sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Fotografia: faça check in, aperte o cinto e veja exposição de fotos a 11 mil pés de altura...

Foto de Cássio Vasconcellos-Divulgação

As fotos poderão sr vistas na parte dianteira da cabine dos aviões da Gol,
Foto Divulgação
por Ed Sá

A Gol Linhas Aéreas promoverá uma exposição fotográfica inédita: a bordo, a 11 mil pés de altura.
"Gol mostra Brasil" estará em cada um dos 116 jatos da companhia e reunirá fotos de profissionais brasileiros e estrangeiros, sobre aspectos positivos do Brasil relacionados a paisagens naturais, povo, cultura regional etc.

As fotos ficarão expostas na parte frontal da cabine de passageiros. A série já começou e foi aberta pelo fotógrafo Cássio Vasconcelos, que também é piloto e, por isso, especialista em imagens aéreas.

Cirque de Soleil faz acrobacia com dinheiro público

Reprodução Projeto Colabora

Se há uma coisa que o Cirque de Soleil gosta de fazer quando vem ao Brasil é acrobacia com dinheiro público.

Em 2006, a empresa descolou mais de 20 milhões via Lei Rouanet. Foi considerada uma bizarrice, no mínimo.

Segundo o jornalista Fernando Molica, em matéria no site Projeto Colabora, a troupe reincide no caixa público. Dessa vez, apesar do rombo fiscal, dos atrasos de salários e da PM caindo aos pedaços, do caos na saúde, o governo do Estado do Rio de Janeiro abre mão de R$ 1,6 milhão abatidos do ICMS, na prática, um presentão, para financiar as piruetas dos canadenses cujo ingresso é, aliás, bem caro.

A dinheirama foi autorizada pelo famoso  Bertoldo Brecha, o ex-secretário de Cultura André Lazzaroni. 

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

A "bitcoin" do Padim Ciço...

por José Esmeraldo Gonçalves

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, faz alerta no Globo, hoje, para os riscos da bitcoin. Há várias moedas digitais, mas essa é a mais conhecida e, nas últimas semanas, a que registra uma valorização espetacular.

Moedas digitais têm o mesmo DNA do Uber, do Airbnb e de tantos aplicativos que inauguram novos e dinâmicos formatos nas relações tradicionais entre clientes e setores de serviços.

Uma moeda como a bitcoin dispensa, por exemplo, o emprego de um presidente de um banco que cuida da burocracia monetária oficial. Autoridades alegam que moedas digitais não têm lastro, estão inflando bolhas que uma hora dessas explodem. Equivaleriam às "pirâmides" financeiras. Não é possível dizer o que vai acontecer com essa moeda virtual. Pode entrar em crise eventualmente, pode mudar, governos tentarão regulamentá-la, corretoras se incomodarão com o "invasor", mas o sistema paralelo de investimento veio para ficar.


Ao ler sobre a corrida de investidores à bitcoin, recordo uma matéria que fiz em 1988, para a Geográfica Universal. A pauta era o Padre Cícero e o mundo de misticismo e do consumo desembestado que se formou à sua sombra em Juazeiro do Norte, no Cariri, extremo Sul do Ceará.

Além dos depoimentos de dezenas de romeiros que veneravam o Padim como alvo de devoção, tentei focalizar o chefe político que ele foi. Favorecido pelo fato de ter nascido na região - no Crato, a poucos quilômetros de Juazeiro do Norte -, ouvi relatos de famílias sobre  um tipo de salvo-conduto com a assinatura do padre vendido a fazendeiros como uma espécie de permissão para conduzir gado em estradas, aqui sem o risco de serem roubados por Lampião e seu bando. Vi antigos recortes de jornais colecionados pelo padre que narravam a trajetória de Augusto Sandino, o guerrilheiro nicaraguense que morreu em combate. Aparentemente, o Padim o admirava. E vi vendedores empurrando um "diploma de romeiro" aos passageiros de um pau-de-arara sob o argumento de que era um "documento obrigatório" na volta do devotos para casa. A maioria comprava o "passaporte" alardeado como compulsório e "assinado pelo prefeito".

