segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mulheres, botem o chope pra gelar


Cientistas da Universidade de Extremadura, em Caceres, Espanha, divulgaram pesquisa mostrando que o consumo moderado de cerveja aumenta a densidade óssea das mulheres, especialmente (no caso, a pesquisa foi feita apenas com mulheres de várias faixas etárias). Ou seja, um chope bem tirado ajuda a combater a osteoporose. Alguém precisava de desculpa melhor para ir ao Chico & Alaíde??



Bad girl

Alguém falou que a morte de Ted Kennedy é o fim de uma era? Acertou. Foi-se o DNA da família. A neta de JFK mostrou o dedo para os fotógrafos durante o enterro do tio-avô. Jackie Kennedy, que foi muitíssimo assediada pelos paparazzi, talvez fosse bem mais elegante. Até chegou a bater em um deles, o mais insistente e famoso, o fotógrafo Ron Galella, mas não perdia a pose... usou contra o paparazzo um guarda-chuva de grife, vá lá, era a Jackie. Depois do gesto, a mocinha -, seria Rose Schlossberg Kennedy, filha de Caroline, inexplicavelmente bate palmas. Entendeu? Nem eu...Veja: http://www.youtube.com/watch?v=U5a7yYXnxmc

Chaaaaaatoooooooo....

O que não dá mais para aturar na press:
- O 'desaparecimento' de Belchior
- Pessoas, geralmente milhares, dançando Thriller de Michael Jackson
- O interminável enterro de... Michael Jackson
- a briga GloboXRecord
- Qualquer coisa sobre o reality show A Fazenda
- Qualquer festa country ou rodeio em Barretos
- O tal do Sarney
- A tal da Lina Vieira
- Qualquer político
- Qualquer parente de político
- "Celebridades" no Leblon
- Pré-sal
- Berlusconi assediando ninfetas
- Comentarista de economia chutando sobre a crise sem fim, o fim da crise, o caos econômico...
- Abdelmassih e suas clientes
- Dilma, Serra, Marina, Aécio, Ciro, ou qualquer outro pré-candidato a presidente
- Qualquer coisa sobre Gilmar Mendes (STF)
- A revitalização do Cais do Porto, no Rio
- Ronaldo gordo, magro, de mão quebrada ou anunciando que vai ser pai mais uma vez
- Qualquer coisa sobre Madonna e Jesus
- Raj, Maya, India, Gopal, saco...
- Gripe suína
- bases americanas da Colombia
- Chavez e Evo Morales
- qualquer coisa sobre Eike Batista e despoluição da Lagoa
- Gisele Bundchen grávida ou não

Seria cômico, se não fosse trágico...



Certos micos poderiam ser evitados com uma "apuraçãozinha" básica...

domingo, 30 de agosto de 2009

Após 20 anos da queda do muro de Berlim, a queda do puxadinho do Casé

Finalmente resolveram acabar com parte dessa demonstração ostensiva do mau uso do dinheiro público. Pena que o dinheiro gasto não volta para os cofres da prefeitura pois ninguém é responsabilizado pelo desperdício. Aliás, mais dinheiro está sendo gasto com a demolição. Como diria o Ancelmo, dinheiro meu, seu, nosso. . .

Sequestro do embaixador-1


Entre 4 e 7 de setembro de 1969, guerrilheiros da Ação Libertadora Nacional (ALN) mantiveram sequestrado o então embaixador americano no Brasil, Charles Burke Elbrick. O diplomata foi libertado em 78 horas após a ditadura militar aceitar a exigência de soltar 15 presos políticos. Quarenta anos depois, o fato volta ao noticiário por dois motivos: o Exército finalmente admite que assassinou o comandante da operação, o guerrilheiro Virgílio Gomes da Silva, o Jonas. Segundo relato de presos políticos, Jonas foi morto a pontapés em uma sessão de tortura feita pela Oban ( a Operação Bandeirantes, organização paramilitar financiada por multinacionais, conhecidos empresários brasileiros e até por pelo menos uma empresa de comunicação de São Paulo); a outra noticia relacionada é o lançamento nesta semana do livro Dossiê Gabeira, de Geneton Moraes Neto, com a revelação de que o ator Carlos Vereza deu uma de maquiador e cabelereiro para disfarçar o visual de guerrilheiros envolvidos na operação, ajudando parte da turma a escapar da feroz caçada empreendida pelos militares após o sequestro. No depoimento para o livro de Geneton, Vereza fez piada e comentou que não conhece os Estados Unidos e não sabe se depois disso conseguirá o visto. Na reprodução, a capa da Fatos e Fotos, edição 451.

