quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Chega de culpar a imprensa por erros que ela não comete. Apenas reflete
por Eli Halfoun
Todo dia tem um político,
um artista, um atleta, uma pseudo-celebridade ou quem quer que seja usando a
mídia (desaprova, mas usa na boa) para dizer que a imprensa é a culpada. Não
importa o que realmente tenha acontecido: aconteceu ou deixou de acontecer é
culpa da imprensa, como se jornais e jornalistas tivessem todo esse poder nas
mãos. É verdade que às vezes a imprensa exagera e erra. Ainda assim a imprensa
brasileira, que está sem dúvida entre as melhores do mundo, tem sido de fundamental
importância para manter o ritmo de uma democracia que mesmo censurada e
perseguida ajudou muito (foi fundamental) a conquistar e construir. A boa
imprensa não inventa nada e digo isso com base sólida nos meus 50 anos de
experiência profissional no jornalismo diário. A imprensa pode sim cometer
erros de avaliação (mas aí é uma questão de opinião) de falta de apuração, mas
jamais constrói os fatos: simplesmente porque o papel da imprensa é refletir os
acontecimentos. Está mais do que na hora de acabar (encheu o saco) com essa agressão
das celebridades de culparem a imprensa pelos erros que eles cometem sejam erros
profissionais ou pessoais. São as celebridades que se expõe, falam demais e quando
exageram na exposição a culpa passa a ser da imprensa que até pode ter as suas
culpas, mas é de maneira nenhuma a culpada de tudo. Celebridades que usam a
imprensa para não assumirem seus atos precisam olhar para o próprio rabo. Ou
melhor: deixar o rabo menos exposto. É muito cômodo culpa a imprensa de forma
generalizada, ou seja, sem citar os que supostamente tenham errado. Agredir e
culpar a imprensa de forma geral é covardia. É não ter coragem de assumir erros
- coisa que, aliás, a imprensa democrática tem feito com muita tranquilidade e
honestidade. Desonesto é culpar quem não tem culpa de nada. (Eli Halfoun)
Técnicos de futebol são um escudo para os malfeitos das diretorias
por Eli Halfoun
É estranha, infantil, nada
profissional e covarde a relação dos times de futebol com nossos técnicos. Esses
profissionais ganham muito (será que recebem?) não tem merecido o menor respeito
dos clubes que os utilizam como uma espécie de escudos para receber todas as
culpas de derrotas em campo - derrotas que na maioria das vezes começam na má
administração de diretores metidos a saber tudo e não resolver nada. Aí fica
fácil tirar da reta pra culpar o profissional que na maioria das vezes é o
menos culpado. Agora o crucificado foi Dorival Júnior que não conseguiu (nem ele
e nem outros) dar ao Vasco um time vitorioso como sempre foi. NO momento está
vergonhoso. Assim como os outros técnicos demitidos anteriormente Dorival não
precisava ser apenas um técnico competente. Precisa ser milagreiro para fazer
jogar um time quase medíocre que não recebe salários em dia, seus jogadores não
são respeitados como trabalhadores e ainda por cima são usados como moedas de
barganha nos desmandos das diretorias. No caso do Vasco (meu Vasco) está mais
do que claro que não é o técnico que precisa. É o Vasco antes que acabe de vez
com o entusiasmo de uma torcida sempre apaixonada, mas que convenhamos não
agüenta mais. (Eli Halfoun)
Estamos fazendo do mundo uma grande lixeira tóxica
por Eli Halfoun
O mundo virou uma grande
lixeira dentro da qual estamos por absoluta falta de consciência de que é
preciso evitar o consumo exagerado e proteger cada vez mais o meio-ambiente, ou
seja, nossas vidas saudáveis. Dados que circulam na internet mostram números
horripilantes. Anote e faça alguma coisa, nem que seja o mínimo possível como,
por exemplo, evitar o uso de produtos com embalagens mortais:
1 - 426 mil celulares saem
de circulação diariamente e se acumulam como lixo tóxico;
2 - 65 mil americanos
menores de 18 anos começam a fumar por mês e diminuem a expectativa de vida;
3 - 200 mil americanos
morrem a cada seis meses devido ao cigarro;
4 - 1 milhão de copos
plásticos é jogado no lixo a cada 6 horas;
5 - 60 mil sacolas
plásticas são descartadas a cada 5 segundos;
6- 2 milhões de garrafas
plásticas são jogadas fora a cada 5 minutos;
7 – 106 mil latas de alumínio
são jogadas no lixo a cada 30 segundos;
Conclusão: também estamos
nos jogando no lixo com o lixo que descartamos. (Eli
Halfoun)
Oposição procura fórmula mágica para derrotar Dilma Rousseff
por Eli Halfoun
Em todos os partidos
existem muitos sonhadores filiados que adoram alternativas esperando o impossível. Agora os partidos de oposição tentam encontrar fórmulas mágicas
para tomarem o comando do país e derrotar Dilma Rousseff. Há dias um partido de
oposição tirou da cartola mais uma solução mágica: com essa alternativa
acreditam que a oposição seria imbatível em 2014. Só esqueceram de combinar com
os candidatos que na fórmula mágica estariam assim distribuídos: Eduardo Campos
seria o candidato à Presidência da República e teia o governador de Minas,
Antonio Anastasia como vice. Aécio Neves deixaria de ser candidato presidencial
para concorrer ao governo de Minas para o qual acredita-se seria aclamado. Nesse
mágico e improvável esquema Marina Silva concorreria ao Senado pelo Acre e José
Serra também seria candidato ao Senado por São Paulo. Só que se eles quisessem
isso teriam feito antes de tentarem outros cargos. Estão querendo fazer da política
uma brincadeira de criança, o que tem lógica se levarmos em conta o
comportamento brincalhão dos nomes citados. (Eli
Halfoun)
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Filme "Três no Tri", sobre o fotógrafo Orlando Abrunhosa, participa do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro. No Cine Odeon
O curta-metragem "Três no Tri, que focaliza Orlando Abrunhosa, é uma das atrações do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro. Será exibido no dia 4 de novembro, às 21 horas, no Cine Odeon.
