terça-feira, 1 de junho de 2010
Demorô
Família Mandela "Dungou"
SFF nega habeas-corpus a Diogo Mainardi
"A prescrição da pretensão punitiva do Estado deve ser calculada também com base no Código Penal. Com esse entendimento, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, negou liminar em Habeas Corpus ao jornalista Diogo Mainardi. O réu pediu o reconhecimento da prescrição da pena a que foi condenado por injúria e difamação, com base na Lei de Imprensa. Dias Toffoli destacou que a decisão do Superior Tribunal de Justiça nesse sentido não apresenta ilegalidade. De acordo com o advogado Alexandre Fidalgo, do Lourival J. Santos Advogados, que cuida da defesa do jornalista, esse Habeas Corpus foi apresentado por Maurício Ramos Thomaz, pessoa estranha ao caso. Para o advogado, esse tipo de voluntarismo prejudica a defesa e confunde a Justiça.
Colunista da revista Veja e apresentador do programa Manhattan Connection Mainardi, foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a 3 meses de reclusão pela prática de difamação e injúria contra o o apresentador de televisão Paulo Henrique Amorim. A pena privativa de liberdade foi substituída por restritiva de direitos, sendo que o jornalista deverá pagar três salários mínimos a serem revertidos para entidade pública assistencial.
Em 2006, Paulo Henrique Amorim apresentou queixa-crime, alegando que Mainardi atingiu sua honra objetiva e também subjetiva. Amorim pediu que Mainardi fosse condenado com base nos artigos 21 e 22 da Lei de Imprensa, que tratam dos crimes de difamação e injúria, respectivamente.
Em primeira instância, a decisão foi favorável a Mainardi. Já o Tribunal de Justiça de São Paulo reverteu a decisão, condenando Mainardi com base nos artigos 139 e 140 do Código Penal, que também dispõem sobre os crimes de difamação e injúria. Na época, a Lei de Imprensa estava suspensa por conta da liminar concedida pelo STF na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 130.
Mainardi recorreu ao STJ. Sustentou que a prescrição para os crimes previstos nos artigos 21 e 22 da Lei de Imprensa se concretizam no dobro do prazo da pena imposta. Sua defesa afirmou que esse prazo foi ultrapassado entre a sentença e o acórdão. A 6ª Turma do STJ negou o habeas corpus. (Com informações da Assessoria de Imprensa do STF)."
Nova revista da Folha
Logomarca da Copa de 2014...
Memórias da redação: Aconteceu no... O Cruzeiro
Memórias da redação: aconteceu na... Gazeta do Povo
Há alguém nesta foto que muitos dos frequentadores deste blog conhecem. A turma aí reuninda é a da redação do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, na década de 60. Olha a escalação: de pé, Geraldo Russi, Luiz Armando Correia (Babá), Caco Lacerda, Newton Stadler de Souza, Luzimar Dionysio (Meio Quilo); sentados, Nacim Bacila Neto, Carlos Augusto Albuquerque, Reynaldo Dacheux Pereira, Daquino Borges e Roberto Muggiati. Ex-diretor da Manchete e um dos autores do livro Aconteceu na Manchete - as histórias que ninguém contou (Desiderata), o jovem Muggiati começava sua carreira. Visivelmente, era o caçula da equipe. (Foto do acervo pessoal RM)
Livro sobre Glória Pires pode virar documentário
A biografia “40 anos de Glória”, que conta a vida da atriz e fala também das irresponsáveis fofocas familiares nas quais foi envolvida (publicadas por um jornal respeitado e de grande circulação e não por revistas de celebridades, sempre acusadas de fofoqueiras), não ficará restrita ao livro de Eduardo Nassife e Fábio Fabrício Fabretti. Os autores estão pensando em fazer do livro um documentário (Nassife é roteirista de cinema) e só dependem da aprovação da atriz para dar andamento ao projeto. Gloria foi consultada e embora tenha gostado muito do livro (ela leu e aprovou os originais) pediu um tempo para pensar no assunto. Seria sem dúvida mais uma homenagem que essa grande atriz merece.
Venda de jornais aumenta mesmo com a internet
Quanto mais se diz que a mídia impressa está perdendo força e, portanto, venda, com o cada vez maior número de acessos à internet, mais os jornais vendem. Dados do IVC (Instituto Verificador de Circulação, confirmam que os jornais a ele filiados tiveram aumento de 1,5% na venda do primeiro quadrimestre do ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Nos quatro primeiros meses a média foi de 4.279.482 de exemplares por dia. Para o presidente do IVC o “crescimento constatado é orgânico, pois não houve no período filiação de nenhum grande jornal”.
