por Gonça
O filme da produtora Conspiração mostra a cidade inteiramente integrada aos Jogos. Belas cenas. Clique AQUI
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Quer pagar quanto, freguês?
por Gonça
Parece um replay. Os jornais noticiam que o governo Dilma vive sua primeira crise. Depois da negociada formação do ministério, acirra-se agora a disputa por cargos do segundo e terceiro escalões do executivo. Bem comparando, se a formação do ministério é, digamos, acertada entre engravatados e enluvados, o buraco agora é mais embaixo: é a hora da xepa. Brigas de cachorros grandes e pequenos. FHC e Lula viveram o mesmo drama e também tiveram que encostar a respectivas barrigas no balcão. A Constituição de 1891 impedia que deputados e senadores se licenciassem para assumir cargos no Executivo. O raciocínio era simples: compete ao Legislativo, um poder independente, fazer as leis e fiscalizar o Executivo. Como fazer isso se vão bater à porta da presidência para oferecer votos em troca de cargos? Deputados e senadores reclamam da excessiva interferência do Executivo no funcionamento do Congresso. Curiosamente, não passa pela cabeça deles defender a volta desse artigo que seria a base da independência do Poder Legislativo. Evitaria o espetáculo deprimente ora em cartaz. Agora imagine por um instante se estivesse em vigor - como está na Constituição de vários países - o artigo que impede senadores e deputados eleitos pelo povo para legislar e fiscalizar o governo de trocar o seu mandato em nome de compromisso do seu partido de apoiar o governo no Congresso? A presidente estaria livre para formar uma equipe de governo mais eficiente. Poderia ir buscar na sociedade administradores competentes, afinados com o seu programa de governo. Poderia dialogar com os partidos sem precisar usar um avental de feirante. Seria mais Dona Dilma e menos Dona Xepa.
Parece um replay. Os jornais noticiam que o governo Dilma vive sua primeira crise. Depois da negociada formação do ministério, acirra-se agora a disputa por cargos do segundo e terceiro escalões do executivo. Bem comparando, se a formação do ministério é, digamos, acertada entre engravatados e enluvados, o buraco agora é mais embaixo: é a hora da xepa. Brigas de cachorros grandes e pequenos. FHC e Lula viveram o mesmo drama e também tiveram que encostar a respectivas barrigas no balcão. A Constituição de 1891 impedia que deputados e senadores se licenciassem para assumir cargos no Executivo. O raciocínio era simples: compete ao Legislativo, um poder independente, fazer as leis e fiscalizar o Executivo. Como fazer isso se vão bater à porta da presidência para oferecer votos em troca de cargos? Deputados e senadores reclamam da excessiva interferência do Executivo no funcionamento do Congresso. Curiosamente, não passa pela cabeça deles defender a volta desse artigo que seria a base da independência do Poder Legislativo. Evitaria o espetáculo deprimente ora em cartaz. Agora imagine por um instante se estivesse em vigor - como está na Constituição de vários países - o artigo que impede senadores e deputados eleitos pelo povo para legislar e fiscalizar o governo de trocar o seu mandato em nome de compromisso do seu partido de apoiar o governo no Congresso? A presidente estaria livre para formar uma equipe de governo mais eficiente. Poderia ir buscar na sociedade administradores competentes, afinados com o seu programa de governo. Poderia dialogar com os partidos sem precisar usar um avental de feirante. Seria mais Dona Dilma e menos Dona Xepa.
Chico Anysio: um milhão de amigos com personalidade própria
por Eli Halfoun
A magia da televisão permitiu que mesmo internado em um hospital do Rio Chico Anysio estivesse entre amigos na televisão no primeiro domingo de 2011. Assim Chico teve mais uma vez a oportunidade mostrar que é sem dúvida o melhor humorista e o maior criador de personagens da televisão. Os amigos entre os quais Chico esteve foram alguns de seus mais famosos personagens aos quais sempre deu vida independente. Explico: os personagens criados por Chico jamais se limitaram a ser apenas uma caracterização. A cada um deles deu personalidade, mostrando que é também um excepcional ator. É isso sem dúvida o que os mantém vivos e com sucesso. Foi muito bom rever Chico Anysio na televisão e melhor ainda saber que a Globo não o “encostou” definitivamente. O seu talento é uma “escola” na qual se aprendeu e se continuará aprendendo muito. Cada vez mais.