Mas a história mais curiosa descrevia a 'bitcoin" do Padim Ciço. Emissários do "coronel de batina", como alguns dos seus críticos o rotulavam, percorriam o sertão lá pelos anos 1910 oferecendo um "investimento" que consistia em aplicar dinheiro em Juazeiro do Norte. O sujeito entregava ao emissário cinco contos de réis e três meses depois recebia o dobro. Se reinvestisse, triplicaria o capital em mais 90 dias. Era o melhor negócio do sertão. A notícia se espalhou, a "pirâmide" cresceu, ganhou mais investidores e, um dia, como toda "pirâmide", desabou. A história oral do Cariri conta que ficou por isso mesmo. Nenhum investidor prejudicado, especialmente aqueles que escalaram a "pirâmide" no fim das vacas gordas, às vésperas da implosão, teve coragem de ir a Juazeiro cobrar a dívida. A "guarda pretoriana" do Padim, formada por jagunços fiéis e dotados do bom argumento de um rifle Winchester 44, desestimulava qualquer tentativa de resgate da poupança.

As vítimas da bolha financeira de Juazeiro do Norte preferiam entregar o prejuízo a Deus.

Em tempo: o povo apelidou a "bitcoin" do Padim Ciço, muito a propósito, de "ingulidêra"       

Do Portal dos Jornalistas: vai e vem na Infoglobo...



(do Portal dos Jornalistas) 

Antes mesmo da virada do ano, a Infoglobo anunciou a nova configuração de suas editorias para 2018. Na sexta-feira (8/12) a Diretoria Geral emitiu um comunicado com as modificações que completam o quadro anunciado no final de outubro.

A chamada Mesa Central – que responde pela produção e publicação de notícias e onde então os editores executivos – passará a contar com Alexandre Freeland, que vem da InPress Porter Novelli para assumir como editor executivo de Produção.

Há cerca de 15 anos, Freeland trabalhou em O Dia com Ruth Aquino, a nova diretora Editorial da redação integrada de O Globo, Extra, Expresso e Época. Ele era editor de multimídia, respondendo pela então pioneira integração entre o impresso, o online e dois canais de tevê que tinham parceria com o jornal.

Ao deixar o jornal, há cerca de cinco anos, era diretor de Redação, à frente também dos jornais Meia Hora e os esportivos Marca RJ e SP. Levava na bagagem dois prêmios Esso de Primeira Página e quatro SND (Society ofr News Design). Em seguida, foi para a In Press a convite de Kiki Moretti, quando da criação da área de Branded Content na agência. Lá, trabalhou na Comunicação Pública e, no último ano e meio, dirigiu o escritório do Rio. Ao anunciar a saída de Freeland, em e-mail informal e emocionado, Kiki Moretti realçou “sua inteligência bem-humorada, sua obsessão pela informação precisa, as análises profundas e sempre brilhantes”. A agência ainda não anunciou quem o substituirá.

Leticia Sorg virá de São Paulo para assumir a editoria executiva de Produtos Digitais. Formada em Jornalismo pela USP, com especialização em Oxford, já foi editora e repórter especial de Época, além de editora da Agência Estado. Estava ultimamente no Estadão, trabalhando com novos produtos e processos para o site.

Os editores executivos Paulo Motta, Silvia Fonseca, Denise Ribeiro e Alexandre Maron deixam a empresa. Até a integração das redações, Motta era editor executivo do Globo, cargo que passou a ocupar depois de premiada carreira como editor de Rio. Silvia também era do Globo. Denise tinha o mesmo cargo no Extra, com longa trajetória no jornal. Maron veio de Época, em São Paulo, para participar da integração das redações. Na Editora Globo, foi diretor de Projetos Online e de Inovação Digital.

PARA LER A MATÉRIA COMPLETA, CLIQUE AQUI

Dois anos de prisão a preço de banana

Entre os países onde as leis islâmicas estão acima das constituições, o Egito é considerado até moderado em termos de liberdades individuais. Imagine se não o fosse.  A cantora egípcia Shaimaa Ahmed, a Shyma, foi condenada a dois anos de prisão por “incitar a depravação e a libertinagem”,
O motivo? Um videoclipe da música "I have issues" onde ela aparece degustando uma banana e lambendo uma maçã indignou as bancadas religiosas locais. Um videoclipe de Anitta no Cairo renderia prisão perpétua os apedrejamento.
VEJA O VÍDEO DE SHYMA, CLIQUE EM 
https://www.youtube.com/watch?v=toAy1iClD9I

Previsões de Allan Richard Way para 2018. Depois não digam que o vidente não avisou

por Allan Richard Way II

Temendo intercepção por alguma força-tarefa, o vidente A.R Way II enviou suas previsões para 2018 através de um imediato de um navio de carga britânico. O documento foi deixado no pequeno canteiro que fica em frente ao antigo prédio da Manchete, na Rua do Russell e recolhido após aviso por what's app. O local escolhido é mais uma ironia do guru, que assim faz referência a um bilhete deixado no mesmo local pelos guerrilheiros que sequestraram o embaixador americano Charles Elbrick em 1969.
Vamos aos fatos antecipados pelo vidente.

