domingo, 1 de agosto de 2010

Atividades informais e ilegais movimentaram R$ 575 milhões em 2009

por Eli Halfoun
Por mais que se tente, é impossível tirar das ruas o batalhão de ambulantes que fazem uma nova realidade econômica do Brasil: estudo da Fundação Getulio Vargas feito em parceria com o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial revela que as atividades informais e ilegais somaram R$ 575 milhões em 2009, valor que representa 18,45 do PIB (Produto Interno Bruto). O estudo analisou atividades que vão desde os trabalhos dos camelôs, que vendem em sua maioria produtos piratas, até o tráfico de drogas. Os comerciantes ditos legais (será que não sonegam nada?) acham que a presença de um cada vez maior número de ambulantes nas ruas de todo o Brasil causa danos às empresas legais obrigadas a pagar mais tributos para “compensar os impostos sonegados pela informalidade." A realidade que impõe a presença de camelôs está, entre outras coisas, nos altos custos e na enorme burocracia que envolve a criação e manutenção de um estabelecimento comercial. Especialistas acreditam que o comércio informal acha que essa atividade é mais lucrativa e vantajosa, mas lembra que existem os riscos da fiscalização e que o comerciante que vive na informalidade não pode progredir e aumentar seu capital. Mesmo assim essa tem sido (a tendência é aumentar) a única alternativa de sobrevivência de um grande número de brasileiros que por falta de ofertas não consegue emprego para trabalhar legalmente. Acredita-se que muitos ambulantes optam pela informalidade como "uma maneira de escapar do pagamento de um exagerado número de impostos cobrados a quem se estabelece legalmente". Mas a verdade simples e absoluta é que só existem ambulantes porque não existem empregos. Portanto mais do que fazer contas em cima de impostos que deixam de ser recolhidos a solução óbvia é a criação de empregos. Do jeito que anda o mercado de trabalho não demora muito seremos todos ambulantes. Desempregados

Cota de patrocínio do Criança Esperança custa R$ 5,5 milhões

por Eli Halfoun
É verdade que a Globo atrai milhões (através de doações de telespectadores, doações feitas por telefonemas) com o Criança Esperança, é verdade também que com fiscalização (ou parceria, se preferirem) o dinheiro é realmente destinado para ações sociais que beneficiam crianças de todo país. Isso não quer dizer que a emissora ceda seu tempo de graça. Pelo contrário: também fatura alto. Para os dois shows desse ano (dias 14 e 15 de agosto) a Globo vendeu três cotas de patrocínio por R$ 5.5 milhões cada. É lucro quase total já que os artistas que participam dos dois shows não recebem um único centavo de cachê, dinheiro que, aliás, também deveria ser doado ao Criança Esperança. Para os dois espetáculos desse ano estão confirmadas as participações de, além dos artistas da casa, Ivete Sangalo, Maria Gadú, Claudia Leitte, padre Fábio Mello, Luan Santana e Zezé Di Camargo e Luciano. Todos costumam cobrar cachês altíssimos.

Candidata se estressou. É o fundamentalismo religioso?

Deu no Globo; a evangélica Marina Silva ficou irritada quando um repórter perguntou sobre sua posição em relação ao uso de células-tronco embrionárias, liberadas em vários países . É a questão religiosa como item do atraso no programa da candidata.

sábado, 31 de julho de 2010

Um dia para ninguém colocar defeito

Lagoa ensolarada

Encontro com amigos na Lagoa


(a partir da esquerda: Hélio Carneiro, Lenira Alcure, Maria Alice, Roberto Muggiati, José Esmeraldo e eu)

