segunda-feira, 21 de junho de 2010

Viu este filme sobre a magia do futebol?

Legal. É da Pepsi. Clique AQUI

Ah, muleke, a arte de comemorar...

Já viu o filme da Coca-Cola sobre a Copa 2010 e as mais variadas formas de comemoração de gols?
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Morra de inveja, Maradona

por Eli Halfoun
Vira e mexe Maradona, o grande bufão da Copa na África, arruma um jeito de provocar Pelé. Não sei não, mas me parece que Pelé é o marketing perfeito para Maradona aparecer mais um pouquinho na mídia argentina, brasileira e muitas vezes internacional. Repare só que sempre que fala mal de Pelé, Maradona é citado como o segundo maior jogador de futebol que o mundo já viu jogar. Se não existisse Pelé, Maradona certamente seria citado apenas no meio de um bolo de outros jogadores que também encantaram o mundo como Beckenbauer, Platini, Zidane, nosso Ronaldo Fenômeno, Puskas – isso só para citar alguns. Usando Pelé como escudo, Maradona parece ter encontrado a melhor maneira de ser comparado ao craque maior e de ser citado como o número 2 em uma relação de craques na qual Pelé é imbatível. Maradona bem que gostaria de ter sido um Pelé, mas como jamais foi ou será, em absolutamente nada, se aproveita do nome de Pelé para aparecer e continuar em segundo lugar. Talvez Maradona já tenha aprendido que quem nasceu para segundo nunca será o primeiro. Pelé é e será sempre o primeiro e único. O atleta maior, o atleta do século. Morra de inveja, Maradona.

Falcão diz adeus ao futebol como comentarista

por Eli Halfoun
Os muito narradores e comentaristas que passam quase todo o tempo trancados na Central de Transmissões montada pela FIFA (na verdade nenhum deles viaja, como se faz acreditar, para acompanhar jogos em outras cidades, ou seja, transmitem pela televisão como se estivessem ao vivo, o que realmente só acontece nos jogos do Brasil) também são alvo de especulações e de troca-troca de emissora. O mais recente comentário garante que essa Copa será o último trabalho de Falcão como comentarista da Globo. O ex-jogador já teria comunicado à emissora que quer afastar-se da função para dedicar-se aos outros (muitos) negócios que tem no Rio Grande do Sul. Por isso mesmo - garantem ainda os comentários – a Globo está dando maior espaço para o também ex-jogador Caio Ribeiro para que com a saída de Falcão ele passe a ser o principal comentarista da emissora.

Deu na Folha: a polêmica do Dunga

Globo repete o mesmo discurso contra Dunga em seus três canais... Leia na Folha, Clique AQUI

E para ver o vídeo em que Dunga dá créu em Alex Escobar, clique AQUI

Correndo pra galera...

Foto: Divulgação/CBF

O nome do jogo. Com direito a "Braço de Deus"


Fotos: Divulgação/CBF
VEJA O SEGUNDO GOL DE LUIS FABIANO. CLIQUE AQUI

Quando explodem as panelas de pressão!

deBarros
Não posso de maneira nenhuma condenar o Dunga pelas suas reações manifestadas durante as entrevistas logo após os jogos. Todos os dias, Dunga, ao abrir as páginas esportivas, lê as criticas endereçadas a ele pelos comentaristas de futebol, especialmente do jornal O Globo, além das mesas redondas na televisão. São críticas pesadas que são estendidas aos seus familiares, mais especificamente à sua filha.
Teve um comentarista do jornal O Globo que chamou os jogadores da seleção de "sopradores de vuvuzelas". Ora, gente, ele, como técnico, assumiu a ofensa e partiu para o ataque. Quem não assim faria?
Alguns jornalistas "globais" são por demais arrogantes e presunçosos e não engoliram o Dunga como técnico da seleção.
Pelo andar dessa história, isso não vai acabar bem. Dunga é daqueles homens que não gostam de levar desaforo para a casa. Já imaginaram se a seleção for eliminada na próxima chave? O que esses jornalistas vão aprontar contra ele? Não vai ser fácil. Até a palavra "foco", que está sendo muito usada até pelos jogadores, é criticada por esses jornalistas. Qualquer roupa que ele vista, é motivo de chacota. Ora é a gola "roulé", ora é o capote e até as cores de suas roupas são levadas à gozação. Não pensem esses jornalistas, que as suas críticas – maldosas e ferinas – sejam apoiadas pela opinião pública. Não, não são. E eles que se cuidem, porque o Dunga volta pra sua casa, certo de que cumpriu e bem o seu dever. Quanto aos jornalistas, é bom se cuidarém porque a casa pode cair em cima deles. A CBF é muito poderosa.

