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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Rio vai demolir parque aquático e estádio de atletismo. É a Olimpíada, estúpido!
Jogão!
Apesar da derrota, o Fluminense continua com uma boa vantagem sobre o Atlético-MG e deve usar a mesma tática defensiva nos próximos jogos para garantir o título, que, parece decidido. Na próxima rodada o Atlético-MG recebe o Flamengo. O Flu joga contra o Coritiba no Engenhão.
Já o Flamengo, conseguiu vencer o São Paulo por 1x0, coisa que nenhum torcedor acreditava e se afastar, um pouco, da Segundona. Terá que conseguir mais cinco pontos nas próximas rodadas para ter um Natal em paz e amor. O Wagner Love voltou a ser o grande destaque da equipe rubro-negra. Depois de enfrentar o Atlético-MG, o Flamengo recebe o Figueirense, adversário direto na parte de baixo da tabela. Depois, jogará fora de casa, contra o Náutico, antes de pegar o Palmeiras no Engenhão. Nas duas últimas rodadas, será a vez dos clássicos, contra o Vasco e o Botafogo. (Nelio Barbosa Horta, de Saquarema)
Marqueteiros identificam Haddad como o candidato de Dilma
Preço de imóveis brasileiros chama atenção do "Financial Times”
Bastidores da TV inspiram mais um livro de quem conhece tudo
Mestres em comunicação e teledramaturgia acham que “Avenida Brasil” foi um avanço nas novelas
"A telenovela, no Brasil, mais do que entretenimento, a narrativa da nação. João Emanuel captou o espírito quer vivemos hoje. E isso vai além da classe C. O país passa por um momento de orgulho e otimismo. O fato de ele focar no subúrbio tem tudo a ver com isso. O Tufão é um cara rico que podia ter saído dali, mas preferiu preservar a identidade, o orgulho. Os brasileiros vivem uma fase orgulhosa. (Maria Immacolata Lopes, coordenadora do Centro de Estudos de Telenovela da USP)
"É uma novela sobre mobilidade social, e que dramatiza essa mobilidade entre grupos sociais diferentes, com gosto estético distinto, com comportamento social próprio, de forma inteligente fazendo uma crônica do presente (Ivana Borges, diretora da Escola de Comunicação da UFRJ)
"O núcleo do subúrbio sempre existiu, mas em outras novelas ele era mais caricato. Em "Avenida Brasil" á uma humanização decorrente da consistência dos personagens (Letícia Hees, professora de Comunicação em Televisão da PUC-Rio)
"O folhetim acertou em cheio ao focar no subúrbio carioca com uma visão positiva do cotidiano. A isso tudo podemos somar uma trama perfeitamente bem urdida, que flertou com outros gêneros como o cinema e o seriado (Mauro Alencar, Doutor em Teledramaturgia Brasileira e Latino-Americana pela USP)
"A repetição é um recurso utilizado na teledramaturgia porque a novela compete com outros apelos do cotidiano. O João Emanuel não usa isso. Se o espectador perde um capítulo, sente que ficou para trás. A trama avança e avança muito rapidamente.(Letícia Hees)
"Estou com 49 anos e minha geração tem como hábito assistir a novelas, diferente dos jovens de hoje. Com "Avenida Brasil" eles acompanharam e repercutiram a novela na web. A linguagem dos capítulos é diferente, as cenas são rápidas e recortadas. Mas eles não ligam porque a leitura que fazem não é linear (Maria Ataíde Malcher, doutora em Teledramaturgia pela USP)
"A novela tem uma mocinha sofredora, mas uma heroína dúbia, vingativa que foge do padrão (Nilson Xavier, autor do "Almanaque da Telenovela Brasileira"
"Muitos autores fazem sucesso apenas reciclando materiais literários, mas essa história transcendeu o folhetim. Está num limite tênue com a literatura. Um exemplo é a estrutura de romance policial usada pelo autor. Que manifestamente usou a escritora Agatha Christhie como referência. Há o início de uma forma literária que nunca havia visto em novela alguma (Muniz Sodré, professor de Comunicação) (Eli Halfoun)
sábado, 20 de outubro de 2012
Há 50 anos, a primeira gravação dos Beatles
Em 11 de setembro de 1962 eu morava em Londres, mas ignorava solenemente que naquela terça-feira os Beatles gravavam seu primeiro disco nos estúdios da EMI em Abbey Road. Sequer sabia quem eram os Beatles, uma banda que gozava apenas de um sucesso regional em Liverpool e adjacências. Anos depois tive de consultar um número atrasado do Times para lembrar as condições meteorológicas daquele dia: “Nublado, com períodos de sol, chuvas esparsas durante a tarde, ventos moderados, temperatura máxima de 20 graus.” Ou seja, um dia como outro qualquer em Londres.
