por Eli Halfoun
A indústria da comunicação impressa (jornais e revistas) está reagindo, mas ainda é muito difícil vender jornal nas bancas, especialmente depois que a internet deu quantidade e rapidez ao noticiário. Já qualidade é outra história. Se vender é complicado, a solução é distribuir gratuitamente. Essa estratégia tem aumentado o número de jornais oferecidos nas estações do Metrô, em ônibus e em alguns pontos específicos da cidade. Nessa corrida, São Paulo já tem o Destak, o Metrô e o Exclusivo! com linha editorial voltada para o público feminino. Produzido pela editora Trip, o Exclusivo! é um projeto da C& A, mensal, com tiragem inicial de 500 mil exemplares e 40 páginas que com, principalmente, informações sobre moda e comportamento. Feminino, é claro.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Silvia Popovic enche mais as tardes na televisão
por Eli Halfoun
Não são das melhores as opções que a televisão oferece aos “masoquistas” que passam as tardes diante do vídeo. Parece que, enfim, as coisas vão melhorar. Pelo menos é essa a promessa e a aposta da Bandeirantes com o lançamento de “Boa Tarde” com Silvia Popovic, excelente profissional, no comando. O programa com estréia confirmada para a próxima segunda-feira, irá ao ar diariamente (com exceção dos finais de semana) das 15 às 16 horas. Será uma atração jornalística (jornalismo nunca é demais) com reportagens (espera-se que criativas) e debates. Silvia do ganha as tardes, mas perde as manhãs na Band: com sua saída o “Dia a Dia” muda de formato e passa a ser um programa voltado apenas para a culinária com apresentação de Daniel Borg. Quem não tiver alimentação na mesa poderá pelo menos “comer com os olhos”. E olhe lá.
Não são das melhores as opções que a televisão oferece aos “masoquistas” que passam as tardes diante do vídeo. Parece que, enfim, as coisas vão melhorar. Pelo menos é essa a promessa e a aposta da Bandeirantes com o lançamento de “Boa Tarde” com Silvia Popovic, excelente profissional, no comando. O programa com estréia confirmada para a próxima segunda-feira, irá ao ar diariamente (com exceção dos finais de semana) das 15 às 16 horas. Será uma atração jornalística (jornalismo nunca é demais) com reportagens (espera-se que criativas) e debates. Silvia do ganha as tardes, mas perde as manhãs na Band: com sua saída o “Dia a Dia” muda de formato e passa a ser um programa voltado apenas para a culinária com apresentação de Daniel Borg. Quem não tiver alimentação na mesa poderá pelo menos “comer com os olhos”. E olhe lá.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Hoover, a Barbie da direita radical
por JJcomunic
Clint Eastwood vai dirigir um filme baseado na vida de J. Edgar Hoover, o célebre ex-diretor do FBI. Hoover, como se sabe, perseguia minorias, era um direitista radical, via comunistas em todo lugar e, sob a vaga acusação de "atividades anti-americanas", mandou muita gente inocente para a cadeia. O homem era brabo. Homem ? Sim, mas no fim do expediente dav a uma relaxada. A ironia é que só depois de morto, soube-se que o chefão tinha em casa uma coleção de camisolas, algumas cintas-liga, umas sandálias Carmen Miranda, que usava depois das tarefas diárias de espionar sindicatos, montar falsas acusações, perseguir atores e atrizes, escritores, gays, roqueiros, músicos de jazz, negros e qualquer um que não seguisse a cartilha da direita "red neck" americana.
Conar não censura Conar?

Pinóquio vira bandido no comercial do Conar
por JJcomunic
Se o Conar, que censurou Paris Hilton e a cerveja Devassa Bem Loura, seguisse seus critérios moralistas poderia passar a tesoura em seu próprio comercial institucional. No filminho em que faz campanha contra a propaganda enganosa, o Conselho de Autorregulamentação usa um boneco narigudo, Pinóquio, que é perseguido por uma polícia violenta. Pois bem, o anúncio é preconceituoso, politicamente incorreto e ofende minorias. - O nariz avantajado do boneco é associado à mentira. Pode induzir a população a achar que todo narigudo é mentiroso e trazer prejuízo moral a tais pessoas.
- Os policiais que perseguem o boneco estão vestidos para matar. São visivelmente violentos, parecem mais uma SS nazista ou um esquadrão da morte.
- Pelo cenário, um bairro miserável com ruas escuras e estreitas, o comercial induz o consumidor a achar que propaganda enganosa é coisa de pobre ou de empresas de fundo de quintal. Errado e, mais uma vez, preconceituoso. Por que não mostrar um boneco elegante e engravatado transitando na Av.Paulista, por exemplo? Certos bancos, montadoras, financeiras, grandes empresas farmacêuticas fazem propagandas espertas demais. O Pinóquio do Conar parece um camelô.
- Perguntar não ofende: o Conar tem autorização para se"inspirar" no Pinóquio criado por Carlo Collodi?
- Pinóquio era um boneco que queria ser um menino. Suas mentiras são ingênuas. E um pequeno herói para várias gerações de crianças. O Conar tenta destruir essa imagem.
- Censura e Conar, tudo a ver. Saiba que As Aventuras de Pinóquio só foram lançadas no Brasil em 1933 (a primeira edição, na Itália, foi em 1883) com tradução de Monteiro Lobato. Por que não chegou antes? O Estado Novo, de Getúlio, dificualtava a tradução de obras estrangeiras. Uma forma de censura.
Conclusão: não convide o Conar e os autores do comercial para brincar no play.
E essa agora ?
