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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
O ranking dos campeões da internet
(da redação da JJcomunic)
Segundo a ComScore, o tráfego de internet, no Brasil, nos últimos quatro meses, cresceu 60%. A empresa fez um pesquisa para apontar os dez maiores sites em número de visitantes únicos. Há no Brasil, 76,9 visitantes únicos. Veja o ranking, que considera apenas acessos de computadores e trabalho. Não entraram na pesquisa os celulares e tablets nem computadores de lan houses. Uma das surpresas é o número de acessos do portal R7, que supera a poderosa Globo.com. A Abril e a Folha e o Estadão, apesar de operarem importantes veículos impressos, não alcançam as principais posições do ranking.
1) Google Sites: 70,8 milhões de visitantes únicos
Segundo a ComScore, o tráfego de internet, no Brasil, nos últimos quatro meses, cresceu 60%. A empresa fez um pesquisa para apontar os dez maiores sites em número de visitantes únicos. Há no Brasil, 76,9 visitantes únicos. Veja o ranking, que considera apenas acessos de computadores e trabalho. Não entraram na pesquisa os celulares e tablets nem computadores de lan houses. Uma das surpresas é o número de acessos do portal R7, que supera a poderosa Globo.com. A Abril e a Folha e o Estadão, apesar de operarem importantes veículos impressos, não alcançam as principais posições do ranking.
1) Google Sites: 70,8 milhões de visitantes únicos
2)
Facebook: 64,4 milhões de visitantes únicos
3) UOL:
56,9 milhões de visitantes únicos
4)
Microsoft Sites: 54,9 milhões de visitantes únicos
5) R7: 49,7
milhões de visitantes únicos
6)
Globo.com: 49,1 milhões de visitantes únicos
7) Terra:
48,3 milhões de visitantes únicos
8) Yahoo
Sites: 46,6 milhões de visitantes únicos
9) iG: 32,1
milhões de visitantes únicos
10)
Wikimedia Foundation: 29,5 milhões de visitantes únicos
Documentário revela bastidores do polêmico leilão da virgindade de Catarina Migliorini. Um japonês pagou mas não levou e a brasileira afirma que levou calote e continua virgem
(da redação da JJcomunic)
A brasileira Catarina Migliorini que nem leiloando a virgindade conseguiu perder a dita cuja (teria desistido e, além disso, levado um calote dos organizadores do "evento"), anuncia que irá de novo ao pregão (desculpem o trocadilho). Enquanto o leiloeiro não bate o martelo (desculpem, de novo), vem aí o documentário protagonizado pela jovem. Catarina teria a intenção ir a leilão novamente.
CONFIRA O TRAILER NO G1. CLIQUE NO LINK ABAIXO
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/11/brasileira-de-leilao-de-virgindade-diz-que-nao-recebeu-por-filme-veja-trailer.html
A brasileira Catarina Migliorini que nem leiloando a virgindade conseguiu perder a dita cuja (teria desistido e, além disso, levado um calote dos organizadores do "evento"), anuncia que irá de novo ao pregão (desculpem o trocadilho). Enquanto o leiloeiro não bate o martelo (desculpem, de novo), vem aí o documentário protagonizado pela jovem. Catarina teria a intenção ir a leilão novamente.
CONFIRA O TRAILER NO G1. CLIQUE NO LINK ABAIXO
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/11/brasileira-de-leilao-de-virgindade-diz-que-nao-recebeu-por-filme-veja-trailer.html
Solidariedade negocia muito para tomar seu rumo na eleição presidencial
por Eli Halfoun
Política é acima de tudo a
arte da negociação. Que o diga o deputado federal Paulinho Pereira que é também
o dono do novo partido Solidariedade. Para saber que rumo é o mais interessante
para ser seguido pelo novo partido, que como todos os outros também tem muitos
interesses em jogo, Paulinho preparou uma agenda de negociações: primeiro
conversará com Aécio Neves, para saber se é bom negócio. Em seguida a conversa
será com Eduardo Campos, mas sem a presença de Marina Silva que tem uma opinião
muito própria e nada abonadora sobre Paulinho. Se nada resultar de interessante
dos dois primeiros encontros o terceiro papo será com o bloco de Dilma Rousseff ao qual deve pedir de saída um ministério para o Solidariedade. Sintomático: se
pedirá um ministério para Dilma é porque no fundo tem certeza de que ela será
reeleita. (Eli Halfoun)
Mais um “Crô” na televisão. Agora é na Record
por Eli Halfoun
A TV Record também terá o seu
“Cro”, personagem de muito sucesso criado por Marcelo Serrado na novela “Fina
Estampa” e que agora está chegando ao cinema. O personagem Bombom da Record
será interpretado por Bruno Chateaubriand, que na vida real é “casadíssimo” com
