Itens mais importantes: produtos de higiene pessoal, cobertores, colchões, água, alimentos não-perecíveis, como massa e sopas desidratadas, roupas, fraldas descartáveis, toalhas, roupas de cama, leite em pó, cobertores ou contibuições em dinheiro diretamente em contas especiais de instituições tradicionais. O Hemorio apela também para doadores de sangue.
Rio de Janeiro:
Cruz Vermelha - Praça da Cruz Vermelha, 10 – Centro do Rio.
Concer - Praças de pedágio da BR-040 situadas em Duque de Caxias (km 104), Areal (km 45) e Simão Pereira (km 816), além da sede da empresa (km 110/JF, em Caxias). A Concer pede que sejam doados, preferencialmente, água mineral, produtos de higiene pessoal e de limpeza, roupas de cama, mesa e banho, além de colchonetes. Nas praças de pedágio, as doações podem ser entregues nos postos do serviço de informação ao usuário da rodovia, que funcionam de segunda a segunda, 24 horas por dia.Supermercados – Grupo Pão de Açúcar
Postos de coleta em todas as lojas das redes Pão de Açúcar, ABC Comprebem, Sendas, Extra e Assaí, em todo o estado Rio de Janeiro
Hemorio – Rua Frei Caneca, 8 – Centro do Rio – Das 7h às 18h.
Polícia Rodoviária Federal - Posto que recebem doações:
:BR-116: KM 133
BR-101: KM 269
BR-040: KM 109
BR-116: KM 227
Rodoviária Novo Rio - Avenida Francisco Bicalho, 1 - Santo Cristo.
Polícia Militar - Todos os batalhões. .
Viva Rio – Arrecada roupas e mantimentos na Rua do Russel, 76, Glória ou por depósito bancário na conta do Viva Rio, no Banco do Brasil: agência 1769-8, conta corrente 411396-9 e CNPJ: 00343941/0001-28.
Metrô – A coleta está sendo feita em 11 estações das linhas 1 e 2, Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Gloria, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos.
Ministério Público do Rio de Janeiro – Na portaria do edifício-sede do MPRJ, na Avenida Marechal Câmara 370, Centro, Rio de Janeiro.
Fecomércio – Unidades do SESC e SENAC Rio e a sede do Fecomércio-RJ.:(Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo). SENAC Rio: Niterói, Copacabana, Marapendi (Barra), Faculdade SENAC Rio (Centro), Botafogo, Petrópolis, Duque de Caxias, Politécnico (Riachuelo – Zona Norte). SESC Rio: São Gonçalo, Niterói, Copacabana, Tijuca, Ramos, Madureira, São João de Meriti, Nova Iguaçu, Teresópolis e Quitandinha (Petrópolis).
Secretaria Estadual de Saúde – As Farmácias Populares recebem doações.
Corpo de Bombeiros: todos os quartéis do Estado.
Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade de Niterói – Na Rua Almirante Teffé, 632 – Sobreloja – Centro, entre 9h e 17h.
Em Petrópolis:
A prefeitura divulga a conta S.O.S. Petrópolis. Banco do Brasil Número: 76.000-5 e agência: 0080-9. Postos para doações na Igreja Wesleyana, no Vale do Cuiabá; na Igreja de Santa Luzia, na Estrada das Arcas, e no Centro de Petrópolis, na sede da Secretaria de Trabalho, Ação Social e Cidadania, na Rua Aureliano Coutinho, 81, na Casa Paroquial da Catedral São Pedro de Alcântara
Em Teresópolis:
No Ginásio Pedrão, Rua Tenente Luiz Meirelles, 211, Centro. Contas bancárias: SOS Teresópolis – donativos. Banco do Brasil, agência 0741-2, no número 110.000-9. O CNPJ é 29.138.369/0001-47, e conta 2011-1, agência 4146, da Caixa Econômica Federal.
Em Nova Friburgo:
A prefeitura informa que o SOS Nova Friburgo abriu conta no Banco do Brasil pela agência 03352 e conta corrente: 120000-3.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Deu na Folha...
...em muitos países, a lei proibe propriedades cruzadas em mídia. Mas aqui no Brasil é praticamente impossível vencer a resistência de grupos que controlam TVs, jornais, rádios, internet etc em uma mesma cidade.. Parece mais uma divagação do ministro. Aliás, cheio de razões. Mas vai ser bombardeado, acusado e ser inquisitorial e de censurar a mídia. Não é à toa que o ministério dele, o das Comunicações, foi durante décadas cadeira cativa das grandes empresas do ramo. A conclusão é a seguinte:fica tudo como está. Alguém duvida?
