por Omelete
É possível que a Copa do Mundo do Catar, em 2022, inaugura uma nova tecnologia para transmissão de imagens de um jogo de futebol. Quando se candidatou para sediar a Copa desse mesmo ano, o Japão ofereceu como parte de sua campanha a tecnologia holográfica de tranmissão. O país perdeu para o Catar mas não desistiu de lançar o mega aplicativo. O projeto prevê que os torcedores no Maracanã, por exemplo, vejam um jogo do Brasil se desenvolvendo no gramado a partir de projeções holográficas em 3D.
Veja um vídeo ainda da época em que o Japão tentava sediar a Copa de 2022, clique AQUI
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Tecnologia 2: Japoneses criam sutiã que se solta automaticamente em caso de desejo sexual
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| Foto: Divulgação |
É a lei do menor esforço. Em um mundo cada vez mais automatizado e surpreendente, chegou a vez do sutiã que se abre em caso de urgente necessidade.A empresa de tecnologia Ravijour desenvolveu um mecanismo especial para os menos esforçados que querem seios delivery. Se a mulher estiver a fim, a peça abre o jogo e desobstrui o acesso. Funciona assim: o sutiã inteligente analisa o estado de excitação da freguesa, checa a frequência cardíaca e envia sinais, via bluetooth, para o celular. O aparelho analisa a situação através de um aplicativo previamente instalado e, se comprovar a tesão, pisca uma luz e destrava o sutiã. O resto é com o casal. Por enquanto. Pode chegar a hora em que um nerd vai criar um programa para o serviço completo. Lembra do filme "Barbarella, de 1986, com Jane Fonda? Era mais ou menos assim: ela se relacionava com um anjo cego que parecia não gostar muito do esporte e quebrava o galho com uma máquina que lhe tirava o atraso. Pois é, não demora muito e os japas - que já produzem robôs sofisticados e que cumprem várias funções - vão aprimorar a robótica sexual. Isso nem a ficção científica de Ray Bradbury foi capa de prever
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| Amáquina que resolvia o problerma da Jane Fonda no filma Barbarella. Reprodução |
E veja o vídeo de apresentação do sutiã inteligente, clique AQUI
Estão matando nossos trabalhadores. Estão matando nosso futuro
por Eli Halfoun
A dificuldade que é obrigado
a enfrentar diariamente para conseguir chegar ao trabalho traça um real e cruel
retrato do quanto o trabalhador brasileiro é punido até na hora de produzir com
suor e esforço e provavelmente lágrimas, bens para o país. Os mais recentes
problemas com os trens da Supervia (não é nem super e nem via) no Rio e que
também estão presentes na vida de trabalhadores de todo o país deixou um alerta
muito importante: ou o Brasil começa a cuidar melhor de seus trabalhadores ou não
demora muito não terá trabalhadores e aí não terá progresso e, portanto, ficará
sem alternativas de futuro. Sabíamos que a situação dos usuários de transportes
públicos, trens principalmente é absurda, mas foi dolorido confirmar que sem o
trem a maioria dos trabalhadores não tinha um único centavo no bolso que lhe
permitisse utilizar outra condução. Resultado ficou algemado também a um pedaço
de papel distribuído como vale que na verdade de nada vale.
Essa falta de condições e
liberdade de ir e vir também não é novidade: são centenas os trabalhadores que
passam as noites debaixo de marquises no centro das cidades, como se mendigos fossem,
simplesmente porque se voltarem para casa não terão dinheiro para vir trabalhar
no dia seguinte. A situação me fez lembrar da infância pobre quando com
sacrifício minha mãe nos dava (eu e meu irmão) o dinheiro da passagem e um
extra para usar somente caso acontecesse algum problema com a condução. Esse tipo
de prevenção é impossível hoje ao trabalhador que já não tem o que comer e está
com cada vez menos condições de locomover-se até para trabalhar. Pelo menos
essa liberdade de ir e vir para produzir riqueza para os patrões e o país o trabalhador
deveria ter garantida pelos patrões e pelo país, mas não tem: nosso heroico
trabalhador brasileiro está condenado a morrer apertado dentro de uma condução.
Isso quando ainda consegue embarcar em uma. (Eli Halfoun)
Ainda sobre o mata-leão jornalístico que Luiza Trajano deu no Diogo Mainardi ao flagrá-lo usando estatísticas irreais. A pergunta que ficou é sobre a credibilidade dos dados que os comentaristas do Manhattan Connection usam nas suas argumentações. Então é assim?
(da redação da JJcomunic)
Estreia hoje na rede o Brasil Post, o agregador de notícias e blogs do Huffington Post, que chega ao país associado à Abril. Um dos destaques ainda é a humilhação que a empresária Luíza Trajano impôs ao programa Manhattan Connection. A polêmica que já rendeu viral na rede mostra um dos jornalistas do MC, Diogo Mainardi, meio desnorteado ao se ver flagrado citando dados mal apurados para sustentar argumentos que eram sucessivamente desmentidos por fatos e números vividos pela empresária que trabalha na área - o varejo - objeto de previsões catastróficas e diluvianas do jornalista veneziano. O Manhattan Connection tem essa característica: é uma mesa quadrada onde jornalistas que moram há anos no exterior debatem generalidades da política, economia, cultura, culinária etc. O fato de morarem no exterior não teria tanta importância embora, em alguns temas, promovam debates sobre acontecimentos no Brasil que, muitas vezes, aparentam ter a profundidade de uma conversa de turistas. A questão agora é saber se os demais dados que os debatedores do MC usam para sustentar suas teses políticas são consistentes ou instáveis com uma gôndola na marola do Grande Canal em dia de acqua alta?
