quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
O contribuinte é vitima, o contribuinte paga a conta
Influenciadores na mira da lei. Caso Choquei e a fake news assassina. O "aviãozinho" malandro e o banco muito "izperto"
por Ed Sá
O trágico Caso Choquei - o site de fofocas que publicou a fake news que angustiou a menina Jéssica Canedo e a levou ao suicídio; a parceria de influencers famosos com portal que promove o jogo do "aviãozinho" e recebeu queixas de internautas que acusam a empresa de não pagar os ganhadores de quantias mais altas; e o Girabank, montado em sociedade com influenciadores e que é acusado de impedir o resgate de depósitos dos contistas, acendem alerta nas redes. Em foco, o pessoal que tem milhões de seguidores e usa esse poder para recomendar produtos financeiros e muitas vezes impulsionar fraudes ou simplesmente publicar fake news, notícias maldosas e irresponsáveis. São as plataformas 171.
Já passou da hora de o Brasil aprovar legislação que responsabilize os donos dessas páginas por manipulação dos seus seguidores, autoria direta e cumplicidade em esquemas fraudulentos e em agressões e crimes variados. Se houver regras legais sobre isso talvez os influenciadores passem a atentar para a ética e investigar seus patrocinadores antes de ajudar muitos pilantras a enganarem milhares de pessoas.
terça-feira, 26 de dezembro de 2023
Futebol: o retiro dos artistas
por Niko Bolontrim
A imprensa esportiva - e não apenas a mídia brasileira - deve achar que o torcedor é idiota. Uns e outros estão aí festejando o Christiano Ronaldo como o maior artilheiro de 2023. Caros, um gol do Haaland, na Champions, vale 10 gols do R7 nas peladas da Arábia Saudita. Um gol do Mbappe vale 15 gols do Messi na Flórida onde o futebol e também indigente. Não dá para comoarar. Os árabes vão investir bilhões e contratar uma multidão de craques em fim de carreira até que a bola ganhe alguma inteligência no deserto. Mas isso não importa para veículos que vislumbram alguma chance de morder um pouco do patrocínio dos sheiks. Daí, levam a sério o futebol que se pratica no Golfo e na Flórida, na China etc. Messi está certo. Foi curtir a aposentadoria em Miami onde, aliás, os estadunidenses coroas vão curtir sol e coqueiros antes de bater as botas. R7 não deve ser criticado. Não tinha mais pernas para jogar na Europa e foi ganhar sobrevida com os petrodólares dos sheiks. Neymar não mais cogitado por times de ponta do futebol digno desse nome descolou uma licença médica remunerada nas Arábias. Está no estaleiro e só deve voltar a jogar, se voltar, no segundo semestre do ano que vem. Luiz Suarez tamvrm sabe das coisas. Depois de uma boa passagem pelo Grêmio, percebeu que o Brasileirão era puxado demais para a sua idade. Esperto, foi para onde? Para a Flórida descolar alguns milhares de dólares antes de trocar as chuteiras pelo pijama. Todos os citados acima são jogadores de talento respeitável. Ninguém dúvida. Mas estão atuando nas ligas dos quase inativos. Merecem o descanso remunerado em ligas que, com todo o respeito, mais parecem o retiro dos artistas.
Mídia: jornalismo do Estadão precisa passar por estação de tratamento de resíduos fecais
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| Reprodução X |
Do Globo, hoje: programa do governo cria "emendas religiosas" e ensina como sequestrar a democracia
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| Título de matéria |
O comentário que se segue é do blog.
Igrejas estão há muito turbinadas com verbas públicas de estados, municípios e governo federal para montagem de "clínicas" e instituições de "assistência". Na mesma proporção são frequentes denúncias publicadas na mídia de desvios de dinheiro (a fiscalização é nula) e de maus tratos de pacientes em muitas dessas arapucas montadas para uso político como parte da expansão ideológica de igrejas neopentecostais.
A vítima maior é a democracia.
O futuro dirá.
Ao lado de isenções de impostos que alcançam bilhões de reais, "convênios" como esses não são novidades. Todos os governos e de todos os partidos fazem isso. O que Lula e o Ministério do Desenvolvimento Social, com Wellington Dias à frente, estão implementando é tornar a prática uma política de Estado. É criar as "emendas" religiosas. A propósito, questionado pelo Estadão, Dias já afirmou que é católico e a esposa e filhos são evangélicos.
