Quando se imagina que há algum profissionalismo descobre-se que, se a deturpação interessa à linha político-partidária do veículo, vale tudo. Parece incrível, mas o Estadão de ontem correu para publicar uma frase "exclusiva" de Lula. "A partir de agora, se me prenderem, eu viro heroi. Se me matarem, viro mártir. E se me deixarem solto, viro presidente de novo".
Uma frase tão histórica, que lembra Getúlio. Talvez, quem sabe, outrossim, merecesse uma apuração digna desse nome. Afinal, Lula estaria ameaçado de morte?
Que nada, a frase foi pescada na internet, embrulhada e despachada como se fosse um grande feito jornalístico. Pois é: a declaração bombástica era uma 'meme', uma dessas correntes apócrifas que circulam na web desde a semana passada nos whatapps e emails da vida. Pior que a falsa reportagem foi reproduzida pela mídia e a ficção ganhou destaque em sites de todo o país.
Serviu, pelo menos, para revelar um peculiar método de apuração do Estadão: busca no Google?, no Sensacionalista?
O Estadão foi procurado por repórteres para explicar a matéria falsa mas não se pronunciou.
Deve estar pesquisando a resposta na rede social.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Dilma já pode arrumar a mala...
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| Em junho do ano passado, o jornal Globo já chamava Dilma de "ex-presidente". |
quarta-feira, 9 de março de 2016
Nudez de repórter indenizada em 55 milhões de dólares
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| Erin Andrews/ Facebook |
O objetivo do perseguidor era fotografá-la na intimidade. Quando Erin se hospedou em um hotel perto da Universidade de Vanderbilt, noTennessee, em 2008, Barret deu um jeito de alugar o quarto ao lado. Em algum momento, inverteu a lente do olho mágico da porta do apartamento do seu alvo: a repórter loura, de 1m78.
Quando Erin se preparava para sair, após o banho, ele acoplou um câmera ao olho mágico e filmou o interior do apartamente, captando cenas de nudez da jornalista. Ele confessou que o seu objetivo era ganhar dinheiro. Tão logo conseguiu as imagens ofereceu o material ao site TMZ, que se recusou a comprar. Depois de desistir de vender o flagrante, Barret resolveu postá-lo na internet. Erin ficou chocada ao ver as cenas e decidiu processar tanto o perseguidor quanto o hotel Marriot, este por negligência. A justiça acaba de fixar em 55 milhões de dólares (mais de 200 milhões de reais) a indenização devida a Erin Andrews, que ainda não conseguiu retirar o vídeo de todos os sites da web. Erin já atuou em vários canais de esporte e conquistou um terceiro lugar no programa Dança dos Famosos.
terça-feira, 8 de março de 2016
Há 50 anos, um festival de besteiras assolava o país. Há 50 anos? Que nada, 1966 é hoje, diria Stanislaw Ponte Preta.
O livro "O Festival de Besteira que Assola o País", de Stanislaw Ponte Preta, foi lançado em 1966. Completa 50 anos nesta temporada que, como aquela, é um poço até aqui de inspiração. Sergio Porto - que trabalhou na Manchete e na Fatos & Fotos e foi o criador do Stanislaw -, extraia humor do cotidiano, com destaque para as pesadas sessões diárias do teatro político da ditadura.
Eram situações, no caso dos absurdos políticos, que provocavam risos, porque eram geralmente de um ridículo explícito, mas deixavam um traço de indignação.
Na abertura do livro, Stanislaw escreveu: "É difícil ao historiador precisar o dia em que o Festival de Besteira começou a assolar o país. Pouco depois da "redentora", cocorocas de diversas classes sociais e algumas autoridades que geralmente se dizem "otoridades", sentindo a oportunidade de aparecer, já que a "redentora", entre outras, incentivou a política do "dedurismo" (corruptela de dedo-durismo, isto é, a arte de apontar com o dedo um colega, um vizinho, o próximo, enfim, como corrupto ou subversivo - alguns apontavam dois dedos duros, para ambas as coisas), iniciando essa feia prática, advindo daí cada besteira que eu vou te contar".
Como o caso da força-tarefa do Dops que invadiu a casa de uma escritora e apreendeu um liquidificador. "Vejam que perigosa agente inimiga esta, que tinha um liquidificador escondido na própria casa", escreveu Stanislaw. Ou o delegado de BH que ameaçou prender o estilista Pierre Cardin, caso ele levasse minissaias para a capital mineira. O caso acabou em sessão na Assembleia onde um deputado bradou: "Ninguém levantará a saia da mulher mineira".
A mídia também alimentava o Febeapá. Ibrahim Sued publicou no Globo que um diplomata russo "que está no Brasil há dois anos foi expulso dos Estados Unidos há seis meses". O Dops foi a campo para prender o sujeito antes que o jornal saísse da banca. Mancada. Se o cara estava no Brasil há dois anos, não poderia ter sido expulso dos Estados Unidos há seis meses. O Dops pagou o mico que recebeu do jornal e teve que liberar o "perigoso" russo.
Stanislaw teria adorado a história do juiz e do capoteiro, o mais novo e divertido capítulo da Lava Jato. O juiz Moro convocou para depor o cidadão Jorge Washington Blanco. Estúdio pronto, luzes ligadas, câmeras idem, os procuradores se instalam na bancada. Tudo OK para a audiência e para o 'luz, câmera. ação' de mais um momento grave na vida nacional. Mas o que se segue é comédia pastelão. Quando todos aguardavam que a testemunha iniciasse a demolição da República ao se identificar como "operador" de milhões de dólares, dá-se um surpreendente diálogo:
Procurador: "O senhor pode esclarecer a sua atividade profissional durante o ano de 2009?"
Testemunha: "Eu sou capoteiro."
Procurador: "Capoteiro?"
Testemunha: "É."
Silêncio na corte. Era o homem errado, a hora errada, o local errado, a pergunta errada. Moro convocou um sujeito que não era o sujeito. Era um homônimo. "Uai, eu fiquei meio assim, falei: será que usaram meu nome nesse trem? Eu nunca me envolvi com nada errado. De uma hora pra outra aparece negócio de Lava Jato, coisa que eu vejo falar na televisão". Foi o desabafo do capoteiro de veículos Jorge Washington Blanco, No vídeo, a "força-tarefa" não pede nem desculpas. O juiz ainda pergunta se alguém tem alguma coisa a acrescentar. Não, ninguém tinha nada a comentar. Ao perceber o mico, a força-tarefa "largou os bets' como se diz "deixar pra lá" em Curitiba.
Deviam pelo menos mandar consertar as capotas e os estofados das viaturas na oficina do intimado, que faturaria alguma merreca para compensar o tempo perdido.
A pergunta que fica: estão pesquisando os nomes das testemunhas aonde? No Google?
VEJA O VÍDEO, CLIQUE AQUI
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| Reprodução |
O drama de Sharapova
segunda-feira, 7 de março de 2016
Vinil: a marola que virou onda. Matéria do Adweek mostra que as novas gerações digitais querem viver a experiência analógica
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| Reprodução Adweek |
Dizem que o craque Garrincha ouvia atentamente as detalhadas instruções dos treinadores e suas receitas que pareciam infalíveis para ganhar jogos e perguntava, em seguida: "Já combinaram com os russos?". "Russos", para Mané, era qualquer adversário.
