quarta-feira, 23 de abril de 2014

Polêmica no programa do Faustão: "Arielle com cabelo de vassoura de bruxa", foi o comentário do apresentador sobre uma bailarina negra. E o desabafo da menina que foi publicado mas sumiu do Facebook

(da Redação)
Faustão foi bombardeado na rede social pelo comentário considerado racista. Arielle é uma das dançarinaS do grupo que trabalha com a cantora Anitta.

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O grupo Cacheando Salvador postou uma resposta ao Fautão

O DESABAFO DE ARIELLE QUE SUMIU DO FACEBOOK
“Sobre o episódio do Faustão de ontem… fico muito feliz pelo carinho e por de alguma forma vcs me defenderem! Se me ofendi… claro, na hora sim! Mas apelidos é o q mais recebo por aí na rua. Só que eu tenho a minha forma de me manifestar quanto a isso. O cabelo é meu, a vida é minha e me acho linda, e isso é o mais importante! Não me deixo oprimir por nada e nem opinião de ninguém! E se vc se sente bem com isso é assim q deve agir. Enquanto isso estou andando por aí com meu “cabelo de vassoura de bruxa” que eu amo. E que me desculpem as pessoas normais oprimidas pela sociedade. É, eu não sou normal! O racismo sempre vai existir ele se fortifica quando nos sentimos ofendidos . Se estou bem e certa de que eu sou, dana-se a opinião dos outros! Apenas intensificarei minha água oxigenada! Aceita que dói menos!”

ENQUANTO ISSO... A REVISTA PEOPLE APONTA A ATRIZ LUPITA NYONG'O COM UMA DAS MULHERES MAIS BONITAS DO MUNDO





A revista People acaba de incluir a atriz Lupita Nyong'o, vencedora do Oscar 2014 de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme"12 Anos de Escravidão" (fez o papel da escrava Patsey),  como uma das 50 celebridades mais bonitas do mundo em 2014. Lupita contou à revista que durante sua infância no Quênia sempre associou a beleza feminina a cabelos lisos. Foi a sua mãe - ao mostrar que os padrões estéticos predominantes eram racistas e levavam em conta apenas os brancos - que a levou a descobrir sua própria beleza.   .


De balão, na terra de Jorge...


Balões sobrevoam a Capadócia, Foto. J.Esmeraldo Gonçalves

Montanhas e horizonte da Capadócia, terra de São Jorge Guerreiro. Foto: J.Esmeraldo Gonçalves
por José Esmeraldo Gonçalves
Uma aventura na terra de São Jorge. Em outubro do ano passado, o Santo Guerreiro entrou no meu roteiro de viagem. Percorri a região onde nasceu e viveu o capitão do exército romano que se converteu ao cristianismo e desafiou o império. Não vi o santo. Havia muitos cavalos, ainda usados no deserto. Pelo menos um cavalo branco (seria descendente desse aí na ilustração à esquerda?) pastava em um pequeno curral, mas o dragão não estava lá, não na rota dos viajantes e das câmeras fotográficas, que devem incomodá-lo bastante. Infelizmente, a imagem mais próxima de figura passeriforme com traços de icterídea com que me deparei foi a de uma turista brasileira que criava caso por onde passava. Mas até aquela "mala" detestável era insignificante na imensidão da Capadócia, na Anatólia Central, República da Turquia, onde o pensamento voa. Se, por terra, a região impressiona, com suas casas e igrejas escavadas nas rochas, verdadeiras cidades subterrrâneas (na era romana a Capadócia foi abrigo dos cristãos), de cima, a paisagem lunar é deslumbrante. Nas cúpulas das pequenas capelas, sob a rocha vulcânica, há afrescos milenares que mostram a imagem do Guerreiro em traços e cores que o tempo e o vandalismo quase apagaram, bem semelhante ao retrato que chegou aos dias de hoje e, como é de lei, decora paredes em botequins cariocas. Impossível deixar de pensar que naquelas terras nasceu um mito que é venerado por católicos, que é o protetor Ogum ou Oxossi das religiões afro, que é padroeiro em Portugal, Inglaterra, Lituânia, da cidade de Moscou e guerreiro adorado nessa São Sebastião do Rio de Janeiro. Já repararam que é o único santo que o carioca, com intimidade de irmão, chama de Jorge? Pois é, Jorge estará até na Globo! É mole ou quer mais? É fonte de inspiração para a novela "Salve Jorge", de Glória Perez, que terá cenas filmadas na Capadócia e em Istambul. Salve!.  
(MATÉRIA PUBLICADA NESTE BLOG EM ABRIL DE 2012)

Para os brasileiros bem-intencionados que ficaram entusiasmados com o julgamento da Ação 470... O "combate" à corrupção é politicamente seletivo e o mensalão tucano vai aos poucos sendo (des) julgado. Mais um que escapa...Leia no portal UOL