A ironia é que o governo federal organiza um evento para marcar o 8 de Janeiro como o dia em que a Democracia venceu o golpe. Pois a maioria dessas igrejas que vão receber benesses apoiou o golpe, pastores pregaram abertamente a sedição e muitas "ovelhas" ferozes estiveram nas invasões dos Poderes. São claramente, e não negam, aliados da ultradireita.
Lula talvez não saiba, mas nessas organizações existem coisas "cura gay", "regeneração" de praticantes de religiões de origem africana, "expulsão do diabo do corpo dos dependentes químicos" etc.
Não se trata de crítica a religiões. É política, estúpido! É a indústria religiosa em ação, avançando na sua anunciada montagem de um complexo político para ocupação do Estado. Cada vez mais, como mostra a notícia, com a ajuda da vítima, o proprio Estado Laico. Não há mais esperança de que esse processo seja revertido no Brasil. Não há no horizonte uma política que um dia defenda a privatização das igrejas neopentecostais e impeça o sequestro da democracia.
segunda-feira, 25 de dezembro de 2023
Javier Miley e o massacre da serra elétrica
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| O personagem Leatherface, do filme Massacre da Serra Elétrica, inspira Javier Miley. Foto Divulgação |
por José Esmeraldo Gonçalves
Javier Milei é um fascista debochado com traços de crueldade e psicopatia galopante. Como segue a cartilha neoliberal recebe apoio das oligarquias da mídia brasileira. Outro dia a Globo News foi buscar Mailson da Nóbrega, ex-ministro de José Sarney para convencer a audiência de que Milei é gênio. Mailson tem nome o obra ligados a fracassos. Cruzado Novo, Plano Verão, hiperinflação e incompetência para negociar a dívida externa no fim dos anos 1980. Pois o ministro desastrado apoia as medidas de Javier Milei. Teme apenas que o Congresso argentino derrube o pacotão neoliberal. "Está no caminho certo", disse Mailson. O "certo", para ele, é fazer aumentar a pobreza no país, confiscar percentuais das aposentadorias, liberar preços e condições dos aluguéis, impor regras selvagens para empregos e salários, beneficiar os ricos e levar a privataria ao extremo.
Entre outros absurdos, Milei e sua junta de maníacos bolaram até uma legislação que é símbolo do deboche: empresários podem pagar salários em qualquer moeda, bens ou objetos. Cachos de bananas, por exemplo. Isso mesmo. No fim do mês o trabalhador passa no caixa e recebe pencas da fruta de acordo com o preço de ocasião. Se o funcionário tem que pagar o aluguel no dia seguinte, deve correr à feira mais próxima para vender o produto. O locatário não vai aceitar o pagamento em hortifruti, claro.
Dizem que Milei sofreu bullying e abusos quando jovem. Trata- de uma doença social que alcança muitos estudantes. A maioria consegue superar o trauma, outros carregam a mágoa e, em casos extremos se vingam dos algozes invadindo colégios e metralhando pessoas. Poucas horas depois da posse, Javier Milei já demonstrou que a presidência é a sua vingança e o povo da Argentina a sua vítima. Milei nada mais é do que um "serial killer" adormecido que usa a caneta como arma. Não por acaso, adotou como símbolo do seu programa de governo a serra elétrica.
Miley é o Leatherface da vida real.
Quanto a Mailson da Nóbrega, deve lamentar não ter decretado a banana como moeda trabalhista nos seus tempos de ministro de José Sarney e "cérebro" do Plano Verão. Sabendo-se que o Brasil tem mais variedade de frutas do que a Argentina, os empregadores e o governo iriam se dar bem. Além de bananas, jaboticabas, usariam abacaxis, pitombas, mamão, umbu, cajarana e côco para pagar salários, décimo terceiro, aposentadorias, FGTS, horas extras e auxílio doença etc.