Sequestro do embaixador-2


Solto em troca da libertaçao de presos políticos, Elbrick chega de táxi à residência oficial na rua São Clemente. (reprodução da F&F)

Sequestro do embaixador-3


Na Fatos e Fotos, o mapa da operação

Virando a página


Ontem, comentei o lançamento do livro Fala, crioulo, de Haroldo Costa, com depoimentos de negros e da sua luta para afirmação acima e além dos preconceitos. Ao longo da história, essa luta se faz passo a passo. Por coincidência, a matéria de capa da Revista O Globo (na reprodução)registra, hoje, um desses avanços. Há dois ou três anos, os principais jornais do país publicaram editoriais irados (é só conferir as coleções) sobre a democratização de acesso ao Instituto Rio Branco. Criticavam fortemente as mudanças, demonstravam preferir o Itamaraty como eterno reduto de ricos e bem nascidos, da elite e até de dinastias de diplomatas mais deslumbrados com os salões das "metrópoles" do que com as posições brasileiras. O Itamaraty era uma espécie de Ilha de Caras. Muito punho de renda, muita subserviência e pouca afirmação do país lá fora. Com o acesso mais democrático, a diplomacia ganha novo perfil e competência: há engenheiros, administradores, bacharéis em direito e relações internacionais, advogados, professores. São pequenas e fundamentais mudanças que renovam a esperança. Setenta por cento dos candidatos são homens, trinta por cento mulheres. E a Revista do Globo destaca a posse de Amintas Silva, nascido em um bairro de classe média baixa de Salvador. Um negro. Fala alto, crioulo.

sábado, 29 de agosto de 2009

100 anos de Jazz: curso com o professor Muggiati


Em novembro, nos dias 9, 16, 23, 30, o jornalista e escritor Roberto Muggiati dará um curso sobre 100 Anos de Jazz. Veja a programação:

9 de novembro

O que é jazz? Blue note: a célula-mater. A matéria-prima do jazz: standards, blues etc. (Ilustração musical do cd What's Jazz
– uma aula magistral do maestro Leonard Bernstein).
16 de novembro

A história do jazz: como e onde surgiu. Componentes sociais e geopolíticos que deram início ao gênero musical. As primeiras
manifestações do jazz e suas características.
23 de novembro

Um panorama de estilos: o jazz tradicional e suas primeiras gravações. As Big Bands; a revolução do bebop; os anos 1950/
1960/ 1970; a Bossa Nova; a ascensão da fusion; a volta de Miles Davis; as novas divas e os novos Sinatras.
30 de novembro

O erudito descobre o jazz: Ernest Ansermet e Sidney Bechet. O jungle sound de Duke Ellington e a arte africana. Jazz e dança:
do Cotton Club a Hollywood. Anos 1960: a Igreja de St. John Coltrane. A imagem do jazz no século 21.

Muggiati é jornalista e escritor. Autor dos livros O que é jazz, Blues: da lama à fama e Improvisando Soluções: O Jazz como exemplo para alcançar o sucesso, entre outros, como a coletânea Aconteceu na Manchete - As Histórias que Ninguém Contou. Trabalhou na BBC em Londres, período em que viu e ouviu de perto gigantes como Duke Ellington, Thelonious Monk, Miles Davis, Chet Baker, Bud Powell, Bill Evans, Gerry Mulligan e Dexter Gordon. Foi diretor da revista Manchete. Mais informações neste link da página do Polo de Pensamento Contemporâneo