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Fotos retocadas são a grande mentira do jornalismo moderno

por Eli Halfoun
A notícia de que a revista chilena Ya decidiu parar de publicar fotos com retoques é um exemplo que deveria ser seguido por veículos de comunicação impressa do mundo inteirou. A direção da revista tomou a decisão depois de concluir que “falsear uma foto não é diferente de mentir sobre um fato ou omitir um detalhe de uma notícia". É mesmo e quem me acompanha sabe que nunca fui favorável ao excessivo uso de photoshop, especialmente em fotojornalismo que precisa documentar e mostrar a imagem como ela é. Em fotos de publicidade e de moda o uso de retoques (sem os exagerados excessos cometidos normalmente) é até compreensível, mas ainda assim é melhor que seja dada ao consumidor e ao leitor uma imagem verdadeira e sem mentira, ou seja, sem que a verdade esteja maquiada. Uma dos principais ensinamentos e recomendações do jornalismo é buscar a verdade, mas enquanto a imprensa continuar mentindo nas imagens a verdade estará sempre incompleta. É como se faz também nos estúdios musicais com os computadores embelezando, modulando e afinando a voz de cantores que mal sabem cantar e, portanto, enganam o público com uma voz tão falsa quanto é uma imagem retocada exageradamente em revistas. Falar e mostrar a verdade em qualquer coisa na vida é fundamentalmente não mentir nadinha. Deixemos as mentiras para os especialistas, ou seja, os políticos. (Eli Halfoun)

Deu no G1: encontro de goleiros...


(da Redação)
A matéria acima foi publicada no site G1 (que você pode ler clicando aqui). Seja lá qual foi a intenção, o goleiro Fábio, do Cruzeiro resolveu visitar a ex-colega de profissão, Bruno, que está preso da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem na Região Metropolitana de Belo Horizonte, condenado pelo sequestro e morte de Eliza Samúdio e pelo sequestro do filho, em 2014. A atitude serve para Bruno como uma espécie de "agenda positiva". Recentemente, foi divulgado que ele teria assinado contrato com um clube e se prepara para voltar a atuar.  O goleiro do Cruzeiro estava acompanhado de um pastor. Na prisão, Bruno passou a mostrar sua face religiosa e recorrer à biblia, o que parece um impulso comum a muitos criminosos. Recentemente, a Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou um pedido de transferência de Bruno para a cidade de Montes Claros (o goleiro assinou contrato com o time da cidade). Embora condenado a cerca de 22 anos de prisão, terá que cumprir pelo menos cerca de sete anos até obter o direito de progressão do regime fechado para semi-aberto. Ele deveria sair em janeiro de 2020, mas a Vara de Excuções de Contagem (MG) o declarou culpado no ano passado por falta grave ao ter ameaçado outros detentos depois que os presos teriam falado de sua noiva. Com isso, a saída foi adiada para agosto de 2020. O pedido de transferência para Montes Claro tem a ver com outro pedido do jogador à justiça: que possa sair para jogar. Já Eliza Samúdio, esta foi transferida definitivamente para o céu. 


Mistério em Fortaleza: o incrível caso do jornalista dinamarquês...

por Arthur Xexeo (reproduzido do Globo). Leia a matéria completa do site do Globo, link abaixo)
Existe uma piada no meio jornalístico que é bem capaz de você, mesmo não sendo jornalista, conhecê-la. Apesar disso, vale a pena contá-la mais uma vez para que se entenda o espírito da coisa. Um jovem, recém-contratado por um grande jornal, recebe sua primeira pauta: cobrir a inauguração de um circo no subúrbio. Quando chegou lá, um incêndio de grandes proporções _ aqui vale um comentário entre travessões, grandes incêndios, em linguagem jornalística, são sempre incêndios de grandes proporções _ consumia a lona já armada, ameaçava os animais , deixava os artistas desesperados. O jovem jornalista voltou para a redação com um N.F. (Aqui vou explicar entre parênteses: N.F. é a expressão jornalística para “nada feito”, usada quando a pauta não dá certo.) A inauguração do circo, motivo da saída do repórter, não aconteceu. Ele voltou para a redação sem matéria, não percebendo que o incêndio era uma notícia mais importante ainda.

Esta velha piada não sai da minha cabeça desde que li as notícias sobre Mikkel Jensen, o intrépido jornalista dinamarquês que desistiu de Cobrir a Copa do Mundo porque descobriu, em Fortaleza, “que todos os projetos e e mudanças são por causa de pessoas como eu _ um gringo _ e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar.”Jensen estava no Brasil há seis meses. Veio realizar um velho sonho: cobrir a Copa do Brasil. Não se sabe o que ele fez por aqui nos cinco primeiros meses da estadia, mas, em março, resolveu conhecer Fortaleza, como relata em sua página no Facebook: “Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças de rua e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo à noite em área com muitos turistas. Por quê? Para deixar a cidade limpa para os gringos e a imprensa internacional? Por causa de mim?”

Decepcionado, Mikkel Jensen jogou tudo para o alto e voltou para a Dinamarca. Já estranhei o fato de Jensen chegar ao Brasil com tanta antecedência. Nas Copas que cobri, eu sempre fui da linha de frente, isto é, chegava junto com a primeira turma dos enviados pelo jornal. Quer dizer que eu chegava no país-sede... 30 dias antes do jogo de abertura. O dinamarquês chegou aqui seis meses antes? Resolveu tirar férias antes de começar a trabalhar? No seu texto no Facebook só há uma dica de por que ele escolheu Fortaleza para atuar: é “a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje”. E aí, quando ele encontra a violência, resolve ir embora? Agora, me explica, o sujeito está diante da maior reportagem de sua vida, uma denúncia que, bem apurada, poderia lhe dar todos os prêmios de jornalismo de seu país, e ele volta para casa porque não quer ser o motivo da “limpeza”  de Fortaleza? (...)

LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO GLOBO, CLIQUE AQUI


NO BRASIL POST (ACIMA), A "INVESTIGAÇÃO" NÃO COMPROVADA DO JORNALISTA JENSEN
CLIQUE AQUI 

Neymar lança na Espanha sua linha de óculos de sol


(da Redação)
Enquanto se recupera de uma contusão no pé, Neymar cuida da vida empresarial. O jogador do Barcelona acaba de lançar um luinha de óculos de sol que, segundo os designers da grife Police, foi inspirada na sua personalidade. A marca que personaliza os óculos do craque seria a linha reta que delimita uma "janela" no alto das lentes.

Quem apela pra a censura não merece espaço na imprensa

por Eli Halfoun
As vergonhosas pressões políticas não conseguiram afastar a apresentadora Raquel Sheharazade do “Jornal do SBT”. É verdade que agora os apresentadores de telejornais do SBT estão orientados a não mais emitir opiniões nos noticiosos da emissora. Não é que o SBT esteja com medo de permitir que seus profissionais de jornalismo, mas quer preservá-los de políticos que ainda acreditam que a censura deve ser novamente imposta no país parta calar a boca de quem quer que seja. O fato é que o SBT manterá o contrato de Raquel até o fim, ou seja, por mais um ano e já mostra sinais de que pretende ficar com a apresentadora que pode inclusive ganhar um novo programa para opinar sobre o que bem entender.
A polêmica que colocou a apresentadora em projeção criou também interesse na Rede Bandeirantes em tê-la na bancada do Jornal da Band ao lado de Ricardo Boechat e de Ticiane Villas Boas. Por enquanto Raquel Sheharazade nem pensa em deixar o SBT.

 O que se impõe agora é a união de jornalistas para que não mais dêem espaço para Jandira Feghali e o PSOL que mostraram claramente que querem censura, embora falem em liberdade de expressão e democracia -  a democracia da mordaça que só interessa aos quer não tem argumentos convincentes para nada. (Eli Halfoun)

Toda a beleza da Scarlett Johansson no filme "Sob a Pele"

Scarlett Johansson em "Sob  a Pele". Reprodução

"Sob a Pele". Reproduição

A foto que a GQ Espanha divulgou. Reprodição
por Omelete
A revista GQ Espanha obteve e publicou uma foto de nu frontal de Scarlett Johansson. A cena, que não está no trailer oficial do filme "Sob a Pele" (que estreia no Brasil no dia 15 de maio) vazou na rede não se sabe como. É a primeira imagem que mostra a atriz em toda a sua beleza. Scarlett, como se sabe, já foi vítima de pirataria de uma foto selfie na internet captada pelo seu celular. Grávida do seu primeiro filho, a atriz faz o papel de uma alienígena que seduz homens e depois ataca as vítimas.
GQ Espanha revelou a cena imperdível de "Sob a Pele"

VEJA O TRAILER DO FILME SOB A PELE, CLIQUE AQUI

terça-feira, 22 de abril de 2014

Gisele Bundchen canta em novo comercial da H&M.

VEJA O VÍDEO NO SITE HUFFINGTON POST. CLIQUE AQUI

Revista assume compromisso com leitores: todas as fotos sem photoshop...

(da Redação)
A Ya, revista chilena, promete a partir de agora não retocar fotos usando quaisquer programas digitais. Os editores da publicação consideram que falsear uma foto não é diferente de mentir sobre um fato ou omitir um detalhe de um notícia.

Fukushima, um desastre nuclear em andamento

 LEIA NA CARTA MAIOR SOBRE O DESASTRE NUCLEAR EM ANDAMENTO NO JAPÃO, CLIQUE AQUI

Campanha "ecológica" pede preservação da modelo Kate Upton...






(da Redação)
Em entrevista ao The Sun, a modelo Kate Upton, 21 anos, um das atuais campeãs de capas das revistas internacionais, declarou que gostaria de ter seios menores. A declaração detonou um movimento na rede para preservação dos atributos “Todos os dias da minha vida penso nisso”, disse a modelo, de 21 aninhos, numa entrevista ao tabloide Em entrevista ao The Sunbritânico The Sun. “Eu amo usar blusa sem sutiã e biquínis pequenos. Seria muito mais fácil se meus seios fossem menores.”
VEJA VÍDEO DE KATE UPTON EM DIA DE LADY GODIVA, CLIQUE AQUI

Novo filme de Silvio Tendler mostra que nossa mesa tem veneno...

(da Redação)
Foi lançado no Rio o mais novo filme de Silvio Tendler. Trata-se de "O veneno está na mesa", com a denúncia de que o Brasil é o país que mais consome agrotóxicos no mundo. O filme aponta a agroecologia como um alternativa viável desmontando o mito difundido pela agronegócio  de que o veneno é indispensável para a garantia da produção de alimentos para os brasileiros. Esse crime é mais um cometido pela chamada bancada rural que impede a regulamentação mais rigorosa do uso de agrotóxicos no país. O filme mostra que o agronegócio não é a "modernidade" que a mídia e políticos bancados as grandes empresas do setor apregoam. Agrotóxicos geram câncer. E muitos países já demonstram que é possível um modelo de produção que permita alimentos saudáveis para o consumidor e para o trabalhador do camo que também é vítima da contaminação.

