quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Governo instala chips para evitar roubo de equipamentos

por Eli Halfoun
O roubo não acabará, mas a presidente Dilma Rousseff está criando mecanismos especiais para pelo menos diminuir a roubalheira gigante (a única coisa que não deitou em berço esplêndido no país) que se vê em todos os setores. Precavido e escaldado até com seus aliados o governo mandou instalar chips nos 18 mil equipamentos (retroescavadeiras, motoniveladoras e caminhões-caçamba) que entregará para muitas cidades. A idéia é impedir ou pelo menos dificultar que políticos levem as máquinas para suas propriedades (sempre aconteceu) particulares e depois aleguem que foram furtadas com boletim de ocorrência e tudo. Os novos equipamentos serão rastreados por satélite, o que permitirá que sejam localizados com facilidade e encontrados em terrenos particulares quando deveriam estar sendo usados em benefício das cidades. Seria ótimo se fosse possível instalar um chip em cada um de nossos políticos para saber por onde andam e o que fazem. (Eli Halfoun)

Gisele Bundchen está nua na Vogue Paris de novembro


por Eli Halfoun
Pela primeira vez em sua carreira, Gisele Bundchen estará nua na capa de uma revista. Não exatamente nua: ela aprece calçando apenas um tênis branco nas fotos que fez para a edição de novembro da revista Vogue Paris. Em outras fotos ela aparece legantemente vestida com roupas das etiquetas Versace e Gaultier entre outras. Não se anime muito: embora esteja completamente nua e de perfil Gisele fez questão de cobrir discretamente o seio com a mão. É um jogo para os que têm muita imaginação. (Eli Halfoun)

O Brasil tem outro "câncer" para combater além da doença

por Eli Halfoun
O Senado deu uma dentro ao aprovar o projeto que transforma em lei (só falta a sanção da presidente Dilma) a obrigatoriedade de os Planos de Saúde atenderem os usuários no tratamento medicamentoso de câncer. Essa obrigatoriedade já era uma recente determinação da ANS, mas agora é lei e lei não cumprida dá cadeia ou deveria dar. O presidente do Senado Renan Calheiros disse que a determinação da ANS deixa de ser “uma possibilidade, passa a ser um direito”. Aliás, um direito que sempre foi do povo, mas que nunca foi praticado com seriedade, especialmente em um país em que a saúde não é tratada como um direito do povo, mas como um favor concedido pelos hospitais públicos e até pelos Planos de Saúde que por mais que nos cobrem mensalidades acham que ainda assim nos fazem um favor. A obrigatoriedade de atender casos de câncer não significa ainda e infelizmente que os Planos de Saúde cumprirão a lei (depois da assinatura da presidente a lei terá 180 dias para entrar em vigor, ou seja, para valer de verdade e não apenas fingir que vale). Não significa que os Planos farão tudo o que a lei determina e obriga. Como sempre tentarão criar todo tipo de obstáculos para dificultar aos 42 milhões de usuários de Planos de Saúde a utilização de tudo a que têm direito. De qualquer maneira não deixa de ser um alívio e uma esperança para pacientes que enfrentam as dificuldades físicas e emocionais da luta contra o câncer. Só que passou por esse tratamento ou tem algum parente lutando contra a doença sabe como é emocionalmente e fisicamente dolorida a busca da cura, inclusive porque nem sempre sobra dinheiro para adquirir os muitos medicamentos receitados e que agora também terão de ser fornecidos pelos Planos de Saúde. Não resta nenhuma dúvida de que finalmente o Senado acertou na mosca, mas precisa continuar agindo para livrar o povo para de seu maior câncer que é o de precisar de um Plano de Saúde para ter assistência médica melhor, mas ainda assim não tão digna quanto o povo merece. (Eli Halfoun) 

Corremos risco de pagar mais um imposto para a Saúde. Ótimo, se o dinheiro chegasse lá

por Eli Halfoun
Por mais que, segundo garante, o governo repasse verbas, a Saúde está sempre precisando de mais dinheiro (talvez precisasse menos se não houvesse tanto desvio de recursos). Tudo indica que o dinheiro que a Saúde precisa sairá novamente do bolso dos contribuintes, como se já não houvesse impostos demais nesse país. Agora a CSS,  Comissão Especial de Saúde, pode criar um novo imposto, de 0,1% das transações bancárias (com exceção da Poupança) para destinar como Contribuição Social para a Saúde. Em outras palavras é a volta da CMPF, iniciada há oito anos com impostos de 0,25 e 0,38 quando acabou. A CPMF não melhorou a Saúde e não se tem conhecimento se o dinheiro cobrado do povo foi realmente destinado para o setor. No Brasil, como se sabe, existem muitas rotas e atalhos para desviar o dinheiro do caminho certo. (Eli Halfoun)  

Sergio Ross, uma comovente homenagem...