A magia da televisão permitiu que mesmo internado em um hospital do Rio Chico Anysio estivesse entre amigos na televisão no primeiro domingo de 2011. Assim Chico teve mais uma vez a oportunidade mostrar que é sem dúvida o melhor humorista e o maior criador de personagens da televisão. Os amigos entre os quais Chico esteve foram alguns de seus mais famosos personagens aos quais sempre deu vida independente. Explico: os personagens criados por Chico jamais se limitaram a ser apenas uma caracterização. A cada um deles deu personalidade, mostrando que é também um excepcional ator. É isso sem dúvida o que os mantém vivos e com sucesso. Foi muito bom rever Chico Anysio na televisão e melhor ainda saber que a Globo não o “encostou” definitivamente. O seu talento é uma “escola” na qual se aprendeu e se continuará aprendendo muito. Cada vez mais.
Motos agilizam o jornalismo da Record no Rio
por Eli Halfoun
A velocidade da informação oferecida pela internet está fazendo com que as emissoras de televisão se reequipem para dar mais agilidade ao jornalismo. A Rede Record, por exemplo, acaba de incluir a moto transmissões jornalísticas. No Rio, a Record já tem duas motos percorrendo a cidade: estão equipadas com antena de link, transmissor de microondas, rádio, fones e câmera, ou seja, o que há de mais moderno em tecnologia no setor. As motos podem fazer transmissões digitais de imagem e de áudio ao vivo. Os repórteres terão de se acostumar a andar na garupa. Das motos e não das notícias.
A velocidade da informação oferecida pela internet está fazendo com que as emissoras de televisão se reequipem para dar mais agilidade ao jornalismo. A Rede Record, por exemplo, acaba de incluir a moto transmissões jornalísticas. No Rio, a Record já tem duas motos percorrendo a cidade: estão equipadas com antena de link, transmissor de microondas, rádio, fones e câmera, ou seja, o que há de mais moderno em tecnologia no setor. As motos podem fazer transmissões digitais de imagem e de áudio ao vivo. Os repórteres terão de se acostumar a andar na garupa. Das motos e não das notícias.
Marcela Temer bombando...
A mulher do vice-presidente Michel Temer continua liderando os trend topics da rede. Na parada de sucessos, acaba de entrar o vídeo que fez durante a campanha de Dilma.
Para ver o vídeo, clique AQUI
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Sai pra lá, homem. Quem manda nas compras é a mulher
por Eli Halfoun
Reportagem de O Globo (publicada no primeiro dia de 2011 e assinada por Fabiana Ribeiro) mostra que as mulheres respondem por 66% dos gastos no país, ou seja, o equivalente a R$ 1,3 trilhão por ano. A pesquisa realizada pela empresa Sophia Mind revela que o Brasil já é o décimo maior mercado feminino do mundo e prevê que “a renda da mulher continuará a crescer e com isso, seu poder de decisão sobre as compras”. A pesquisa é nova, mas não surpreende: não é de hoje que a mulher domina o mercado de consumo, se bem que agora o faz com seu próprio dinheiro. Historicamente, antes mesmo de conquistar muitos avanços (agora inclusive a Presidência da República) a mulher sempre foi a palavra final na hora der fazer compras. Foi sempre a mulher quem decidiu que aparelho eletrodoméstico adquirir, o que comprar no supermercado e até a escolha final das roupas que o homem usa e usará. Agora que está faturando em (em muitos casos mais do que o homem) a mulher conquistou uma espécie de independência consumista: sempre comprou o que bem entendeu, mas para isso precisava que o homem abrisse a carteira. Não precisa mais. O mercado publicitário sempre foi também um fiel retrato da importância feminina na decisão de o que, quando e como consumir tanto que os anúncios sempre foram dirigidos mais para as mulheres do que para os homens. Essa tendência sem dúvida aumentará: agora os comerciais em qualquer tipo de mídia serão dirigidos cada vez mais e diretamente às mulheres até porque a renda da mulher hoje “é relevante para a família: seus ganhos representam 40% do rendimento da casa. A mulher não trabalha mais para comprar batom”. Quer dizer sua renda hoje é fundamental para a sua própria família – como garante uma especialista do IBGE.