Vale a analogia para as novas mídias que, segundo os analistas, tendiam a extinguir impiedosamente tecnologias que vieram antes. Mais ou menos, é o que tudo indica.
O caso dos antigos LPs, o vinil, parece desmentir cada vez mais essa tese. Decretaram o fim do vinil, mas esqueceram de combinar com os "russos", o consumidor.
Matéria no site Adweek mostra que o ressurgimento dos LPs, há alguns anos, não tinha nada de moda passageira.
Veja tópicos da matéria da Adweek.
- Toca-discos é um dos produtos mais vendidos na Amazon.
- O vinil vendeu nos Estados Unidos 12 milhões de unidades em 2015.
- Foram vendidos 1 milhão de toca-discos no ano passado. Isso por apenas uma empresa (Crosley).
- Uma das explicações para o fenômeno é que as gerações do milênio criadas no digital querem viver a experiência analógica. Querem a sensação tátil. O vinil não está sozinho no revival: estão de volta câmeras polaroides, cassetes e até a máquina de escrever Olivetti.
- É grande o apelo visual da capa do LP.
- Há emissoras de rádio nos Estados Unidos que se especializam em tocar vinil. A iHeartRadio, com quatro estações, é uma delas e conta com 260 milhões de ouvintes/mês.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO ADWEEK, CLIQUE AQUI
Kim Kardashian manda nudes pro mundo e quebra a web
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| Kim Kardashian compartilha seifie. Reprodução Instagram |
A foto está quebrando a web nesse momento. Por essas e por outras, a Playboy americana decidiu abolir a nudez das suas páginas. Fica difícil concorrer com celebridades que mal acordam, tiram a roupa, fazem selfie, postam no Instagram e globalizam nudes 0800. Recentemente, Kanye West declarou que está cheio de dívidas e pediu uma "ajuda" de um bilhão de dólares a Marl Zuckerberg, dono do Facebook. Ninguém levou a sério. Na legenda da foto que corre o mundo hoje, Kim Kardashian escreveu que "não tinha nada para vestir".
Jornal do Brasil: a história do repórter que ganhou um elevador como indenização trabalhista. Mas não levou.
Previsto para amanhã, dia 8 de março, o leilão da marca Jornal do Brasil, por determinação da 57ª Vara do Trabalho, é mais um capítulo na história de um dos títulos mais importantes da imprensa brasileira.
E simboliza, infelizmente, um drama comum na vida dos jornalistas. Na derrocada, grandes empresas de comunicação ignoram seus compromissos trabalhistas e a conta vai para o bolso dos mais fracos, os trabalhadores. Processos se arrastam na Justiça. Há numerosos casos. Vidas costumam ser quitadas antes das indenizações. A Bloch, por exemplo, faliu em 2000 e ainda não foram concluídos os pagamentos devidos aos ex-funcionários. Os jornalistas do Jornal do Brasil ainda lutam pelos seus direitos. O valor inicial do título do JB é 3,5 milhões de reais. Caso não haja licitante, o leiloeiro público, Nacif, fará uma segunda tentativa no dia 22 de março.Se o leilão se efetivar, o título irá parar nas mãos de uma ex-funcionária do JB. Será um bem mais valioso, certamente, do que o que coube ao repórter Marceu Vieira: um reluzente elevador. Que, aliás, segundo o texto publicado no blog do jornalista e reproduzido abaixo, foi a leilão mais de uma vez. "Mas, evidentemente, nenhum maluco apareceu querendo arrematá-lo", escreve Marceu.
"Meu coração insiste em ser juvenil. Apesar da idade que já rouba do corpo a condição de jovem, ele, meu coração, insiste em ser juvenil.
Tantos sentimentos antigos moram no meu coração. Esta renitência com a poesia. O casamento longevo e fiel e indissolúvel com a música. As ruas da infância em Morro Agudo. Aquele gol mal anulado no campinho do seu Lalinho. As noites de cantoria no Bar-Te-Papo. O sorriso de Adalgisa com suas promessas jamais cumpridas. Tanta coisa.
Meu coração invadido por segredos sem importância. Meu coração que há tantos anos me derruba e me revigora.
Meu coração esquecido num banco de praça em Vila de Cava. Meu coração atingido por uma bolada atrás de uma das balizas do campo do Morro Agudo Futebol Clube. Meu coração que dava voltas no salão nos bailes de carnaval do Vasquinho. Meu coração no trem 33 da Central do Brasil.
Por fim, meu coração que subia e descia nos elevadores de aço inox reluzente da entrada principal do “Jornal do Brasil”. Ou nos elevadores de trás, um deles de carga, que ia e vinha tão lento quanto lento sempre foi o meu coração no percurso entre o apego e o desapego.
Pois meu coração abre agora novamente seu baú de lembranças, muitas delas inúteis diante do julgamento da maioria, pra contar que é meu – é sério, é meu – um dos elevadores do velho JB, naquele prédio ainda tão impregnado de histórias da Avenida Brasil 500, no Rio, onde hoje funciona o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).
Não sei qual dos elevadores, mas que ele é meu, é meu. Pertence a este cronista digital. Alguém aí se interessa em comprar?
Peço perdão e licença a quem é mais jovem e talvez não consiga ver graça na memória de certas coisas. Perdão, licença.
A caixa postal do cronista já foi, inclusive, alvejada por críticas e sugestões assim, de gente que, em suas certezas sempre bem-vindas, recomenda mais reflexões sobre o presente ou especulações sobre o futuro, e “menos mimimi sobre o passado, Orfeu, quer dizer, Dirceu, ops, Lineu.”
Por “mimimi sobre o passado” entenda-se falar de coisas como o velho “Jornal do Brasil”, onde eu havia sido cronista pela última vez, num intervalo que já vai inteirar 18 anos – e onde ainda permanecem, hoje, vagando, as assombrações daquele jornal e… o meu elevador!
Às vezes, julgamos já ter dito tudo, e não dissemos. É o caso. Por isso, perdão. Por isso, licença. Quero contar que um dos elevadores do ex-JB, hoje Into, é meu.
Não é uma brincadeira. É sério. É meu mesmo. A diretoria do hospital nem deve suspeitar, mas eu poderia, talvez, se quisesse, instalar na porta de um daqueles elevadores um pedágio e cobrar, quem sabe, um real de cada maca.
Esta história começa quando saio daquele JB, em 1998, e não recebo tudo a que tenho direito. O velho “Jornal do Brasil” já cumpria o calvário que o levaria à morte, depois de anos de grave crise de indigência financeira e, por último, editorial.
O advogado que eu havia contratado, na época, nem chegou ao fim da ação pra incluir em seu currículo a conquista esquisita de se tornar sócio de um elevador, do qual ele seria dono de um percentual na forma de honorários. No meio do caminho, meu advogado, gente muito boa, rompeu com seu passado nos tribunais, desabafou comigo as suas decepções com certas esquinas do Judiciário, largou a profissão, mandou-se pra Shangri-La e subscreveu a ação pra um colega.
“Logo na minha vez o cara achou de pirar”, pensei. Mas tudo certo. O advogado que o sucedeu também era gente boa. A ação seguiu, foi julgada, ganhamos… mas não levamos. O JB deu o calote nas parcelas, a dívida voltou a ser a original, não a negociada, e, sob as ordens da juíza trabalhista, um oficial de Justiça foi levantar o que poderia ir a leilão no bololô da massa falida do finado jornal pra quitação do passivo.