Olivia Wide mostra mais do que os belos olhos...

(da Redação) 
A bela Olívia Wilde protagoniza uma sequência em que aparece nua no filme Third Person, que ainda vai estrear no Brasil. Wilde, lembram, é a atriz de olhos verdes sensacionais que atuava no seriado House. Agora elae vai além. Third Person reúne três histórias de amor ambientadas em Nova York, Paris e Roma.
VEJA O TRAILER, CLIQUE AQUI

Essa é boa... uma tomada inteligente que economiza energia. Até Dilma vai ter que comprar...

(da Redação)
Um site americano está divulgando o que chama de tomada inteligente capaz, segundo eles, de economizar 50% do consumo de eletricidade dos aparelhos. Explica-se: quase todos os aparelhos eletrônicos atualmente ficam no stand-by. O forno micro-ondas que você liga mesmo uma ou duas vezes por semana, permanece ligado o tempo todo. Isso vale para a TV, o modem da TV a cabo, o blue-ray, a geladeira etc. E não é aconselhável que você os desative sempre simplesmente desligando a tomada a toda hora. Caso faça isso frequentemente poderá interferir no desempenho dos aparelhos. A nova tomada pesquisa seus padrões de consumo, estabelece seu perfil de uso e corta a energia durante os períodos em que você está no trabalho, dormindo ou na visita semanal à sogra. E mais: você pode acessar a tomada via smartphone e, se precisar, desligar os aparelhos quando estiver fora de casa ou viajando.Empreendedores lançaram essa ideia no site de crownfunding Indiegogo. Segundo o site, é um sucesso.

Quer flagrar o "campo de luz" além da imaginação? Conheça a câmera que faz isso



(da Redação)
Há dois anos, a startup Lytro lançou a câmera Illum. Criou um grande expectativa em termos de utilização da luz e dos seus efeitos mas frustrou muito profissionais e amadores. As principais críticas eram dirigidas à baixa resolução da câmera. Pois a startup quer dar agora a volta por cima: acaba de lançar a Illium (i-Tear) para superar o primeiro modelo. Ela fotografa e "captura" o campo de luz (é o tal conceito ligth-field photography). A propaganda "vende" a câmera como a primeira destinada aos profissionais inovadores  que gostam de explorar os limites da criatividade. A Illum tem mesmo várias características. A lente está integrada ao corpo da câmera. Tem uma abertura de f/2.0, fixa, que permite a entrada de mais luz e torna possível a "captura" de todo o campo de luz. Mas não é uma câmera para o dia a dia, nem para fotojornalismo. Tem software e hardware criados para "ousadias", digamos assim, já que capta a intensidade e a cor da luz mas também sua direção, o que permite todos os tipos de "truques" depois de feita a foto incluindo a capacidade de reorientar a imagem, bem como criar um efeito de paralaxe, onde você se pode mudar a perspectiva ligeiramente, quase como se fosse um câmera 3D. Você pode escolher um ponto da imagem qualquer como "centro da foto" e o soft se encarrega de ajustar o foco a partir daí e "reorganizar" a imagem em torno desse novo "centro". 

LEIA MAIS SOBRE AS INOVAÇÕES, VEJA ÁLBUM DE FOTOS E SAIBA COMO INTERAGIR COM AS FOTOS DA ILLIUM NO SITE MASHABLE. CLIQUE AQUI

Livro "Todas as coisas visíveis e invisíveis": as dores e as delícias de Marcia Peltier