O blog recebeu de Giselle, noite de Filipe Ross, neto de Sergio Ross, um comentário e um link para um texto emocionado sobre o nosso amigo e colega da Manchete. Uma bela homenagem que é dividida com os nossos leitores. Leia no link abaixo.

http://oprimeirodiadorestante.blogspot.com.br/2013/10/para-seu-sergio-e-familia.html

terça-feira, 22 de outubro de 2013

O petróleo ainda é nosso. É o nosso bom futuro

por Eli Halfoun
Como a maioria de brasileiros não tenho conhecimento total (muito menos informações privilegiadas) sobre a profundeza do Pré-sal e o que ele significa em riqueza para o país no caminho do futuro. O que como leigo entendi é que o Brasil não entregou como fez muitas outras vezes nossa riqueza na de “mão beijada” em outras mãos. No primeiro leilão (a bacia de Libra, que dizem ser a maior e mais importante, o Brasil ficou com a parte do leão e abriu mão de uma parte para que possam ser realizadas as perfurações com o dinheiro de grupos estrangeiros. O que ficou praticamente claro para quem não entende nada de petróleo e Pré-sal é que o petróleo continua sendo nosso e que é fundamental para garantir um futuro (com reflexos no presente) digno e promissor para o país e o povo. É isso o que realmente interessa. (Eli Halfoun)

Por favor Caetano e Gil: não nos devolvam a dor da censura

por Eli Halfoun
Não acredito que realmente acontecerá (torço muito para que não aconteça), simplesmente porque vivemos em uma democracia, que a censura às biografias venha a ser legalmente autorizada e transformada em mais uma lei sem sentido. A questão da censura em relação a biografia é muito mais profunda do que se discute: se esse tipo absurdo vier a existir Caetano, Gil e Chico e (logo eles que sofreram tanto com censura) serão os responsáveis de fazer valer novamente uma censura contra a qual tanto brigamos heroicamente. O perigo é a volta do bloqueio à livre expressão em tudo, além de outros absurdos que toda decisão arbitrária acaba criminosamente cometendo. Parece que nem Caetano e nem Gil prensaram direitinho (Chico já repensou e parece ter se arrependido de entrar nessa fria). Se pensarem saberão que terão de carregar em suas biografias (mesmo as autorizadas) a mancha de ter devolvido ao país a tesoura sinistra, cruel e afiada que tanto cortou nossa cultura em pedacinhos e muitas vezes cortou nossas línguas para que não falássemos o que pensávamos e o que era necessário dizer. Censurar biografias não é apenas jogar fora a história do país. É voltar a um passado par impor no presente e sem dúvida no futuro a mordaça que arrancamos de nossas bocas com muito sangue e muitas dificuldades. É bom lembrar que com uma “censurinha” aqui, oura ali voltaremos a ser um país calado no grito, ou seja, a força. Não é isso que povo (do qual Caetano e Gil fazem parte) quer, precisa e merece. O problema de biografias pode se resolvido de outra forma. Nunca como uma imposição de censura e, portanto, a porrada da novamente tortura ditatorial. (Eli Halfoun)

É a política: Dilma não engole Marina e Marina não engole Dilma

por Eli Halfoun
A presidente Dilma Roussef e a ex-senadora Marina Silva não morrem de amores uma pela outra. Não tem nada a ver só com a filiação de Marina ao PSB, o que desagradou politicamente a presidente, mas não mudou em nada a relação de distância que sempre preferiu ter com Maria, mesmo quando na Casa Civil do governo Lula: quando precisava conversar com a então ministra do Meio Ambiente Dilma apenas mandava recados. As duas tem a mesma opinião uma da outra: Dilma considera Marina pretensiosa, arrogante e tão mandona e personalista quanto ela própria, o que sempre fez com que uma preferisse manter distâncias da outra. Agora muito mais. (Eli Halfoun)

Palpite feliz

por Alberto Carvalho
Quando os jogos da loteria esportiva foram criados pelo Governo, a finalidade era destinar o dinheiro, EXCLUSIVAMENTE, para a área da saúde. Esse dinheiro até hoje está sendo desviado para outras finalidades das quais pouco sabemos. E a saúde continua o caos de sempre... Agora é a vez do pré-sal. A nossa presidente Dilma confirmou em cadeia nacional que 75% dos royalties serão destinados para a educação e 25% para a saúde. Segundo os economistas do Governo o efeito do PIB em 30 anos será de 1 trilhão e 700 bilhões de dólares. Se esse dinheiro todo for destinado somente a essas duas áreas , como afirmam, então presumimos que haverá mais hospitais, mais remédios, mais médicos, mais escolas, mais professores, enfim  - o que também é importante - melhor distribuição de renda para o povo. Eu disse para o povo! Esses efeitos deverão começar a surgir daqui a cinco anos, segundo previsões. Vamos aguardar. Sonhar não custa nada...   

Jornal do Brasil - Rio - Atentado: Agricultores acusam funcionários da LLX

http://m.jb.com.br/rio/noticias/2013/10/21/atentado-agricultores-acusam-funcionarios-da-llx/

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Censura: procure saber quem apoia as celebridades do "Procure Saber". Bolsonaro, por exemplo, diz à Época que Chico, Caetano e Gil defendem suas teses


As celebridades que pregam a censura agem por interesses pessoais e econômicos. Ok. Têm o direito. Mas é bom que os cidadãos se informem sobre esse importante debate. Um alerta: embora a questão das biografias domine o noticiário, o artigo da lei que os famosos querem derrubar vai muito além. Atinge documentários, peças teatrais, shows, filmes, exposições. Enfim, deixa aberta a possibilidade de veto a qualquer meio de expressão cultural e jornalística. Se a campanha alcançar seu objetivo censório, os políticos corruptos - elemento cuja vida pessoal se mistura com a vida pública - usarão a lei como pretexto para garantir a privacidade e impedir a divulgação dos seus crimes. Vão poder acelerar a Ferrari em paz cantando alegria, alegria.