Anúncio publicado no Globo de hoje: Motel Bambina dá dica para Ronaldinho
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Replay da tragédia
por Gonça
As imagens que os telejornais da noite acabam de exibir parecem replays. A cada temporada de chuvas as tragédias se repetem. A maioria dos municípios, a quem cabe zelar pelas construções irregulares, ignora ou permite a ocupação de encostas. De um lado, é a solução de moradia que a população pobre encontra; de outro, são as leis de zoneamento urbano alteradas periodicamente em função de interesses. De uns tempos pra cá passaram a pregar no Brasil que qualquer regulação de atividade econômica é cerceamento do livre mercado. Daí, empresas aéreas podem largar passageiros nos aeroportos, exigências de orgãos do meio ambiente são desprezadas, siderúrgicas lançam pó sobre as cidades, tudo em nome da atividade econômica livre, leve e solta. No caso da tragédia que a TV mostrou o dia inteiro, a "urbanização" segue destruindo matas. Noticia-se que em muitas encostas, até em áreas nobres, não há nem rede coletora de esgotos: são fossas sépticas fincadas em terrenos instáveis.Vale tudo. Algumas imagens mostraram prédios que pareciam precariamente equilibrados em encostas. Os administradores se omitem e a natureza cobra o tributo que a região serrana do Rio paga com vidas anualmente. Triste equação.
As imagens que os telejornais da noite acabam de exibir parecem replays. A cada temporada de chuvas as tragédias se repetem. A maioria dos municípios, a quem cabe zelar pelas construções irregulares, ignora ou permite a ocupação de encostas. De um lado, é a solução de moradia que a população pobre encontra; de outro, são as leis de zoneamento urbano alteradas periodicamente em função de interesses. De uns tempos pra cá passaram a pregar no Brasil que qualquer regulação de atividade econômica é cerceamento do livre mercado. Daí, empresas aéreas podem largar passageiros nos aeroportos, exigências de orgãos do meio ambiente são desprezadas, siderúrgicas lançam pó sobre as cidades, tudo em nome da atividade econômica livre, leve e solta. No caso da tragédia que a TV mostrou o dia inteiro, a "urbanização" segue destruindo matas. Noticia-se que em muitas encostas, até em áreas nobres, não há nem rede coletora de esgotos: são fossas sépticas fincadas em terrenos instáveis.Vale tudo. Algumas imagens mostraram prédios que pareciam precariamente equilibrados em encostas. Os administradores se omitem e a natureza cobra o tributo que a região serrana do Rio paga com vidas anualmente. Triste equação.
Robert Capa: o inferno em foco
Dia D. Foto Robert Capa/Reprodução
por José Esmeraldo GonçalvesO prefácio já dá o recado: "Meu irmão, Robert Capa, assumiu o encargo de registrar o inferno que o homem criou para si próprio: a guerra. Sua compaixão era por todos que sofriam na guerra e suas fotografias transformaram em momentos eternos não apenas acontecimentos cruciais como também provações pessoais". Cornell Capa, que assina o prefácio, também era fotógrafo - foi da Life e da lendária agência Magnum - conta que Robert Capa costumava dizer a seus colegas fotógrafos: "Se suas fotos ainda não estão boas o suficiente, é porque você não está perto o suficiente". E foi assim, dispensando muitas vezes a teleobjetiva, que Capa registrou, entre outros grandes conflitos, a Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial. A Cosac Naify acaba de lançar um livro fundamental na estante de qualquer jornalista ou repórter fotográfico. Em 293 páginas, com 100 ilustrações, "Ligeiramente Fora de Foco", o próprio Capa narra suas histórias e, principalmente, as histórias por trás das suas coberturas. Sobre a sua famosa sequência do desembarque das tropas na França, no Dia D - muitas fotos foram perdidas por um erro do laboratório que as revelou em Londres - Capa conta uma história curiosa. Ainda na barcaça, quando a prancha de desembarque se abriu, sob chuva de balas e morteiros, Capa parou por um instante para fazer as primeiras fotos da praia enfumaçada. "O contramestre, que estava com um pressa compreensível para sair dali o mais rápido possível, confundiu o meu fotografar com hesitação e me ajudou a me decidir com um bem aplicado chute na bunda".
Uma lição de economia com Zeca Pagodinho
por Eli Halfoun
Zeca Pagodinho ganha bons e merecidos cachês por suas ótimas apresentações, mas nem por isso rasga dinheiro ou se deixa explorar pela ganância do mercado. No réveillon, Zeca ficou hospedado no Copacabana Palace com quase todas as despesas pagas, menos as bebidas alcoólicas restrição, aliás, feita a todos os artistas convocados para o show. Foi aí que o cantor deu uma verdadeira aula de economia, não daquelas que explicam muito mas ninguém entende nada e sim a real economia do e no bolso. Quando descobriu que no hotel cada latinha de cerveja custava R$ 12,00, Zeca convocou um assessor e pediu que fosse a um supermercado próximo comprar muitas cervejas pagando por cada lata não mais do que R$ 2,00. Como Zeca não se limita a beber apenas uma cervejinha é de se supor que fez uma grande economia: com a mesma quantia que no hotel pagaria por uma única latinha tomou pelo menos cinco. É assim que se força a baixa dos preços, ou seja, procurando sempre os preços menos extorsivos.
