terça-feira, 28 de maio de 2013

Da editoria de economia e finanças: Nora do bilionário na capa da Playboy...

A panicat Babi Rossi namora Olin, filho do empresário Eike Batista. Está na capa da edição especial da Playboy. Olin é filho de Luma, uma das campeãs de venda da história da revista 

Reality show jornalístico: a "casa de vidro" do jornal Extra

Reprodução Internet
por Ombudsman da Avenida Central
O Extra comemora seus 15 montando uma redação na Praça XV, no Rio de Janeiro. Transeuntes serão chamados a escolher fotos e sugerir pautas. Serão 30 repórteres  editores e designers. A "casa de vidro" funcionará de 3 a 8 de junho. Mas ao contrário do que foi comentando na redação deste blog, o Ombudsman da Avenida Central não foi informado se haverá uma placa pedindo ao público que não alimente os jornalistas, não lhes dê pipocas nem amendoim.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Deu no The Sun: drone brasileiro vigiará Maracanã...

O jornal inglês The Sun publica hoje foto de um drone brasileiro em vôo. Segundo os ingleses, o avião telecomandado será testado durante o jogo Brasil x inglaterra como uma prévia do que acontecerá na Copa quando vários desses aparelhos sofisticados farão parte de um poderoso esquema de vigilância contra eventuais ações terroristas. Na semana passada, o Rio recebeu tanques de fabricação alemã equipados com sistemas antimísseis.
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domingo, 26 de maio de 2013

"Passaralho" devasta redações da velha mídia. No Rio e em SP já são milhares de demitidos...

Demisssão em massa de jornalistas não rende notícias. Mas é este o massacre que está em execução nos últimos meses nas redações de jornais, revistas e TVs do Rio e São Paulo, principalmente. O cutelo do açougueiro corta centenas de empregos. Mas você, em nome da liberdade de expressão, já viu essa notícia no jornal que você assina ou na TV que você vê? Duvido. Essa informação só corre de boca em boca e é censurada para publicação. Apenas alguns sites especializado arriscam noticiar. Se você tiver um pai, mãe, filho, filha, marido ou mulher jornalistas certamente saberá do drama. Se não, vale o que não está escrito, é o silêncio determinado pelos empresários da mídia. O setor recebe incentivos fiscais públicos - para importação subsidiada de papel, por exemplo - e acaba de ser incluído pelo governo, sem contrapartida social, no listão festivo das desonerações fiscais promovidas por Dilma Rouseff. Abrem champanhe mas apesar disso, o cutelo que corta empregos está afiado. Veja este pequeno exemplo. Clique AQUI

Fique atento: a mídia de direita faz terrorismo econômico

Não acredita? Preste atenção no dia-a-dia do noticiário espalhado pelos empresários da comunicação e clique AQUI

Já viu Lola Benvenutti sem censura. ?

por Omelete
É a professora que virou garota de programa. Veja mais no Paparazzo. Clique AQUI

Ou visite o site de Lola Benvenutti. Clique AQUI

E o domingo chegou ao fim... nuvens de segunda-feira sobre Ipanema

Foto: Paniscumovum
Foto: Paniscumovum

Neymar na Espanha é melhor para a seleção brasileira

Neymar, que completou 21 anos em fevereiro (na foto, a comemoração) já é jogador do Barcelona. Foto Mowa Press/CBF/Divulgação 