Serginho Groissman: altas mudanças no esquema dos auditórios

por Eli Halfoun
Nem tudo que vira uma espécie de regra precisa ser adotado por todos. Serginho Groissman, por exemplo, deixou de lado a obrigação de fazer um programa de auditório padrão (Fausto Silva também tinha feito isso no “Perdidos na Noite”) com platéia, palco e um entra-e-sai de atrações musicais. No movimentado “Altas Horas”, Serginho (o sobrenome nem ajudava muito no começo) transforma o estúdio em arena (como faziam os gregos) para deixar rolar o espetáculo integrando-se com o público.  Em sua essência, o “Altas Horas” não deixa de ser um programa de auditório, mas graças ao formato e ao apresentador nem parece: foge completamente do padrão estético estabelecido, o que também é o forte do apresentador Serginho que se movimenta em torno da arena e toma conta de todo o picadeiro com seu estilo brincalhão e bonachão, o que deixa seu jovem público à vontade e também participando do espetáculo que nem tem muito espaço para o falatório dos convidados, mas em compensação não ficam se repetindo em frases feitas em histórias pra lá de  manjadas. Todo convidado de Serginho tem sempre uma nova história para contar, uma novidade para mostrar e uma opinião sincera para dar.

Não lembro de ter visto o nome de Serginho indicado para concorrer ao “troféu” de melhor apresentador ao lado de, por exemplo, Silvio Santos, Fausto Silva, Rodrigo Faro, Eliana e outros tantos. Ele bem que merecia. Não só ser indicado, mas ganhar. Por uma absoluta questão de justiça profissional com quem sem dúvida renovou e modificou o estilo quase obrigatório de produzir e apresentar um programa de auditório. (Eli Halfoun)

A Folha é flagrada mentindo em reportagem cheia de "fatos" inexistentes e distorção politiqueira

DEU NO BLUEBUS . LEIA, CLIQUE AQUI

sábado, 19 de outubro de 2013

Feijoada da Bloch, no dia 9 de novembro, no Restaurante Ernesto, Mais de 90 nomes confirmados. Garanta sua participação!


A Feijoada de confraternização da turma que trabalhou na Bloch Editores está esquentando. Já são mais de 90 confirmações. Garanta você também sua participação e dos seus amigos,

PARA CONFIRMAR SUA PRESENÇA, ENVIE MENSAGEM PARA O EMAIL ABAIXO ATÉ 05 DE NOVEMBRO:

rechtmannn@brturbo.com.br


RESTAURANTE E BAR ERNESTO
O endereço: LARGO DA LAPA, 41
O site: www.barernesto.com.br
O dia: 09 DE NOVEMBRO - SÁBADO - A PARTIR DAS 13 HORAS
O prato, aprovado no encontro anterior – é o mais carioca..........Uma deliciosa Feijoada.
O preço - depois de pesquisado, é o menor possível...R$ 39,00 por pessoa, livre, quantidade à vontade.
Obs.: para aqueles que preferem um prato light, o Ernesto poderá atender com outras opções - carne, frango ou massa.
A bebida - consumo com cartela, cada um bebe quanto puder, o que quiser, e cada um paga o seu, muito prático e justo, por sinal.
A música – ambiente, à nossa escolha.
Queremos rever você e seus amigos, reenvie essa mensagem para outros colegas de sua lista, multiplique os convidados, queremos ter novamente a casa cheia.
Leve a(o)  esposa(o), filho(a)  e seus amigos. O preço é igual para todos.
Mas para isso, precisamos ter a confirmação antecipada de cada um de vocês para passar esta informação essencial ao nosso amigo "Ernesto".

Hoje, na Gazeta do Povo: Roberto Muggiati escreve sobre os 100 anos de Vinicius de Moraes


por Roberto Muggiati (para a Gazeta do Povo)
Um de nossos maiores poetas, Carlos Drummond de Andrade, afirmou: “Eu queria ter sido Vinícius de Moraes. Foi o único de nós que teve vida de poeta, que ousou viver sob o signo da paixão.” De certo modo, todos nós desejamos um dia ser Vinícius de Moraes, pela riqueza da sua vida, variedade da sua experiência e excelência do seu canto.
Marcus Vinitius da Cruz e Mello Moraes – aos nove anos vai com a irmã Lygia a um cartório no centro do Rio e muda o nome para Vinicius de Moraes – nasceu (19/10/1913) e morreu (9/7/1980) no bairro da Gávea. O círculo que se fechou no Rio abrangeu o mundo: Europa, França e Bahia – Estados Unidos, Argentina e Uruguai. O avô paterno era latinista e poeta, a avó fazia versos. O pai, funcionário público, arranhava um violino e poetava; a mãe tocava piano. A família ainda era cheia de boêmios e seresteiros. Vinicius começou a versejar cedo, aprendeu violão e formou no colégio um conjunto com três colegas, os irmãos Tapajós. Aos 25 anos, ganhou uma bolsa para estudar língua e literatura inglesa em Oxford. Começa aí sua extensa carreira amorosa. Em Oxford, casa por procuração com Beatriz Azevedo de Melo, que ficaria conhecida como Tati de Moraes. Em 1939 estoura a Segunda Guerra e ele volta ao Brasil, onde nascem os primeiros filhos: Susana (1940) e Pedro (1942). Poema enjoadinho: “Filhos... Filhos?/Melhor não tê-los!/Mas se não os temos/Como sabê-lo?” Para Tati compõe em 1941 o “Soneto de Fidelidade”: “Eu possa me dizer do amor (que tive):/Que não seja imortal, posto que é chama/Mas que seja infinito enquanto dure.” O casamento com Tati não é eterno, mas dura quase uma eternidade, para os padrões do poeta: 11 anos.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NA GAZETA DO POVO - CLIQUE AQUI

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Cony melhora: notícia no Tweet de Rádio BandNews FM (@radiobandnewsfm)

Rádio BandNews FM (@radiobandnewsfm) tweetou às 5:41 PM on sex, out 18, 2013:
Rio: o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony tem melhora no quadro neurológico e alta programada para o início da próxima semana.
(https://twitter.com/radiobandnewsfm/status/391303002348204032)

