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| Comercial da Coca-Cola. Reprodução You Tube |
quinta-feira, 22 de março de 2012
Já viu o novo comercial da Coca-Cola? É a liga dos bons...
Racismo na internet: só prendendo...
A Polícia Federal deflagrou nessa semana a Operação Intolerância para identificar e processar os autores de mensagens com conteúdo discriminatório. Já estão na gaiola os elementos Emerson Eduardo Rodrigues e Marcelo Valle Silveira Mello, que publicaram ofensas no site silviokoerich.org. Eles foram localizados pelo Núcleo de Repressão aos Crimes Cibernéticos. Os dois postavam mensagens de apoliogia à violência contra mulheres, negros, homossexuais, nordestinos e judeus, além de incitações a abuso sexual contra crianças. Se você identificar sites ou mídia social com esse tipo de crime não hesite em denunciar a gangue ao Ministério Público Federal. Felizmente, há uma grande colaboração dos brasileiros. Só o site da dupla agora presa foi denunciado por 70 mil pessoas, que encaminharam sua indignação à organização não governamental SaferNet Brasil.
Há debate, no momento, sobre as ofensas racistas e discriminatórias que são propagadas por uma onda de supostos humoristas em shows stand-up. Cuidado. As leis brasileiras criminalizam o racismo. Os tais comediantes apelam para a liberdade de expressão. Ôpa. Liberdade de expressão, uma conquista democrática, não deve justificar humilhação, grosserias, racismo e piadas que só incentivam a perseguição a minorias. Os bares de Berlim, durante o nazismo, também encenavam musicais humorísticos. Provocavam muitos risos mas nem por isso, em nome de uma alegada liberdade de expressão, era legítimos ou aceitáveis. O fim daquele filme todo mundo sabe. Os comediantes racistas estão exagerando. Ponto. E se arriscam a fazer par com a dupla agora devidamente grampeada pela PF. Olho vivo. Mas seria o caso de censuira p´revia? claro que não. Nunca. O que se espera é que democraticamente os alvos das piadas preconceituosas se defendam na justiça e disparem processos contra a grosseria dos humoristas. E que estes assumam a responsabilidade pelas piadas, indenizem os ofendidos, nos poupem da choradeira posterior e evitem posar de coitadinhos.
Conheça a SaferNet Brasil. Clique AQUI
Há debate, no momento, sobre as ofensas racistas e discriminatórias que são propagadas por uma onda de supostos humoristas em shows stand-up. Cuidado. As leis brasileiras criminalizam o racismo. Os tais comediantes apelam para a liberdade de expressão. Ôpa. Liberdade de expressão, uma conquista democrática, não deve justificar humilhação, grosserias, racismo e piadas que só incentivam a perseguição a minorias. Os bares de Berlim, durante o nazismo, também encenavam musicais humorísticos. Provocavam muitos risos mas nem por isso, em nome de uma alegada liberdade de expressão, era legítimos ou aceitáveis. O fim daquele filme todo mundo sabe. Os comediantes racistas estão exagerando. Ponto. E se arriscam a fazer par com a dupla agora devidamente grampeada pela PF. Olho vivo. Mas seria o caso de censuira p´revia? claro que não. Nunca. O que se espera é que democraticamente os alvos das piadas preconceituosas se defendam na justiça e disparem processos contra a grosseria dos humoristas. E que estes assumam a responsabilidade pelas piadas, indenizem os ofendidos, nos poupem da choradeira posterior e evitem posar de coitadinhos.
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Essa é boa.... a palavra Ferrari está proibida na China
Seguindo o jornal Daily Mail, o problema foi o seguinte: um alto dirigente, acompanhado pelo filho e duas garotas, caiu na night de Pequim a bordo de uma Ferrari (o detalhe é que o veículo tem espaço apenas para o motorista e um passageiro) e deu o azar de sofrer um acidente. Ao mesmo tempo em que investigam como um funcionário publico descolou uma Ferrari, as autoridades preferiram "censurar" a repercussão do acidente. Simples: bloqueram nos mecanismos de busca na rede qualquer referência à palavra "Ferrari". E inauguraram uma nova e eficiente forma de censura digital.
Jornalista é igual em todo o mundo. Veja os bares que os coleguinhas frequentam em NY. Já no Rio...
Por aqui, a turma se encontra no Chico&Alaíde, Bracarense, Nova Capela, Bip Bip, Picote, Cervantes, Bar Brasil, Bar Urca, Bar do Adão... Em Nova York, há uma certa divisão por "tribos" de redações. O pessoal do New Yok Post vai no Langan's; a equipe do Bloomberg pode ser encontrada no Vetro; Forbes prefere o El Cantinero; GQ e New Yorker vão no Jimmy's Corner... e por aí vai.
Conheça os points de repórteres e editores em NY. Clique AQUI
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National Geographic lança e-books... um por mês
A National Geographic lança e-books com o conteúdo do seu vasto acervo. O primeiro da série - a revista lançará um livro por mês - é sobre o Titantic ( Titanic: Uncovering the Secrets of the World's Greatest Shipwreck), de Mike Sweeney. Cada e-book custará $4.99.
