissional que sabe reconhecer e aplaudir outros talentos.
Também não foi nenhum exagero: Mateus Solano pode não ser ainda o melhor ator
do mundo, mas certamente está entre eles. (Eli Halfoun)
Amor de Linda muda o olhar em torno do autismo. Que não seja só na novela
por Eli Halfoun
Como na vida real, não há
nas novelas nenhum personagem que não tenha um mínimo desvio de conduta e de
caráter. Talvez a única exceção em “Amor à Vida” seja a autista Linda, que se
reveste inteira da mais pura emoção graças também ao belíssimo trabalho da atriz
Bruna Linzmeyer (21 anos), que também tem uma das melhores atuações da novela.
Desde que escreveu a sinopse, o autor Walcyr Carrasco queria fazer da personagem
Linda uma maneira de chamar atenção para as características do autista que, como
também nos mostram exemplos da vida real, pode levar uma vida normal. A
personagem Linda mostra a força do amor e nos faz enxergar também que autistas
precisam de amor, carinho e atenção. Não e nunca de super proteção - uma super
proteção que as limita ainda mais na descoberta de suas próprias vidas. O
encontro entre Linda e o advogado Rafael é o único, verdadeiro, puro e intenso
amor da novela. A química entre os atores Bruna Linzmeyer e Rainer Cadete é
perfeita e entrega ao público o mais bonito romance da novela - um encontro de
amor desinteressado como, aliás, deveriam ser todos os encontros de amor para
que fossem de amor mesmo e só de amor. A questão do autismo está sendo
discutida sem exageros e mostra que super proteção nada tem a ver em nenhum
caso com amor, com atenção e com a possibilidade de permitir que cada um viva
sua própria vida, o que sem dúvida inclui os autistas. Nenhuma das relações de
amor mostradas na novela é normal: cada um vem carregada de interesses, de
conflitos e de egoísmo. Linda e Rafael vivem um amor inteiro e desinteressado e
que só assim é amor de verdade amor de verdade. A atriz Bruna Linzmeyer (bela
atriz em todos os sentidos) entendeu o amor de sua personagem e diz: “É um amor
verdadeiro, direto profundo e que nasce no que há de mais íntimo, desconhecido
e necessário. Quero que Linda encontre e já está encontrando um lugar aconchegante
para ela dentro de si mesma”. Autistas têm um mundo próprio que precisamos
aceitar e acima de tudo entender. Com o mesmo, intenso e puro amor que eles,
autistas, costumam nos oferecer e proporcionar. Linda demorou a ganhar importância
na novela, mas agora que ganhou “Amor à Vida” mudará o olhar que se tem dos
autistas, permitirá que eles encontrem vidas independentes e que sejam tratados
e enxergados sempre com amor verdadeiro. O amor que eles mais do que ninguém sabem
oferecer. (Eli Halfoun)
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
A Bernadette do seriado The Big Bang Theory posa para a Maxim
por Omelete
Se você assiste ao excelente seriado The Big Bang Theory conhece a menina da foto. É Melissa Rauch, que faz o papel da Bernadette. Na telinha, eala aprece sempre com roupas conservadoras, digamos, mas resolveu ousar um pouco mais em ensaio para a revista Maxim de dezembro. É baixinho com uma "comissão de frente" respeitável.
Atores querem cachê de outros programas da Globo
por Eli Halfoun
Vai ficar mais difícil
para a Globo conseguir que os atores de suas novelas participem de outros programas
da emissora. Até farão isso desde que passem a receber cachê por participações,
especialmente no programa “Encontro com Fátima Bernardes”. Os atores também
querem maior remuneração pelos produtos disponibilizados pela Globo na internet.