* Os advogados Hélio Bicudo e Janaína Paschoal, que assinaram os pedidos de impeachment de Dilma Rousseff e denunciaram Nicolas Maduro, da Venezuela, ao Tribunal Penal Internacional, em Haia, estarão mais ativos do que nunca. Em 2018, encaminharão outras denúncias aos tribunais internacionais. Na mira dos superherois Pinguim e Mulher Maravilha, como são chamados no meio jurídico, estarão a Netflix (por veicular filmes sobre Che Guevara), o Big Brother Brasil (eles acusam o reality de envergonhar a família brasileira e querem que os BBBs sejam "edificantes" e reflitam o "momento brasileiro": um juiz da Lava Jato, um delator, Dilma, Silvio Santos, Rogério 157, um agente da PF, um "patriota" do MBL, o general Mourão e os próprios Bicudo e Janaína).

* Michel Temer tentará se lançar candidato a presidente. Antes, enviará projeto de lei restabelecendo a eleição indireta. O projeto prevê que só votarão senadores e deputados que fornecerem ao comitê eleitoral os números das suas contas bancárias no Panamá.

* Senadores democratas descobrirão que Kim Jong-un e Donald Trump são "amigos" no site de relacionamento Tinder e já se encontraram secretamente várias vezes desde que o empresário era candidato e deu match no líder norte-coreano. Em mensagens vazadas, eles trocaram ideias sobre penteados e se divertiram com pegadinhas sobre guerra nuclear que viralizam na mídia.

* Com a aposentadoria de Usain Bolt, o TRF-4 baterá recorde de velocidade em todas as modalidades em 2018.

* A próxima caravana de Lula passará por Bangu 1, Papuda, Benfica, Presidente Prudente

* Um helicóptero lotado de cocaína pousará em fazenda de Minas Gerais. O nome do dono da fazenda não será revelado. As autoridades apresentarão uma escritura dos tempos de capitania hereditária e arquivarão o caso por falecimento do titular.

* Uma mala de dinheiro será encontrada no avião presidencial. Autoridades dirão que mala de dinheiro em avião presidencial não prova nada.

* Malas de dinheiro, joias, quadros de Romero Britto, privadas com água quente, lavagem de propina em igrejas, contas na Suíça, direitos de transmissão de futebol e cavalos de raça se tornarão "investimentos' nostálgicas em 2018. HDs com bitcoins serão o must da temporada.

* Em 2018, Temer continuará com as "reformas". Reformas tributária, industrial, esportiva, religiosa, ambiental, rodoviária, marítima, carnavalesca, urinária, do axé e da música sertaneja. No segundo semestre, reformará o banheiro da sua casa em São Paulo, o guarda-roupa de Marcela, a cela de Geddel e a coleção de malas Louis Vuitton.

* Haverá incêndios na Califórnia, como em todo ano. A diferença é que o governo americano acusará imigrantes mexicanos de botarem fogo no mato.

* Dois atores e um político brasileiros serão acusados em rumoroso caso de assédio sexual. As acusações virão a público depois de um desentendimento durante um encontro do trio em apartamento funcional.

*  Marcelo Crivela cancelará o Carnaval de 2019. Ele alegará que teve um pesadelo onde desfilava no Sambódromo usando apenas uma folha de parreira. Considerará ter recebido um aviso divino sobre a Sodoma e Gomorra carioca.

* O Brasil não ganhará a Copa. O treinador abrirá a concentração para famílias dos jogadores, a convivência não dará certo e o clima ficará tenso. Será um tal de parente interromper o treino para pedir pra trocar rublos, reservar voos, reclamar que o banheiro do hotel entupiu, pra saber como é camisinha em russo, onde tem pagode... Tite também reclamará que os jogadores não ouvem as instruções nos vestiários porque não largam os smartphones e as redes sociais. O Brasil voltará para casa nas oitavas de final após ser goleado pela Alemanha. Placar: 8 x1. Na final do mundial, jogarão França e Alemanha. Mas o Brasil trará um título para casa: seleção campeão de likes no Facebook.