Reportagem de O Globo (publicada no primeiro dia de 2011 e assinada por Fabiana Ribeiro) mostra que as mulheres respondem por 66% dos gastos no país, ou seja, o equivalente a R$ 1,3 trilhão por ano. A pesquisa realizada pela empresa Sophia Mind revela que o Brasil já é o décimo maior mercado feminino do mundo e prevê que “a renda da mulher continuará a crescer e com isso, seu poder de decisão sobre as compras”. A pesquisa é nova, mas não surpreende: não é de hoje que a mulher domina o mercado de consumo, se bem que agora o faz com seu próprio dinheiro. Historicamente, antes mesmo de conquistar muitos avanços (agora inclusive a Presidência da República) a mulher sempre foi a palavra final na hora der fazer compras. Foi sempre a mulher quem decidiu que aparelho eletrodoméstico adquirir, o que comprar no supermercado e até a escolha final das roupas que o homem usa e usará. Agora que está faturando em (em muitos casos mais do que o homem) a mulher conquistou uma espécie de independência consumista: sempre comprou o que bem entendeu, mas para isso precisava que o homem abrisse a carteira. Não precisa mais. O mercado publicitário sempre foi também um fiel retrato da importância feminina na decisão de o que, quando e como consumir tanto que os anúncios sempre foram dirigidos mais para as mulheres do que para os homens. Essa tendência sem dúvida aumentará: agora os comerciais em qualquer tipo de mídia serão dirigidos cada vez mais e diretamente às mulheres até porque a renda da mulher hoje “é relevante para a família: seus ganhos representam 40% do rendimento da casa. A mulher não trabalha mais para comprar batom”. Quer dizer sua renda hoje é fundamental para a sua própria família – como garante uma especialista do IBGE.
"Velozes e Furiosos 5” traz Vin Diesel ao Brasil
por Eli Halfoun
A festa acabou, mas outra está começando. Agora entramos no ritmo de carnaval e é hora de, como sempre, iniciar especulações em torno da vinda de celebridades para a maior e mais bela festa popular do mundo. Quem vem aí, mas só depois da folia é o ator Vin Diesel, protagonista de “Velozes e Furiosos 5”. A visita é por conta do lançamento do filme que está merecendo atenção especial da Paramount no quesito mordomia: além do ator a produtora quer trazer também 100 jornalistas de vários países para a cobertura da festa de lançamento. A prática deverá ser repetida em outros países.
A festa acabou, mas outra está começando. Agora entramos no ritmo de carnaval e é hora de, como sempre, iniciar especulações em torno da vinda de celebridades para a maior e mais bela festa popular do mundo. Quem vem aí, mas só depois da folia é o ator Vin Diesel, protagonista de “Velozes e Furiosos 5”. A visita é por conta do lançamento do filme que está merecendo atenção especial da Paramount no quesito mordomia: além do ator a produtora quer trazer também 100 jornalistas de vários países para a cobertura da festa de lançamento. A prática deverá ser repetida em outros países.
domingo, 2 de janeiro de 2011
“Passione”: E agora? A voz do povo diz que Totó não morreu
por Eli Halfoun
Autores de teledramaturgia vivem repetindo que novelas são obras de ficção e, portanto, a imaginação pode fluir livre, leve e solta, o que acontece com situações consideradas absurdas, se bem que a realidade muitas vezes é bem mais cruel e inacreditável do que a ficção. O telespectador aceita, mas reclama do excesso de situações sem qualquer explicação ou sentido. Talvez por isso a imaginação do público seja muito mais ágil e absurda do que a dos autores: nos últimos dias ouvi de pelo menos três (boatos correm como praga) assíduas espectadoras da novela a mais inacreditável versão sobre a morte do personagem Totó (Tony Ramos) em “Passione”. O que essas espectadoras achem é que Totó não morreu coisa nenhuma: está vivinho da silva e se fez de morto para assim descobrir toda a verdade sobre os assassinatos. Para quem argumenta que as cenas dos tiros assim como a do enterro foram exibidas a resposta da imaginação é imediata e com um argumento interrogativo: todo mundo viu os tiros e o enterro, mas quem viu o corpo no caixão? O público tem o direito de imaginar o que bem entender, mas sem esquecer que esse excesso de imaginação permite que os autores também busquem o que de mais absurdo possa ser inventado para suas obras de ficção. Afinal, novelas são uma mentira em capítulos. Muitas vezes a televisão também.
Autores de teledramaturgia vivem repetindo que novelas são obras de ficção e, portanto, a imaginação pode fluir livre, leve e solta, o que acontece com situações consideradas absurdas, se bem que a realidade muitas vezes é bem mais cruel e inacreditável do que a ficção. O telespectador aceita, mas reclama do excesso de situações sem qualquer explicação ou sentido. Talvez por isso a imaginação do público seja muito mais ágil e absurda do que a dos autores: nos últimos dias ouvi de pelo menos três (boatos correm como praga) assíduas espectadoras da novela a mais inacreditável versão sobre a morte do personagem Totó (Tony Ramos) em “Passione”. O que essas espectadoras achem é que Totó não morreu coisa nenhuma: está vivinho da silva e se fez de morto para assim descobrir toda a verdade sobre os assassinatos. Para quem argumenta que as cenas dos tiros assim como a do enterro foram exibidas a resposta da imaginação é imediata e com um argumento interrogativo: todo mundo viu os tiros e o enterro, mas quem viu o corpo no caixão? O público tem o direito de imaginar o que bem entender, mas sem esquecer que esse excesso de imaginação permite que os autores também busquem o que de mais absurdo possa ser inventado para suas obras de ficção. Afinal, novelas são uma mentira em capítulos. Muitas vezes a televisão também.