Modelo Aryane Steinkopf posa para a Playboy nas ruas de São Paulo
Aryane Steinkopf, ex-Panicat, é a capa de abril da Playboy. O detalhe é que fez as fotos em pleno trânsito de São Paulo. Ousou caminhar em plena Avenida Paulista, nas escadas da estação Consolação do metrô e em frente ao prédio do Conjunto Nacional. Não chegou a parar o trânsito porque em SP isso já acontece normelmente, mas deixou motoristas e pedestres extasiados. Os celulares, claro, foram acionados e aí está o flagrante.
Mazzaropi: 100 anos escrevendo a história do cinema nacional
por Eli Halfoun
Sempre que se falar em cinema nacional devemos lembrar do Amácio Mazarropi, um dos pioneiros da hoje bem sucedida indústria história cinematográfica brasileira. Foi Mazzaropi quem ajudou a popularizar os filmes brasileiros e deu para a nova indústria de filmes a cara mais brasileira que poderia ter. Mazzaropi levou para as telas a simplicidade caipira de um povo. Até acredito que foi a partir dos filmes de Mazzaropi que a hoje popular música sertaneja foi redescoberta e até reinventada. Esse ano Mazzaropi completaria 100 anos e a data não será esquecida: o velho e sempre caipira, primeiro cineasta brasileiro a ter seu próprio estúdio, será homenageado no I Festival Internacional de Cinema que será realizado em Campos de Jordão, São Paulo, de 27 de abril a 5 de maio. É claro que a homenagem será cinematográfica com a exibição de alguns de seus filmes, como, entre outros, "Sai da Frente", "Candinho" e "Nadando em Dinheiro". O ingênuo cinema de Mazzaropi está superado, mas jamais poderemos deixar de reconhecer que foi graças a esses filmes que o cinema nacional realizou uma produção industrial, apesar de todas as dificuldades que enfrentou e enfrenta. Mazzaropi também enfrentou, mas nunca deixou de acreditar em seus filmes, ou seja, no nosso cinema. (Eli Halfoun)
Arte é a nova energia do que ficou velho e superado
por Eli Halfoun
Economizar energia é fundamental. Mas é preciso reduzir o consumo sem que isso signifique privar a população de usar normalmente os hoje fundamentais e confortáveis eletrodomésticos. Foi o que aconteceu em Cuba quando uma campanha do governo possibilitou que a população trocasse seus velhos aparelhos pelos novos e de baixo consumo. O que estava velho e superado não foi para o lixo: ganhou nova utilidade sem que com isso fosse necessário usar a energia elétrica: aristas plásticos do país se encarregaram de transformar os velhos eletrodomésticos em modernos objetos de arte que já ganharam a visita e o aplauso de muitas pessoas em Paria, Madri, Milão e, é claro, Havana. A exposição, que reúne 53 geladeiras reaproveitadas, recebeu o nome de "Monstruosos Depenadores de Energia" e poderá ser vista no Brasil, mais precisamente no MuBE de São Paulo, em novembro. Talvez com essa exposição o mundo enfim entenda que nem tudo o que está velho é para ser esquecido e descartado. Especialmente seres humanos, que sempre podem passar por uma renovadora transformação. (Eli Halfoun)
Vinicius de Moraes dá samba e poesia na União da Ilha 2013
por Eli Halfoun
O desfile das escolas de samba para 2013 já entrou no ritmo com a escolha dos enredos e os primeiros esboços de fantasias. A União da Ilha vai mostrar que Vinicius de Moraes dá samba e dos bons. O poetinha será o enredo da escola que promete fazer desfilar no Sambódromo muitos e famosos amigos que Vinicius colecionou durante, principalmente, sua trajetória musical. Com Vinicius não faltarão amigos e nem ex-mulheres. (Eli Halfoun)
Ronaldo está de olho nas placas comerciais nos estádios de futebol
por Eli Halfoun
Comercialmente o futebol não é cobiçado apenas pelo o preço do passe de jogadores, patrocínio nas camisas e cargos bem remunerados. Entre as muitas coisas que merecem cobiça fora de campo, estão as placas comerciais colocadas em torno do chamado tapete (nem sempre tão tapete assim) verde. Um dos principais desafios que a 9Nine, a empresa de Ronaldo Fenômeno terá pela frente para cuidar de todos os interesses da Brahma relacionados ao futebol, será a tentativa de conquistar, via CBF, o contrato exclusivo para a utilização das placas pela cervejaria. A exclusividade do espaço-placas ainda é do ex-repórter, hoje empresário, J. Hawilla, que ainda em seu tempo de repórter vislumbrou nas placas um grande negócio e fez fortuna com ele. Um verdadeiro gol de placa. (Eli Halfoun)
quarta-feira, 21 de março de 2012
Denunciar é o principal e mais importante papel da imprensa
por Eli Halfoun