LEIA O TEXTO DE CLEBER FACHI NO BRASIL POST. E APROVEITE PARA CONHECER O MAIS NOVO VEÍCULO DA REDE. CLIQUE AQUI
Estreia hoje na rede o Brasil Post, o agregador de notícias e blogs do Huffington Post, que chega ao país associado à Abril. Um dos destaques ainda é a humilhação que a empresária Luíza Trajano impôs ao programa Manhattan Connection. A polêmica que já rendeu viral na rede mostra um dos jornalistas do MC, Diogo Mainardi, meio desnorteado ao se ver flagrado citando dados mal apurados para sustentar argumentos que eram sucessivamente desmentidos por fatos e números vividos pela empresária que trabalha na área - o varejo - objeto de previsões catastróficas e diluvianas do jornalista veneziano. O Manhattan Connection tem essa característica: é uma mesa quadrada onde jornalistas que moram há anos no exterior debatem generalidades da política, economia, cultura, culinária etc. O fato de morarem no exterior não teria tanta importância embora, em alguns temas, promovam debates sobre acontecimentos no Brasil que, muitas vezes, aparentam ter a profundidade de uma conversa de turistas. A questão agora é saber se os demais dados que os debatedores do MC usam para sustentar suas teses políticas são consistentes ou instáveis com uma gôndola na marola do Grande Canal em dia de acqua alta?
LEIA O TEXTO DE CLEBER FACHI NO BRASIL POST. E APROVEITE PARA CONHECER O MAIS NOVO VEÍCULO DA REDE. CLIQUE AQUI
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Globo News relembra os 40 anos do incêndio no Edifício Joelma. Programa "Arquivo N" vai ao ar nesta quarta
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| A tragédia do Joelma, em 1974. Foto Globo News/Divulgação |
O ‘Arquivo
N’ que vai ao ar na GloboNews nesta quarta-feira, dia 29, relembra os 40 anos
de uma tragédia que traumatizou o país: o incêndio no Edifício Joelma. No
coração de São Paulo, um curto-circuito em um ar-condicionado, paralelo a uma
cadeia de erros e negligência, provocou a morte de quase 200 pessoas. Lembrado
ainda hoje como um dos maiores incêndios do Brasil, a tragédia foi transmitida
para o mundo e é parte da história do telejornalismo.
O programa
reconta essa história através de reportagens da época e de depoimentos antigos
dos sobreviventes. Entre os destaques, o relato do jornalista Armando Nogueira,
que anos depois da cobertura, desabafa sobre o dilema ético que vivenciou na
época, ao colocar no ar cenas tão fortes. O ‘Arquivo N’ reúne também relatos de
outros jornalistas que cobriram o incêndio, como o repórter Sérgio Motta Mello
e os repórteres cinematográficos Reynaldo Cabrera e Jorge dos Santos, que
narram como foi o trabalho naquele dramático dia de 1974.
O Arquivo N
vai ao na quarta-feira, dia 29, às 23h, na GloboNews.
Fonte: Globo News/Divulgação
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O incêndio do Joelma aconteceu no dia 1 de fevereiro de 1974. Uma tragédia que chocou o país e dominou o noticiário dos jornais, revistas, rádio e TVs por várias semanas. Abaixo, as capas da Fatos & Fotos, que dedicou edição especial ao assunto, e da Manchete.
Sabrina Sato não pode ser um novo Gugu Liberato na Record
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| Sabrina Sato: desafios na Record. Foto Divulgação |
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| A apresentadora ganhou fama pela beleza associada a uma personagem do tipo "burrinha chamosa". Na vida real, mostra que sabe administrar a carreira. |
por Eli Halfoun
Não se sabe exatamente os
critérios adotados pela Rede Record para investir milhões na contratação de
Sabrina Sano, que fez muitas gracinhas no “Pânico”, mas nunca mostrou mais do
que isso. Talvez Sabrina, que é carismática (nada tem a ver com talento) venha
a ser uma excelente apresentadora, mas a Record não pode cometer com ela o
mesmo erro que cometeu com Gugu Liberato que chegou à emissora como salvador da
pátria, mas no final das contas não conseguiu nem salvar nem o seu milionário
contrato. Até agora tudo indica que ao contrário do que se anunciava
inicialmente Sabrina não comande uma atração aos domingos, mas sim nas noites
de sábado. De qualquer maneira não se pode jogar em suas costas o peso de uma responsabilidade
que ela não está preparada para ter nem como profissional e nem como mulher. É
claro que Sabrina será muito cobrada pela direção da Record e também por seus colegas
com mais tempo de casa, mas com salários bastante inferiores ao da japonesinha
que mais do que qualquer outra soube abrir os olhos (e o bolso) na hora de
capitalizar o sucesso.
A possibilidade de Sabrina
estrear nas noites de sábado movimenta a Record com outros programas: é quase
certo que Geraldo Luís, o do diário “Balanço Geral” passando a ser o único
apresentador do “Domingo da Gente”. É certo também que “O Melhor do Brasil” de
Rodrigo Faro continuará nas tardes de domingo, mas passará por grandes
reformulações na tentativa de conquistar a liderança dominical de audiência.
Como a esperança é a última que morre é de se esperar que o programa não morra antes
de perde totalmente a esperança. (Eli Halfoun)
Já viu o tálqui show do Joel Santana com Pelé?
JOEL SANTANA FALA INGLÊS COM PELÉ. VEJA O VÍDEO, CLIQUE AQUI
Responsabilidade dos jogadores de futebol vai além do campo. É o que ensina Falcão
por Eli Halfoun
A responsabilidade dos
jogadores de futebol diante da torcida vai muito além do que mostram em campo.
