quinta-feira, 2 de maio de 2013

A charge política



Charge de Jean Galvão. Reprodução Folha de São Paulo




















por deBarros
A charge política sempre foi de meu grande interesse nas páginas  que tratavam de política nos jornais. Como trabalhei com desenhistas e chargistas de jornais  e revistas como Amilde Pedrosa, o APE, Borjalo, Carlos Estêvão, Péricles que fazia o Amigo da Onça na revista O Cruzeiro,  pouco tempo com Millor Fernandes e Ziraldo o meu interesse pelas charges aumentou. Por essa razão copiei essa charge da Folha de São Paulo porque achei que ela, por sua qualidade, técnica e criatividade do artista, extrapolou seu alcance objetivamente político indo através do humor atingir um órgão público, que nesse momento é a grande preocupação de todos os cidadãos que precisam fazer a sua declaração do Imposto de Renda.
Essa charge, também me fez lembrar outra que na época achei sensacional, senão a melhor charge que tinha visto até então, de  autoria do Ziraldo, quando era chargista no Jornal do Brasil.
O Generalíssimo Franco, ditador da Espanha, não sei há quantos anos, caiu de cama passando a ser um doente terminal. O mundo esperava a qualquer momento a notícia do seu falecimento.  Mas o Generalíssimo não batia as botas e a expectativa aumentava a cada hora. As redações dos jornais de todo mundo já estavam com o seu obituário pronto e era só botar nas máquinas  pra rodar, assim que a notícia de seu falecimento chegasse. Foi quando Ziraldo precisando entregar a  charge para o jornal do dia seguinte diante do impasse fez o seguinte desenho, que vou tentar descrever em palavras o que foi desenhado:
Em primeiro plano uma cama de hospital com a sugestão de que tinha alguém deitado nela. Ao seu lado um oficial  fardado e no fundo uma grande janela aberta dando para uma Praça de onde partia uma grande gritaria – que Ziraldo soube muito bem expor no desenho.
O oficial dizia então para o doente deitado na cama do hospital:
      Que gritaria é essa aí fora?  Perguntou o doente na cama.
      Generalíssimo Franco, é o povo espanhol que veio se despedir de vossa excelência.
      Ué! – respondeu o Generalíssimo Franco. – para onde eles vão?
Essa charge ficou marcada na minha memória pela sua aplicação naquele momento histórico e lucidez e talento do Ziraldo.
Também entendi que a charge não fica atada somente aos atos políticos que ocorrem. Ela é abrangente e se envolve na sua crítica a qualquer ato político ou não que venha a sensibilizar a sociedade.
A charge é muito maior do que parece ser na sua ironia, satirização  e humor na focalização dos atos políticos que ocorrem a cada momento no dia-a-dia da sociedade de cada país. A charge transcende a sim mesma ao atingir o seu objetivo que é a critica, a satirização do homem na sociedade em que vive.

terça-feira, 30 de abril de 2013

"Teje" preso: Fernanda Lima: aos 35 anos, capa da VIP

Fernanda Lima na capa da Vip: "teje" preso
A apresentadora do programa Amor & Sexo, Fernanda Lima posa em clima de UPP para ensaio e capa da Vip de maio. Vem de policial, detendo marmanjos sem direito a fiança.

Lola Benvenutti, a "Bruna Surfistinha" de São Carlos

Lola Bevenutti. Foto: Reprodução
Lola Benvenutti. Foto: Reprodução
Coragem, ela mostra. Aos 21 anos, diplomada em Letras e atualmente fazendo mestrado, Gabriela Natália assume seu apelido - Lola Benvenutti - e conta em um blog suas "memórias" de garota de programa, além de ensaios eróticos. O mais curioso é que ela afirma que não se prostitui por dinheiro mas por prazer, por adorar sexo. UM personagem rodriguiano. O velho Nelson adoraria essa "vida-como-ela-é".