por José Esmeraldo Gonçalves (para a revista Contigo, abril de 2014)
A jornalista e escritora Marcia Peltier, 59, admite que precisou de uma boa dose de coragem para escrever “Todas as coisas visíveis e invisíveis” (Casa da Palavra). E olha que ela é autora de outros oito livros – três de poesias, quatro infanto-juvenis e um de crônicas. Talvez porque este que lança agora é resultado de um profundo mergulho interior rumo a momentos felizes, realizações e  construção de vidas, mas também a incertezas, angústias e a um dos maiores dramas que uma mulher pode sofrer: a perda de um filho.
Durante alguns anos, a jornalista guardou no computador alguns textos em que, de alguma forma, narrava acontecimentos marcantes de sua vida. Eram, ao mesmo tempo, autobiográficos e reflexivos. Escrevia-os, geralmente, sem objetivo de publicá-los. Eram conversas consigo mesma durante madrugadas silenciosas, quando o celular não tocava e seus compromissos não a alcançavam. “Um dia, redescobri esses textos no computador. Entendi que, de alguma forma, tinha começado a contar minha história”, revela à Contigo!, enquanto caminha entre as árvores do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Mas o impulso final que a levaria a tomar a decisão de enfrentar o passado – “Tentei juntar meus pedaços”, diz -  veio, de forma inesperada, durante uma viagem à Provença, na França, quando visitou a catedral gótica de Saint-Maximin. Católica fervorosa, Marcia quis conhecer a basílica cuja figura central é Santa Maria Madalena. “Nunca pensei muito em Maria Madalena. Nunca me detive na história dessa mulher que foi tão injustamente retratada no Novo Testamento. Por séculos, ela foi descrita como uma prostituta arrependida. Salva do pecado após encontrar o Mestre Jesus”, conta no livro. Marcia, acompanhada de uma amiga, se misturou a um grupo que assistia a uma missa e, em seguida, foi à cripta onde estariam os restos mortais tidos como da santa. “Não sei explicar, racionalmente, o que se passou. A verdade é que fui tomada, literalmente, por uma emoção avassaladora e sem nenhuma lógica”, escreveu ela, que chorou muito naquele instante, a ponto de deixar os óculos embaçados. Ao fim da visita, quando se preparava para ir embora, um jovem padre se aproximou, colocou a mão no ombro da jornalista e começou a rezar. Quando quis saber porque o padre rezara para ela, este respondeu: “Por que você tem tanto medo? Você não precisa ter medo. Está tudo certo com você”. E falou que Maria Madalena lhe concedera uma graça, que podia mudar sua vida pessoal ou profissional. Marcia, que na hora não entendeu o gesto e as palavras do padre, acredita que era um recado para que revisasse sua vida, decisão que tomou ao voltar para o Brasil. “Eu tinha parado de escrever e de certa forma me sentia incompleta. Um dia, senti uma necessidade enorme de começar a colocar todos aqueles textos que havia escrito em uma perspectiva atual”, diz, com a certeza de que, por caminhos inesperados, aquela experiência em Saint-Maximin lhe deu a coragem que faltava para reencontrar suas incertezas. “O livro foi a forma que encontrei para reencontrar momentos que estavam adormecidos. comecei a entender que foi uma graça poder voltar a escrever, no ano passado. Foi uma descoberta, uma reordenação interior. Ao abordar momentos difíceis, você acaba, vamos dizer assim, arrumando aquele armário que está um pouco bagunçado, organizando coisas que me deixaram muitas vezes perplexa, insegura, outras vezes sem saber o que fazer. E consegui dar um seguimento, uma ordenação a todos aqueles momentos alegres e tristes, encontrei um caminho e este caminho me trouxe a um momento muito bom que é este que vivo agora, quando me sinto completa.  O armário ficou mais arrumado. Ninguém está completamente pronta mas me sinto uma pessoa muito inteira. Reencontrar aquelas minhas histórias e escrever outras foi como se um filme voltasse à minha mente”, compara. 
Marcia é casada há 16 anos com Carlos Arthur Nuzman, 72, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro. Ele foi o primeiro a ler o livro. “Ficou muito emocionado”, diz ela. “Vocês conhecem o Carlos Arthur de outra maneira”, explica, referindo-se à imagem pública do marido. Mas ele é um homem muito sensível nas coisas da vida, presta muita atenção nas pessoas, é muito religioso (Nuzman é judeu e Marcia diz que a família é “totalmente ecumênica), então, ele ficou muito emocionado, falou que não imaginava que a minha cabeça estivesse passando por tantas coisas”.  Entre estas, um drama tão intenso que custou a Marcia muito anos para assimilar: a morte da filha Anna Rosa – do primeiro casamento da jornalista, com o empresário Francisco Peltier, 63. A menina nasceu no dia 11 de junho de 1984 e faleceu em 19 de junho do mesmo ano.  E o livro ainda é parte deste processo de sofrida absorção da tragédia. Anna Rosa nasceu com um raro e grave problema cardíaco e pulmonar. Chegou a ser operada mas não resistiu. “Nunca fiquei falando sobre esse assunto”, conta Marcia. “Quantas mulheres vivem isso também, essas coisas acontecem na vida delas, são perdas muito dolorosas que independem da idade da criança. Para mim, foi muito difícil lidar com essa perda. Perder um filho é uma dor e uma presença que fica com você. Há época melhores, épocas piores. Com o tempo você vai assimilando essa presença, transmutando a dor em algo para você. Este foi o capítulo mais difícil. É difícil até hoje. Decidi escrevê-lo porque com isso estou me irmanando a muitas mulheres, acho que é um capítulo que vai levar um alento a muitas mulheres. Sinto-me, assim, parceira”. Trinta anos após a morte de Anna Rosa, seu drama é contado em um capítulo intitulado “Cálice de Sangue”, uma alusão à música que tocava no rádio pouco antes da cirurgia que tentaria, sem sucesso, salvar a vida da filha. Marcia tem mais duas filhas, a cineasta Anna Clara, 30, e a advogada Anna Rita, 31, também do seu casamento com Francisco Peltier. Anna Rosa era a caçula. A primeira linha do capítulo mais dramático registra a reação de uma das irmãs ao tema  -  “Você vai escrever sobre a Anna Rosa, mãe?”, me perguntou Anna Rita” – Marcia conta, em seguida, que achava que não escreveria sobre o fato. Pensava que estava curada daquela imensa dor. “Mas será que estava mesmo?”, pergunta-se, antes de concluir com um “parece que foi ontem”. Ela revela no livro que, nessas três décadas, nem sempre foi assim. Durante anos, sofreu uma espécie de amnésia temporária. “Esquecia o dia em que ela havia nascido, o dia em que ela morreu, e eu ia em frente fazendo o que podia para não ser soterrada. (...) Antes, me lembrar dela era sofrer. Nó na garganta, lágrimas e lágrimas derramadas durante anos. E a dificuldade física de me aproximar de qualquer bebê. Posso dizer que aquele foi o grande momento de decisão em minha vida. De quem eu era e quem eu queria ser. Foi uma linha divisória, antes e depois de Anna Rosa”, escreveu.
Pôr o ponto final no livro foi, segundo diz a jornalista, algo como voltar a viver. Marcia Peltier conta que as filhas até brincam: “Mãe, agora você está você”, revela, rindo, acrescentando que Anna Rita e Anna Clara são, além de tudo, suas grandes amigas. Esse “voltar a viver” não é exagero mas tem uma implicação muito íntima e interior. Na prática, externamente, Marcia teve forças para manter sua intensa atividade profissional. Foi “musa do telejornalismo, viajou e cobriu Copas do Mundo e Olimpíadas. Atualmente, assina a coluna diária “Livre Acesso”, no Jornal do Commércio, faz o programa semanal “Marcia Peltier Entrevista”, na CNT, e supervisiona a ONG “Entre Amigas”, que fundou há cinco anos e que faz um trabalho de assistência e de reinserção da mulher no mercado de trabalho. A ONG é um projeto do qual ela fala com extremo interesse e carinho. “Através da “Entre Amigas” procuro ajudar muitas mulheres, mas na verdade elas me ajudam porque me dão uma alegria enorme. A ideia foi dar uma segunda chance a mulheres que precisam trabalhar, estudar, que têm problemas de saúde. É uma instituição autossustentável, totalmente privada, onde há cursos profissionalizantes, biblioteca, palestras, tem cozinha-escola, aulas de corte e costura, apoio psicológico para egressas do sistema prisional, dos abrigos do governo do estado, das comunidades. Já formamos milhares de pessoas”, conta.
Marcia se diz vaidosa, “como toda mulher”, mas sem “neuroses” quanto ao corpo. “Eu faço dança, meditação, ando na praia e procuro ter uma alimentação saudável. Não quero ficar magérrima, quero me sentir bem com o meu corpo. Sei que não vou ter meu corpo de 20 anos, 30 anos, mas tenho que está feliz com ele. Busco o bem-estar, principalmente”. E não teme envelhecer. “Acho que a vida passar é um movimento ao qual temos que nos acostumar. Cada momento da vida traz uma alegria diferente”, conclui. Marcia vive uma dessas alegrias. Ganhou há seis meses seu primeiro neto, Rafael, filho de Anna Rita.