Muitas reuniões têm acontecido no movimento que é coordenado por Antonio
Fagundes. A Globo ainda não se manifestou oficialmente, mas já fez chegar aos elencos
de novelas que a emissora está terminando o projeto do orçamento do próximo ano
e que prevê muitos cortes nos setor artístico e no jornalístico. Parece até uma
ameaça. Vai ver que é. (Eli Halfoun)
Condenado do mensalão recebe na cadeia R$ 24 mil de aposentadoria
Mesmo condenado a 7 anos e
10 meses de prisão (seus advogados estão pedindo redução da pena) Jacinto
Lamas, ex-rtesoureiro do extinto PL e um dos nomes pouco badalados do mensalão, vai para a cadeia com muita
grana garantida: conseguiu aposentar-se na Câmara Federal como analista
legislativo e receberá R$ 24,1 de salário mensal. Não deverá perder um único centavo já que a
legislação determina que dinheiro de sustento é intocável. Como na Papuda ele não
gastará nada (nós é que pagamos as diárias) poderá sustentar mais do que
somente a família. (Eli Halfoun)
Ratinho quer mais é ode ser o novo dono da CNT
por Eli Halfoun
Carlos Massa, o Ratinho,
não é só um bem sucedido apresentador de televisão. Também é um afortunado
homem de negócios que já têm várias empresas bem resolvida e quer mais uma: é
um dos mais fortes candidatos para comprar a CNT do Paraná, seu estado natal.
Ratinho está com, como ele mesmo diz, café no bule para enfrentar o outro forte
candidato: o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal. Há quem garanta que Ratinho
é o preferido já que mantém ótimo relacionamento com a direção da emissora em
que iniciou sua carreira sem jamais imaginar que poderia vir a ser o dono do pedaço.
(Eli Halfoun)
Está difícil escolher um governador para Rio
por Eli Halfoun
Falta muito para que as
urnas revelem a verdade nas eleições de governo estadual em todo o país. Hoje
não se pode garantir que fulano será eleito no estado tal. Para o eleitor
carioca, o panorama se apresenta bem mais difícil a ponto de ficar complicado
escolher o “menos pior” entre os piores. Por enquanto as pesquisas de intenções
de votos indicam que o deputado federal Anthony Garotinho é o que tem maiores
chances de voltar a governar o Rio, apesar de ter feito que fez com o estado. A
antes considerada barbada candidatura de Lindberg Farias ainda não deslanchou e
segundo as pesquisas ele é o segundo colocado empatado com o insistente Marcelo
Crivella.
As pesquisas também
mostram que Sergio Cabral tem a pior avaliação de governo em todo o país nos
últimos sete anos. Cabral despencou na credibilidade eleitoral e perdeu força
por vários motivos, um dos quais o fato das UPPs, que eram seu ponto de apoio,
não terem resolvido como se esperava o maior problema do Rio, que é a
violência que mesmo com as UPPS tem crescido em vários segmentos. Agora Cabral
anuncia que deixará o governo em março, o que pode significar também a retirada
da candidatura de Luiz Fernando Pezão, seu vice em quem o ainda governador aposta todas as fichas. Embora a hipótese de
seu afastamento esteja ligada ao fato de candidatar-se ao Senado analistas políticos
acreditam que essa também é um caminho que dificilmente se concretizará: só
existe uma vaga para senador pelo Rio e analistas acreditam que o ainda
governador não tem a menor chance de conseguir a vaga e que, portanto, o melhor
a fazer é passar um tempo afastado da política para recuperar o ânimo, a
credibilidade e o prestígio, o que também será muito difícil. Quem vota no
Rio está sem saída, ou melhor, sem escolha: ou vota em um dos favoritos ou escolhe
um dos outros candidatos que não tem a menor chance de ser eleitos. Por enquanto as pesquisas mostram Anthony
Garotinho com 21%, Marcelo Crivella (15%), Lindberg Farias (15%), César Maia
(11%), Luiz Fernando Pezão (5%), Miro Teixeira (3%) e Bernardinho (2%).
