quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Atores querem cachê de outros programas da Globo
por Eli Halfoun
Vai ficar mais difícil
para a Globo conseguir que os atores de suas novelas participem de outros programas
da emissora. Até farão isso desde que passem a receber cachê por participações,
especialmente no programa “Encontro com Fátima Bernardes”. Os atores também
querem maior remuneração pelos produtos disponibilizados pela Globo na internet.
Muitas reuniões têm acontecido no movimento que é coordenado por Antonio
Fagundes. A Globo ainda não se manifestou oficialmente, mas já fez chegar aos elencos
de novelas que a emissora está terminando o projeto do orçamento do próximo ano
e que prevê muitos cortes nos setor artístico e no jornalístico. Parece até uma
ameaça. Vai ver que é. (Eli Halfoun)
Condenado do mensalão recebe na cadeia R$ 24 mil de aposentadoria
Mesmo condenado a 7 anos e
10 meses de prisão (seus advogados estão pedindo redução da pena) Jacinto
Lamas, ex-rtesoureiro do extinto PL e um dos nomes pouco badalados do mensalão, vai para a cadeia com muita
grana garantida: conseguiu aposentar-se na Câmara Federal como analista
legislativo e receberá R$ 24,1 de salário mensal. Não deverá perder um único centavo já que a
legislação determina que dinheiro de sustento é intocável. Como na Papuda ele não
gastará nada (nós é que pagamos as diárias) poderá sustentar mais do que
somente a família. (Eli Halfoun)
Ratinho quer mais é ode ser o novo dono da CNT
por Eli Halfoun
Carlos Massa, o Ratinho,
não é só um bem sucedido apresentador de televisão. Também é um afortunado
homem de negócios que já têm várias empresas bem resolvida e quer mais uma: é
um dos mais fortes candidatos para comprar a CNT do Paraná, seu estado natal.
Ratinho está com, como ele mesmo diz, café no bule para enfrentar o outro forte
candidato: o bispo Edir Macedo, da Igreja Universal. Há quem garanta que Ratinho
é o preferido já que mantém ótimo relacionamento com a direção da emissora em
que iniciou sua carreira sem jamais imaginar que poderia vir a ser o dono do pedaço.
(Eli Halfoun)
Está difícil escolher um governador para Rio
por Eli Halfoun
Falta muito para que as
urnas revelem a verdade nas eleições de governo estadual em todo o país. Hoje
não se pode garantir que fulano será eleito no estado tal. Para o eleitor
carioca, o panorama se apresenta bem mais difícil a ponto de ficar complicado
escolher o “menos pior” entre os piores. Por enquanto as pesquisas de intenções
de votos indicam que o deputado federal Anthony Garotinho é o que tem maiores
chances de voltar a governar o Rio, apesar de ter feito que fez com o estado. A
antes considerada barbada candidatura de Lindberg Farias ainda não deslanchou e
segundo as pesquisas ele é o segundo colocado empatado com o insistente Marcelo
Crivella.
As pesquisas também
mostram que Sergio Cabral tem a pior avaliação de governo em todo o país nos
últimos sete anos. Cabral despencou na credibilidade eleitoral e perdeu força
por vários motivos, um dos quais o fato das UPPs, que eram seu ponto de apoio,
não terem resolvido como se esperava o maior problema do Rio, que é a
violência que mesmo com as UPPS tem crescido em vários segmentos. Agora Cabral
anuncia que deixará o governo em março, o que pode significar também a retirada
da candidatura de Luiz Fernando Pezão, seu vice em quem o ainda governador aposta todas as fichas. Embora a hipótese de
seu afastamento esteja ligada ao fato de candidatar-se ao Senado analistas políticos
acreditam que essa também é um caminho que dificilmente se concretizará: só
existe uma vaga para senador pelo Rio e analistas acreditam que o ainda
governador não tem a menor chance de conseguir a vaga e que, portanto, o melhor
a fazer é passar um tempo afastado da política para recuperar o ânimo, a
credibilidade e o prestígio, o que também será muito difícil. Quem vota no
Rio está sem saída, ou melhor, sem escolha: ou vota em um dos favoritos ou escolhe
um dos outros candidatos que não tem a menor chance de ser eleitos. Por enquanto as pesquisas mostram Anthony
Garotinho com 21%, Marcelo Crivella (15%), Lindberg Farias (15%), César Maia
(11%), Luiz Fernando Pezão (5%), Miro Teixeira (3%) e Bernardinho (2%).