Se Milei transformar a Argentina em uma imensa Ceasa, Mailson vai achar do cacete e a Globo News vai convidá-lo mais vezes para nós ensinar que banana tem vitamina e faz a economia crescer.
sábado, 23 de dezembro de 2023
sexta-feira, 22 de dezembro de 2023
Se a iguaria de Natal fosse global, o troféu do Mundial de Clubes deveria ser uma rabanada
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| Guardiola deixou Diniz sem rumo. Foto FIFA |
por Niko Bolontrim
O técnico Diniz, no jogo contra o Manchester City, lembrou Tite no segundo tempo dos dois jogos em que foi despachado das Copas da Rússia e do Catar: nada a fazer a não ser pensar no que dizer nas coletivas após as derrotas. Ambos falam difícil, são intelectuais da bola. Os dois são chegados a auto-ajuda.
O Mundial esteve longe do alcance do Flu, mas Guardiola não precisava ter dado esse nó de quatro voltas no Diniz. Quatro a zero foi sacanagem.
Mas, para consolar o tricolor, esse título é meio mais ou menos. Nos anos 1960 começou com certa relevância por confrontar times brasileiros (na verdade o Santos em sua fase áurea), argentinos e uruguaios com equipes europeias em jogos de ida e volta. O time paulista ganhou dois títulos (contra Benfica e Milan). Essa fórmula não vingou, times como Ajax e Bayern chegaram a se recusar a jogar, tinham coisa melhor para fazer, e só anos depois surgiu a Copa Toyota que era uma espécie de festa da firma da marca japonesa. A FIFA organizou em seguida uma versão de mundial sem muito sentido, no Maracanã, apenas um "evento" que a entidade armou. E foi acabar nas Arábias para divertir beduíno. A FIFA imaginou jogos eliminatórios insuportáveis de se assistir para "legitimar" a coisa. Também não deu muito certo. É continua algo natalino como a rabanada.
Agora a entidade que quer ser mãe de todos as bolas vai organizar um mundial de clubes ao estilo de copa do mundo reunindo representantes de todos os continentes. É que a FIFA teme perder o controle sobre o futebol. Atualmente, o torneio mais importante de clubes é a Champions, que não é da FIFA; a própria Copa da UEFA, onde a FIFA não bota a mão, mostra mais qualidade em campo do que a surrada Copa do Mundo, que vai piorar na próxima edição ao reunir 46 seleções, sendo que a maioria é de perebas de várias etnias.
Daí, ainda com a UEFA nos seus calcanhares, a FIFA bolou o novo formato do mundial de clubes com mudanças em duas etapas a partir do ano que vem e uma Copa do Mundo de Clubes prevista para os Estados Unidos em 2025. Vai melhorar? Talvez. Serão 36 times mas pelo menos chegar às finais implicará em um caminho mais competitivo, mas em geral não livrará o torcedor de assistir jogo chatos entre times de continentes onde a bola ainda é quadrada.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
Fotomemória - A casa da Rua Codajás onde Tom Jobim compôs Wave, Sabiá, Retrato em Branco e Preto...
terça-feira, 19 de dezembro de 2023
segunda-feira, 18 de dezembro de 2023
Paul McCartney pode ser preso a qualquer momento
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| Reprodução X |
Coitado. O ex-beatle não tem ideia de quem são as pessoas que adentraram o camarim na cota da produção. Penetras de foto são comuns. Acontece que a figura em questão, à direita, praticamente já posou com todos os pilantras da vida nacional. Alguns saíram da foto e entraram em cana. As redes sociais se divertem com as coincidências. Paul não foi alertado sobre isso. Vai pagar caro em moeda de ziquizira.
domingo, 17 de dezembro de 2023
Milei, autoritarismo e vaias
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| Imagem reproduzida do 245 |
por Pedro Juan Bittencourt (Panis)
Milei foi votar junto aos sócios do Boca e imaginou colher aplausos. Longe disso, tomou vaias segundo informou o portal 245. Além das medidas econômicas que penalizam a pobreza (mais de 40% da população) e favorecem os ricos, ele baixou decretos que criminalizam manifestações e protestos. Milei sinaliza que buscará no autoritarismo inspirado na ditadura de 1976 sustentação para o seu programa elitista de governo. Hoje o jornalista do canal LN Eduardo Serenelli, ligado ao ex-presidente Macri, atual tutor de Milei, sugeriu que os argentinos passem a comer apenas uma refeição por dia para colaborar com a recuperação da economia prometida pelo governo de ultra direita.