Fala, crioulo 1




Quase três décadas depois da primeira versão, está nas livrarias, revista e ampliada, a segunda edição do livro Fala, crioulo (Record), organizado pelo historiador e jornalista Haroldo Costa. São 33 entrevistados. "Foram escolhidas pessoas de vários setores profissionais e nível educacional. A tentativa é mostrar um painel plural e diversificado", diz o jornalista. Um livro oportuno. Ultimamente, articulistas brancos de importantes jornais pregam que no Brasil não há racismo. Reeditam a velha e furada teoria do "país cordial", da "democracia racial". Bom que leiam o Fala, crioulo, e, de quebra, visitem o site de Haroldo Costa (no link)

Fala, crioulo 2


O jogo Brasil X Inglaterra na Copa de 70 foi um dos mais decisivos para a nossa seleção. Foi um jogo especialmente violento, o Brasil ganhou de 1 a 0, Jairzinho fez um gol apenas aos 13 minutos do segundo tempo, e um dos destaques em campo foi o craque Paulo César Lima, o Caju, que naquele jogo substituiu Gerson. Paulo Cesar, que saiu do Brasil vaiado no Morumbi (a torcida paulista achava que sua convocação poderia ameaçar Rivelino), foi escalado na seleção dos melhores do mundial por Helênio Herrera, ao fim da Copa. Pois é, é do PC Caju um dos depoimentos mais expressivos do livro Fala, crioulo, de Haroldo Costa (Record). "A verdade é que muita gente não aguentava, não aceitava, não engolia que eu frequentasse festas de colunáveis, que eu fosse ao teatro em noite de gala, a bons restaurantes, a boates da moda" (...) "Eu era titular absoluto, estava numa fase esplêndida, maravilhosa, física e tecnicamente, mas como não ficava calado com as coisas que ouvia e sentia na antiga CBD, foram me esvaziando até o final, quer dizer, até me cortarem inteiramente", conta Paulo César, que chama a atenção para um detalhe: nunca fez publicidade no Brasil. Na temporada europeia, revela no livro, quando foi jogar na França assinou contratos com a Puma, com a Perrier e até com o costureiro francês Michel Axel. Aqui, jogando pelo Botafogo e Flamengo, no auge da popularidade como campeão do mundo, não foi chamado pelas agências de publicidade, ao contrário dos "brancos" do time. A propósito, a exceção, nos comerciais da época, por ser Pelé, era Pelé. Na reprodução da Manchete, julho de 1970, Paulo César em ação no México contra a violenta defesa inglesa.

Fala, crioulo 3


Entre os depoimentos reunidos no livro Fala, Crioulo, de Haroldo Costa, (Record), estão as revelações de Vera Lúcia Couto dos Santos. Para os mais novos, um breve perfil. Vera emplogou o Rio, em 1964, quando foi eleita Miss Renascença e, depois, Miss Guanabara. Quer dizer: empolgou a maioria mas irritou a ala racista. Eleita Miss Guanabara no ano do Quarto Centenário da cidade? A primeira negra a conseguir tal título? Era demais, o society entrou em crise. No depoimento a Haroldo Costa, Vera conta que preconceito não era novidade para ela. Ainda aluna da escola Sagrado Coração de Maria, no Méier, ficava sempre isolada no recreio. Era uma das alunas com o uniforme mais bem cuidado e isso a tornava alvo de agressões verbais: "Essa crioula metida a branca compra tudo do bom e do melhor", diziam. Às vésperas de concorrer ao Miss Brasil como representante carioca, recebeu telefonemas anônimos que tentavam convencê-la a desistir "porque um grupo de senhoras da sociedade comprou mesas especialmente para vaiar". Na noite do desfile, quando fez sua primeira passagem na passarela, ouviu uma dessas senhoras gritar: "Sai daí, crioula! Teu lugar é na cozinha! Não se manca não?" Vera foi eleita Miss Brasil 2, perdeu para Miss Paraná. A Fatos e Fotos cobriu o concurso, em julho de 1964, e registrou que Vera Lúcia Couto dos Santos ganhou o segundo lugar, "mas sob polêmica". No livro Fala, Crioulo, Vera diz que considerou aquele segundo lugar uma vitória. E foi, pelas circunstâncias adversas. Na reprodução da F&F, a beleza negra da carioca.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ponto final