Acredita-se que esse aumento possa estar ligado ao interesse do leitor pela Copa do Mundo. Faz sentido, se for levada em conta a venda de figurinhas da Copa, com números excepcionais: por dia são produzidas pela editora que detém os direitos no mundo, 20 milhões de figurinhas (quatro milhões de pacotinhos com cinco figurinhas), o que representa 31.250 para cada jogador por dia. Com essa febre de colecionadores, a filial brasileira tem sido obrigada a trabalhar 24 horas por dia para abastecer o Brasil e a América Latina. Este ano, o Brasil deverá superar a Alemanha em número de colecionadores e estima-se que ficará em primeiro: em 2006, ano em que foram vendidos 5 bilhões de figurinhas no mundo, o Brasil ficou em segundo lugar. É mais uma prova de que, apesar das críticas, os brasileiros confiam na seleção de Dunga. Ou seja: a nossa.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Gisele Bundchen dá mais um bom exemplo: o da gratidão
Não é só pela qualidade do trabalho que Gisele Bundchen faz questão de posar para as lentes do fotógrafo peruano Mario Testino, o único que conseguiu fotografá-la nua. Além de amizade, ela tem uma dívida de gratidão (coisa rara nos dias de hoje) com o fotógrafo que foi quem mais apostou nela no início de sua carreira internacional. A revelação está no jornal ‘Women’s Wear Dayly”, a bíblia da moda. O “Women’s” conta que no início era Testino quem sugeria as fotos de Gisele, que ele fazia, para editorias de moda e ouvia muitos “nãos”: todo mundo via problema em tudo, nos olhos, nos peitos, no corpo. Mesmo assim, Testino insistia e acabava conseguindo. Depois da primeira série de fotos publicadas, Gisele “explodiu” no mundo da moda e todas as revistas a queriam em suas páginas. Ela continua sendo uma sensação: basta lembrar que no ano passado faturou 25 milhões de dólares, incluindo o período de gravidez. Ao contrário do que costuma acontecer com a maioria das pessoas Gisele não esquece o que Testino fez por ela. Está aí mais um bom exemplo da nossa mais famosa modelo de todos os tempos.
domingo, 30 de maio de 2010
Este é o Largo Banda de Ipanema
Agora apareceram estas placas. O que está em manutenção? O Largo? A
Banda? As placas? Não seria mais econômico colocar placas novas com o
nome do Largo ao invés destas? Alguém aí tem uma explicação para
isto?
Embaixada do jazz brasileiro
O Brasil tem três mosqueteiros terçando armas na arena do jazz internacional: Maurício Einhorn, gaita de boca; Raul de Souza, trombone; Cláudio Roditi, trompete. Vou perfilá-los - e me perfilar diante deles.
O grande som do pequeno brinquedo Sexta-feira, 30 de abril de 2010, Sala Cecília Meireles, Rio: Maurício Einhorn antecipa a festa dos seus 78 anos, (em 29 de maio), tocando com amigos. Em duas horas de show - com direito a gravação - resume 63 anos de carreira e 73 dedicados à gaita de boca: aos cinco anos ganhou a primeira dos pais, que também a tocavam. Brinquedo (parceria com José Schettini) celebra toda a beleza que Maurício extrai da harmônica de boca (prefere chamá-la assim). Um passeio pela praia dos standards mostra por que é citado entre os maiores do mundo, ao lado de Stevie Wonder e Toots Thielemans (Toots acha que Einhorn é o maior.) Autumn in New York é repetido para corrigir problemas do som (afinal, vai sair em CD!); I Concentrate on You e Night and Day homenageiam Cole Porter. Um solo de Maurício Einhorn é uma espécie de mosaico sonoro, inspirado em suas ricas fontes musicais: o jazz, o cancioneiro popular mundial, as raízes brasileiras, os clássicos ligeiros da Era do Rádio. (...)