Como figuras públicas, eles devem ser exemplos de conduta, de caráter, enfim de
um comportamento que possa ser admirado e copiado. Ficou bem para trás o tempo
em que os jogadores de futebol eram considerados desinformados (e eram mesmo) e
sem cultura, o que também não era exagero. O nível dos atletas melhorou muito
nos últimos tempos desde que o futebol deixou de ser apenas esporte e
diversão das periferias e ganhou gigantescas movimentações comerciais, aumentando
muito a responsabilidade dos jogadores como exemplos para a torcida, especialmente
as crianças, que um dia sonham ser iguais a eles. Quem chama atenção para a
nova conduta dos jogadores de futebol (podem ser incluídos aí todos os
esportes) é o ex-jogador, ex-comentarista e hoje técnico Falcão em excelente
entrevista para a ”Folha de São Paulo”. Diz aí Falcão:
“Futebol é um trabalho de
exposição pública – e isso devia fazer com que os profissionais do esporte
tivessem mais cuidado com o que vestem e o modo com que se comportam. Mais importante
do que a vestimenta é ser atencioso, aprender a falar (aprender a calar também),
conviver com pessoas de outras áreas, conhecer outras culturas, outros
costumes, desenvolver o bom gosto, a educação e o respeito pelos outros. Isso é
ser elegante no futebol ou em qualquer outra atividade”. Difícil é exigir isso
nas peladas das periferias onde surgem os craques que geralmente nem tem o que
comer e são alimentados por sonhos. (Eli Halfoun)
domingo, 26 de janeiro de 2014
São Paulo: 460 anos de sonhos brasileiros
por Eli Halfoun
É uma festa brasileira. São
Paulo ainda comemora seus 460 anos e nem os cariocas que costumam fazer apenas
de brincadeira muitas restrições ao pelo menos financeiramente principal estado
brasileiro deixam de reconhecer a importância do estado para o país como fonte
geradora de emprego, de produtos, de sonhos e de esperanças. São Paulo é sempre
a ambição maior dos nordestinos (sulistas e nortistas) que querem melhorar de
vida e acham que conseguirão isso na gigante São Paulo que geralmente só
conhecem de ouvir falar. Para eles não importa: fazem sacrificadas viagens para
chegar até São Paulo em busca de melhor qualidade de vida, o que nem sempre
acontece. De qualquer maneira São Paulo é que abriga o maior e mais variado
número de brasileiros de todos os estados e do mundo - pessoas que em nome da
esperanças e do sonho deixam para trás mulheres, mães e filhos com a promessa
de buscá-los quando as coisas melhorarem. Nem sempre funciona assim, mas
durante muito tempo é essa a esperança que mantém de pé quem migra para São
Paulo como um quase miserável faminto. Muitas vezes a vida realmente melhora e
muitos trocam São Paulo pelo Rio e até deixam para trás os familiares que prometeram
trazer quando as coisas melhorassem. Ainda
assim São Paulo é um porto seguro para muitos brasileiros esquecidos nos sertões
miseráveis de um país que lhes promete muito e não faz quase nada. São Paulo
faz muito pelo país economicamente.
Durante muito tempo o
carioca principalmente brincava com os paulistanos porque em SP não tem praia,
não tinha lazer e muito menos descontração. Exagero carioca: São Paulo está
entre os mais versáteis lugares do mundo em termo de restaurantes de
indiscutível qualidade (tem tudo para todos os paladares), bons teatros e belos
espetáculos, além de bares cheios de charme (só não tem os botequins que essa é
uma especialidade genuinamente carioca e qualquer cópia é mal feita. Viver em
São Paulo é uma correria diária, mas quem não quiser ou precisar correr tanto
tem muitas opções e a certeza de que com o tempo será mais um “paulistano” bem
sucedido profissional e economicamente. Tenho um filho jornalista que trocou o
Rio por São Paulo e embora faça questão de viver cariocamente não tem intenção
de voltar a morar no Rio, mesmo achando que o Rio é muito melhor e por isso
insistiu tanto que seu filho (meu neto, hoje rapaz)) paulistano nascesse no
Rio. Não faria a menor diferença: ser carioca não é só nascer no Rio, mas sim
ter a alma carioca.
O Brasil sem dúvida é
grato a São Paulo por tudo que faz pelo, mas São Paulo também deve gratidão ao
Brasil que lhe permite ter muitos paulistanos que nascem de brasileiros e brasileiras
de tidos os estados e que sem dúvida ajudaram e continuam ajudando São Paulo a
ficar cada vez mais forte. (Eli Halfoun)
Fantástico” preocupa a Globo com a mesmice dominical
por Eli Halfoun
Nem sempre o programa justifica
o título, ou seja, não chega em nenhum momento algum a ser fantástico, mas ainda
assim é a atração dominical noturna que mais mobiliza os telespectadores que
controle remoto na mão podem dar uma olhadinha no Programa Silvio Santos que às
vezes até assume a liderança passageira, ou no Fantástico da Record, ou melhor,
o “Domingo Espetacular”. O fato de ter
lugar praticamente cativo na programação dominical da Globo não elimina preocupações
para a emissora que agora mesmo, por exemplo, acha que mesmo com as recentes
modificações que sofreu, está perdendo público. A questão é clara: embora tenha
se renovado muitas vezes o “Fantástico” não inovou: aos olhos do público
continuou o mesmo programa que vez por outra apresenta alguma coisa interessante.