Com a morte de Ted Kennedy, encerra-se uma era. O tempo de John, Robert, Ted e Jacqueline, quarteto que povoou a Camelot moderna, na definição de um escritor. Norman Mailer, talvez?. Eram Arthur, Lancelot, Galahad e Guinevere em versão de Washington. O ponto final nessa saga me faz lembrar o livro de William Manchester, A Morte de um Presidente, que a Manchete publicou com exclusividade internacional em revistas, em 1967. O livro, da Harper & Row, ainda não havia chegado ao Brasil. Mas os leitores de Manchete acompanharam a história em capítulos semanais, como se segue a um folhetim irresistível. A revista, então dirigida por Justino Martins, anunciava a série como "o livro que Jacqueline Kennedy proibiu". A coletânea Aconteceu na Manchete - As Histórias que Ninguém Contou (Desiderata) registra que, naquele ano, a Manchete somou uma tiragem anual de 11.007.998 exemplares. Números impressionantes para o mercado de revistas brasileiro na época. Recorde que a própria Manchete só superaria em 1980, ano da primeira visita do Papa João Paulo 2º ao Brasil, quando alcançou 11.577.120 exemplares. Os Kennedy faziam política, tinham tempo para cortejar Marilyn Monroe, mas, ou por isso, vendiam revista, Manchete, particularmente. O que deixava feliz não apenas a redação - Justino dirigia uma equipe onde se destacavam Arnaldo Niskier, Zevi Ghivelder, Raymundo Magalhães Jr, Joel Silveira, José Carlos Oliveira, Maurício Gomes Leite, Roberto Muggiati, Ney Bianchi e outros talentos -, como fazia sorrir um certo russo da rua do Russell, Adolpho Bloch. Na reprodução, a bela Jackie na capa da revista que lançava o segundo capítulo da famosa série. Clique na TV Panis e reveja cenas dos Kennedy.

Barraco no Twitter

Vocês devem ter lido por aí, a coisa está repercutindo, a encrenca está rolando. uma famosa e loura apresentadora estava twitando e, primeiro, foi repreendida por escrever em maiúsculas - o que equivale a gritar na net - depois, entrou a filha, que teclou um sena em vez de cena. A galera partiu para a gozação, o que irritou a apresentadora. Agora, sites que deram como fonte a Globo News e noticiaram que figura iria entrar com um processo contra a rede Twitter. Alegaria que, junto com a filha, teria sofrido ofensa moral e difamação. E teria pedido a retirada de todo o conteúdo e de referências contra seu nome e o da herdeira e o "congelamento" do serviço no Brasil. Ela teria dito à Globo News: "Não permitirei que mexam com a honra de minha filha. Ou essa coisa nojenta, esse Twitter acaba, ou meus advogados vão proibir essa barbaridade". Xuxa desmentiu a intenção de processar mas afirmou que daria um tempo e se afastaria do Twitter. Mas a repercussão do barraco continua. Uma usuária do Twitter acaba de mandar uma mensagem: "Não sabe brincar não desce para o play". (veja na reprodução).

A invasão dos mariachi

Essa nota é apenas pela curiosidade. Nada contra os centros culturais que se espalham aqui e lá fora. O problema, acho, é que falta programação para tantos espaços. Se for a Los Angeles, você verá que os programadores de lá também estão com sérios problemas para preencher o quadro de atrações. Na dúvida, apelaram para uma  exótica "Semana do Cinema Mexicano nos Anos 50 e 60". Não sei se versões extra-terrestres de Chaves e Chapolin estão lá, mas no catálogo, o destaque é um filme de ficção-científica. Não consigo imaginar muito essa conjugação filme mexicano-ficção científica. Dá liga? Peço ajuda à ficha da produção. No longa, as mulheres são de Venus e os homens são mexicanos mesmo. Dirigido por Rogelio González, "A Nave dos Monstros" conta a história de duas fêmeas venusianas que vêm à Terra capturar machos terráqueos. Não se sabe bem porque, vá lá, optaram por mexicanos. A idéia é formar um exército de bigodudos de chapelões, talvez mariachi, torná-los escravos e com esse exército conquistar o mundo. Mariachi é um troço chato pra caramba. talvez conquistem o mundo pelo cansaço. Se for a Los Angeles, não deixe de perder  "A Nave dos Monstros". Ou talvez o filme seja mais engraçado do que bom. Pode ser uma pedida encomendar o DVD.   