Copa faz twitter bombar com a seleção

por Eli Halfoun
A Copa do Mundo fez o twitter bombar mais do que já vinha acontecendo. Levantamento da E. Life (http://www.elife.com.br/) mostra que desde o dia 1 de junho até a data da estréia do Brasil na Copa milhares de mensagens atingiram 98,7 milhões de tuiteiros. Dunga foi o mais citado nos comentários e o dia de maior volume de buzz sobre o assunto foi 1 de junho.

Bastidores da Copa

por Eli Halfoun
As notícias sobre a Copa se multiplicam e não só em relação aos jogadores e técnicos. Tem informação sobre tudo e quase todos:
1 - Os atletas da seleção brasileira têm mais um ótimo programa para as horas de folga: a Editora Record fez questão de enviar para cada jogador um exemplar de “Quando é dia de futebol”, que reúne poemas e textos de Carlos Drummond de Andrade e que ao falar de futebol trata de política, carnaval e família. Do livro, os jogadores podem extrair ensinamentos como, por exemplo, o desse poema: “Perder é tocar alguma coisa/mas além da vitória/é encontrar-se/ naquele ponto onde começa tudo/ a nascer do perdido/lentamente”. A única dúvida é se os jogadores terão paciência para ler um livro. Mesmo que seja uma obra de arte como esse de Drummond.
2- Não será por falta de torcida que a seleção brasileira deixará de correr em campo: levantamento do Ministério do Turismo mostra que sete mil brasileiros compraram pacotes para assistir a Copa na África. Quatro mil brasileiros estão em Joanesburgo e os outros três mil na Cidade do Cabo e em Durban (que recebe mil brasileiros) onde a comunicação é mais fácil. É em Durban que se concentra a maior colônia portuguesa da África do Sul.
3 – Considerado a grande surpresa da convocação de Dunga, o atacante Grafite transformou-se em alvo de grande curiosidade e contará sua vida em livro. O comentarista esportivo Mauro Betting será o autor e narrará a história de Grafite desde os tempos em que catava garrafas plásticas até quando jogava em troca de cestas básicas. Os tempos mudaram: hoje Grafite ganha cinco milhões de euros por ano (cerca de 900 mil reais mensais) e pode aumentar o faturamento se vier a ser escalado por Dunga e mostrar na seleção o bom futebol que o consagrou no exterior.
4 – Apesar do futebol ter muitas estrelas, Pelé, o sempre Rei, ainda é o mais procurado para estrelar campanhas publicitárias. No momento está simultaneamente em 12 campanhas (Vivo, Louis Vuitton, Mastercard e Sky, entre outras). Só não faz mais porque continua recusando propagandas de qualquer tipo de bebida alcoólica. Mesmo assim, fatura cerca de 2 milhões de dólares anuais por cada campanha (na Copa de 58, seu primeiro contrato publicitário na Suécia foi de mil dólares). Dos anúncios, alguns são exibidos apenas no exterior (Japão, Portugal e Angola). Pelé não tem o menor problema para receber seus cachês no exterior: como “cidadão do mundo” mantém contas bancárias em vários países.
5 – Ricardo Teixeira, o presidente da CBF está de olho na presidência da FIFA, mas não descuida de seus negócios no Brasil: tem adquirido grandes extensões de terras no Centro-Oeste (Goiás e Matogrosso do Sul, principalmente). Quer montar uma empresa de propriedades agrícolas e negocia com vários sócios.

Torcedores bem-humorados brincam com a verdade

por Eli Halfoun
Não só as seleções têm se mostrado uma quase piada em campo. Piadinhas e sugestões bem-humoradas não faltam na boca dos torcedores:
“Se tiver antidoping para técnico o Maradona está frito”
“Está na hora de a Jabulani convocar uma coletiva para reclamar da péssima qualidade da maioria dos jogadores”..