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Nobreza ou pobreza? Veja o vídeo do "mensalão" de Sarah Ferguson
por JJcomunicTá feia a coisa pras bandas da Família Real inglesa. Sarah Ferguson, que se divorciou do príncipe Andrew em 1996, está a perigo. Como recebe uma "mesada" equivalente a 45 mil reais por ano, o que não cobre suas despesas, a duquesa acumula dívidas e tem que correr atrás do prejuízo. Na semana passada, foi flagrada em um vídeo que parece aqueles filminhos de Brasília negociando um jabá de R$1,5 milhão para "abrir as portas" do Palácio de Buckingham a um repórter do jornal News of The World que se passou por empresário. Andrew é representante do Reino Unido para o comércio internacional. Na frente da câmera, a duquesa fala "deal" ("fechado") e pega um "adiantamento" equivalente a 120 mil reais. Para justificar sua atitude, Sarah se queixou ao "empresário" de que mora de "favor", as filhas a ajudam, e "não tem nem um pinico pra fazer xixi". Isso é que é decadência sem elegância... Veja o vídeo e o vexame. Clique AQUI
Mariah Carey faz show no Rio em outubro. É o Oi Fashion Rocks
por Eli HalfounDespedida de Adriano do Flamengo tem até trilha sonora
Os muitos torcedores do Flamengo que andavam rezando para Adriano deixar a Gávea podem despedir-se do jogador cantando a trilha sonora que jornalista Marco Antonio Barbosa criou para a Domingo do Jornal do Brasil e que descreve com perfeição a trajetória do jogador como esperança rubro-negra de gols e de títulos. Anote e cante: “Eu só quero ser feliz”, “Cuidado com a (o) Cuca, ela (ele) vai te pegar”, “Boemia, aqui me tens de regresso”, “Avião sem asa, fogueira sem brasa”, “Motoqueiro, motoqueiro vem”, ”Ele é o bom, é o bom, e o bom”, “É ódio, é paixão, é ternura”, “Tornei-me um ébrio’, “Se que falam de mim”, “E na segunda eu não vou trabalhar”.
O parceiro
por Jussara RazzéA Câmara Municipal do Crato (CE) prestou uma homenagem ao centenário de nascimento de Unias Gonçalves de Norões, no último dia 20. Talvez o autor não aprove, rsrs, mas transcrevo aqui o texto que o Esmeraldo, um dos titulares deste paniscumovum, escreveu e que foi lido por Vanda Esmeraldo Gonçalves ema sessão solene da Câmara.
“Com saudade e com afeto”
“Nas manhãs de sábado, meu pai empurrava a motocicleta BSA pelo corredor do velho casarão na Praça da Sé. Para mim, era o sinal de que a aventura ia começar. Lá fora, a praça ainda deserta, eu, de tão menino, me acomodava no tanque da moto. Mais tarde, já podendo me firmar na carona, fui promovido à “garupa”. Parece apenas um detalhe mas a “promoção” era um outro e importante estágio. Na garupa, eu me sentia mais parceiro – a palavra é essa -, não apenas o menino que o pai carinhoso protegia. Não sei quantas vezes cumprimos essa rotina. Mas foram muitas viagens. Acho que desses momentos inesquecíveis nasceram as primeiras lembranças que tenho do “seu” Unias, meu querido parceiro, com quem ainda divido os bons momentos e de quem recebo força e garra nas dificuldades.
Sei que as minhas irmãs, Vânia, Vanda e Vera têm gravados nas suas mentes, cada uma, seus próprios instantes mágicos tais como foram para mim aqueles momentos.
Somos gratos, pela vida, ao nosso amado pai, Unias Gonçalves de Norões que, neste 20 de maio, completa 100 anos, presente como o tempo do verbo nesta homenagem e, mais do que nunca, permanente nos corações dos seus filhos, genros, nora, netos, bisnetos, irmã, sobrinhos, primos e amigos de fé.
Sua imagem e trajetórias persistem e continuam nos passando lições de dignidade, de altivez sem soberba, de respeito ao próximo e de solidariedade.
Nosso pai era um homem simples. Acho que aí estava o seu maior segredo, o detalhe que o levava a viver com prazer, enfrentando os obstáculos sem ressentimentos e buscando o melhor para seus filhos sem se deixar corromper pela ambição.
Fazia isso com naturalidade, sem se vangloriar do que achava que era a sua obrigação.