Noticiar e opinar não são as únicas e principais funções do jornalismo. Uma das mais importantes (talvez a mais) é a prática do jornalismo de denúncias, o jornalismo investigativo (o José Esmeraldo já escreveu - e bem - sobre isso). Essa era uma prática exercida diariamente na época em que atuei por muito tempo como repórter: havia sempre uma preocupação, quase obrigação, de buscar fatos que mostrassem (ns verdade empurrassem) para a necessidade realizar investigações oficiais e de não permitir que os leitores continuassem a ser enganados e o país a ser vergonhosamente roubado. Muitas investigações foram feitas através de denúncias levantadas pelos jornais. De uns tempos para cá o jornalismo investigativo perdeu força porque os jornais passaram a ser uma espécie de prees-realise dos acontecimentos, como se isso fosse suficiente para fazer um bom jornalismo de verdade. Há muito para denunciar nesse país e continuo acreditando que esse é o mais importante papel da imprensa. Felizmente o jornalismo de denúncias (só vale se as denúncias estiverem fundamentadas, ou seja, se existirem provas) está voltando. A recente reportagem (reportagem é isso) do “Fantástico” sobre a vergonhosa manipulação do dinheiro público provocou uma imediata reação da população e até que enfim das autoridades: mostrou que só com o jornalismo exercendo um papel realmente investigativo será possível evitar que muitas coisas continuem acontecendo abusivamente nesse país da ainda impunidade. O “Fantástico” levantou a bola e agora cabe à população ficar de olho até que os responsáveis pelas absurdas falcatruas sejam realmente punidos. É muito importante também saber que o jornalismo do “Fantástico” pode vir a fazer toda a imprensa redescobrir uma de suas principais funções: a de denunciar. Talvez as denúncias feitas pela imprensa não acabem com a corrupção, mas sem dúvida tornarão bem mais difícil continua entrando impunemente nesse jogo sujo. (Eli Halfoun)
Noticiar e opinar não são as únicas e principais funções do jornalismo. Uma das mais importantes (talvez a mais) é a prática do jornalismo de denúncias, o jornalismo investigativo (o José Esmeraldo já escreveu - e bem - sobre isso). Essa era uma prática exercida diariamente na época em que atuei por muito tempo como repórter: havia sempre uma preocupação, quase obrigação, de buscar fatos que mostrassem (ns verdade empurrassem) para a necessidade realizar investigações oficiais e de não permitir que os leitores continuassem a ser enganados e o país a ser vergonhosamente roubado. Muitas investigações foram feitas através de denúncias levantadas pelos jornais. De uns tempos para cá o jornalismo investigativo perdeu força porque os jornais passaram a ser uma espécie de prees-realise dos acontecimentos, como se isso fosse suficiente para fazer um bom jornalismo de verdade. Há muito para denunciar nesse país e continuo acreditando que esse é o mais importante papel da imprensa. Felizmente o jornalismo de denúncias (só vale se as denúncias estiverem fundamentadas, ou seja, se existirem provas) está voltando. A recente reportagem (reportagem é isso) do “Fantástico” sobre a vergonhosa manipulação do dinheiro público provocou uma imediata reação da população e até que enfim das autoridades: mostrou que só com o jornalismo exercendo um papel realmente investigativo será possível evitar que muitas coisas continuem acontecendo abusivamente nesse país da ainda impunidade. O “Fantástico” levantou a bola e agora cabe à população ficar de olho até que os responsáveis pelas absurdas falcatruas sejam realmente punidos. É muito importante também saber que o jornalismo do “Fantástico” pode vir a fazer toda a imprensa redescobrir uma de suas principais funções: a de denunciar. Talvez as denúncias feitas pela imprensa não acabem com a corrupção, mas sem dúvida tornarão bem mais difícil continua entrando impunemente nesse jogo sujo. (Eli Halfoun)
É o fim: “House” diz adeus em maio nos Estados Unidos. Brasil ainda verá muitas reprises
por Eli Halfoun
Os fãs do Dr. House, o Sherlock Holmes da medicina, podem ir preparando os lenços brancos para se despedirem de um dos mais fascinantes personagens das séries de televisão. A Fox (produtora do seriado) marcou para o próximo dia 21de maio a exibição do último episódio do seriado. “House” chega ao final depois de oito temporadas (desde 2004) exibidas com sucesso em 38 países. O seriado deu ao ator Hugh Laurie, além de milionários contratos, nada mais nada menos do que 38 prêmios de melhor ator, incluindo dois cobiçados Globo de Ouro. Não se sabe ainda quando o último episódio será exibido no Brasil, mas como a Universal Channel e a Record, que o exibem por aqui costumam reprisar os episódios constantemente é muito provável que por aqui “House” continue no ar por muito tempo até que o último episódio seja exibido e reprisado dezenas de vezes. Enquanto a Fox deixar. (Eli Halfoun)
Os fãs do Dr. House, o Sherlock Holmes da medicina, podem ir preparando os lenços brancos para se despedirem de um dos mais fascinantes personagens das séries de televisão. A Fox (produtora do seriado) marcou para o próximo dia 21de maio a exibição do último episódio do seriado. “House” chega ao final depois de oito temporadas (desde 2004) exibidas com sucesso em 38 países. O seriado deu ao ator Hugh Laurie, além de milionários contratos, nada mais nada menos do que 38 prêmios de melhor ator, incluindo dois cobiçados Globo de Ouro. Não se sabe ainda quando o último episódio será exibido no Brasil, mas como a Universal Channel e a Record, que o exibem por aqui costumam reprisar os episódios constantemente é muito provável que por aqui “House” continue no ar por muito tempo até que o último episódio seja exibido e reprisado dezenas de vezes. Enquanto a Fox deixar. (Eli Halfoun)
Vem aí o Prêmio Contigo! MPB Brasil...