André Ramos, e entrará em cena na comédia “Coisas de Casal”. O personagem será
um blogueiro de moda amigo da chefe (uma publicitária interpretada por Juliana
Silveira.) Sobre o personagem Bruno Chateaubriand garante que não fará uma cópia
do “Crô” e explica: “o Cro era fascinado pela patroa, já o Bombom quer puxar o
tapete dela”. Na Record mais um personagem que por melhor que seja continuará
inédito. (Eli Halfoun)
Empresas repassam para o consumidor uma despesa que é delas
por Eli Halfoun
O consumidor é vítima do
mercado de ofertas e serviços: pagamos por tudo e se bobearmos até por aquilo
que não temos e não queremos. Agora as empresas prestadoras de serviços
(especialmente as de telefonia) tentam empurrar para o consumidor mais uma
despesa e uma responsabilidade que sempre foi delas. Muitas empresas estão
deixando de enviar pelo Correio as contas e quando o fazem é com um atraso que
obriga o consumidor a pagar a conta com juros, mesmo que ele não tenha sido o
responsável pelo atraso: não dá para pagar uma conta sem tê-la em mãos. Essa
artimanha parece ter apenas uma finalidade: obrigar o consumidor a buscar fatura
pela internet, imprimir e só então pagar. Quer dizer: transferem para o
consumidor o gasto de papel, de impressão e de tempo. As empresas só querem saber
de receber (geralmente por péssimos serviços) e quando o consumidor reclama é
orientado a imprimir a segunda via, que na verdade é a primeira. As empresas
não levam em conta que muita gente ainda não tem computador e entre os que têm
muitos não sabem acessar esse tipo de serviço. Não há dúvidas de que as
empresas prestadoras de serviços querem mesmo é economizar em papel, selos e
dispensar parte dos empregados contratados para cuidar da expedição de faturas.
Ninguém é legalmente obrigado a acessar a internet para conquistar o direito de
prelo menos pagar suas contas em dia. Deveria isso sim existir uma lei que
obrigue as empresas a continuarem enviando regularmente as contas. Sem a conta
em mãos o consumidor não tem a menor obrigação de pagar nada. Até porque enquanto
a conta não lhe é envida legalmente ele não deve nada. (Eli
Halfoun)
Medicina não é para ser exercitada através da mídia
por Eli Halfoun
Assuntos médicos ligados
a novas doenças, novas formas de tratamento e principalmente e possibilidade de
uma cura definitiva sempre estiverem muito presentes na mídia como prestação de serviço. O que deveria ser uma prestação de serviço está virando um perigoso desserviço tamanha a
quantidade de informações científicas que são das vias televisão, jornais e revistas. A exagerada quantidade de informações pode acabar provocando muitas doenças, mais insegurança e muito mais medo. Ocorre que o leigo que não entende direito a questão, interpreta do jeito que quer e termina por fazer seu próprio diagnóstico e tratamento, que só pode e deve ser dado por um especialista.
São na maioria das vezes médicos que ocupam os programas de televisão para falar de doenças e tratamentos, mas mesmo assim nenhum médico, por mais competente que seja, tem a capacidade verbal e profissional de
promover ou incentivar a curas através de um veículo de comunicação. Além do mais é sabido que quando se fala de um novo tratamento fala-se de uma espera de dez ou vinte anos para que a nova descoberta científica tenha valor comprovado. Não importa: o paciente se enche de esperança e como quase sempre não acontece nada, a esperança vira frustração e desânimo e deixa o paciente mais doente. Profissionais de saúde precisam pensar muito antes de falar, não se pode brincar com quem está doente.
Também é preciso dar um
basta nas centenas de dietas sugeridas diariamente para a perda de vários quilos em poucos dias. É chá disso, chá daquilo, e o resultado é que as pessoas passam a consumir chá e mais chá e abrem mão do verdadeiros e cientificamente comprovados medicamentos. É preciso ter responsabilidade para falar de saúde com a população que se anima com qualquer coisa e, o que é pior, acredita em qualquer coisa em nome da cura e do fim de uma dor que acaba sempre mais doída e sofrida. (Eli Halfoun)
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Caminhões elétricos farão entregas de cargas e pacotes também no Brasil
por Eli Halfoun
Como acontece nos Estados
Unidos e no Japão a Fedex (Federal Express), empresa especializada em transporte
de cargas e pacotes, utilizará uma frota de veículos sustentáveis em seus serviços.