Zeca Pagodinho ganha bons e merecidos cachês por suas ótimas apresentações, mas nem por isso rasga dinheiro ou se deixa explorar pela ganância do mercado. No réveillon, Zeca ficou hospedado no Copacabana Palace com quase todas as despesas pagas, menos as bebidas alcoólicas restrição, aliás, feita a todos os artistas convocados para o show. Foi aí que o cantor deu uma verdadeira aula de economia, não daquelas que explicam muito mas ninguém entende nada e sim a real economia do e no bolso. Quando descobriu que no hotel cada latinha de cerveja custava R$ 12,00, Zeca convocou um assessor e pediu que fosse a um supermercado próximo comprar muitas cervejas pagando por cada lata não mais do que R$ 2,00. Como Zeca não se limita a beber apenas uma cervejinha é de se supor que fez uma grande economia: com a mesma quantia que no hotel pagaria por uma única latinha tomou pelo menos cinco. É assim que se força a baixa dos preços, ou seja, procurando sempre os preços menos extorsivos.
Seguro contra enchente? Enxurrada vai dar lucro?
por Gonça
São Paulo virou um caos. Pela enésima vez. São quase duas décadas de administração tucana e, a cada ano, o drama e as mortes se repetem. Mas até que o governo é poupado pela mídia. Na maioria das vezes, o imponderável acaba fichado e detido como o elemento responsável pela bagunça na maior ciade do país. Bom, respeitemos o eleitor que conduz e reconduz os administradores paulistas e paulistanos às suas cadeiras. Devem saber o que fazem. O que não dá para aturar são as opiniões pano-quente difundidas pelos especialistas. Um deles afirma hoje que não há solução para as enchentes de São Paulo. Nem desobstruções de rios e canais assoreados, nem controle do lixo jogado em encostas e manaciais, nem piscinões, nem remoção de moradores em áreas de riscos, nem regras para a explosão imobiliária e preservação da permeabilidade do solo, nada disso, a engenharia e as políticas públicas corretas são, segundo o sujeito, impotentes. Ok, então deixa pra lá? Não, o professor de uma universidade muito próxima aos tucanos tem a solução mágica. E, para variar, é financeira. Criar um seguro privado e subsidiado pelo estado para as vítimas das enxurradas. Quer dizer: a zorra continua mas vai passar a dar... lucro.
São Paulo virou um caos. Pela enésima vez. São quase duas décadas de administração tucana e, a cada ano, o drama e as mortes se repetem. Mas até que o governo é poupado pela mídia. Na maioria das vezes, o imponderável acaba fichado e detido como o elemento responsável pela bagunça na maior ciade do país. Bom, respeitemos o eleitor que conduz e reconduz os administradores paulistas e paulistanos às suas cadeiras. Devem saber o que fazem. O que não dá para aturar são as opiniões pano-quente difundidas pelos especialistas. Um deles afirma hoje que não há solução para as enchentes de São Paulo. Nem desobstruções de rios e canais assoreados, nem controle do lixo jogado em encostas e manaciais, nem piscinões, nem remoção de moradores em áreas de riscos, nem regras para a explosão imobiliária e preservação da permeabilidade do solo, nada disso, a engenharia e as políticas públicas corretas são, segundo o sujeito, impotentes. Ok, então deixa pra lá? Não, o professor de uma universidade muito próxima aos tucanos tem a solução mágica. E, para variar, é financeira. Criar um seguro privado e subsidiado pelo estado para as vítimas das enxurradas. Quer dizer: a zorra continua mas vai passar a dar... lucro.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Livro celebra os 60 anos da TV Tupi do Rio de Janeiro
A Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lança o livro "TV Tupi do Rio de Janeiro, uma viagem afetiva", escrito pelo ator Luiz Sérgio de Lima e Silva. No dia 20 de janeiro, completam-se 60 anos da instalação do saudoso Canal 6. O autor conta que para preencher a programação a emissora do Rio de Janeiro tinha que improvisar, daí nasceu um estilo carioca criativo, artesanal e espôntaneo. Outra alternativa foi inspirar-se no rádio. A fórmula se revelou um sucesso e influenciou fortemente a primeira década da TV no Brasil. O livro traz depoimentos de Adonis Karan, Almeida Castro, Aparecida Menezes, Aracy Cardoso, Bibi Ferreira, Doris Monteiro, Fernanda Montenegro, Flavio Cavalcanti Jr, João Loredo, José Bonifácio de Oliveira, Lídia Mattos, Maria da Glória, Maria Pompeu, Maurício Sherman, Neila Tavares, Neyde Aparecida, Osmar Frazão e Sérgio Britto. E material dos acervos de Gilberto Martinho, Cidinha Campos, Dirceu Camargo, Eva Todor, Léa Penteado, Luiza Biá, Norma Blum, Nelson Hoineff, Thereza Amayo e Yoná Magalhães. O lançamento está marcado para o dia 24, segunda-feira, às 19h, na Livraria da Travessa, Shopping Leblon, Rio de Janeiro.