por Eli Halfoun
A venda de Neymar para o futebol espanhol, considerado hoje um dos melhores ou o melhor do mundo, devolverá para a seleção brasileira o seu maior craque com mais experiência, melhor físico e um futebol ainda mais notável com possibilidade de transformar-se na maior atração da Copa do Mundo e ser peça fundamental para uma boa apresentação do nosso selecionado?  - essa é a pergunta que a torcida deve estar se fazendo no momento em que o craque santista prepara as malas para dizer adeus ao futebol brasileiro. Ninguém tinha dúvidas de que Neymar seria vendido. O Santos e nenhum de nossos outros clubes tem a menor possibilidade de manter no elenco um jogador tão valorizado internacionalmente. O jogador sempre demonstrou desejo de jogar no Barçelona (quem não quer jogar ao lado de Messi?) e por mais que se fizesse suspense não havia dúvidas de sua transferência para, o que não impede que amanhã ou depois o Barça decida vender Neymar para o Real Madrid. Futebol é acima de tudo um grande negócio e Neymar é uma ótima maneira de movimentar esse milionário esquema de compra e venda de jogadores. Aqui no blog o desejo de Neymar, assim como a concretização de sua venda (antes mesmo que ela acontecesse oficialmente) ficou expresso. Agora só no resta torcer para que Neymar volte a atuar pela seleção brasileira muito mais craque do que já é. Em todos os países o destino dos grandes craques é jogar no futebol espanhol, inglês ou alemão e fazer a independência financeira, mas sem nunca esquecer que além da conta bancária o seu futebol também deve enrique4cer. O de Neymar, não tenho dúvidas, será milionário. A Copa do Mundo que o aguarde. (Eli Halfoun)

Criação de partidos é bom negócio. Os deputados sabem disso


por Eli Halfoun
Para quem ainda tem dúvidas de que criar um novo partido é acima de tudo um bom negócio precisava ouvir o diálogo travado há dias entre dois deputados no revelador cafezinho da Câmara. Um deputado comentava com outro:
-  Os deputados rateiam entre si o fundo partidário e o tempo de TV eles vendem.
O outro não estranhou e até completou:
- E tem aqueles que só têm presidente e que acaba ficando com todo o fundo partidário.
Será que o ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, estava exagerando quando disse que temos partidos de mentirinha?  (Eli Halfoun)

Sofia Vergara: atriz colombiana é a mais bem paga de Hollywood

Sofia Vergara na GQ mexicana. Foto: Reprodução

por Omelete
A atriz colombiana Sofía Vergara é a agora a atriz que lidera a lista de faturamento em Hollywood. E investe em produções, como a série "Mulheres Assassinas", da qual comprou os direitos. Ela conta que uma das razões do seu sucesso no cinema americano é que se dedicou a falar inglês sem sotaque, o que a livrou de papéis de empregadas e imigrantes. A beleza contou, óbvio. E, acredite, a estrela tem 40 anos e um filho de 21 anos.

Ex-chacretes reclamam, mas novela não as ofendeu em nenhum momento

Em "Amor à Vida", Elizabeth Savalla faz o papel de uma ex-Chacrete. Fotp TV Globo/
Divulgação
Chacrinha e as Chacretes. Foto Divulgação


por Eli Halfoun
“Ser chacrete não significa cheirar cocaína ou fazer programa. Muitas fizeram faculdade e hoje são mães de família” - é o que dizem algumas chacretes ofendidas com o tratamento que o autor Walcyr Carrasco está dando a ex-chacrete interpretada (muito bem, por sinal) por Elizabeth Savalla. Não há motivo pra se sentirem ofendidas já que em nenhum momento a novela “Amor à Vida” insinuou que as chacretes faziam isso ou aquilo. É verdade que a personagem assume ter feito programas sexuais e ter se metido em confusões, mas isso não quer dizer que tenha acontecido com todas e nem o autor diz ou insinua isso. Trabalhei muitos anos com Chacrinha (escrevi para ele e fiz parte do júri da Buzina) e convivi com chacretes. Posso afirmar que não presenciei absolutamente nada que elas fizessem de condenável. Pelo contrário: Chacrinha sempre foi exigente com a conduta das moças tratadas ali apenas como dançarinas, ou seja, como profissionais. A “grita” de agora não faz sentido: a novela apenas tenta prestar uma homenagem as chacretes que fazem parte da história da televisão brasileira. De uma história da qual podem sem duvida orgulhar-se. (Eli Halfoun)