domingo, 20 de junho de 2010

Mídia social versus mídia comercial


por JJcomunic
A nova era da comunicação acelera um debate: a veiculação de informações nas mídias sociais - blogs, twitters, sites pessoais ou de instituições independentes, facebooks, msn, youtube etc - pode ser classificada como jornalismo?
Alguns fatos recentes de ampla repercussão entre a população, como apagões, caos aéreos, inundações ou acidentes que provocaram grandes engarrafamentos, demonstraram a força e o alcance dos canais de notícias - por que não? - pessoais.
Nesta madrugada, um grande incêndio no Morro dos Cabritos, na Zona Sul do Rio, deu mais um exemplo desse confronto. E a mídia social, mais uma vez, se impôs e deu novas evidências de que está rompendo o monopólio dos grandes grupos de jornais, revistas, rádios e TVs. A impressionante visão do fogo lambendo a vegetação seca morro acima já corria a internet havia mais de um hora em fotos, com textos atualizados a cada minuto, enquanto eu zapeava todos os canais de TV aberta ou fechada e nada, só apagão jornalístico.
Se não me engano, a extinta Rede Manchete tinha essa característica de interromper a programação sempre que um fato de interesse geral tornava indispensável a transmissão ao vivo. Hoje, não se vê essa agilidade, os compromissos comerciais tornam excepcional e mais rara a possibilidade de se interromper um programa em função de acontecimentos, com exceção, claro, de enormes catástrofes, mortes de personalidades etc.
Apenas a TV? Não. Portais comerciais, como o Globo On, só noticiaram o incêndio pouco mais de uma hora depois da poderosa onda de informações da mídia social.
De janelas, terraços, da rua, a turma de digital em punho fotografava, filmava e postava on line o fogaréu do Morro dos Cabritos visto de todos os ângulos.
A mídia estabelecida, a chamada instituição Imprensa, vai conseguir concorrer com esse volume de informação? Deslocar uma equipe demanda tempo. Pelo jeito, um vizinho do fato, de celular na mão ou computador ligado, vai sempre chegar antes. A mídia comercial tenta criar seus canais "sociais" - os sites de grandes veículos já exibem links para twitters e facebooks próprios - e apela para o "repórter-leitor" pedindo encarecidamente que envie fotos e informações sempre que testemunhar um acontecimento de interesse coletivo. Aparentemente, o "repórter-leitor" ainda parece ter como prioridade despachar rapidamente a foto ou o vídeo para os "amigos" adicionados à sua lista de "seguidores".
Ontem, enquanto a mídia comercial demorou a acordar, coube à mídia social informar à cidade.
E não estou falando de um fato, digamos, discreto. O Morro dos Cabritos parecia um vulcão fumegante iluminando boa parte da Zona Sul do Rio.
No youtube, por exemplo, há dezenas de vídeos do incêndio. Um deles, nesse momento, registra 15 mil acessos, outro, 11 mil, há vários com 300, 500 ou 700 visualizações. Onde isso vai dar? Não sei. Mas o fenômeno é irreversível e cresce geometricamente junto com a tecnologia. Te cuida, Gutemberg.
Veja o Morro dos Cabritos em chamas. Clique AQUI

sábado, 19 de junho de 2010

Um belo dia de sol na Cidade Maravilhosa!

Há 40 anos, o Tri


por José Esmeraldo Gonçalves
O que estava em jogo naquela superfinal no dia 21 de junho de 1970 era o Tri. Itália, campeã de 1934 e 1938, e Brasil, em 1958 e 1962, entraram em campo no Estádio Asteca, no México, com o peso dessas conquistas nos ombros e os corações nos pés. Félix, Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo, Clodoaldo, Gérson, Rivelino, Jairzinho, Tostão, Pelé, de um lado e Albertosi, Burghinich, Cera, Rosatto, Faccheti, Bertini, De Sisti, Mazzola, Domeghini, Bonisegna e Riva, do outro.
Aqui, os "90 milhões em ação" prendiam a respiração.
O primeiro gol saiu aos 17 minutos, Pelé, de cabeça. Mas Bonisegna empatou aos 37. Os italianos ainda esboçaram alguma reação no começo do segundo tempo, antes do bombardeio fatal de Gerson, aos 21, Jairzinho, aos 26 e Carlos Alberto aos 41 minutos.
Revejo esses gols, hoje, em cores, com a sensação de observar obras de arte, peças históricas.
Em 1970, o Brasil assistiu à Copa, ao vivo, pela primeira vez, mas ainda em preto e branco. Embora a Embratel recebesse as imagens em cores, o sistema não estava implantado no país. Para ver todos os tons da Copa, os leitores esgotavam nas bancas as sucessivas edições de Manchete e Fatos & Fotos ou viam nos cinemas, dias depois, as imagens do Canal 100.
Quando o juiz alemão Rudi Glockner apitou o fim do jogo, os italianos foram os primeiros a cumprimentar os tricampeões.
A squadra azurra sabia que, naquele dia, perdera para um time invencível.
O apito de Glockner foi também a senha para milhares de cariocas irem às ruas. Vi o jogo em um apartamento na rua Pinheiro Guimarães, em Botafogo. Acho que ninguém conseguiu ficar em casa. Quando desci, a multidão já ocupava a Real Grandeza, em direção ao Túnel Velho. Uma cena que se repetiu em todos os bairros até o amanhecer.
A ditadura militar encobria o país mas, naquele dia, o sol de Copacabana iluminou uma torcida feliz.
Acho que o Dunga deveria passar esse dvd de 70 no hotel da seleção, na África do Sul.
Que a lenda de ontem inspire o Brasil de hoje a acertar o pé na Jabulani.
(Acima, a capa e a reprodução da foto de Orlando Abrunhosa da Edição Histórica de Manchete: Pelé e companhia festejam o Tri)
VEJA OS MELHORES MOMENTOS DA FINAL DA COPA DE 70. CLIQUE AQUI