50 anos: Psicose, o filme, foi lançado no Brasil no dia 25 de agosto de 1960

por Roberto Muggiati
(Especial para a Gazeta do Povo)
Rio de Janeiro - Alfred Hitchcock tinha 60 anos no final de 1959 quando começou a rodar o 47.º dos seus 53 filmes. Foi uma assistente de produção quem chamou sua atenção para o livro recém-publicado Psycho, de Roberto Bloch, baseado num as­­sas­­sino serial de Wisconsin.
Hitchcock comprou os direitos de filmagem anonimamente por US$ 9 mil, mas a Paramount rejeitou a ideia. Conhecedor de todos os truques e manhas dos magnatas de Hollywood, ele fez uma contraproposta tentadora: não cobraria seu cachê de diretor (250 mil dólares) em troca de 60% da bilheteria do filme.
(Foto: Divulgação)
Leia esta matéria completa no site da Gazeta do Povo. Clique AQUI

Vasco, figurino de campeão

O Vasco lança novo uniforme. É inspirado na camisa que o time usou em 1974, quando conquistou o seu primeiro título no campeonato nacional. Roberto Dinamite e Carlos Alberto mostram a lenda em forma de figurino que os jogadores vão vestir. E, de preferência, honrar. (Fotos: Divulgação)

Irene Ravache rouba a cena em “Passione”

por Eli Halfoun
Assim que Irene Ravache colocou em cena a personagem Clô não tive dúvidas de que ali estariam alguns dos melhores momentos da novela “Passione”. Nesse espaço, chamei atenção para isso e o desenrolar da novela tem confirmado mais um excelente momento de Irene Ravache, seja ao lado de Francisco Cuoco ou de Alexandra Ritcher. Agora é o atento e exigente jornalista e escritor Artur Xexéo, quem também alerta para os bons momentos proporcionados pela Clô de Irene Ravache. Diz aí Xexéo: “É melhor novela do ano. Chama-se Clô. É com Irene Ravache e Francisco Cuoco. Às vezes aparece a Alexandra Ritcher

A sujeira aparente da política eleitoral. A outra é um eterno mistério

por Eli Halfoun
Assim como eleição, propaganda política também faz parte fundamental da democracia, mas nada tem a ver com a sujeira e a imundice (e não falo das imundicie sem vergonha em que os candidatos se metem depois de eleitos) deveriam ser banidas de qualquer processo eleitoral. Na verdadeira mendicância em que se transforma a deslavada “pedição” de votos, os candidatos deixam as ruas imundas com uma nem sei se sabe se tão eficiente assim entrega “santinhos” que de santos não têm nada. Esse é o tipo de propaganda paga mais em conta que um candidato pode conseguir, mas se não se em nome da democracia não se pode bani-la deveria existir um meio de obrigar os candidatos a deixarem as ruas limpas ao final de cada dia, o que certamente aconteceria se houvesse punição como, entre outras, grandes multas. O eleitor que já é obrigado a conviver com uma política imunda deveria ser preservado de ter que transitar em meio a uma montanha de papeis tão inúteis quanto a maioria dos políticos. Tudo bem os candidatos, mesmo os que não estão acostumados a trabalhar e pretendem continuar assim, não precisam sair às ruas com vassoura e pá na mão para recolher o lixo, mas assim como contratam ( pagam em média R$ 20 por dia) “funcionários” para a distribuir os santinhos poderiam e deveriam contratar outros para a limpeza no final do expediente, o que não é muito difícil já que todos os candidatos escolhem os pontos para a entrega de santinhos e, portanto, sabem onde a sujeira se acumulará. Não adianta fazer campanhas para manter a cidade limpa se a sujeira vem justamente de onde deveriam vir os melhores exemplos. Mas aí já é pedir demais.

Nada se salva da mesmice nos jornais de hoje

por Eli Halfoun
O fim do Jornal do Brasil (esse é o último mês de circulação em papel) está deixando aflitos os funcionários do jornal (o jornal virtual será feito por uma empresa contratada e os funcionários não sabem como ficará sua situação) e reacende também a discussão em torno da possibilidade da internet acabar engolindo todos os jornais impressos, o que não acredito que acontecerá. São também muitas as reações de jornalistas diante da situação, mas um comentário merece especial atenção. É o da repórter Sandra Chaves que diz: “A morte anunciada do Jornal do Brasil demonstra que o caminho é a internet. Demonstra apenas que o jornalismo ficou menos atraente. Há um monopólio no Rio de Janeiro que não faz bem à profissão de jornalista e muito menos aos assuntos que ele deveria cobrir. O repórter hoje é uma função quase burocrática. Quem lê os jornais online percebe que estamos vivendo a cultura do único. Os textos são os mesmos, as notícias também. Nada se salva da mesmice”.