Marcela Temer, a vice-primeira dama...
...mulher do vice-presidente Michel Temer, ex-miss Campinas, ela tem 27 anos. Temer, com 70, tem quase isso só de carreira parlamentar. Marcela liderou ontem os trend topics do twitter. Foto:Reprodução TV/pool
sábado, 1 de janeiro de 2011
Circula na rede: logotipo Rio 2016 provoca polêmica
Lula sai de cena...
...e já no carro oficial em direção ao aeroporto acena para a multidão. Imagem/Poll/Globo News/Reprodução
Lula desce a rampa com 87% de aprovação dos brasileiros...
"Nunca antes na história deste país" um presidente alcançou tal índice. Imagem/Pool/TV Globo/Reprodução
A multidão aguarda Dilma no Palácio do Planalto...
...havia faixas saudando Dilma e outras com agradecimento ao ex-presidente com um "Valeu Lula". Imagem- Reprodução TV Globo.
O discurso...
Dilma faz uma homenagem às mulheres. E ressalta o povo brasileiro que depois de fazer de um operário o presidente leva uma mulher ao poder. Muitas palavras sobre o governo Lula. Destaca o papel transformador e os avanços promovidos por Lula. Diz que fará um governo de continuidade e ao mesmo tempo de mudanças porque o Brasil quer mais. E garante que lutará contra as desigualdades. Imagem/Reprodução Band
Posse de Dilma
Apesar da chuva, o cerimonial conseguia se organizar. Mas ao chegar ao Congesso, aquela casa onde cada um se sente um rei, foi impossível evitar o caos: instalou-se a zorra total. Dilma mal conseguia caminhar. Imagem/Reprodução Band
Rio 2016: o símbolo dos Jogos
por Gonça
E o ano começa com a divulgação do símbolo dos Jogos Olímpicos de 2016. São três figuras humanas entrelaçadas e em ação, estilizando uma atitude esportiva e ao mesmo tempo de união e congraçamento. Gostei. Estimula várias interpretações. O conjunto lembra também o Pão de Açúcar e a palavra Rio em letra cursiva. Há quem veja na área em azul a famosa curva da Praia de Copacabana. O logotipo Rio 2016 foi criado pela Tatil Design de Ideias. Fred Gelli, sócio da agência, foi um dos criadores do símbolo escolhido entre 138 concorrentes. Claro, não estará imune à irreverência. Alguém já viu aí no cerco das figuras humanas do logo olímpico semelhança com um "arrastão". Mas é bem melhor do que o risível símbolo da Copa do Mundo de 2014, o famoso "Chico Xavier em transe e psicografando", criado pela agência África (outros dizem que o símbolo da Copa parece um daqueles manequins para guardar perucas. Fala, debarros, o que achou do símbolo olímpico? E, para comparar, vai aí embaixo o logo da Copa 2014.
E o ano começa com a divulgação do símbolo dos Jogos Olímpicos de 2016. São três figuras humanas entrelaçadas e em ação, estilizando uma atitude esportiva e ao mesmo tempo de união e congraçamento. Gostei. Estimula várias interpretações. O conjunto lembra também o Pão de Açúcar e a palavra Rio em letra cursiva. Há quem veja na área em azul a famosa curva da Praia de Copacabana. O logotipo Rio 2016 foi criado pela Tatil Design de Ideias. Fred Gelli, sócio da agência, foi um dos criadores do símbolo escolhido entre 138 concorrentes. Claro, não estará imune à irreverência. Alguém já viu aí no cerco das figuras humanas do logo olímpico semelhança com um "arrastão". Mas é bem melhor do que o risível símbolo da Copa do Mundo de 2014, o famoso "Chico Xavier em transe e psicografando", criado pela agência África (outros dizem que o símbolo da Copa parece um daqueles manequins para guardar perucas. Fala, debarros, o que achou do símbolo olímpico? E, para comparar, vai aí embaixo o logo da Copa 2014.
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