 MARCIA PELTIER NO JORNAL NA MANCHETE, CLIQUE AQUI






quarta-feira, 16 de abril de 2014

Julia Louis Dreyfus não fez a lição de casa da história americana...

(da Redação)
A atriz Julia Louis-Dreyfus, 53 anos, que atuou nas séries Seinfeld e  As Novas Aventuras de Christine e, agora, estrela Veep, posou nua para a capa da Rolling Stone americana de maio. Julia raramente é vista com pouca roupa, daí a repercussão da foto. Só que a polêmica ficou por conta de um erro histórico na tatuagem que a atriz exibe nas costas. A Constituição dos Estados Unidos aparece assinada por John Hancock. A Acontece que leitores observaram que Hancock assinou a Declaração da Independência americana, e não a Constituição, que só foi escrita onze anos mais tarde. Parte dos "pais fundadores" que assinaram a Declaração que resultou da revolução se recusaram, depois, por divergências. A escolha de uma tatuagem com motivo político deve-se a que Julia, em VEEP, faz o papel de uma vice-presidente do Estados Unidos meio periguete e pinguça. A atriz explicou, bem-humorada, que o erro foi culpa dos assessores e que ela estava bêbada e não percebeu.



Berlusconi é condenado a prestar serviços em abrigo de idosos. Vai dar certo isso?

(da Redação)
Um tribunal italiano condenou o ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, 77, a cumprir um ano de serviço comunitário em uma instituição para idosos como pena por crime de evasão fiscal. O ex-premier será obrigado a passar quatro horas, todos os dias, cuidando dos velhinhos. Há dúvidas se isso vai dar certo. primeiro, os velhinhos querem o encrenqueiro por perto? E que não coloquem o político envolvido em mil falcatruas para tomar conta do caixa do abrigo. Vai dar merda. Outra coisa: o velho Berlusca é chegado a umas festas de arromba.  Não será surpresa se ele abalar os alicerces da instituição com uma das suas bunga-bunga, como eram chamadas suas noitadas onde só quem restava vestida era a imagem de São Genaro que decorava seu palacete.