Revisitando a Copa de 2010

deBarros
Desde o primeiro dia em que Dunga foi indicado para ser o técnico da Seleçào Brasileira, os jornalistas esportivos, nas suas colunas diárias, passaram a agredi-lo constantemente. Ora, foram tantas as agressões, que fizeram desse homem uma fera ferida, E como fera ferida – a seu modo – reagia a cada nota que saia contra ele. Ser técnico da seleção foi o seu salvário. Vocês o pregaram na cruz da intolerância; na cruz do rancor e do desprezo; na cruz da raiva e do desamor. A cada vitória da seleção, a raiva incontida de vocês. colunistas, fazia jorrar de suas colunas mais ódio e rancor. E vieram os campeonatos. Dunga, campeão da Copa das Américas. Imagina, Júlio Batista fazendo gol contra a Argentina? Isso era insuportável. Mais pancada nas colunas. Dunga não passará da Copa das Confederações, julgaram. A seleção sai vitoriosa e se sagra campeã.O 'insuportável' técnico não conseguirá classificar o Brasil para a Copa do Mundo, vaticinaram vocês, colunistas, por acaso, supostos técnicos de futebol que nunca chutaram uma bola de meia, pelo menos.
O Brasil se classifica com três rodadas de antecedência. Aí, foi a gota d'água a mais e o cálice transbordou. A guerra, por fim, estava oficialmente declarada e todas as baterias foram apontadas e descarregadas contra o técnico da seleção, que indefeso, não tinha uma tribuna para se defender. Acredito, que na história das seleções brasileiras de futebol, nunca, volto a repetir, nunca o seu técnico foi tão atacado, humilhado e escorraçado como foi o Dunga, que queria apenas fazer o seu trabalho. Pregado na cruz, crucificado pelos pregos da intolerância, da raiva, do ódio e do desamor, Dunga está 'morto'. Restará, a vocês colunistas, enterrá-lo.
Aos colunistas, a derrota! Ao povo brasileiro o pesar pela perda de um herói, que lutou até o fim, não nos campos da glória, que isso ele sabia pelejar, mas nos campos da intriga e das campanhas difamatórias que contra ele foram urdidas. Que a vocês, senhores colunistas de futebol, seja oferecida a Copa do ódio e do rancor. Amém!

Pesquisa é ciência?

Duvido. Vox Populi mostra Dilma na frente, Datafolha providencia um empate e o Ibope diz que Serra desce a ladeira e a candidata de Lula sobe de elevador. Se é ciência, é relativa. E obedece a estranhas flutuações. E o pior é que vamos aturar centenas de pesquias até a hora de votar. E dá-lhe aquela cantilena chata do Bonner, " o ibope ouviu... A margem de erro é... Em junho, fulano tinha... Subiu para... Voltou a cair...". Haja saco.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O primeiro produto da Copa 2014...

Cleo Pires na Playboy

O twitter se firma como um poderoso meio de divulgação. O diretor da Playboy, Edson Aran, usou o microblog para mostrar, em primeira mão, as duas capas da edição de aniversário da revista com Cleo Pires. (Foto: Reprodução)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Rio é cenário do filme “Cidade Maravilhosa”

por Eli Halfoun
Vinte e cinco anos depois, o filme “O Beijo da Mulher Aranha” ainda é um dos mais elogiados e comentados entre os muitos que o diretor Hector Babenco dirigiu. Homenageado recentemente no Festival de Paulínia, em São Paulo, Babenco não quer viver apenas do passado e para um futuro não muito distante promete mais um longa-metragem: “Cidade Maravilhosa” que, como diz o título, será inteiramente rodado no Rio, embora o diretor argentino more em São Paulo que considera “a cidade mais feia do mundo, mas adoro morar nela”. Ótimo para quem de vez em quando pode vir passar uma temporada no Rio, a mais bela cidade do mundo.