Já viu? Hitler agora está emputecido com as vuvuzelas


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TV disputa passageiros de metrô e ônibus

por JJcomunic
A Rede Globo fechou uma parceria com a Bus Midia - de TV em meios de transporte de São Paulo - para levar sua programação para os trens e estações de metrô. A TV Trilho, instalada nos trens e nas plataformas, exibirá a programação da emissora. Em São Paulo também existe a TV Minuto, administrada pelo Grupo Bandeirantes. A Globo veiculará programas adaptados e legendados, novelas e telejornais.

O Rock in Rio é nosso e volta à origem em 2011.

por Eli Halfoun
Podem morrer de inveja, mas Rio é mesmo (e cada vez mais) uma festa: em 2014, a Copa do Mundo no nosso sessentão Maracanã; em 2016, as Olimpíadas. Mas antes, bem antes, disso um outro grande evento deve atrair muitos turistas para essa ainda badalada Cidade Maravilhosa, cheia de festas mil: já se dá como certa a volta do Rock in Rio ao, digamos, berço da criação. O arrojado e criativo empresário Roberto Medina, que esteve na Espanha e em Portugal com Rock in Rio acha que agora é a época ideal para montar por aqui a nova Cidade do Rock, que poderia funcionar juntamente com o grande parque que será construído pela prefeitura para a Olimpíada. O governo do estado também torce (e apoia) para que o Rock in Rio volte para o lugar de onde nunca deveria ter saído.

O Jogador: exposição de fotos de Rogerio Faissal

Hoje, na Caixa Cultural, abertura da exposição "O Jogador". Fotos de Rogerio Faissal, que atuou no JB e nos primeiros anos da revista Caras, entre outros veículos. A paixão pelo futebol inspira Faissal. A mostra ficará em cartaz até o dia 15 de agosto na Av. Almirante Barroso, 25 - Centro- Rio. (Foto: Praia de Ipanema/Rogerio Faissal/Divulgaçao

Helio Costa volta aos tempos do Fantástico para lançar um livro

por Eli Halfoun
Lançar livro é sempre uma boa maneira de reforçar a imagem política. O senador Helio Costa, que também é jornalista, entrou nessa e vem com um livro que promete ser no mínimo curioso já que revela os bastidores da época em que atou como repórter do “Fantástico”. Não esperem grandes revelações (políticos costumam ter compromissos que não permitem isso), mas apenas um livro que tem tudo para ser interessante. Só para lembrar: Helio Costa foi repórter do “Fantástico” nos anos 70 e 80. O lançamento de “Lembranças de um tempo Fantástico” será na próxima quarta-feira, dia 23 em Brasília, mais precisamente no Anexo II do Senado Federal - Hall da Biblioteca Acadêmico Luiz Vianna Filho. Será uma noite de muitos sorrisos falsos e de estranhas conversas políticas ao pé do ouvido. É sempre assim quando tem político na parada.

Marina Silva

por Omelete
A candidata "criacionista" Marina Silva retuitou - o que na etiqueta das redes sociais significa que concorda - mensagens evangélicas de seus seguidores com críticas ao escritor José Saramango, que está sendo velado hoje em Lisboa. Saramago era ateu, condição inaceitável para os fundamentalistas religiosos. Sou mais a Megan Fox aí abaixo
Leia a seguir algumas reproduções do twitter de Marina Silva.