Em um dos períodos mais difíceis da sua vida, viu-se obrigado a assumir, muito cedo, grandes responsabilidades. Com a morte do seu pai, José Gonçalves, ele, ao lado do seu único irmão, nosso caro tio Pedro, herdou a árdua missão de cumprir os compromissos assumidos pelo pai e de zelar pelas irmãs – eram três, Neném, Carmen e Fanny – especialmente as duas últimas, mais novas. Órfãos, eles foram apoiados pela Tia Eulina, a quem chamavam de “Mãe Outra”. Eu achava a atitude dos dois, Unias e Pedro, tão admirável, mas nunca ouvi meu pai contar essa história. Soube desse episódio, ao longo do tempo, através de outras pessoas. Na sua visão, ele apenas cumprira sua obrigação, nada demais, nada que merecesse ser contado à mesa de jantar.
Este era o “seu” Unias. Que dedicou anos de sua vida profissional ao extinto Banco do Cariri. Não se omitia nas ações que a sociedade cratense pedia. Foi vereador, colaborador e provedor do Hospital São Francisco, apoiou as iniciativas da Diocese e da Paróquia da Sé, nossa vizinha. Junto com nossa mãe, La Salette Esmeraldo Gonçalves, e com o seu amigo, o então reitor Martins Filho, da Universidade Federal do Ceará, deu a sua contribuição, ao lado de tantos outros cratenses ilustres, para a implantação da Faculdade de Filosofia, que se tornaria o núcleo gerador da URCA (Universidade Regional do Cariri). Era discreto nessas iniciativas. Para ele, o importante era o grupo, o companheirismo, a ação coletiva que levava a resultados positivos para a comunidade.
Uma vez, talvez na segunda metade dos anos 60, por aí, eu o acompanhei numa visita ao terreno onde se instalaria o Serrano. Fomos levados pelo Dr. Ebert Fernandes Telles, que idealizou e tomou à frente a missão de dotar o Crato do seu primeiro e moderno clube campestre. Eu via apenas o mato, a ribanceira, a pequena levada e a vista deslumbrante do vale. Meu pai, à medida em que o Dr. Ebert descrevia o projeto, “via” a piscina, as instalações e já antecipava os bons momentos que passaria ali, como tantas vezes de fato passou, ao lado da família e dos amigos. Apenas um pequeno exemplo de como viveu, amou e se integrou ao nosso querido Crato. Tanto no lazer e no prazer - como nos memoráveis carnavais do Crato Tênis Club, nas animadas quermesses e leilões da festa de Nossa Senhora da Penha, ao largo da Catedral, nas nossas divertidas incursões ao carrossel e roda-gigante do Parque Maia, que ocupava a Praça da Sé durante esse período festivo ou nas sucessivas temporadas do Circo Nerino - quanto nas iniciativas comunitárias acima citadas.
Há muito sei que, quando meu pai me conduzia naquela moto, rumo à Bebida Nova, não era apenas o caminho do Lameiro que ele me mostrava. Na verdade, estava me indicando como trilhar uma estrada muito maior: a da vida.
Foi um privilégio tê-lo como pai e amigo.
Nós, a família do “seu” Unias, agradecemos aqui as homenagens que a cidade lhe presta nessa data. Ele, com certeza, ficaria feliz, assim como nossa saudosa mãe, La Salette.
Estamos orgulhosos por ele e somos eternamente gratos, de coração, ao Crato e a todos que conviveram com o nosso querido pai.”
( José Esmeraldo Gonçalves, em nome da família de Unias Gonçalves de Norões. Na reprodução, Unias em desenho em naquim de ZéMaria, 1928)
sábado, 29 de maio de 2010
Dennis Hopper, the end


por JJcomunicMaracanazo, o livro
por JJcomunicO jornalista Teixeira Heizer, com uma longa trajetória na imprensa esportiva, autografa no próximo dia 1º, na Livraria Argumento (Dias Ferreira, 417, no Leblon), "Maracanazo - Tragédias e Epopeias de um Estádio com Alma". No livro, prefácio de Zico e crônicas de Sérgio Cabral, Mauricio Azedo, Eduardo Galeano, Luiz Mendes e Ferreira Gular. Teixeira trabalhou na Abril (Veja e Placar), no Estadão, O Dia, Última Hora, TV Globo, Rádio Globo, entre outros veículos. Teixeira, que cobriu vários Mundiais, é também autor do livro "O Jogo Bruto das Copas do Mundo".
Conheça a história... para que ela não se repita



