Incentivos financeiros para policiais podem abrir muitos precedentes


por Eli Halfoun
Há anos entrevistei um juiz do Tribunal de Justiça Desportiva e ele disse que “jogador de futebol é o único profissional que recebe salário para perder”. Tinha argumentos e os explicava com simplicidade: “o jogador ganha um salário mensal e o recebe mesmo que seu time perca. Quando ganha é beneficiado com o "bicho", ou seja, um dinheiro extra para fazer o que seu contrato prevê: jogar sempre para vencer”. Parece que o “bicho” está sendo implantado na polícia. Primeiro foi o Rio que instituiu bônus para os policiais que fizerem melhor a função para a qual são pagos: dar segurança à população, o que inclui prender bandidos Agora é São Paulo que também promete incentivo financeiro aos policiais que mais tirarem bandidos das ruas o que, ao que se saiba é para isso que recebem salário. Não parece que essa seja a solução para nos livrar da violência.  Pelo contrário: esse tipo de incentivo pode criar outros problemas com, por exemplo, policiais querendo mostrar serviço mesmo que para isso coloquem inocentes atrás das grades. Qualquer profissional é pago para cumprir sua missão com competência e não precisa de incentivo financeiro para isso. Se a moda pega profissionais de todas as áreas também reivindicarão incentivos para fazer o que é obrigação: trabalhar direito, honestamente e com competência. Bons profissionais não precisam de extras. Só precisam de boas condições para trabalhar. Isso a polícia não tem e não dá.  (Eli Halfoun)

Ex-bbb Anamara é capa da Sexy...

por Omelete
...e chama a atenção, em ensaio fotográfico feito na Costa Verde do Rio de Janeiro, por exemplar de atributo brasileiro. Anamara gostou tando do ensaio que postou as duas fotos abaixo na rede social...

O brasileiro já casa pensado em divórcio. Números confirmam recorde de separações


por Eli Halfoun
Casar para se divorciar parece ser inevitável. Pelo menos é o que mostram as estatísticas: em 2010 o Brasil bateu um recorde de separações com o fim de 351 mil casamentos. O maior número de divórcios em um ano superou em 45,6% as separações dos outros anos. Os dados são do IBGE, mas ainda não são definitivos: estimativas mostram que um novo recorde poderá ser batido com o número de divórcios chegando aos 400 mil. A pesquisa do IBGE mostra também que as maiores causas das separações são o desemprego do marido, salário superior da mulher, desavenças por fator cultural e traição. Que já foi a principal causa, mas nesses tempos modernos de compreensão e aceitação aparecem em um dos últimos lugares. (Eli Halfoun)

Cerveja também começa a ser coisa nossa


por Eli Halfoun
A cachaça é nossa e, embora não tenha sido inventada aqui, a cerveja também parece ser como mostram as estatísticas de consumo: a Ambev (que controla a Skol, Brahma e Antarctica) vendeu 112,5 milhões de hectolitros e obteve um aumento de 12,4% de receita líquida, ou seja, R$ 32,2 milhões mais do que em 2012. Os amantes do chamado precioso líquido podem preparar-se para experimentar variações: as cervejas aqui fabricadas estão autorizadas a utilizar leite, mel e frutas na fabricação. A cerveja, aliás, obtém aumento de consumo em todo mundo. A produção mundial atinge 196,4 bilhões de litros, o que representa, em duas décadas, um aumento de 70% em relação aos 116,3 bilhões anteriores. A cerveja produzida no Brasil está incluída entre as mellhores do mundo. Ninguém sabe quem inventou a cerveja: não existe registro histórico sobre sua invenção, mas historiadores acreditam que a fabricação tenha milhares de anos. Documentos mostram que a Mesopotâmia comercializava a cerveja (ou coisa parecida) por volta de 40 a.C.
Recente pesquisa mostrou que o chope é mais caro do que a cerveja com uma variação de preço (incluindo petiscos) que chega aos 330%. Nem assim o bebedor de cerveja se dispõe a andar de bar em bar para encontrar melhor preço. O tempo que perderá nessa maratona financeira ele prefere gastar bebendo. (Eli Halfoun)