segunda-feira, 11 de dezembro de 2023
Milei é o novo crush da Globo News
sábado, 9 de dezembro de 2023
Braskem: a origem do crime em Maceió
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| Nos anos 1970, manifestação de moradores contra a mineração de sal gema na área urbana de Maceió. Foto: Reprodução |
sexta-feira, 8 de dezembro de 2023
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
Neymar recebe seu maior troféu
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| Reprodução X |
por Niko Bolontrin
Neymar está perto de completar mil dias afastado dos campos desde 2018. E deve ter quase o mesmo número de presença em festas e baladas.
Em função de contusões frequentes perdeu jogos importantes e decisivos no Barcelona, PSG, Seleção e, agora, Al Hilal. Ausentou-se em jogos dos campeonatos francês, espanhol, Champions e Copa do Mundo. Em matéria de títulos teve uma carreira de soma sofrível para um jogador de primeiro nível da sua geração.
Atualmente em mais um período de recuperação após cirurgia no joelho, Neymar teve um encontro com o parça Jair Bolsonaro. Deu match. Não se sabe exatamente sobre o que conversam. Quando Bolsonaro era presidente, um dos assuntos possivelmente era uma dívida do jogador à Receita Federal. Rolava um papo sobre isso entre um pão com Leite Moça e uma
Na semana passada, finalmente, Neymar, que é meio desprovido de prêmios individuais, recebeu o que deve considerar seu maior troféu. O Bozo lhe entregou a “medalha dos 3 ‘is’: ‘Imbrochável’, ‘imorrível’ e ‘incomível'”.
As redes sociais se divertiram com a cena ridícula de entrega de tamanha e tão idiota láurea. Mas Neymar merece o vexame. Um dos memes faz uma comparação com as bolas de ouro (que Neymar nunca conseguiu) de Messi, CR7 e Martha.
Maldosos insinuam que há dúvidas e Neymar e seu parça Bozo se encaixam em dois dos três itens, além, é claro, do "imorrivel".
Onde você mora? Na Rua dos Canalhas, número 1964...
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| Título de matéria do Globo |
por Ed Sá
Editorias de economia dos jornais são abusadas pelo mercado
O editorial do Globo de hoje, inconformado com bom desempenho da economia ao fechar 2023, chuta do meio do campo e usa um "mas" safado para informar que em 2024 o governo Lula vai "s3 fu4der".
domingo, 3 de dezembro de 2023
Mídia - A resposta da democracia ao "jornalismo-jagunço" e o desabafo de Luna Zarattini, neta de Ricardo Zarattini
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| Reprodução X |
https://x.com/cynaramenezes/status/1730966193874341907?t=8Io0LqOTBinqTllRzttR4A&s=03
Para entender o caso acesse o link do STF
https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=521066&ori=1
sábado, 2 de dezembro de 2023
Racismo e xenofobia avançam em Portugal sob a sombra do crescimento do neonazismo
sexta-feira, 1 de dezembro de 2023
Liberação dos vapes: os coveiros vão se amarrar...
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) toma decisões que impactam a saúde. E também a vida e a morte. Coube à Anvisa, por exemplo, liberar para comercialização no Brasil agrotóxicos proibidos em outros países. Na prática, com aval político sempre suspeito, cedeu ao poderoso lobby do setor.
Um nazista no governo do "ultraliberal" (como Globo prefere chamar a ultradireita) Milei. Existe naziliberal, Globo?
Javier Milei, o ultradireita que os argentinos elegeram (e os veículos do Grupo Globo preferem chamar de ultraliberal) acaba de nomear um nazista para a procuradoria do Tesouro. Outros virão. A direita argentina não se diferencia da rede nazista que viceja no país. E não são "neonazistas" são nazistas-raiz. O nazi Rodolfo Barra admite que foi nazista, participou de atentado contra instituição judaica, mas se "arrependeu".
quinta-feira, 30 de novembro de 2023
O capeta recebe Henry Kissinger
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| 1975: Kissinger, o jogador Marinho e o então ditador de plantão Ernesto Geisel. Foto Manchete. |
Henry Kissinger, então secretário de Estado, visitou o Brasil em 1975. Foi recebido no Congresso e passeou com o general Geisel, o gorila de plantão na ditadura. Curiosamente, enquanto o arquiteto de guerras perambulava pelo Brasil, a capa da Manchete mostrava a correria em Saigon quando guerrilheiros e tropas de Ho Chi Min ganhavam a periferia da cidade.