* Maio de 1968 completará 50 anos em 2018. A partir de abril, o assunto estará na midia. Mas não só na mídia: exposições, livros, filmes, debates, passeatas vintages e shows entrarão na programação. Ana Maria Braga fará um programa especial sobre o cardápio dos estudantes antes das manifestações; Luciano Huck perguntará o que foi isso; Bolsonaro fará o enterro simbólico de discos e livros alusivos ao tema e dirá que estudante bom é estudante morto; a Globo chamará de baderna; Silvio Santos vai perguntar ao auditório se aquilo foi briga das torcidas do Flamengo e Corinthians na final do Torneio Rio-São Paulo; Magno Malta vai dizer que tinha pedófilo no meio das passeatas; Luciana Gimenez fará um desfile das lingeries usadas nos protestos; Gilberto Gil não lembrará mais do que rolou; Gabeira dirá na Globo News que se arrependeu de tudo e pedirá perdão ao vivo; e, por fim, Demétrio Magnoli escreverá no Globo que foi mentira dizer que a polícia matou Edson Luís, que não morreu, está vivo, é reitor de uma universidade corrupta e em breve será conduzido coercitivamente pela Polícia Federal.

* Depois da Eletrobras, o governo do PMDB privatizará a Petrobras, a Caixa, o Banco do Brasil. Em compensação, vai estatizar o Senado e a Câmara. Já o povo irá às ruas no segundo semestre pedindo a privatização de Moreira Franco, Rodrigo Maia, ACM Neto, Eliseu Padilha, Aloísio Nunes, Eunício Oliveira, Aécio Neves e a terceirização de Gilmar Mendes.

* O Brasil lamentará mais uma vez a perda de um cantor sertanejo vítima de acidente automobilístico.

*  Político evangélico apresentará projeto para banir religiões afro-brasileiras. Deputados da mesma bancada farão emendas com outros dispositivos como proibir mulher andar de bicicleta, criminalizar as abaixadinhas em baile funk, tatuagem que não seja a cara do Edir Macedo, marquinha de biquini, piercing, nudez em casa e nas ruas, Branca de Neve e, principalmente, os sete anões, Chapeuzinho e, principalmente, o lobo mau e curtir Anitta no Facebook.

* Sem pilotos brasileiros na Fórmula-1, Galvão Bueno, Reginaldo Leme e Mariana Becker vão abrir uma loja de empadas com logotipos da Ferrari, Renault, Red Bull e Mercedes.

* Justiça Eleitoral encontrará no comitê de um candidato a presidente o livro Mein Kampf, o filme Triunfo da Vontade, um poster de Eva Braun, um pedaço do pijama de Goering, uma pistola Lugger, restos de um prato com Eisbein mit Sauerkraut e um cartão postal da  Berghof, em Berchtesgaden. Autoridades dirão que nada disso prova crime.

* O programa de governo de Bolsonaro informará aos eleitores que "até 2020 o Brasil entrará para esse tal de Brexit".

*  Depois dos gêmeos de Ivete, Cláudia Leitte providenciará trigêmeos para o fim de 2018.

* Dois procedimentos jurídicos que se consolidaram em 2017 estarão com força total em 2018: delação premiada e condução coercitiva. Empresas, colégios, igrejas e clubes de futebol tenderão a adotar ambos os procedimentos para resolver conflitos internos.

* "Delação Premiada e Condução Coercitiva" também será o nome de longa-metragem que estreará no ano que vem.

*  Pesquisas recentes informaram que o Brasil tem a segunda maior população carcerária do mundo. Mas isso vai mudar em 2018. Com a popularização da delação premiada, cadeias vão se esvaziar. Em compensação, os Supermercados Guanabara venderão tornozeleiras eletrônicas com desconto no seu próximo aniversário. Haverá mais brasileiros com tornozeleiras do que cidadãos livres do adereço. Também será criada a Bolsa da Delação Premiada, onde investidores poderão comprar ações de suspeitos e assim participar da alta rentabilidade da caguetagem.

* A  hastag mais popular em 2018 será #eutambemperdidinheironobitcoin  

* Em virtude do afastamento temporário de Rogério 157, o RH de renomada facção criminosa convoca os Rogérios portadores das senhas 158, 159, 160, 161 e 162 para se apresentarem no local de trabalho na Rocinha, no Rio. Serão entrevistados para emprego intermitente, segundo a Reforma Trabalhista, para começar na função logo após o carnaval.