Baixe o aplicativo oficial do Twitter em https://twitter.com/download

Censura a biografias: celebridades podem acabar com o gênero literário

Celebridades gostam tanto de área vip que querem um espaço privilegiado na cultura. Fala-se na campanha que as "estrelas" fazem para censurar biografias mas artigos do projeto, que é altamente genérico e cheio de brechas, podem inviabilizar igualmente documentários, programas jornalísticos, filmes e até espetáculos teatrais. O que está em curso e aparentemente só interessa a um grupo de celebridades - e a certos e conhecidos políticos (que até já declararam apoio, são aqueles que têm suores noturnos e tremores matinais só em pensar que suas histórias possam vir a público) é o maior cerco à liberdade de expressão desde os tempos da ditadura e do AI-5. Aliás, o que esperam as escolas de comunicação, os sindicatos dos jornalistas, os alunos e professores dos cursos de História para protestar contra essa ameaça, tal qual os escritores que já se manifestaram em contundente documento público? Vem pra rua, galera!
Leia no Portal Imprensa  a opinião do escritor e biográfo Lira Neto. 
Clique AQUI 

Gol contra o Brasil

Foto: Reprodução Veja on line
Na semana passada, muitas críticas rodaram em blogs independentes sobre a  "palestra" de Aécio Neves para empresários em Novas York. A avaliação foi que o suposto candidato foi desastrado, criticou o Brasil no exterior e traçou um quadro caótico deixando os investidores incautos - aqueles que não viram na "palestra" apenas um peça de campanha eleitoral -, de cabelos virtualmente em pé. Agora, a crítica saiu dos blogs e ganha o mercado financeiro.
Leia. Clique AQUI

Cada dia uma saudade maior na velhice. Até virarmos saudade também saudade

por Eli Halfoun
A chegada da velhice é controversa: ao mesmo tempo em que representa uma medalha por ter vivido até os 70, 80 ou mais anos e de significar acúmulo de experiência e de trabalho (trabalho que pode continuar sendo feito, mas que é desprezado como se o ficar velho tornasse a pessoa inútil). O outro lado da cueca é ter que enfrentar problemas de saúde, limitações físicas, incompreensão e acima de tudo uma dolorida saudade que aflora mais forte cada vez que recebemos a notícia de que um velho amigo se foi, o que nos machuca mesmo sabendo que a despedida será inevitável. O idoso precisa recomeçar a vida aprendendo entre muitas outras coisas a lidar com na perda das mortes. Todo dia é um que se vai fazendo diminuir a lista de velhos amigos, aumentando a saudade e nos deixando cada vez mais perto da morte: o falecimento de um velho companheiro parece ser o cruel aviso de que nossa vez está chegando. Isso nos deixa mais doentes e com menos pressa como se fazer tudo na base do devagar, devagarzinho seja uma forma de retardar o fim. Essa história do “devagar e sempre” não funciona com a maioria dos idosos porque eles sabem que fisicamente devagar já estão, mas o sempre não existe. O sempre do velho é o momento, é o presente. O futuro existe também para o idoso, mas é para o velho uma espécie de futuro com data de validade.

Por mais que o velho procure não pensar na morte esse é um pensamento constante e inevitável e reforçado com a partida quase diária de um companheiro que fez parte de nossa juventude.  Mesmo sabendo que está na lista de espera o novo velho precisa aprender a lidar com a certeza e até com a tranqüilidade da morte para sofrer menos, muito menos, com o “já era” quase diário de um velho companheiro. É como se estivessem tirando de cada um de nós mais um pedaço de vida. A recente morte do velho companheiro Sergio Ross não foi e nem será a única a nos fazer riscar mais um nome da listas de antigos amigos. Cada e vez que riscamos um nome o nosso fica mais perto do topo da listas. No começo da lista, mas paradoxalmente mais perto do fim. Velhos e unidos companheiros da Bloch Editores sofreram rapidamente as perdas de dois ótimos Sergios (o Renato Sergio e o Sergio Ross) que além da saudade nos deixaram a intensa vida que construímos juntos profissionalmente.  A vida de cada velho que se vai cansado e muitas vezes sofrido e magoado com o presente, não é exatamente a morte. É alerta para perceber e reaprender que a vida continua intensa nas recordações que os amigos nos deixam. Sejam boas ou ruins. Ruim mesmo é não ter do que lembrar. (Eli Halfoun)

Bom Ano Novo! Kelly Brook lança calendário 2014








VEJA O VÍDEO DOS BASTIDORES DA SESSÃO DE FOTOS PARA O CALENDÁRIO, CLIQUE AQUI


Do baú do Alberto: não se fazem mais cinemas como antigamente...