Três no Tri, documentário de Eduardo Souza Lima, o Zé José, conta a história da foto esportiva mais publicada no mundo e de seu autor. Uma produção da Franco Filmes em parceria com a Hy Brazil 2001 Filmes.
"TRÊS NO TRI"
Três no Tri, documentário de Eduardo Souza Lima, o Zé José, conta a história da foto esportiva mais publicada no mundo e de seu autor. Uma produção da Franco Filmes em parceria com a Hy Brazil 2001 Filmes.
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| Copa de 70, México. Foto de Orlando Abrunhosa |
Direção e roteiro - Eduardo Souza Lima
Argumento e pesquisa - Anna Azevedo
Produção - Ailton Franco Jr.
Produção executiva - Anna Azevedo
Direção de Produção - Daniela Santos
Fotografia e câmera - David Pacheco
Montagem - Eva Randolph
Som direto - Júlio Braga / Vampiro
Pesquisa de imagens - Bárbara Morais / Eduardo Souza Lima
Finalização de imagem, créditos e arte - MisterToon
Edição de som - Rodrigo Maia
Roberto Carlos propõe o diálogo para biografias. Será que aceitará mesmo dialogar?
por Eli Halfoun
Pode procurar o quanto
quiser que dificilmente alguém encontrará entrevistas de Roberto Carlos emitindo
opiniões sobre qualquer assunto (sabe-se, por exemplo, que ele é torcedor do
Vasco porque alguém contou: ele mesmo jamais disse ou assumiu isso.) Precavido, RC sempre foi de poucas palavras e suas entrevistas eram e são limitadas à sua
careira. Agora ele resolveu quase falar ao Fantástico sobre a polêmica das biografias
(devem ou não ter autorização?) da qual é de certa forma a figura central com a
retirada das livrarias do livro de 502 páginas “Roberto Carlos em detalhes’,
que segundo consta teve sua tiragem incinerada, o que é um crime contra qualquer
obra literária - crime que, aliás, foi cometido muitas vezes durante o nazismo,
mas essa já é outra e também vergonhosa história.
Como sempre Roberto quase
não falou. É evidente que ele já tinha as respostas preparadas (fez o dever de
casa) e a repórter estava orientada a perguntar apenas o que foi combinado. Com
Roberto Carlos sempre foi assim.
O importante é que ele
reconheceu que biografias não autorizadas podem ser publicadas desde que haja
ajustes entre biografado, biógrafo e editora. Desde o início da polêmica tenho
rescrito que o importante não é simplesmente proibir, mas sim conversar para
digamos satisfazer todas as partes. Roberto mostrou-se a favor do diálogo, mas
está claro que em relação a biografias que envolvam sua vida e carreira (fiz
uma com crônicas de sua vida, mas a editora desistiu antes que fosse proibida)
ele só aceitará (se aceitar) o que não comprometa e não ultrapasse ao bom senso.
Quer dizer: permitirá biografias desde que possa dar as ordens. É como ele
mesmo diz uma questão de diálogo. De qualquer maneira RC abriu uma enorme porta
para que se chegue a uma conclusão que depende acima de uma boa conversa já que
está mais do que provado que em tudo na vida é conversando que a gente se
entende. A vida precisa e precisará sempre de ajustes, ou seja, em qualquer
relação de vida é preciso chegar um pouquinho para cá um pouquinho para lá para
que todos caibam no mesmo espaço sem apertos e sem desnecessárias restrições.
Com as biografias, que são retratos de vida, também deve ser assim.