* Depois de El Niño e La Niña, um novo fenômeno meteorológico atacará o Oceano Pacífico com graves reflexos em igrejas: El Pedofilo.

* Por achar que auxílio paletó e auxílio moradia não são suficientes, autoridades criarão o auxílio Netflix, auxílio balada, o auxílio copa do mundo (para ir a Rússia), auxílio iPhone última geração, auxílio tv 60 polegadas, auxílio Rolex e auxílio Porsche Carrera.

* Liminar de Gilmar Mendes vai impedir que a PF espere Temer ao pé da rampa do Planalto no dia 1º de janeiro de 2019, caso o presidente tenha perdido fórum especial por não haver sido sido reeleito para o cargo ou para deputado federal.

* Finalmente, no início do ano, será dada solução aos casos de William Waack (racismo) e José Mayer (assédio). Waack será designado para correspondente na Nigéria e Mayer participará de seriados na TV da Arábia Saudita, onde mulheres não trabalham junto com homens.

* Vazamento indicará que Lula é o verdadeiro dono do estádio do Corinthians.

* Garotinho denunciará que foi atacado à noite por um cara de roupa de couro preta, com facas que saiam das mãos e cabeleira quadrada. Em depoimento, ele dirá que só tem certeza de que não era o Wolverine.

* O Rio vai precisar de mais dinheiro emprestado. Vai buscar na China e entregar como garantia tudo que o carioca não aguenta mais: o Piranhão, o Palácio Guanabara, a Assembleia, Rogério 157, Picciani, o sírio da esfiha, Muralha, o carro dos ovos, Naldo Benny, Tiago Leifert, Crivella, Rodrigo Maia, as UPPs, todos os vídeos que mostram Sérgio Cabral depondo, Kéfera, Padre Fábio, Ruelda, Eduardo Bandeira de Mello, Eurico Miranda...

* Liminar impetrada pelas fãs, com base do Estatuto dos Idosos, impede a Globo de cancelar o Especial de Roberto Carlos em 2018.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Leitura Dinâmica: shit news da terra em transe...








Melhor do que bitcoin? Jogador brasileiro investe em time da quarta divisão do "soccer" na Flórida. E não é por castigo...


Reprodução O Globo
Nos Estados Unidos, o soccer, como eles apelidam, é pouco mais do que uma piada. Quer ser torturado? Assista a uma partida do "campeonato americano". Não é por falta de tentativa para emplacar um jogo que, descontando a parcela hispânica da população e a rede de apostadores que empenha dólares até em briga de vizinho, apenas uma minoria entende e acompanha.

Tanto que eles já tentaram convencer a Fifa a mudar regras, acabar com o empate e o impedimento, por exemplo, por não captar o sentido de uma coisa nem de outra.. 
O Cosmos, nos anos 70, foi um grande investimento que levou Pelé, Carlos Alberto e Beckenbauer a Nova York. Ganhou divulgação, ameaçou pegar, mas não decolou. Los Angeles também tentou ser um polo de futebol. David Beckham em fase final de carreira foi parar lá. Mesmo com alto índice de hispânicos, Los Angeles não virou a meca do futebol. Nos últimos anos, o foco dos investidores se voltou para Miami. Ronaldo Fenômeno e Adriano Imperador já compraram participações em times locais, sem maiores resultados, apesar de canais hispânicos da TV por assinatura darem alguma visibilidade ao soccer. Kaká em reta final foi bater o que restou da sua bola em campos da Flórida. 

A coluna Ancelmo, do Globo, hoje, noticia que Felipe Melo - jogador inesquecível da Copa de 2010, quando pisou em Roben e foi expulso, deixando a Holanda à vontade para vencer o Brasil (sem esquecer a colaboração do goleiro Júlio Cesar) -, vai investir em um time da divisão D, em Palm Beach.. 

Consegue imaginar o que é um time da Divisão D dos Estados Unidos? Deve levar de 7X1 até do Ibis, de Pernambuco, que há muitos anos se orgulha de ser "o pior time do mundo".

Bom, vai ver que Felipe Melo pressente alguma coisa que ninguém sabe em matéria de futuro do soccer no país da bola oval, é bom de palpite ou o time dele vai valorizar mais do que bitcoins.