Em parceria com a rádio MPB FM (90,3), a revista Contigo cria mais uma premiação. Trata-se do Prêmio Contigo MPB Brasil de Música, previsto para acontecer no dia 16 de julho no espaço Multicultural Miranda, no Complexo Lagoon, no Rio de Janeiro. Haverá troféus para melhor álbum MPB, melhor álbum pop rock, melhor álbum samba, melhor álbum regional, melhor DVD, instrumentista, artista independente, top digital, música do ano, melhor cantor e melhor cantora. O MPB se soma aos outros prêmios promovidos pela Contigo!: TV, em sua décima-quarta edição, de Cinema Nacional, sétima edição, de Teatro, sexta edição, e o Prêmio Contigo de Talentos, segunda edição.
Olha só o Maraca como vai ficar...
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| Foto Divulgação |
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| Foto Divulgação |
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| Foto Divulgação |
Arquivo da Manchete: agora oficialmente sumido
Agora a Justiça assina embaixo: o acervo fotográfico que pertenceu à extinta Bloch Editores está oficialmente desaparecido. José Carlos Jesus, presidente da Comissão de Ex-Empregados da Bloch Editores (Ceebe), recebeu informações do setor jurídico do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, que move ação para localização, interrupção de eventuais vendas de fotos e anulação do leilão que transferiu o acervo da Massa Falida para um particular. Segue a confirmação do desaparecimento, segundo o SJPMRJ.
"Foi expedida Carta Precatória para citação/intimação do Arrematante em Teresópolis. Segundo informações da Oficial de Justiça, o mesmo não foi localizado. Estamos aguardando a devolução da precatória para que possamos dar andamento ao processo, com expedição de ofícios para fins de localização do arrematante.A Massa Falida já foi citada e intimada da decisão".
José Carlos de Jesus sugere uma pista: no último domingo, em matéria sobre os 50 anos da canção "Garota de Ipanema", o jornal O Globo publicou duas fotos cujos originais pertenciam ao arquivo da Bloch. Um boa ajuda seria o o jornal informar como e de quem adquiriu as imagens de Tom e Vinicius, no terraço da casa deste último, no Jardim Botânico, e de Helô Pinheiro, que inspirou a "Garota", na Praia de Ipanema.
Guilherme Barros na Isto é Dinheiro
por Gonça
Guilherme Barros, um dos mais bem informados jornalistas de economia do Brasil, assina uma nova coluna na revista Isto é Dinheiro. Como diz o anúncio em página dupla publicado nos principais veículos neste fim de semana, "Guilherme leva a você informações privilegiadas sobre os bastidores da economia, finanças, negócios, política, consumo e tudo o mais que possa interessar a investidores, empresários e executivos". Além da coluna impressa, o jornalista publica um blog no site da revista. A propósito, Guilherme é filho de um dos autores deste blog, J.A.Barros, lendário Diretor de Arte de O Cruzeiro, Manchete, Fatos & Fotos, Manchete Esportiva, entre outras importantes publicações.
Conheça o blog do Guilherme Barros. Clique AQUI
Deu na Trip: Eduardo Faustini, o repórter que desmascarou a corrupção
por JJcomunic
A matéria acima foi publicada na revista Trip. no ano passado. Trata-se de um perfil do repórter investigativo Eduardo Faustini. Foi ele o autor da matéria do "Fantástico", no último domingo, que passou para milhões de brasileiros um impressionante retrato da corrupção. Eduardo é jornalista premiado por várias outras matérias de denúncias. Por isso, anda com seguranças e não pode mostrar o rosto.
"Você conhece este homem? Há 15 anos, todo domingo, ele invade a sua casa – mas você nunca o viu. Com uma câmera escondida, denunciou políticos, traficantes e picaretas de toda sorte. Em sua primeira entrevista, ele fala do assassinato de Tim Lopes, da violência carioca e de como é viver no limite entre a vida e a morte. É hora de você conhecer de verdade Eduardo Faustini, o repórter sem rosto do Fantástico".