http://lolabenvenutti.blogspot.com.br/?zx=8a2796711c0cb8bchttp://lolabenvenutti.blogspot.com.br/?zx=8a2796711c0cb8bc

domingo, 28 de abril de 2013

Andressa Ganacin em novo e ousado ensaio

Andressa e Nasse, casal BBB. Reprodução Paparazzo. Foto Marcos Serra Lima
por Omelete
Depois de posar solo para o Paparazzo, Andressa Ganacin faz novo ensaio dessa vez ao lado do namorado Nasser. A paranaense é agora alvo da Playboy, embora noticie-se que a revista não estaria inclinada a publicar ex-BBBs. Ou talvez reveja suposta norma já que panicats e que tais não têm abalado as bancas.
Veja mais no Paparazzo. Clique AQUI

Opção por ideologia e partidarismo tira foco do jornalismo. Quer ver?

Reprodução Folha de São Paulo
Não é de hoje, mas vale destacar. Ao optar por praticar um "jornalismo" partidário, a velha mídia da direita brasileira joga a ética no lixo. A Folha pegou uma pesquisa feita com dados de 2008, o que já a desqualifica - estamos em 2013 - e publicou a velharia acadêmica na primeira página. O objetivo é provar, como está no título, que os alunos cotistas têm desempenho pior. Mas os próprios números da pesquisa mostram que já há cinco anos a diferença era mínima, quase irrelevante. Diz o gráfico que "descontadas as variáveis" a diferença está em torno de 8%. "Descontada" a metodologia da pesquisa isso aí é quase margem de erro.Isso apesar de estar a universidade recebendo via cotas alunos que sem isso jamais teriam acesso ao ensino superior. A interpretação da Folha tem viés esquisito. Quase racismo? Ao usar uma pesquisa de 2008 - ou seja  destacar hoje como atual uma notícia baseada em dados velhos - para alardear falsa conclusão, a Folha deve ter algum objetivo. Ou já deflagrou o panfletismo eleitoral.

Vaia no novo Maracanã não foi para Fernanda Abreu. Foi para o Vasco


Não foi exatamente para a cantora a vaia que Fernanda Abreu recebeu da torcida na reabertura do Maracanã. Os apupos foram para a camisa do Vasco que a cantora vestia talvez ainda com orgulho porque é torcedora declarada do clube. A vaia reflete a insatisfação não só dos vascaínos, mas de torcedores de todos os times coma péssima trajetória administrativa e esportiva que o Vasco vem mostrando. Assim como os cruzmaltimos (sou um deles) todos os torcedores querem um Vasco forte porque sabem que sem essa força o futebol carioca perde muito. Ou o Vasco se renova e volta a conquistar se não vitórias pelo menos boas atuações acabará virando um timeco de várzea. E isso ninguém espera ou quer. (Eli Halfoun)

FHC entra em campo para acalmar os ânimos no PSDB


por Eli Halfoun
José Serra está conseguindo o que queria ao anunciar a intenção de mudar de partido: agora está sendo paparicado pelo PSDB e até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez questão de conversar pessoalmente com Serra para tentar convencê-lo a continua no partido que ajudou a fundar e afundar. Há quem garanta que na conversa FHC usou os mais diversos argumentos para convencer Serra dizendo inclusive que Aécio Neves poderá nem ser candidato à Presidência da República. A ação de FHC não se limitou a conversar com Serra: também conversou com Aécio e o instruiu a rasgar elogios públicos para Serra. Política é mesmo uma falsidade e uma palhaçada. (Eli Halfoun)

Atenção: o Lewandowski que faz sucesso no Google não é o nosso


por Eli Halfoun
Não vá se surpreender se ao digitar o nome Lewandowski na busca do Google aparecerem mais de 14 milhões de citações. Elas nada têm a ver com o ministro do STF Ricardo Lewandowski. As citações fazem referência ao jogador Lewandowski, quer atua no Borussia Dortmund da Inglaterra e que há dias mereceu mais citações depois de meter quatro gols no Real Madrid nas semifinais da Liga dos Campeões da Europa. De qualquer maneira nosso ministro está bem na fita do Google com mais de um milhão de citações, que certamente subiram muito depois do julgamento do mensalão. Pelo menos o julgamento serviu para alguma coisa. Espera-se urgentemente que não só para isso. (Eli Halfoun)