Pesquisa não ganha eleição, mas no Rio o resultado final não será tão diferente
do que os números indicam agora. Infelizmente. (Eli
Halfoun)_
STF instala relógios para fazer tudo na hora certa
por Eli Halfoun
Ninguém poderá usar o
horário como desculpa no STF. O Supremo resolveu instalar 99 relógios digitais
de parede em suas dependências. Cada relógio custa R$ 2 mil e o custo total
será de R$ 199 mil. Não são relógios comuns: cada um possui display digital de
quatro dígitos, tela LED configurável e pode ser vistos a uma distância de até
200 metros. A instalação dos 99 relógios custará R$ 285,5 mil. Agora será
impossível chegar atrasado e o STF saberá enfim que é hora de caminhar com todos
os processos. (Eli Halfoun)
Redução de salários é a nova onda nas emissoras de televisão
por Eli Halfoun
A nova onda na televisão é
propor redução de salários para a renovação de contratos artísticos. Embora muitos
profissionais reclamem, outros tantos têm aceitado as propostas com a louvável
justificativa de que essa é uma forma de manter vivo o mercado de trabalho para todos. No
SBT, a resistência para a redução de salários é muito grande, mas na Bandeirantes
tem sido bem sucedida: Milton Neves, Renata Fan, Luciano do Vale e Marcelo Tas
aceitaram as propostas, como aconteceu também com vários diretores. Por enquanto
a Band espera resposta de José Luiz Datena. Só a turma do “Pânico” não sofrerá
redução: é que não recebe da emissora, mas sim da empresa de Tutinha Amaral o
criador e dono do Pânico. Pânico para eles só no nome do programa. (Eli Halfoun)
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
“The Voice Brasil” é o maior acerto da televisão esse ano
por Eli Halfoun
O programa “The Voice
Brasil” está sendo considerado o maior acerto da televisão e da Globo esse ano,
principalmente depois que mudou das noites de domingo para as de quinta-feira o
seu horário na programação. A mudança provocou aumento de 70% na audiência. “The Voice Brasil” não deixa de ser um
programa de calouros e é exatamente nisso que está o seu maior sucesso: o telespectador
gosta de torcer por um candidato, gosta e de votar e saber se sua escolha será a mesma dos jurados e nessa torcida acompanha o programa com um grande
interesse. É claro que o sucesso do programa não está apenas nessa fórmula
simples e antiga de abrir espaço para calouros. O “The Voice” é um programa com
excelente produção musical, cenário impecável e assim um show sempre espetacular,
o que priva que, ao contrário do que a própria televisão pensa musicais também
podem ser garantias de sucesso e, portanto, é bom abrir mais espaço para a
nossa boa música. Também tem muita força no programa a participação de um júri
formado por profissionais do ramo que sabem o que é bom e o que querem para
escolher o melhor entre os melhores. A nova temporada do “The Voice” está chegando
ao fim, mas é certo que haverá outra edição. Será muito bem vinda, ao contrário
do repetitivo “Big Brother” que ainda é um fenomenal sucesso, mas já encheu a
paciência. (Eli Halfoun)
Chega de técnicos medalhões. É hora de investir em quem realmente sabe
por Eli Halfoun
O atual campeonato
brasileiro está deixando para o futebol uma grande lição esportiva e econômica:
é preciso começar a olhar com mais atenção para os profissionais que não são
figurinhas carimbadas na mídia e que têm sido a salvação, inclusive econômica,
de vários times. Pagar salários milionários (variam entre R$ 400 mil e 1 milhão)
para técnicos considerados medalhões que não resolvem nada. Vejamos: nenhum dos
chamados grandes técnicos foi bem nesse campeonato e até o campeão de um time
que se mostrou perfeito é o modesto Marcelo Oliveira. Os outros times que estiveram
sempre na disputa foram e são dirigidos por técnicos que nem sonham ganhar os
robustos salários dosa medalhões que nesse campeonato mal fizeram jus a receber
um único salário mínimo. Os clubes costumam contratar técnicos famosos e
milionários não exatamente porque são supostamente os melhores, mas sim porque
servem para que os cartolas façam média com a torcida. Não adianta mais: a torcida
já não se engana e prefere torcer pelo sucesso de um técnico humilde do que por
um medalhão que faz esquemas no computado, mas nunca os coloca com sucesso em
campo. O futebol evoluiu muito, mas felizmente ainda independe de ter um técnico
metido a professor. No campo são os jogadores (esses sim as grandes estrelas)
que ditam o ritmo do jogo e unidos fazem bem sucedido o trabalho de um técnico
que não chega ditando regras como se soubesse mais do que tido mundo. Não sabem
e tem mostrado isso. Portanto, está mais do que na hora do nosso futebol aprender
que assim como forma nas categorias de base os grandes jogadores é nelas que
também podem surgir os bons técnicos e o que é melhor, sem precisar jogar no
lixo salários milionários que seriam mais úteis nas categorias inferiores que
precisam cada vez mais de recursos e de apoio. Futebol se joga e se ganha em
campo. O futebol que premia as contas bancárias só é campeão no bolso dos
técnicos que sabem aparecer, mas não sabem fazer aparecer o futebol dos times
que dirigem. (Eli Halfoun)
“Amor à Vida” junta com amor os dois gays queridinhos da novela
por Eli Halfoun
A novela “Amor à Vida”
perdeu a sua principal trama (descobrir que Félix jogou Paulinha em uma caçamba
de lixo), mas não perdeu audiência porque o autor Walcyr Carrasco tem buscado
novos enfoques, o que faz aumentar a participação de outros personagens, mas
não tira a importância de Félix como o que conquistou o público. O
que se diz agora nos bastidores é que Felix viverá um romance com Niko (Thiago
Fragoso) que também é um dos queridinhos do público. O novo romance não estava
previsto na sinopse, mas autor percebeu que com o entrosamento mostrado pelos
dois atores é um romance que pode cair no gosto do público (casais gays começam
a ser aceitos com naturalidade) e ajudar na boa audiência do folhetim. Há
também muita rejeição (era de se esperar) com alguns personagens, caso, por
exemplo, de Amarilys (Daniele Winits): o público tem pedido ao autor que tire
Amarilys de cena, o que cria uma nova expectativa: será que ela morrerá nos
próximos capítulos? A hipótese ainda não passa pelos planos do autor. A única
morte (será uma morte misteriosa) confirmada para os próximos capítulos é a de
Glauce, a médica-bandida, interpretada pela atriz Leona Cavali. O novo Félix
(agora aparentemente mais humilde, mas ainda sarcástico) permitiu bons momentos
para a novela no encontro de Mateus Solano e Elizabeth Savalla, que faz um excelente
trabalho como a ex-chacrete Márcia. Walcyr Carrasco ainda tem um bom e farto
material em mãos para não deixar a novela perder interesse e público, o que
sempre acontece quando a trama vira um show de mesmice, o que ainda não é o
caso de “Amor à Vida”. (Eli Halfoun)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Paloma Bernardi, o fetiche...