Zé Colméia em 3D

A estreia será só em fevereiro de 2011. Mas o poster acaba de ser divulgado. O urso que rouba cestas de piquenique vem aí em 3D. Dan Aykroyd (Os Caça-Fantasmas, Blues Brothers) dá voz ao Zé. Justin Timberlake dubla o Catatau.

Raí: um show de bola também na literatura

por Eli Halfoun
O ex-jogador Raí tem sido também um craque fora de campo com a Fundação Gol de Letra que entre muitas outras coisas incentiva jovens esportistas, o que é fundamental nesse país que não costuma dar muito apoio ao chamado esporte amador. Como Raí sabe que a prática esportiva se desenvolve muito melhor com cultura, decidiu apoiar jovens escritores e tem tido boa resposta na descoberta de jovens talentos literários. Um deles é Jonas Worcman que aos 5 anos está lançando mais um livro de poesias intitulado “Show de bola”. O livro tem ilustrações do pai do jovem autor e o prefácio é assinado por Raí.

Cabelos fazem o samba de Gisele Bundchen na Vila Isabel

por Eli Halfoun
Do jeito que a banda (no caso a bateria) anda tocando, não demora muito passistas e cabrochas de verdade não terão mais espaço nas escolas de samba cada vez mais interessadas em inflar seus desfiles com a presença de celebridades, mesmo que não tenham samba no pé. É o caso de, entre muitas outras, Gisele Bundchen que desfilará pela primeira vez: virá em um carro alegórico da Vila Isabel enfeitando com suas esvoaçantes madeixas o enredo “Cabelos”. Gisele foi “convidada” a desfilar pela Pantene, produto do qual é a garota propaganda e que é um dos patrocinadores do carnaval da Vila. Modelo boa de passarela, ela já mandou avisar que não leva o menor jeito para gingar ao ritmo do nosso samba.

Custa caro...

Deu na Folha. Chegou uma conta salgada para o programa Custe o que Custar (CQC). Uma atriz, que foi chamada de prostituta, leva indenização de 150 mil e quebrados, mais um qualquer de 50 mil e coisa dos hermanos argentinos que licenciam a fórmula do CQC. Errar a dose em programa na linha humor-que-humilha dá nisso. A Band e os hermanos devem recorrer.

Olé, Catalunha

por Gonça
Em votação histórica, deputados catalães aprovaram a proibição de touradas na região a partir de 2012. Em toda a Espanha já há parcela da população que desaprova a crueldade que ensanguenta as arenas. Há alguns anos, em viagem à Espanha, eu e a Jussara procuramos uma mesa de bar para uma pausa em um passeio, vencidos pelo calor de Toledo. Pedimos informações ao garçom sobre as "corridas" do dia. Ouvimos do rapaz, que se mostrou um militante, uma pequena pregação contra as touradas. Ele entendia nossa curiosidade de turista, mas lamentava que a Espanha ainda oferecesse aos visitantes e ao seu próprio povo um show de sangue e primitivismo. Mesmo assim, fomos às touradas. Compramos ingressos em mãos de cambistas, setor do sol, e entramos na arena, que parecia um caldeirão. Valeu para matar a curiosidade. Dos seis touros da tarde, vimos o fim de três animais. O touro, como sabem, é sistematica e covardemente ferido antes de ser servido, cansado, ao toureiro que o mata. Torcemos o quanto pudemos pelo touro. Mas o animal luta em absurda desvantagem. O resto é firula. Esqueça o romantismo de filmes como "Sangue e Areia" ou as descrições apaixonadas de Hemingway, não há beleza naquele espetáculo. A alegação de que é manifestação cultural e por isso as touradas devem ser preservadas é furada. Crueldade não é cultura. Se fosse, ainda seríamos canibais. (Foto: Jussara Razzé)