Três pastores foram presos no Mato Grosso do Sul contrabandeando sete fuzis. Segundo a polícia, as armas seriam levadas para traficantes de Niterói. Esses abrem a bíblia no versículo AR-15, livro M-16, salmo ponto 30.
Perdeu, Rio
por Gonça
Um amigo costuma dizer que o mundo, mais do que o Brasil, ama o Rio. Pode ser verdade. Em parte. Acho que os brasileiros gostam do Rio. A maioria dos políticos brasileiros, essa nefasta etnia à parte, seguramente não. Não são poucos os golpes baixos que a cidade sofreu na sua história, com forte impacto na economia e na qualidade de vida locais. Há meio século, foi vítima de JK e da transferência da Capital para Brasília. Em uma jogada política que se revelaria um desastre o Rio foi esvaziado em nome de uma suposta conquista do Oeste, à moda dos bandeirantes. Integração se faz com ferrovias, rodovias, linhas aéreas, telecomunicações, distribuição de renda, educação, saúde, reforma agrária, ocupação social do país e não com prédios, Plano Piloto, palácios e apartamentos para políticos etc (anotem que as mordomias, o inaceitável auxílio-moradia, ticket-farra, vale-viagem, esses penduricalhos todos surgiram com a mudança da Capital).
A configuração de Brasília ainda teve o "mérito" de afastar os governantes da população. Levá-los para um castelo dourado, longe de incômodas manifestações populares. Imaginem o conforto que é, para os políticos, ter a Cinelândia, palco de históricas revoltas e movimentos de protesto e reivindicações, a mais de mil quilômetros de distância. Ficar longe do bafo do povaréu ou do cheiro, como dizia o ditador João Figueiredo, que revelava preferir cafungar um cavalo do que gente. Também não por acaso, Brasília entrou para a história como a Capital que abrigou a mais longa, sangrenta e corrupta ditadura da história política do país.
A segunda grande derrota do veio com a fusão da cidade com o Estado do Rio. Essa foi obra do general Geisel. Uma retaliação política - o Rio era o foco da tímida mas significativa oposição à ditadura - que abalou as finanças da cidade, esvaziando os seus cofres. Crises urbanas como expansão de favelas, falta de investimentos em educação, saúde, segurança - esses itens da cesta básica da cidadania - que só se agravariam com o passar dos anos, foram plantados nesse irresponsável desmonte do Rio.
Por que, nessa manhã de quinta-feira, escrevo sobre isso? Você já deve ter lido os jornais? O Rio acaba de sofrer mais uma derrota. Dessa vez, um arrastão. A Câmara aprovou a emenda que redistribui - inclusive para os estados não produtores - os royalties do petróleo. O Rio, no caso, todo o estado, perderá R$7, 2 bilhões de arrecadação por ano. O governador Sérgio Cabral avisa que esta unidade que a Federação parece detestar vai quebrar. Royalties não são taxas ou impostos. Royalties são compensação. O petróleo está aqui, junto com os danos ambientais, os mangues irrecuperáveis, rios poluídos, manaciais afetados, atmosfera comprometida em certas áreas, a Baia da Guanabara que já sofreu graves acidentes ecológicos e sobrevive sempre ameaçada...
O Rio pode reagir de três formas: convencer Lula a vetar o projeto aprovado (vai ser muito difícil em ano de eleição ir contra a maioria dos estados que querem meter a mão nessa grana); ir ao Supremo (diz-se que a medida é claramente inconstitucional); ou ocupar as ruas. Essa última hipótese não parece mais viável. O povo não confia nos seus representantes e mesmo quando alguns deputados do Rio se mobilizaram e tentaram lutar contra o arrastão dos royalties o povo não foi junto. Não comprou a briga, desconfia. A imagem dos políticos é tão ruim, que mesmo os bem intencionados não encontram quem queira dividir com eles qualquer bandeira. A mídia carioca ficou praticamente quieta e domada. O prejuízo é nosso. Mas quem vai nos convencer a ir a uma passeata de protesto ao lado da maioria dos políticos? Assim, o Rio ficou em silêncio e foi tosado como uma ovelha mansa.
Tente imaginar o que clãs e oligarquias que dominam a política vão fazer com essas verbas extras. Imaginou? Agora vá tomar um porre de infelicidade.
Censura bota as manguinhas de fora outra vez com a menina Rafaela de “Viver a Vida"
por Eli Halfoun
Klara Castanho é apenas uma criança, mas tem realizado um trabalho tão convincente como a Rafaela da novela “Viver a Vida” que até o Ministério Público, que realmente tem sido um alívio para esse país do vale tudo, se deixa enganar pela personagem mirim considerada má, como se as crianças puras em suas reações pudessem realmente ter toda essa maldade que se está querendo ver. O Ministério Público procurou o Departamento Jurídico da Globo para discutir o assunto e fazer com que a personagem Rafaela deixe de ser a menina má para ser a menina boazinha. Sei não, mas isso me parece uma forma velada de impor a mesma absurda cesura que se cometeu proibindo o anúncio da cerveja Devassa com Paris Hilton. Pedir ainda que por enquanto apenas na base do papo, que se mude a conduta de uma personagem é limitar o trabalho de uma profissional e no caso de Klara Castanho é uma limitação ainda porque mexe com uma criança que pode acabar ela sim, marcada pela censura que muitos brasileiros lutaram para que crianças como ela não viessem a conhecer como nós conhecemos e penamos com ela. Se alguma criança se deixar influenciar pela também criança Rafaela cabe aos pais mostrar aos filhos influenciáveis que ficção não é realidade e que é preciso aprender a separar uma coisa da outra. O Ministério Público diz que sua intenção é fazer com que a “atividade artística infantil seja corretamente conduzida e que atores mirins tenham seus direitos resguardados”. Isso também cabe aos pais decidir. Com educação e sem cesura.