Roberto Carlos revelou também
que está ele próprio escrevendo sua biografia. Não acredito que isso venha a
acontecer porque RC não tem tempo para ficar debruçado durante horas diante de
um computador ou com uma caneta e um caderno na frente. Se tiver tempo ditará
para alguém. É verdade que como também disse ninguém jamais saberá sobre sua
vida e sentimentos como ele próprio. O cantor mostrou-se contrário a que as
biografias sejam consideradas obras do autor, já que mostram a vida de uma pessoa,
que é sim a dona da obra de sua própria vida. Autores de biografias não querem
ser donos de vidas ou de obras. Querem apenas ser os donos dos livros, donos de
seus trabalhos que sempre consomem muito tempo para pesquisar, escrever e
reescrever. Importante mesmo é que RC abriu a porta do diálogo e certamente
exercerá influência nos outros integrantes do movimento “Procure saber”. Eles
devem mesmo procurar saber para conversar mais e mais e enfim chegar a um fim
que seja benéfico para todos. Principalmente para os leitores. (Eli Halfoun)
domingo, 27 de outubro de 2013
Capas de revistas: o que vem por aí
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| Reprodução |
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| Reprodução |
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| Reprodução |
por JJcomunic
(da redação da JJcomunic)
Rihanna é capa da edição de novembro da revista “GQ” britânica em ensaio fotografado por Damien Hirst para comemorar os 25 anos da publicação. A capa de Kate Winslet, na Vogue, foi criticada por excesso de photoshop que torna a atriz quase irreconhecível. Na Sexcy, a panicat Carol Dias. E na Playboy italiana, uma bela atleta. Com 1,83m de altura e 65kg, 22 anos, a jogadora de basquete Valentina Vignali é também modelo. Ela é atleta do Basket Cervia. Reese Witherspoon na Elle americana. Scarlett Johansson na Esquire. E, para completar, passando para o futebol, o movimento Bom Senso, no qual jogadores pedem mudanças de calendário, entre outras, é capa da Placar, com Alex, um dos líderes do grupo.
Rihanna é capa da edição de novembro da revista “GQ” britânica em ensaio fotografado por Damien Hirst para comemorar os 25 anos da publicação. A capa de Kate Winslet, na Vogue, foi criticada por excesso de photoshop que torna a atriz quase irreconhecível. Na Sexcy, a panicat Carol Dias. E na Playboy italiana, uma bela atleta. Com 1,83m de altura e 65kg, 22 anos, a jogadora de basquete Valentina Vignali é também modelo. Ela é atleta do Basket Cervia. Reese Witherspoon na Elle americana. Scarlett Johansson na Esquire. E, para completar, passando para o futebol, o movimento Bom Senso, no qual jogadores pedem mudanças de calendário, entre outras, é capa da Placar, com Alex, um dos líderes do grupo.
sábado, 26 de outubro de 2013
Pesquisas não ganham eleição mas são importantes para o eleitorado
por Eli Halfoun
Candidatos que aparecem
com menor percentagem nas pesquisas presidenciais de intenções de votos
costumam dizer, como defesa, que “pesquisas não ganham eleições”. Não ganham
mesmo, mas são de fundamental importância para o eleitorado. Todas as pesquisas
realizadas até agora mostram que mesmo tendo sofrido um baque por conta das
manifestações a presidente Dilma Roussef será reeleita na disputa contra Aécio
Neves e Eduardo Campos que, como mostram, os números não conseguiu convencer
muita gente de seu bom mocismo. Pesquisas não ganham eleições, mas exercem fundamental
influência no eleitorado, principalmente no eleitor que “não quer desperdiçar
seu voto e vota em quem está na frente e, portanto, é o provável vencedor. Os
concorrentes podem até dizer que muita água ainda vai rolar por baixo da ponte
até a hora da verdade nas urnas, mas os números são claros e, ao que tudo
indica, definitivos. Dilma tem mais do que o dobro do que Aécio e Campos juntos
e esse massacre consagrado nas pesquisas terá
um grande peso na hora do eleitor escolher o presidente do país. As
pesquisas mostram que a maioria da população está satisfeita com o governo Dilma
e embora lhe faça algumas restrições acredita que ela ainda é a melhor solução
para o país, já que até agora seus concorrentes
falam,falam, falam, mas não mostram a que vieram e muito menos capacidade para
fazer o Brasil continuar tendo conquistas sociais e sendo respeitado no mundo.