RT @wvmedeiros: Grande escritor é muito subjetivo.Alguém que não RESPEITA a fé alheia não é exatamente um GRANDE escritor. #saramago
about 22 hours ago via HootSuite .

@iara_meirelles A vida é um dom dado por Deus para quem crê e para quem não crê. Louvado seja Deus
about 22 hours ago via HootSuite .

RT @iara_meirelles: Como podemos lamentar a morte de uma pessoa que blasfemou contra Deus a vida toda? #saramago

Megan Fox em três tempos




por Omelete
As fotos são da nova campanha da Emporio Armani Underwear e Armani Jeans. A protogonista dos anúncios é Megan Fox.O novo filme da atriz, "Jonah Rex", baseado na história de quadrinhos homônima, estreou dos Estados Unidos. Megan contracena com Josh Brolin.(As fotos são reproduções da campanha da Armani e dos cartazes do filme)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Paris Hilton em Sampa

Veja vídeo exclusivo da Paris Hilton no site de Heloisa Marra. Clique AQUI

Fátima Bernardes cresceu...

O JN que você não vê. Direto da África do Sul, o macete de Fátima Bernardes para ficar menos baixinha ao lado do repóter Tadeu Schmidt. (Foto do blog Jornal Nacional na Copa). Clique AQUI

Saramago...

por JJcomunic
O fotógrafo Sebastião Salgado, ex-Manchete, estava assistindo ao jogo Alemanha x Sérvia quando foi informado da morte, hoje, de José Saramago. Os dois, e mais Chico Buarque, participaram de um livro (a introdução era de Saramago) que mostra a face e o avesso do povo brasileiro do interior. Aquele que vive e sofre com a degradação da terra, sua esgotável fonte de sustento. O livro é "Terra", de Sebastião Salgado, lançado em 1997, com fotos memoráveis. Foi quando o escritor, um mago da ficção, deparou-se com uma realidade quase inimaginável. Na arquibancada do estádio, em meio às vuvuzelas, Salgado confessou que estava "abalado". Um sentimento que a literatura compartilha.

Polêmica do Ed Motta...

Deu no twitter do Bruno Astuto:
quanto ao bapho do @edmotta c a revista @tocontigo : q historia é essa que carioca nao sabe ler? http://bit.ly/bTq7FJ poxa, poxa :(

Ed Motta deu uma de Ricúpero?...

por Omelete
Lembram do Ricúpero? Aquele ministro que falou besteira por achar que o microfone da Globo estava desligado? E do Boris Casoy, que sacaneou os garis na bancada do Jornal da Band por não perceber que estava no ar? Agora é a vez do Ed Motta. Em entrevista à Contigo! dessa semana, ele resolveu esculhambar com o Rio. "Isso aqui tá um Guarujá falido". Ao ser questionado se não tinha medo de incomodar os cariocas, ele manda: "E daí? Carioca não lê. Também não vê filme e não ouve música. É só praia e sexo. É uma coisa indígena". Preocupado com a repercussão e por saber que não podia desmentir o que estava gravado, Ed Motta desandou a tuitar criticando a revista. O argumento? Não sabia que estava gravando. Ué? Então, parabéns à revista que mostra o verdadeiro Ed Motta, aquele que fala o que pensa mas só quando acha que não está "gravando". E mais ou menos o que os tuiteiros de plantão estão falando lá na página do Ed Motta...

O avião


por Omelete
Capa da Maxim de julho, a cantora Nicole Scherzinger conta que o namorado, o piloto Lewis Hamilton, tem mais medo de estar no banco do carona quando ela dirige do que nas pistas voando no McLaren.Tá reclamando de quê? Prefere um Massa no vácuo ou um Alonso na curva ou um avião ao lado?
(Foto: Reprodução/Maxim)