Klara Castanho é apenas uma criança, mas tem realizado um trabalho tão convincente como a Rafaela da novela “Viver a Vida” que até o Ministério Público, que realmente tem sido um alívio para esse país do vale tudo, se deixa enganar pela personagem mirim considerada má, como se as crianças puras em suas reações pudessem realmente ter toda essa maldade que se está querendo ver. O Ministério Público procurou o Departamento Jurídico da Globo para discutir o assunto e fazer com que a personagem Rafaela deixe de ser a menina má para ser a menina boazinha. Sei não, mas isso me parece uma forma velada de impor a mesma absurda cesura que se cometeu proibindo o anúncio da cerveja Devassa com Paris Hilton. Pedir ainda que por enquanto apenas na base do papo, que se mude a conduta de uma personagem é limitar o trabalho de uma profissional e no caso de Klara Castanho é uma limitação ainda porque mexe com uma criança que pode acabar ela sim, marcada pela censura que muitos brasileiros lutaram para que crianças como ela não viessem a conhecer como nós conhecemos e penamos com ela. Se alguma criança se deixar influenciar pela também criança Rafaela cabe aos pais mostrar aos filhos influenciáveis que ficção não é realidade e que é preciso aprender a separar uma coisa da outra. O Ministério Público diz que sua intenção é fazer com que a “atividade artística infantil seja corretamente conduzida e que atores mirins tenham seus direitos resguardados”. Isso também cabe aos pais decidir. Com educação e sem cesura.
Memórias da redação: Aconteceu na...
por Eli Halfoun
(Notícias podem deixar qualquer jornalista de “saia justa”)
Uma das primeiras lições que aprendi na prática do jornalismo é que não se deve esconder e muito menos “guardar na gaveta” uma notícia. Ela pode envelhecer e deixar de ser interessante. Ou acabar nas mãos de outro profissional e aí você que guardou a notícia descobrirá que pelo menos nesse caso foi um péssimo profissional. Foi essa lição que me colocou durante alguns dias em uma verdadeira “saia justa” jornalística. O ator e cantor João Alberto Carvalho (de quem ainda sinto uma carinhosa saudade) foi um dos melhores amigos que tive até hoje. Era uma amizade de respeito, admiração e cuidado: nascido e criado na Pará, João Alberto me tinha como uma espécie de pai carioca desde que chegou para tentar a carreira artística no Rio. Só me chamava de Papi, o que às vezes me deixava envergonhado, mas aumentava nossa amizade. João Alberto era muito espontâneo e engraçado e foi em um jantar que o diretor Jayme Monjardim se encantou com sua alegre espontaneidade e o convidou para viver o mordomo Zaqueu na novela “Pantanal”, exibida pela Rede Manchete de 27 de março a 10 de dezembro de 1990. Monjardim queria que João Alberto fosse, na novela, exatamente como era na vida real. Pronto: Zaqueu emplacou e deu para João Alberto o seu primeiro sucesso na estréia em novelas.
Estava tudo muito bom, tudo muito bem, quando João Alberto começou a se ausentar de festas, reuniões entre amigos e até das visitas quase diárias que fazia à minha casa. Dizia que evitava sair de casa porque vivia com diarréia (“Passo o dia plantado no vaso como se fosse uma flor” - dizia com bom humor). Percebi que algumas manchas roxas começavam a aparecer em seus braços e que parecia bem mais magro. Não tive dúvidas: aconselhei que fizesse um exame de HIV. Fez, mas não teve coragem de buscar o resultado, ou seja, sobrou pra mim. Apanhei o resultado e pedi à minha ex-mulher, médica, que o abrisse. Estava lá muito claro: João Alberto era soropositivo. Evidentemente diante de sua cada vez maior magreza, as especulações ficaram inevitáveis, mas só eu sabia que ele era sim portador do HIV. Foi aí que fiquei, como se diz popularmente, entre a cruz e a caldeirinha: não queria expor meu grande amigo, mas sabia que não podia “guardar a notícia na gaveta”, como tinha aprendido em meu início de carreira. O “fazer ou não fazer, eis a questão?” me atormentou durante pelo menos três dias. Decidi publicar a verdade, mas fazendo isso de uma forma respeitosa que não expusesse o ator e sua família. Preservei o amigo, mas não perdi a notícia: Amiga foi a primeira e única revista a publicar com exclusividade a verdade sobre a doença de João Alberto. Melhor assim porque a reportagem da Amiga (e do amigo) colocou um ponto final em qualquer tipo de especulação.
João Alberto faleceu meses depois e quando o vi pela última vez em seu apartamento de Copacabana (seu pai realizou o sonho que João tinha de morar na Avenida Atlântica), ele nem mais me reconhecia. Partiu deixando uma saudade imensa nos amigos e para mim também a certeza de que nenhuma notícia pode ficar guardada no fundo da gaveta desde que seja publicada só com a verdade e o respeito que qualquer noticiado merece. Afinal, jornalismo também é a arte de procurar e escolher bem as palavras. Notícia é sempre notícia, mas não precisa ser exatamente um escândalo.