Os caminhões desenvolvidos pela Renault são movidos a eletricidade, podem transportar
até 650 quilos cada um e tem autonomia de aproximadamente 120 km. Provavelmente
terá choque a prova de ladrões. No violento Brasil de hoje são mais do que
necessários. (Eli Halfoun)
Estamos gastando bilhões com servidores públicos que prestam péssimos serviços
por Eli Halfoun
Se levarmos em conta o
número de servidores públicos que descansaram dessa vez legalmente no recente
feriado do Dia do Servidor constataremos que o país tem hoje (vem desde a época
de Getúlio Vargas) nada mais nada menos do que 9,4 milhões de servidores
federais, que custam aos cofres públicos, ou seja, nosso bolso, mais de R$ 162,
7 bilhões quantia que a União já desembolsou esse ano. A estimativa é de que o
total de salários com pessoal e encargos sociais cheque aos R$ 226,2 bilhões
até dezembro, o que representa quatro vezes mais do que a verba utilizada no
PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) que consumiu R$ 60,8 bilhões. Com
tanto dinheiro e tantos funcionários nosso serviço público deveria ser um
primor, mas sabemos que não é. Pelo contrário. (Eli
Halfoun)
Brasileiro paga caro, por produtos que na Europa têm preços populares
por Eli Halfoun
Quem tem mania de comprar
produtos com marcas internacionais achando que leva vantagem está sendo explorado:
recente levantamento revela que as marcas internacionais consideradas populares
no mundo desembarcam aqui como chiques cobrando preços bem acima dos preços
populares praticados no exterior. São vendidos aqui como artigo de luxo, mas em
seus países de origem são produtos populares. Os brasileiros pagam muito caro
por marcas famosas que até já parcelam as vendas em cartões de crédito cobrando
preços até 200 vezes maiores que na Europa. Em outras palavras: o Brasil
precisa começar a prestigiar o que aqui é fabricado e que em termos de qualidade
nada fica a dever na maioria das vezes aos produtos importados. Quem fica sempre
devendo muito é o consumidor desavisado. (Eli Halfoun)
Danilo Gentili mostra que nunca é tarde para renovar
por Eli Halfoun
Não se pode dizer com
todas as letras que o “Agora é Tarde” que Danilo Gentili criou e apresenta na
Rede Bandeirantes seja um programa jornalístico de entrevistas. É exatamente
por ter encontrado um novo formato para o desgastado esquema de perguntas e
respostas, que a atração garante para a emissora audiência nunca conquistada no
tardio horário. Além do esquema, o público que parece acompanhar o programa também
é novo, o que de certa forma obriga a uma constante renovação. Danilo Gentili
não chega a ser, como pretende um humorista, mas tem se revelado (e cada vez
mais) um apresentador bem-humorado, sutil e muitas vezes sem medo do ridículo
como convém a que quem quer ser engraçado ou diferente. O “Agora é Tarde” não é
um daqueles programas imperdíveis, mas deixar de assisti-lo é perder a oportunidade
de ter um fim de noite divertido. Pelo menos na televisão.
Gentili tem capitalizado
bem e literalmente o sucesso: comprou três apartamentos e segundo revelou em
entrevista para Mônica Bergamo na “Folha de São Paulo” está abrindo (já tem uma
em sociedade com Rafinha Bastos) outra casa noturna que se dedicará ao stand-up
(comédia em pé). O que me parece mais relevante é que Danilo não se deixou deslumbrar
pelo sucesso, o que significa que assim terá mais um longo e renovador caminho
de sucesso pela frente. (Eli Halfoun)
domingo, 3 de novembro de 2013
Orlando Abrunhosa, fotógrafo que brilhou nas revistas Manchete e Fatos& Fotos, é entrevistado por Mauro Ventura para a revista O Globo, hoje nas bancas. Filme "Três no TRI", tema da matéria, será exibido amanhã no Cine Odeon, às 21h.
O fotógrafo Orlando Abrunhosa, o Orlandinho, falou à Revista O Globo sobre sua carreira, vida, a foto que fez de Pelé, Tostão e Jairzinho na Copa de 70, uma das mais reproduzidas no mundo, e seu lado de compositor (ele lançou recentemente o CD "Agora é minha vez", de sambas). O filme "Três no Tri", vencedor no IV Cine Foot e dirigido por Eduardo Souza Lima, o Zé José, será exibido no Odeon, nesta segunda-feira, 4, na programação do festival internacional Curta Cinema.
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Livro não autorizado sobre Messi mostra que não é preciso impor censura prévia
por Eli Halfoun
Está ficando chato, mas é
fundamental continuar falando da polêmica criada pelo grupo “Procure saber” em
relação as biografias. O assunto é muito mais grave do que se pensa: se for
realmente necessária autorização para escrever e publicar uma biografia esse
tipo de censura prévia terá alcance muito maior e autoritário atingindo não tenham
dúvidas espetáculos musicais, filmes, o que quer que seja envolvendo o nome de
um artista, político, jogador de futebol e por aí vai. Pelo que se tem notícia ultimamente
o grupo ”Procure saber” rachou, ou seja, não se manifesta e nem se posiciona mais
com a mesma veemência que fez no início do movimento. Há quem diga que o racha
começou depois que Roberto Carlos escolheu seu próprio advogado e praticamente
desligou-se do grupo ao qual, aliás, não deu a menor satisfação, embora tenha
colocado seu empresário em ação para colher e financiar um filme publicitário
com depoimentos de Gil e Caetano entre outros. Além do mais a turma do “Procure
saber” percebeu a tempo que sua posição ditatorial poderia interferir muito na
carreira musical de seus integrantes e afastar os fãs.