Um livro de luta exemplar com José Alencar
por Eli Halfoun
Mesmo os mais severos críticos de Lula concordam unanimemente que seu governo teve uma coisa muito boa, exemplar e irrepreensível: o ex-vice-presidente José Alencar que tem sido acima de tudo um exemplo de luta e de amor pela vida. É esse “herói da resistência” que está retratado em “José Alencar – Amor à Vida”, livro que tem lançamento marcado para hoje, terça-feira, 11, na Livraria da Travessa, em Ipanema, Rio. Escrita pela jornalista Eliane Castanhede, a biografia de Alencar aborda a sempre exemplar história de sua vida, incluindo a política, a época da juventude e contando em detalhes a sua vitoriosa luta contra o câncer. Com Alencar, a Editora Sextante inicia (não poderia haver escolha mais perfeita) a série do selo Primeira Pessoa. No caso de José Alencar, primeira e exemplarmente definitiva.
Mesmo os mais severos críticos de Lula concordam unanimemente que seu governo teve uma coisa muito boa, exemplar e irrepreensível: o ex-vice-presidente José Alencar que tem sido acima de tudo um exemplo de luta e de amor pela vida. É esse “herói da resistência” que está retratado em “José Alencar – Amor à Vida”, livro que tem lançamento marcado para hoje, terça-feira, 11, na Livraria da Travessa, em Ipanema, Rio. Escrita pela jornalista Eliane Castanhede, a biografia de Alencar aborda a sempre exemplar história de sua vida, incluindo a política, a época da juventude e contando em detalhes a sua vitoriosa luta contra o câncer. Com Alencar, a Editora Sextante inicia (não poderia haver escolha mais perfeita) a série do selo Primeira Pessoa. No caso de José Alencar, primeira e exemplarmente definitiva.
Avião que não voa também tem lugar certo
por Eli Halfoun
Criador do “repórter setorista” de aeroporto (na época ficava de plantão no então Galeão para receber e entrevistar passageiros famosos) o jornalista Gilson Campos que é hoje, aos 80 anos de idade, editor da “Revista de Turismo”, foi um dos que vibrou com a permanência da bonita Solange Vieira no comando da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). O argumento do experiente Gilson Campos, meu velho companheiro na Última Hora, não é político. Ele justifica sua alegria e torcida com um argumento definitivo: “Solange é um avião e lugar de avião é no aeroporto”.
Criador do “repórter setorista” de aeroporto (na época ficava de plantão no então Galeão para receber e entrevistar passageiros famosos) o jornalista Gilson Campos que é hoje, aos 80 anos de idade, editor da “Revista de Turismo”, foi um dos que vibrou com a permanência da bonita Solange Vieira no comando da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). O argumento do experiente Gilson Campos, meu velho companheiro na Última Hora, não é político. Ele justifica sua alegria e torcida com um argumento definitivo: “Solange é um avião e lugar de avião é no aeroporto”.
Ronaldinho no Flamengo
por JJcomunic
Ainda não foram divulgados os detalhes da engenharia financeira que trouxe o Ronaldinho ao Flamengo. Mas, seja qual for, é investimento de risco. Claro que vai funcionar como atração, mas a regularidade do seu rendimento em campo é um incógnita permanente. É curioso observar as trajetórias de dois grandes jogadores do futebol brasileiro surgidos nos últimos anos: o próprio Ronaldinho e o Ronaldo Fenômeno. Craques, sem dúvida, mas com um rendimento (computando-se regularidade+tempo de vida útil de um profissional do futebol) abaixo dos seus respectivos talentos. Um, Ronaldo, participou de quatro copas. Foi reserva na primeira, sofreu a até hoje misteriosa "convulsão" na segunda, brilhou na terceira e fracassou na quarta. De Ronaldinho, que está com 30 anos, registre-se que seu último gol em Copa foi em 2002, o que é surpreendente para um jogador do seu porte. Ganhou títulos na Europa mas no cômputo geral da década seu rendimento ficou abaixo do que esperavam os clubes que nele investiram. Diz-se que foi acometido de apatia. Já Ronaldo, teve a carreira prejudicada pelas graves contusões e pelo crônico excesso de peso. A economia brasileira se fortaleceu e tem permitido aos clubes ainda endividados encontrar parceiros que ajudem a repatriar alguns exilados. Mesmo assim, seria preferível que o Brasil segurasse alguns talentos em começo de carreira, como Philipe Augusto - o Santos, por exemplo, conseguiu pelo menos adiar a saída de Neuymar - do que repatriar veteranos ex-combatentes. Só que a engenharia financeira que traz de volta Ronaldo, Ronaldinho, Deco, Adriano e outros é ditada pelo marketing não necessariamente pela eficiência do jogador. Mas o que ele é nesse momento é o "produto" que será apoiado por campanhas de divulgação e que está destinado a atrair patrocinadores, audiência e torcedores aos estádios. Se Ronaldinho vai render em campo o que o torcedor espera, se vai reencontrar a motivação perdida, essa é outra história. Aí, só quando a bola rolar. E não apenas em um ou outro jogo mas em uma sequência normal de jogos e campeonatos, sem as frequetes interrupções que têm sido a rotina do gaúcho nas últimas temporadas.