Explico, antes que alguém pergunte. Sou credor não do título JB, arrendado ao empresário Nelson Tanure, mas da massa falida. Em linguagem de trabalhador caloteado, sou credor do que restou do falecido jornalão – coisas como o maquinário velho que imprimia aquele diário que tanto prazer nos deu, a mim e a várias outras gerações de jornalistas e leitores.
Apura daqui, olha dali, o moço oficial de Justiça listou o que havia de mais valor naquele edifício já fantasma. E o diamante do colar de rotativas velhas já imprestáveis e de paredes descascadas e de vasos sanitários carcomidos nos banheiros abandonados e do mobiliário em petição de miséria, enfim, de tudo listado, sobraram, com algum valor ainda, os reluzentes elevadores do “Jornal do Brasil”.
O meu elevador foi a leilão judicial algumas vezes, mas, evidentemente, nenhum maluco apareceu, querendo arrematá-lo.
Como eram bonitos aqueles elevadores, como eram mesmo. Aqueles elevadores já carregaram a pressa do Castelinho (saudade) pra entregar sua coluna, o sorriso cheio de ironias do Oldemário Touguinhó (saudade), a rabugice e o talento e a competência do Xico Vargas (saudade), a inteligência de tanta gente, o exemplo de tanta gente, ainda aqui entre nós ou já do lado de lá do balcão da enorme confraria da vida.
Como deviam sobrar empregos naquele Brasil em crise, até ainda há pouco governado pelo Sarney, com seus “marimbondos de fogo”. Cada elevador tinha um ascensorista uniformizado. “Sexto andar, por favor.”
No elevador de carga do JB cabia um Fusca, acho. Será aquele o meu? Ainda existe lá no Into? Ou será um daqueles da entrada principal, assépticos, que chegavam a dar na gente vontade de morar dentro deles? Talvez eu nunca saiba.
Ou serei dono de mais de um, a esta altura, com a dívida submetida a tantas correções e correções e correções e correções? Talvez eu nunca saiba também.
Mas me conforta, de alguma maneira, juro, saber que, além da família Nascimento Brito, talvez eu seja o único dono de alguma coisa física do amontoado de História que restou do velho JB original.
Depois da minha despedida, em 1998, jamais voltei àquele prédio, onde, só agora eu percebo, meu passado ainda teima em arrastar correntes. Predião tão bonito e moderno, com heliponto no teto. Espigão-orgulho de seus funcionários, onde conheci a mãe da minha filha caçula e fiz tantos amigos. Gigante vistoso de concreto, onde fui chefiado pelo Marcos Sá Corrêa, o mais brilhante diretor de redação que encontrei na vida, e onde aprendi a ser o avatar do Ancelmo Gois (nós por ele, ele por nós!). Edifício-monumento ao jornalismo brasileiro, onde ouvi pela primeira vez – e quem disse foi o mestre Vilas-Boas Corrêa – que eu era um cronista.
Alguém quer comprar meu elevador?"
Para ler no blog de Marceu Vieira, clique AQUI
O jornalista Sergio Costa, ex-Manchete e ElaEla, morre em Salvador, onde dirigia o jornal Correio
(do Correio da Bahia)
O jornalismo perdeu um de seus grandes mestres na noite deste domingo (6) em Salvador. Morreu o diretor-executivo do Jornal CORREIO Sergio Queiroz Costa, 55 anos. Ele foi vítima de um infarto em sua casa, em Salvador. Natural do Rio de Janeiro, Sergio veio para a Bahia em maio de 2009 para assumir a redação do CORREIO. Ele deixa mulher e três filhos.
Sérgio passou mal por volta das 18h40, em casa e foi socorrido por sua esposa, Rachel Vita. Médicos deram os primeiros socorros e uma ambulância do Samu chegou a ser acionada, mas o jornalista já estava sem os sinais vitais. O velório está marcado para acontecer nesta segunda-feira (7), das 7h às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Brotas, na Capela G.
Em setembro do ano passado ele passou para a diretoria-executiva do jornal, substituindo Luiz Alberto Albuquerque. Durante sua gestão no CORREIO, a equipe conquistou prêmios como Embratel, SND, INMA, Tim Lopes e foi seis vezes finalista do Esso. Sergio se formou em jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fez MBA pela Fundação Dom Cabral. Na vida profissional, ele passou por grandes jornais como Folha de S. Paulo, O Dia, ambos no Rio de Janeiro, e atuou nas revistas Manchete e Ele e Ela, da Bloch Editores.
Amigos, colegas e autoridades lamentaram a morte de Sergio. O presidente da Rede Bahia, ACM Junior, ressaltou a competência e o profissionalismo do jornalista. “Perdemos um grande amigo, um grande profissional e uma grande pessoa humana. Competente executivo e jornalista de primeira linha, tinha o respeito e admiração de todos que conviviam com ele. Pessoas como Sérgio Costa sempre permanecerão nas nossas mentes e nos nossos corações. Que Deus conforte sua família e o acolha na sua infinita misericórdia”, disse.
Acionista e Diretora do CORREIO, Renata Correia lembrou que o diretor-executivo foi uma das principais peças para colocar o jornal como líder no mercado. “A imprensa baiana perdeu um grande jornalista, um profissional admirável, ético que colocou o Correio na liderança do mercado. Sérgio conquistou o respeito de todos e por tudo isto merece todas as homenagens”, ressaltou.
O prefeito de Salvador, ACM Neto, lembrou o perfil nato de liderança que o diretor-executivo tinha. “Foi um grande profissional e amigo, que veio para a Bahia e construiu um novo conceito de jornal que hoje é referência em todo o país. Além de sua competência e talento, Sergio Costa era, antes de tudo, uma pessoa que agregava, que fazia amigos. Muitos que o conheceram de forma profissional logo tornaram-se seus amigos. Um profissional equilibrado que sabia formar e cuidar de quem estava sob o seu comando”, afirmou.
(do G1/Bahia)
Jornalista Sergio Costa morre de infarto aos 55 anos, em Salvador
Sergio era diretor-executivo do jornal Correio desde setembro de 2015.
Formado pela UFRJ, o jornalista tinha no currículo prêmios importantes.
O jornalista Sergio Costa, de 55 anos, morreu de infarto fulminante na tarde deste domingo (6) em Salvador. Ele era diretor-executivo do jornal Correio desde setembro de 2015; antes, ocupou o cargo de diretor de Redação por seis anos.
Sergio era carioca e se formou em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1982. Ele tinha especializações tanto na área editorial como em gestão administrativa, entre os quais um MBA pela Fundação Dom Cabral. Com 34 anos de carreira, o jornalista já passou por veículos como Folha de São Paulo (sucursal Rio), O Dia (RJ), revistas Manchetes e Ele e Ela, da Bloch Editores, além da assessoria de imprensa da ONU em Nova Iorque.
No comando da equipe do Correio, ele conquistou prêmios jornalísticos importantes, como Embratel, Tim Lopes, e esteve seis vezes entre os finalistas do Prêmio Esso. No currículo dele há três premiações internacionais de excelência gráfica da Society for News Design, por edição de capas de jornais.
Sergio deixa mulher e três filhos. O velório acontece de 7h às 11h desta segunda-feira (7) no cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas. Depois, o corpo será levado para o Rio de Janeiro, onde será enterrado.