É melhor deixar que a
Constituição cuide desse assunto ou apenas interferir na publicação de uma
biografia quando o biografado sentir-se ofendido e buscar na Justiça o ressarcimento financeiro
ou a proibição do livro. Ou simplesmente
deixar que o público-leitor decida se quer ou não comprar uma obra que
supostamente devasta a intimidade de seu ídolo. Aliás, nesse aspecto é da
Espanha que vem um bom exemplo: o recente lançamento do livro “Mistério Messi”
não autorizado pelo jogador Lionel Messi criou uma esperada reação de sua
família e seu irmão usou o Twitter para dizer que o livro é “uma mentira imensa” e aconselhar os
admiradores do jogador a não comprarem o livro.
A família de Messi pretende acionar a Justiça, mas em nenhum momento
falou em proibir a obra. Não houve, ao contrário do que costuma acontecer por
aqui, nenhum disse-me-disse e a vida seguiu normalmente. Tanto a de Messi quanto
a dos autores do livro. Importante é que em nenhum momento a cesura foi
imposta. Nem antes e nem depois como alguns artistas querem que aconteça por
aqui. Não vai acontecer simplesmente porque censura nada mais tem a ver com no país.
(Eli Halfoun)
Xuxa não gostaria de ler sua biografia sem autorização
por Eli Halfoun
Xuxa também tem medo das
biografias não-autorizadas e embora não entre na polêmica publicamente a
apresentadora não nega que não quer ver publicada uma biografia sobre ela.
Quem tem mais intimidade com Xuxa garante que ela não gostaria de relembrar em
livro algumas coisas de seu passado como, por exemplo, problemas familiares, a
intimidade de seu famoso romance com Pelé, a participação nos concursos de em
bailes de carnaval e a época em que sua carreira foi inteiramente dirigida por
Marlene Mattos. Como todos esses são fatos conhecidos parece não existir nenhum
perigo de Xuxa ver exposta ainda mais a sua vida. Embora ninguém (ninguém mesmo)
possa apagar da vida e da história o seu passado. (Eli
Halfoun)
O amor está aí para decorar a vida. Não para bagunçar
por Eli Halfoun
O Brasil começa a aceitar
e a tratar com naturalidade o cada vez maior número de relações homoafetivas
(elas sempre existira, mas ficavam muito escondidas) formando novos casais de
homens com homens e de mulheres com mulheres em uma sociedade na qual até
recentemente essas relações eram menosprezadas, agredidas e desrespeitadas Como
se fosse possível desprezar o amor. Qualquer tipo de amor desde que seja amor
verdadeiro.
Estamos vivendo numa nova
realidade mundial e os veículos de comunicação não poderiam, por mais preconceituosos
que alguns ainda sejam deixar de olhar diretamente para esse novo tempo. A
televisão que nessa questão se impunha uma autocensura cruel, abriu os olhos e
percebeu que se quer mesmo refletir o novo tempo da humanidade precisa olhar
esse novo tempo de frente e sem medo. Está fazendo isso: viro comum as novelas
mostrarem casais homoafetivos (na recém terminada “Sangue Bom” formaram-se pelo
menos dois aceitos casais). O assunto também ganha espaço em outros programas.
Foi o caso recente do, por exemplo, ótimo “Decora” que destacou a competente
arquiteta Bel Lobo para reformar o quarto de um casal de mulheres que ia casar.
A Globo jamais se permitiria esse tipo de decoração se a sociedade não estivesse
consciente de que os tempos mudaram e que é preciso aceitar e respeitar as
mudanças. Respeito que a família das duas mulheres envolvidas na intensa relação
de amor fizeram com naturalidade como o programa também mostrou sem forçar a barra
e sem esconder ou disfarçar nada. A mãe de uma das moças definiu a situação: “o
importante é que minha filha está feliz e se ela está feliz também estou”.
Relações de amor precisam nascer para decorar a vida. (Eli
Halfoun)
Arcebispo pede para a Globo evitar fazer humor com a igreja
por Eli Halfoun
Embora mantenha boas relações
com a Rede Globo, ou talvez por causa disso, o arcebispo do Rio de Janeiro, D. Orani
Tempesta fez questão de comunicar pessoalmente à direção da emissora que a
igreja não gostou de ver no Fantástico o quadro humorístico desenvolvido com
base na Santa Ceia. O arcebispo afirmou que não se tratava de
nenhum protesto, mas sim de um descontentamento e lembrou que o humor tem
tantas áreas para brincar e ironizar que é totalmente desnecessário entrar na
vida de Jesus. D. Orani lembrou ainda aos diretores da emissora que se Roberto
Marinho fosse vivo isso jamais aconteceria. Não com a igreja católica. (Eli Halfoun)
Sexo é mais um grito de liberdade. Falado e praticado
![]() |
| Fernanda Lima em Amor & Sexo. Fotos TV Globo/Divulgação |
por Eli Halfoun
Falar de sexo já foi
assunto muito delicado e quase proibido. Era preciso muito cuidado para abordar
um tabu, embora todos soubessem exatamente o que era e continua sendo. Diante
da incessante busca do prazer e de um cada vez maior e mais grave número de
doenças sexualmente transmissíveis falar sobre sexo ficou tão natural e necessário
quanto praticá-lo, embora algumas religiões ainda considerem sexo um pecado. Pecado
é não falar e não praticar. Sexo é o tema do programa “Amo & Sexo” que
Fernanda Lima comanda com naturalidade na TV Globo. É um programa divertido,
descontraído e que não enxerga o sexo como um mistério, um assunto ainda
delicado. Pelo contrário: o programa mostra pratica um sexo divertido e o faz
como, aliás, deve ser praticado o sexo. Não somos simplesmente reprodutores que
estamos aqui apenas para povoar o mundo - um mundo que convenhamos fica muito
melhor quando o descobrimos com prazer, inclusive e principalmente o prazer que
o sexo permite.