Ainda não foram divulgados os detalhes da engenharia financeira que trouxe o Ronaldinho ao Flamengo. Mas, seja qual for, é investimento de risco. Claro que vai funcionar como atração, mas a regularidade do seu rendimento em campo é um incógnita permanente. É curioso observar as trajetórias de dois grandes jogadores do futebol brasileiro surgidos nos últimos anos: o próprio Ronaldinho e o Ronaldo Fenômeno. Craques, sem dúvida, mas com um rendimento (computando-se regularidade+tempo de vida útil de um profissional do futebol) abaixo dos seus respectivos talentos. Um, Ronaldo, participou de quatro copas. Foi reserva na primeira, sofreu a até hoje misteriosa "convulsão" na segunda, brilhou na terceira e fracassou na quarta. De Ronaldinho, que está com 30 anos, registre-se que seu último gol em Copa foi em 2002, o que é surpreendente para um jogador do seu porte. Ganhou títulos na Europa mas no cômputo geral da década seu rendimento ficou abaixo do que esperavam os clubes que nele investiram. Diz-se que foi acometido de apatia. Já Ronaldo, teve a carreira prejudicada pelas graves contusões e pelo crônico excesso de peso. A economia brasileira se fortaleceu e tem permitido aos clubes ainda endividados encontrar parceiros que ajudem a repatriar alguns exilados. Mesmo assim, seria preferível que o Brasil segurasse alguns talentos em começo de carreira, como Philipe Augusto - o Santos, por exemplo, conseguiu pelo menos adiar a saída de Neuymar - do que repatriar veteranos ex-combatentes. Só que a engenharia financeira que traz de volta Ronaldo, Ronaldinho, Deco, Adriano e outros é ditada pelo marketing não necessariamente pela eficiência do jogador. Mas o que ele é nesse momento é o "produto" que será apoiado por campanhas de divulgação e que está destinado a atrair patrocinadores, audiência e torcedores aos estádios. Se Ronaldinho vai render em campo o que o torcedor espera, se vai reencontrar a motivação perdida, essa é outra história. Aí, só quando a bola rolar. E não apenas em um ou outro jogo mas em uma sequência normal de jogos e campeonatos, sem as frequetes interrupções que têm sido a rotina do gaúcho nas últimas temporadas.
Memória da redação: aconteceu no...

por José Esmeraldo GonçalvesA reprodução acima foi encaminhada pelo amigo J.A. Barros que, por sua vez, a recebeu do parceiro Eli Halfoun. Um recuerdo jornalístico que merece ser compartilhado com os leitores deste blog. Trata-se de uma coluna publicada no jornal Última Hora carioca no dia 4 de janeiro de 1968. Um time da pesada - Sérgio Porto, Sérgio Cabral, Nelson Motta, Moysés Fuks e Eli Halfoun - apontou as 10 melhores músicas de 1967. Cada votante elegeu as suas preferidas. Na soma geral, o ranking ficou assim:
1- "Quem te viu, quem te vê - Chico Buarque
2 - "Carolina" - Chico Buarque
3 - "Travessia" - Milton Nascimento e Fernando Brant
4 - "Ponteio" - Edu Lobo e José Carlos Capinam
5 - "Máscara Negra" - Zé Keti e Pereira Matos
6 - "Roda Viva" - Chico Buarque
7 - "Domingo no Parque" - Gilberto Gil
8 - "Margarida" - Guttenberg Guarabyra
9 - "Alegria, alegria" - Caetano Veloso
10 - "Eu e a Brisa" - Johnny Alf
Algumas observações: a lista mostra que 1967 foi um ano de ouro da MPB. Sem exceção, a dezena de canções destacada pelos críticos entrou para a história, eternizou-se; a UH era um "butantã" de "cobras" da imprensa; Sérgio Porto, na foto, está diante de um microfone, os demais pilotam máquinas de escrever, um equipamento que as novas gerações desconhecem mas, como diz a piada, tinha lá suas vantagens: dispensava impressora já que você teclava e imprimia ao mesmo tempo; tive o grande prazer de trabalhar com dois jornalistas desse escrete: Eli Halfoun e Moysés Fuks, nas duas últimas fotos de cima para baixo; os anúncios na página também retratam uma época: o Rollas alugava smokings, a Diacuí vendia perucas a partir de NCr$40,00 (era a época do cruzeiro novo), Formiplac e Vulcapiso eram moda em móveis e decoração, e a Brastemp e a Bendix ofereciam "troca de ciclagem" de geladeira, máquina de lavar, liquidificador, uma trabalheira que os cariocas tiveram por imposição de uma tal de "Comissão Estadual de Energia".