O resultado é que a equipe do programa é obrigada a procurar novos caminhos para
que o “Fantástico” não entre fantasticamente pelo cano. O que falta é fazer o público
buscar para si a renovação que o programa propõe. O sucesso do “Fantástico”
independe de apresentadores. Só depende de criatividade e não da mesmice que
ultimamente tomou conta do programa, que parece ser um “vale a pena ver de
novo”. Não vale. (Eli Halfoun)
Discussões sobre final de “Amor à Vida confirmam o sucesso da novela
por Eli Halfoun
Pode parecer falta de
assunto, mas não é: essa semana chamada de decisiva terá o final de “Amor à
Vida” como um dos mais presentes temas
de conversas e discussões. Não é alienação e nem falta de assunto: novelas passaram
a ter tanta importância (ou mais) no cotidiano do povo quanto a política, a
economia, a eleição, a conduta dos políticos, os roubos vergonhosos, enfim
assuntos que estamos cansados de saber que não tem solução, simplesmente porque
não deixam ter. Novelas podem arrastar-se durante meses, mas sempre tem um
final, mesmo que não seja exatamente o que queríamos ou imaginávamos. Nessa semana
de reta final “Amor à Vida” confirma que o novelista Walcyr Carrasco estreou
muito bem no mais cobiçado horário de novelas e assim passou a fazer
definitivamente parte de um seleto primeiro time de novelistas globais do qual
fazem parte, entre outros, Aguinaldo Silva, Gilberto Braga. João Emanuel
Carneiro, Glória Perez e Benedito Ruy Barbosa. Carrasco estreou no chamado
horário nobre trazendo boas experiências de outros horários nos quais emplacou
alguns sucessos. Em “Amor á Vida” ele parece ter se imposto a responsabilidade
de colocar vários assuntos em discussão, o que fez. De saída transformou um
vilão em quase herói no final mostrando que quando se quer é sempre possível regenerar-se,
embora isso não apague os malfeitos do passado. Talvez o acerto maior de
Carrasco tenha sido o de mostrar que os tempos realmente mudaram e que a
sociedade já aceita casais de todos os tipos e que o assunto pode e deve ser tratado
naturalmente inclusive na televisão. Envolvimentos gays já foram mostrados em
outras novelas, mas pela primeira vez uma novela tratou o assunto se medo e
como um casal convencional (homem e
mulher): as relações gays de “Amor à Vida” realmente tiveram amor e vida, ou
seja, tudo o que faz parte de um relacionamento afetivo convencional: filhos,
desentendimentos, ciúmes, admiração, raiva momentânea, enfim vida com amor. É
claro que como em qualquer trabalho Carrasco mereceu críticas, mas ainda assim
os elogios e acertos foram maiores e continuam dando para “Amor à Vida” uma das
melhores audiências do horário, que foi bastante reforçada pelas boas atuações de
um excelente elenco no qual Mateus Solano,
Tatá Werneck e Elizabeth Savalla foram os destaques. (Eli Halfoun)
Bieber está pedindo socorro. Fãs precisam ajudar antes que seja tarde
por Eli Halfoun
Justin Bieber está entre
os oito mais influentes artista do mundo no momento, mas é triste saber que
continua exercendo péssima influência em jovens como ele. Agora mais do que
nunca o artista que está claramente pedindo socorro precisa dos fãs não exatamente
para aplaudi-lo no palco, mas para mostrar que gostam muito mais do menino-homem
Justin do que do artista Justin Bieber que nem parece representar alguma coisa
para a arte musical. Fã clubes de todo o
mundo deviam unir-se para ouvir o grito de socorro e tentar fazer com que
Justin procure tratamento psicológico ou psiquiátrico, que parece ser mais o
caso. Por não saber lidar com as facilidades que o sucesso e o dinheiro
permitem está jogando nas lixeiras mundiais uma vida importante que ainda tem
muito chão pela frente: a dele. O bom exemplo vem do Canadá onde uma emissora
de rádio decidiu não mais executar músicas de Bieber até que ele procure tratamento.
Se em todo o mundo todas as emissoras fizerem o mesmo e os fãs deixarem
temporariamente de comprar seus discos, a carreira de Bieber estará ameaçada,
mas a sua vida não mais. (Eli Halfoun)
Globo desiste de ir além com a novela “Além do Horizonte”
por Eli Halfoun
Existem momentos na vida
pessoal e profissional em que a decisão mais indicada é jogar o chapéu, ou seja,
desistir de continuar insistindo no que se sabe que não terá êxito. A Globo resolveu jogar o chapéu em relação a
novela “Além do Horizonte” que é o maior fracasso na história do horário. Quer
dizer ficará tudo como está: a emissora desistiu de incluir mais atores, modificar
a trama ou diminuir o número de capítulos. A novela irá até o prazo determinado
inicialmente e não adiante colocar a culpa no jovem elenco que não comprometeu
em nada ou nos autores. Ocorre que o público não se identificou com essa fictícia
corrida em busca da felicidade eterna. O telespectador quer sim encontrar a
felicidade eterna, mas só entrará na “viagem” da novela se essa for uma busca
possível e não uma aventura estranha. Além do mais tudo o que é novo sempre é
inicialmente rejeitado pelo público. Não está sendo diferente com a novidade
proposta por “Além do Horizonte” que parece esmo estar muito além do que o
público pode aceitar. (Eli Halfoun)
Manifestações: "brincando" com fogo... e com vidas
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| Reproduzido de O Globo |
(da redação da JJcomunic)
2014 não vai ser fácil. É ingenuidade pensar que apenas os estádios da Copa serão alvos dos protestos. Está mais do que provado que as manifestações, bem intencionadas ou não, necessárias ou não, saem do controle independentemente da ação da polícia, da falta de ação da polícia ou do excesso de ação da polícia. Como mostra a cena de uma quase tragédia de um carro incendiado em São Paulo com uma família dentro, essa abertura da "temporada de manifestações" não dá a pinta de que terá limites. Um homem foi baleado e não há ainda indicação de onde partiu a bala, se da polícia ou não. Sociedade, instituições, governo federal, governos estaduais da situação e da oposição vão ter que refletir muito sobre os rumos políticos dos próximos meses. Há aberto incentivo aos protestos (a explosão das manifestações foi o "desejo" para 2014 preferido de alguns jornalistas comprometidos com a oposição em lista publicada no fim do ano passado), interesses eleitorais em jogo e a grande maioria da população (o protesto em SP que quase acabou em tragédia ao estilo da menina queimada no Maranhão reuniu apenas de 1.500 pessoas embora a convocação pelo Facebook indicasse mais de 20 mil adesões) estará exposta ao quebra-quebra, incluídos aí lojistas, bancos, prédios públicos, pessoas físicas, jurídicas ou diletantes. Ao mesmo tempo o choro deve ser livre e democrático. Reprimir ou não reprimir? Se reprimir, em que momento a sociedade acha necessária a ação policial e que tipo de ação policial. Se é que acha. Não dá mais para fugir desse debate. Não importa ressaltar que as manifestações "começam pacíficas". Isso é uma besteira repetida cansativamente. Todo protesto começa pacífico, até os black blocs chegam aos locais dos protestos pacificamente, o pau começa logo depois. O conjunto da obra mostra que têm invariavelmente acabado em incêndios, lojas depredadas, em alguns casos, saqueadas, bens públicos e privados destruídos. O ano será quente e não apenas do ponto de vista meteorológico. E não parece que vai acabar bem.
