Envelhecer é inevitável e, portanto, não adianta procurar a tão sonhada fonte da juventude eterna porque ela não existe. Ficar velho, mas não necessariamente ultrapassado traz, como tudo na vida, muitas vantagens e desvantagens. Entre as vantagens a mais importante é, sem dúvida, a experiência que, no caso, é também um sinônimo de sabedoria. Entre as desvantagens, que também são naturais porque, afinal, a vida é feita muito mais de desvantagens do que de vantagens, a mais cruel é a de a cada mês ou menos ter de riscar do caderno de telefones o nome de mais um amigo, conhecido ou profissional sempre admirado. Tive pouco contato com o recém falecido escritor e jornalista Ivan Lessa, um profissional da melhor qualidade e um papo sempre esclarecedor e animado. No texto que a "Folha de São Paulo" publicou o que mais me chamou a atenção foi a lembrança de que Ivan Lessa foi um dos criadores do "Pasquim" ao lado de Millor Fernandes, Paulo Francis, Tarso de Castro e Sergio Cabral. Do grupo só Sergio Cabral está aí firme e forte (tomara que cada vez mais) escrevendo livros, criando espetáculos e pontificando cada vez mais como um ser humano fantástico e um profissional exemplar e apaixonado por seu trabalho. Na verdade, uma missão. Ivan Lessa deixa também, entre muitas outras coisas, esse apaixonado exercício de escrever. Mesmo muito doente fez questão de escrever suas crônicas até o fim. Se pudesse, certamente Ivan Lessa escreveria agora a crônica de sua morte, que não seria, tenho certeza, um texto de despedida. Simplesmente porque Ivan estará definitivamente vivo através de seus textos. Como permanecem vivos seus pais, os escritores Orígenes Lessa e Elsie Lessa. Ivan é apenas mais um nome riscado do caderninho de telefones, mas não da memória, que é o grande arquivo da vida de quem teve e tem competência para chegar até a velhice. (Eli Halfoun)
domingo, 10 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
Impostos podem deixar namorados sem presentes
Com uma canetada, agência de (des) regulamentação causa prejuízo ao governo de 320 milhões de reais
Uma péssima jogada de Luxemburgo no caso Ronaldinho X Fla
Ronaldinho não está sendo rejeitado só pelas torcidas: está perdendo contratos publicitários porque nenhum maqueteiro acha conveniente pelo menos por enquanto associar seu produto a imagem do "dentuço". O próximo problema que o jogador pode enfrentar é com a Coca-Cola, que o tem como contratado até 2014. Ocorre que quando foi apresentado pelo Atlético, Ronaldinho apareceu na entrevista coletiva e, portanto, nos programas de televisão com duas latinhas da Pepsi e a Coca evidentemente não gostou. A primeira rejeição publicitária feita a Ronaldinho foi do banco BMG que embora seja parceiro do Atlético não quis envolver-se na contratação de Ronaldinho. Agora que a conta bancária começará a diminuir talvez Ronaldinho tome jeito. Falta de dinheiro (no caso dele apenas um pouco menos) é sempre um santo remédio para várias situações e com Ronaldinho não será diferente. (Eli Halfoun)
Processo de Silvio Santos contra o “Pânico” é apenas preservação de imagem
Mesmo sendo uma incógnita julgamento do mensalão é passo firme para fim jogo sujo
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Deu na Carta Capital: para bom entendedor...
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Gabriela, Cravo e Canela na Amiga: uma fotonovela... com fotos da novela.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Os santos são os super herois modernos? Artista plástico italiano diz que sim
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| Reprodução |
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| Reprodução |
Apaixonado pela religiosidade, o artista plástico italiano Igor Scalisi Palminteri criou esculturas de santos que vestem roupas de herois dos quadrinhos. A série de obras se chama "Hagiographies’. O artista rejeita qualquer insinuação de blasfêmia e diz que os santos católicos são hoje o conceito moderno que mais se aproxima dos super herois e que, para milhões de pessoas, são modelos a imitar.
Leia mais no site Taxi, clique AQUI
Gabriela nem chegou e Juliana Paes já está faturando uma graninha...
Ray Bradbury contou o que viu, o macartismo nos anos 50, e acertou no que não viu: os nossos anos de chumbo dos anos 70
“Pânico” precisa reagir para não acabar no lixo do mau gosto
Rafinha só emplaca SNL na Rede TV se fizer a tal da ”comédia em pé”
Templos eletrônicos não cabem em uma concessão pública de televisão
por Eli Halfoun
Emissoras de televisão não podem continuar sendo utilizadas como pátio de milagres e muito menos como palanques políticos: os inquilinos de horários evangélicos sempre tem interesse em influenciar a política e os políticos e em eleger algum vereador, deputado ou senador para aumentar a presença da bancada (não seria banco?) evangélica no jogo político que, como as igrejas, também costuma passar a sua "sacolinha". A livre escolha de ser adepto de qualquer religião também faz parte do jogo democrático. Mesmo que discorde da escolha ninguém condena quem quer ser evangélico, cristão, judeu, espírita, seja lá o que for. O que se condena é utilizar importantes horários que deveriam ser utilizados para fornecer lazer, informação e educação para cometer um pecaminoso mercado da fé. Não é preciso pagar para acreditar em Deus e para ter fé, mas pagar e receber para vender a fé é e será sempre um comércio ilegal. Ainda mais quando usa um bem público, ou seja, a concessão de uma emissora de televisão para vender promessas e esperança de curas milagrosas (nunca passam de promessas como da maioria dos políticos que enganam a boa fé em todos os sentidos) de um povo que já foi enganado demais. Ou as emissoras fazem televisão de verdade ou abrem mão de uma concessão que não conseguem gerir com competência e leiloam horários como se estivessem vendendo banana em feira pública. (Eli Halfoun)
quarta-feira, 6 de junho de 2012
"Não tô enteindeindo..."
Marina da Glória vira área privê?
Capa sem foto. É apenas a segunda vez na sua história que a Time usa esse recurso gráfico
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| 2012/1966 |
Adiar julgamento do mensalão é saia justa para Dilma
por Eli Halfoun
90 anos de Bibi são uma lição de arte e da arte de aprender a viver feliz
Vozes femininas sempre encantaram o Brasil musical
por Eli Halfoun
Novo Conselho Nacional de Educação enfrentará muitos “lobbies”
por Eli Halfoun
terça-feira, 5 de junho de 2012
Cartolas querem que o Flamengo jogue com nova logomarca na camisa: X-9
Justiça de oposição, Justiça de situação. Pode isso, Arnaldo?
O feirão vai acabar?
Nossa Senhora da Paz: em defesa da Boa Praça
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Caso Lula e Gilmar Mendes ganha repercussão internacional
Brasileiros compraram o equivalente a US$25 bilhões só pela internet
Protesto contra a privatização do Maracanã
E a Seleção Canarinho? pra onde foi?
E agora Mano Menezes? Depois de passar por dois adversários bem fracos – mas no segundo tempo o Brasil passou um sufoco com Rafael salvando a Seleção de sofrer um empate – foi pegar a seleção do México que fez a sua seleção, Mano Menezes, cair na armadilha deles. "Vem pra cima da gente" e em dois ataques México 2 a 0. Se a seleção brasileira tivesse um Messi, Xavi ou um Iniesta poderia jogar no estilo deles. Mas, só tem um Niemar que não vai chegar nunca a um Messi de segunda mão.
Incrível! Galvão Bueno descobriu Marcelo, lateral esquerdo do Real Madri. O engraçado é que quando passou a elogiar o Marcelo ele caiu de produção. Coisas do Galvão Bueno.



