Acervo Alberto Carvalho

Acervo Alberto Carvalho

Acervo Alberto Carvalho

Acervo Alberto Carvalho

Acervo Alberto Carvalho

Acervo Alberto Carvalho
por Alberto Carvalho
Dez, entre dez críticos de cinema, apontam o "Cidadão Kane", de Orson Welles, como um dos 10 melhores filme do século 20. Entre eles estão "Casablanca", "...E o Vento Levou", "Os Brutos Também Amam", "Ben-Hur" e outros com menos unanimidades. Esses filmes levaram milhares de expectadores às salas de projeção dos 1.500 cinemas espalhados pelo município do Rio de Janeiro. O cinema - dizia a propaganda - era "a melhor diversão". Hoje, não passam de 50, escondidos dentro de shoppings e galerias comerciais.  O surgimento da televisão contribuiu muito para o desaparecimento de cinemas que deveriam estar tombados pelo Patrimônio Cultural da Cidade. Para citar dois exemplos, entre muitos, o cine Azteca, na rua do Catete, e o Palácio, na rua do Passeio, eram verdadeiras obra prima da arquitetura e decoração. O Azteca chamava à atenção pelas suas colunas e esculturas pré-colombianas disposta em sua entrada. O Palácio lembrava o Palácio de Versailles, de Paris, com seus riquíssimos lustres de cristais, tapetes de veludo vermelho e obras de arte espalhadas pelas paredes dos corredores internos.  Os funcionários que recebiam os bilhetes usavam uniforme que se assemelhavam aos soldados da guarda de honra do Palácio de Buckingham, de Londres. O Palácio também foi o primeiro cinema a inaugurar a tela panorâmica - Cinemascope - no filme "O Manto Sagrado", com Richard Burton e o último a desaparecer entre os 15 cinemas que existiam naquele pequeno pedaço do centro da cidade que se chamava Cinelândia. Hoje, só resta o Odeon.
Cada cinema tinha a sua característica própria: o Plaza, na rua do Passeio, foi o primeiro a realizar sessões à partir das 10 horas da manhã e o primeiro a usar ar-condicionado; o Olinda, na Praça Saens Peña , na Tijuca, era o maior cinema da América do Sul. com  capacidade  para 1.800 pessoas; o  Ideal. na rua da Carioca, no centro, era uma espécie de cinema conversível. Seu teto se abria nas noites de verão dando a impressão de um drive-in; os da cadeia da Metro Goldwyn Mayer, principalmente o Metro Passeio, na Cinelândia, exigia o traje esporte-fino (paletó e gravata) e só permitia a entrada de pessoas acompanhadas. E todos tinham o seu lanterninha que conduzia o expectador à sua poltrona e o baleiro que vendia doces, balas, e chicletes durante a projeção dos filmes.
O mais interessante, ficava por conta  dos programas que eram distribuídos na entrada.  Eles continham a ficha técnica do filme que estava sendo exibido, sinopse dos filmes programados para as semanas seguintes e notícias dos bastidores de Hollywood. Continham também comerciais de produtos de consumo e de lojas comerciais. Quem não lembra do sabonete Lifebuoy, Brylcreem para os cabelos, a loja Ducal e O Rei da Voz?   E a casa Huddersfield - "difícil de pronunciar, mas fácil de achar"? - dizia o seu slogan.
Muitos desses programas fazem parte das minha coleção, que guardo desde os anos 50. Nesta viagem nostálgica, reproduzo, aqui, alguns exemplares do tempo em que cinema de rua era programa de domingo e de todos os dias..

Comissão de Direitos Humanos não respeita as minorias

por Eli Halfoun
Pela lógica, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Deputados deveria defender e brigar pelas... minorias. Não é exatamente o que acontece por lá quando se aprova projeto de lei discriminatório permitindo a organizações religiosas expulsar de seus templos pessoas que “violem seus valores, doutrinas, crenças e liturgias”. É isso o que o deputado e pastor Marcos Feliciano, presidente da Comissão, quer na verdadeira e absurda batalha que vem travando contra os gays. A preconceituosa discriminação se confirma nas palavras do autor do projeto, deputado Washington Reis, que diz: “deve-se a devida atenção ao fato da prática homossexual ser descrita em muitas doutrinas religiosas como uma conduta em desacordo com suas crenças”. Quer dizer que a conduta certa é a de combater e punir absurdamente quem opta por sua vontade e verdade sexual.
Só a igreja evangélica confunde a prática sexual com o direito de rezar para o mesmo Senhor - até porque Deus é de todos e é o mesmo para todos.

O projeto aprovado pela Comissão que deveria estar ao lado das minorias contraria inclusive o pensamento do Papa Francisco que em entrevista para a revista jesuíta “La Civitá” disse: “A religião tem o direito de exprimir sua opinião própria a serviço das pessoas, mas Deus na criação nos fez livres: a ingerência espiritual na vida das pessoas não é possível”. O Papa deixou claro que “essa igreja (isso cabe para todas as religiões) com a qual devemos conviver é a casa de todos e não a pequena capela que pode conter somente um grupinho de pessoas selecionadas”. Para o Papa “os gays não devem ser descriminados por causa disso, mas devem ser interligados na sociedade”. O Deus do Papa Francisco é o de todos nós, mas certamente não é o mesmo dos deputados Marco Feliciano e Washington Reis que com decisões absurdas querem transformar a religião do céu em um inferno que ainda por cima desobriga igrejas a celebrar casamentos em “desacordo com suas crenças”. Se dependerem apenas de políticos como os que aprovaram o projeto as minorias estão perdidas. Perdidas e sem direitos humanos respeitados.  (Eli Halfoun)

É hora de todos os pais assumirem a responsabilidade e o amor da paternidade

por Eli Halfoun
A cidadania começa a ser exercida desde o momento em que nascemos se, é claro, tivermos uma certidão de nascimento, de preferência com os nomes da mãe e do pai. É essa certidão que nos fará ser, nos acompanhará pela vida e será de fundamental valor mesmo quando estiver amarelada e transformada em um papel amassado. Ainda assim será a prova de que existimos. Sem certidão de nascimento não somos ninguém e nem existimos legalmente. O Brasil tem hoje 5,5 milhões de certidões sem o nome do pai (no Rio são 666.676 e em São Paulo também cerca de 700 mil) e ainda milhares de meninos e meninas que nem certidão (o registro é gratuito e, portanto, não há desculpa) têm, ou seja, nasceram de uma suposta relação de amor, mas simplesmente não existem porque os pais não os fizeram existir. É difícil entender o que passa pelo sentimento e pela cabeça de pais que não se importam com os filhos e nem querem assumir a paternidade que é mais um ato de amor e de responsabilidade diante da vida e do mundo.
A covardia está acabando: a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou projeto de lei dando para as mulheres o direito de registrar seus filhos no cartório sem a presença do pai. O mais justo com o recém-nascido é que ele passará a ter obrigatoriamente o fundamental nome dos pais em sua certidão, em sua existência. As mulheres já podem fazer constar da certidão o nome do pai que só conseguirá escapar de sua responsabilidade se provar judicialmente e através de exame de DNA que não é o pai da criança.