Globo renova com turma do “Casseta”, mas lança humorístico sem o grupo


por Eli Halfoun
Embora a volta do programa “Casseta e Planeta” esteja fora dos planos, a Globo decidiu renovar o contrato de todos os integrantes da turma evitando assim que debande para outra emissora. Não há por enquanto nenhum programa previsto para o grupo. Certo mesmo é que no segundo semestre a Globo lançará um novo humorístico com Jorge Fernando (será ator e diretor) e as participações de Maria Clara Gueiros, Gregório Duvivier, Marcius Melhem e Luana Piovani, além de mais 12 atores de apoio. Se depender apenas do elenco é qualidade garantida. Sucesso já é outra coisa, até porque nem sempre o quer tem qualidade faz sucesso. Geralmente é ao contrário. (Eli Halfoun)

Advogados dos condenados pelo mensalão estão sem saída


por Eli Halfoun
Em busca de brechas que lhes permitam defender o indefensável e conseguir pelo menos uma redução de penas, os advogados dos condenados no julgamento do mensalão têm passado os últimos dias lendo e relendo dia e noite o colossal acórdão publicado recentemente pelo STF. No meio jurídico acredita-se que haverá um capítulo especial voltado para os “embargos infringentes”. Essa artimanha de nada adiantará: o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, garante que esse tipo de embargo não existe mais desde 1990 quando houve a regulamentação dos processos dos tribunais superiores. Até então os embargos infringentes eram considerados sinalizadores de redução de penas. Resumindo: por mais que procurem os advogados estão sem saída. Os condenados também. (Eli Halfoun)

A violência é real e cruel. Para que ficar falando tanto dela?


por Eli Halfoun
Os brasileiros estão fartos de ouvir falar em violência, mas ainda não se fartaram de falar dessa mesma violência. Em qualquer roda familiar ou de amigos a violência é assunto quase obrigatório: tem sempre alguém contando um caso de roubo, assalto ou crime. Às vezes fica a impressão de que a violência desbancou o futebol nas conversas. É verdade que a mídia nos sufoca com o noticiário sobre a violência, mas apenas cumpre o seu papel de informar quando acontecem crimes mais do que cruéis como o assassinato da dentista em São Paulo que foi queimada porque não tinha dinheiro na conta bancária.  O terrível fato é um sinalizador tão cruel quanto o assassinato: o de que falta de dinheiro na conta bancária é uma sentença de morte para a maioria dos brasileiros.
Não há como evitar tomar conhecimento de fatos violentos que nos dão ânsia de vômito e provocam pesadelos: a imprensa não pode e não deve silenciar diante dos fatos. Já que não podemos ficar livres de indigesto e sangrento noticiário bem que a polícia poderia nos livrar dos bandidos que matam cruelmente e mesmo assim acham que seus direitos humanos devem ser respeitados. Embora eles, bandidos, não respeitem de os de ninguém.
Sem assassinos brutais não haverá crimes e sem crimes não haverá esse tipo de noticiário e de conversa. Enquanto isso o melhor a fazer é não ficar alheio ao noticiário, mas falar o menos possível sobre o assunto. Pode não resolver, mas certamente diminuirá o pavor que nos atropela em cada esquina. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Nos bastidores, ou nos porões privados, do Comitê Organizador Local da Copa 2014

Quer entender, ou não entender nada, do que se passa no órgão privado que cuida da organização da Copa de 2014?
Leia o Blog no Juca Kfouri...