(Notícias podem deixar qualquer jornalista de “saia justa”)
Uma das primeiras lições que aprendi na prática do jornalismo é que não se deve esconder e muito menos “guardar na gaveta” uma notícia. Ela pode envelhecer e deixar de ser interessante. Ou acabar nas mãos de outro profissional e aí você que guardou a notícia descobrirá que pelo menos nesse caso foi um péssimo profissional. Foi essa lição que me colocou durante alguns dias em uma verdadeira “saia justa” jornalística. O ator e cantor João Alberto Carvalho (de quem ainda sinto uma carinhosa saudade) foi um dos melhores amigos que tive até hoje. Era uma amizade de respeito, admiração e cuidado: nascido e criado na Pará, João Alberto me tinha como uma espécie de pai carioca desde que chegou para tentar a carreira artística no Rio. Só me chamava de Papi, o que às vezes me deixava envergonhado, mas aumentava nossa amizade. João Alberto era muito espontâneo e engraçado e foi em um jantar que o diretor Jayme Monjardim se encantou com sua alegre espontaneidade e o convidou para viver o mordomo Zaqueu na novela “Pantanal”, exibida pela Rede Manchete de 27 de março a 10 de dezembro de 1990. Monjardim queria que João Alberto fosse, na novela, exatamente como era na vida real. Pronto: Zaqueu emplacou e deu para João Alberto o seu primeiro sucesso na estréia em novelas.
Estava tudo muito bom, tudo muito bem, quando João Alberto começou a se ausentar de festas, reuniões entre amigos e até das visitas quase diárias que fazia à minha casa. Dizia que evitava sair de casa porque vivia com diarréia (“Passo o dia plantado no vaso como se fosse uma flor” - dizia com bom humor). Percebi que algumas manchas roxas começavam a aparecer em seus braços e que parecia bem mais magro. Não tive dúvidas: aconselhei que fizesse um exame de HIV. Fez, mas não teve coragem de buscar o resultado, ou seja, sobrou pra mim. Apanhei o resultado e pedi à minha ex-mulher, médica, que o abrisse. Estava lá muito claro: João Alberto era soropositivo. Evidentemente diante de sua cada vez maior magreza, as especulações ficaram inevitáveis, mas só eu sabia que ele era sim portador do HIV. Foi aí que fiquei, como se diz popularmente, entre a cruz e a caldeirinha: não queria expor meu grande amigo, mas sabia que não podia “guardar a notícia na gaveta”, como tinha aprendido em meu início de carreira. O “fazer ou não fazer, eis a questão?” me atormentou durante pelo menos três dias. Decidi publicar a verdade, mas fazendo isso de uma forma respeitosa que não expusesse o ator e sua família. Preservei o amigo, mas não perdi a notícia: Amiga foi a primeira e única revista a publicar com exclusividade a verdade sobre a doença de João Alberto. Melhor assim porque a reportagem da Amiga (e do amigo) colocou um ponto final em qualquer tipo de especulação.
João Alberto faleceu meses depois e quando o vi pela última vez em seu apartamento de Copacabana (seu pai realizou o sonho que João tinha de morar na Avenida Atlântica), ele nem mais me reconhecia. Partiu deixando uma saudade imensa nos amigos e para mim também a certeza de que nenhuma notícia pode ficar guardada no fundo da gaveta desde que seja publicada só com a verdade e o respeito que qualquer noticiado merece. Afinal, jornalismo também é a arte de procurar e escolher bem as palavras. Notícia é sempre notícia, mas não precisa ser exatamente um escândalo.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Madonna, cadê a obra beneficente!!!!
É Madonna prá lá, Madonna prá cá, Madonna em L.A, em Nova York, Madonna na noite, Maddona no dia. Madonna anuncia que lançará grife teen em agosto. A primeira coleção da grife será a Material Girl, com roupas, calçados, bolsas e joias para adolescentes. Para criar a linha de roupas, a cantora se inspirou na filha, Lourdes Maria. Até aí, entendi. Mas cadê a instituição, escola, o que seja, que seria criada com os dez bi que a pop star arrecadou no Brasil? A criançada da Chatuba, Rato Molhado, Vigário Geral, Maré, Parapedro, Miquiço, "tão" tudo na espera.
Os mais ricos
Segundo a revista Forbes, o mexicano Carlos Slim deixou para trás o Bill Gates e é, agora, o homem mais rico do mundo. Slim acumulou 53,5 bilhões de dólares. Gates cravou 53 bilhões de dólares, logo ali. Segundo a pesquisa anual da reivtsa americana, o brasileiro Eike Batista fica em oitavo lugar no mundo e em primeiro lugar no Brasil: sua fortuna chegou a 27 bilhões de dólares. Um detalhe que a Forbes ressalta: dois terços da fortuna de Eike foram arrecadados apenas nos últimos 12 meses.
Leitura digital é o futuro dos livros
por Eli Halfoun
Os livros digitais conquistam mais espaço na internet. Agora é a Ediouro que se prepara para disponibilizá-los sem, é claro, abrir mão de obras impressas. Lula Vieira, o diretor de marketing da editora, ainda tem dúvidas sobre o destino do livro de papel. Ele com a palavra: “Não há como saber com certeza, mas acredito que a impressão digital permitirá que mais livros sejam editados, pois a possibilidade de tiragens menores pode viabilizar o surgimento de um número maior de títulos. Por outro lado, alguns livros, como os técnicos ou de referência, dicionários, manuais, deverão migrar para os livros eletrônicos. A longo prazo, creio que o livro impresso virará um nicho de mercado, como o vinil. Ms o tempo que levará ainda é um mistério”. Lula acredita que o furo é dos leitores digitais e que “a convergência dos meios está nos levando para um aparelho único que seja TV, computador, telefone, máquina fotográfica, filmadora, player CD e livro, tudo junto”.