Na verdade, não era rigorosamente o primeiro disco dos Beatles. Em 1960 houve uma brincadeira em Hamburgo. Numa pequena cabina do selo Akustik, John, Paul e George e o então baterista de Rory Storm and the Hurricanes, Ringo Starr, gravaram três standards: “Fever”, “September Song” e “Summertime”. (O baterista regular dos Beatles, Pete Best, saíra para comprar baquetas e se perdeu na cidade.) Houve ainda “My Bonnie”, que gravaram em Hamburgo — com o baterista titular Pete Best — como grupo acompanhante do cantor Tony Sheridan e creditados como Beat Brothers.
Cinquenta anos depois da gravação de “Love Me Do” e “P.S. I Love You”, primeiro single dos Beatles, um novo revival do grupo ganha força no mercado da cultura pop. Se há pouco tempo toda a discografia oficial da banda foi remasterizada e os CDs ganharam nova roupagem, em 2012 outros trabalhos dos quatro garotos de Liverpool foram reciclados. O filme animado Yellow Submarine (1968) foi restaurado e lançado em DVD e Blu-Ray. O longa-metragem Magical Mystery Tour (1967), escrito e dirigido pelo quarteto, também foi restaurado e chegará às lojas de todo o mundo no começo do mês que vem.
Além disso, os Beatles continuam influenciando e sendo reverenciados mais de 40 anos após o fim melancólico do grupo. Homenagens salpicam aqui e ali. E o mercado literário não ficou atrás. No Brasil, a editora Record decidiu apostar no apelo da nova onda beatlemaníaca e está lançando O Livro Branco. Organizado por Henrique Rodrigues, a obra reúne contos inspirados em músicas dos Beatles. Apesar da referência ao Álbum Branco (1968), os textos contidos no livro passeiam por várias fases da banda. Os 19 escritores convidados para o projeto foram desafiados a criarem algo em cima de suas canções preferidas do grupo.
John, Paul e George queriam tanto ter Ringo como seu baterista que demitiram Pete Best, em agosto de 1962. Os fãs de Pete, inconformados, assediaram os Beatles para protestar, bradando slogans como PETE IS BEST e PETE BEST FOREVER, RINGO NEVER. Um fã agrediu George a socos e o presenteou com um olho roxo. Foi com Ringo que eles se apresentaram em Abbey Road naquela tarde. O produtor George Martin, da gravadora EMI, ouvira os Beatles com Pete Best três meses antes. Disse então: “Fiquei interessado por eles como pessoas. Achei que nada tinha a perder se os contratasse, embora não tivesse a menor ideia do quer fazer com eles, nem do tipo de canções que poderiam gravar”. Uma atitude reticente para o homem que entraria para a história como “O Quinto Beatle”.