 
 

Zumbis e replicantes

Antes que agosto se vá, este blog revira uma tumba. Foi em agosto de 1961. Esse aí dizia-se "o homem do tostão contra o milhão" e chegou ao poder prometendo "varrer a bandalheira". O povo acreditou e cantou o jingle nas ruas. "Varre, varre, varre, varre vassourinha / varre, varre a bandalheira / que o povo já tá cansado / de sofrer dessa maneira / Jânio Quadros é a esperança desse povo abandonado!". Renunciou e criou as condições para o que veio depois: golpe militar, ditadura sangrenta, privilégios que viraram leis, corrupção etc... Outros chegaram ao poder, em fila. De lá para cá, o Brasil construiu um sofisticado sistema de castas que se aproveitam dos cofres públicos. Os políticos são péssimos mas vamos combinar que aí permanecem porque contam com apoios poderosos na imprensa, nos financiadores de campanhas, nas tais bancadas ruralistas, de bancos, de exportadores, de usineiros, do raio que o parta. Reforma política? Impossível. Quem vai mexer em time que está ganhando? As regras para as próximas eleições já estão definidas no Congresso. Políticos condenados, processados, até assassinos que ainda podem recorrer em alguma instância, estão limpos e imaculados e poderão pedir o seu voto sem problemas. Se um ou outro resolver se aposentar nos livramos deles? Não. Voltam como zumbis, são replicantes. Quando não eles, os filhos políticos a quem ensinam a manha. Volta e meia escolhem um para meter o pau. É do jogo dessa turma. Enquanto alguém vai para as primeiras páginas e para o "sacrifício", como "boi de piranha", nós nos distraimos e a manada passa alegremente. Em 1961, a crise que Jânio criou foi a cortina que protegeu a conspiração que preparava a ditadura. Vamos nessa. "Eh, eh, vida de gado, povo marcado, povo feliz". Assim falou Zé Ramalho. No detalhe, a capa da Fatos e Fotos que cobriu a renúncia de Jânio. Na época, a revista, embora editada e impressa no Rio, fingia que era de Brasília. No logotipo, reparem o detalhe da coluna do Alvorada, e na linha de data e local: Brasília, 28 de agosto de 1961... Era a homenagem que Adolpho Bloch, amigo de JK e um entusiasta da nova capital, prestava à cidade.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Continua acontecendo...

Quase um ano depois de lançado, o livro "Aconteceu na Manchete - As Histórias que ninguém contou" (Editora Desiderata), continua em espaço nobre em livrarias como a Prefácio, em Botafogo (foto acima, tirada hoje), e a Nobel, em Itaipava (informação fresquinha de uma amiga que mora lá: o livro está na vitrine). Com relatos curiosos e bem-humorados sobre os bastidores da Bloch Editores, o Aconteceu foi requisitado por várias bibliotecas de universidades.

Some daqui!!!


Outro dia, o Panis falou aqui de alterações de fotos no photoshop e citou os retoques que Stalin providenciava para deletar os amigos que viraram inimigos. O jornal New York Times, que oferece um slideshow de fotos falsas, mostrou essa imagem reproduzida ao lado em dois tempos. O cara que some da imagem era um ex-chefe da polícia secreta que caiu em desgraça.


Volta pra escola!!!!


Tá deprê? Dê uma passada no twitter das celebridades. Nove entre cada dez são semi-analfabetas. Sena de filme assim com um tremendo S, é fichinha. Tem de tudo: sou excessão, ih, viagei, ôo muleque, é bissarro... Entendi, são atores e atrizes e estão aí para nos entreter. Estão conseguindo.

braço extra

O photoshop aprontou mais uma. A revista Cuore publicou uma foto (veja na reprodução) do filho da Jennifer Lopez com um estranhíssimo braço do garoto no meio da testa. Até aí, tudo bem, o artista do photoshop esqueceu de apagar o braço-estepe, mas o que fez o cara tentar mexer no braço do menino???? Vai ver não gosta de braços...