"Joana Teixeira Havelange, 36 anos, que entre salários e bônus ganha mais de 100 mil reais mensais como segunda executiva do COL, tirou alguns dias, agora em meados de abril, para curtir o Coachella Valley Music and Arts Festival, na Califórnia.
Trata-se, como se diz, do Festival de Woodstock do século 21.
Nada contra que ela, e mais duas funcionárias do COL, Anna Silveira, Gerente Geral de Eventos, e Keli Kanashiro, Gerente Geral Administrativa, se ausentem juntas, mesmo que às vésperas de um teste no Mineirão, como o da última quarta-feira.
Afinal, o ex-goleiro Baka está aí para isso mesmo, para segurar todas como principal executivo do órgão.
Ocorre que o COL vem repassando para as 12 sedes da Copa do Mundo obrigações que eram dele e que superam os 50 milhões de reais.
O fornecimento de energia temporária, por exemplo, é um desses casos, assim como o cabeamento nos estádios para os centros de imprensa e os mais de 3.000 monitores de TV, tudo originalmente previsto como custo Fifa/COL.
Mas que acabou repassado para as cidades arcarem, isto é, para você, eu, nós, pagarmos, se já não bastasse estarmos pagando pelos estádios públicos e privados.
E é aí que também as baladas da filha de Ricardo Teixeira, e neta de João" (...) 


Leia o texto completo no Blog de Juca Kfouri, no portal Uol. Clique AQUI

O último sonho: Ser garçom no Congresso


por deBarros
Nunca me senti tão ofendido e humilhado quando vim a ler num jornal da cidade do Rio de Janeiro que a governadora de um estado, filha de um ex-presidente do país, ia se aposentar, com vencimentos de 21 mil reais por mês, de um cargo público para o qual fora nomeada sem concurso através de um famoso “trem de alegria”. Como o pai dela, que já goza de duas aposentadorias, sendo uma de um INSS e outra como ex-presidente e não deve demorar se aposentar como Senador da República indo gozar de 3 aposentadorias. A filha, se aposentando como governadora, ficará com duas aposentadorias. Não sei se isso é permitido pela lei que regula o sistema de aposentadoria neste país, mas como tudo nesse país tudo pode desde que beneficie os poderosos vamos acreditar que é possível.
Diante desse absurdos cometidos por políticos fico a me perguntar porque trabalhei mais de 50 anos de minha vida para conseguir me aposentar com 8,5 salários mínimos e hoje com o decorrer do tempo não chega a 5 salários, quando no mundo político governadores depois de 4 anos se aposentam com o salario que recebiam no exercício do cargo, ex-presidentes também vão para a suas casas gozar de ricas aposentadorias além de serem contemplados com outras benesses, como senadores ou deputados, ou se por acaso, na época em que começaram a trabalhar numa repartição qualquer ou por fruto de um “trem de alegria” passam a receber mais um salário que beira em torno de 21 mil reais. É preciso lembrar que aqueles que foram presidentes da Petrobras, quando deixam o cargo vão para casa com o salário que recebiam como presidente dessa Estatal, que não é aposentadoria, para o resto de suas vidas. Lembram-se do japonesinho do Geisel? Ficou tão rico que foi embora para os EUA onde comprou uma fazenda no Texas e vive lá até hoje. Não sei mais se isso é imoral, é indecente ou se no fim das contas eles estão certos e eu é que estou errado, o fato é que, esses exemplos de mordomia, privilégios e tantos outros mimos que essa minoria vem a ganhar só nos ofende e nos humilha e nos deixa com uma enorme sensação de frustração e incapacidade, senão de fracassados diante de nossas famílias e amigos.
Não quero e não vou mais votar. Primeiro fica a indagação em quem votar. Teremos candidatos preparados para a eleição de 2014?  E segundo porque todos aqueles em quem votei não fizeram nada como também não trouxeram nada para melhorar esse país. Nem ideias novas conseguem criar e ficam se repetindo fingindo que governam e nós fingindo que acreditamos que eles estão governando.
Por essa razões e tantos outros motivos é que parei de querer e sonhar com um país melhor, mais gratificante com o seu povo. Não, esse país não oferece nada ao seu povo. Só obrigações e muito trabalho e aos poderosos oferece tudo de vantagens e lucros materiais pelo fato de serem poderosos e privilegiados. Basta, não quero mais ser brasileiro. De agora em diante passo a ser um apátrida e como Ashverus vou percorrer o mundo com a imaginação que me restou sonhando com outras pátrias em possa acreditar e por elas morrer.
Mas, a esperança é a última que morre ainda me resta uma última alternativa de sobreviver neste país: ser garçon no Congresso com o salário de 15 mil reais por mês. Sei que será difícil conseguir essa vaga porque, naturalmente,  a corrida  e a fila deve estar enorme e também porque  não conheço nenhum político e não frequento os corredores palacianos onde a troca de favores políticos e grandes negociatas são tramadas e executadas. Mas, fico pensando, se outros conseguiram por que não poderei conseguir? E se conseguir essa vaga, por obra do acaso ou mesmo por intercessão e prestígio de Satanaz, senhor do mal e realizador dos sonhos impossíveis será a minha glória que permitirá a minha volta a acreditar neste país. Amém