Pesar
O governador da Bahia, Rui Costa, que está na China em viagem oficial, lamentou a morte de Sergio. Lembrou que ele "adotou a Bahia para exercer a sua profissão". "A imprensa baiana perde um profissional que soube valorizar o seu trabalho e os colegas", escreveu.
O prefeito de Salvador, ACM Neto, por meio de uma rede social, também lamentou a morte do jornalista. "Um grande profissional de amigo, que veio para a Bahia e construiu um novo conceito de jornal que hoje é referência em todo o país. Além da competência e talento, Sergio Costa era, antes de tudo, uma pessoa que agregava, que fazia amigos", disse.
O presidente da Rede Bahia, ACM Junior, afirmou que Sergio era "competente executivo e jornalista de primeira linha, tinha o respeito e admiração de todos que conviviam com ele". Renata Correia, acionista da Rede Bahia e diretora do Correio, destacou que Sergio era um profissional "admirável, ético, que colocou o Correio na liderança do mercado".
João Gomes, diretor-executivo da Rede Bahia e presidente da Associação Baiana de Mercado Publicitário, declarou que "a Rede Bahia perdeu um profissional exemplar e a imprensa baiana perdeu uma referência de bom jornalismo". Para Moacir Maciel, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade, foi "uma grande perda para o jornalismo e para o mercado". O presidente da Associação Baiana de Imprensa, Walter Pinheiro, reforçou que Sergio "contribuiu para o fortalecimento da imprensa baiana e nordestina".
Por meio de comunicado oficial, a Câmara de Vereadores de Salvador também lamentou a morte do jornalista. “Sergio Costa era um profissional respeitado que enriqueceu o jornalismo baiano. Além da competência na área jornalística, sempre buscava com diálogo, com equilíbrio e, sobretudo, com ética, o caminho do entendimento. Perdemos um amigo e neste momento de tristeza deixo em nome de todos os vereadores o nosso pesar. Que Deus conforte os seus familiares e amigos”, disse o presidente da Casa, vereador Paulo Câmara.
domingo, 6 de março de 2016
BRINCANDO DE ESPIÃO - O primeiro Natal do Muro de Berlim
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| Berlim, inverno de 1961: o autor diante do Portão de Brandenburgo. Foto: Arquivo Pessoal |
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| O jornalista no cenário da Guerra Fria. Ao fundo, a placa ACHTUNG! Sie verlassen jetzt WEST-BERLIN (ATENÇÃO! Você está deixando agora BERLIM OCIDENTAL). Foto: Arquivo Pessoal |
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| E em uma ainda precária torre de vigilância (o Muro havia sido erguido apenas quatro meses antes) do lado ocidental do Portão, na Pariser Platz. Foto: Arquivo Pessoal |
O filme de Spielberg Ponte dos Espiões me trouxe vivas
lembranças da primeira visita a Berlim, em dezembro de 1961, quando o Muro
tinha apenas quatro meses de idade. Eu diria – apelando para Shakespeare – que
aquele foi o inverno do meu descontentamento. Terminara um curso de jornalismo
em Paris, viajara o verão todo, vivera o sol da meia-noite na Finlândia e o sol
do meio-dia na Itália e de repente, sem dinheiro, só me restava voltar para
Curitiba.
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| "Ponte dos Espiões": Tom Hanks no papel de James Donovan, o advogado que defende um espião soviético capturado pelos americanos em plena Guerra Fria. |
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| Madrugada de 13 de agosto de 1061: começa a construção do Muro de Berlim. Foto DP |
Em contraste com o frio das ruas, os alemães se mostraram
muito calorosos. Além da tradição berlinense de hospitalidade, eles sabiam que
sua própria sobrevivência dependia de um trabalho inteligente de relações
públicas. Minha simpática personal interpreter, Ursula, levou-me um dia para
almoçar num restaurante asiático. Atraiu-nos no cardápio um prato indonésio,
Reistafel aos 48 temperos. O garçom disse era preciso encomendá-lo com 24 horas
de antecedência. Encomendamos e voltamos lá no dia seguinte para saborear nosso
sofisticado Reistafel. Às vezes eu me incorporava a um grupo de jornalistas
brasileiros, também em visita oficial.
Uma noite fomos a um coquetel no terraço
do Berlin Hilton, celebrava-se a estreia mundial do filme Julgamento em
Nurembergue. Vi de perto meus ídolos Montgomery Clift e Spencer Tracy, e a musa
do meu primeiro filme (O mágico de Oz), Judy Garland, uma ocasião rara: os três
morreriam respectivamente cinco, seis e oito anos depois.
Curiosamente, o advogado interpretado por Tom Hanks em Ponte dos Espiões, James Donovan, foi o assistente do promotor dos EUA nos Julgamentos de Nurembergue, e o encarregado de apresentar as provas visuais. Por pouco não cruzei com James Donovan em Berlim: ele chegaria à cidade um mês depois, em fevereiro de 1962, para promover a lendária troca de espiões.
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| Montgomery Clift em "Julgamento em Nurembergue" |
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| Judy Garland no mesmo filme |
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| O Berlin Hilton em cartão postal dos anos 1960. Então recém construído, o hotel era um centro nervoso da Guerra Fria. Do terraço, era possível avistar os lados ocidental e oriental de Berlim. |
Curiosamente, o advogado interpretado por Tom Hanks em Ponte dos Espiões, James Donovan, foi o assistente do promotor dos EUA nos Julgamentos de Nurembergue, e o encarregado de apresentar as provas visuais. Por pouco não cruzei com James Donovan em Berlim: ele chegaria à cidade um mês depois, em fevereiro de 1962, para promover a lendária troca de espiões.
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| Na ilustração, o Ballhaus Resi, onde a Berlim do pós-guerra tentava recuperar o clima vintage da era dos cabarés. |
Era esse o clima da cidade sitiada que tentava recuperar o
brilho da Berlim da década de 1920, os Anos do Cabaré. Mas o fantasma da Guerra
Fria lançava uma sombra sobre tudo e sobre todos. Passados alguns dias, pedi
para visitar Berlim Oriental, o “outro lado”. Não era uma descortesia, ao
contrário, era tudo o que meus anfitriões queriam.
Enquanto a Berlim Ocidental – alimentada por verbas do mundo inteiro – era uma vitrine expondo as mais ricas benesses do capitalismo, Berlim Oriental era uma cidade pobre, escura e triste. Colocaram-me num ônibus de turismo que rodou uma tarde toda por Ostberlin. Foi uma visita insossa, coroada pela visita ao cemitério dos heróis soviéticos tombados na guerra contra o nazismo. Um imenso bloco de granito, que Hitler destinava ao Arco do Triunfo celebrando a vitória do Terceiro Reich, foi transformado num monumento aos gloriosos soldados vermelhos. Mostrei-me insatisfeito com a visita burocrática e meus obsequiosos anfitriões providenciaram no dia seguinte um táxi com um chofer autorizado a circular pelo lado oriental. Assim que atravessamos o famoso Checkpoint Charlie (ponto de travessia controlado pelos americanos), o chofer confraternizou demagogicamente com seus colegas orientais, oferecendo-lhes maços de cigarros. Apontava para a paisagem cinzenta e dizia: “Unterschiede! Unterschiede!” (“Veja só a diferença, o contraste!”) Após algumas voltas pela cidade, o táxi foi parar de novo no cemitério dos heróis soviéticos. (Ironicamente, 18 anos depois, visitando Berlim a convite, como editor da Manchete, repeti o mesmo roteiro com o infalível gran finale: a romaria ao cemitério dos soldados soviéticos.)