Os livros digitais conquistam mais espaço na internet. Agora é a Ediouro que se prepara para disponibilizá-los sem, é claro, abrir mão de obras impressas. Lula Vieira, o diretor de marketing da editora, ainda tem dúvidas sobre o destino do livro de papel. Ele com a palavra: “Não há como saber com certeza, mas acredito que a impressão digital permitirá que mais livros sejam editados, pois a possibilidade de tiragens menores pode viabilizar o surgimento de um número maior de títulos. Por outro lado, alguns livros, como os técnicos ou de referência, dicionários, manuais, deverão migrar para os livros eletrônicos. A longo prazo, creio que o livro impresso virará um nicho de mercado, como o vinil. Ms o tempo que levará ainda é um mistério”. Lula acredita que o furo é dos leitores digitais e que “a convergência dos meios está nos levando para um aparelho único que seja TV, computador, telefone, máquina fotográfica, filmadora, player CD e livro, tudo junto”.
Mulher de Paulo Coelho se mostra escritora e ele ilustrador
por Eli Halfoun
Família que escreve unida permanece e fatura unida: a artista plástica Cristina Oiticica, mulher do escritor Paulo Coelho, segue os passos do marido e também entra na literatura com o livro “A nuvem e a duna”. Paulo Coelho não escreveu uma única linha, mas também está no livro: são dele as ilustrações que, aliás, ela, especialista no assunto, considerou, é claro, muito boas. O livro tem lançamento previsto para o final do mês, mas antes de desembarcar no Brasil o casal será anfitrião de mais uma festa na qual receberá 130 convidados na Abadia de Melk, na Austrália, para comemorar o Dia de São José que é também o dia do aniversário de Paulo Coelho. A Abadia de Melk foi escolhida porque inspirou Umberto Eco a escrever “O Nome da Rosa”, que depois virou um bom filme estrelado por Sean Connery, que só assim, ficou livre daquela terrível imagem que o associava sempre ao personagem James Bond.
Família que escreve unida permanece e fatura unida: a artista plástica Cristina Oiticica, mulher do escritor Paulo Coelho, segue os passos do marido e também entra na literatura com o livro “A nuvem e a duna”. Paulo Coelho não escreveu uma única linha, mas também está no livro: são dele as ilustrações que, aliás, ela, especialista no assunto, considerou, é claro, muito boas. O livro tem lançamento previsto para o final do mês, mas antes de desembarcar no Brasil o casal será anfitrião de mais uma festa na qual receberá 130 convidados na Abadia de Melk, na Austrália, para comemorar o Dia de São José que é também o dia do aniversário de Paulo Coelho. A Abadia de Melk foi escolhida porque inspirou Umberto Eco a escrever “O Nome da Rosa”, que depois virou um bom filme estrelado por Sean Connery, que só assim, ficou livre daquela terrível imagem que o associava sempre ao personagem James Bond.
Placar, 40 anos
Bruno Chiarioni e Márcio Kroehn, autores do livro “Onde o esporte se reinventa: histórias e bastidores dos 40 anos de Placar” (Primavera Editorial), criaram um blog com fotos históricas e textos inéditos sobre a publicação. De acordo com os jornalistas, o blog Placar Primavera (http://placarprimavera.wordpress.com/) funciona como o “pontapé inicial para um bate-papo sobre a revista, uma pelada entre amigos”.
A capa da primeira edição – que chegou às bancas em 20 de março de 1970 – estampava a foto de Pelé, jogador ligado aos momentos importantes da publicação esportiva da Editora Abril.
Fonte: Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br
A capa da primeira edição – que chegou às bancas em 20 de março de 1970 – estampava a foto de Pelé, jogador ligado aos momentos importantes da publicação esportiva da Editora Abril.
Fonte: Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br
CQC faz a festa e as piadas com o apoio das eleições
por Eli Halfoun
É verdade que o grupo é competente e, talvez por isso, mesmo na maioria das vezes, cometa exageros, especialmente em brincadeiras de mau gosto com a maioria dos entrevistados. O esquema deu certo e a turma do CQC não tem nenhuma vontade de mudar, embora prometa novidades para sua tão ansiada (muito mais para eles do que para o telespectador) volta. O CQC passa a ocupar novamente as noites de segunda-feira da Rede Bandeirantes, a partir da próxima semana e vai logo avisando que em tempo de eleições e de Copa do Mundo terá sem dúvida m prato cheio nas mãos. Com os candidatos o grupo nem precisa fazer muito esforço porque eles se garantem como piadas. Em relação à cobertura da Copa do Mundo, está decidido que uma equipe seguirá a seleção brasileira e a outra fará “uma abordagem mais ampla comportamental e cultural” (eles é que estão dizendo). Decidido também que Mônica Iozzi, a única mulher do grupo, será a moça de Brasília circulando pelo Congresso e certamente levando um fora atrás do outro. Também confirmada a estréia do quadro “Trabalho Forçado” em que uma personalidade será convidada para fazer um trabalho que nunca fez. No caso dos políticos qualquer trabalho serve: eles nunca trabalham mesmo. O “Proteste Já” continua, mas agora terá Danilo Gentilli como apresentador. Danilo substitui Rafinha Bastos, que precisa de tempo para dedicar-se a um novo programa intitulado com o título de “A Liga” com estréia prevista para maio.