Leia a matéria completa no site da revista Trip. Clique AQUI
Gaugamela outra vez?
deBarros
O Irã é a bola da vez. Depois das eleições nos EUA, agora em novembro, tambores de guerra vão ressoar em todo Oriente. Sinais de fumaça são vistos por trás das Montanhas Rochosas Uma nova batalha de Gaugamela se travará nas planícies persas e um novo senhor da Ásia Menor ascenderá aos olhos do Mundo Novo.
Flávio Josefo, historiador hebreu, que conseguiu fugir de uma Jerusalém em chamas, narra toda a saga do povo hebreu da fuga do Egito e das muralhas da Babilônia até os seus últimos reis. Batalhas sangrentas se travaram entre os povos que habitavam das colinas de Sion aos vales do Tibre e do Eufrates chegando às margens do Nilo. E vieram os gregos e macedônios incendiando cidades e matando centenas, milhares de pessoas. E vieram os romanos e suas legiões com suas lanças e gládios conquistando o mundo que conheciam e não conheciam. Do norte da África aos leitos dos rios que corriam nas terras dos Godos, Visigodos, e outras tribos germânicas vencidas e submetidas às garras da poderosa Águia Imperial.
Vieram os bárbaros da Mongólia, vieram Ghengis Khan e os Átilas. Hunos ferozes sedentos de sangue invadiram a Europa chegando às portas de Roma. Diante dela depuseram suas lanças e às suas terras voltaram. Mas o mundo continuou suas guerras. Na Europa, Normandos e Vikings sacaram suas espadas de suas bainhas e se atacaram até à morte. Vieram, a guerra das Rosas, a dos Trinta anos e a dos Cem anos se sucederam. As Cruzadas ensanguentaram as terras de Abrahão na defesa de Jerusalém, a Cidade Santa, pelos Cavaleiros Templários. Deum apud, gritavam esses Cavaleiros da Morte e se lançavam ao combate. Napoleão transformou a geografia do mundo europeu. As guerras napoleônicas derrubaram tronos e coroas debaixo da espada e criaram novas testas coroadas. Uma nova onda de batalhas percorreu o solo europeu. Se não trouxe a pax romana trouxe um novo pensamento que mudou a face do mundo. A Europa, sempre desejosa de sangue, viu a 1ª Guerra Mundial se travar mais uma vez em seus campos. Em seguida veio a 2ª Guerra devastando a Europa derramando sangue em seus campos e planícies, agora trazendo em suas entranhas novas armas de destruição em massa. A Bomba Atômica, num clarão aterrador, ilumina os céus do Japão destruindo cidades e matando milhares e milhares. O deus da guerra se satisfazia com a sede de sangue dos homens. E vieram outras guerras. Vidas humanas eram imoladas no altar dos deuses que pediam mais sangue. E o Senhores da Guerra sorrindo atendiam aos seus desejos. Hoje, no mundo, vive-se uma paz suspeita de retardar uma nova guerra que se avizinha nas planícies de Gaugamela. Se vier, que seja então a última batalha que o homem irá travar antes do seu fim.
terça-feira, 20 de março de 2012
Irmãs nas capas da VIp e da Bazaar
Deu no Globo: Arnaldo Niskier lança livro sobre Adolpho Bloch
Um game que simula campanhas políticas...
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| O site da MTV americana: política para jovens. Reprodução |
Um boa ideia para motivar os jovens eleitores. A MTV americana bolou o "Power of 12"', um site que agrega notícias, opiniões, documentários e um game chamado "Fantasy Election 12". No jogo, os participantes formam suas equipes de marketeiros e assessores e vivem fatos e estratégias típicas de uma campanha política.
Leia mais. Clique AQUI
"Fantástico" mostra a face empresarial da corrupção
por Gonça
A matéria do Fantástico flagrando a corrupção ao vivo e em cores foi um perfeito exemplo do legítimo jornalismo investigativo. Sem conotação de matéria política de "oposição" ou "situação", rotúlos que só favorecem os corruptos e acabam desqualificando muitas denúncias, a reportagem do jornalista Eduardo Faustini foi de alto interesse social. Revelou como funciona um "esquema" do qual, claro, se tem notícia, mas nunca assim, às claras, com a overdose de cinismo dos empresários envolvidos. Claro que o "esquema" identificado no Rio é padrão em muitos estados e municípios, governados por seja lá que partido for. A corrupção é endêmica. Nos últimos anos, a Polícia Federal desvendou o crime organizado em diversos setores. Há políticos de um lado e empresários do outro, grandes e pequenos empresários que geralmente são poupados até na exposição à mídia. Há várias lições a extrair. Uma delas, quanto à onda de terceirização desregrada, um dos instrumentos neoliberais, ao lado das privatizações, para o sonhado desmonte do Estado. É prática geral hoje e que parece passar longe de qualquer fiscalização. Governantes pregam a terceirização como uma forma de baixar custos. Falso. Quase sempre transfere recursos públicos para bolsos privados. Um exemplo recente? Uma empresa terceirizada contratada para fazer a manutenção de um frota de carros pública, no Rio, superfaturou tanto que o dinheiro desviado daria para repor toda uma frota nova de veículos. Há casos em que a terceirização se justifica, há casos em que representa custo maior. E é óbvio também que há centenas de empresas de serviços honestas. Mas não essas que se aproximam de políticos em geral, até financiam suas campanhas e ganham contratos privilegiados. A prppsito, o avanço exagerado da terceirização do setor público está diretamente ligado a essa "retribuição" devida pelo político àquele que abasteceu seu caixa de campanha.