Pesquisa não ganha eleição, mas no Rio o resultado final não será tão diferente
do que os números indicam agora. Infelizmente. (Eli
Halfoun)_
STF instala relógios para fazer tudo na hora certa
por Eli Halfoun
Ninguém poderá usar o
horário como desculpa no STF. O Supremo resolveu instalar 99 relógios digitais
de parede em suas dependências. Cada relógio custa R$ 2 mil e o custo total
será de R$ 199 mil. Não são relógios comuns: cada um possui display digital de
quatro dígitos, tela LED configurável e pode ser vistos a uma distância de até
200 metros. A instalação dos 99 relógios custará R$ 285,5 mil. Agora será
impossível chegar atrasado e o STF saberá enfim que é hora de caminhar com todos
os processos. (Eli Halfoun)
Redução de salários é a nova onda nas emissoras de televisão
por Eli Halfoun
A nova onda na televisão é
propor redução de salários para a renovação de contratos artísticos. Embora muitos
profissionais reclamem, outros tantos têm aceitado as propostas com a louvável
justificativa de que essa é uma forma de manter vivo o mercado de trabalho para todos. No
SBT, a resistência para a redução de salários é muito grande, mas na Bandeirantes
tem sido bem sucedida: Milton Neves, Renata Fan, Luciano do Vale e Marcelo Tas
aceitaram as propostas, como aconteceu também com vários diretores. Por enquanto
a Band espera resposta de José Luiz Datena. Só a turma do “Pânico” não sofrerá
redução: é que não recebe da emissora, mas sim da empresa de Tutinha Amaral o
criador e dono do Pânico. Pânico para eles só no nome do programa. (Eli Halfoun)
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
“The Voice Brasil” é o maior acerto da televisão esse ano
por Eli Halfoun
O programa “The Voice
Brasil” está sendo considerado o maior acerto da televisão e da Globo esse ano,
principalmente depois que mudou das noites de domingo para as de quinta-feira o
seu horário na programação. A mudança provocou aumento de 70% na audiência. “The Voice Brasil” não deixa de ser um
programa de calouros e é exatamente nisso que está o seu maior sucesso: o telespectador
gosta de torcer por um candidato, gosta e de votar e saber se sua escolha será a mesma dos jurados e nessa torcida acompanha o programa com um grande
interesse. É claro que o sucesso do programa não está apenas nessa fórmula
simples e antiga de abrir espaço para calouros. O “The Voice” é um programa com
excelente produção musical, cenário impecável e assim um show sempre espetacular,
o que priva que, ao contrário do que a própria televisão pensa musicais também
podem ser garantias de sucesso e, portanto, é bom abrir mais espaço para a
nossa boa música. Também tem muita força no programa a participação de um júri
formado por profissionais do ramo que sabem o que é bom e o que querem para
escolher o melhor entre os melhores. A nova temporada do “The Voice” está chegando
ao fim, mas é certo que haverá outra edição. Será muito bem vinda, ao contrário
do repetitivo “Big Brother” que ainda é um fenomenal sucesso, mas já encheu a
paciência. (Eli Halfoun)
Chega de técnicos medalhões. É hora de investir em quem realmente sabe
por Eli Halfoun
O atual campeonato
brasileiro está deixando para o futebol uma grande lição esportiva e econômica:
é preciso começar a olhar com mais atenção para os profissionais que não são
figurinhas carimbadas na mídia e que têm sido a salvação, inclusive econômica,
de vários times. Pagar salários milionários (variam entre R$ 400 mil e 1 milhão)
para técnicos considerados medalhões que não resolvem nada. Vejamos: nenhum dos
chamados grandes técnicos foi bem nesse campeonato e até o campeão de um time
que se mostrou perfeito é o modesto Marcelo Oliveira. Os outros times que estiveram
sempre na disputa foram e são dirigidos por técnicos que nem sonham ganhar os
robustos salários dosa medalhões que nesse campeonato mal fizeram jus a receber
um único salário mínimo. Os clubes costumam contratar técnicos famosos e
milionários não exatamente porque são supostamente os melhores, mas sim porque
servem para que os cartolas façam média com a torcida. Não adianta mais: a torcida
já não se engana e prefere torcer pelo sucesso de um técnico humilde do que por
um medalhão que faz esquemas no computado, mas nunca os coloca com sucesso em
campo. O futebol evoluiu muito, mas felizmente ainda independe de ter um técnico
metido a professor. No campo são os jogadores (esses sim as grandes estrelas)
que ditam o ritmo do jogo e unidos fazem bem sucedido o trabalho de um técnico
que não chega ditando regras como se soubesse mais do que tido mundo. Não sabem
e tem mostrado isso. Portanto, está mais do que na hora do nosso futebol aprender
que assim como forma nas categorias de base os grandes jogadores é nelas que
também podem surgir os bons técnicos e o que é melhor, sem precisar jogar no
lixo salários milionários que seriam mais úteis nas categorias inferiores que
precisam cada vez mais de recursos e de apoio. Futebol se joga e se ganha em
campo. O futebol que premia as contas bancárias só é campeão no bolso dos