Ao saber que Pete Best fora detonado e sem conhecer Ringo, o precavido Martin convocou um experiente baterista de estúdio, Andy White. Ringo gelou: “O outro cara estava sentado à bateria e me deram maracas para chacoalhar. Pensei: ‘É o fim, estão dando uma de Pete Best pra cima de mim...’”. Martin resolveu gravar “Love Me Do” no lado A do single e “P.S. I Love You” no lado B. No ensaio, ele achou “Love Me Do” muito melhor do que a versão que ouvira três meses antes. O que o fisgou foi um riff tocado por John na gaita de boca. (John roubara o instrumento de uma loja na Holanda, numa das viagens a Hamburgo; e roubara o riff do hit de Bruce Channel, “Hey Baby”.) Na gravação da parte instrumental, botaram um pandeiro na mão de Ringo e o mandaram dar dois toques em cada terceira batida. Ele ficou com a cara tão arrasada que Martin resolveu dar uma chance igual aos dois bateristas. Gravaria duas versões: uma com Ringo, outra com Andy. A trilha vocal seria mixada com a versão instrumental que saísse melhor. O padrão de exigência de George Martin obrigou os rapazes a gravarem nada menos do que 18 takes. A essa altura, John já estava com a boca anestesiada de tanto soprar a gaita-de-boca. Ringo Starr deu sorte: foi o baterista do take escolhido de “Love Me Do”. Já em “P.S. I Love You”, levou o crédito de baterista, mas só tinha tocado maracas. Na foto feita em Abbey Road durante a pausa para o chá, George aparece ainda de olho roxo, do soco que levara em Liverpool na celeuma entre Pete Best e Ringo Starr.
Crise
O Times de 11 de setembro de 1962 publicou esta nota avulsa: “NOVA YORK, 11 – Cinco caixas de garrafas de vinho russo, presente do Premier Kruschev ao Presidente Kennedy, chegarão hoje a esta cidade, procedentes de Moscou, via Londres, a bordo de um avião a jato da BOAC [British Overseas Airways Corporation].” Menos de um mês depois, em 14 de outubro, um avião de reconhecimento norte-americano fotografava a instalação de mísseis soviéticos em Cuba, bem debaixo do nariz dos Estados Unidos. Kennedy reagiu ao que considerava uma ameaça ao seu país e ordenou um bloqueio à ilha de Fidel. Kruschev chamou o bloqueio de “um ato de agressão que jogaria a humanidade no abismo de uma guerra mundial de mísseis nucleares.” O planeta viveu duas semanas de pânico, até que os dois Ks chegaram a um acordo em 28 de outubro.
Os Quatro Cavaleiros do Após-calipso passaram ao largo da crise. Estavam mais preocupados com sua guerra particular na parada de sucessos. O single foi lançado em 4 de outubro de 1962. As legiões liverpudlianas dos Fab Four correram às lojas, mas o resto do país não tomou conhecimento. “Love Me Do” foi ao ar pela primeira vez na Rádio Luxemburgo. A mãe de George ficou acordada até altas horas. Cansou e foi deitar. De repente, George sobe as escadas berrando: “Estamos no ar!” O pai de George ficou P da vida quando o acordaram, tinha de levantar cedo para dirigir seu ônibus. Para George, foi a glória: “Tremi de emoção. Ouvi meu trabalho na guitarra e não podia acreditar”.
Os Beatles gravariam de novo em Abbey Road, voltariam a Hamburgo, enfrentariam uma desastrada turnê pela Escócia no inverno, que emendariam com uma exaustiva turnê pela Inglaterra. Num sábado, 2 de março de 1963, a caminho de Manchester para um programa de tevê, souberam que seu disco Please Please Me tinha chegado ao primeiro lugar no hit parade. A partir daí, o resto é História. Mas os Beatles nunca mais seriam tão jovens e inocentes como naquela tarde de 11 de setembro de 1962 nos estúdios de Abbey Road.
Leia Roberto Muggiati na Gazeta do Povo. Clique AQUI
A importância da lição do perdão no final de “Avenida Brasil”
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| Carminha (Adriana Esteves) no capítulo final de "Avenida Brasil".Reprodução |
Baixaria contra Haddad. Tá batendo um desespero?