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| Fotos: Divulgação |
A atriz Paloma Bernardi é a estrela da campanha publicitária da coleção e das peças da marca gaúcha de calçados Bebecê para outono/inverno 2014. A campanha foi fotografada por Fabian Gloeden (Estúdio Org) para a Agência Branco. As fotos acima, feitas no fim de novembro, são dos bastidores do ensaio. Paloma tem um dos mais belos rostos da TV, mas o destaque, no caso, são os pés. A colunista carioca Heloisa Tolipan, do Jornal do Brasil, escreveu que a campanha vai apontar no que viu, as consumidoras, e acertar no que não viu: os adoradores da fómula "mulher bonita com calçado sexy". Balzac, que, dizem, era um amante que começava as preliminares sempre pelos pés, adoraria.
Veja o vídeo, clique AQUI
Heil! Já leu esse manifesto político-social de um dos criadores do "Porta dos Fundos"? Pega pesado...
por Omelete
Caramba! O humorista Gregorio Duvivier pegou pesado nesse artigo que escreveu para a Folha. Ele diz que não é de direita apenas porque "não acredita nessa coisa de esquerda e direita". Ou seja: é direitaça. E nem precisa chegar ao fim do artigo para concluir isso. Podia ser assinado por ele, o do bigodinho, o Hitler. Vejamos; ninguém duvida de que o Estado é ineficiente em certos setores. Como por exemplo na fiscalização da grana que entrega a empresários, concessionários de serviços públicos e a políticos, como no caso do escândalo do propinoduto no metrô de São Paulo. Mas sem Estado o mundo vira uma "milícia", certo? Esses "patricinhos" que defendem o "estado mínimo" querem apenas esculachar os desvalidos, claro. E fazer a distribuição de renda ficar mais concentrada do que, por exemplo, no Haiti, país capitalista e de Estado menor do que mínimo. Esse Gregório aí, que se apresenta como uma espécie de Bolsonaro dos neoliberais, erra ao dizer que "tudo o que é privado funciona". Só se for a privada da casa dele. Precisa andar nas barcas privatizadas do Rio, subir a estrada para Petrópolis, privatizada e esburacada apesar do caríssimo pedágio, dá um rolé na SuperVia privatizada. Precisa ser atendido em alguns hospitais privados, e caros, que deixam pacientes de planos de saúde mofando por cinco ou seis horas e muitas vezes se negam a prestar atendimento. Precisa estudar em certos colégios e universidades particulares, verdadeiros caça-níqueis. Ele deve ter um celular privado que não derruba a linha, uma conexão de alta velocidade que não cai nunca, tudo privado. Bom ler. O link está aí embaixo. É estranhíssimo. Na prática ele defende uma a seleção natural das espécies. Os competentes devem sobreviver. O resto? Deixa pra lá. Ele, por exemplo, identifica motoboy com ladrão. Tá escrito lá. Aliás, acha que motoboy ou sujeitos assemelhados devem pagar caro tratamento de saúde, só assim, diz ele, teriam o direito de cuidar do filho com leucemia. Não fica muito claro - as ideias do rapaz são apenas rascunhadas - mas deixa a impressão de que é a favor de algum tipo de trabalhos forçados. "Sem a obrigação de trabalhar", escreve, "o povo não trabalha".
O título fala em "Partido Novo". O colunista talvez pense em criar um partido. Bom ficar de olho, o Brasil já teve um "Estado Novo"...
Bom, acho que o sujeito é empresário também, talvez um dos donos da produtora do "Porta dos Fundos".
Tenho pena do motoboy deles. Será que o cara está sendo obrigado a trabalhar 32 horas por dia pra aprender o que é bom pra tosse. Ou pra leucemia?