Conheça as cervejas que o mundo consome e que aqui são o “combustivel” da torcida

por Eli Halfoun
Cerveja é o “combustível” do torcedor na Copa do Mundo. Todos acham que entendem de futebol e de cerveja, mas não é bem assim: são poucos os “cervejistas” (cervejeiro é quem fabrica) que sabem o que estão bebendo (na verdade, a regra geral é a de que ‘está gelada cai bem). É possível ser um “cervejista” melhor informado sobre esse precioso e gostoso líquido. Quem quiser conhecer mais sobre o assunto pode recorrer ao livro “500 beers”, do especialista Zak Avery, que fala das mais tradicionais e antigas marcas do mundo até marcas novas e inovadores. O livro custa pouco mais de R$40 e é encontrado na Livraria Cultura. De saída, fique sabendo que a cerveja foi descoberta por acaso há cerca de 10 mil anos, quando o homem descobriu o processo de fermentação. Inicialmente, a nova bebida foi produzida em pequena escala. Mais tarde, a cerveja passou a ser produzida inicialmente pelos padeiros por causa dos ingredientes utilizados. A cevada era deixada de molho até germinar para depois ser moída grosseiramente. Não há registros, mas tudo indica que a cerveja originou-se na região da Mesopotâmia, onde a cevada cresce em estado selvagem. Registros mostram que a fabricação da cerveja tem aproximadamente 6 mil anos: documentos revelam que em 2100 aC cerca de 40% da produção de cereais destinavam-se às cervejarias chamadas na época de “casas de cerveja”. Hoje, a cerveja está em todas as casas, faz história e alegra todas as torcidas. Com vitória ou com derrota

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Chutões versus técnica

deBarros
Os jornais estão repetindo que essa Copa é a Copa da "bola murcha". É a Copa dos chutões, das caneladas, bolas altas sobre a área do adversário, carrinhos pelas costas e empates seguidos, menos a Copa da técnica, como declarou a Sua Majestade dos técnicos, o sr. Parreira, numa recente entrevista. Ora, como pode fazer uma declaração dessas quando o seu próprio time, o time da África do Sul, exclusivamente por falta de qualidade técnica do seu futebol, perde para o Uruguai, que hoje não tem mais o seu futebol de anos atrás?
A Grécia, que nunca, em toda sua história, sem ajuda dos Aquiles, Ulisses, Ajaxs e outros heróis gregos, conseguia ganhar uma partida de virada, arranca um escore de 2x1 em cima da Nigéria, time de futebol que engrossou diante da Argentina de Messi e companhia, perdendo apenas de 1x0.
A Espanha, com o futebol dos seus craques famosos, cheios de técnica, vem perder para o time mais desacreditado de toda Europa: a Suiça, com seus louros grandalhões, cheios de saúde e cintura quase dura com seu famoso "ferrolho suiço", sapeca-lhe um gol e vence a partida. A Espanha pagou esse mico e se tornou a "zebra" desta Copa. Cadê a técnica da Sua Majestade, Parreira?
Os comentaristas de futebol, principalmente os do Globo, vão dizer o que diante das bobagens comentadas por esse senhor?
Joel Santana foi muito mais eficiente quando técnico da África do Sul durante a Copa das Confederações do que o técnico atual.

por Gonça
Maracanã, 60 anos. Palco iluminado de dramas e de incontáveis alegrias, o belo estádio está fechado para obras. Receberá, pela segunda vez, os maiores jogadores do mundo para uma final de Copa: a de 2014. O Maraca é uma lenda. Embora terra sagrada de craques quase foi vítima de pernas-de-pau. O ex-presidente da Fifa, João Havelange, seguido por uma corte de jornalistas perdidos em campo, tentou dar um ponta-pé, na verdade, um bico, em uma campanha para a demolição do Maracanã. Era uma imitação barata do que os ingleses fizeram com o Wembley. Felizmente, o idéia de jerico não vingou. O que veio foi a doce vingança do Maracanã que está aí, sessentão, pronto para uma reforma que o deixará brilhando para ser a estrela de mais uma Copa. Ademir, Heleno, Zizinho, Pelé, Almir, Bellini, Garrincha, Didi, Nilton Santos, Roberto Dinamite, Zico, Quarentinha, Barbosa, Manga, Gilmar, Brito, Coutinho, Pagão, Telê, Zito, Gerson, Tostão, Dirceu, Romário, Edmundo, Reinaldo, Rivelino, Paulo Cesar Caju, Dida, Henrique e dezenas de artistas que já encenaram espetáculos no gramado do Maraca... agradecem.    
A propósito, o nosso caro Renato Sérgio é autor de um livro indispensável para quem gosta de futebol e, especialmente, das lendas e mitos do futebol. Quando o estádio comemorava cinco décadas, Renato, co-autor de "Aconteceu na Manchete - as histórias que ninguém contou" - lançou "Maracanã, 50 anos de glória" (Ediouro). Um gol de placa.  (Fotos: Divulgação)