"Ser ou não ser"... garçom


por deBarros
Quatro anos na escola primária aprendendo a ler e a escrever;  um ano no curso de admissão, mais quatro anos completando o ginasial e mais três anos de curso científico ou o clássico, como era denominado na época, e enfim, aprovado em um duríssimo vestibular, diplomado bacharel em Direito depois de cinco anos na Faculdade Cândido Mendes, na Praça XV, no Rio de Janeiro e, à noite, porque durante  dia  muito trabalho na redação da revista O Cruzeiro.
De bancos escolares e faculdades foram 17 anos sem contar cursos paralelos de aulas de aprendizado da língua inglesa e mais dois anos em escolas de Belas Artes. Somando todos os tempos, foram mais de 20 anos em salas de aulas procurando adquirir conhecimento suficiente, além de um pouco de cultura, para enfrentar um mercado de trabalho que se tornava cada vez mais exigente na qualificação de seus futuros e atuais profissionais de trabalho.
De uma certa forma, o esforço educacional foi compensado com empregos em jornais e nas duas maiores revistas ilustradas do país. Mas se havia o esforço e o sacrifício para atingir as metas exigidas pelas empresas e conseguidas com o preenchimento das vagas, a recompensa salarial não respondia ao teto desejado. As empresas, pelo menos nesse ramo jornalístico no Rio de Janeiro, não obedeciam a uma política salarial que viesse contemplar satisfatoriamente os seus profissionais. Mas, era a política de emprego e salários mantidos e seguidos pelas nossas empresas, só nos restava a entrar nas regras do jogo. Com isso, as aposentadorias que se seguiriam com os tempos de trabalhos obedecidos pelas regras do sistema previdenciário do pais acabavam em reduzidos benefícios que aachatavam salários através de uma equação  apelidada de “fator previdenciário”.
Estou falando em média salarial dentro de um ramo empresarial. É claro que dentro desse universo empregatício alguns salários se destacavam mas eram muitos poucos e por razões estritamente pessoais dos empresários que desejavam contemplar uns dois ou três, talvez mais, empregados de sua predileção ou porque se destacaram demais em trabalho que vieram trazer vantagens ou benefícios maiores para a empresa.
Mas, depois desses todos esses anos estudando, trabalhando, saindo de um emprego para outro, ver e sofrer a falência de empresas, descubro que tinha dobrado a esquina errada errado na escolha profissional de minha vida.
Se tivesse, há muitos anos, entrado para um curso no SENAI e em poucos meses tirado um diploma de garçom ou mesmo de mordomo, quem sabe não estaria hoje servindo cafezinho aos nobres e distintos Senadores da República com um salário entre R$10 mi a R$20 mil ou de Mordomo do presidente do Senado recebendo mais de R$18 mil por mês?
Não estou, com esta dissertação, querendo diminuir ou humilhar a profissão de garçom, que é tão digna e merecedora de todo o respeito profissional que lhe é devida, mas estou apenas procurando destacar a diferença existente em como alcançar o nível de qualidade profissional ontem e hoje tão exigido em nosso mercado de trabalho.
Mas, se não sou um garçom ou mesmo um mordomo aposentado pelo Senado, hoje sou um jornalista, chefe de arte, profissão de que muito me orgulho, gozando em casa do descanso merecido, com um modesto benefício de aposentado porque, como me referi nesse texto, as empresas jornalísticas em que trabalhei nunca foram pródigas, ou pelo menos, razoavelmente justas nas suas folhas de pagamento de seus empregados. Mas, era a política salarial que as empresas, nos idos de 1950, praticavam, seguindo mais ou menos a política de um salário mínimo bem abaixo  das expectativas do mercado de trabalho, política essa mantida pelos governos que se seguiam.
Assim sendo que Deus salve os “garçom e mordomos” dessa tão decantada e famigerada Brasília, capital do Brasil.