O projeto não quer beneficiar mães e nem prejudicar pais: quer apenas dar às crianças o direito de não precisar enfrentar a vida com a vergonha e o desgosto de não de ter como a maioria das crianças o nome do pai em seu registro de existência. Um pai irresponsável que abandona e não reconhece o filho não permite que a criança tenha cidadania dede o momento em que passa a ser e existir. Pais que não reconhecem filhos também não reconhecem nenhum tipo de amor simplesmente porque não enxergam e sentem o maior de todos (o único definitivo) que é o amor pelos filhos. Fazer filhos é um prazer e um prazer que deve perdurar por toda a vida. Inclusive fora da cama. Inclusive fora da cama. (Eli Halfoun)

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Sergio Ross: momentos de um amigo inesquecível

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Ney Bianchi, Alberto e Sergio Ross em Bento Gonçalves. Abaixo, Alberto discursa no CTG. Foto: Arquivo Pessoal  Alberto Carvalho



Osmar Gonçalves, Sergio Ross, Ney Bianchi e Alberto nas redação da Manchete. Foto: Arquivo Pessoal de Alberto Carvalho

por Alberto Carvalho
Sérgio Ross, o Serginho, como era tratado pelos amigos mais íntimos, se foi. Se foi mas ficou no coração da gente pra nunca mais sair. Falar bem do Serginho é fácil. Difícil é encontrar alguma coisa que desabonasse sua conduta, seu caráter e a fidelidade aos amigos. Começou como repórter da Bloch na Sucursal de Porto Alegre e depois diretor no Rio de Janeiro. e em Brasília. Competente em ambas as funções e sempre fiel aos amigos. O humor era constante nas brincadeiras que aprontava com o pessoal (veja o cartão que ele deu para o José Carlos, no post abaixo). Serginho era assim... Sempre alegre e brincalhão.
Durante a viagem do ex-Presidente Geisel à Europa - amigo do seu pai - ele e o Murilo Melo Filho fizeram parte da comitiva cobrindo o evento para a revista Manchete. Na volta ao Brasil, Serginho me pediu para selecionar as melhores fotos dessa viagem, que o presidente gostaria de vê-las. De posse dessas fotos, eu e o Murilo M. Filho partimos para a Granja do Torto, em Brasília, a fim de projeta-las para a família Geisel, em companhia do Sérgio. 
O carinho que a D. Lucy, esposa do Presidente, dispensou ao nosso querido amigo, me comoveu. Um carinho de mãe para filho. Os dois ficaram um tempão trocando figurinhas sobre a vida que as famílias levavam em Bento Gonçalves. Dizia D. Lucy que durante a viagem não tivera oportunidade para conversarem. Presentes à projeção estavam Geisel, Delfim Neto e outros ministros. 
Certo dia, eu e o saudoso Ney Bianchi, a convite do Sérgio, fomos conhecer a cidade natal desse gaúcho brincalhão. Seu irmão Roberto, nos esperou no aeroporto de Porto Alegre e de lá nos levou para Bento Gonçalves à bordo de um teco-teco, pilotado pelo próprio Roberto. No caminho, a 1.500m. de altura, entre vales e montanhas, Roberto passou o comando do avião ao Sérgio que revelou nunca ter pilotado um avião. Pegou no manche e o avião começou a fazer manobras perigosas incentivadas pelo irmão. Eu e o Ney Bianchi ficamos nos borrando de medo. Para nossa tranquilidade, o irmão voltou ao comando e pousamos são e salvos no Aero Clube da cidade. Os pais do Sérgio nos receberam com aquela característica que é própria aos gaúchos. Nos ofereceram um almoço digno das festas italiana de São Genaro, famosas pela sua fartura.
No dia seguinte fomos conhecer o CTG (Centro de Tradição Gaúcha) de Bento Gonçalves. Participamos de um monumental churrasco, seguido de apresentação de danças folclóricas. Para minha surpresa, o Sérgio me apresentou ao diretor do Centro como uma personalidade importante do Rio de Janeiro. Ney Bianchi, outro gozador, me indicou para fazer um discurso de agradecimento. Fiquei sem graça e não pude recusar. Tomei a palavra e  os dois, entre um chimarrão e outro, ficaram me gozando o tempo todo.
Serginho era assim...

Sergio Ross, saudades...

