terça-feira, 27 de agosto de 2013
Os adjetivos que batiam um bolão... Essa onda meio que passou. Era mais coisa dos grande locutores de rádio. Lembra dos apelidos que marcavam os craques?
De volta para o passado; falso comercial de carro Mercedes tenta mudar o futuro, atropela o menino Hitler e vira sucesso na rede. Veja o vídeo
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Jornalismo verdade: Repórter faz topless ao entrevistar prefeito
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Foi na cidade canadense de Kelowna. A repórter bem dotada Lori Welbourne entrevistava o prefeito sobre o Dia do Topless (25 de agosto). O prefeito balançou, arriscou uma olhada, mas manteve a formalidade na medida do possível.. CLIQUE AQUI
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“Esquenta” é o auditório saindo da mesmice com uma Regina Casé perfeita
por Eli Halfoun
Programas musicais de auditório não precisam limitar-se ao entra e sai de cantores. Podem perfeitamente ser criativos em fugir da principal característica que é promover um desfile musical. Prova disso é o "Esquenta" de Regina Casé aos domingos na Globo. Regina é uma das mais criativas profissionais da televisão, principalmente porque está sempre inovando para não cair na mesmice dos chamados programas de auditório, que se consagraram no rádio. Além de excelente atriz faz alguns anos que Regina Case se mostra uma apresentadora da melhor qualidade: é inteligente, animada, carismática, sensível e engraçada o que permite que qualquer que seja a situação conduza o programa com a simplicidade que determina o sucesso de um bom apresentador. Regina é hoje sem dúvida a melhor e a mais versátil.
O "Esquenta" é, principalmente pela presença de Regina, um descontraído encontro dominical de amigos. O desfile musical tem sempre um motivo para acontecer e permite que a cada edição do programa Regina nos surpreenda. O único defeito do programa é o de não citar na maioria das vezes o nome (ou nomes) dos compositores das canções apresentadas. É muito fácil de corrigir. Talvez até fosse uma boa tentar levar (ou exibir sua foto em slide) ao programa a cada domingo, os autores das músicas programadas: seria um perfeito encontro entre os autores das músicas com o intérprete que a transforma em sucesso, além de ser um importante reconhecimento para quem quase sempre trabalha nos bastidores. A presença dos compositores faria mais alegre (e justo) o encontro de amigos. Não tenho dúvidas que esquentaria ainda mais o programa que só quer ser divertido. E é. (Eli Halfoun)
domingo, 25 de agosto de 2013
Flamengo quer construir um novo e decente estádio de futebol
Um beijo que mostrou como ainda somos preconceituosos
Gilmar, o goleiro-simbolo da Seleção Brasileira
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| Gilmar abraça o menino Pelé: vibração na conquista da Copa do Mundo de 1958, na Suécia.. Foto: Manchete Esportiva/Reprodução |
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| Gilmar em ação contra a Suécia, em 1958. Nesta imagem também aparece o lateral De Sordi, também da seleção de 58, que morreu ontem no Paraná. Foto Manchete Esportiva/Reprodução |
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| Com o treinador Feola e a Jules Rimet. Foto Manchete Esportiva/Reprodução |
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| A chegada ao Brasil. Foto O Cruzeiro/ Reprodução |
Na segunda metade dos anos 50, dois goleiros disputaram o título de melhores do mundo: Gilmar e Yashin. Jogaram três Copas seguidas. Gilmar foi bicampeão. O russo Yashin brilhou, mas nunca levou a Jules Rimet (seu maior título internacional foi a medalha de ouro para a União Soviética na Olimpíada de Melbourne, em 1956).. Tinham estilos parecidos, eram especialistas em "pontes" memoráveis, elegantes, até "frango" tomavam sem perder a pose.
Depois de um vida dedicada ao futebol, Gilmar morreu neste domingo, aos 83 anos, em um hospital paulista neste agosto de 2013, 55 anos depois de dar ao Brasil sua primeira Copa do Mundo, na Suécia. Ele sofreu um infarto, seguido de uma infecção generalizada.
Gilmar jogou no Corinthians de 1951 a 1961 ou 1962, quando se transferiu para o Santos. Assim como Andrada, o goleiro do Vasco que ficou famosos por tomar o gol 1000 de Pelé, Gilmar também ganhou uma marca na chuteira do rei: o 10 do Santos fez seu histórico primeiro gol como profissional, em 1956, no Parque São Jorge sob as traves daquele que viria a ser seu grande amigo e conselheiro.