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Novo amor de Vera Fischer é uma mulher. Só no teatro, é claro
por Eli Halfoun
Não vai bem a experiência de Vera Fischer como escritora: até agora o livro “Serena” não vendeu nem 100 exemplares,o que mostra que nem os amigos (que também são para esses sacrifícios) estão prestigiando. Mesmo assim a ainda nossa mais famosa sex symbol continuará escrevendo, mas é no teatro que ela buscará recuperar seu público e dar o que falar: na remontagem (a primeira montagem em 1983 foi com Fernanda Montenegro e Renata Sorrah) de “As lágrimas amargas de Petra von Kant”, de Rainer Werner. Em cena, um beijo pra valer entre Vera e a jovem atriz Luiza Mariani prometer ser uma das sensações do espetáculo. A peça é a história da estilista Petra que depois de dois casamentos fracassados se apaixona por uma aspirante a modelo. Também foi filme, em 1953, com Bette Davis e Natalíe Wood.
Não vai bem a experiência de Vera Fischer como escritora: até agora o livro “Serena” não vendeu nem 100 exemplares,o que mostra que nem os amigos (que também são para esses sacrifícios) estão prestigiando. Mesmo assim a ainda nossa mais famosa sex symbol continuará escrevendo, mas é no teatro que ela buscará recuperar seu público e dar o que falar: na remontagem (a primeira montagem em 1983 foi com Fernanda Montenegro e Renata Sorrah) de “As lágrimas amargas de Petra von Kant”, de Rainer Werner. Em cena, um beijo pra valer entre Vera e a jovem atriz Luiza Mariani prometer ser uma das sensações do espetáculo. A peça é a história da estilista Petra que depois de dois casamentos fracassados se apaixona por uma aspirante a modelo. Também foi filme, em 1953, com Bette Davis e Natalíe Wood.
Depois de “As cariocas” a vez de “As brasileiras” na televisão
por Eli Halfoun
Primeiro foram “As cariocas”, série baseada em crônicas de Sérgio Porto. O resultado foi tão bom que o diretor Daniel Filho resolveu ampliar o horizonte e planeja novo seriado dessa vez como título de “As brasileiras”. A outra novidade é que Daniel não quer ficar restrito a um único autor (caso de Stanislaw Ponte Preta em “As cariocas”) e está pensando convidar vários autores, que não precisam ser necessariamente especialistas em televisão para cada um escrever uma história. O novo trabalho de Daniel Filho ainda não tem data de estréia definida e nem o diretor tem pressa até porque as brasileiras serão sempre um sucesso. Na televisão e fora dela.
Primeiro foram “As cariocas”, série baseada em crônicas de Sérgio Porto. O resultado foi tão bom que o diretor Daniel Filho resolveu ampliar o horizonte e planeja novo seriado dessa vez como título de “As brasileiras”. A outra novidade é que Daniel não quer ficar restrito a um único autor (caso de Stanislaw Ponte Preta em “As cariocas”) e está pensando convidar vários autores, que não precisam ser necessariamente especialistas em televisão para cada um escrever uma história. O novo trabalho de Daniel Filho ainda não tem data de estréia definida e nem o diretor tem pressa até porque as brasileiras serão sempre um sucesso. Na televisão e fora dela.
Uma biografia internacional para Eike Batista
por Eli Halfoun
Se antes não gostava de aparecer e dar as caras na mídia, à qual, aliás, era avesso, agora o mega-empresário Eike Batista não abre mão de nenhum motivo ou oportunidade para se fazer conhecido, o que certamente ajuda a fazer mais e melhores negócios. A nova “vitrine” do bilionário poderá ser uma biografia escrita pelo jornalista Alan Riding, que é brasileiro, mas filho de pais britânicos. Alan, que também é escritor, foi colaborador do The New York Times e do Financial Times. Eike, que sabe das coisas, acredita que assim sua biografia ganhará status e repercussão internacionais, servindo para alavancar ainda mais seus negócios mundo afora.
Se antes não gostava de aparecer e dar as caras na mídia, à qual, aliás, era avesso, agora o mega-empresário Eike Batista não abre mão de nenhum motivo ou oportunidade para se fazer conhecido, o que certamente ajuda a fazer mais e melhores negócios. A nova “vitrine” do bilionário poderá ser uma biografia escrita pelo jornalista Alan Riding, que é brasileiro, mas filho de pais britânicos. Alan, que também é escritor, foi colaborador do The New York Times e do Financial Times. Eike, que sabe das coisas, acredita que assim sua biografia ganhará status e repercussão internacionais, servindo para alavancar ainda mais seus negócios mundo afora.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Não sai ninguém! Roubaram o umbigo da Fernanda Vasconcelos. Veja o vacilo do comercial
Video postado no You Tube e no TerraTV. Clique AQUI
Está na Constituição: o Estado é laico
Jornais informam que a presidente Dilma Rousseff mandou retirar um crucifixo e um bíblia do gabinete presidencial. Está certíssima. Independente da crença ou descrença do ocupante, o Estado é laico conforme determina a Constituição. A rigor, símbolos religiosos deveriam ser retirados de todos os prédios públicos, incluidos aí o Congresso, repartições e tribunais. A frase "Deus Seja Louvado" que o notório pecador José Sarney mandou imprimir nas cédulas, quando presidente, também vai contra a Constituição e o bom senso. É dessa explosiva mistura entre crenças e administração pública que nascem as ditaduras fundamentalistas religiosas que transformam a fé em terror e sangue. Ontem mesmo, nos Estados Unidos, uma deputada democrata, apoioadora da pesquisa com células-tronco (que os fanáticos religiosos abominam, inclusive aqui no Brasil), foi vítima de um atentado a bala durante um evento político. A intolerância religiosa já avança por aqui, especialmente a perseguição a religiões de origem afro, e o Brasil não precisa de mais esse problema. O Estado é de todos. Que cada um fique com a sua fé ou exerça livremente o direito de ter fé nenhuma.