técnicos que sabem aparecer, mas não sabem fazer aparecer o futebol dos times
que dirigem. (Eli Halfoun)
“Amor à Vida” junta com amor os dois gays queridinhos da novela
por Eli Halfoun
A novela “Amor à Vida”
perdeu a sua principal trama (descobrir que Félix jogou Paulinha em uma caçamba
de lixo), mas não perdeu audiência porque o autor Walcyr Carrasco tem buscado
novos enfoques, o que faz aumentar a participação de outros personagens, mas
não tira a importância de Félix como o que conquistou o público. O
que se diz agora nos bastidores é que Felix viverá um romance com Niko (Thiago
Fragoso) que também é um dos queridinhos do público. O novo romance não estava
previsto na sinopse, mas autor percebeu que com o entrosamento mostrado pelos
dois atores é um romance que pode cair no gosto do público (casais gays começam
a ser aceitos com naturalidade) e ajudar na boa audiência do folhetim. Há
também muita rejeição (era de se esperar) com alguns personagens, caso, por
exemplo, de Amarilys (Daniele Winits): o público tem pedido ao autor que tire
Amarilys de cena, o que cria uma nova expectativa: será que ela morrerá nos
próximos capítulos? A hipótese ainda não passa pelos planos do autor. A única
morte (será uma morte misteriosa) confirmada para os próximos capítulos é a de
Glauce, a médica-bandida, interpretada pela atriz Leona Cavali. O novo Félix
(agora aparentemente mais humilde, mas ainda sarcástico) permitiu bons momentos
para a novela no encontro de Mateus Solano e Elizabeth Savalla, que faz um excelente
trabalho como a ex-chacrete Márcia. Walcyr Carrasco ainda tem um bom e farto
material em mãos para não deixar a novela perder interesse e público, o que
sempre acontece quando a trama vira um show de mesmice, o que ainda não é o
caso de “Amor à Vida”. (Eli Halfoun)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Paloma Bernardi, o fetiche...
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| Fotos: Divulgação |
A atriz Paloma Bernardi é a estrela da campanha publicitária da coleção e das peças da marca gaúcha de calçados Bebecê para outono/inverno 2014. A campanha foi fotografada por Fabian Gloeden (Estúdio Org) para a Agência Branco. As fotos acima, feitas no fim de novembro, são dos bastidores do ensaio. Paloma tem um dos mais belos rostos da TV, mas o destaque, no caso, são os pés. A colunista carioca Heloisa Tolipan, do Jornal do Brasil, escreveu que a campanha vai apontar no que viu, as consumidoras, e acertar no que não viu: os adoradores da fómula "mulher bonita com calçado sexy". Balzac, que, dizem, era um amante que começava as preliminares sempre pelos pés, adoraria.
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Heil! Já leu esse manifesto político-social de um dos criadores do "Porta dos Fundos"? Pega pesado...
por Omelete
Caramba! O humorista Gregorio Duvivier pegou pesado nesse artigo que escreveu para a Folha. Ele diz que não é de direita apenas porque "não acredita nessa coisa de esquerda e direita". Ou seja: é direitaça. E nem precisa chegar ao fim do artigo para concluir isso. Podia ser assinado por ele, o do bigodinho, o Hitler. Vejamos; ninguém duvida de que o Estado é ineficiente em certos setores. Como por exemplo na fiscalização da grana que entrega a empresários, concessionários de serviços públicos e a políticos, como no caso do escândalo do propinoduto no metrô de São Paulo. Mas sem Estado o mundo vira uma "milícia", certo? Esses "patricinhos" que defendem o "estado mínimo" querem apenas esculachar os desvalidos, claro. E fazer a distribuição de renda ficar mais concentrada do que, por exemplo, no Haiti, país capitalista e de Estado menor do que mínimo. Esse Gregório aí, que se apresenta como uma espécie de Bolsonaro dos neoliberais, erra ao dizer que "tudo o que é privado funciona". Só se for a privada da casa dele. Precisa andar nas barcas privatizadas do Rio, subir a estrada para Petrópolis, privatizada e esburacada apesar do caríssimo pedágio, dá um rolé na SuperVia privatizada. Precisa ser atendido em alguns hospitais privados, e caros, que deixam pacientes de planos de saúde mofando por cinco ou seis horas e muitas vezes se negam a prestar atendimento. Precisa estudar em certos colégios e universidades particulares, verdadeiros caça-níqueis. Ele deve ter um celular privado que não derruba a linha, uma conexão de alta velocidade que não cai nunca, tudo privado. Bom ler. O link está aí embaixo. É estranhíssimo. Na prática ele defende uma a seleção natural das espécies. Os competentes devem sobreviver. O resto? Deixa pra lá. Ele, por exemplo, identifica motoboy com ladrão. Tá escrito lá. Aliás, acha que motoboy ou sujeitos assemelhados devem pagar caro tratamento de saúde, só assim, diz ele, teriam o direito de cuidar do filho com leucemia. Não fica muito claro - as ideias do rapaz são apenas rascunhadas - mas deixa a impressão de que é a favor de algum tipo de trabalhos forçados. "Sem a obrigação de trabalhar", escreve, "o povo não trabalha".