Só a oposição não enxerga isso. Aliás
a oposição nunca enxerga nada. (Eli Halfoun)
Mauricio Azedo: a paixão pelo Flamengo na “Crônica da Leonor”
por Eli Halfoun
Mauricio Azedo partiu e
muito já se disse sobre seu brilhantismo humano e profissional desde que seu
coração perdeu o ritmo da vida. Durante muitos anos trabalhei lado a lado com
Azedo na redação da Ultima Hora e uma das coisas que mais me chamava atenção
nele era a paixão e o entusiasmo com que exercia sua função como jornalista - um
jornalista brilhante e dono de um texto magnífico e impecável. Azedo era um
apaixonado pela vida e por tudo que a cercava. Uma de suas maiores paixões era
o futebol, mais precisamente o Flamengo time pelo qual torcia com entusiasmo
não fosse ele o entusiasmo em pessoa. A paixão pelo Flamengo o fez criar na UH
a “Crônica da Leonor" (era como chamava a bola) espaço no qual só escrevia
sobre o rubro-negro e o fazia com tanto amor e dedicação que contagiava todos,
não para também torcer pelo Flamengo, mas sim pra torcer pelo futebol encantador
do país da bola, da "Crônica da Leonor". Não conheci nenhum torcedor tão apaixonado
pelo Flamengo quanto Mauricio azedo. O Flamengo perdeu um torcedor, mas a história
do clube pode ganhar através dele mais um capítulo importante na paixão que
desperta em sua torcida. (Eli Halfoun)
LEIA MAIS SOBRE MAURÍCIO AZEDO. CLIQUE AQUI PARA IR AO SITE DA ABI (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA)
Dilma não está bolada com a personagem que a satiriza na internet
por Eli Halfoun
Um dos mais constantes
comentários (soa sempre como uma acusação) sobre Dilma Rousseff é a de que ela é
mal-humorada e parece nunca estar de bem com a vida. Exagero: a presidente pode
não sair por aí (e nem pode) fazendo piadinhas, mas no convívio com
colaboradores e amigos mostra-se sempre uma pessoa muito bem humorada. É claro
que não enxerga tudo sempre com bom humor: são tantos os problemas que precisa
enfrentar diariamente que fica muito difícil manter um bem humorado sorriso e
comportamento durante as 24 horas do dia, mas ela tenta. Quem convive mais
diretamente com ela revela que a presidente é muito severa com seus
colaboradores no trabalho, não admite falhas e cobra bons resultados. Qual é o
chefe que não é assim?
Para os que ainda a
consideram a “rainha do mau humor”, Dilma está dando uma resposta exemplar ao
permitir que a personagem Dilma Bolada (criada na internet) ganhe mais espaço
virtual - um espaço com o qual ela colaborará diretamente. Criada como uma
sátira Dilma Bolada foi bem recebida pela presidente que quer ampliar o alcance
de sua digamos cópia. Só os bem-humorados aceitam sátiras e imitações com a tranquilidade
de quem sabe que sátiras e imitações (assim como biografias) são em primeiro
lugar uma homenagem e nunca apenas uma crítica. A nova fase do site de Dilma
Bolada terá a participação de uma atriz caracterizada de Dilma e que fará
comentários em filmes de até 3 minutos sobre todos os assuntos e assuntos nunca
faltarão nem para a Dilma real e muito menos para a Bolada. Analistas políticos
acham que a presidente usará a personagem Dilma Bolada como uma arma eleitoral
para “mostrar que tem bom humor e aliviar a sua imagem”. Em tempo de eleição é
mesmo fundamental mostrar simpatia para conquistar a simpatia do eleitor.
Afinal, ninguém consegue ser sério e carrancudo todo o tempo e se Dilma usará sua
própria sátira para se expor é mais uma prova de que apesar de tudo ela está
vendo a vida com bom humor, o que, aliás, não é nenhuma novidade para os que
convivem com ela como amigos. Um presidente bem humorado só pode fazer bem a um
país que sempre fez da força do bom humor de seu povo uma de suas grandeza. (Eli Halfoun)
Já viu isso? É o "Baleiro do Amor". Figuraça...
VEJA O VÍDEO, CLIQUE
por Omelete
O capa parece um mágico: tira do sacolão todo tipo de objeto, pòzinho revigorante, pílulas para os carentes de amor, levanta idoso, anima os desanimados. Só vendo. Dá uma olhada!. É um "serviço de utilidade pública".
Vinícius de Moraes queria azulejar as praias do Rio
por Eli Halfoun
As recentes homenagens
prestadas ao centenário de Vinícius de Moraes fizeram surgir novas e reais
histórias sobre o poetinha. Gilda Mattoso, última mulher de Vinícius, revela
agora que ele não gostava de praia e fazia cara de nojo quando pisava na areia.