Voltemos ao programa:
várias questões que envolvem (sempre envolverão) o sexo são abordados,
esclarecidos e ensinados. “Amor & Sexo” é um game sexual e permite produzir
competições divertidas que como também faz a prática sexual são brincadeiras
saudáveis e absolutamente necessárias, especialmente quando se fala de um
assunto que até recentemente era proibido.
Não é mais: evoluímos e falar de sexo atualmente é mais um grito de
liberdade – a mesma liberdade necessária para praticá-lo do jeito que acharmos
melhor e mais prazeroso. Está mais do que claro que sexo, falado ou praticado
não é pecado. É prazer. (Eli Halfoun)
As boas lições que “Sangue Bom” deixou para o público
por Eli Halfoun
Com o final de “Sangue
Bom”, a Rede Globo tem em seu recheado baú de dramaturgia mais uma novela para
dentro de alguns meses (ou anos) nos empurrar goela abaixo no “Vale a pena ver
de novo”, embora nem sempre valha mesmo. O recém-concluído trabalho de Maria
Adelaide Amaral e Vincent Villari não chegou a ser uma atração extraordinária.
Foi apenas mais um produto produzido com capricho como, aliás, costumam ser
todas as novelas da Globo. Como aconteceu com outras chamadas “novelas das sete”
“Sangue Bom” só quis divertir e o fez muito bem, mas sem deixar de colocar para
o público algumas questões para pensar. Uma delas, talvez a principal, foi a de
mostrar que correr atrás do dinheiro praticando um verdadeiro vale-tudo para ganhá-lo
não garante felicidade para ninguém, caso da personagem Amora (Sophie
Charlotte) que só descobriu que a paz da felicidade estava nela depois que
perdeu quase tudo. Não é preciso perder nada para perceber que a felicidade não
depende de fama ou de bens materiais. Ela mora inteira dentro de nós.
A solidariedade também
foi uma constante na novela e se fez presente na conduta nada forçada do
personagem Bento (Marcos Pigossi) e na camaradagem criada naquele mundinho da
“Casa Verde, que apesar das dificuldades era um paraíso construído nas mãos
dadas de uma vizinhança absolutamente cooperativa. Os personagens Gilson
(Daniel Dantas) e Salma (Louise Cardoso) foram porta vozes da necessidade de apoiar
crianças abandonadas com amor e educação. Outro importante aspecto da novela
foi mostrar através da personagem (Verônica/Palmira) que jamais se deve abandonar
um sonho (no caso dela o de ser cantora) e que sonhos podem e devem ser sempre
resgatados para proporcionar momentos de realização e de felicidade em qualquer
época. (Eli Halfoun)
sábado, 2 de novembro de 2013
Supostas fotos de Anita vazam na rede. Ela nega
As fotos foram notícia na web. Em seu twitter, a cantora nega que seja a mulher que aparece nas imagens pirateadas. "Qualquer um que tenha visto uma foto minha ou me visto pessoalmente consegue perceber que não sou eu. Ficam procurando coisas pra falar. Mas fã clube não tem porque perguntar, vocês me vêem mais que eu mesma... Óbvio que dá para ver que não sou eu".
Leia no site DIÁRIO 24 HORAS. CLIQUE AQUI
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Revista "Canal Extra" muda de roupa. Amanhã, nas bancas
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| Reprodução/Divulgação |
No Brasil um quilo tem apenas 900 gramas. Quando muito.