É verdade que o grupo é competente e, talvez por isso, mesmo na maioria das vezes, cometa exageros, especialmente em brincadeiras de mau gosto com a maioria dos entrevistados. O esquema deu certo e a turma do CQC não tem nenhuma vontade de mudar, embora prometa novidades para sua tão ansiada (muito mais para eles do que para o telespectador) volta. O CQC passa a ocupar novamente as noites de segunda-feira da Rede Bandeirantes, a partir da próxima semana e vai logo avisando que em tempo de eleições e de Copa do Mundo terá sem dúvida m prato cheio nas mãos. Com os candidatos o grupo nem precisa fazer muito esforço porque eles se garantem como piadas. Em relação à cobertura da Copa do Mundo, está decidido que uma equipe seguirá a seleção brasileira e a outra fará “uma abordagem mais ampla comportamental e cultural” (eles é que estão dizendo). Decidido também que Mônica Iozzi, a única mulher do grupo, será a moça de Brasília circulando pelo Congresso e certamente levando um fora atrás do outro. Também confirmada a estréia do quadro “Trabalho Forçado” em que uma personalidade será convidada para fazer um trabalho que nunca fez. No caso dos políticos qualquer trabalho serve: eles nunca trabalham mesmo. O “Proteste Já” continua, mas agora terá Danilo Gentilli como apresentador. Danilo substitui Rafinha Bastos, que precisa de tempo para dedicar-se a um novo programa intitulado com o título de “A Liga” com estréia prevista para maio.
Revistas agitam o mercado editorial em São Paulo
por Eli Halfoun
O mercado da comunicação, especialmente a imprensa, movimenta São Paulo: ao mesmo tempo em que um grupo internacional levanta tudo sobre a gráfica da Editora Três para depois fazer uma oferta de compra, a editora Condé Nast, que edita entre outras as revistas Vogue, Vanity Fair, Glamour, Traveller e GQ busca reforçar seu caixa oferecendo um pacote de licenças de títulos. A Editora Abril , que lança esse ano a GQ, estará interessada também em editar a Vogue, mas por enquanto quem ainda tem a licença da Vogue é a Carta Capital, que não parece muito disposta a abrir mão da revista.
O mercado da comunicação, especialmente a imprensa, movimenta São Paulo: ao mesmo tempo em que um grupo internacional levanta tudo sobre a gráfica da Editora Três para depois fazer uma oferta de compra, a editora Condé Nast, que edita entre outras as revistas Vogue, Vanity Fair, Glamour, Traveller e GQ busca reforçar seu caixa oferecendo um pacote de licenças de títulos. A Editora Abril , que lança esse ano a GQ, estará interessada também em editar a Vogue, mas por enquanto quem ainda tem a licença da Vogue é a Carta Capital, que não parece muito disposta a abrir mão da revista.
Presidente de algibeira
deBarros conta
Esse país está precisando de levar uma borrachada na cara e apagar o que é de ruim nas suas leis e proceder a uma reforma que dure mil anos. Além da Constituição, de 1988, que é uma colcha de retalhos, sem pé nem cabeça, talvez uma das mais importantes é a política. Entre os vários itens a serem reformados o primeiro seria o da lei eleitoral. Essa reforma, é claro, seria feita pela Justiça eleitoral. O seu paragráfo mais importante – todas essas reformas, passariam a ter força de lei a partir do próximo ano eleitoral – abordaria a eleição para presidente do País, com a resoluçào de que o Presidente em exercício não poderia apoiar, nem fazer campanha eleitoral, em hipótese alguma, para um candidato que fosse indicado por ele, até porque lhe será vedado indicar candidato a qualquer cargo eletivo . Toda a campanha do candidato seria controlada pelo Partido, que o escolherá em sua Convençào Geral.
É preciso acabar com a idéia de que o Presidente da República tem que indicar o seu sucessor e, com isso, usando o governo, com toda a sua força e prestígio, fazer a sua campanha para elegê-lo, como o seu continuador.
O que, que é isso? Os Reinados e Impérios acabaram e com eles as sucessões consanguíneas, que levavam ao trono o seu sucessor. Já nos tempos modernos, Napoleão, Imperador, não conseguiu fazer do seu filho o seu sucessor. Derrotado e aprisonado numa ilha, viu o seu sonho se desfazer. Mesmo, ainda Imperador, a França nãp permitiria esse tipo de sucessão e Napoleão não veria o seu filho ser coroado.
Nesta eleiçào, que seja a última vez que um Presidente eleja um candidato, por ele indicado e apoiado na campanha presidenciável. Amém!