LEIA O ARTIGO COMPLETO. CLIQUE AQUI
Caramba! O humorista Gregorio Duvivier pegou pesado nesse artigo que escreveu para a Folha. Ele diz que não é de direita apenas porque "não acredita nessa coisa de esquerda e direita". Ou seja: é direitaça. E nem precisa chegar ao fim do artigo para concluir isso. Podia ser assinado por ele, o do bigodinho, o Hitler. Vejamos; ninguém duvida de que o Estado é ineficiente em certos setores. Como por exemplo na fiscalização da grana que entrega a empresários, concessionários de serviços públicos e a políticos, como no caso do escândalo do propinoduto no metrô de São Paulo. Mas sem Estado o mundo vira uma "milícia", certo? Esses "patricinhos" que defendem o "estado mínimo" querem apenas esculachar os desvalidos, claro. E fazer a distribuição de renda ficar mais concentrada do que, por exemplo, no Haiti, país capitalista e de Estado menor do que mínimo. Esse Gregório aí, que se apresenta como uma espécie de Bolsonaro dos neoliberais, erra ao dizer que "tudo o que é privado funciona". Só se for a privada da casa dele. Precisa andar nas barcas privatizadas do Rio, subir a estrada para Petrópolis, privatizada e esburacada apesar do caríssimo pedágio, dá um rolé na SuperVia privatizada. Precisa ser atendido em alguns hospitais privados, e caros, que deixam pacientes de planos de saúde mofando por cinco ou seis horas e muitas vezes se negam a prestar atendimento. Precisa estudar em certos colégios e universidades particulares, verdadeiros caça-níqueis. Ele deve ter um celular privado que não derruba a linha, uma conexão de alta velocidade que não cai nunca, tudo privado. Bom ler. O link está aí embaixo. É estranhíssimo. Na prática ele defende uma a seleção natural das espécies. Os competentes devem sobreviver. O resto? Deixa pra lá. Ele, por exemplo, identifica motoboy com ladrão. Tá escrito lá. Aliás, acha que motoboy ou sujeitos assemelhados devem pagar caro tratamento de saúde, só assim, diz ele, teriam o direito de cuidar do filho com leucemia. Não fica muito claro - as ideias do rapaz são apenas rascunhadas - mas deixa a impressão de que é a favor de algum tipo de trabalhos forçados. "Sem a obrigação de trabalhar", escreve, "o povo não trabalha".
O título fala em "Partido Novo". O colunista talvez pense em criar um partido. Bom ficar de olho, o Brasil já teve um "Estado Novo"...
Bom, acho que o sujeito é empresário também, talvez um dos donos da produtora do "Porta dos Fundos".
Tenho pena do motoboy deles. Será que o cara está sendo obrigado a trabalhar 32 horas por dia pra aprender o que é bom pra tosse. Ou pra leucemia?
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Chegou dezembro... e começam a aparecer as capas de revistas que deveriam ser especiais...
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| Para a IstoÉ, o "manifestante é o "homem do ano". |
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| A Carta Capital anuncia o embate de 2014 (Lula x FHC), o mesmo confronto que o Brasil assiste há 20 anos. |
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| Época e... |
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| ...Veja, andam em fase de olhar de lado e fingir que não enxergam escândalos. |
Com as revistas lançadas em um furacão, algumas sem rumo, várias extintas, outras em busca de bóias de sobrevivência diante da avassaladora invasão dos meios digitais e das suas plataformas, principalmente tablets e smartphones cada vez mais eficientes, chegou dezembro. Tradicionalmente é um mês em que as revistas tiram a barriga da miséria, se não em aumento expressivo de circulação, pelo menos em volume de publicidade. As capas anunciadas para esse mês, especialmente, aquelas das revistas masculinas, mostram que a grana para investimento anda mesmo curta. No último mês do ano, Playboy e Sexy, costumavam abrir o cofre para contratar a estrela mais reluzente, fosse da Globo, de um reality show ou uma atleta ou modelo cobiçada. Aparentemente, isso já era, como mostram as capas previstas para esse mês. A mais famosa deve ser a modelo Izabel Goulart, na GQ, mas, atenção, na edição portuguesa. A GQ Brasil vem com o atriz Maria Casadevall. Veja e Época abriram o mês com capas que passam longe da política. Embora haja um escândalo fervendo (o das propinas do PSDB de São Paulo), as semanais solenemente ignoraram. IstoÉ já partiu para homenagear o "homem do ano": o manifestante. A VIP brasileira marcou um gol ao entrevistar o jornalista Edward Snowden que divulga a ação dos espiões americano contra presidentes de países aliados, primeiros-ministros, empresas e cidadãos comuns em todo o mundo.
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| A modelo Izabel Goulart é tema de... |
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| ...ensaio na GQ portuguesa (Foto: Divulgação) |
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| Essa capa foi divulgada pela própria modelo, que a anuncia como sendo a de dezembro (a revista não confirmou oficialmente). Thaiz Schmitt é (clone) de Xuxa na Playboy |
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| A Sexy escolheu a modelo Laura Keller como "a mulher mais Sexy do Brasil). |
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| A atriz Maria Casadeval, outra revelação da TV, estará na capa da GQ Brasil. A foto (Divulgação) é do ensaio que ele fez para a revista. |
sábado, 30 de novembro de 2013
Black Friday: não me engana que eu não gosto...
por Alberto Carvalho
Black Friday, nos
EUA, é sempre um sucesso. Os produtos das lojas, entre tapas e
empurrões, desaparecem das prateleiras em poucas horas. Isto porque as promoções tinham os descontos que eles prometiam. Descontos
de até 80%, ao contrário da mesma promoção que os brasileiros copiam com
propagandas enganosas. Foi criado no site
"Reclame Aqui" - uma página especial para receber
críticas do evento - e até às 19 horas de ontem, 6 mil reclamações haviam
sido postadas. As reclamações não ficaram restritas às lojas virtuais. Enquanto
nos EUA o consumidor comprava uma televisão de 50 polegadas ao preço de 300
dólares (cerca de 600 reais) aqui, essa mesma televisão era oferecida
por 1.999 reais, se dizendo com um abatimento de 50%. O aumento prévio dos
preços para dar descontos posteriores foi a irregularidade mais denunciada.