por Eli Halfoun
O Brasil é um país sem
medidas. Nada do que se estabelece por aqui é confiável. Um dos mais graves
exemplos está na compra diária de produtos nos supermercados. Quem se der ao
trabalho de pesar o saco que diz ter quilo de feijão, de arroz ou de qualquer
outro produto terá certeza de que nunca está pagando pela quantidade que a
embalagem promete e não pela real: aqui em quase todos os produtos de um quilo tem
no máximo 900 gramas e um litro nunca passa dos 900 mililitros Ou seja: pagamos
em quase tudo pelo o que não nos vendem, mas garantem que estão vendendo. Será
que alguém tem certeza que um rolo de papel higiênico tem realmente a metragem
oferecida e vendida. Não há maneira de certificar-se que o produto tem
realmente o peso que cobra. Aqui nada vale realmente quanto pesa e não adianta
comprar produtos não embalados de fábrica porque as balanças geralmente também
marcam o peso errado favorecendo o comerciante e nunca o consumidor ao qual só
resta acreditar na honestidade dos fabricantes. Acreditar em honestidade no Brasil
é um sonho. Faz tempo que por aqui honestidade virou virtude e deixou de ser
apenas obrigação moral. (Eli Halfoun)
No teatro o resgate de uma memória ingênua, alegre e divertida
por Eli Halfoun
Palmas para o jornalista e
escritor Artur Xexéo: ele tem feito um maravilhoso trabalho de resgate no
teatro com de ídolos populares que encantaram gerações. Primeiro foi com Sonia
Mamede e agora com Zé Trindade que voltaram a alegrar a memória de todos com os
espetáculos criados por Xexéo. O jornalista tem buscado na memória de sua
infância os personagens que jamais sairão da memória de todos nós. Mais do que
bons, divertidos e saudosos espetáculos, Xexéo têm prestado merecidas homenagens
(especialmente agora que as biografias estão questão), para ídolos populares
que fizeram sucesso com o público mais popular, mas não eram reconhecidos embora
aplaudido pelo público mais exigente, ou seja, o público metido as besta. Tanto
Sonia Mamed quanto Zé Trindade rechearam a infância de todos nós com um humor
simples, descontraído, nada apelativo e por isso mesmo muito eficiente. Xexéo
mostra com qualidade que o brasileiro tem memória sim. Só precisa de um empurrãozinho
para aflorar e funcionar em nome de uma arte popular que escreveu muitas páginas
da história cultural desse país também simples, alegre e ingênuo. (Eli Halfoun)
Atualização em 5/11: Faltou uma informação importante, até pelo reconhecimento à iniciativa de resgatar antigos ídolos. Artur Xexéo é o autor das peças citadas sobre Zé Trindade e Sonia Mamede. Mas o idealizador e realizador dos espetáculos é o conhecido produtor teatral Eduardo Barata. A direção é de João Fonseca. No elenco: Paulo Mathias Jr., Alice Borges, Rodrigo Nogueira, entre outros. "Zé Trindade, a última chanchada" está em cartaz no Centro Cultural Correios, no Rio. De quinta a domingo, às 19h. Até 1° de dezembro.
Atualização em 5/11: Faltou uma informação importante, até pelo reconhecimento à iniciativa de resgatar antigos ídolos. Artur Xexéo é o autor das peças citadas sobre Zé Trindade e Sonia Mamede. Mas o idealizador e realizador dos espetáculos é o conhecido produtor teatral Eduardo Barata. A direção é de João Fonseca. No elenco: Paulo Mathias Jr., Alice Borges, Rodrigo Nogueira, entre outros. "Zé Trindade, a última chanchada" está em cartaz no Centro Cultural Correios, no Rio. De quinta a domingo, às 19h. Até 1° de dezembro.
É o terror... No Halloween, a Pepsi fez bullying com a Coca-Cola
por JJcomunic
A Pepsi aproveitou o Halloween para zoar a Coca-Cola. Em uma campanha lançada na Bélgica, a latinha de Pepsi se fantasiou com as cores da concorrente para "assustar" a clientela. Na frase, Nós desejamos um Halloween apavorante para você". Pura bruxaria marqueteira.
A Pepsi aproveitou o Halloween para zoar a Coca-Cola. Em uma campanha lançada na Bélgica, a latinha de Pepsi se fantasiou com as cores da concorrente para "assustar" a clientela. Na frase, Nós desejamos um Halloween apavorante para você". Pura bruxaria marqueteira.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Sua excelência o “lata velha”
Do meu primeiro carro, o Dauphine, que encarava a Avenida Brasil...
![]() |
| ...ao atual, o valente Apollo, que chama atenção em Saquarema. |
![]() |
| O Apollo foi lançado em 1990. |
por Nelio Barbosa Horta
Sempre tive
“carro velho” como companheiro em quase todos os momentos de minha vida. O
primeiro foi um Dauphine. Eu morava em Ramos e pegava a Avenida Brasil todos
os dias. O carro era tão acelerado que eu vinha para o centro sem colocar o pé
no acelerador, isto é, ele andava sozinho...Depois tive um Fusca 63,
azul-claro, que comprei num posto de gasolina. O vendedor, que eu conhecia há
algum tempo, dizia que era seguro e que eu ia gostar do carro. O sonho de todo
suburbano daquela época era ter um Fusca. Soube depois, que era “clonado”.
Larguei o carro no posto, que acabou desaparecendo...
Mais tarde
tive um Fuscão 65, branco. Este me deu as maiores alegrias. Eu jogava uma
“pelada” todos os domingos num clube, na Barra chamado Canaveral. Tinha que
chegar cedo para ser escalado. Motor possante, ele subia a Edson Passos na
maior tranquilidade, eu chegava no Clube sempre no horário.
Depois tive uma Brasília, que eu gostava mas
esquentava demais o motor, vivia dando problemas. Nesta época eu já era
conhecido dos mecânicos da Ponte Rio-Niterói porque vivia enguiçado, geralmente
no vão central. Quando os mecânicos chegavam para me socorrer diziam: “outra
vez seu Nélio”... eu ria, eu ria, mas com vontade de chorar. Atualmente, e há
21 anos, tenho um Apol” 1992, modelo GL comprado, quase novo, de um tio, que
tinha verdadeira adoração por este carro. Meu tio morreu, mas o carro
continua desfilando pelas ruas de
Saquarema, onde moro, causando uma certa curiosidade aos mais jovens e perplexidade aos mais velhos que olham para
ele como se estivessem num museu.