Comunicação popular

(da Redação)
Quando se fala em regulamentar a mídia, no Brasil, o debate, geralmente, torna-se ideológico, com histérica reação da direita e, claro, da próprio mídia interessada em manter privilégios. Nos projetos apresentados nesse sentido, sejam de governos ou de partidos, não se fala em controle ou censura de conteúdo coisa, que, convenhamos, não cabe no Brasil de hoje e são amplas as demonstrações de que nenhum governo propôs isso desde a redemocratização. Os poucos episódios de censura prévia que aconteceram foram por lamentável iniciativa da Justiça a partir de ações movidas por empresas e pessoas interessadas em impedir versões de fatos que as incomodam. A regulação proposta é empresarial e não de conteúdo. Por exemplo, em muitos países é proibida a propriedade cruzada de meios de comunicação. Aqui, uma mesma família é dona de TV, rádio, jornal, revista e portais em uma mesma cidade. Já se vê que será difícil alterar tal padrão tantas são as pressões e os bilhões em contrário. Um caminho para democratizar a comunicação seria dar concessões a organizações sociais e de classe, abdicando da política de formação de imensas redes e pulverizando a propriedade dos meios. Um exemplo é a TVT, primeira emissora de televisão brasileira administrada por um sindicato de trabalhadores, concedida pelo governo Lula. A TVT vai bem e ganhou, na última segunda-feira (14/4), o direito de transmitir em alta definição a partir de São Paulo (SP), no canal 44 UHF.administrado pela Fundação Sociedade, Comunicação, Cultura e Trabalho, entidade criada e mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.  A internet, que avança, já possibilita uma comunicação popular  diversificada em contraponto à linguagem única dos grandes e poderosos grupos de mídia. Mas é pouco. O Brasil precisa de mais  TVs, emissoras de rádio e jornais que levem aos leitores a verdadeira voz do trabalhador.

“Em Família” muda muito para acabar com uma crise comum em novelas

por Eli Halfoun
Os jornais noticiam que a novela “Em Família” está tendo capítulos muito mais interessantes e decisivos nos bastidores que vivem momentos complicados. Já se fala inclusive no possível afastamento do diretor Jayme Monjardim que tem realizado inegavelmente um belo trabalho. O que se diz é que o autor Manoel Carlos e o diretor estariam se desentendendo por causa das músicas escolhidas para a trilha sonora. A fofoca especula que Maneco acha que Jaime Monjardim estaria privilegiando o repertório de sua mulher, a cantora Tânia Mara. Difícil acreditar: pelo que se sabe autor e diretor podem sugerir músicas para a trilha sonora, mas a decisão definitiva da trilha cabe ao diretor musical da novela Mariozinho Rocha. Esse tipo de desentendimento, se é que ele existe mesmo, é insuficiente para criar um clima que só prejudica a novela em busca de mais audiência. A falta da audiência esperada é constante motivo de desentendimento em qualquer novela e nessas horas a união de autor e diretor é fundamental para encontrar o caminho da recuperação e conquista. Sabe-se também que o autor resolveu investir mais na personagem Clara (mais um excelente trabalho de Giovana Antonelli).
O fato é quer o desempenho de audiência da novela “Em Família” tem desagrado até as ditas revistas especializadas que dependem muito do sucesso da novela para garantir a venda de revistas, o que não estaria acontecendo.

Só uma coisa é certa: na história das telenovelas esse clima de insatisfação acontece sempre, mas é passageiro: não demora muito a novela engrena, conquista mais audiência e os desentendimentos passam a fazer parte de um capítulo superado qualquer que seja a sua trilha musical. (Eli Halfoun)

Um pedacinho de chão delicioso de ver, conquistar e acompanhar

por Eli Halfoun
Deliciosa - essa é sem dúvida a palavra que melhor define a novela “Meu Pedacinho de Chão” que certamente está conquistando também o público infantil com a magia criada em cada capítulo. É uma nova e bem sucedida experiência da Globo: mesmo que “Meu Pedacinho de Chão” não tivesse trama e texto (e tem na criação do autor Benedito      Rui Barbosa mereceria ser vista apenas pela perfeição da cenografia e figurinos que leva os telespectadores de todas as idades a embarcarem em um mundo de fantasia como nos contos que Walt Disney transformou em obras primas no cinema. Com perfeita direção de Luis Fernando Carvalho e um belo trabalho de toda a equipe de produção estamos enfim ganhando um pedacinho de chão de certa forma renovador em novelas. Tem tudo o que as outras novelas têm, m,as tratados com sensibilidade e sutileza: estão lá os vilões, os mocinhos, a busca do amor, as mocinhas (no caso princesas) e tudo que qualquer folhetim necessita e usa sempre. “Meu Pedacinho de Chão” não exige nenhum esforço para que se acompanhe a novela: basta entrar na ”brincadeira” para entender tudo e também participar da magia quase infantil, mas com qualidade adulta. (Eli Halfoun) 

Café em caneca é mania imposta pelo cinema americano

por Eli Halfoun
Você conhece alguém que ainda tome o tradicional cafezinho em xícaras adequadas (as pequenas) ou tome café com leite (a também tradicional média) e chá em xícaras convencionais (aquelas que as antigas mamães usavam na mesa do café da manhã?) Provavelmente não há um único brasileiro que ainda utilize as digamos velhas e adequadas “ferramentas”. Adotamos mais uma mania imposta pelos americanos através do cinema: café completo ou cafezinho só são consumidos agora em canecas de todos os tipos e tamanhos que na maioria das vezes nos levam ao desperdício: como a caneca é grande o costume é enchê-la de café quase até a borda, tomar uns quatro ou cinco goles e depois jogar o restante fora. Sabemos que, muito antigamente, especialmente no interior, usavam-se canecas de alumínio ou esmaltadas para consumir o café nosso de cada dia, mas era um hábito pouco comum nos grandes centros. Já as canecas americanizadas fazem parte do cotidiano de todos os brasileiros, que não é de hoje copiam o que os americanos acham legal e impõe ao mundo.