Um carniceiro nem sempre precisa por a mão em armas. Kissinger talvez nem soubesse atirar. No fim, viveu muito mais do que suas milhares de vítimas na Ásia, na África, na América do Sul. Ele esteve por trás de incontáveis carnificinas. Autorizou, por exemplo, junto com Nixon, bombardeios de napalm e pesticidas no Vietnã. "Queima tudo", era a política. Com um agravante: sem que decisões desse tipo passassem pelo Congresso. Apoiou as ditaduras na América do Sul, com todo o pacote de intervenção dos Estados Unidos, dólares para montagem de máquinas de mortes, cursos de técnicas de tortura para militares e policiais da Argentina, Chile e Brasil. Uma característica da época foi a eliminação de líderes de esquerda em todo o mundo. Para Kissinger, isso era parte da Guerra Fria. Na Indonésia, foi "conselheiro" de uma operação que resultou em 100 mil mortos.
Apesar de tudo isso, Kissinger recebeu o Nobel da Paz. Algum sueco bêbado o julgou merecedor por supostamente ser o articulador do fim da guerra do Vietnã quando o seu objetivo era apenas iniciar a retirada das tropas estadunidenses do Sudeste Asiático. Era a tentativa de evitar um desastre militar incomensurável e, com isso, livrar a cara dos republicanos alvos da rejeição dos eleitores cansados de receber jovens soldados em sacos pretos. Danos colaterais, diria ele.
Kissinger morreu aos 100 anos. Não se sabe se pensou em tudo o que fez ou mostrou arrependimento. A frase que mais se aproxima disso, embora ainda distante, é algo como "fiz o que achava que estava preparado para fazer na época".
Ele foi defenestrado do cargo pelo democrata Jimmy Carter.
Se existe inferno, o carniceiro Mr. K. estará lá certamente como conselheiro do capeta. Experiência no cargo ele tem. E vai ter isso como destaque no Linkedin que o Chifrudo vai ler.
A morte de Kissinger lembra famosos versos de um cordel de José Pacheco sobre a chegada de Lampião ao inferno. O diabo, avisado da chegada do cangaceiro, ordenou que a segurança o barrasse...
Diga a ele que vá simbora/Só me chega gente ruim/Eu ando muito caipora/Eu já to inté com vontade/De botar mais da metade/Dos que têm aqui pra fora
Crime organizado domina a Amazônia: e a boiada passou
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| Ilustração reproduzida do G1 |
quarta-feira, 29 de novembro de 2023
GloboNews - Esperando Gonet ou "como é bom meu conservador na PGR"
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| Reprodução O Globo. Clique para ampliar |
Hoje, no Estúdio I da GloboNews, a apresentadora fez uma espécie de "divulgação" de Paulo Gonet. Boa gente, segundo os amigos dos amigos que ela "apurou". Uma diarréia de jornalismo declaratório. Algo que não chega a ser jornalismo. Deve ser útil nos portazinhos digitais da quinta série.
No mesmo programa, a jornalista Flávia Oliveira recolocou, em seguida e com fatos, o que significa Gonet na PGR. Se alguém tem mais dúvidas deve ler a coluna do Bernardo Mello Franco, do Globo, acima reproduzida.
A âncora em questão, por iniciativa própria ou a pedido do editor que, por sua vez, responde aos degraus acima, apenas caiu na arapuca de uma excrescência chamada jornalismo declaratório. Um troço condenável que só serve para veicular opiniões de credibilidade zero porque movidas por interesses pessoais. A curriola ouvida ficou na exaltação: fulano da PGR é durão, o fulano é independente, o fulano é praticamente o Ruy Barbosa ressuscitado.
Memórias da redação: como o Caso Carlinhos foi parar na Manchete





