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Atualização: Segundo autoridades paulistas, PMs atiraram em um rapaz (que permanece hospitalizado) que os atacou com um estilete. Na mochila do manifestante mascarado havia uma bomba artesanal feita com lata de cerveja. Imagens de uma câmera de segurança indicam que os policiais foram de fato atacados, um deles chegou a cair. Mas não são imagens conclusivas, em função da baixa qualidade, e o caso está sob investigação. Testemunhas confirmaram à Defensoria Pública que o rapaz portava uma "arma branca". O governador Geraldo Alkmin (PSDB) condenou o vandalismo e defendeu a ação da polícia militar. Segundo as autoridades, eventuais excessos serão apurados. O proprietário do Fusca incendiado com uma criança dentro confirmou que manifestantes empuraram para debaixo do veículo um colchão em chamas. Na escalada de violência das manifestações, Natal registrou outro caso grave: durante protesto contra a Copa, na partida de futebol que inaugurou a Arena das Dunas, um pequeno grupo de manifestantes, cerca de 200, tentou depredar o novo estádio. Houve tiros, veículos particulares danificados, agressões a torcedores que não concordavam com o protesto, destruição de grades do estádio e danos a equipamentos públicos. Repórteres e fotógrafos foram hostilizados e alvo de objetos atirados pelos manifestantes. Com aqueles que foram presos, a polícia encontrou canivetes e tesoura. Além de mascarados anti-Copa, um grupo de funcionários públicos estaduais protestava contra a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) pedindo melhores condições de trabalho e pagamento dos seus salários em dia.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Professora que foi demitida por postar fotos de biquini topa posar para revista. Ela tem contas pra pagar e a vida não tá fácil pra ninguém...
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| Olívia, cujo nome artístico é Victoria James, na capa da Hustler. |
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| Uma das fotos do ensaio que provocou a demissão da professora. Reprodução Facebook |
por Omelete
Há alguns meses, uma professora da Flórida foi demitida por posar para um ensaio sensual, de biquini,e publicar fotos no Facebook. Na época, a notícia circulou em sites de todo o mundo. A direção da escola alegou que os alunos perderiam a concentração ao relacionar a mestra com as fotos divulgadas. Bom, com esses aerofólios dianteiros, eu diria que a galera já não se concentrava antes mesmo do vazamento das fotos. O fato é que sem emprego e com outras escolas receosas de contratá-la, Olívia Sprauer aceitou posar para a revista Hustler. É capa da publicação usando o pseudônimo Victoria James. Alguém duvida de que a revista vai esgotar entre os saudosos alunos da "fessora"? Olivia continua sonhando em tornar-se escritora ou professora universitária. Vai ficar mais difícil. Ou mais fácil, não sei. De repente, as fichas-sujas Gama Filho e Univercidade topam contratá-la. O difícil vai ser os caloteiros pagarem os salários.
Diretas-Já, 30 anos - O povo foi às ruas mas o Congresso não deu aos brasileiros o direito de votar para presidente. E o Brasil foi castigado: o Colégio Eleitoral militar elegeu Tancredo e, em seguida, Sarney virou presidente
Em duas capas marcantes, uma de 1984 e a outra de 1985, a Manchete retratou, sem querer, a história de uma derrota popular. O povo foi às ruas pedir eleições Diretas. Perdeu. O Congresso rejeitou a Emenda Constitucional que restabelecia o direito de os brasileiros votarem para presidente. Restou a farsa do Colégio Eleitoral militar, que elegeu Tancredo Neves. Com a morte deste, o Brasil recebeu um castigo político ainda pior: Sarney, ligado à ditadura, virou presidente. Na prática, os militares ganharam uma prorrogação no poder. E o Brasil, o atraso político que se refletiu por mais de uma década.