sábado, 25 de maio de 2013

Adeus Maracanã, Alô Maracanã

O gramado pronto para o cai-cai de Neymar. Foto: J.E.Gonçalves

Cadeiras retráteis. Sai a "galera" entra o espectador à moda europeia. Foto J. E Gonçalves

O telão. Foto: J. E. Gonçalves

Uma viagem no tempo; o velho e vibrante Maraca em domingo de Vasco e Botafogo, 1977. Foto J.E.Gonçalves
Vasco entra em campo. 1977: tempo de papel picado e morteiros, Foto J.E.Gonçalves
Eduardo Marra E. Gonçalves. 1992, Vasco 4X2 Flamengo pelo Campeonato Brasileiro. Foto J.E.Gonçalves


Este blogueiro no novo Maracanã, 2013. Foto: Tabach.
por José Esmeraldo Gonçalves
O Maracanã está deserto, mas não adormecido, como dizia Waldir Amaral, o locutor da Rádio Globo, nos anos 70. A poucos dias do jogo Brasil x Inglaterra, o primeiro grande espetáculo que o novo estádio receberá, fui conhecer o palco principal da Copa do Mundo de 2014. Dá saudade do velho templo do futebol, cenário de alegrias, tristezas, dramas e conquistas do meu Vasco. Impossível reconhecer nas novas linhas internas traços do Maraca lendário das tardes de domingo. Enfim, bola pra frente. Memória à parte, o estádio está belíssimo. Ganhou em conforto, ganhou em visualização do campo. Aliás, o gramado visto de cima parece perfeito. Se o Neymar não deslanchar seu futebol naquele tapete não sei onde nem quando o fará. No Nou Camp? Com a arquibancada unificada, não mais dividida entres os "degraus" de cimento e cadeiras azuis de ferro, e o fim da geral e do fosso, o campo de jogo ficou mais perto dos espectadores. E essa palavra, "espectadores", é apropriada. Vamos conferir no primeiro Fla x Flu ou Vasco x Flamengo, mas será que o torcedor, agora sentado em estofado retrátil,  vai vibrar como antes? Ficar em pé, não pode, a fileira de trás vai reclamar. Pular? Até dá, mas rapidinho ou vai ouvir um coro de senta-aí. Espero que a galera descubra uma maneira de fazer o Maraca tremer. Ou vai parecer plateia de teatro. Lá embaixo, as primeiras filas de cadeiras, as mais caras, certamente vão exigir o fim da barreira de jornalistas, fotógrafos, radialistas dirigentes, penetras e filhos de deputados à beira do gramado. Qualquer pessoa em pé ali, mesmo o treinador, se ficar parado, vai atrapalhar a visão do público no setor do gargarejo. Nas áreas internas, corredores, futuros espaços comerciais etc, há muito o que fazer. O entorno não ficará pronto tão cedo. É coisa para 2014 mesmo e olhe lá.
A obra foi caríssima, há questionamento na justiça em relação ao leilão da concessão, não se sabe se a convivência dos clubes com os novos donos do Maracanã será viável financeiramente, se o preço dos ingressos afastará o povão... Essa é a bola murcha que o cidadão deve observar e cobrar.
Em 1980, o escritor Edilberto Coutinho deu ao seu livro de contos premiado pela Casa de Las Américas, um título premonitório, "Maracanã, Adeus". Pois é, Waldir Amaral assinaria embaixo e diria agora que o templo do futebol, como o carioca o o mundo conheciam, adormeceu para sempre.
Foi-se o mito mas o fato é que o novo Maracanã tornou-se um bom palco para futebol.Que venham agora os artistas da bola.
Só não o chamem de arena, por favor.

