domingo, 10 de janeiro de 2021

Há um ano, o vírus Sars-Cov-2 fazia a primeira vítima. Um organismo microscópico mudou o planeta para sempre


O mercado de Wuhan pode ter sido o ponto zero da pandemia global. Foto Twitter

Há um ano, em 10/1/2020, morria a primeira vítima oficial da Covid-19. Um homem de 61 anos, frequentador assíduo do mercado de Wuhan, cidade de 11 milhões de habitantes. Mas provavelmente o mundo jamais saberá quem foi a verdadeira vítima número 1. O vírus pode ter aparecido meses antes.

Infectologistas chineses constataram que o SARS-CoV-2, identificado em novembro de 2019 chegou tão devastador que já deveria estar circulando há algum tempo.

O nome da primeira vítima jamais foi divulgado pelas autoridades que anunciaram o óbito no dia seguinte.

O SARS-CoV-2 é medido em nanômetros, algo como um bilionésimo de um metro, tamanho inimaginável para um leigo, mas foi capaz de contaminar o planeta. E veio para ficar.

A OMS contabiliza hoje 1 919 126 mortes no mundo. Um esforço sem precedentes dos cientistas de vários países fez com que vacinas fossem desenvolvidas em tempo recorde. Surgiu a esperança. Mais de 50 países já estão em campanhas de vacinação.

O Brasil, por culpa de um presidente desequilibrado que debocha do vírus e politiza a tragédia, ainda patina. A contagem de mortos ainda avança mais do que as providências do governo genocida,

Um comentário:

J.A.Barros disse...

Esse governo pagará um preço muito alto pela sua negligência no combate ao novo coronavírus e no abandono a que deixou o povo brasileiro à mercê desse vírus fatal, que ao que tudo indica, veio para ficar. Esse desleixo e cínico falta de apoio ao povo, será respondido nas próximas eleições presidências. Não pense o atual presidente, que o povo brasileiro se esquecerá de como foi esquecido e esnobado no enfrentamento ao Covid–19. Mais de 200 mil mortos já se encontram nos números das estatísticas e pela tendência de alta do contágio em vários estados brasileiros, notadamente na Amazônia, o número de mortos deverá aumentar consideravelmente. Um Ministro da Saúde que não é médico, na verdade um general do Exército que caiu de paraquedas, no cargo de ministro, um presidente do país, ex–capitão do Exército, que também não é médico, se arvora em receitar remédios – excluídos pela OMS por sua ineficácia no combate ao Covid–19 – como o fármaco que irá vencer esse fatal vírus, poderá ser surpreendido no resultado das eleições. O povo não esquece de quem o exclue e o maltrata. O brasil será o último país a vacinar o seu povo. Não ambicionamos o primeiro lugar nas estatísticas mundiais, mas também não ambicionamos sermos os últimos.