Enquanto a Berlim Ocidental – alimentada por verbas do mundo inteiro – era uma vitrine expondo as mais ricas benesses do capitalismo, Berlim Oriental era uma cidade pobre, escura e triste. Colocaram-me num ônibus de turismo que rodou uma tarde toda por Ostberlin. Foi uma visita insossa, coroada pela visita ao cemitério dos heróis soviéticos tombados na guerra contra o nazismo. Um imenso bloco de granito, que Hitler destinava ao Arco do Triunfo celebrando a vitória do Terceiro Reich, foi transformado num monumento aos gloriosos soldados vermelhos. Mostrei-me insatisfeito com a visita burocrática e meus obsequiosos anfitriões providenciaram no dia seguinte um táxi com um chofer autorizado a circular pelo lado oriental. Assim que atravessamos o famoso Checkpoint Charlie (ponto de travessia controlado pelos americanos), o chofer confraternizou demagogicamente com seus colegas orientais, oferecendo-lhes maços de cigarros. Apontava para a paisagem cinzenta e dizia: “Unterschiede! Unterschiede!” (“Veja só a diferença, o contraste!”) Após algumas voltas pela cidade, o táxi foi parar de novo no cemitério dos heróis soviéticos. (Ironicamente, 18 anos depois, visitando Berlim a convite, como editor da Manchete, repeti o mesmo roteiro com o infalível gran finale: a romaria ao cemitério dos soldados soviéticos.)
Houve ainda uma situação kafkiana em Berlim Ocidental: num
centro de refugiados, entronizaram-me como uma espécie de juiz para ouvir e
interrogar, com a mediação de intérpretes, um punhado de felizardos que haviam
escapado do “inferno soviético.” Eram relatos cheios de horror, mas por vezes
me pareciam ensaiados. Até que ponto eu podia confiar na sua sinceridade? Não
passariam eles, como o chofer de táxi, de hábeis atores encenando uma farsa? No
fundo, na sórdida guerra de propaganda da época, entre mortos e feridos não se
salvou ninguém.
O mundo mudou, o Muro caiu, mas jamais esquecerei aqueles
dias de desesperança da Guerra Fria, do tenebroso conflito entre duas
ideologias que racharam o planeta ao meio, uma guerra travada no campo
psicológico à sombra do terror nuclear. (Roberto Muggiati)
sábado, 5 de março de 2016
Odisseia espacial 2021: China vai a Marte comemorar os 100 anos do Partido Comunista
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| Jornada rumo a Marte: lançador Longa Marcha |
Segundo o Global Times, a China pretende pousar uma sonda em Marte, em 2021, como parte das comemorações dos 100 anos do Partido Comunista da China.
Apesar do cronograma apertado, Ye Peijian, comandante e piloto da nave Chang'e-1 e membro do partido, confia na missão. "Nossa equipe realizou o projeto de exploração lunar em 2013, como parte da missão Chang'e-3", disse, ressaltando que os cientistas chineses têm feito grandes avanços na questão de comunicação em distâncias acima de 400 milhões de quilômetros, mas alertando que a principal dificuldade será o pouso em Marte.
Ana Paula, que seria jornalista, é expulsa do Big Brother Brasil 16 por agredir um participante. Vale a piada: o jornalismo não precisava de mais essa crise...
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| Ana Paula dá um tapa em Renan. Reprodução |
O Big Brother Brasil é visto como um programa desgastado, a cada versão perde audiência, mas resiste dentro dos novos padrões da TV aberta. A atual edição, a 16ª, tem se mostrado ainda capaz de gerar polêmicas. E tudo em torno de uma das participantes, que se apresenta como jornalista, a mineira Ana Paula Renault. Se há uma figura que personifique um tipo de personalidade corrente na atual e patética cena brasileira, a "coxinha", tá aí. O individualismo, a arrogância que fez questão de demonstrar, o fato de aos 34 anos ser sustentada pelo pai ex-deputado e atual presidente do Instituto de Previdência do Legislativo do Estado, parece um figurino sob encomenda.
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| Reprodução/TV Globo |
Ana Paula voltou de quatro paredões. A casa a mandava embora e o público, desconfianças à parte, a mantinha dentro. Ela era a vilã, odiada e amada.
Só que nessa madrugada, Ana Paulo levou longe demais o seu papel e agrediu aos tapas um participante, o Renan. A Globo foi obrigada a expulsá-la do programa.
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| Foto Tatá Barreto/TV Globo/Divulgação |
O que não se sabe é se, assim como houve um falso paredão, alguma nova interpretação, a armação de uma cena de pedido de desculpas em rede nacional, por exemplo, trará de volta a Ana Paula em versão soft. Como os próprios diretores admitem: tudo é possível no BBB.
Na luta pela sobrevivência, tem jornal impresso virando casa de apostas e agência de turismo
por Ed Sá
Para assegurar "um futuro sustentável a longo prazo", o inglês The Sun vai passar a funcionar como empresa de apostas e operador de agências de viagens, além de produzir notícias. Isso mesmo que você leu e é o que diz o jornal português Diário de Notícias.
Não se trata apenas de uma metamorfose restrita ao tradicional jornal inglês. Em todo o mundo, a mídia impressa busca alternativas. Haja criatividade. A mídia brasileira tem optado por soluções mais convencionais. Brindes, produção de conteúdo patrocinado e eventos. No momento, a estratégia mais comum nos grandes jornais brasileiros é a produção de eventos e seminários sobre os mais variados temas. Em um momento de crise, com o governo federal cortando verbas, os jornais do eixo Rio-SP têm se beneficiado do Sistema S, o patrocinador mais visível dessa proliferação de seminários e debates. O outro eixo são os publieditoriais encomendados. Os principais veículos brasileiros criaram estúdios especializados em criar matérias com aparência jornalística para promover produtos do cliente. Nesse fim de semana mesmo, algumas revistas e jornais foram engajados em uma grande ação da Netflix de promoção ao lançamento do seriado House of Cards. Francis J. Underwood, interpretado por Kevin Spacey, está bombando na web em páginas e capas simuladas
Mas o caminho escolhido pelo The Sun é inovador. Em um país com grande tradição de apostas - cerca de 15 milhões de pessoas apostam regularmente -, o jornal certamente escolheu uma estratégia que direta ao seu público. Trata-se de uma parceria com o futebol inglês e a casa de apostas australiana Tabcorp para lançar Sun Bets, as apostas do Sun. Leia o jornal mas faça o jogo, é o mapa do caminho do Sun para sair do buraco.
O jornal também se tornará operador de turismo, aproveitando a divulgação dos seus cadernos de viagens. Em vez de publicar elogios sobre determinados destinos para onde vai "a convite", apenas em troca de passagens e hospedagens, deixando que agências de viagens faturem com a grana do seus leitores viajantes, o jornal montou sua própria estrutura de vendas de passagens e hospedagens.