Não foram poucas as empresas privadas que desmontaram setores inteiros e o entregaram a terceirizadas para descobrir, depois, que as despesas cresceram em vez de diminuir. Também são frequentes os casos de processos trabalhistas contra empresas terceirizadas que deixam de cumprir suas obrigações e com pepino das indenizações sobrando para o contratante, seja público ou privado. Outra lição a tirar do episódio relatado pelo Fantástico é quanto à atuação da Justiça. Normalmente, passada a indignação e a repercussão, os acusados são liberados, processos são arquivados e os envolvidos, como ficou demostrado agora, partem para novas operações ilegais. Dá a impressão de que a polícia e a sociedade estão engajadas na luta contra a corrupção mas parte do judiciário ainda não se motivou a fazer uma cruzada contra essas figuras. Quando da conhecida Operação Mãos Limpas, na Itália, o governo, por exigência da sociedade, criou uma força-tarefa de policiais, investigadores, juízes e promotores. Isolou os corruptos, buscou nas instituiçõe aqueles fichas-limpas e deu-lhes condições para agir. E, também lá, a luta continua. Hoje mesmo o Globo noticia uma ação da polícia contra magistrados que vendiam sentenças para a máfia.
A desfaçatez dos empresários mostrada no Fantástico só prova que essa turma tem costas quentes. Muito quentes.
Do ponto de vista jornalístico, outra observação a fazer: esse tipo de matéria investigativa praticamente sumiu do Jornal Nacional, que em outrtas fases marcou muito pontos nessa área. O Fantástico, programa de variedades, se destaca nesse segmento. E não é de hoje. O programa de domingo sempre levanta boas pautas na linha investigativa.
A matéria do Fantástico flagrando a corrupção ao vivo e em cores foi um perfeito exemplo do legítimo jornalismo investigativo. Sem conotação de matéria política de "oposição" ou "situação", rotúlos que só favorecem os corruptos e acabam desqualificando muitas denúncias, a reportagem do jornalista Eduardo Faustini foi de alto interesse social. Revelou como funciona um "esquema" do qual, claro, se tem notícia, mas nunca assim, às claras, com a overdose de cinismo dos empresários envolvidos. Claro que o "esquema" identificado no Rio é padrão em muitos estados e municípios, governados por seja lá que partido for. A corrupção é endêmica. Nos últimos anos, a Polícia Federal desvendou o crime organizado em diversos setores. Há políticos de um lado e empresários do outro, grandes e pequenos empresários que geralmente são poupados até na exposição à mídia. Há várias lições a extrair. Uma delas, quanto à onda de terceirização desregrada, um dos instrumentos neoliberais, ao lado das privatizações, para o sonhado desmonte do Estado. É prática geral hoje e que parece passar longe de qualquer fiscalização. Governantes pregam a terceirização como uma forma de baixar custos. Falso. Quase sempre transfere recursos públicos para bolsos privados. Um exemplo recente? Uma empresa terceirizada contratada para fazer a manutenção de um frota de carros pública, no Rio, superfaturou tanto que o dinheiro desviado daria para repor toda uma frota nova de veículos. Há casos em que a terceirização se justifica, há casos em que representa custo maior. E é óbvio também que há centenas de empresas de serviços honestas. Mas não essas que se aproximam de políticos em geral, até financiam suas campanhas e ganham contratos privilegiados. A prppsito, o avanço exagerado da terceirização do setor público está diretamente ligado a essa "retribuição" devida pelo político àquele que abasteceu seu caixa de campanha.
Não foram poucas as empresas privadas que desmontaram setores inteiros e o entregaram a terceirizadas para descobrir, depois, que as despesas cresceram em vez de diminuir. Também são frequentes os casos de processos trabalhistas contra empresas terceirizadas que deixam de cumprir suas obrigações e com pepino das indenizações sobrando para o contratante, seja público ou privado. Outra lição a tirar do episódio relatado pelo Fantástico é quanto à atuação da Justiça. Normalmente, passada a indignação e a repercussão, os acusados são liberados, processos são arquivados e os envolvidos, como ficou demostrado agora, partem para novas operações ilegais. Dá a impressão de que a polícia e a sociedade estão engajadas na luta contra a corrupção mas parte do judiciário ainda não se motivou a fazer uma cruzada contra essas figuras. Quando da conhecida Operação Mãos Limpas, na Itália, o governo, por exigência da sociedade, criou uma força-tarefa de policiais, investigadores, juízes e promotores. Isolou os corruptos, buscou nas instituiçõe aqueles fichas-limpas e deu-lhes condições para agir. E, também lá, a luta continua. Hoje mesmo o Globo noticia uma ação da polícia contra magistrados que vendiam sentenças para a máfia.