Vale lembrar que o jogador também faz uma aposta declarada para as eleições de 2018. Ele é bolsominion militante e quer muito ver seu líder subindo a rampa do Planalto.


Memória da publicidade: afinal, quem descobriu a preferência nacional ?


Preferência nacional você sabe o que é. A expressão frequentou muitas chamadas de capa das revistas Playboy, EleEla, Status, Sexy. Foi até nome de uma revista erótica especializada em... preferências nacionais.

Em 1964, uma campanha do Crush veiculada na Manchete usou  pela primeira vez esse título para badalar a nova embalagem do refrigerante de vidro claro e curvas destacadas que substituia a anterior e clássica, de vidro marrom e linhas horizontais empilhadas.

Nos anos 1970, a marca de cigarros Continental também deu ao seu produto a alcunha de preferência nacional.

Mas se você digitar "preferência nacional " no Google dificilmente vai encontrar a expressão associada a refrigerantes e cigarros.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Relatório da UNESCO aponta as duas maiores ameaças ao jornalismo: fake news e polarização política

"Fake news" e polarização política ameaçam a credibilidade da indústria da mídia mundial. É o que conclui relatório lançado há poucos dias pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre, pluralismo,  liberdade de imprensa, independência e segurança de jornalistas.
Em meio às mudanças que afetam a comunicação, o documento destaca como positivas iniciativas da sociedade civil para democratizar o acesso à informação, a atuação e a independência de jornalistas cidadãos e a cooperação de veículos de mídia na checagem de notícias e dados.
 leis de liberdade de informação. O relatório completo está disponível, em inglês, AQUI


Piquet na ESPN sobre comparação com Senna; "Eu estou vivo. O que é melhor que isso?"


Tricampeão mundial de Fórmula 1 em 1981, 1983, 1987, Nelson Piquet é um dos maiores pilotos da história da categoria. Foi tão rápido e agressivo nas pistas quanto foi fera na briga de foice dos bastidores e certeiro em entrevistas e declarações. Para o competitivo Piquet, a imagem que interessava era a dele no pódio. Relações-públicas, marketing de bom moço, diplomacia, fair play, nada disso era com ele.

Piquet e Ayrton Senna polarizam até hoje os torcedores e até parte da mídia especializada. Ambos são tri, tinham estilos diferentes ao volante e comportamentos opostos. Senna era uma espécie de genro que as mães sonhavam. Piquet era o bad boy, mas curiosamente um bad boy superligado à família. Hoje, é o patriarca que se orgulha de reunir à mesa sete filhos, cada um deles ainda com quarto próprio na sua casa.

No último fim de semana, a mídia marcou os 30 anos da conquista do tri por Nelson Piquet. Mas a melhor entrevista foi a da ESPN (o que não surpreende, na polarização entre Piquet e Senna, a Globo sempre teve um lado), com Piquet sem autocensura acelerando mais do que nunca, ouvido por Gustavo Faldon e Vladimir Bianchini com ESPN UK.

Confira alguns trechos.

* Sobre os adversários mais difíceis: "No começo tinha Alan Jones e Carlos Reutemman na Williams, tinha a briga com a Brabham. Depois veio (Gilles) Villeneuve na Ferrari, (René) Arnoux e Prost na Renault."

* Sobre conflitos com engenheiros das equipes: "Tem uma história engraçada da minha primeira corrida no Rio de Janeiro pela Williams. Depois do primeiro treino, eu falei para meu engenheiro o que precisava fazer, mostrei o que estava errado. E no treino seguinte estava igual. Eu perguntei 'Qual o seu problema?'. Ele disse 'Eu não acho que você estava certo'. Eu disse 'Estou cagando para o que você acha, eu quero desse jeito'. E disse ao Patrick (Head) que não precisava de engenheiro, que eu e meus mecânicos faríamos as mudanças. Eu era assim. Eu sabia o que tinha que fazer. "

* Sobre imagem, gerenciamento da carreira e comparação com Senna; "Eu nunca tive um assessor, um advogado para fazer contrato, eu mesmo fazia. Eu estou cagando para o que falam de mim ou não, não leio revistas. Eu gosto de dirigir e é isso. E me divertia. Eu não me preocupo com o que pensam. Me perguntam se acho eu ou Ayrton Senna melhor e eu falo 'Eu estou vivo'. O que é melhor que isso? Eu não me importo. Eu tive essa vida e hoje tenho uma vida muito melhor. Ganho mais dinheiro agora do que há 20, 30 anos atrás na F-1. Eu tenho sucesso, tenho uma vida boa e relacionamentos. Tenho sete filhos, todos juntos, todos têm um quarto na minha casa. Todos juntos no Natal. O que é melhor do que isso?"