Futebol: torcida pediu as novas e mais severas punições

por Eli Halfoun
Confesso que nunca entendi o mecanismo emocional que leva o homem a só fazer o que é bom e necessário quando é ameaçado pela punição da lei e da própria vida. Vejamos:
1) só paramos de fumar quando o médico afirma que se continuarmos “baforando” por aí vamos morrer;
2) só procuramos o dentista quando a dor fica insuportável;
3) só começamos a para de beber e dirigir embriagados depois que a lei seca nos “encostou” na parede;
4) a determinação de ceder lugares específicos para idosos, deficientes e grávidas no Metro só será integralmente cumprida (por enquanto as pessoas que estão ali sentadas inadequadamente fingem que dormem ou que, cinicamente, não enxergam);
5) só trocamos os amortecedores do carro depois de sofremos um acidente grave.
São muitos os exemplos a mostrar que, infelizmente, e mesmo para nosso benefício, o homem é movido a ameaças e pinicões. Nenhuma dessas regras que nos são impostas seria necessária se o homem agisse como “manda o figurino” do bom senso e da racionalidade. Nesse aspecto, não é exagero afirmar que a nova lei para as torcidas do futebol chega em boa hora para punir severamente aqueles que insistem em transformar arquibancadas e ruas ao redor dos estádios em campos de batalha que nada tem a ver com a prática esportiva. Demorará para que a mentalidade do torcedor se modifique, mas com as novas regras punitivas talvez assistir a uma
Boa partida de futebol (o que também anda difícil) volte s ser um programa de família e não mais uma ameaça como é agora. As campanhas educativas que tentaram conscientizar os torcedores não funcionaram: o homem precisa ser ameaçado e não houve outra alternativa a não ser a de estabelecer regras mais rígidas que, repito, não seriam necessárias se o homem “andasse nos eixos”, como se diz popularmente. A ameaça de punições severas se impôs porque os torcedores (não todos é claro) viraram vândalos que só gostam de esporte: o da violência. Desnecessária e descabida.
Saiba o que pode acontecer agora
As novas regras são bem-vindas e nem são tão severas assim: a) cantar ou praticar atos que incitem a violência ou vandalismo dentro ou num raio de cinco quilômetros dos estádios dá multa e até dois anos de prisão; b) juízes que por interesses financeiros alterarem o resultado de uma partida receberão multa e seis anos de prisão. Como qualquer ladrão; c) venda irregular de ingressos e com preço superior ao que consta no bilhete pode dar, além de multa, quatro anos de prisão; d) infrator que seja funcionário da federação, de órgão público ou de torcida organizada terá 1/3 de aumento na pena; e) torcidas organizadas passam a ser obrigadas a manter cadastro atualizado de sócios com nome, foto e endereço; f) a torcida organizada responde judicialmente por danos causados pelos torcedores filiados; g) estádios com capacidade para 10 mil espectadores terão de ser equipados com uma central técnica de monitoramento que será feito nas roletas e do acesso da torcida aos locais de competição.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Lennon no cinema

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Um jovem circula pelas ruas de Liverpool sonhando em ser o Elvis P:resley. É Lennon nas telas. Estreia dia primeiro de outubro.

Publicidade premiada está em um novo Anuário

por Eli Halfoun
A propaganda brasileira é considerada uma das melhores e mais criativas do mundo, o que nos tem proporcionado muitos prêmios internacionais. Quem quiser conhecer todos os trabalhos premiados nem precisa se dar ao trabalho de procurar muito: estão todos reunidos no Anuário do Festival Brasileiro de Publicidade 2009 que acaba de ser lançado pela Associação Brasileira de Propaganda. Quem compra o belo anuário recebe o login para a versão online. Mais informações em http://www.abp.com.br/
Na Escola Superior de Propaganda e Marketing há vagas para uma nova turma no curso Portfólio para redatores e diretores e arte. O curso ensina também novas mídias, produção de vídeo, de som e de fotografia. Saiba mais pelo telefone 2116-2002

terça-feira, 27 de julho de 2010

Viu no JN? Tinha que ser no Maranhão...