A desfaçatez dos empresários mostrada no Fantástico só prova que essa turma tem costas quentes. Muito quentes.
Do ponto de vista jornalístico, outra observação a fazer: esse tipo de matéria investigativa praticamente sumiu do Jornal Nacional, que em outrtas fases marcou muito pontos nessa área. O Fantástico, programa de variedades, se destaca nesse segmento. E não é de hoje. O programa de domingo sempre levanta boas pautas na linha investigativa.
Raul Gil: uma lição de respeito aos calouros. A televisão precisa aprender
por Eli Halfoun
Programas de auditório sempre foram vistos com restrições pela crítica que os considera fora de moda e, na maioria das vezes, apelativos. Programas de auditório jamais sairão da moda e com eles os programas de calouros que supostamente procuram dar espaço para novos talentos, o que nunca aconteceu em grande escala. Duvido que alguém aponte um canto ou cantor de sucesso que tenha sido lançado e projetado por um programa de calouros (não vale quem consegue cantar fazer um showzinho aqui, outro ali). Nem por isso os programas deixam de ser importantes na medida em que ainda abrem espaço (pelo menos uma vez) para muitos sonhadores artísticos. Programas de calouros têm lugar cativo na televisão principalmente porque costumam ser de baixo custo de produção e que tem como “arma” o poder de fazer com que o público se transforme em torcedor e em crítico, escolhendo esse ou aquele candidato. A história da televisão brasileira está repleta de programas de calouros e nela cabe lugar de destaque para o “Programa Raul Gil” que sempre buscou encontrar calouros talentosos e não competidores que transformem o programa em um grande desrespeito e um humorístico de mau gosto. O “Programa Raul Gil” leva a sério o critério de entregar ao público e ao júri candidatos que se não chegarem a ser artistas de sucesso pelo menos podem mostrar (nem que seja uma única vez) que sabem cantar, inclusive tendo de enfrentar a opinião de jurados que ali estão muito mais para encontrar defeitos do que para reconhecer virtudes. Essa questão de jurados sempre foi complicada já que as opiniões são divergentes (só funciona se for assim) e de uma enorme responsabilidade se levarmos em conta que uma crítica mais contundente pode fazer um iniciante de talento desanimar de continuar tentando realizar seu sonho artístico. Nesse tipo de competição vocal e musical desistir também faz parte do jogo, mas estar consciente de que insistir é fundamental para quem quer seguir em frente. (Eli Halfoun)
Programas de auditório sempre foram vistos com restrições pela crítica que os considera fora de moda e, na maioria das vezes, apelativos. Programas de auditório jamais sairão da moda e com eles os programas de calouros que supostamente procuram dar espaço para novos talentos, o que nunca aconteceu em grande escala. Duvido que alguém aponte um canto ou cantor de sucesso que tenha sido lançado e projetado por um programa de calouros (não vale quem consegue cantar fazer um showzinho aqui, outro ali). Nem por isso os programas deixam de ser importantes na medida em que ainda abrem espaço (pelo menos uma vez) para muitos sonhadores artísticos. Programas de calouros têm lugar cativo na televisão principalmente porque costumam ser de baixo custo de produção e que tem como “arma” o poder de fazer com que o público se transforme em torcedor e em crítico, escolhendo esse ou aquele candidato. A história da televisão brasileira está repleta de programas de calouros e nela cabe lugar de destaque para o “Programa Raul Gil” que sempre buscou encontrar calouros talentosos e não competidores que transformem o programa em um grande desrespeito e um humorístico de mau gosto. O “Programa Raul Gil” leva a sério o critério de entregar ao público e ao júri candidatos que se não chegarem a ser artistas de sucesso pelo menos podem mostrar (nem que seja uma única vez) que sabem cantar, inclusive tendo de enfrentar a opinião de jurados que ali estão muito mais para encontrar defeitos do que para reconhecer virtudes. Essa questão de jurados sempre foi complicada já que as opiniões são divergentes (só funciona se for assim) e de uma enorme responsabilidade se levarmos em conta que uma crítica mais contundente pode fazer um iniciante de talento desanimar de continuar tentando realizar seu sonho artístico. Nesse tipo de competição vocal e musical desistir também faz parte do jogo, mas estar consciente de que insistir é fundamental para quem quer seguir em frente. (Eli Halfoun)
NBC lança e-books com programas e séries antigas
por JJcomunic
A NBC criou uma editora de e-books, a NBC Publishing, para lançar no mercado conteúdos de programas antigos. Pretende fornecer material livros carregados de vídeos para tablets e e-readers. A rede americana dá um bom exemplo para a Globo, Record (que ainda tem em arquivos imagens históricas), Canal 100, Cinédia e tantos outras empresas que detém parte da memória visual do país.
