domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Panis no Chico e Alaíde
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Metrô, Estação Catete
Farah Fawcett: Bela e Sexy para sempre

quinta-feira, 25 de junho de 2009
Michael Jackson 1
A morte de Michael Jackson expôs uma fragilidade da netmídia: a pressa. No fim da tarde, vários portais brasileiros e até uma agência de notícias postaram a informação na correria, na base do quem vai dar primeiro, sem checar a veracidade. Minutos depois, corrigiram. Quase mandam um "foi mal". O cantor estava ainda na uti e não havia confirmação oficial da sua morte. A CNN (na foto) também vacilou. Ou tentou uma certa esperteza. Estampou a informação da morte, explorou o "dies" em maiúsculas, mas se resguardou na segunda linha de caracteres. Deu a notícia mas com um pé atrás. Se não se confirmasse a morte, a culpa - ou "barriga" no jargão jornalístico - estava lá escrito, seria do L.A Times. A internet exige uma velocidade de Fórmula-1 e, para alimentar suas "rotativas" digitais e sair na frente, jornalistas preferem correr risco: teclam, enviam e checam depois. Nesse vai-e-vem, Michael Jackson foi dado como "morto", "ressuscitou" e só "morreu" de vez quase uma hora e meia após a primeira notícia.
Michael Jackson 2
Entre tantos sucessos de Michael Jackson, o vídeoclipe Thriller fica como um logotipo da sua trajetória e uma bizaarra estética dos tais anos 80. Sátira de filmes de terror, o vídeo reuniu um timaço: do diretor John Landis ao arranjador Quincy Jones passando pelo ator Vincent Price. Foi premonitório também. MJ, que virou zumbi na trama do Thriller, encarnaria, anos depois, um fantasma em vida. O lugar-comum "descanse em paz" é mais do que adequado ao ponto final do atormentado astro pop.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Salvaram-se todos
Avião da FAB sofre duas panes elétricas com dois deputados a bordo
Mãos de tesoura
Deu na Contigo
Decisão da 5ª Turma do STJ:
Paris-Rio: duplo olhar
O Rio vai correr
Pasquim 40 anos
Pasquim 40 anos
terça-feira, 23 de junho de 2009
Pasquim 40 anos
Cadê meu Pasquim?

A primeira edição do Pasquim chegou às bancas em 26 de junho de 1969, começou com 20 mil exemplares e, nos bons tempos, alcançou 200 mil. Hoje, no Bar Lagoa, a editora Desiderata lança "Ninguém é Perfeito", de Jaguar; "Edição Comemorativa 40 anos" e "O Pasquim". Capas, entrevistas e relatos da famosa turma estão na trinca de livros. É memória, importantíssima, do jornalismo e do humor brasileiros.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
J.A Barros na mídia

Bye, bye Kodachrome

Pin-up das cavernas
Deu na People
Matthew McConaughey and His Girlfriend Expecting Second Baby
By Elizabeth Leonard
| Photo by: Gregg DeGuire / Picture Group |
Pirou?
É um táxi, é um avião, é um ônibus?
Depois de algumas tentativas frustradas, consegui comprar uma passagem aérea para São Paulo. Com 15 dias de antecedência e muita insistência no computador, só consegui a de ida. A de volta, tive de comprar pelo processo normal e pagar mais caro, quer dizer, bem mais caro, quase 300 reais. De qualquer maneira iria economizar um bom dinheiro.
Chegou o dia da viagem. Teria de chegar uma hora antes do vôo. Levantei às 5 horas da manhã. Na hora marcada, 6h45, o taxista chegou e lá fomos rumo ao Galeão, temendo pegar engarrafamento na Ponte. O tráfego estava lento mas não dava para assustar. Entramos na Linha Vermelha. Agora o medo era ser assaltado, parado por alguma blitz ou ser atingido por balas perdidas. Nada aconteceu e chegamos ao aeroporto, inteiros. O táxi e eu.
No primeiro balcão de uma empresa aérea, procurei me informar onde faria o “check in” da passagem com uma linda moça, que mesmo debaixo do uniforme parecia ser dona de um belo corpo. Muito gentil e sorridente, me informou que deveria seguir em frente até o final do corredor, dobrar à direita e continuar até chegar às esteiras automáticas e ao balcão da companhia.
Comecei a caminhar. Cheguei no ponto indicado, dobrei à direita e iniciei uma longa caminhada até chegar nas tais esteiras, que estavam desativadas. Devo ter andado quase três quilômetros. Meio cansado, mas suando, cheguei no “check in”.
Tudo bem, aprovado embarquei no Boeing 737-800. Às 9h, o avião começou a se preparar para levantar voo. Como o pátio das aeronaves do Galeão é muito grande o avião levou uns 30 minutos para entrar na cabeceira da pista.
Às 9h40, levantou voo. Às 10h30, aterrissou. Em Congonhas? Não, em Guarulhos, e mais, era um voo internacional com destino a Caracas, Venezuela. Ainda bem que fazia escala em São Paulo. Àquela hora da manhã, eu não estava com a menor vontade de encontrar o Hugo Chávez. Tudo bem? Não, nada estava muito bem. Descobri que, em Guarulhos, teria que pegar um ônibus para Congonhas, São Paulo.
Me dirigi para a saída e andei quase um quilômetro até o ponto indicado pela companhia. O ônibus estava lá? Claro que não. Esperamos uns 40 minutos. Chegou a viatura, mas foram mais uns quinze minutos esperando não sei o que até vir a ordem de embarcar. O ônibus saiu, finalmente. Bem, pensei, agora vai ser fácil. Logo chegaremos em Congonhas. Não foi bem assim. Entramos em São Paulo, via Marginal Tietê, direto para um engarrafamento-gigante... lá se vai mais uma hora até chegar ao aeroporto de Congonhas.
Cansado, estressado, impaciente, irritado, pensei no que faltava para chegar na casa do meu filho em Pinheiros. Pegar um táxi, o não que foi difícil. Difícil foi chegar ao meu destino. Novamente, um engarrafamento-monstro me levava à loucura. Fomos passando pelos bairros da Moema, Ipiranga, Jardins e outros mais que não me lembro até conseguir, depois de 45 minutos, chegar, enfim, ao edifício onde meu filho mora. O relógio marcava 13h. Levei exatamente cinco horas e 45 minutos para chegar ao apartamento do Guilherme, meu filho. Foram quase seis horas viajando, pagando um preço promocional, bem barato, é verdade, de 50 reais, quase o preço de uma passagem de ônibus Rio – São Paulo, mas que me deixou com uma dúvida. Para voar cerca de 50 minutos entre o Galeão e Guarulhos andei de táxi e ônibus durante quase cinco horas. Se alguém me perguntar, o que digo: fui para São Paulo de avião, de táxi, de ônibus? Participei de uma gincana? Sou fiscal de transportes e, por isso, tenho que testar todos esses veículos? Como moro em Niteroi, da próxima vez vou incluir a barca nessa odisséia. E dizer que vou à São Paulo por terra, mar e ar.
CRISTO PERDOE

A trama de "2012" se baseia na teoria apocalíptica do Calendário da Civilização Maia de que o mundo vai terminar neste ano. Como os Maias tinham muitos conhecimentos astronômicos e nas profecias não prevêem um fim, mas uma transformação, tenho esperança de que seja pra melhor. Vamos torcer para que em 2013 meu Cristo continue intacto e eu possa estar aqui escrevendo pra vocês. Ah, esqueci de falar que o lançamento de "2012" (Doomsday) será no dia 13 de Novembro. Por coincidência, este dia cai numa sexta-feira. Que mêda!