Outra imposição americana que também começa a tomar conta do pedaço é a de abreviar palavras. Exemplo: o Bra de Bradesco ganhou uma abrangência que serve para definir qualquer coisa. Nos Estados Unidos é comum abreviar quase todas as palavras e muitas vezes o inglês que você aprendeu em um dos muitos cursos espalhados por aí não serve para absolutamente nada porque não é o idioma que os americanos ainda falam nas ruas. Abreviar palavras acaba criando uma espécie de dialeto, o que é muito complicado: se no Brasil mal se sabe falar o português abreviar palavras será sem dúvida mais rápido, mas muito menos eficiente do que o verdadeiro idioma que o povo precisa aprender a falar e a escrever. (Eli Halfoun)

Idade faz Silvio Santos ficar cada vez mais jovem e melhor na televisão

por Eli Halfoun
O avanço da idade costuma levar a diferentes e estranhas características de comportamento: ao mesmo tempo em que a idade nos limita fisicamente, ela também é um grito de liberdade que nos permite viver o  que não tínhamos coragem de fazer e de dizer antes. A idade praticamente permite falar tudo que nos vier na cabeça porque os velhos sempre serão perdoados, desde que é claro não exagerem. Nesse sentido, a idade parece estar sendo muito benéfica para Silvio Santos: aos 83 anos SS ainda é o melhor, mais carismático e sem dúvida o nosso mais importante apresentador. Desde a estréia há anos, na TV Globo, ficou claro que o “Programa Silvio Santos” dependia como sugeria o título, da fundamental presença do apresentador. Foi sempre assim.
Agora ficou mais evidente que, sem a presença de Silvio Santos, nenhum dos mixurucas quadros que inclui em sua maratona dominical teria a menor graça. É a brilhante e cada vez mais descontraída presença de Silvio que valoriza os quadros e, portanto, o programa. Silvio está livre, leve e solto e nunca em sua trajetória como animador brincou tanto e com tamanho bom humor com os convidados como tem feito ultimamente, inclusive brincando com sua própria velhice e o desgaste físico que já o incomoda. Só Silvio Santos tem o direito de brincar com os convidados na medida em que faz isso com respeito e com um bom humor que se fez mais presente com a chegada dos cabelos brancos (no caso dele a tintura jamais deixará que fiquem brancos como são).

A impressão (quase certeza) que deixa é que mesmo cansado Silvio jamais deixará de apresentar o programa: pode até diminuir sua participação, mas não se afastará totalmente porque ele melhor do que ninguém sabe que Silvio Santos é fundamental em seu programa e para o SBT de uma maneira geral. Quando o entrevistei em sua casa depois que ganhou a concessão da emissora (na época TV S) Silvio me disse que morreria no palco fazendo o que mais gosta, ou seja, apresentando seu programa. Claro que era força de expressão, mas tem um fundo de verdade: ele só deixará a televisão quando não tiver mais força para andar e falar, o que diante do bom humor que tem mostrado ultimamente demorará muito para acontecer. Quanto mais, melhor. (Eli Halfoun)

terça-feira, 15 de abril de 2014

Miley Cyrus é a bola da vez em matéria de capas de revista, home page de twitter e paródia de filme pornô

(da Redação)
Miley Cyrus tem emplacado as capas das principais revistas do mundo. E recusa muitas outras, segundo seu staff. A cantora é seletiva. Por exemplo, já se negou mais de uma vez a posar para a Seventeen, que seria "popular demais". O que não impediu a revista de colocá-la na capa já que é, no momento, a personalidade que mais vende revistas. A Seventeen irritou Miley ao usar foto de arquivo e compor uma reportagem com base em fontes e pesquisa. Esperta e ciente do seu "marketing", Miley, a ex-menininha Hanna Montana da Disney que virou bad girl, está sempre criando "ganchos" jornalísticos. O desta semana foi mudar a capa do seu Twitter agora ilustrar com um close dos seus potentes seios. Ainda pegando carona no sucesso de Miley Cyrus, uma produtora de filmes pornôs criou uma paródia baseada no clipe  ‘Wrecking Ball’. A produtora usou uma sósia de Miley Cyrus e a trama, se é que filme pornô tem trama, faz referência a fatos da carreira da cantora.
Poster do filme pornô com sósia de Miley Cyrus


A capa não-autorizada que irritou a cantora. E, na sequência abaixo, as publicações que disputam a preferência da cantora que é a "garota da capa" do momento







Americana usa foto selfie íntima para protestar contra companhia aérea

Reprodução Internet
(da Redação)
A US Airways, companhia área americana, desagradou por algum motivo a uma passageira que pegou pesado ao postar seu protesto na rede. Para ilustrar sua reclamação dos serviços da empresa, ela fez uma foto selfie usando uma avião de brinquedo devidamente pousado aí mesmo onde você imagina. Mais do que pousada, a aeronave penetra no hangar improvisado. A cliente injuriada enviou a foto para a página da US Airways. A imagem ficou lá por mais de uma hora e foi motivo de comentários de milhares de internautas até que o tweet fosse retirado do ar com um pedido de desculpas da US Airways. Antes, abaixo da foto, estava apenas uma patética mensagem automática da companhia: "Congratulamo-nos com feedback, Elle. Se a sua viagem for concluída, você pode detalhar aqui para análise e acompanhamento." 
Pedido feito, pedido aceito: Elle detalhou sua crítica.