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Reprodução The Sun |
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Reprodução The Sun |
Jornalismo, mídia social, TV, atualidades, opinião, humor, variedades, publicidade, fotografia, cultura e memórias da imprensa. ANO XVII. E, desde junho de 2009, um espaço coletivo para opiniões diversas e expansão on line do livro "Aconteceu na Manchete, as histórias que ninguém contou", com casos e fotos dos bastidores das redações. Opiniões veiculadas e assinadas são de responsabilidade dos seus autores. Este blog não veicula material jornalístico gerado por inteligência artificial.
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Reprodução The Sun |
por Eli Halfoun
A Presidência da República quer que sua segurança esteja cada vez mais forte fisicamente e para isso decidiu renovar parte dor equipamento da academia de ginástica mantida no Palácio do Planalto: R$49,1 mil estão reservados para novos equipamentos da academia muito usada pelo Corpo de Segurança da presidente. São modernos aparelhos e o mais caro é o "abdominal com peso solution" que custa R$ 9,3 mil. A academia está ganhando também o "Leg solution", aparelho que custa R$ 8,6 mil e que serve para trabalhar coxas e glúteos. Nesse caso bem que a turma feminina do Planalto poderia frequentar a academia pelo menos uma vez por semana. (Eli Halfoun)
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O elenco de Carrossel, sucesso do SBT. Foto: Divulgação |
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Fotos Divulgação |
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Foto; Divulgação Playboy |
por Eli Halfoun
Previsões assim como análises políticas, econômicas ou esportivas não costumam valer nada. Portanto, não se impressione muito com o fim do mundo anunciado para essa sexta-feira, dia 21. O mundo não vai acabar, mas a notícia do final nos mostrou que vivemos mesmo no fim do mundo. É cômico ver na televisão pessoas que procuram cidades distantes acreditando que nela estarão a salvo. É ridículo ver (o Fantástico mostrou) um cientista construindo uma fortaleza em que supostamente estaria imune ao do fim do mundo. Fim. Do mundo ou não, é fim, e pronto: nada escapa. No Brasil não há motivo para preocupações. Como aqui tudo sempre termine em festa é bem provável que o mundo também siga a receita, ou seja, acabe em pizza. Como o calor mortal que tem feito sugere. (Eli Halfoun)
por Eli Halfoun
Embora a repercussão e em conseqüência a audiência, especialmente da final, não tenha sido a que se esperava, "The Voice Brasil" terá mais uma edição no ano que vem. A fraca audiência (apenas 13.0) da final é atribuída a uma decisão absolutamente previsível desde o inicio do programa: a maioria do público parecia não ter mais dúvidas de quem seria (e foi) a vencedora. Se os números de audiência não foram lá essas coisas, os da matemática financeira não deixaram a desejar. Só os dez milhões de telefonemas da final garantiram faturamento que justifica mais uma edição.
O "The Voice" é apenas mais um bom programa de calouros bem produzido e que nos mostra o quanto esse país melódico até no falar tem de dezenas de artistas espalhados por todos os estados. Mais uma vez ficou provado que somos musicalmente um país feminino. Só as mulheres disputaram a final, embora o programa tenha apresentado bons cantores em suas edições. A ala musical masculina parece encontrar mais dificuldades para conquistar espaço fonográfico. De qualquer maneira, o programa mostrou bons cantores, todos vocal e musicalmente infinitamente superiores do que os "telós" da vida que andam fazendo sucesso ultimamente. Sucesso felizmente meteórico e que por isso mesmo não dura muito. Ainda bem. (Eli Halfoun)
por Eli Halfoun
Pode ser (e provavelmente é) reflexo do entusiasmo de suas últimas conquistas e de uma realmente histórica alegria e festa da torcida, mas o Corinthians parece disposto a vencer tudo e busca reforçar ao máximo a equipe de futebol. A direção do clube estaria mantendo contato com o Milan para fechar a contratação (por R$ 42 milhões) do atacante Alexandre Pato, que não esconde seu desejo de voltar a jogar no Brasil. Jornais e emissoras de televisão da Itália confirmam negociações que, por enquanto, estão na base do reconhecimento de terreno, ou seja, ainda tem muito jogo para ser jogado. Não é só: o "Coringão" estaria tentando também as contratações de Renato Augusto junto ao Bayer Leverkusen, da Alemanha, e do zagueiro Dedé, junto ao Vasco, que deve mesmo perder o superzagueiro. Ninguém que trabalhar em empresa que não paga os salários e que parece desestruturar-se cada vez mais em tudo.