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| Reprodução Correio do Brasil |
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| Reprodução da página da candidata derrotada |
Débora e Isis recusam convites da Playboy
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| Isis Valverde, a Suelen. Foto TV Globo/Divulgação |
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| Debora Nascimento, a Tessália. Foto: TV Globo/Divulgação |
Atenta aos desejos dos leitores, a Playboy bem que tentou com insistência ter Débora Nascimento ou Isis Valverde, a Tessália e a Suelen de “Avenida Brasil”, em suas páginas exibindo o que não chegaram a mostrar nem nas mais sensuais cenas da novela. As duas foram irredutíveis e recuaram todas as ofertas feitas pela revista que, segundo se cometa, estaria disposta a pagar muito para despir as duas (ou pelo menos uma dela). Tanto Débora quanto Isis alegaram que posar nuas não está em seus planos, o que não desanimou a revista. Afinal, todo dia tem gente mudando seus planos. (Eli Halfoun)
Tráfico de pessoas não é novidade para autoridades policiais
O tráfico de pessoas, principal tema da novela “Salve Jorge”, que estréia segunda-feira, na Globo, é mais comum do que se pensa. Entre 2005 e
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Bettie Page: a "pin-up" que é símbolo de um termo surgido há 70 anos
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| Bettie Page- Divulgação |
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| Bettie Page-Divulgação |
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| Veja o site oficial de Bettie Page. Clique AQUI |
Produtos “Avenida Brasil” também vendem bem na Globo Marcas
Além de ter se transformado no assunto mais comentado ultimamente, a novela "Avenida Brasil" impulsionou a venda de produtos na loja virtual da Globo. Nos últimos dias aumentou a procura pela camisa do Divino Futebol Clube, idêntica à usada pelo personagem Jorginho. A camisa foi colocada à venda por R$ 59,90, mais do que o triplo do preço da falsificada, mas idêntica camisa vendida nos camelôs. Nem tudo foi um sucesso na Globo Marcas que amargou o encalhe do cinto fininho (dourado e chamado de colar de cintura) usado pela personagem Suelen e vendido por R$ 379,00 (folheado a ouro). Nos ambulantes o mesmo cinto apenas pintado de dourado custa R$ 10,00. Mesmo assim é caro para tamanho mau gosto. (Eli Halfoun)
Exemplar Joaquim Barbosa não é o primeiro negro do STF
Todas as vezes que a mídia fala do elogiado desempenho do ministro Joaquim Barbosa no julgamento do mensalão destaca que ele é o primeiro negro a ser ministro no STF. A Universidade Zumbi dos Palmares, de São Paulo, desmente a informação, mas confirma que Barbosa é o primeiro negro a assumir a presidência do Superior Tribunal Federal. A Alta Corte teve como primeiro ministro negro Pedro Lessa (1902 1921). A Universidade relembra que Epitácio Pessoa implicava com Lessa dizendo que ele "tinha temperamento forte, era alto e gabola" e que "adorava falar grosso e raspava a cabeça para esconder a carapinha". Assim como Lessa Barbosa é um orgulho para todos os brasileiros, mesmo porque competência não tem cor ou raça. É só competência mesmo. (Eli Halfoun)
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Aguinaldo Silva vê uma novela pronta na história de José Dirceu
por Eli Halfoun
SBT pode reapresentar melhores momentos de Hebe em seu programa
Pode parecer coisa do outro mundo, mas Hebe deve voltar a ser atração na programação do SBT. Cláudio Pessuti, o sobrinho e empresário, tenta vender para a emissora a realização de um programa semanal reunindo os melhores momentos dos vinte anos em que a apresentadora esteve na emissora. O sobrinho-empresário também propõe a alternativa de a emissora exibir em flashes diários trechos dos programas de Hebe. Não sei se Hebe concordaria com a idéia e realmente não me parece que o público não gostaria de ver Hebe no passado justamente porque ela continua viva na memória dos telespectadores. Além do mais a "hora da saudade" pode ficar parecendo apenas exploração da imagem da apresentadora. (Eli Halfoun)
Olho vivo na eleição de governador e deputados em 2014
A recente eleição de prefeitos e vereadores deixou evidente que o eleitor está mais consciente do valor de seu voto e não o está dando para qualquer um, muito menos para os oportunistas que tentaram voltar ao jogo político. O baixo número de votos conquistados por celebridades que já se consideravam eleitas e poderiam repetir o fenômeno Tiririca foi significativo para revelar que para fazer política séria não basta ser famoso. Como as celebridades sempre se acham mais importantes e famosas do que realmente são certamente, muitos artistas e jogadores de futebol tentarão em 2014 concorrer como deputados. Nesse caso é bom, fundamental até, o eleitor ficar atento para mostrar novamente que política não é um palco artístico, embora nossos vereadores, deputados e senadores sejam uns "artistas". (Eli Halfoun)
Maltratar animais é crime
Votar ou não votar...