Érika Mader faz striptease e mostra que bate um bolão
por Eli Halfoun
Quem anda encantado (e quem não está?) com a beleza de Érika Mader, a sobrinha da atriz Malu Mader, já pode ver mais, muito mais, do que ela mostra como apresentadora do canal por assinatura Multishow. Érika é a, digamos, atração da seção Striptease na nova edição da RG Vogue e o que é melhor e mais bonito: mostra tudo. Érika Mader tem pouco mais de 19 anos, estreou como atriz no seriado “Mandrake”, da HBO, ao lado de Marcos Palmeira e joga bola como ala de um time de futebol de salão. Bate um bolão. (Foto: Divulgação/RG Vogue)
Quem anda encantado (e quem não está?) com a beleza de Érika Mader, a sobrinha da atriz Malu Mader, já pode ver mais, muito mais, do que ela mostra como apresentadora do canal por assinatura Multishow. Érika é a, digamos, atração da seção Striptease na nova edição da RG Vogue e o que é melhor e mais bonito: mostra tudo. Érika Mader tem pouco mais de 19 anos, estreou como atriz no seriado “Mandrake”, da HBO, ao lado de Marcos Palmeira e joga bola como ala de um time de futebol de salão. Bate um bolão. (Foto: Divulgação/RG Vogue)
Preste atenção para não virar um alcoólatra
por Eli Halfoun
Violência e drogas (e uma coisa tem sem dúvida relação com a outra) são assuntos presentes nas conversas e preocupações de todos nós. Sempre que se fala em combater as drogas estamos falando invariavelmente em cocaína, crack, maconha e algumas sintéticas, que vira e mexe entram em circulação, mas sempre esquecemos de duas drogas lícitas que segundo vários especialistas são as mais difíceis de tratar e, portanto, curar. Ninguém pode ser preso por consumo exagerado de álcool (a não ser que saia por aí quebrando os botequins). Algumas tragadinhas também não dão cadeia para ninguém. Por isso mesmo é preciso ficar atento ao comportamento que pode determinar se um indivíduo está caminhando para transformar-se em um alcoólatra. Beber um chopinho aqui, outro ali não significa ser alcoólatra. Tem gente que bebe apenas para entrar no clima ou ficar animadinho. Tem lógica: o álcool é um depressor do sistema nervoso central e altera o estado psíquico. Mas cuidado: começa assim. Para Gisele de Paula Barros Andrade, do Centro de Tratamento de Dependência Química, entre os vários fatores que desencadeiam o alcoolismo, três são mais comuns:
1) curiosidade em obter o efeito produzido pelo álcool como desibinição, relaxamento, tranquilização e sedação;
2) estrutura familiar e
3) inabilidade de lidar com as situações de perdas e até com o sucesso na vida.
Esses são fatores que desencadeiam o alcoolismo, mas não justificam a doença. Bebidas alcoólicas estão disponíveis em qualquer esquina, mas isso não quer dizer que você tem de sair por aí todos os dias bebendo todas. Fique esperto: a vida não precisa desse tipo de combustível para seguir em frente.
Violência e drogas (e uma coisa tem sem dúvida relação com a outra) são assuntos presentes nas conversas e preocupações de todos nós. Sempre que se fala em combater as drogas estamos falando invariavelmente em cocaína, crack, maconha e algumas sintéticas, que vira e mexe entram em circulação, mas sempre esquecemos de duas drogas lícitas que segundo vários especialistas são as mais difíceis de tratar e, portanto, curar. Ninguém pode ser preso por consumo exagerado de álcool (a não ser que saia por aí quebrando os botequins). Algumas tragadinhas também não dão cadeia para ninguém. Por isso mesmo é preciso ficar atento ao comportamento que pode determinar se um indivíduo está caminhando para transformar-se em um alcoólatra. Beber um chopinho aqui, outro ali não significa ser alcoólatra. Tem gente que bebe apenas para entrar no clima ou ficar animadinho. Tem lógica: o álcool é um depressor do sistema nervoso central e altera o estado psíquico. Mas cuidado: começa assim. Para Gisele de Paula Barros Andrade, do Centro de Tratamento de Dependência Química, entre os vários fatores que desencadeiam o alcoolismo, três são mais comuns:
1) curiosidade em obter o efeito produzido pelo álcool como desibinição, relaxamento, tranquilização e sedação;
2) estrutura familiar e
3) inabilidade de lidar com as situações de perdas e até com o sucesso na vida.
Esses são fatores que desencadeiam o alcoolismo, mas não justificam a doença. Bebidas alcoólicas estão disponíveis em qualquer esquina, mas isso não quer dizer que você tem de sair por aí todos os dias bebendo todas. Fique esperto: a vida não precisa desse tipo de combustível para seguir em frente.
terça-feira, 9 de março de 2010
Blogueiros jornalistas
E a prefeitura de Nova York passou a tratar blogueiros como jornalistas, com direito a credenciais para a cobertura de eventos oficiais. Antes, webjornalistas independentes eram discriminados. Pelas novas normas, recebem acesso livre desde que provem que já publicaram pelo menos cinco notícias de interesse geral da cidade.
Mais uma revista
Chega às bancas na quinta-feira, 18, a Revista Moda Por Joyce Pascowitch. A publicação vai falar de estilo, consumo e trará entrevistas e matérias sobre grifes. A capa número um terá a top model Carol Trentini.
Menos brechas na lei
Dois avanços: a Câmara confere poder de polícia para as Forças Armadas na fronteira; o Conselho Nacional de Justiça aprova monitoramento eletrônico de presos e tomada de depoimentos por vídeoconferência. Falta aprovar a revista de advogados em visita aos presídios, a limitação dessas visitas, criar salas especiais com barreiras envidraçadas e com comunicadores que impeçam contato físico com os sentenciados, restringir progressão de pena, rever o Estatuto da Criança e do Adolescente, rever a maioridade penal. Falta muito ainda para atualizar a legislação paternalista brasileira ou aproximá-la dos códigos vigentes nos países desenvolvidos...
Nova revista
A Editora Abril relança em junho a revista feminina Máxima. Quer atingir uma faixa de consumidoras da classe C que emergiu nos últimos anos.
O ibope da Hebe
Hebe entrou no ar às 23h18 de ontem e se estendeu até 1h15 já da terça-feira, 9. O programa do SBT que marcou a volta da apresentadora e a comemoração dos seus 81 anos rendeu uma média de 9,3 pontos de audiência, com picos de 11. Na mesma faixa de horário, a Globo ficou na liderança, com 17 pontos e a Record ficou na terceira posição, com média de 7.