E é famosa a foto em que o menino Pelé, chorando, é abraçado pelo parceiro mais velho logo depois da conquista na Suécia.
Gilmar encerrou a carreira aos 40 anos, em 1967. Foi eleito pela revista Paris Match como o maior goleiro de todos os tempos. De fato, o currículo é forte. Entre outros títulos, ganhou duas Copas do Mundo, dois Mundiais pelo Santos, duas Libertadores, cinco estaduais, quatro torneios Rio-São Paulo, cinco Taças Brasil, e a Recopa dos Campeões Mundiais. Só pela Seleção Brasileira, foram 12 títulos.
O goleiro costumava dizer que sua jogada mais importante foi contra a Espanha, em 1962, na Copa do Chile.O Brasil perdia por um a zero e a Espanha jogava em contra-ataques. Cruzamento na área, Puskas sobe com Gilmar. O goleiro corta e cai. A bola sobra para um atacante espanhol, que manda um balaço pro gol vazio. Gilmar consegue levantar-se e toca para a linha de fundo. Puskas não acredita, olha pro céu ou, talvez, pra Cordilheira dos Andes ali perto.. "Os próprios espanhóis justificaram a eliminação naquela jogada", contou ele ao Jornal da Tarde. O resto da história é conhecido. Amarildo, que substituia Pelé, virou o jogo com dois golaços.
E o Brasil seguiu a rota que levaria ao Bicampeonato Mundial e garantiria a Gilmar mais uma Jules Rimet.
Precisamos de médicos brasileiros e estrangeiros. Saúde não tem pátria
sábado, 24 de agosto de 2013
Fotógrafos perdem ação que requeria anulação do leilão do Arquivo Fotográfico que pertenceu à extinta Bloch Editores. Advogados do Sindicato dos Jornalistas entraram com recurso
LEIA A ÍNTEGRA DA SENTENÇA
Maria da Penha Nobre Mauro - Juiz Titular
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Rio: a onda (e o negócio) do momento é construir tapumes
Gol contra: Botafogo promove poluição visual
Rouanet: a lei da vida fácil (também conhecida como Lei Roubanet)
Enfim uma peça bem feita na sempre chata propaganda eleitoral gratuita
por Eli Halfoun
Jograis são uma das mais antigas (se não mais) formas de fazer teatro. Sempre funcionaram bem porque sem cenários ou outros atrativos que desviem a atenção do espectador praticamente obrigam a platéia a prestar atenção somente ao que os atores dizem no palco (se evidentemente o texto tiver qualidade). Foi a fórmula utilizada (muito bem, por sinal) pelo PMDB em seu mais recente anúncio da propaganda eleitoral que insistem em chamar de gratuita com se não fossemos nós, os eleitores, a pagar a conta. Independente da credibilidade do PMDB foi sem dúvida o partido que realizou a melhor peça publicitária da atual campanha eleitoral. Ao contrário do que costumam fazer os outros partidos pelo menos dessa vez o PMDB não vendeu nenhum candidato e nem agrediu outros partidos e seus respectivos concorrentes. Foi um trabalho perfeito (com ótimo texto) para uma conscientização coletiva, mesmo que não se possa acreditar em tudo o que o parido diz e disse. Aliás, não se pode acreditar em nenhum até porque nossos partidos transformaram-se faz muito tempo apenas em siglas comerciais que deveriam ter um cifrão na frente. (Eli Halfoun)
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Insegurança fardada...
Ameaça de impeachment mancha ainda mais a imagem do governador Sérgio Cabral
É preciso aprender a respeitar a nossa própria casa
Ô lôco, meu! A partir deste momento, mais do que nunca... o Faustão é um mala...
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| Foto: Divulgação |
O programa Domingão do Faustão tem a duração de 2 horas e 45 minutos. Sabe quanto tempo a imagem do gordo aparece no vídeo durante o programa? Acredite!!! eu marquei no cronômetro (que eu tirei do baú): 1 hora e 35 minutos! Apenas a figura dele na tela inteira, em close ou de corpo inteiro!
O restante, isto é, 1 hora e 10 minutos, são os convidados, as bailarinas e o comercial. É muito tempo vendo aquela cara borrachuda, fazendo piadas sem graça e humilhando o pessoal da produção. Sem contar a indelicadeza dele, cortando sempre a palavra dos entrevistados. É mole?


