Dizia: “por mim azulejava tudinho”. Foi o caminho para a praia que inspirou Vinícius
a compor (parceria com Tom Jobim) “Garota de Ipanema” que ainda é a canção
brasileira mais tocada no mundo. Para orgulho de sua musa inspiradora Helô Pinheiro
que hoje se considera a “coroa de Ipanema” aos 68 anos. Helô, aliás, deu
entrevistas para jornais do mundo inteiro para falar agora sobre Vinícius. Como
ela adora falar e aparecer não deve ter sido nenhum grande sacrifício. (Eli Halfoun)
Genéricos do Viagra já são campeões de vendas no Brasil
por Eli Halfoun
Melhorar o desempenho
sexual parece ser a preocupação maior dos homens, sejam jovens ou velhos. É o que
deixa claro a venda de genéricos do Viagra, a pílula que resolve. Os medicamentos
substitutos do Viagra conseguiram desbancar a liderança em vendas do Dorflex,
que durante anos foi o comprimido mais vendido no país. Dados da IMS Heath
mostram que os genéricos do Viagra venderam até o mês de setembro o equivalente
a R$ 47,4 milhões. O Dorflex perdeu a liderança, mas manteve-se bem no segundo
lugar com vendas que chegaram aos R$ 33,7 milhões. O estudo deixa uma coisa
muito clara: de uma forma ou de outra os brasileiros estão combatendo e evitando
as dores de cabeças. (Eli Halfoun)
Felix é filho de Márcia. É só mais uma revelação absurda de absurda em “Amor à Vida"
por Eli Halfoun
Mesmo que sejam
especulações as notícias sobre o final da novela “Amor à Vida” que estçao na mídia,
especialmente em torno do personagem Felix (excelente criação de Mateus Solano
e que é sem dúvida o melhor trabalho do ano na televisão). Vários destinos
especulatórios estão no caminho do personagem. Anote aí:
1 - nos próximos capítulos
Edith (Bárbara Paz) contará para César que foi Felix quem jogou Paulinha na
caçamba de lixo. Depois de procurar um amigo delegado César terá a confirmação,
mas não aceitará a sugestão de entregar o caso para a polícia. César prefere reunir
a família para fazer a revelação porque acredita que o desprezo familiar será a
mais severa punição que Felix pode receber;
2 - A surpresa maior será
a revelação de que Felix não é filho de Pillar e de César, mas sim da ex-chacrete
Marcia. A Tete parachoque paralama reconhecerá Felix como o homem que viu no
botequim quando fez o parto de Paloma. Ela procura Felix e depois dês ser
escorraçada pelo vilão procurará Atílio para dizer que “não poso prejudicar o
meu menininho”. É um sinal de que Felix não é para ela um desconhecido, mas sim
seu filho - o filho que ela entregou ao casal César e Pillar depois de deixar
morrer o verdadeiro filho do casal ainda bebezinho. Marcia teria trabalhado
como doméstica nas casa de César e Pillar e diante da morte do filho do casal
entregou seu próprio filho como fosse o deles. É uma trama absurda, mas como as
novelas são feitas de absurdos esse pode ser só mais um. (Eli Halfoun)
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Morre o maior "papagaio de enterro" do Rio de Janeiro e recordista mundial de velórios. Ele fez até fotonovela na Sétimo Céu
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| Jaime Sabino posa no Museu Histórico dos Papagaios de Pirata fundado por ele Foto Alex Teixeira/Divulgação |
Fonte: Alex Teixeira.
O "avião" Luana posa por afinidade, arte e amizade... Para a Trip. A Playboy, com seu "caminhão" de dinheiro, vai ficar na geladeira
por Omelete
Para fechar a sexta-feira e começar o fim de semana em alto astral. Luana Piovani já recebeu numerosas e milionárias propostas da Playboy. Até hoje não aceitou. Por isso, não é difícil imaginar que os editores da revista ameaçam se jogar no rio Pinheiro cada vez que são obrigados a comprar a Trip nas bancas para ver a bela atriz tal como gostariam de estampar na filial brasileira de Hugh Hefner. Paciência. Luana prefere a Trip para a qual fez seu primeiro ensaio mal saída da adolescência e repetiu várias vezes. Agora, fotografada por Christian Gaul, ela mostra que só melhora com o tempo. As fotos são de fazer black bloc tirar a máscara e montar acampamento no Leblon, onde a atriz circula.
VEJA O ENSAIO. CLIQUE AQUI
Para fechar a sexta-feira e começar o fim de semana em alto astral. Luana Piovani já recebeu numerosas e milionárias propostas da Playboy. Até hoje não aceitou. Por isso, não é difícil imaginar que os editores da revista ameaçam se jogar no rio Pinheiro cada vez que são obrigados a comprar a Trip nas bancas para ver a bela atriz tal como gostariam de estampar na filial brasileira de Hugh Hefner. Paciência. Luana prefere a Trip para a qual fez seu primeiro ensaio mal saída da adolescência e repetiu várias vezes. Agora, fotografada por Christian Gaul, ela mostra que só melhora com o tempo. As fotos são de fazer black bloc tirar a máscara e montar acampamento no Leblon, onde a atriz circula.
VEJA O ENSAIO. CLIQUE AQUI
Petrobras entrega troféus aos 34 vencedores do Prêmio Petrobras de Jornalismo
Petrobras entregou na noite desta terça-feira (22/10) os 34 troféus aos vencedores da primeira edição do Prêmio Petrobras de Jornalismo. A cerimônia de premiação foi realizada no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, e contou com a presença da presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, do diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa; do diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza; do diretor de Gás e Energia, Alcides Santoro, do diretor Corporativo e de Serviços, José Eduardo de Barros Dutra, do Gerente Executivo da Comunicação Institucional, Wilson Santarosa, além de representantes de entidades ligadas à imprensa como ABI, Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj, Associação dos repórteres Fotográficos - Arfoc e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro.