Rock do mundo leva o Rio para Portugal em 2012. Outra vez
por Eli Halfoun
Geograficamente é, por conta do nome do evento, estranho e até difícil de entender, mas o nosso Rock in Rio, evento musical que ganhou fama mundial, agora tem Portugal, Lisboa mais precisamente, como, digamos, palco oficial. O próximo Rock in Rio português será em 2012 e já tem confirmadas as presenças de Elton John, Leona Lewis, Muse, Snow Patrol e dos nossos Ivete Sangalo, Maria Rita, Toni Garrido, Zeca Baleiro, Tiê e Martinho da Vila. Só uma perguntinha: com tantos brasileiros no palco o Rock in Rio (eu disse Rio) não poderia (e deveria) ser no Rio mesmo?
Atualizando o panetone...
por Gonça
O G1 informa: a defesa do Arruda diz que o ex-quase futuro vice de Serra tem diabetes, inchaço e cardiopatia. Nem precisa de impeachment, basta interditar por razões médicas . Esse homem, doente desse jeito, não tem condições físicas de exercer qualquer cargo. Em tempo: Arruda conseguiu que o médico particular o examinasse hoje à tarde e o diagnóstico do doutor garante que o sujeito hospedado no spa do governo está melhor do que nós pobres mortais. Não precisa nem dieta, pode comer tudo, inclusive panetone.
O G1 informa: a defesa do Arruda diz que o ex-quase futuro vice de Serra tem diabetes, inchaço e cardiopatia. Nem precisa de impeachment, basta interditar por razões médicas . Esse homem, doente desse jeito, não tem condições físicas de exercer qualquer cargo. Em tempo: Arruda conseguiu que o médico particular o examinasse hoje à tarde e o diagnóstico do doutor garante que o sujeito hospedado no spa do governo está melhor do que nós pobres mortais. Não precisa nem dieta, pode comer tudo, inclusive panetone.
O mensalão do DEM informa...
por Gonça
...cadeia faz mal à saúde. Esses políticos quando vão em cana, o que é raro, entram no xilindró e, apesar das mordomias, ar condicionado e comida de grife, logo adoecem. Aqui fora posam de playboys com carrões, mansões e iates. Lá dentro, arrumam ziquizira, sarna e espinhela caída. Taí o Arruda que, diz a família, já não consegue ficar em pé.
...cadeia faz mal à saúde. Esses políticos quando vão em cana, o que é raro, entram no xilindró e, apesar das mordomias, ar condicionado e comida de grife, logo adoecem. Aqui fora posam de playboys com carrões, mansões e iates. Lá dentro, arrumam ziquizira, sarna e espinhela caída. Taí o Arruda que, diz a família, já não consegue ficar em pé.
Angelina Jolie e Jagger: mais do que bons amigos
por Eli Halfoun
Fofoca não é coisa de revista de celebridades: elas correm de boa em boca por toda a parte e interessam até a quem jura de pés juntos que odeia fofoca. Pois é uma fofoca que tem garantido maior repercussão ao livro “Brad Pit and Angelina Jolie: The True Story”. No livro, a autora Jenny Paul, que pesquisou a vida dos atores durante seis anos, revela que Angelina teve um rápido romance com Mick Jagger, o líder da banda Rolling Stones quando ele ainda era casado com a modelo Jerry Hall. Segundo o livro, o caso aconteceu depois que Angelina participou de um dos clipes promocionais de “Anybody Seen My Baby”, gravado em 1997. Foi, diz a autora do livro, um caso rápido que se repetiu em 2003 quando Jagger estava com L’When Scot. Angelina e Jagger preferem deixar o assunto “morrer” e nada declaram sobre o agora público romance. No Brasil já teriam vindo a público para dizer que “somos apenas bons amigos”.
Fofoca não é coisa de revista de celebridades: elas correm de boa em boca por toda a parte e interessam até a quem jura de pés juntos que odeia fofoca. Pois é uma fofoca que tem garantido maior repercussão ao livro “Brad Pit and Angelina Jolie: The True Story”. No livro, a autora Jenny Paul, que pesquisou a vida dos atores durante seis anos, revela que Angelina teve um rápido romance com Mick Jagger, o líder da banda Rolling Stones quando ele ainda era casado com a modelo Jerry Hall. Segundo o livro, o caso aconteceu depois que Angelina participou de um dos clipes promocionais de “Anybody Seen My Baby”, gravado em 1997. Foi, diz a autora do livro, um caso rápido que se repetiu em 2003 quando Jagger estava com L’When Scot. Angelina e Jagger preferem deixar o assunto “morrer” e nada declaram sobre o agora público romance. No Brasil já teriam vindo a público para dizer que “somos apenas bons amigos”.
O gráfico entrega...
por Gonça
Mais um gráfico do Globo de hoje. Parece tiro no pé. Agora, tentam provar que Lula não investe. Mas observe: as linhas no buraco, à direita, indicam os investimentos (ou a falta de) nos governos FHC. De quebra, mostra que Médici e Geisel eram "os caras" (seria essa a idéia da comparação? Propaganda subliminar dos generais? Me recuso a acreditar...). Bom, vamos em frente, em seguida, com Lula, os números retomam uma tendência de alta. Humm, essa história de comparar governos não está dando muito certo... (veja abaixo o caso dos remédios).
Mais um gráfico do Globo de hoje. Parece tiro no pé. Agora, tentam provar que Lula não investe. Mas observe: as linhas no buraco, à direita, indicam os investimentos (ou a falta de) nos governos FHC. De quebra, mostra que Médici e Geisel eram "os caras" (seria essa a idéia da comparação? Propaganda subliminar dos generais? Me recuso a acreditar...). Bom, vamos em frente, em seguida, com Lula, os números retomam uma tendência de alta. Humm, essa história de comparar governos não está dando muito certo... (veja abaixo o caso dos remédios).
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