Enquanto essa promoção nos EUA é realizada apenas
numa sexta-feira, aqui, se entende por todos os dias
da semana: Black Days, Black Weekend, Black isto, Black
aquilo, e vai por aí afora na intenção de enganar os consumidores que se
deixam iludir através de propagandas enganosas. (Alberto
Carvalho)
CONHEÇA O SITE "RECLAME AQUI". CLIQUE AQUI
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Uma avenida olímpica para lembrar sempre do craque Nilton Santos
por Eli Halfoun
A morte de qualquer pessoa
é sempre motivo de tristeza e dor. A despedida de Nilton Santos também foi
motivo de dor, mas nos conforta saber que ele deixou o campo da vida em um momento
em que a partida estava muito difícil para que ele permanecesse em campo: Nilton
Santos sofria de Mal de Alzheimer e aos 88 anos se foi para não permitir que os
torcedores do “Nilton Santos Futebol Clube (Nilton só jogou no Botafogo e na
seleção brasileira, mas colecionou a admiração de todas as torcidas) não sofrêssemos
ainda mais com uma doença que já o tinha tirado do jogo fazia tempo. Nilton
Santos foi generoso com a torcida ao não permitir que o pênalti do sofrimento e
da dor fosse marcado. Deu um pulinho, saiu da grande área e não permitiu um gol
contra da vida.
Nilton Santos foi e é
merecedor de muitas homenagens. Ganhará mais uma e definitiva: o botafoguense
vereador César Maia deu entrada na Câmara Municipal do Rio ao projeto de lei
que dará à Avenida Transolímpica o nome de Avenida Nilton Santos. Nem seriam
necessárias muitas justificativas, ma assim mesmo entre muitas outras, o
vereador disse que o trecho batizado com o nome do craque maior passará perto
do Centro de Treinamento do Botafogo em Marechal Hermes. Nilton Santos já era
definitivo em nossa memória. Agora ficará ainda mais. (Eli
Halfoun)
Cada um precisa cuidar da própria vida para evitar absurdos na internet
por Eli Halfoun
Nos últimos dias têm sido constantes
as notícias de jovens (ainda meninas) que se matam depois de terem expostas na
internet suas as intimidades com namorados ou amigos. Elas morrem literalmente
de vergonha e não há nada que se possa fazer. É preciso, isso sim, orientar
mais os jovens sobre a obrigação mortal de utilizar o espaço livre e
democrático da internet para difundir cultura, informação, amizade e comportamentos
decentes e exemplares decentes. Não há como vigiar os jovens (seriam mesmo só
os jovens?) que se “divertem” com a desgraça alheia postando vídeos desrespeitosos
e agressivos. Por mais que se busque através de formas policiais e jurídicas
como exercer esse tipo de bloqueio os internautas que ainda não entenderam que
a internet tem uma missão muito maior do que apenas a de servir como diversão para
brincadeiras de mau gosto. Quem não tem respeito e age sem qualquer escrúpulo postando
suas intimidades e a dos outros dificilmente mudará seu doente comportamento
doentio simplesmente porque não tem educação e respeito e não sabe se comportar
diante de um veículo tão poderoso quanto a internet do bem.
Talvez as mortes
divulgadas sirvam de alerta para que moças em busca de um necessário prazer sexual
aprendam que elas sim é que precisam preservar-se e não permitir que esse tipo
de vídeo seja gravado em nome de um momento supostamente quente de liberdade
sexual. Liberdade sexual é outra coisa que nada tem a ver com as cenas explícitas
de sexo que muitas pessoas mal informadas ainda confundem com liberdade. Cenas
de sexo nem representam qualquer tipo de prazer sexual; Prazer sexual também é
outra coisa. Vamos lá: é preciso preservar o corpo e a vida. Só quem age como
se estivesse dando um passo ousado ou um dando grito de liberdade pode fazer
com seu corpo e a sua vida. A vida precisa ser valorizada em tidas as situações
e em todos os momentos. Do contrário deixa de ser vida. (Eli Halfoun)
Televisão brasileira não precisa copiar nada de ninguém
por Eli Halfoun
Afinal, qual é a da
televisão brasileira? Sabemos todos que a maioria dos programas aqui exibidos é de licenciamentos ou simplesmente cópias piratas de atrações de emissoras
americanas e inglesas principalmente. A impressão que fica é a de que nossa
televisão parece não ter a menor capacidade para criar programas, de
preferência atrações que falem mais a linguagem do brasileiro. É só preguiça: profissionais
brasileiros são perfeitamente capazes de ocupar o vídeo com novidades, ou seja,
não é preciso copiar ninguém. Copiamos simplesmente porque é aparentemente mais
fácil e mais barato e também porque o público tem aceitado bem qualquer cópia,
por mais barata que seja. Ao vencer duas categorias do recente prêmio Emmy (o
Oscar da televisão) mostra uma vez mais que quando deixam sabemos sim, criar e
vender bons produtos e não só televisivos. A premiação de Fernanda Montenegro
como atriz por sua atuação em “Doce de Mãe” não chegou a ser surpresa. Fernanda
é uma atriz maravilhosa, ainda a melhor do país e tem o talento conhecido e
reconhecido até por quem vive no interior do país com bolsa família, que lhe
permite até ter um aparelho de televisão e, portanto, acesso aos talentos artísticos
brasileiros e a informação sobre tudo o que acontece no mundo. A também premiada
novela “Lado a Lado” só o que o mundo já sabe: é no Brasil que se criam e
produzem e as melhores novelas do mundo. O prêmio de “Lado a Lado” só surpreendeu
porque a “novela “Avenida Brasil” de tanto sucesso era considerada uma barbada.