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Seca no nordeste, até quando?
por Nelio Barbosa Horta
Algumas obras têm sido feitas ao longo destes anos tentando minimizar o problema. Poços artesianos, ligações com rios historicamente caudalosos como o São Francisco, hoje nem tão caudaloso devido aos constantes desvios no seu curso e assoreamento do seu leito. Sabemos que estas medidas serão pouco produtivas devido ao aumento da população e o consumo de água cada vez maior, além das queimadas que desmatam e poluem a atmosfera e as águas do mar.
Ao mesmo tempo que a seca castiga o Nordeste brasileiro, vemos, através de documentários, como os países da Ásia enfrentam este problema cuja solução é decisiva na subsistência da espécie humana.
Sabemos que a água salgada dos oceanos totaliza 95% de toda água existente no planeta. O consumo de água potável cresce em ritmo alarmante e a única saída para que não haja falta d'água seria transformar a água salgada em água doce.
Chipre é um bom exemplo de dessalinização. Utilizam este processo não somente para abastecer as necessidades da população, mas também para devolver a água do meio ambiente que já foi retirada ou diminuída através de depósitos nos lençóis freáticos.
Este custo ainda é muito alto comparado com o aproveitamento de fontes alternativas de água, exceto para grande parte das áreas áridas do mundo. Segundo Rui Iwersen, do GaiaNet, não se deve ignorar que, futuramente, a escassez regional implicará na necessidade de importação de água das bacias hidrográficas cada vez mais distantes. O Brasil tem, com o Amazonas, a maior bacia hidrográfica do mundo, e que poderia ser utilizada no consumo interno, além da alternativa de dessalinização da água do mar que teria condições de viabilizar-se.
Com o atual desenvolvimento do país, e o nosso crescimento econômico, pode ter chegado a hora de acabar definitivamente com a seca do Nordeste, deixando para trás uma das páginas mais tristes da nossa história, que leva sua população a se deslocar constantemente para o Sul em busca de melhores condições de sobrevivência. (Nelio Barbosa Horta, de Saquarema)
(Nelio Barbosa Horta, de Saquarema)
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Dirceu apressa lançamento do livro sobre sua vida
Mesmo abalado com a condenação, o ex-ministro José Dirceu continua trabalhando em seu livro biográfico. Agora mais do que nunca acelera o projeto de lançá-lo, se possível ainda esse ano. O livro está sendo escrito por Fernando Moraes, com quem Dirceu se encontra com regularidade para ditar suas memórias, que não são poucas e são importantes mesmo que o episódio do mensalão que venha a ser contado com a visão do biografado, ou seja, negando qualquer participação na farta distribuição de dinheiro público em um dos maiores escândalos do país. (Eli Halfoun)
Ronaldo perde peso mas engorda a conta bancária
Sequestro e mais uma morte até o final de “Avenida Brasil”
por Eli Halfoun
Público assiste último capítulo de novela mesmo conhecendo o final
Além do mais o final antecipado na mídia nunca prejudicou a audiência do último capítulo e nem lhe diminuiu a curiosidade que, aliás, aumenta com o joguinho de esconde-esconde feito por autor e emissora. Mesmo sabendo o que acontecerá o telespectador acompanha a exibição do último capítulo com interesse e às vezes interesse dobrado para confirmar com orgulho que já sabia de tudo. Se conhecer o final de novela ou filme influenciasse negativamente o interesse do público certamente "Romeu e Julieta" e "A Vida de Cristo", que tem finais mais do que conhecidos não continuariam fazendo sucesso no cinema em suas várias versões sempre com o mesmo e conhecidíssimo final. O público é muito mais curioso e teimoso do que se pensa. (Eli Halfoun)
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Deu no Meio&Mensagem: Contigo! inova e lança social game "Cidade dos Famosos"
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