No dia 25 de janeiro de 1984, 300 mil pessoas se reuniram na Praça da Sé, em São Paulo, para pedir eleições diretas para Presidente da República. O Brasil vivia sob ditadura ainda ativa, basta lembrar que militares da linha dura haviam explodido as bombas do Riocentro poucos anos antes. Precedendo o grande comício de SP, alguns partidos promoveram manifestações públicas em poucas cidades do interior. O assunto não chegara ainda à grande imprensa, que demorou a divulgar o movimento. O próprio comício da Praça da Sé foi noticiado por uma grande rede como de comemoração do aniversário da capital e mereceu uma mera citação de que alguns grupos, naquele momento, pediam eleições diretas. A partir de SP, o movimento ganhou as ruas e atraiu lideranças de vários partidos. Esse lado, o da emocionante manifestação popular, é o lado bonito a comemorar. A história mostra que o capítulo seguinte é podre. No grande teste prático, a votação da Emenda Dante de Oliveira que instituia eleições diretas, o povo não foi ouvido. O Congresso, para variar, rejeitou a voz das ruas e não aprovou a emenda. Seguiu-se a eleição de Tancredo Neves, nome que não incomodava os militares. Basta consultar os jornais da década de 70 para ver que nos tempos mais sombrios Tancredo foi dócil, calou-se convenientemente, ao contrário de Ulysses Guimarães, que ainda enfrentou até ataques de cachorros da PM. Tancredo, eleito pelo Colégio Eleitoral dos militares, morreu sem assumir efetivamente. Para coroar a derrota nacional que começou com a rejeição da emenda das Diretas-Já e passou pela vergonhosa pantomima da eleição indireta de Tancredo o Brasil foi penalizado com a posse de Sarney. Na transição consentida, os militares fingiram que saíram do palco mas ficaram na coxia ditando as regras por muito mais tempo. As duas capas da Manchete que ilustram este post são apresentadas como conquistas e avanços. Em uma delas, a revista chega a considerar que houve uma "vitória da democracia". Na verdade, são retratos de uma esperança seguida de uma grande derrota popular. Foi quando o povo, nas ruas, reivindicou um direito e ganhou um castigo.
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O portal IG publica hoje uma matéria sobre os 30 anos das Diretas-Já e, em um trecho do texto de Vasconcelos Quadros, comenta a atuação da imprensa naqueles dias de manifestações. Vale a leitura. Segue transcrição abaixo:
"O papel da imprensa"
A mesma
imprensa que três décadas antes se deixara envolver em conspirações
antidemocráticas – como os movimentos que deram no suicídio do presidente
Getúlio Vargas, na deposição João Goulart e no apoio ao golpe civil-militar de
1964 – aproveitaria a campanha das diretas para se redimir.
O primeiro
veículo a encampar a Emenda Dante de Oliveira foi a Folha de S. Paulo, seguida
por duas emissoras de televisão, a Bandeirantes e a extinta Manchete.
A dimensão
do Comício da Sé e a percepção de que a população apoiava incondicionalmente a
eleição direta e o fim do regime levariam, de roldão, os demais veículos, e até
mesmo a recalcitrante Rede Globo, que até então acompanhava o movimento, mas
não noticiava.
O comício
uniu os 16 governadores de oposição, artistas e intelectuais – boa parte deles
do elenco da Globo – numa época em que internet e redes sociais eram meros
exercícios de ficção. A Globo o incluiu discretamente entre os atos de
comemoração dos 430 anos de São Paulo, mas depois, forçada pelas vaias e pelo
instinto de sobrevivência, se rendeu.
A
convocação era feita por panfletos", lembra o jornalista Ricardo Kotscho,
que trabalhava na Folha de S. Paulo e teve a ideia de sugerir ao comando da
redação que o jornal se envolvesse na campanha.
"A
Folha foi o único veículo que se engajou. O jornal publicava até o roteiro dos
comícios. Os outros noticiaram quando não dava mais para segurar", diz
Kotscho, que trabalhou sem folgas nos quatro meses mais intensos da campanha."
Você pode ler a matéria completa do IG clicando no link abaixo
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-01-24/maior-movimento-popular-da-historia-do-brasil-diretas-ja-completa-30-anos.html
Você pode ler a matéria completa do IG clicando no link abaixo
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-01-24/maior-movimento-popular-da-historia-do-brasil-diretas-ja-completa-30-anos.html
Mostra de Fotografia comemora aniversário de São Paulo. Trabalhos de 150 fotógrafos ocupam espaços na Vila Madalena
Em comemoração ao aniversário de São Paulo, será aberta amanhã a Mostra SP de Fotografia. São cerca de 40 exposições de 150 fotógrafos instaladas em espaços da Vila Madalena. O tema é vida e o grafismo da na cidade focalizados por nomes como Bubby Costa, Claudia Jaguaribe, Felipe Russo, Carlos Moreira, Jorge Bodansky, Ed Viggiani, Keini Andrade, Claudia Guimarães,Paulo Veiner, coletivos Trema e Selva SP, Felipe
Russo, Ricardo Barcell e Maurício Lima.
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| Foto de Keini Andrade/Divulgação da 5ª Mostra SP de Fotografia |
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| Foto de Bubby Costa/ Divulgação da 5ª Mostra SP de Fotografia |
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| Foto de Keini Andrade/ Divulgação da 5ª Mostra SP de Fotografia |
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| Foto de Bubby Costa/Divulgação da 5ª Mostra SP de Fotografia |
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| Foto Coletivo Selva, SP/Divulgaçaõ da 5ª Mostra SP de Fotografia |
Leia no link do Estadão matéria de Júlio Maria sobre o livro "1973 - O ano que reinventou a MPB", lançado ontem, no Rio
A Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no Rio, virou ontem um túnel do tempo. Estavam lá, entre outros, Fagner, Ednardo, Moraes Moreira, além de muitos dos 50 jornalistas autores da coletânea "1973 - O ano que reinventou a MPB", organizada por Célio Albuquerque, repórter que atuou na Manchete e Fatos & Fotos. Entre os autores, há vários que trabalharam nas redações da extinta Bloch, na Rua do Russell, como Roberto Muggiati, Vicente Darttoli, Regina Zappa, Antonio Carlos Miguel, Álvaro Costa e Silva e Silvio Essinger.