Hoje, no Espaço Itaú de Cinema, Praia de Botafogo, exibição do curta 'Três no Tri" que focaliza a famosa foto de Orlando Abrunhosa: a "pirâmide" de Tostão, Pelé e Jair na Copa de 70. Entrada franca.

Foto de Orlando Abrunhosa, 1970.
O Festival de Cinema de Futebol está no Espaço Itaú de Cinema, Praia de Botafogo 316. A sessão de "Três no Tri" começa às 21:15h, mas é bom chegar meia hora antes para pegar o ingresso. A entrada é franca.

Débora Nascimento e José Loreto em ensaio quente para a Vogue de junho (fotos de Mário Testino)

por Omelete
O fotógrafo Mário Testino publica um ensaio na Vogue que virou viral na rede. Débora Nascimento e o namorado, José Loreto, protagonizam cenas quentes para as câmeras do peruano. Testino prepara mais um livro de fotos com atores e atrizes brasileiros. Em numerosos ensaios, pode-se dizer que ele já tirou a roupa de quase todo o Projac.
Reprodução

Reprodução/Vogue/
foto  MárioTestino
Reprodução Vogue/Fotos Mário Testino

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Orlando Abrunhosa nas telas do Rio. Curta-metragem sobre o autor da foto-símbolo da Copa de 70 é lançado no Rio, neste sábado, 25, no Espaço Itaú de Cinema


Começa amanhã no Rio o 4CineFoot. Mas o dia que interessa aos participantes deste Blog que Virou Manchete é o sábado, 25, às 21 horas, quando será exibido o curta "Três no Tri", documentário de Eduardo Souza Lima, o Zé José, que conta a história da foto esportiva mais publicada no mundo e do seu autor, Orlando Abrunhosa. Ambos, o diretor do curta e o fotógrafo Orlandinho Abrunhosa, trabalharam na extinta Manchete. "Três no Tri" é uma produção da Franco Filmes em parceria com a Hy Brazil 2001 Filmes. Eduardo Souza Lima dirigiu os curtas "Caçada Implacável" e "Capitão Eléctron Contra a Ameaça Venusiana”, "O Evangelho Segundo Seu João" e "Pimentípolie" e o documentário longa-metragem "Rio de Jano".

terça-feira, 21 de maio de 2013

Matéria de capa da Revista Imprensa: como vivem os jornalistas setoristas de sexo... é um pessoal que só pensa naquilo...


Rose di Primo, há 40 anos... por Frederico Mendes

A coluna Gente Boa, de Joaquim Ferreira dos Santos, publicou ontem em O Globo essa reprodução de uma capa da Manchete. A foto é de Frederico Mendes. Foi feita, segundo Roberto Muggiati, ex-diretor da revista Manchete, em setembro de 1973, há quase 40 anos. Eram tempos de Rose di Primo, tempos de um outro Rio. E de um outro mundo. Na chamada de capa, Guantánamo era rotulada de "Paraíso Americano", hoje é campo de concentração. Em 1973 o Brasil vivia sob o chumbo da ditadura, Tião Maia era o Eike Batista da época e transplante de coração merecia manchete. A beleza de Rose di Primo pairava suprema sob tais irrelevâncias.

Atualização em 23 de maio de 2013 - 
Mensagem de Frederico Mendes:
 "Queridos colegas, sinto informar que esta foto não é minha. Ela deve ser do Josemar Ferrari, ou do Nilton Ricardo, que eram do Estudio Bloch em 1973. Nesta época estava trabalhando na Sucursal da Manchete em Nova York".

Ladrão se dá mal e recebe a punição mais rápida da história

O elemento rouba um celular mas calcula mal a fuga....