* Sobre Felipe Massa, Rubens Barrichello e Brasil sem piloto na F1: "A Fórmula 1 se tornou popular no Brasil por causa do Emerson (Fittipaldi). Emerson veio aqui e ganhou a Fórmula 3, chegou na F-1, ganhou o título e depois disso milhares de brasileiros vieram atrás, eu, o Senna. Barrichello estava num caminho bom e teve o acidente em Ímola e depois disso virou um segundo piloto. Massa vinha num bom caminho e depois disso teve o acidente, bateu a cabeça e eu fui o primeiro a dizer que ele estaria acabado. Ele continuou, mas perdeu aqueles 0,2s, 0,3s que precisava para ser competitivo. Eu sei porque aconteceu comigo também. Sem um brasileiro na F-1 certamente, com as crises e os governos não colocando dinheiro. Porque a F-1 não é baseada numa promotora para ter o dinheiro e pagar...a F-1 é paga pelos governos, cidades, que querem ter seu nome porque a F-1 é uma grande publicidade. E se o governo não está preparado, não acho que teremos Fórmula 1 no Brasil."

VEJA O VÍDEO DA ENTREVISTA NA ESPN, CLIQUE AQUI

Casa de Rui Barbosa - ONU promove debate sobre migração com exibição gratuita do filme “Era o Hotel Cambridge”


(do site do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil - UNIC Rio)

"A  Organização Internacional para as Migrações (OIM) e a Fundação Casa de Rui Barbosa promovem na próxima terça-feira (12), no Rio de Janeiro, um cine-debate com a exibição do longa brasileiro filme “Era o Hotel Cambridge”. A sessão integra o Festival Global de Cinema sobre Migração, iniciativa da OIM que ocorre em diversos países com o objetivo de debater o tema. A entrada é franca.

Lançado em março deste ano, “Era O Hotel Cambridge”, da diretora Eliane Caffé, narra a trajetória de refugiados recém-chegados ao Brasil que se unem aos sem-teto e dividem a ocupação de um edifício no centro de São Paulo. Na tensão diária pela ameaça do despejo, revelam-se dramas, situações cômicas e diferentes visões de mundo.

Pelo menos 25 produções profissionais e 8 de diretores emergentes integram a mostra. No ano passado, o Festival ocorreu em 89 países, com exibição de 13 filmes e documentários e 200 curtas. Para marcar o Dia Internacional dos Migrantes (18 de dezembro), o evento ocorre entre os dias 5 e 18 de dezembro.

Confirme participação no evento pelo Facebook: www.facebook.com/events/559060081099770.

Fonte: UNIC Rio

"Melô do assédio" - Na pior letra do ano, mulher é "filé-mignão"





por Pedro Juan Bettencourt
Tudo bem que letra de música sertaneja não está aí para abafar ninguém. Mas Luan Santana exagerou na rima de 'paixão' com 'Adão' e filé 'mignão'. As redes sociais caíram matando no que chamam de "pior letra do ano".  O versinho está na música “Check-In”, que o poeta lançou nesse fim de semana. O site SRZD recolheu da web alguns exemplo da indignação da galera.

domingo, 10 de dezembro de 2017

Embalos de sábado à tarde: confraternização de fim de ano dos Amigos da Bloch

Ontem, sábado, o Graça da Vila, no Catete, recebeu os Amigos da Bloch para o tradicional encontro de confraternização 
de fim de ano. 

Hora de despachar 2017 e que venha um 2018 bem melhor. 

Entre os colegas presentes, Jileno, Fuks, Ana Lúcia Bizinover, Dalce, Amaury, Lairton, Jussara, Maria Alice, Décio, Tânia, Marco Antonio, Fernanda, Antonio, Gilmar, Paulo Roberto, Daniel, Ari, Liane, Ana Laura, Flávia, Reinaldo, Alex, Nilton Rechtman, Nilton Ricardo, Gavino, Regina, Tiana, Vargas, Bia, Márcia, Kátia, Elço, Luís Carlos, Angela, Athayde, Paulo, Adriana, Fátima, Gerson e Geraldo Felipe.