A jornalista Letícia Duarte, do jornal Zero Hora (RS), recebeu o troféu Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, das mãos da presidente, pela reportagem "Filho da rua", que em 16 páginas conta a história de um menino em situação de rua. Além dos troféus, o Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo premiou a vencedora com R$ 30 mil (bruto). Os 16 vencedores da categoria nacional receberam um prêmio no valor de R$ 17,2 mil (bruto) e os 17 vencedores na categoria regional, um prêmio de R$ 7,15 mil (bruto).
O Prêmio Petrobras de Jornalismo estreou com grande número de inscritos. Ao todo foram 1.179 trabalhos recebidos entre os dias 10 de maio e 31 de julho, de todas as regiões do Brasil. Jornalistas e repórteres fotográficos de revistas, jornais, rádios, emissoras de televisão e portais de notícias concorreram aos prêmios no total de R$ 444 mil, para as melhores reportagens relacionadas a esporte, cultura, responsabilidade socioambiental, petróleo/gás e energia e fotojornalismo.
Fonte; Agência Petrobras
VEJA A LISTA DE VENCEDORES. CLIQUE AQUI
Thales será assassinado para viver o amor depois da vida. Dessa vida
por Eli Halfoun
Na história das novelas brasileiras (e talvez mundiais) um procedimento tem sido comum por parte da mídia e do imaginativo público: sempre que se aproxima o final de uma novela começa o inevitável jogo de especulações em torno do destino dos personagens. A imprensa especula muito, mas geralmente vai buscar essas especulações no que ouve nos bastidores e principalmente no que os telespectadores dizem nas ruas e não dizem pouco. Cada telespectador é um novelista em potencial e têm sempre a melhor solução para cada personagem, especialmente seus preferidos. Nesse jogo de especulações, que muitas vezes auxilia o autor com até boas idéias também faz parte o desmentido do autor que nunca confirma o final mesmo que a imprensa e o público estejam absolutamente certos. Talvez também seja esse jogo de adivinhações que explique o sucesso das novelas na medida em que uma novela envolve a participação do público em todas as suas fases, principalmente na “criação” do último (ou últimos) capítulos. O público já sabe como sempre que os vilões pagarão pelas maldades (isso só acontece mesmo em novelas, ou seja, na ficção) e o que os bons terão finais felizes, o que, convenhamos, nem sempre acontece na vida real.
A nova especulação é a que garante que o personagem Thales (Ricardo Tozzi) morrerá para poder viver seu amor espiritual com Nicole (Marina Rui Barbosa). O autor não confirma essa hipótese, mas ela não é tão absurda assim já que Walcyr Carrasco é muito ligado a essas possibilidades espirituais. O que se diz é que Thales será assassinado por Leila (Fernanda Machado) que não aguentará mais ver o amor que Thales sente e demonstra por Nicole. Também é possível: mulheres e homens ciumentos são capazes de qualquer coisa. Na ficção e, o que é mais grave e assustador na vida real. (Eli Halfoun)
Na história das novelas brasileiras (e talvez mundiais) um procedimento tem sido comum por parte da mídia e do imaginativo público: sempre que se aproxima o final de uma novela começa o inevitável jogo de especulações em torno do destino dos personagens. A imprensa especula muito, mas geralmente vai buscar essas especulações no que ouve nos bastidores e principalmente no que os telespectadores dizem nas ruas e não dizem pouco. Cada telespectador é um novelista em potencial e têm sempre a melhor solução para cada personagem, especialmente seus preferidos. Nesse jogo de especulações, que muitas vezes auxilia o autor com até boas idéias também faz parte o desmentido do autor que nunca confirma o final mesmo que a imprensa e o público estejam absolutamente certos. Talvez também seja esse jogo de adivinhações que explique o sucesso das novelas na medida em que uma novela envolve a participação do público em todas as suas fases, principalmente na “criação” do último (ou últimos) capítulos. O público já sabe como sempre que os vilões pagarão pelas maldades (isso só acontece mesmo em novelas, ou seja, na ficção) e o que os bons terão finais felizes, o que, convenhamos, nem sempre acontece na vida real.