Juizes locais dão nova interpretação à Lei da Ficha Limpa e dizem que políticos condenados antes da promulgação da lei têm direito a se candidatar. A interpretação contraria orientação do TSE. Entre os beneficiados pela decisão no Maranhão velho de guerra está o deputado Sarney Filho. Do PV da presidenciável Marina Silva.

Domingão do Faustinho...

por JJcomunic
Vocês já devem ter reparado que o Faustão anda meio estranho. Ele fez uma polêmica cirurgia para emagrecer (dizem que um procedimento ainda não inteiramente testado), perdeu não sei quantos quilos e, digamos, comprometeu a silhueta: a parte de cima já não combina com a de baixo. O Faustão se foi: virou Faustinho da cintura pra baixo e Fausto da cintura pra cima. Diz um amigo que Faustão se olha no espelho e diz: "essas perninhas finas não me pertencem". Ok, cada um faz o que quer. Só que o homem agora deu para falar o que quer. Não vejo o Domingão mas li essa nota que o Estadão publica hoje:
‘Manda esse imbecil pôr o resultado na tela’, disse Fausto Silva, durante a final da Dança dos Famosos, anteontem, visivelmente irritado com o atraso do programa.
O ex-gordo perdeu alguns quilos de educação?

Veja o novo comercial (e backstage) da cantora Fergie para a Avon

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Lady Gaga 1: um bilhão de visualizações

por Gonça
É um recorde. A cantora entra para a história da música, gostem ou não, ao alcançar a impressionante cifra de um bilhão de visualizações dos seus vídeos na internet. Isso aí é audiência de Copa e Olimpíada. Apenas um dos clipes, o da música “Bad Romance”, ultrapassou 252 milhões de visitas no You Tube (se você for agora ao site de vídeos verá que esse número já andou). O fenômeno Lady Gaga atinge apenas os jovens? Não. Os "gagás" também estão na pista. Veja a foto que a cantora postou no seu twitter. Após um show em Dallas, Texas, foi à plateia e posou com a galera aí de cima: cowboys que vibraram com o som, "quebraram tudo" mas deixaram o saloon inteiro.

Veja o vídeo Bad Romance. Clique AQUI 

Lady Gaga 2

por Eli Halfoun
É difícil acreditar, mas Lady Gaga é uma voraz consumidora de chá e prefere o produzido na Inglaterra. De xícara vem xícara ela aumentará sua conta bancária: acaba de se convidada pela marca Twening, que existe há 300 anos, para ser a nova garota-propaganda do produto. O cachê não é de se desprezar: a cantora receberá um milhão de dólares para fazer os anúncios e provavelmente emprestar sua imagem para o rótulo das novas caixinhas. A contratação de Lady Gaga tem um objetivo: divulgar o consumo de chá entre os jovens. Lady Gaga é hoje uma espécie de referência para os jovens, o que lhe valeu um faturamento de 62 milhões de dólares no ano passado conquistando assim o 7º lugar no ranking da revista Forbes para faturamento no showbiz. Ficou na frente de Madonna, outra milionária do mundo dos espetáculos.

“Passione”: autor veta casamento de Fred e Melina

por Eli Halfoun
O telespectador imaginava que o casamento de Fred (Reinaldo Gianechini) e Melina (Mayna Moura) não aconteceria em “Passione”. Agora pode ter certeza: o autor Silvyo de Abreu confirma que Fred será abandonado no altar e quem lhe dará a notícia da desistência de Melina será Bete (Fernanda Montenegro). As cenas sobre o fim do casamento começaram a ir ao ar ontem. Embora pelo menos duas das atuais novelas da Globo estejam em fase inicial a emissora trabalha de olho no futuro: aprovou a sinopse de “Um mundo melhor”, novela que Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa sugeriram para as 18 horas. Até o elenco começa a ser reservado: os autores pediram que Betty Lago e Arlete Salles sejam escaladas para a trama.