ABI conta 60 anos de história da TV
A ABI (Associação Brasileira de Imprensa) acaba de lançar uma edição especial do seu jornal sobre a história da TV no Brasil. Impressa em papel couchê, com 60 páginas em cores, depoimentos e entrevistas, a edição relata a trajetória de emissoras existentes e as que sairam do ar, como Rede Manchete, Excelsior, Continental, TV Rio. A ABI informa que pedidos de envio de exemplares da publicação, com custos por conta do solicitante, podem ser feitos pelo email presidencia@abi.org.br
Duas cenas de telejornal: equipe agredida em Santa Catarina e a repórter que negociava pautas com traficantes
por Gonça
São dois destaques da semana nos bastidores da cobertura jornalística. Ambos registrados em vídeo.
1) Uma equipe da RBS TV, afiliada da Globo, que investigava empresários que teriam formado um cartel para boicotar atacadistas de Brusque, em Santa Catarina, foi ameaçada e agredida por um empresário e seu filho. As vítimas da violência são o repórter Francis Silvy, o cinegrafista Marcio Ramos e o auxiliar Andrei Luiz. A reportagem investigativa que os jornalistas produziam vai ao ar hoje no Fantástico.
2) Essa outra história é surpreendente. Segundo a polícia, que grampeou telefones com autorização da justiça, a repórter Maritânia Forlin, da RIC (Rede Independente de Comunicação), afiliada da Record, foi presa em Campo Mourão, Paraná, sob a acusação de trocar favores com traficantes para obter matérias exclusivas. Ela, segundo a investigação, passava informações sobre operações policiais para os traficantes que lhe davam dicas sobre homicídios e crimes que iriam cometer.
São dois destaques da semana nos bastidores da cobertura jornalística. Ambos registrados em vídeo.
1) Uma equipe da RBS TV, afiliada da Globo, que investigava empresários que teriam formado um cartel para boicotar atacadistas de Brusque, em Santa Catarina, foi ameaçada e agredida por um empresário e seu filho. As vítimas da violência são o repórter Francis Silvy, o cinegrafista Marcio Ramos e o auxiliar Andrei Luiz. A reportagem investigativa que os jornalistas produziam vai ao ar hoje no Fantástico.
Veja as cenas da agressão covarde. Clique AQUI
2) Essa outra história é surpreendente. Segundo a polícia, que grampeou telefones com autorização da justiça, a repórter Maritânia Forlin, da RIC (Rede Independente de Comunicação), afiliada da Record, foi presa em Campo Mourão, Paraná, sob a acusação de trocar favores com traficantes para obter matérias exclusivas. Ela, segundo a investigação, passava informações sobre operações policiais para os traficantes que lhe davam dicas sobre homicídios e crimes que iriam cometer.
Veja a matéria. Clique AQUI
Roberto Carlos e Paula Fernandes: a fofoca de todas as classes sociais
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| Paula Fernandes. Foto: Divulgação |
Embora a preferência pela fofoca seja atribuída às classes sociais mais baixas, a verdade é que saber da vida alheia é interesse comum em todas as classes que também consomem (geralmente às escondidas) as revistas classificadas como fofoqueiras. Desde que se apresentou ao lado de Roberto Carlos em Copacabana, a bonita e correta cantora Paula Fernandes passou a ser o novo e grande amor de RC. Não adiantou os dois desmentirem o romance. Ninguém acreditou: em matéria de fofoca o público prefere acreditar naquilo que quer e muito mais em sua imaginação do que na verdade. É estranho também como quando se trata de um casal os fãs e ainda não aceitem que seja apenas amizade e que, como no caso, Roberto Carlos esteja apenas querendo “dar uma força” para a já sólida carreira de Paula Fernandes. Se era o que queria, conseguiu, mesmo sabendo antecipadamente que seria alvo de mais uma fofoca entre as muitas com que conviveu em seus 50 anos de carreira e 70 de idade que completará em abril desse ano.