O título fala em "Partido Novo". O colunista talvez pense em criar um partido. Bom ficar de olho, o Brasil já teve um "Estado Novo"...
Bom, acho que o sujeito é empresário também, talvez um dos donos da produtora do "Porta dos Fundos".
Tenho pena do motoboy deles. Será que o cara está sendo obrigado a trabalhar 32 horas por dia pra aprender o que é bom pra tosse. Ou pra leucemia?
LEIA O ARTIGO COMPLETO. CLIQUE AQUI
Caramba! O humorista Gregorio Duvivier pegou pesado nesse artigo que escreveu para a Folha. Ele diz que não é de direita apenas porque "não acredita nessa coisa de esquerda e direita". Ou seja: é direitaça. E nem precisa chegar ao fim do artigo para concluir isso. Podia ser assinado por ele, o do bigodinho, o Hitler. Vejamos; ninguém duvida de que o Estado é ineficiente em certos setores. Como por exemplo na fiscalização da grana que entrega a empresários, concessionários de serviços públicos e a políticos, como no caso do escândalo do propinoduto no metrô de São Paulo. Mas sem Estado o mundo vira uma "milícia", certo? Esses "patricinhos" que defendem o "estado mínimo" querem apenas esculachar os desvalidos, claro. E fazer a distribuição de renda ficar mais concentrada do que, por exemplo, no Haiti, país capitalista e de Estado menor do que mínimo. Esse Gregório aí, que se apresenta como uma espécie de Bolsonaro dos neoliberais, erra ao dizer que "tudo o que é privado funciona". Só se for a privada da casa dele. Precisa andar nas barcas privatizadas do Rio, subir a estrada para Petrópolis, privatizada e esburacada apesar do caríssimo pedágio, dá um rolé na SuperVia privatizada. Precisa ser atendido em alguns hospitais privados, e caros, que deixam pacientes de planos de saúde mofando por cinco ou seis horas e muitas vezes se negam a prestar atendimento. Precisa estudar em certos colégios e universidades particulares, verdadeiros caça-níqueis. Ele deve ter um celular privado que não derruba a linha, uma conexão de alta velocidade que não cai nunca, tudo privado. Bom ler. O link está aí embaixo. É estranhíssimo. Na prática ele defende uma a seleção natural das espécies. Os competentes devem sobreviver. O resto? Deixa pra lá. Ele, por exemplo, identifica motoboy com ladrão. Tá escrito lá. Aliás, acha que motoboy ou sujeitos assemelhados devem pagar caro tratamento de saúde, só assim, diz ele, teriam o direito de cuidar do filho com leucemia. Não fica muito claro - as ideias do rapaz são apenas rascunhadas - mas deixa a impressão de que é a favor de algum tipo de trabalhos forçados. "Sem a obrigação de trabalhar", escreve, "o povo não trabalha".
O título fala em "Partido Novo". O colunista talvez pense em criar um partido. Bom ficar de olho, o Brasil já teve um "Estado Novo"...
Bom, acho que o sujeito é empresário também, talvez um dos donos da produtora do "Porta dos Fundos".
Tenho pena do motoboy deles. Será que o cara está sendo obrigado a trabalhar 32 horas por dia pra aprender o que é bom pra tosse. Ou pra leucemia?
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