Está aberta a temporada de caça a técnico de Seleção


por deBarros
“Esse papo ufanista de que temos de ganhar  e vamos ganhar a Copa aqui no Brasil não me pega”.
“Infelizmente, este não parece ser mais o caso do nosso bravo Luiz Felipe Scolari. O técnico que temos visto até agora não é sequer nem sombra daquele que conquistou o penta em 2002...”
“Técnico deve sair caso fracasse na Copa das Confederações?
Com essas observações feitas por um colunista de um jornal e a pergunta formulada na web em uma enquete de um jornalista de uma estação de TV, fica aberta oficialmente a temporada de caça e derrubada do técnico da Seleção Brasileira, senhor Luiz Felipe Scolari.
Para a mídia, desde a convocação do Dunga para técnico da Seleção, nenhum técnico é bom o bastante para exercer essa função. Para ela, o melhor técnico foi o da Copa de 2006, na Alemanha,  que a tudo permitia além das idas dos jogadores aos bares e casas noturnas, a invasão da imprensa falada, escrita e televisa em todos os departamentos  e horários de treinamentos dos jogadores.
Corria na época a notícia de que uma das razões da convocação do Dunga para técnico da Seleção, além é claro de suas qualificações técnicas para o cargo, era a de exatamente impor uma disciplina mais séria não deixando que a concentração fosse invadida pela mídia ao seu bel prazer e os jogadores seguissem uma programação estritamente técnica voltada para o seu objetivo maior que era a conquista da Copa de 2010, na África do Sul.
Nunca na história das Seleções brasileiras um de seus técnicos foi tão atacado, massacrado e humilhado como o ex-jogador de futebol campeão do mundo da Copa de 1994, nos EUA, o gaúcho Dunga. Por que? Porque não permitiu que determinada imprensa tanto escrita como televisada usasse as dependências da concentração brasileira como fosse o seu quintal. Se o técnico Dunga conseguiu impedir que os trabalhos da Comissão Técnica fossem invadidos a qualquer momento por uma imprensa ávida de notícias e fofocas não conseguiu impedir que colunistas esportistas através de seus artigos o atacassem impiedosamente todos os dias criticando a sua orientação técnica e tática no comando do time e o critério de convocação chegando ao ponto de querer impor a ele a convocação de dois jogadores que atuavam no Santos FC e eram tidos por eles como craques revelação do futebol brasileiro.
Os primeiros ataques ao técnico Felipe Scolari  já começaram e irão se intensificar até a Seleção não conseguir ser campeã na Copa das Confederações. Esse movimento conspiratório terminará quando o seu objetivo maior conseguir derrubar o senhor Felipe Scolari e o técnico de suas preferências for nomeado.
Essa pergunta:
“ O técnico deve sair caso fracasse na Copa das Confederações?" Foi feita na entrevista coletiva, depois do jogo do Brasil com o Chile, que um dos repórteres entrevistadores fez ao Felipe Scolari que  surpreso com a pergunta inoportuna e ofensiva respondeu:
“Sem comentário”, e se levantando dando a entrevista terminada continuou:
“É uma piada”

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Censura não é coisa de rei popular. Viu Roberto Carlos?