A nova especulação é a que garante que o personagem Thales (Ricardo Tozzi) morrerá para poder viver seu amor espiritual com Nicole (Marina Rui Barbosa). O autor não confirma essa hipótese, mas ela não é tão absurda assim já que Walcyr Carrasco é muito ligado a essas possibilidades espirituais. O que se diz é que Thales será assassinado por Leila (Fernanda Machado) que não aguentará mais ver o amor que Thales sente e demonstra por Nicole. Também é possível: mulheres e homens ciumentos são capazes de qualquer coisa. Na ficção e, o que é mais grave e assustador na vida real. (Eli Halfoun)
Vergonha: Brasil é um dos três países mais homofóbicos do mundo
por Eli Halfoun
Que vergonha: o Brasil é apontado ao
lado de Uganda e da Rússia entre os países nos quais líderes políticos e religiosos mais
perseguem os homossexuais. A informação faz parte do documentário inglês “Out
There”, dirigido por Stephen Fry e exibido pela BBC. O tema do documentário é o
avanço da homofobia no mundo. O documentário tem um trecho reservado para falar
do assassinato de homossexuais e o Brasil também está entre os campeões. O
deputado Jair Bolsonaro é atacado no documentário por sua sempre agressiva conduta
homofóbica. A homofobia é uma vergonha para um Brasil, que acha tão democrático,
mas não aprendeu ainda a aceitar a livre escolha de opção sexual. Pode não ser (e
não é) a da maioria dos brasileiros, mas mesmo assim tem de ser respeitada. (Eli
Halfoun)
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Nesta sexta, 25, nova assembléia dos ex-funcionários da Bloch Editores. Compareça. É do seu interesse.
José Carlos Jesus, presidente da Comissão dos Ex-Empregados da Bloch Editores, comunica que amanhã, dia 25, às 11h, será realizada no auditório do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, na Rua Evaristo da Veiga, 16, 17º, Centro, mais um assembléia dos habilitados à Massa Falida da extinta empresa. A Ceebe esclarece ainda que, em função da greve dos bancários encerrada há poucos dias, muitos colegas (grupos das letras S a Z) estão encontrando dificuldades para receber a segunda parcela do rateio de parte da correção monetária das suas indenizações. O atraso ocorreu em função de uma lamentável coincidência: a Massa Falida liberou as autorizações para os referidos pagamentos exatamente um dia antes de os bancários entrarem em greve (24 de setembro).
José Carlos informa que estará lá para ajudar a tirar dúvidas dos colegas.
José Carlos informa que estará lá para ajudar a tirar dúvidas dos colegas.
Feijoada no Ernesto: Exposição de fotos pessoais vai relembrar momentos, colegas e cenas dos tempos da Bloch Editores. Veja uma pequena mostra do acervo que vai ilustrar as paredes do Restaurante Ernesto. Colabore com a ExpoBloch, leve fotos do seu arquivo
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| Redação da Carinho. Acervo Dalce Maria |
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| Redação da Manchete. Acervo Alberto Carvalho |
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| Futebol no Aterro. Acervo Alberto Carvalho |
| Volta ao Russell. Acervo Esmeraldo |
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| Volta ao Russell. Acervo Esmeraldo |
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| Concurso de miss. Acervo José Rodolpho |
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| Redação da Ele-Ela. Acervo Nélio Horta |
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| Redação da Manchete em Parada de Lucas. Acervo Muggiati |
Vamos em frente, confirme sua participação.
Além do cardápio e do chope do Restaurante Ernesto, uma atração extra está programada. Para isso, contamos também com a sua participação. Um mural do restaurante será reservado para uma exposição informal de fotos. Nada solene, apenas uma mostra de imagens pessoais do acervo de muitos colegas. Alguns já estão pesquisando nos respectivos baús de recordações. Há fotos de redações, comemorações, jogos de futebol no Aterro, encontros no Russel, Parada de Lucas etc. A comissão organizadora da Feijoada pede aos companheiros que, se possível, levem ao Ernesto algumas dessas fotos. Façam uma seleção dos bons momentos ao longo da nossa trajetória na Bloch. Serão exibidas no mural. Ao fim da Feijoada, cada um recolherá sua (s) foto (s). Algumas dessa imagens foram publicadas neste blog que hoje, modestamente, recebeu seu visitante número 700.000.
Garanta você também sua participação e dos seus amigos,
PARA CONFIRMAR SUA PRESENÇA, ENVIE MENSAGEM PARA O EMAIL ABAIXO ATÉ 05 DE NOVEMBRO:
rechtmannn@brturbo.com.br
RESTAURANTE E BAR ERNESTO
O endereço: LARGO DA LAPA, 41
O site: www.barernesto.com.br
O dia: 09 DE NOVEMBRO - SÁBADO - A PARTIR DAS 13 HORAS
O prato, aprovado no encontro anterior – é o mais carioca..........Uma deliciosa Feijoada.
O preço - depois de pesquisado, é o menor possível...R$ 39,00 por pessoa, livre, quantidade à vontade.
Obs.: para aqueles que preferem um prato light, o Ernesto poderá atender com outras opções - carne, frango ou massa.
A bebida - consumo com cartela, cada um bebe quanto puder, o que quiser, e cada um paga o seu, muito prático e justo, por sinal.
A música – ambiente, à nossa escolha.
Queremos rever você e seus amigos, reenvie essa mensagem para outros colegas de sua lista, multiplique os convidados, queremos ter novamente a casa cheia.
Leve a(o) esposa(o), filho(a) e seus amigos. O preço é igual para todos.
Mas para isso, precisamos ter a confirmação antecipada de cada um de vocês para passar esta informação essencial ao nosso amigo "Ernesto".