LEIA MATÉRIA SOBRE O LIVRO PUBLICADA NO ESTADÃO E VEJA VÍDEOS DE MÚSICAS DE TOM JOBIM, ELIS REGINA, FAGNER, GAL COSTA E SECOS E MOLHADOS.
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"Imprensa que eu gamo" abre no dia 15 de fevereiro a temporada de desfiles dos melhores blocos cariocas
Nilton Recthman, ritmista competente, colega dos tempos da Manchete, avisa a quem interessar possa que o "Imprensa que Eu Gamo", bloco dos jornalistas cariocas, desfila no dia 15 de fevereiro, às 14h, saindo do Mercadinho São José, em Laranjeiras. Concentração a partir das 12h. O "Imprensa", que completa 19 anos, abrirá as apresentações dos blocos que integram a Sebastiana - Associação
Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul, Santa Teresa e Centro
do Rio de Janeiro. Este é um ano de comemorações especiais para vários blocos. O "Simpatia", completa 30 anos (foi fundado durante a campanha para as Diretas-Já, daí a tradição de tocar o Hino Nacional em ritmo de samba pouco antes de entrar na avenida Vieira Souto, em Ipanema); "Escravos da Mauá", 20 anos; "Meu Bem Volto Já", 20 anos; e o Bloco do Barbas, também criado na campanha das Diretas, festeja 30 anos.
Veja, abaixo, a agenda dos demais desfiles da Sebastiana:
Veja, abaixo, a agenda dos demais desfiles da Sebastiana:
Simpatia é
Quase Amor -
Data: 22 de
fevereiro e 2 de março (sábado e domingo)
Local:
Praça General Osório, Ipanema
Horário:
16h
Concentração:
14h
Bloco da
Ansiedade
Data: 22 de
fevereiro (sábado)
Local:
Mercadinho São José – Rua das Laranjeiras 90, Laranjeiras
Horário:
15h
Concentração:
13h
Suvaco do
Cristo
Data: 23 de
fevereiro (domingo)
Local: Bar
Joia, na Rua Jardim Botânico
Horário:
manhã
Escravos da
Mauá -
Data: 23 de
fevereiro (domingo)
Local:
Largo de São Francisco da Prainha, próximo a Praça Mauá – Centro
Horário:
12h
Concentração:
10h
Gigantes da
Lira
Data: 23 de
fevereiro (domingo)
Local:
Pracinha da Rua General Glicério, Laranjeiras
Horário: 9h
Concentração:
7h
Bloco das
Carmelitas
Data: 28 de
fevereiro e 4 de março (sexta-feira e terça-feira)
Local:
Esquina da Ladeira de Santa Teresa com Rua Dias de Barros, Santa Teresa
Horários:
28 de fevereiro (15h) e 4 de março (9h)
Concentração:
28 de fevereiro (13h) e 4 de março (7h)
Bloco
Virtual
Data: 28 de
fevereiro (sexta)
Local:
Posto 9 - calçadão da praia entre as ruas Joana Angélica e Vinicius de Moraes,
Ipanema
Horário:
18h
Concentração:
16h
Bloco do
Barbas -
Data: 1º de
março (sábado)
Local: Rua
Arnaldo Quintela, Botafogo
Horário:
16h
Concentração:
14h
Que merda é
essa?
Data: 2 de
março (domingo)
Local: Bar
Paz e Amor – Rua Garcia D’Ávila, esquina com Rua Nascimento Silva, Ipanema
Horário:
14h
Concentração:
12h
Bloco de
Segunda
Data: 3 de
março (segunda)
Local:
Cobal do Humaitá – Rua Voluntários da Pátria 446, Humaitá
Horário:
16h
Concentração:
14h
Meu
Bem,Volto já! -
Data: 4 de
março (terça-feira)
Local:
Avenida Princesa Isabel, esquina com a Rua Barata Ribeiro,
Copacabana
Horário:
15h
Concentração:
13h
Que linda é a presença de Bruna Linzmeyer coma a Linda de “Amor à Vida”
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| Bruna Linzmeyer, a Linda, de "Amor à Vida". Foto: João Cotta/TV Globo/Divulgação |
por Eli Halfoun
É sempre assim: quando se aproxima o final de
uma novela de sucesso a mídia se encarrega de anunciar o que acontecerá e embora
muitas vezes revele exatamente como será o final de cada personagem estabelece
também um punhado de desmentidos do autor que, para colocar mais lenha na
fogueira de adivinhações, passa a dizer que escreveu vários finais
para os principais personagens e que as gravações só acontecerão na véspera da
exibição do capitulo final. Não é e nunca foi verdade, mas sempre funcionou
para ajudar a aumentar a expectativa do público. A televisão não tem condições
técnicas e materiais de gravar tantos finais quanto a imaginação dos autores
gostaria.
Para o final de “Amor à
Vida” no próximo dia 31, fala-se na revelação de que Pilar também é vilã da trama
porque matou a tia de Paloma (mãe de Aline) no mesmo “acidente” que deixou
Mariah, a mãe de Paloma, em uma cadeira de rodas.
Outro final que tem merecido
muitas especulações é em torno do personagem Felix: o autor promete uma grande
surpresa embora todos saibam que ele casará com Nico e tomará para si a
responsabilidade de cuidar do pai cego e deficiente físico que tanto o
maltratou. Só falta revelar que Felix nunca foi gay (só fingiu) e que não é
filho de César, mas sim de um amante de Pilar.
São muitas também as especulações em torno do
final da personagem Linda que segundo se garante, terá um final feliz ao lado
de Rafael e que o casal poderá inclusive ter um filho, o que não é tão incomum
em casais que tem um autista. Na reta final da novela, a personagem
maravilhosamente interpretada por Bruna Linzmeyer está merecendo o destaque que
o autor pretendia quando criou a personagem exatamente para colocar em discussão
a sempre mal resolvida questão do autismo. Através de Linda e do impecável
trabalho de Bruna que sem dúvida arrebata e emociona qualquer telespectador
“Amor à Vida” mostra como é importante que o autista seja tratado com
naturalidade e que sua vida e sentimentos sejam respeitados para não permitir
que o autista fique “engaiolado” dentro de si mesmo e de suas próprias emoções.