Faremos qualquer negócio, parece sinalizar o editor. Não há dúvida de que os jornais vão continuar vendendo informação mas vão ser amparados, a cada dia mais, por novas plataformas de negócios. Especula-se que, no momento, as grandes corporações da mídia brasileira, com os juros nas alturas, como defende em editorias, está faturando mais no mercado financeiro do que nas suas atividades-fins. Mas essa é outra história. Falamos aqui, nessa análise, apenas do que diz respeito aos leitores.
Na verdade, imagine, apenas para ilustrar a nova era, que a velha mídia nada mais fará do que imitar simbolicamente o jornaleiro da esquina. O "italiano" que vendia basicamente jornais e revistas foi obrigado a transformar seu quiosque em ponto de venda dos mais diversos produtos: de refrigerante a recarga de celular, de brinquedos a doces e balas, de máscara de Cerveró a remédio pra queda de cabelo. É isso: não tá fácil pra ninguém.
CAMPANHA DA NETFLIX (HOUSE OS CARDS) EM REVISTAS E JORNAIS BRASILEIROS
A volta dos "Ghostbusters". Veja o trailer...
por Clara S. Britto
Vem aí o novo Caça-Fantasmas. Dan Aykroyd, Bill Murray, Ernie Hudson, Annie Potts e Sigourney Weaver, do elenco original, fazem participação. farão participações especiais. Chris Hemsworth também está no elenco como o secretário das Caça-Fantasmas. O diretor Paul Feig garante que fez um filme mais assustador e engraçado do que as primeiras versões, dessa vez com a ajuda de estrelas como Kristen Wiig, Melissa McCarthy, Kate McKinnon e Leslie Jones. no roteiro, tudo começa com um livro que defende a teoria de que fantasmas são totalmente reais. O filme estreia em julho, nos Estados Unidos. VEJA O TRAILER, CLIQUE AQUI
Vem aí o novo Caça-Fantasmas. Dan Aykroyd, Bill Murray, Ernie Hudson, Annie Potts e Sigourney Weaver, do elenco original, fazem participação. farão participações especiais. Chris Hemsworth também está no elenco como o secretário das Caça-Fantasmas. O diretor Paul Feig garante que fez um filme mais assustador e engraçado do que as primeiras versões, dessa vez com a ajuda de estrelas como Kristen Wiig, Melissa McCarthy, Kate McKinnon e Leslie Jones. no roteiro, tudo começa com um livro que defende a teoria de que fantasmas são totalmente reais. O filme estreia em julho, nos Estados Unidos. VEJA O TRAILER, CLIQUE AQUI
Diário espanhol El País passará a ser essencialmente digital
Mais um jornalão entrega os pontos. El País vai priorizar a internet. Mas ainda manterá, por uns tempos, a edição impressa. "Até quando der" - informa o diretor Antonio Caño. Em carta aberta, ele anunciou a mudança: "Chegou o momento da transformação do El País num jornal essencialmente digital, numa grande plataforma geradora de conteúdos (...). Avançamos, ao mesmo tempo, na construção de um grande meio digital de cobertura global que possa responder às exigências dos novos e futuros leitores".prometedora".
Jornalistas acreditam que El País irá reduzindo aos poucos a tiragem impressa. E o próprio diretor é cauteloso: "Mas isso não significa que a batalha esteja ganha e a nossa sobrevivência garantida".A "revolução" que afeta os meios de comunicação social continua em curso e "o panorama é ainda muito confuso". Caño constata a progressiva transferência de leitores do meio impresso para o digital e vê alguns risco na nova mídia em forma de ameaças como os bloqueadores de publicidade e a "instalação da cultura da gratuitidade".
Jornalistas acreditam que El País irá reduzindo aos poucos a tiragem impressa. E o próprio diretor é cauteloso: "Mas isso não significa que a batalha esteja ganha e a nossa sobrevivência garantida".A "revolução" que afeta os meios de comunicação social continua em curso e "o panorama é ainda muito confuso". Caño constata a progressiva transferência de leitores do meio impresso para o digital e vê alguns risco na nova mídia em forma de ameaças como os bloqueadores de publicidade e a "instalação da cultura da gratuitidade".
Ricardo Kotscho escreve sobre o pronunciamento de Lula após o ex-presidente ser solto pela PF
por Ricardo Kotscho (do Balaio do Kotscho)
Aos 44 minutos do segundo tempo, com seu time todo na defesa, quando parecia que o jogo estava decidido a favor dos adversários, o velho Lula foi ao ataque sozinho e mudou tudo de novo.
Quando saí para almoçar, a Lava Jato estava ganhando de goleada em todos os noticiários e comentários nos portais e nas TVs, que acompanhei desde cedo, ao ser acordado pela minha filha Mariana.
Volto duas horas depois, e o jogo já era outro. Aconteceram dois fatos novos e inesperados: Lula falou e, para minha surpresa, as emissoras de televisão transmitiram seu discurso ao vivo. Até antagonistas ferozes do PT vieram me contar que ficaram impressionados com seu discurso.
De fato, fui ver na internet, e o ex-presidente me lembrou seus melhores momentos no estádio de Vila Euclides, quando falava só para metalúrgicos em greve e se tornou, em pouco tempo, uma liderança política nacional, na passagem dos anos 70 para os 80 do século passado. Ali nasceria o PT. Eu estava lá.
Após quatro horas de depoimento numa sala do aeroporto de Congonhas, para onde fora levado pela Polícia Federal, sob "condução coercitiva", por ordem do juiz Sergio Moro, em vez de voltar para casa Lula foi para a sede nacional do PT, no centro velho de São Paulo, junto á praça da Sé, onde deu a sua resposta na linguagem crua que todos os brasileiros conhecem:
"Embora tenham me magoado, e eu tenha me sentido ofendido, ultrajado, apesar do tratamento cortês do delegado da Polícia Federal, queria dizer, se quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo e a jararaca está viva."
Lula bateu duro na imprensa e no Ministério Público Federal. "Hoje, a primeira coisa que você faz é determinar quem é o criminoso e depois vai criar os crimes que ele cometeu. Eu, sinceramente, já passei por muitas coisas na vida, não sou de guardar mágoas, mas nosso País não pode continuar amedrontado. Não pode ver um juiz que ganhou premio da rede Globo, da revista Veja, e depois ter que prestar contas(...). É lamentável que uma parcela do MP esteja trabalhando em associação com a imprensa".
Nem o PT escapou da sua indignação. "O que aconteceu hoje era o que precisava para o PT levantar a cabeça. Todo santo dia alguém faz o PT sangrar. A partir da semana que vem, quem quiser um discursinho do Lula, é só acertar a passagem de avião que eu estou disposto a viajar por esse País. Não é possível ver um País como o nosso sendo palco de um espetáculo midiático".
Em seu velho estilo palanqueiro, Lula ironizou as investigações que estão sendo feitas e denunciadas pela imprensa sobre dois pedalinhos de seus netos que foram encontrados no agora famoso sítio de Atibaia, um dos alvos da Lava Jato. "Se eles estão preocupados com os pedalinhos que a Marisa comprou por dois mil reais para os netos, eu gostaria de dizer que, se pudesse, dava um iate para ela. Eu quero saber quem vai me dar o apartamento, se é a Globo ou o Ministério Público. A Globo bem que poderia me oferecer um triplex em Paraty".