Com Brizola, em Porto Alegre, 1961, nos tempos da resistência, . Foto: Reprodução Diário do Poder
Décadas depois, os dois gaúchos, velhos amigos, se reencontram. Foto; Reprodução Internet
Humor: o cartão que Serginho deixou com José Carlos
por Gonça
O nosso caro amigo Sergio Vargas Ross despediu-se. Nos últimos meses, esteve internado, teve alta, mas sofreu complicações. Deixa saudades. José Carlos Jesus, que teve contato mais recente com o Serginho, conta que, no ano passado, quando, sempre solícito, ele esteve no Rio trazendo procurações de colegas da Bloch que moravam em Brasília e não podiam se deslocar para receber a correção monetária das indenizações trabalhistas, não deixou de mostrar o seu eterno bom humor. "Ele sempre foi brincalhão", recorda José Carlos. "Ao se despedir, depois de resolvida a burocracia no Banco do Brasil, ele disse: 'Precisando de alguma coisa em Brasília me procure". E puxou da carteira um cartão de visitas azul com os seguintes dizeres: 'Serginho Ross - Idoso de Programa - Acompanhante de Senhoras da Terceira Idade - Bento Gonçalves - RGSUL'. Rimos muito. Já sinto saudades dele". Por ironia do destino, acrescenta José Carlos, há apenas dois dias, "consegui depositar na conta dele o valor correspondente à segunda parcela da correção monetária". 
Em Brasília, com Maurício Cabral 
Já outro colega, Maurício Cabral, recorda: "Quando fui morar em Brasilia, em 1987, na direção da Sucursal da F&F WORK do nosso falecido amigo Rubens Furtado, com Fátima, sua filha, e Chiquinho, nosso engenheiro da TV Manchete, fui procurar o Sergio, que estava na extinta CBTU, e pedir uns anúncios para os veículos que representávamos. Prontamente me conseguiu o que pedi, me dando conselhos de pai para filho quanto a sobreviver da publicidade no mercado de Brasilia, no qual permaneci por quatro anos. Toda vez que voltava a Brasilia, fazia questão de visitá-lo no escritório do Carlos Chagas, onde estava trabalhando. Era uma pequena réplica da Sucursal de Brasilia da Bloch no Setor Comercia Sul, onde esta foto foi tirada.".
No jogo Grêmio x Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro, disputado ontem, foi observado um minuto de silêncio em homenagem a Sergio Ross. O seu Grêmio, clube pelo qual ele chegou a jogar como ponta-esquerda, ganhou a partida por 1x0. Com certeza, Serginho partiu feliz.

SITE DIÁRIO DO PODER REGISTRA FALECIMENTO DE SERGIO ROSS

Com a colega jornalista Marlene Galeazzi, em Brasília.
Foto: Reprodução Diário do Poder
"Faleceu em Brasília, nesta quarta-feira, o jornalista Sergio Vargas Ros, às vésperas de completar 80 anos de idade. Seu corpo será velado a partir das 10h desta quinta-feira, na capela nº 5 do Cemitério Campo da Esperança. Após o velório, que se encerrará às 12h30, o corpo será levado para cremação, em atendimento a uma decisão do próprio Ross. O jornalista Carlos Chagas, que dividiu com Ross seu escritório em Brasília, resumiu a trajetória do amigo, uma das pessoas mais queridas de Brasília: “Gaúcho de Bento Gonçalves, formou-se em jornalismo nos anos 1950, tornando-se fundador do jornal Última Hora, com Samuel Wainer, passando depois para a revista Manchete, como correspondente na capital gaúcha.
Sérgio Ros, o “Serginho”, jogou no Grêmio, como ponta esquerda. Participou da resistência de Leonel Brizola na luta pela posse do presidente João Goulart, em 1961. Convidado por Adolfo Bloch para trabalhar no Rio de Janeiro, foi assistente da direção e depois diretor da Manchete. Participou da cobertura de diversos eventos internacionais, como a Guerra dos Seis Dias, destacado para Jerusalém. Convidado para chefe da sucursal da revista em Brasília, no final dos anos sessenta, aqui permaneceu para implantar a nova sede da empresa, quando tornou-se amigo dos presidentes Ernesto Geisel e João Figueiredo.
Principal assessor do ex-ministro dos Transportes Cloraldino Severo, transferiu-se depois para a Câmara dos Deputados, na representação da Arena. De novo chamado para a direção da Manchete, já nos tempos da TV, ficou em Brasília até a dissolução da empresa.”
Permaneceu como sócio de Carlos Chagas numa empresa de prestação de serviços jornalísticos. Sergio Ros era viúvo de Iara Ross e deixa duas filhas e quatro netos.
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HOMENAGEM A UM GRANDE AMIGO
por José Carlos Jesus
O Panis cumpre brilhantemente o seu papel: noticiar, opinar, divertir, emocionar e também chorar, por que não?!
Hoje, ainda emocionados com a perda do nosso colega Sergio Ross, podemos, através do Panis, nos despedir
com uma singela homenagem.
Sergio, as nossas palmas pra você!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Rihanna vai a show de sexo ilegal na Tailândia, tuíta e causa prisão de dono de bar | Diário do Centro do Mundo

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/rihanna-vai-a-show-de-sexo-ilegal-na-tailandia-tuita-e-causa-prisao-de-dono-de-bar/

Já deu: chega de falar dos mesmos assuntos. É preciso resolver

por Eli Halfoun
Já deu: ninguém mais aguenta a violência dos vândalos mascarados que a cada manifestação pacífica transformam o Rio e São Paulo principalmente em praças de guerra. Está cada vez mais difícil viver em cidades nas quais o comércio precisa utilizar proteções de aço para não ter o patrimônio absurdamente depredado. Fica difícil viver em cidades na quais é fundamental pensar muito antes de ir até o centro para um compromisso, mesmo que esse seja um compromisso urgente; fica difícil sair de casa até para trabalhar: hoje qualquer empregado tem hora para entrar, mas não tem mais hora para sair e muito menos para chegar em casa já que o livre acesso está bloqueado por quem nada tem para fazer e certamente não gosta de ficar ao lado da mulher e dos filhos.
Fica difícil (isso é o pior) até pensar em fazer manifestações (antes eram só passeatas) se temos certeza de que a justa manifestação de qualquer classe trabalhadora será transformada em baderna e em uma descabida e doentia violência; fica cada vez mais difícil (quase impossível) viver (ou tentar viver), por exemplo, no Rio de Janeiro que já foi o sonho de todos e hoje é e cada vez mais um pesadelo. Não é à-toa que tem cada vez mais gente pensando em mudar-se para o interior em busca de paz. Uma paz que pelo visto o Rio e São Paulo principalmente estão longe, muito longe de encontrar.