A maioria
dos carros daqui é de veículos novos, e quando eu passo pela pracinha de Santo Antônio,
até os guardas que garantem a passagem dos pedestres, (em Saquarema não existem
sinais de trânsito) olham para ele e
devem pensar: “o que é que esta “lata
velha” está fazendo pelas ruas de Saquarema. Mas o Apolo é um bom carro, quase não dá problemas e já deixou
dois motoqueiros na Niterói-Manilha, que pareciam que iam me dar uma “fechada”, bem distantes de mim. O importante
em um carro é que ele ande, sem dar problemas, quando tem gás, melhor ainda..
Não penso
em carro mais novo, por enquanto. São caros e com salário de aposentadoria não dá... (Nelio Barbosa Horta, de
Saquarema)
Menor deve trabalhar
por Nelio
Barbosa Horta
Ao
contrário do que diz a lei, menor deveria ser autorizado a trabalhar.
Considera-se criança, para os efeitos dessa Lei, a pessoa até doze anos de
idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.
Por quê
trabalhar? Para se manter, para ajudar no sustento de suas famílias, para estar
sempre ocupado durante o dia , e, também à noite, quando poderia estudar. De acordo com recente pesquisa, dos 12
milhões de moradores das favelas, 65% já pertencem à classe média e com o
aumento do poder de compra dessas
pessoas, é rara uma família que não tenha, pelo menos, um computador em casa,
onde os jovens, passam a maior parte do seu tempo, “ligados” à Internet, ou às chamadas “Redes Sociais”
consumindo todo tipo de informação e ensinamentos, na maioria das vezes
prejudiciais à sua formação.
Acho que o
Governo poderia alterar a lei, dando
maiores oportunidades aos “menores”, que trabalhariam com horário menor
, o chamado “meio expediente”. Os mercados, as farmácias e o comércio em geral
deveriam reservar espaço para o trabalho
do menor, em turnos, à tarde ou de manhã, dependendo do horário que o jovem
estivesse estudando. Eles poderiam usar uniforme especial, exclusivo para
aprendiz. Claro que não estou falando de trabalho “pesado”, onde seriam
resguardadas suas capacidades físicas e naturais para sua idade. Com a
aproximação do Natal, centenas de lojas deveriam admitir, com pagamento pré-estabelecido, um grande número de menores, que tenho certeza, ficariam felizes
com o seu “pró-labore” semanal (ou mensal).
Também fui
jovem, e não me arrependo de ter começado muito cedo a trabalhar. Morava em São
Cristóvão e as chances de trabalho, nos anos 50, eram raríssimas, principalmente para os jovens que não tinham nenhuma experiência. Tive sorte de conseguir,
através de um professor de matemática, que era engenheiro, um trabalho no seu
escritório de arquitetura à tarde, como projetista (eu tinha 13 anos). Depois, com 15 anos fui jogar no juvenil do
Vasco que ajudava meu pai no pagamento do ginásio Treinava de manhã, e á tarde
consegui um outro emprego como Revisor de provas tipográficas no Diário da Noite. Nesta época eu estudava à noite no saudoso
Instituto Cylleno, de São Cristóvão onde tinha colegas que ficaram famosos: o
Baden Powell, violonista e compositor, o
Miguel Nobre, maestro e o Dr. Edson Teixeira, todos muito jovens (e com poucos
recursos), como eu. Quando deixei o Vasco , fui trabalhar na cenografia da TV
Tupi. Tinha 16 anos.
Penso que a
ociosidade e a falta de oportunidade de trabalho para os jovens podem levá-los
à busca de alternativas pouco
recomendáveis. Os pais de hoje, que
também precisam trabalhar, na maioria
das vezes, não dão a assistência
necessária aos seus filhos.
Por isso, é
preciso que se construam mais creches populares, com toda infra-estrutura, mais
colégios para educação, se possível em tempo integral, mais hospitais,
saneamento básico nas áreas carentes, e, oportunidades para aqueles que optarem
por trabalhar, ainda que muito jovens. ( Nelio Barbosa Horta, de
Saquarema)
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Biografias: uma vitória da livre expressão do povão
por Eli Halfoun
A imprensa protestou,
escritores ficarem indignados e a sociedade de uma maneira geral achou (continua
achando) muito estranha a posição de alguns artistas em torno das biografias.