Emoções boas e reais são ainda melhores quando distribuídas
com todos. (Eli Halfoun)
Futebol brasileiro precisa seguir mais esse exemplo do Barcelona
por Eli Halfoun
Sandro Rossel, presidente
do Barcelona, que pode não ser o melhor clube (pelo visto está longe
disso, pelo menos administrativa e financeiramente) foi praticamente
forçado a renunciar ao cargo depois da divulgação de suspeitas envolvendo a
compra de Neymar (é bom que fique claro o jogador nada tem a ver com as
falcatruas). Em todo o processo, Neymar foi colocado sempre e apenas como um produto,
o que, aliás, acontece com todos os jogadores de futebol quando o esporte
movimenta o riquíssimo e confunso mercado de compra e venda que já enriqueceu
muita gente que nunca deu um único chute em uma bola. O presidente do Barça, padrinho de casamento do ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, não aguentou a
pressão e caiu fora, exatamente como fez Ricardo Teixeira
quando para o bem de todos afastou-se da presidência da CBF deixando fiéis
seguidores no buraco que ocupava. Se denúncias em torno de
mal explicadas compras e vendas de jogadores fossem levadas a sério por aqui, poucos clubes brasileiros poderia ter presidente e diretor de futebol: estariam muitos presos ou no mínimo fazendo negócios mal explicados em outros campos que não os
de futebol, que por sua grandeza e riqueza deve sim ser tratado como negócio,
mas um negócio honesto. (Eli Halfoun)
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Não falavam que os "manifestantes" não tinham ideologia pra viver? Tá aí: um vídeo hilário mostra que o "ideólogo" deles é o Batman... Mas, sério, em matéria de ideias parecem meio louquinhos. Tinha uma mulher lá ensandecida que denunciou complô comunista para dominar o Brasil..
A cena é de pastelão. Um sujeito vestido de Batman (o parceiro Robin não foi visto), que se preparava para se incorporar ao rolezinho do Leblon, o que foi sem nunca ter sido, discute com um morador incomodado com mais uma perturbação no bairro que já está cercado de tapume da obra do metrô. Sei, não, a cabeça desses "manifestantes" é meio louquinha. Tem uma mulher que fala no vídeo na "ameaça comunista". Não se sabe de que mídia social ela é (estava lá como fotógrafa) mas a figura denuncia um movimento dos comunistas para dominar o país. Parecia meio enfurecida, quase a ponto de chamar os militares. Já o Batman se definia como "um heroi" que vai para a rua protestar e defender o povo. Parecia uma quadro mal feito da "Praça da Alegria" ou do "Zorra Total". Mas o diálogo é "ideológico". Os próximos meses vão ser surpreendentes a julgar pelo debate diante do Shopping Leblon. Até o Carnaval e os desfiles das Escolas e das bandas podem ser alvo dos "manifestantes". Explica-se: esses grupos têm por tática aderir a eventos ou passeatas reivindicatórias, como a dos professores, por exemplo. Isoladamente, não juntam muita gente. Os meninos do rolezinho botaram muito mais pessoas nos shoppings para zoar e pegar garotas do que os black bloc da vida em qualquer passeata. Então, eles precisam de um evento "hospedeiro" como Copa, Olimpíada, rolezinho, Carnaval, até o show do Cazuza na praia, onde também foram hostilizados por quem - a imensa maioria - queria ver o espetáculo. O vídeo da "ação política" dos manifestantes virou piada na rede. Tem uma internauta que se decepcionou: achava que quando o Batman tirou a máscara ia aparecer o Ben Affleck. 2014 promete. Mas ainda faltam chegar os "líderes" Homem de Ferro, Coringa, Superman, Wolverine, Lanterna Verde, Capitão América e Homem Aranha. E tá na hora de diversificar: a galera espera que Mulher Gato e Mulher Maravilha também apareçam,. Se não fica esquisito...
VEJA O VIDEO DO NOVO IDEÓLOGO DAS MANIFESTAÇÕES, O BATMAN. CLIQUE AQUI
VEJA O VIDEO DO NOVO IDEÓLOGO DAS MANIFESTAÇÕES, O BATMAN. CLIQUE AQUI
É hoje! Jornalistas lançam coletânea "1973: O Ano que Reinventou a MPB". Entre os autores, vários colegas que trabalharam na Manchete
Logo mais, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, 50 jornalistas especializados lançam a coletânea "1973, o ano que reinventou a MPB" (Sonora Editora). Será às 19 horas. Entre os autores, alguns colegas que atuaram na extinta Manchete e em outras revistas da Bloch: Roberto Muggiati, Célio Albuquerque, Antonio Carlos Miguel, Regina Zappa, Vicente Datolli e Silvio Essinger.
Curiosidade: Manchete, Fatos & Fotos e TV Manchete aparecem no ranking dos veículos de comunicação entre os 20 mais premiados de todos os tempos
Apesar de extintas há anos, as revistas Manchete e Fatos&Fotos, respectivamente com 585 e 445 premiações, ainda listadas, e bem colocadas, entre os veículos que integram o ranking brasileiro dos mais premiados de todos os tempos. A pesquisa foi divulgado pelo site Jornalista & Cia, na semana passada. A TV Manchete figura na relação com 220 premiações. O antigo grupo Bloch ficou em honroso 17° lugar, à frente de muitos veículos ainda em atividade. Apenas um registro curioso.
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