“Lado a Lado” foi o reconhecimento maior de dois estreantes autores (João Ximemes
Braga e Claudia Lage) e do brasileiro e competente trabalho de reconstrução de
época que nos ensinou a história do país da forma mais adequada de ensinamento,
ou seja, divertida e através de imagens (o que a memória cerebral não guarda a
memória visual nunca esquece). Prêmios como os agora e novamente conquistados
são motivos de orgulho, mas nem por isso a televisão deixará de continuar copiando
o que é de fora. Copiar não é nenhum crime desde que seja uma cópia assumida e
produzida com qualidade. Em tempo: só vale copiar o que é bom. (Eli Halfoun)
Uma obra incomoda muita gente, reclamar incomoda muito mais
por Eli Halfoun
Bom mesmo é reclamar. É
assim que caminha a humanidade sempre insatisfeita por conta de um olhar
pessimista do qual não consegue ficar livre. Durante anos os cariocas reclamaram
que a Perimetral construída como solução para o trânsito, o que nunca chegou a
ser, escondia algumas das belezas históricas da cidade. Agora a reclamação se
volta para a demolição dessa mesma Perimetral que já na primeira implosão
deixou novamente aparentes os prédios históricos e culturais da sempre Cidade
Maravilhosa. É evidente que a demolição da Perimetral está incomodando e
atrapalhando muito quem é obrigado a circular de carro e mesmo a pé pelo centro
histórico do Rio. Não temos paciência para esperar pelas belezas e benefícios
prometidos com o novo espaço que se abrirá na cidade. Quando tudo estiver pronto
e funcionando aí sim ficaremos entusiasmados e agradecidos pelo novo. Acontece
o novo (e não em relação a obras) sempre tem um custo alto além do material:
incomoda e assusta muito, mesmo que não seja uma obra tão gigante como a
demolição da Perimetral e a criação de um novo e fundamental espaço para o Rio.
Obras são uma espécie de tortura lenta e barulhenta com a qual não conseguimos
conviver nem mesmo em casa. Se você precisa fazer um pequeno reparo na cozinha
ou no banheiro a casa inteira sofrerá com a sujeira, o entulho e a lentidão de
iniciar uma nova fase na casa.L. É impossível fazer qualquer obra sem fazer barulho
e bagunça. O preço do novo é sempre grande e é sempre também um preço que não
queremos pagar, embora seja necessário. O novo espaço no centro do Rio terá de
enfrentar ainda muitas reclamações, insatisfações (foi assim com as obras do
hoje elogiado Metrô), mas no final concluiremos que valeu a pena. Agora já se
fala também na possibilidade de no futuro demolir o viaduto Paulo de Frontin outra
obra faraônica que nunca foi bem explicada, também escondeu parte da cidade e
nem serviu ao contrário do que anunciou e se esperava para muito em matéria de
mobilização urbana. Não adianta reclamar: temos mesmo de conviver por um grande
período com todos os incômodos que qualquer obra impõe. Então, só reta manter o
otimismo da esperança de que no futuro tudo estará bem melhor. (Eli Halfoun)
É fundamental prevenir mulheres e homens contra o câncer de mama
por Eli Halfoun
Por mais que se façam
fundamentais campanhas de prevenção, o Brasil ainda tem, segundo dados oficiais,
576 mil novos casos de câncer por ano. Estatísticas confirmam que o câncer de
mama ainda é o mais comum e fatal nas mulheres e o de próstata nos homens.
Diante dos números uma pergunta se faz inevitável: será que estamos conduzindo
bem nossas campanhas de prevenção? Talvez fosse o caso de fazer campanhas
preventivas de mais fácil entendimento e que realmente possibilitem para a
maioria da população aprender a prevenir-se para não precisar chegar até um
hospital em uma fase adiantada da doença que certamente será fatal até porque
os hospitais ainda não oferecem em sua maioria, atendimentos adequados.