por Eli Halfoun

A carreira de Roberto Carlos seria impecável se ele não tivesse entre as suas muitas e doentias manias a de censurar livros, revistas e tudo o que fale de sua vida pessoal e profissional, incluindo agora teses em trabalhos de faculdade, como está fazendo com uma tese que tem a Jovem Guarda e não ele como tema. Roberto foi e é considerado o rei da Jovem Guarda desde a época em que o programa de mesmo nome fazia sucesso na TV Record e mobilizava toda a juventude do país, como pude acompanhar de perto como repórter e colunista do jornal "Ultima Hora". Portanto é impossível falar da Jovem Guarda sem citar RC que comandava o programa e o jovem movimento. Ao tentar proibir uma tese ou qualquer outro documento como (exemplo: a revista Manchete especial - não era mais da Bloch - que editei, inclusive com várias crônicas quando de um livro que escreveria quando ele completou 60 anos) sobre a Jovem Guarda Roberto está simplesmente querendo apagar uma importante página da história musical do país. E apagar a história não é permitido nem ais reis.


Não me parece que essas digamos idéias de censura saiam da cabeça do maior ídolo musical brasileiro respeitado e reverenciado por compositores, cantores, músicos, maestros e principalmente uma multidão de fãs que sempre vai ao delírio com suas apresentações por mais simples que sejam. Essa doente mania de censura parece ser coisa de seus advogados que fazem a cabeça do cantor. E fazem errado. Roberto sabe que qualquer tipo de censura é um absurdo e mesmo tendo sido usado muitas vezes apenas como forma de alguém faturar às suas custas, sabe que nem sempre é isso o que os autores pretendem. Na maioria das vezes a intenção maior é realmente a de homenagear o cantor que se transformou com suas belas canções no rei musical de um país que sabe cantar, sabe ouvir, mas não precisa saber censurar. Afinal, já fomos censurados e amordaçados demais para continuarmos aceitando mordaças e censuras de qualquer tipo. Mesmo que seja de um rei idolatrado. (Eli Halfoun)


A ministra deles... e o nosso ministro

Reprodução Facebook
Reprodução Facebook
Foto: Glauber Queiroz/ME
A Venezuela vive um momento de transição. Não tem Copa do Mundo nem Olimpíada à vista. Mas em matéria de ministra dos Esportes, os bolivarianos estão dando goleada. Compare: o presidente recém-eleito, Nicolas Maduro, acaba de nomear uma atleta olímpica, a esgrimista Alejandra Benitez, que participou das Olimpíadas de Atenas, Pequim e Londres, como Ministra do Esporte. Por aqui temos que nos contentar com Aldo Rebelo. Não se pode ter tudo...

Vasco não constrói mais a torcida do futuro

por Eli Halfoun
O presente do meu Vasco é péssimo e o futuro nada promissor em termos de torcida. O Vasco está deixando de construir a torcida do futuro, ou seja, de atrair o entusiasmo e paixão da meninada como fez durante os seus 100 gloriosos anos. Só que, nesse caso, o passado não adiante nada. O presente mostra que a torcida não se empolga com o time que vive sendo derrotado, perde o entusiasmo de ir ao estádio torcer e perde a esperança. Nem mostra mais tanto interesse assim no noticiário sobre o clube que, aliás, os jornais publicam cada vez em menor espaço. Está ficando cada vez mais distante a época em que noticiário sobre o Vasco era obrigatório (havia o que dizer) e porque vendia jornal. O futuro se impõe como duvidoso: hoje é raro ver meninos usando com orgulho a sempre festejada camisa cruzmaltina. Os poucos meninos que ainda usam o uniforme o fazem por imposição dos pais e influência dos avós, o que convenhamos não adianta muito: quando crescerem e puderem fazer opções certamente os meninos torcerão por outro time porque e o Vasco de hoje não os entusiasma o de amanhã muito menos. Em futebol, o futuro só se impõe através de um bom presente. Hoje é mais fácil encontrar meninos usando camisas do Botafogo ou do Fluminense do que as do Vasco e Flamengo. A má fase do Vasco é um tiro nos sonhos de Roberto Dinamite de perpetuar-se como presidente do Vasco: um clube só é forte quando está bem financeiramente e tem um time que entusiasma. Não é no momento o caso do Vasco e nem do Flamengo, o que começa a ser um desgaste irrecuperável para o futebol carioca. (Eli Halfouin)