Já deu: falou-se até demais em biografias e ainda assim esse continua sendo um assunto complicado. Concordo que os artistas (celebridades de uma forma geral) têm direito à privacidade, mas não dá para simplesmente concordar com censura e muito menos com o cerceamento da liberdade de expressão, ou seja, com o direito de um profissional do ramo (quem não é não deve nem arriscar) escrever uma biografia. Artistas argumentam que merecem ter a privacidade respeitada, mas não me parece que essa seja realmente a questão principal, justamente porque quando um jornalista ou um escritor se propõe a escrever uma biografia quer em primeiro lugar homenagear o biografado, o que, aliás, também acontece quando se faz uma caricatura ou uma imitação. Concordo e defendo a não invasão de privacidade e nesse caso me parece que é dever do biógrafo selecionar com respeito o que deve ou não escrever. Conheço muitos biógrafos e sei que nenhum deles jamais pensou em manchar a biografia de seu biografado. Então a solução é que antes de escrever uma biografia biógrafo e biografado conversem longamente acertando todos os pontos. Biógrafos em sua maioria não querem escândalos. Querem escrever histórias a história e homenagear os ídolos - geralmente ídolos de todos nós. Conversar é sempre a mais inteligente das decisões. Será que a inteligência de biógrafos e prováveis biografados está em crise?  (Eli Halfoun)

Um sonho fácil de realizar para dar mais saúde à população

por Eli Halfoun
Todo dia você abre os jornais e tem uma novidade (para nos ferrar ainda) dos Planos de Saúde que, aliás, mandam mais, muito mais, do que o Ministério da Saúde que também parece estar nas mãos das operadoras (a maioria nada confiáveis) de planos. O pior é que o usuário é obrigado a submeter-se às imposições dos Planos para não perder o direito de consultar-se e fazer exames laboratoriais e de imagem. Os Planos de Saúde continuarão fazendo o que bem entenderem enquanto a saúde pública desse país for o descaso e a vergonha que é. Até sei que os hospitais públicos tentam atender a população, mas quem pode esperar dois anos pra fazer uma cirurgia ou um exame radiológico? Quem não tem plano de saúde precisa mesmo é contar com a sorte e que tem também precisa de sorte para não cair nas mãos de um profissional incompetente muito mais interessado em fazer consultas rápidas para ganhar em um volume maior do pouco que recebe dos planos por uma consulta do que em realmente em praticar medicina. A impressão é que a saúde no Brasil jamais terá uma solução, mas como sou um otimista ainda espero que o governo transforme os planos de saúde em utilidade pública, fazendo-os chegar até nas mãos de quem não pode pagar o preço extorsivo das mensalidades. O governo diz aplicar muito dinheiro na saúde e se é assim talvez fosse mais prático, útil e fácil bancar planos para toda a população investindo nos planos como se eles fossem um INSS melhorado a suposta verba que dizem investir na saúde. É claro que seriam necessária muita vigilância e regras duras para fazer com que os profissionais de saúde atendessem a todos os pacientes indiscriminadamente. Ms esse é, eu sei, um sonho e como os sonhos às ve4ze4s se realizam não perco a esperança. Embora perca a saúde. (Eli Halfoun)

Muitos ingredientes e pouco gosto ameaçam a salada do final de “Amor à Vida”

por Eli Halfoun
A novela “Amor à Vida” se encaminha para o final (muita coisa ainda vai rolar), mas mantém uma elevada e merecida audiência: é uma novela movimentada, repleta de tramas que embora previsíveis na maioria ainda conquistam os telespectadores. Tem algumas coisas que precisam ser explicadas. Exemplo: não se soube mais do criminoso DNA falsificado de Paloma e Paulinha. Bastou ela dizer que a filha é dela para todos passarem a acreditar, embora ela sempre tenha tido certeza e reafirmado a maternidade. Estranho também que depois de que mesmo sem provas concretas todos aceitaram a sempre muito contestada palavra de Paloma os avós César e Pilar deixaram a netas de lado. Dá a  impressão que eles preferiam a dúvida e não a verdade. Até entendo que o bom autor Walcyr Carrasco esteja deixando para o final a solução de todas as interrogações, mas corre o risco de acumular muitas coisas e acabar fazendo do final de “Amor à Vida” uma salada mista com muitos ingredientes, mas sem nenhum gosto. (Eli Halfoun)

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Urgente - Massa Falida da Bloch Editores - Pagamento de parte da Correção Monetária referente a Direitos Trabalhistas garantidos por Lei e viabilizados pelo Juízo da Quinta Vara Empresarial da Capital, Ministério Público e Síndica da Massa Falida. A partir de 16 de outubro

Com a volta ao trabalho dos funcionários do Banco do Brasil (Banco Oficial), serão retomados os pagamentos para os ex-empregados que tem o nome começado pelas letras de S a Z, fechando o total dos Mandados dos pagamentos nesta fase.
Solicitamos aos colegas que deixem para ir ao Banco do Brasil a partir da próxima quarta-feira, 16. De preferência, nas agências do Centro do Rio. É indispensável levar CPF e Carteira de Identidade. 
Próxima assembléia dia 25 próximo, no auditório do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro.
Boa sorte pra todos, abraços,
José Carlos Jesus
Comissão dos Ex-Empregados da Bloch Editores.