A recente vitória do bicampeonato conquistado no Japão animou também a Caixa Econômica Federal que tem seu nome estampado na camisa do clube. A Caixa está tão entusiasmada quer investirá mais no futebol de uma maneira gral: fechou contrato (R$ 100 milhões até 2014) de patrocínio para a transmissão da Copa de 2014. Os direitos de transmissão da Copa pertencem a TV Globo, mas a Bandeirantes comprou a parte que também lhe permite transmitir os jogos. A Caixa também investirá na GloboSat patrocinando todos os eventos de futebol em 2013 na emissora. Outra decisão da Caixa é a de instalar uma agência no Itaquerão, o novo estádio do Corinthians. Resta saber se a torcida fará depósitos financeiros ou se apenas tentará encontrar um maneira de botar a mão na bufunfa. (Eli Halfoun)
por Eli Halfoun
Existem caminhos (e burocracias) judiciais que precisam ser cumpridos, mas bem que o STF podia escolher um atalho para mandar executar imediatamente a prisão e cassação dos condenados no histórico julgamento do mensalão. O fato é que a demora na execução das sentenças está criando na população uma irritação e um descrédito que pode acabar fazendo com que o julgamento do mensalão passe a ser visto apenas como mais uma demonstração de que nesse país se joga para a torcida quando se trata de política e de justiça. O resultado é que o povo, que ficou tão justificadamente entusiasmado com o julgamento e as punições de corruptos, já acredita que, como sempre acontece, tudo acabará em uma grande pizza. O julgamento do mensalão já entrou para a história, mas precisa fixar-se nela fazendo cumprir logo o que a Alta Corte decidiu. Até para que ela continue sendo Alta e respeitada em suas decisões. Além de uma profunda descrença e irritação a demora, mesmo que legalmente permitida e exigida acabará criando para os corruptos mais uma certeza de que sempre dá para meter a mão gananciosa no dinheiro do povo porque as condenações que resultariam de julgamentos sérios não seriam cumpridas e, se fossem, deixariam os condenados no bem bom da liberdade por muito tempo. O mensalão não pode ser visto pelo povo como mais um jogo de cena. Esse filme o povo já viu e sabe que não vale a pena ver de novo. (Eli Halfoun)
por Eli Halfoun
O Fantástico, um dos mais antigos programas da Globo, tem vaga cativa na programação dominical da emissora, mas para que continue assim precisa passar por uma grande reforma. É o que acontecerá no ano que vem,. Ou seja, o programa precisará mudar muito, principalmente em audiência. A decisão de realizar mudanças foi tomada diante de assustadores baixos índices: o Fantástico encerra o ano com a pior média geral de todos os seus mais de 30 anos de história. Não se sabe ainda que mudanças estão previstas, mas sabe-se que o quadro Medida Certa, que nem com Ronaldo foi um fenômeno de audiência, procura agora uma mulher famosa que odeie regimes e exercícios para submeter-se ao desafio de emagrecer. Entre as atrizes da emissora são muitas as que odeiam exercícios e dietas, mas está difícil encontrar aquela que aceite assumir isso publicamente. Sabe-se também que o programa passará a dar mais ênfase para o humor e os musicais "que é o que o público quer nas noites de domingo".Também quer informações e boas reportagens, o que não tem sido o caso ultimamente. (Eli Halfoun)
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Jornal americano Rock Hill Herald publica a notícia sobre a tragédia de Newtown bem ao lado de um promoção natalina de venda de pistolas e fuzis |
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Fotomontagem. Reprodução do site Democracia & Política |
O Globo/Reprodução O terreno é pantanoso. o Brasil inteiro quer o combate à corrupção sem tréguas a políticos e empresários ladrões. Mas, calma aí. Antes de tudo, esse combate, para ser legítimo, não pode ser partidário e com pretensões de ser um 'terceiro turno" de eleições democráticas. Durante o julgamento do chamado mensalão, o STF inovou na liturgia, criou novos procedimentos, patrocinou correria e escorou-se no tal "domínio do fato" para produzir algumas condenações sem provas. A direita aplaudiu o reality show transmitido ao vivo. O passo do STF agora é ainda mais grave. Pretende abrir o precedente inconstitucional de cassar mandatos de parlamentares eleitos pelo povo. É surpreendente a ousadia de um Poder, que não é votado, que atropela o outro, que emana do povo. Que o Congresso decida sobre a cassação. Se considerar que há motivos, que retire os mandatos dos parlamentares "condenados" pelo STF. Se não, que o Congresso seja julgado pela opinião pública e os parlamentares pelo eleitor. Assim é a democracia. A pergunta é se o STF está com recaída nostálgica. Durante os cinco primeiros anos da ditadura militar, o tribunal ainda concedeu habeas corpus a políticos perseguidos pelo regime, embora, no mesmo período, nunca tenha contestado a inconstitucionalidade dos atos institucionais. Nos anos seguinte, rendeu-se de vez z e vergonhosamente aos milicos. Aliás, um dos ministros do atual STF costuma defender publicamente o regime que assassinou e torturou brasileiros. O texto abaixo foi escrito pelo jornalista Elio Gaspari para a Folha de São Paulo e O Globo. Quando o Poder Legislativo está fraco, resta-lhe só a força da história. "Se não prevalecerem as almas de bom-senso, o Supremo Tribunal Federal irá para um conflito de Poderes com o Congresso por causa dos mensaleiros condenados pela corte. Por quatro votos contra quatro está empatada a votação que poderá determinar a cassação dos mandatos de parlamentares delinquentes. O desempate virá do ministro Celso de Mello. Os juízes do Supremo são os guardiães da Constituição e suas decisões projetam-se sobre o funcionamento das instituições. Se a votação está empatada é porque a corte se dividiu quanto ao nó da questão: o mandato dos mensaleiros é deles ou encarna a vontade de seus eleitores? Se é deles, uma vez condenados pelo Judiciário é razoável que o percam, como perderia o emprego um motorista. Se o mandato é dos eleitores, paciência, a decisão é do Legislativo. (...) Leia o artigo completo, clique AQUI | “ |