É preciso dar nome aos bois da maior covardia cometida no país
por Eli Halfoun
Os torturadores que se divertiram massacrando corpos humanos no golpe militar que nos atrasou em pelo menos 20 anos estão anistiados e não podem mais sofrer nenhum tipo de punição. Podem sim e a maior delas é fazer com que seus nomes venham a público para que jamais esqueçamos quem foram os covardes agressores que, conta a história, faziam uma "festa” torturando os que lutavam pela expressão maior do homem que é a liberdade. O Globo de hoje, domingo, publica reportagem mostrando que a presidente Dilma Rousseff, que também foi barbaramente torturada nos chamados porões da ditadura, agora luta pela aprovação da Comissão Nacional da Verdade para que os torturadores sejam identificados e, espera-se, tenham seus nomes expostos publicamente. São nomes que a democracia de hoje, conquistada à custa dos torturados, precisa conhecer e não esquecer nunca mais. Foram eles que escreveram um dos capítulos mais repugnantes de nossa história. O povo precisa saber quem são esses torturadores para que eles sofram no mínimo o constrangimento da vergonha e sintam na pele, mesmo sem os métodos cruéis que adotaram, a raiva de toda a população.
Os torturadores que se divertiram massacrando corpos humanos no golpe militar que nos atrasou em pelo menos 20 anos estão anistiados e não podem mais sofrer nenhum tipo de punição. Podem sim e a maior delas é fazer com que seus nomes venham a público para que jamais esqueçamos quem foram os covardes agressores que, conta a história, faziam uma "festa” torturando os que lutavam pela expressão maior do homem que é a liberdade. O Globo de hoje, domingo, publica reportagem mostrando que a presidente Dilma Rousseff, que também foi barbaramente torturada nos chamados porões da ditadura, agora luta pela aprovação da Comissão Nacional da Verdade para que os torturadores sejam identificados e, espera-se, tenham seus nomes expostos publicamente. São nomes que a democracia de hoje, conquistada à custa dos torturados, precisa conhecer e não esquecer nunca mais. Foram eles que escreveram um dos capítulos mais repugnantes de nossa história. O povo precisa saber quem são esses torturadores para que eles sofram no mínimo o constrangimento da vergonha e sintam na pele, mesmo sem os métodos cruéis que adotaram, a raiva de toda a população.
Final feliz com Ronaldinho pode ser um engodo
por Eli Halfoun
Essa novela da transferência de Ronaldinho Gaúcho da Itália para o Brasil está mais confusa do que o final de “Passione”. As duas têm algo em comum: assim como Totó (Tony Ramos) "ressuscitou” na novela de Sylvio de Abreu, Ronaldinho, o craque que se perdeu no caminho, quer ressuscitar para o futebol. Melhor para nós que talvez possamos rever em campo o futebol mágico que foi considerado o melhor do mundo e encantou amantes do esporte no mundo inteiro. Por mais vascaíno que eu seja, confesso que torci muito para que o final da novela Ronaldinho não tivesse seu último capítulo no Flamengo, mesmo que não queira que o rubro-negro esteja fortalecido nunca consegui ter a tal raiva que todo vascaíno precisa ter do Flamengo e todo flamenguista diz ter do Vasco. Torci contra torcendo a favor: o que estão chamando de final feliz pode não ser exatamente o que parece. Acredito que o Flamengo está comprando (e pagando muito caro) sarna para se coçar. É evidente que não se pode negar a magia do futebol de Ronaldinho, mesmo que ultimamente ele não esteja conseguindo tirar nenhum coelho da cartola. O que parece certo é que o Flamengo está comprando mais um grande problema e de problemas todos os times cariocas estão cheios e não precisam de reforços.
Essa novela da transferência de Ronaldinho Gaúcho da Itália para o Brasil está mais confusa do que o final de “Passione”. As duas têm algo em comum: assim como Totó (Tony Ramos) "ressuscitou” na novela de Sylvio de Abreu, Ronaldinho, o craque que se perdeu no caminho, quer ressuscitar para o futebol. Melhor para nós que talvez possamos rever em campo o futebol mágico que foi considerado o melhor do mundo e encantou amantes do esporte no mundo inteiro. Por mais vascaíno que eu seja, confesso que torci muito para que o final da novela Ronaldinho não tivesse seu último capítulo no Flamengo, mesmo que não queira que o rubro-negro esteja fortalecido nunca consegui ter a tal raiva que todo vascaíno precisa ter do Flamengo e todo flamenguista diz ter do Vasco. Torci contra torcendo a favor: o que estão chamando de final feliz pode não ser exatamente o que parece. Acredito que o Flamengo está comprando (e pagando muito caro) sarna para se coçar. É evidente que não se pode negar a magia do futebol de Ronaldinho, mesmo que ultimamente ele não esteja conseguindo tirar nenhum coelho da cartola. O que parece certo é que o Flamengo está comprando mais um grande problema e de problemas todos os times cariocas estão cheios e não precisam de reforços.
sábado, 8 de janeiro de 2011
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