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Pernas reais, pernas de cinema e um pé de vento: Kate Middleton em dia de Marilyn Monroe

Ela não sabe se seguro o chapéu, o celular ou a saia, mas deixa claro que a gravidez fez bem às pernas antes meio anoréxicas...
Reprodução
...a síndrome que moderna que jamais afetou Marilyn Monroe.
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Comercial da Dove é o mais visto de todos os tempo. Em um mês, 114 milhões de acessos...



O vídeo Dove Retratos da Real Beleza é o comercial mais assistido de todos os tempos, segundo a empresa. Em um mês, 114 milhões de pessoas acessaram o filme no You Tube. Publicado em 25 idiomas, o clipe de três minutos supera o famoso comercial da Evian ( "Crianças") que alcançou 111 milhões de visualizações em 30 dias. 

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Internet não deixa a velha mídia censurar notícia...

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Fotógrafo que fez foto de Herzog vai depor na Comissão da Verdade


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Uma questão de data: a rotativa vai parar...


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Chico Buarque e Mauricio de Sousa precisam de patrocínios



por Eli Halfoun
A Lei Rouanet continua adiantando o lado de quem planeja montar bons espetáculos. Agora mesmo o Ministério da Cultura aprovou captação de R$ 1,6 milhões pra uma nova montagem do musical a “Ópera do Malandro”. O espetáculo será produzido novamente pra comemorar o aniversário de 70 anos de seu autor, Chico Buarque. Também o desenhista Maurício de Sousa pode sair em campo para através de sua editora, captar patrocínios de R$ 17,3milhões para a produção do filme “Horácio - O pequeno dinossauro”. Como bons espetáculos são ótima promoção para produtos e serviços é de se esperar que as grandes empresas se apresentem com entusiasmo. (Eli Halfoun)

Novelas não precisam mais de mistérios que se arrastam. Público quer as emoções que brotam no coração


por Eli Halfoun
Seja em novela, livro, conto e até na vida real toda história precisa ter começo, meio e fim e não é necessariamente obrigatório deixar que o fim seja conhecido, principalmente no caso das novelas, apenas no final da trama. O público acostumado a conhecer (de tanto acompanhar) os mecanismos de uma novela, decifra o final rapidamente. Muitas vezes já no primeiro ou segundo capítulo saca mais ou menos o que acontecerá, embora não saiba como acontecerá. Dessa forma não faz mais sentido alongar “mistérios” que deixaram de ser misteriosos. Parece que enfim nossos novelistas perceberam isso e em muitos casos antecipam revelações até porque lhes permite desdobrar a presença de personagens e aprofundar a trama por outros e também necessários caminhos. É o que acontecerá nos próximos capítulos de “Sangue Bom” quando o público saberá que Bento (Marcos Pigossi) é o filho que Wilson (Marco Ricca) acredita ter morrido no parto, o que de certa forma explica a raiva inconsciente que um tem pelo outro pelo menos até que a verdade seja descoberta e exposta completamente. Até agora a novela de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari mostrou que não tem a menor intenção de manter a linha do “quem matou quem? e no caso de “quem é filho de quem”. Nenhuma situação que evidenciasse uma relação mais próxima entre os dois personagens foi revelada. Certamente será, mas não como um mistério que se arrastará de maneira muito chara por muitos meses. Revelada essa questão a novela poderá desenvolver uma trama sobre a difícil e afetiva relação que se desenvolve entre pai e filho que nunca desconfiaram de nada. Não tenho dúvidas de que o telespectador se envolverá muito mais nessa questão afetiva do que costuma envolver com situações feitas de intermináveis pontos de interrogação. A novela “Avenida Brasil” trabalhou bem desenvolvendo finais praticamente cada semana e nem por isso perdeu audiência. Pelo contrário: mostrou um novo roteiro e nesse caminho a lição de que em novelas, livros ou na vida real a verdade transparente, mesmo que seja difícil, é o melhor e mais perfeito caminho a ser percorrido. (Eli Halfoun)