Campanhas de prevenção são
fundamentais e deveriam ser para todos. Não entendo o motivo de nunca realizarem
campanhas de prevenção contra o câncer de mama masculino: os especialistas com
que conversei dizem que campanhas para prevenir o câncer de mana masculino não
são feitas simplesmente porque o índice de homens vítimas da doença é pequeno
e, portanto, não impõe a necessidade de uma campanha de prevenção. Ora, se
campanhas de prevenção são justamente para evitar ou no mínimo diminuir o número
de casos é de se supor que no caso do câncer de mama masculino índice o poderia
ser zero, se os homens soubessem e acreditassem que câncer de mama também
atinge o sexo masculino que não tem seio, mas tem mama – uma mama que pode ficar
tão doente quanto a das mulheres. Prevenir é um verbo que deve ser conjugado por
todos os sexos e em todas as doenças. Se não temos capacidade de cuidar adequadamente
de todos os doentes que tenhamos pelo menos a capacidade de evitar que a população
fique doente e morra se atendimento hospitalar. (Eli
Halfoun)
Paparazzi X artistas: essa briga precisa terminar. parar de se esconder
por Eli Halfoun
Em entrevista ao jornal O
Dia, do Rio, o ator Thiago Rodrigues (atualmente na novela “Além do Horizonte”) levanta
novamente a velha questão da busca de certa parte da imprensa (já é toda) por
fotos e fatos que revelem a intimidade dos ídolos. É uma discussão antiga e
como tantas outras nunca terá fim. O assédio da imprensa aos ídolos sempre
existiu e, no cinema, o ator Clark Gable vivia sendo perseguido por fotógrafos
que, na época, nem eram chamados de paparazzi. Conta-se, inclusive, que, um dia, Gable, cansado de tantas fotos escondidas, resolveu vingar-se dos fotógrafos e
sempre que percebia a presença de um ou mais tirava a dentadura, segurava-a nas
mãos e permitia as fotos. Aos fotógrafos especializados em digamos flagrantes
proibidos só interessa fotografar enquanto o artista se esconde. Portanto, é
fácil resolver o problema, com, aliás, muitos resolveram: basta parar, fazer
pose e pronto os fotógrafos perderão inteiramente o interesse por tratar-se de
um foto comum (se bem que hoje ninguém está livre da câmera indiscreta e
invasiva de um telefone celular) Esse tipo de assédio que realmente incomoda
muita gente, aumentou muito com o sucesso da televisão que popularizou atores e
criou certa “intimidade” entre o ídolo e os fãs sempre curiosos, querendo saber
mais sobre seus ídolos, de preferência sobre as intimidades porque,convenhamos
o ser humano é muito curioso, gosta de fofoca e não fica satisfeito
com as entrevistas e reportagens praticamente oficiais. O ator Thiago
Rodrigues está coberto de razão quando reclama da perseguição que ele e seus colegas
sofrem. Faz parte do jogo, sim, mas nem tanto: a mídia também precisa começar a
respeitar a intimidade dos ídolos que se estão expostos pela televisão, não
precisam ter suas vidas limitadas quando não estão trabalhando.
Nilton Santos: a "Enciclopédia" vira a página...
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| Reprodução da capa da Edição Especial da Manchete Esportiva. Nilton Santos, em pé, entre Belinni, Orlando e Gilmar, na Suécia, 1958, há 55 anos.. |
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| Antes de embarcar para a Suécia, a Seleção treinou em Poços de Caldas. Na foto aparecem Bellini, Feola, Nilton e Mauro. Reprodução Manchete Esportiva. Foto de Jáder Neves. |
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| Ao lado de Didi e Pepe, Nilton Santos tiar as medidas para o uniforme oficial de 1958. O time não sabia mas já preparava o figurino de campeão. Reprodução Manchete Esportiva. Foto Jáder Neves |
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| Comemoração no vestiário. Nilton Santos e Garrincha felizes com o título de campeões do mundo de 1958. Manchete Esportiva. Foto Jáder Neves |
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| O gol que virou lenda. O Brasil jogava contra a Áustria. Nilton sai da defesa e leva a bola até o gol. Foi o segundo da vitória do Brasil por 3x0. |
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| Os campeões em poster da Manchete Esportiva. Reprodução. |
"Desrespeitando o técnico Feola, Nilton Santos não pôde deixar de aproveitar o corredor aberto na sua frente. Tomando a bola do zagueirO Halla, caminhou decidido para a área e entregou a Mazzola que, acossado, devolveu-lhe a pelota. Calmo como sempre, Nilton atraiu o goleiro Szanwald, que saiu do gol, e colocou como quis". Assim o repórter Ney Bianchi, que cobriu a Copa de 1958, para a Manchete, com o fotógrafo Jáder Neves, descreveu um gol que entrou para a história. Na matéria "Os onze leões de Solna", título que lembra "as onze feras de Saldanha (que rotularia o time campeão em 1970), a Manchete Esportiva dá notas aos jogadores. A atuação de Nilton Santos na Suécia é descrita assim: "Cumpriu uma performance excepcional. Dominou todo o costado esquerdo da cancha e ainda encontrou tempo para apoiar decisivamente o ataque. Quando o time sueco perdeu o gás, foi pra frente. O passe para o quinto gol de Pelé foi seu". O ex-lateral do Botafogo e da Seleção Brasileira morreu ontem, no Rio, aos 88 anos. Sobre a elegância em campo e a habilidade de Nilton Santos, a eterna "Enciclopédia do Futebol", as imagens falam muito mais. Veja os vídeos abaixo.