Tudo isso teve fundamental importância para que o grupo do movimento “Procure
saber” tenha novamente vindo a público dizer que nunca tinha dito o que disse,
ou seja, que queria proibir na raça as biografias em nome de uma privacidade
que o artista praticamente perde quando fica famoso. Foi a decepção do público
com a tentativa de proibições autoritárias e arbitrárias de artistas que admira
e respeita o que sem dúvida deu novo rumo ao movimento “Procure saber” que
agora pelo mostra que aceita discutir mais a questão. É costume dizer que o brasileiro
tem memória curta ou que muda de idéia toda hora. Não é bem assim: o brasileiro
não tem memória curta e tanto não tem que jamais esqueceu e esquecerá o arrocho
que sofremos com a censura na ditadura e não quer de forma nenhuma que qualquer
tipo de censura seja novamente imposta no país. Os fãs de Caetano, Gil, Chico,
Roberto Carlos e outros ficaram decepcionados com seus ídolos e esse foi sem
dúvida o motivo maior da mudança de conduta. Assim como os artistas tem
obrigação de respeitar os admiradores é preciso também que respeitem a liberdade
de expressão - a mesma liberdade que estão tendo para dizer o que querem e depois
garantir que não disseram. Mudar de opinião é a parte mais importante de uma democracia.
(Eli Halfoun)
P. S. – O público reage
contra os artistas que não admitem isso, mas querem é implantar uma nova
censura no país. A arma do povo-consumidor é não comprar os produtos desses
censores disfarçados e deixar CDs e DVDs encalhados nas prateleiras. Nas redes
sociais aumentam os estímulos para o boicote total aos censores musicais e
literários. Boicote é a única arma pacífica e realmente eficiente que o
consumidor tem em mãos E deve usá-la sempre que necessário. Como agora. (E. H.)
Mensalão: para que esperar mais pelo que já foi resolvido
por Eli Halfoun
Jornais informam que até o
final de novembro o Supremo Tribunal Federal poderá decretar a prisão imediata
dos réus condenados no julgamento do mensalão, mesmo aqueles que entraram com
os tais embargos infringentes que nós leigos nem sabemos direito o que é e como
funcionam. Mais estranho é ler que o STF ainda “decidirá” sobre as prisões:
para o povão que espera que finalmente a corrupção no país comece a ser
combatida e punida, o martelo já tinha sido batido no momento em que o julgamento
foi encerrado e decidiu pela condenação da maioria dos réus. Portanto esse “decidirá”
soa meio estranho para nós que acreditávamos que a justiça tinha sido feita.
Para o povo fica mais uma vez a sensação de que mais uma pizza gigante está
sendo assada no país. De pizzas já estamos enjoados e enojados. (Eli Halfoun)
Paolla Oliveira eleita "mulher mais sexy do mundo" pela Vip. Está na capa de novembro da revista
![]() |
| Paolla Oliveira na capa da Vip e... |
![]() |
| ...na campanha publicitária da ... |
![]() |
| ...marca Arezzo. |
O concurso, claro, não é mundial, isso aí é exagero e marketing do editor e a Vip não atravessa fronteiras nem do Paraguai, mas vale o prêmio. Paolla Oliveira merece estar na capa da VIP. Em recente campanha para a Arezzo, ele mostrou suas armas.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Entrevista de Roberto Carlos ao “Fantástico” não foi ao ar na íntegra
por Eli Halfoun
A entrevista que Roberto
Carlos pediu para dar ao “Fantástico” abordando a discussão sobre biografias
não foi ao ar na íntegra. Do total de 20 minutos de entrevista, o programa
editou trechos e a Globo não concordou com o pedido do cantor para ver a edição
antes da exibição. Sabe-se que pelo menos um bom trecho foi suprimido quando
Roberto diz: “Imagine que um estuprador possa descrever todos os detalhes do
abuso sexual que cometeu contra a vítima, aumentando ainda mais o sofrimento da
família. É justo isso?”. Como a declaração ficou sem pé nem cabeça o programa
achou melhor eliminá-la e não permitiu que RC visse a edição porque seria censura
prévia.
A entrevista de Roberto
não pegou bem entre os integrantes do movimento “Procure Saber”. Caetano Veloso,
por exemplo, ficou chateado com a entrada em cena de Roberto Calos sem avisar
nada ao grupo. O que mais teria desagradado Caetano foi o fato de Paula Lavigne,
sua ex-mulher, ter sido jogada para escanteio depois de ter dado sua cara a
tapa em nome do movimento. Roberto preferiu contratar o advogado Antonio Carlos
de Almeida Castro, o Kakay, para acompanhar seu depoimento ao “Fantástico” e de
agora em diante tudo a que relacionar o nome de RC com biografias e discussões
sobre o tema. Para muitos artistas “ser a favor da biografia não autorizada
desde que biógrafo e biografado conversem antes é uma fórmula que só existe na
cabeça de Roberto Carlos. Depois da entrevista de RC os outros integrantes do
“Procure saber” também gravaram um vídeo dizendo-se as biografias não
autorizadas desde que haja antes um entendimento entre biógrafo e biografado.
Agora o grupo prefere não mais falar sobre o assunto, o que só voltará a fazer
depois que a questão estiver resolvida legalmente. Como se já não estivesse na
Constituição que permite a livre expressão assim como permite que aqueles que
se sentirem ofendidos procurem a Justiça para buscar seus direitos, inclusive os
financeiros. Que pelo visto são os que mais interessam. (Eli Halfoun)
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