Ao chegar de volta à sua casa em São Bernardo do Campo, agora no final da tarde, Lula sentiu a mudança do vento: em lugar de conflitos entre manifestantes, como aconteceu de manhã, encontrou uma festa à sua espera, com a pequena multidão cantando "olê, olê, olá, Luuuula, Luuuuula", o refrão do jingle da sua primeira campanha presidencial, em 1989. Entre o passado e o presente, o nosso futuro balança, ao sabor dos ventos.
E vamos que vamos.
Acesse o Balaio do Kotsho, clique AQUI
Aos 44 minutos do segundo tempo, com seu time todo na defesa, quando parecia que o jogo estava decidido a favor dos adversários, o velho Lula foi ao ataque sozinho e mudou tudo de novo.
Quando saí para almoçar, a Lava Jato estava ganhando de goleada em todos os noticiários e comentários nos portais e nas TVs, que acompanhei desde cedo, ao ser acordado pela minha filha Mariana.
Volto duas horas depois, e o jogo já era outro. Aconteceram dois fatos novos e inesperados: Lula falou e, para minha surpresa, as emissoras de televisão transmitiram seu discurso ao vivo. Até antagonistas ferozes do PT vieram me contar que ficaram impressionados com seu discurso.
De fato, fui ver na internet, e o ex-presidente me lembrou seus melhores momentos no estádio de Vila Euclides, quando falava só para metalúrgicos em greve e se tornou, em pouco tempo, uma liderança política nacional, na passagem dos anos 70 para os 80 do século passado. Ali nasceria o PT. Eu estava lá.
Após quatro horas de depoimento numa sala do aeroporto de Congonhas, para onde fora levado pela Polícia Federal, sob "condução coercitiva", por ordem do juiz Sergio Moro, em vez de voltar para casa Lula foi para a sede nacional do PT, no centro velho de São Paulo, junto á praça da Sé, onde deu a sua resposta na linguagem crua que todos os brasileiros conhecem:
"Embora tenham me magoado, e eu tenha me sentido ofendido, ultrajado, apesar do tratamento cortês do delegado da Polícia Federal, queria dizer, se quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo e a jararaca está viva."
Lula bateu duro na imprensa e no Ministério Público Federal. "Hoje, a primeira coisa que você faz é determinar quem é o criminoso e depois vai criar os crimes que ele cometeu. Eu, sinceramente, já passei por muitas coisas na vida, não sou de guardar mágoas, mas nosso País não pode continuar amedrontado. Não pode ver um juiz que ganhou premio da rede Globo, da revista Veja, e depois ter que prestar contas(...). É lamentável que uma parcela do MP esteja trabalhando em associação com a imprensa".
Nem o PT escapou da sua indignação. "O que aconteceu hoje era o que precisava para o PT levantar a cabeça. Todo santo dia alguém faz o PT sangrar. A partir da semana que vem, quem quiser um discursinho do Lula, é só acertar a passagem de avião que eu estou disposto a viajar por esse País. Não é possível ver um País como o nosso sendo palco de um espetáculo midiático".
Em seu velho estilo palanqueiro, Lula ironizou as investigações que estão sendo feitas e denunciadas pela imprensa sobre dois pedalinhos de seus netos que foram encontrados no agora famoso sítio de Atibaia, um dos alvos da Lava Jato. "Se eles estão preocupados com os pedalinhos que a Marisa comprou por dois mil reais para os netos, eu gostaria de dizer que, se pudesse, dava um iate para ela. Eu quero saber quem vai me dar o apartamento, se é a Globo ou o Ministério Público. A Globo bem que poderia me oferecer um triplex em Paraty".
Ao chegar de volta à sua casa em São Bernardo do Campo, agora no final da tarde, Lula sentiu a mudança do vento: em lugar de conflitos entre manifestantes, como aconteceu de manhã, encontrou uma festa à sua espera, com a pequena multidão cantando "olê, olê, olá, Luuuula, Luuuuula", o refrão do jingle da sua primeira campanha presidencial, em 1989. Entre o passado e o presente, o nosso futuro balança, ao sabor dos ventos.
E vamos que vamos.
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sexta-feira, 4 de março de 2016
Prêmio Petrobras de Jornalismo 2015 tem recorde de inscrições
A edição 2015 do Prêmio Petrobras de Jornalismo teve um número recorde de inscrições: foram 1.255 reportagens recebidas entre 26 de outubro de 2015 e 26 de fevereiro de 2016, contemplando todas as regiões do país. O tema com mais inscrições foi Responsabilidade Socioambiental, com 433 trabalhos. A categoria especial Transparência e Governança Corporativa teve 71 reportagens inscritas.
A edição 2015 engloba matérias veiculadas entre 10 de abril de 2014 e 9 de julho de 2015 em jornais, revistas, emissoras de rádio e de televisão e portais de notícias na internet, nas categorias Nacional e Regional. Os temas são Petróleo, Gás e Energia; Responsabilidade Socioambiental; Esporte; Cultura e Fotojornalismo, além de Transparência e Governança Corporativa. Também será premiada a melhor matéria internacional feita por correspondente residente no Brasil.
Ao todo, serão distribuídos 34 prêmios, 17 da categoria Regional, 14 da Nacional, um da Internacional e um para a Especial (Transparência e Governança Corporativa), além do Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, para a melhor matéria inscrita entre todas as categorias e/ou veículos. Na edição 2015 será dado um único prêmio para reportagem veiculada em emissoras de rádio.
Os trabalhos serão avaliados em duas etapas. Na primeira, uma Comissão de Pré-Seleção, composta por oito jornalistas, vai selecionar 10 finalistas de cada categoria e tema. Na segunda etapa os trabalhos finalistas serão avaliados pela Comissão Julgadora, composta por seis profissionais renomados da imprensa. Os vencedores serão conhecidos em maio.
Fonte: Gerência de Comunicação/Petrobras
A edição 2015 engloba matérias veiculadas entre 10 de abril de 2014 e 9 de julho de 2015 em jornais, revistas, emissoras de rádio e de televisão e portais de notícias na internet, nas categorias Nacional e Regional. Os temas são Petróleo, Gás e Energia; Responsabilidade Socioambiental; Esporte; Cultura e Fotojornalismo, além de Transparência e Governança Corporativa. Também será premiada a melhor matéria internacional feita por correspondente residente no Brasil.
Ao todo, serão distribuídos 34 prêmios, 17 da categoria Regional, 14 da Nacional, um da Internacional e um para a Especial (Transparência e Governança Corporativa), além do Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, para a melhor matéria inscrita entre todas as categorias e/ou veículos. Na edição 2015 será dado um único prêmio para reportagem veiculada em emissoras de rádio.
Os trabalhos serão avaliados em duas etapas. Na primeira, uma Comissão de Pré-Seleção, composta por oito jornalistas, vai selecionar 10 finalistas de cada categoria e tema. Na segunda etapa os trabalhos finalistas serão avaliados pela Comissão Julgadora, composta por seis profissionais renomados da imprensa. Os vencedores serão conhecidos em maio.
Fonte: Gerência de Comunicação/Petrobras
Globo News trolada ao vivo...
Se é ao vivo, segura aí. Um manifestante invadiu a imagem da Globo para mandar seu recado sobre o polêmico e abafado refúgio global, em Paraty, nesses dias de calor. A repórter Marina Franceschini olhou de lado, até parece que deu um "beijinho no ombro", e seguiu em frente. A trolagem foi no Congresso Nacional.