Governo instala chips para evitar roubo de equipamentos
por Eli Halfoun
O roubo não acabará, mas a presidente
Dilma Rousseff está criando mecanismos especiais para pelo menos diminuir a
roubalheira gigante (a única coisa que não deitou em berço esplêndido no país)
que se vê em todos os setores. Precavido e escaldado até com seus aliados o
governo mandou instalar chips nos 18 mil equipamentos (retroescavadeiras,
motoniveladoras e caminhões-caçamba) que entregará para muitas cidades. A idéia
é impedir ou pelo menos dificultar que políticos levem as máquinas para suas propriedades
(sempre aconteceu) particulares e depois aleguem que foram furtadas com boletim
de ocorrência e tudo. Os novos equipamentos serão rastreados por satélite, o
que permitirá que sejam localizados com facilidade e encontrados em terrenos
particulares quando deveriam estar sendo usados em benefício das cidades. Seria
ótimo se fosse possível instalar um chip em cada um de nossos políticos para
saber por onde andam e o que fazem. (Eli Halfoun)
Gisele Bundchen está nua na Vogue Paris de novembro
por Eli Halfoun
Pela primeira vez em sua carreira, Gisele Bundchen estará nua na capa de uma revista. Não exatamente nua: ela aprece
calçando apenas um tênis branco nas fotos que fez para a edição de novembro da
revista Vogue Paris. Em outras fotos ela aparece legantemente vestida com
roupas das etiquetas Versace e Gaultier entre outras. Não se anime muito:
embora esteja completamente nua e de perfil Gisele fez questão de cobrir discretamente
o seio com a mão. É um jogo para os que têm muita imaginação. (Eli
Halfoun)
O Brasil tem outro "câncer" para combater além da doença
por Eli Halfoun
O Senado deu uma dentro ao aprovar o
projeto que transforma em lei (só falta a sanção da presidente Dilma) a
obrigatoriedade de os Planos de Saúde atenderem os usuários no tratamento medicamentoso
de câncer. Essa obrigatoriedade já era uma recente determinação da ANS, mas
agora é lei e lei não cumprida dá cadeia ou deveria dar. O presidente do Senado
Renan Calheiros disse que a determinação da ANS deixa de ser “uma
possibilidade, passa a ser um direito”. Aliás, um direito que sempre foi do
povo, mas que nunca foi praticado com seriedade, especialmente em um país em
que a saúde não é tratada como um direito do povo, mas como um favor concedido
pelos hospitais públicos e até pelos Planos de Saúde que por mais que nos
cobrem mensalidades acham que ainda assim nos fazem um favor. A obrigatoriedade
de atender casos de câncer não significa ainda e infelizmente que os Planos de
Saúde cumprirão a lei (depois da assinatura da presidente a lei terá 180 dias
para entrar em vigor, ou seja, para valer de verdade e não apenas fingir que
vale). Não significa que os Planos farão tudo o que a lei determina e obriga.
Como sempre tentarão criar todo tipo de obstáculos para dificultar aos 42 milhões
de usuários de Planos de Saúde a utilização de tudo a que têm direito. De
qualquer maneira não deixa de ser um alívio e uma esperança para pacientes que
enfrentam as dificuldades físicas e emocionais da luta contra o câncer. Só que
passou por esse tratamento ou tem algum parente lutando contra a doença sabe
como é emocionalmente e fisicamente dolorida a busca da cura, inclusive porque
nem sempre sobra dinheiro para adquirir os muitos medicamentos receitados e que
agora também terão de ser fornecidos pelos Planos de Saúde. Não resta nenhuma dúvida
de que finalmente o Senado acertou na mosca, mas precisa continuar agindo para
livrar o povo para de seu maior câncer que é o de precisar de um Plano de Saúde
para ter assistência médica melhor, mas ainda assim não tão digna quanto o povo
merece. (Eli Halfoun)
Corremos risco de pagar mais um imposto para a Saúde. Ótimo, se o dinheiro chegasse lá
por Eli Halfoun
Por mais que, segundo garante, o
governo repasse verbas, a Saúde está sempre precisando de mais dinheiro (talvez
precisasse menos se não houvesse tanto desvio de recursos). Tudo indica que o
dinheiro que a Saúde precisa sairá novamente do bolso dos contribuintes, como
se já não houvesse impostos demais nesse país. Agora a CSS, Comissão Especial
de Saúde, pode criar um novo imposto, de 0,1% das transações bancárias
(com exceção da Poupança) para destinar como Contribuição Social para a Saúde. Em
outras palavras é a volta da CMPF, iniciada há oito anos com impostos de 0,25 e
0,38 quando acabou. A CPMF não melhorou a Saúde e
não se tem conhecimento se o dinheiro cobrado do povo foi realmente destinado para o setor. No Brasil, como se sabe, existem muitas rotas e atalhos para desviar
o dinheiro do caminho certo. (Eli Halfoun)
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