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Felipão tem na simplicidade de torcedor o sucesso de comando
por Eli Halfoun
Futebol é um esporte (hoje
muito mais um negócio) tão mágico que consegue driblar até o pessimismo da
torcida. Quer ver? Não faz muito tempo a seleção brasileira era vista como muito
ruim e sem a menor chance de conquistar o hexa em seu país. Agora é diferente: a
mesma seleção desacreditada passou a ser a favorita para o título da próxima
Copa. É sem dúvida uma mágica emocional: os mesmos jogadores convocados pelo
técnico Felipão passaram pelas mãos (e na mesma seleção) de todos os técnicos
que antecederam Felipão. É claro que no otimismo da torcida as boas vitórias
conquistadas tiveram enorme influência, mas é a presença de Felipão no comando
do time que exerce a maior força no novo otimismo do torcedor. A imagem que
Felipão passa é a de um torcedor experiente no comando do time. O segredo de Felipão
está na capacidade de atrair nos jogadores o desejo de vitória e na torcida a
certeza de que o time está bem comandado. Felipão é um profissional simples e
que não tem a vaidade de ser o “professor”: é um profissional que conhece
futebol e que ao contrário de outros técnicos tem apenas uma regra; animar o
grupo sob seu comando e a partir disso animar também os torcedores que como os
jogadores acabam entrando em campo com Felipão no comando. Repare só que os técnicos
mais vitoriosos no Brasil e o futebol mundial, são justamente aqueles que não
ficam inventando teorias de jogo e nem ditando regras. Simplesmente fazem seis
times jogarem futebol. Futebol bem jogado e competitivo é só o que a torcida
quer ver parta acreditar em um futebol campeão como o nosso. (Eli Halfoun)
Militares não aprendem e preparam festas para comemorar a “Revolução de 1964”
por Eli Halfoun
Os militares que não se
conformam com a retomada da democracia no país também planejam fazer um grande
movimento no período eleitoral: clubes militares de todo o país trabalham para
organizar uma programação de festas em março para comemorar os 50 anos da
“Revolução de 1964”, da qual ainda se orgulham e nunca se referem a ela como um
golpe militar. Embora não tenham nada para comemorar prometem reuniões,
palestras e festas. Mesmo sabendo que no Brasil ditadura nunca mais. (Eli Halfoun)
Genoino: cuidados especiais com a saúde e com a opinião pública
por Eli Halfoun
Entre todos os mensaleiros
já recolhidos ao xadrez, o ainda deputado José Genoino (provavelmente terá seu
mandato cassado pela mesma Câmara que não cassou o do também deputado-prisioneiro
Natan Donadon) é o que mais tem sido julgado e comentado publicamente. Não era
segredo para ninguém que Genoino tinha sido submetido a difícil uma cirurgia
cardíaca e que precisa de cuidados especiais, que na cadeia certamente não
terá. Ninguém tem dúvidas de que Genoino precisa pagar pelos malfeitos que
cometeu, mas do jeito que estão encaminhando sua prisão o que se comete é uma
desumanidade - um quase assassinato com requintes de crueldade Genoino é um
homem doente que pode morrer a qualquer momento se não tiver os cuidados adequados.
Acredito que é exatamente nesse perigo de morte que está o problema maior em
relação a Genoino. Se ele morre na cadeia a opinião pública passará
imediatamente a considerá-lo uma vítima do sistema judiciário e carcerário
desse país que em matéria de cadeia oferece o que há de pior e não ajuda a recuperar
ninguém para a sociedade. A morte anunciada e apressada transformaria Genoino em
um mártir e em um herói. Que ele até poderia ter sido se não tivesse metido a
mão nessa vergonhosa e suja cumbuca do mensalão. As condenações dos mensaleiros
não podem ser vistas com piedade, o que devolveria ao país uma impunidade que
ainda nem acabou. Genoino deve ser tratado sim como um condenado, mas nunca
com a desumanidade que se tem cometido contra um homem doente, que é, aliás, a
mesma desumanidade que o Brasil comete em todos os hospitais públicos do país.
Genoino precisa sim de cuidados especiais de saúde. Todos os brasileiros também
precisam, mesmo que não sejam cuidados tão especiais. Basta que sejam cuidados com
a saúde. (Eli Halfoun)
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Rio, São Paulo e Brasília recebem inédito festival de filmes russos
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| Cartaz de “Meu Pai Baryshnikov”, de Dmitry Povolostsky e Mark Drugoy, destaque da Semana de Filmes Russos |
Rio: Abertura: 25 de novembro. Mostra de 24 a 30 de novembro, no Espaço Itaú de Cinema, na Praia de Botafogo, 316; Brasília: Mostra de 27 de novembro a 4 de dezembro, no Espaço Itaú de Cinema, STSGCV s/número, Lote 22, Loja âncora 3A, 2.º pavimento, Guará;São Paulo: Mostra de 28 de novembro a 5 de dezembro, no Espaço Itaú de Cinema, Rua Augusta, 1.475, Cerqueira César
Entre os filmes, LENDA 17 (Legendary Number 17), sobre o histórico torneio de hóquei no gelo entre as seleções da União Soviética e do Canadá em 1972 revelou ao mundo uma grande estrela, o lendário camisa 17 Valéri Kharlamov, que garantiu a vitória triunfal dos russos por 7 a 3 e marcou o começo de uma nova era neste esporte; MEU PAI BARYSHNIKOV (My dad is Baryshnikov); UM JOGO DE HOMENS E MULHERES (A Game Between Men and Women); SUBTENENTE ROMASHOV (Romashov Sub-Lieutenant); AMOR COM SOTAQUE (Love with Accent); JUDAS (Judas); REDENÇÃO (Redemption).
VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA NO SITE DIÁRIO DA RÚSSIA.
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