Colunista do Huff Post quer saber o que o pênis do Donald Trump tem a ver com política
"Desculpe-me, Trump, o que seu pênis tem a ver com política?" Foi a pergunta que a jornalista Amy Gibson fez ao pré-candidato à Casa Branca. Tudo porque o último debate dos republicanos na TV virou, segundo ela, um estranho concurso para ver que tinha o pau maior. "Foi um debate vulgar e absurdo que, literalmente, ficou abaixo da linha da cintura com Trump se gabando do tamanho de sua masculinidade". Trump insinuou que o adversário Marco Rubio tem mãos pequenas, e, como resultado, um pênis pequeno. Este respondeu que ele não devia se preocupar, estava tudo bem com o seu pênis.
A jornalista achou que esse tipo de observação cairia melhor no programa Saturday Night Live. "Trata-se de eleger um líder e não o tamanho do pênis do candidato", escreveu ela, que ilustrou sua coluna com um Trump fazendo biquinho redondinho, eu hein?, e carão de bombshell.
A jornalista achou que esse tipo de observação cairia melhor no programa Saturday Night Live. "Trata-se de eleger um líder e não o tamanho do pênis do candidato", escreveu ela, que ilustrou sua coluna com um Trump fazendo biquinho redondinho, eu hein?, e carão de bombshell.
Patrões do rádio e tevê usam TJ para retirar direitos dos jornalistas ao piso salarial
LEIA MAIS NO SITE DO SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, CLIQUE AQUI
Essa é a piada do ano? Vazamento? Como assim?
Isso deve ser um indício de que as revistas de fim de semana devem vir com esse vazamento. Tudo vaza, dizem que há até o vazador da Veja, o vazador da Época, o vazador da Folha etc, como uma espécie de equipe de reportagem frila ponto 2.
LUIZ INÁCIO FALOU...
Deu no DCM: "É HORA DE DEFENDER NAS RUAS NÃO LULA — MAS A DEMOCRACIA AMEAÇADA"
(por Paulo Nogueira, do DCM)
Não é hora de atear fogo às vestes. Os dados estão rolando. Não estamos vivendo um novo 31 de março de 1964.
Não ainda.
A Operação Aletheia – que deveria se chamar Operação Globo – não define nada. Seu mérito maior, se é possível usar essa expressão, é revelar as intenções da Lava Jato e Sergio Moro, sob as bênçãos dos Marinhos e, por extensão, da plutocracia.
O objetivo jamais foi erradicar a corrupção, mas derrubar o governo e acabar com Lula. (No triunfo supremo do cinismo, Aletheia é uma palavra grega que significa busca da verdade.)
A sequência dos acontecimentos é clara quanto a isso: o vazamento pela PF da alegada delação de Delcídio, o Jornal Nacional de ontem com conteúdo assassino e, na manhã desta sexta, um enxame de policiais fortemente armados para capturar Lula.
Tudo isso às vésperas de uma manifestação pró-impeachment.
A grande questão, agora, é como os defensores da democracia – não estamos falando apenas de petistas – reagirão.
A verdade estará nas ruas.
Caso os antigolpistas reajam como vigor – atenção: não confundir com violência – o golpe será abortado. Caso corra sangue de brasileiros, o que seria uma tragédia, todos sabemos de quem é a culpa: dos mentores da ação desta manhã.
Não é hora de lamentar a apatia suicida com que o governo tratou a Lava Jato. Como o ministro da Justiça recém-saído pôde cruzar os braços diante das barbaridades cometidas por Moro e pela PF? Como, em nenhum momento, o PT expôs a face real da Lava Jato? Como os governos Lula e Dilma continuaram a dar verbas bilionárias de publicidade para uma empresa com um histórico notável de golpes contra governos populares?
Isso tudo, as bobagens cometidas no meio do caminho, deve ser analisado depois.
Agora é hora de defender nas ruas não Lula, não o PT, não Dilma – mas a democracia.
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Movimentos sociais vão para a rua em protesto contra a articulação golpista
Dretórios do PTe movimentos de apoio ao ex-presidente Lula articulam-se para a realização de um ato público previsto para às 18h desta sexta-feira. O ex-presidente Lula, que foi liberado após prestar depoimento na Polícia Federal, foi ao encontro dos manifestantes no diretório nacional do PT.
“Vamos entrar a partir de hoje em estado de vigília. Estamos em alerta permanente. Convocamos toda a militância da CUT, dos partidos progressistas, das demais centrais amigas nossas para entrar em estado de alerta, porque o que está em jogo é uma tentativa de liquidar uma liderança do movimento operário e sindical brasileiro”, declarou o diretor executivo nacional da Central Unica dos Trabalhadores, Júlio Turra, durante encontro realizado um pouco antes do meio dia no diretório petista da cidade de São Paulo.
E a CUT lança a 'Frente Ampla em Defesa de Lula" e orienta as CUTs Estaduais e todos os seus sindicatos a iniciar imediatamente a luta para impedir este golpe. A primeira orientação para as CUTs Estaduais e sindicatos é construir a unidade em defesa do presidente Lula com todos os movimentos democráticos.
Vamos começar com uma vigília permanente no lugar mais apropriado em cada uma das cidades – pode ser a sede da CUT, um sindicato -, enfim, um local onde a militância possa demonstrar que está unida em defesa de Lula, enquanto aguarda orientações sobre os próximos passos.
É importante ter em mente que: 1) temos de organizar a luta; 2) fazer a vigília; 3) ação permanente será comunicada durante o dia de hoje.
Deu no JB: reação ao golpe
(do JB)
O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB-RJ, alertou em vídeo em sua página em rede social que mandado de condução coercitiva só acontece quando alguém é intimado a depor perante o juiz e não comparece. Para ele, a ação da Polícia Federal contra o ex-presidente Lula na 24ª fase da Operação Lava Jato é um "sequestro". O deputado ainda convocou a população para lutar contra o "golpe de Estado" que está em curso.
"Meus amigos, não nos iludamos. O que está em curso hoje aqui no Brasil é um golpe de Estado. Não aquele golpe clássico que os tanques vão para as ruas, as baionetas são apontadas, mas um golpe perpetrado pelo sistema de Justiça brasileiro, associado aos grandes meios de comunicação", ressaltou o deputado.
"Golpe de estado não se assiste de braços cruzados. Ou nós reagimos, ou nós asseguramos a nossa democracia que custou tanto sangue, custou tantas vidas para ser conquistada, ou nós vamos entrar num retrocesso sem precedentes", completou.
O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB-RJ, alertou em vídeo em sua página em rede social que mandado de condução coercitiva só acontece quando alguém é intimado a depor perante o juiz e não comparece. Para ele, a ação da Polícia Federal contra o ex-presidente Lula na 24ª fase da Operação Lava Jato é um "sequestro". O deputado ainda convocou a população para lutar contra o "golpe de Estado" que está em curso.
"Meus amigos, não nos iludamos. O que está em curso hoje aqui no Brasil é um golpe de Estado. Não aquele golpe clássico que os tanques vão para as ruas, as baionetas são apontadas, mas um golpe perpetrado pelo sistema de Justiça brasileiro, associado aos grandes meios de comunicação", ressaltou o deputado.
"Golpe de estado não se assiste de braços cruzados. Ou nós reagimos, ou nós asseguramos a nossa democracia que custou tanto sangue, custou tantas vidas para ser conquistada, ou nós vamos entrar num retrocesso sem precedentes", completou.
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