A NBC criou uma editora de e-books, a NBC Publishing, para lançar no mercado conteúdos de programas antigos. Pretende fornecer material livros carregados de vídeos para tablets e e-readers. A rede americana dá um bom exemplo para a Globo, Record (que ainda tem em arquivos imagens históricas), Canal 100, Cinédia e tantos outras empresas que detém parte da memória visual do país.
Carnaval de 1954: o Rio como ele era...
por Gonça
José Carlos Jesus, que coordenou muitas coberturas de Carnaval para a Manchete, Fatos & Fotos e Amiga, grande amigo da turma do blog, envia um link imperdível para um documentário sobre o carnaval carioca de 1954. Cenas do Rio, do velho Santos Dumont, de aviões da Panam, da folia na Rio Branco, escolas de samba e desfiles das alegorias das Grandes Sociedades. Imagens e sons de um época.
Veja o filme. Clique AQUI
José Carlos Jesus, que coordenou muitas coberturas de Carnaval para a Manchete, Fatos & Fotos e Amiga, grande amigo da turma do blog, envia um link imperdível para um documentário sobre o carnaval carioca de 1954. Cenas do Rio, do velho Santos Dumont, de aviões da Panam, da folia na Rio Branco, escolas de samba e desfiles das alegorias das Grandes Sociedades. Imagens e sons de um época.
Veja o filme. Clique AQUI
Uma homenagem para Tonia Carrero. Em vida
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| Tonia e Anselmo Duarte: cena do filme "Tico-Tico no Fubá". |
“Se tiver que fazer por mim que faça agora” – o trecho de um dos mais bonitos sambas de Nelson Cavaquinho é sem dúvida a melhor definição para essa digamos inconcebível tradição de só se homenagear as pessoas depois de mortas, quer dizer quando elas não participam da homenagem. Nesse momento em que escolas de samba e programas de televisão prestam homenagens aos nossos falecidos artistas (Dercy Gonçalves, Mário Lago e Luiz Gonzaga, entre outros) talvez seja uma boa homenagear os que estão entre nós e que foram importantes para a construção de nossa cultura. É, entre muitos outros, o caso de Tonia Carrero. Nossa mais bela atriz está com 90 anos e embora presa a uma cadeira de rodas permanece completamente lúcida, ou seja, em condições de receber e participar de uma homenagem ainda
Patrícia Abravanel: um vôo arrojado com as próprias asas
por Eli Halfoun
Comparações são inevitáveis e cruéis quando um filho decide seguir por talento ou influência a mesma profissão do pai. Em qualquer trabalho seu desempenho é sempre comprado ao do papai, o que muitas vezes a limita a ação e ascensão individual de um jovem iniciante, seja cantor, ator, o que for. Até o jovem conseguir impor sua presença individual será sempre reconhecido como o "filho de fulano", embora, como diz meu filho, talento não seja hereditário. Não foi diferente quando Patrícia Abravanel resolveu encarar a carreira de apresentadora. No início, podia parecer apenas uma brincadeira para agradar o papai Silvio Santos. Patrícia sabia que as comparações e a desconfiança de que estaria sendo protegida pelo pai seriam constantes. Mesmo assim ela seguiuem frente. Hoje deixou de ser a “filha de Silvio Santos” para impor sua presença e talento como uma apresentadora competente, carismática e que tem dado recado direito. Conquistou um ainda pequeno mas merecido espaço. Agora Patrícia terá de enfrentar outra barra difícil: mostrar que não chegou para ser a substituta de Silvio Santos e nem foi preparada em casa para isso. Entrou na carreira porque gosta e sem qualquer pretensão de um dia ser a substituta de seu pai, ainda o maior e mais importante apresentador da nossa televisão. Ainda que sofra a influência profissional do pai (todos os apresentadores são ou foram influenciados por Silvio Santos) Patrícia está mostrando que descolou as asas que estavam coladas nas do papai e tem todas as condições de voar sozinha. Como está fazendo e muito bem. (Eli Halfoun)
Comparações são inevitáveis e cruéis quando um filho decide seguir por talento ou influência a mesma profissão do pai. Em qualquer trabalho seu desempenho é sempre comprado ao do papai, o que muitas vezes a limita a ação e ascensão individual de um jovem iniciante, seja cantor, ator, o que for. Até o jovem conseguir impor sua presença individual será sempre reconhecido como o "filho de fulano", embora, como diz meu filho, talento não seja hereditário. Não foi diferente quando Patrícia Abravanel resolveu encarar a carreira de apresentadora. No início, podia parecer apenas uma brincadeira para agradar o papai Silvio Santos. Patrícia sabia que as comparações e a desconfiança de que estaria sendo protegida pelo pai seriam constantes. Mesmo assim ela seguiu
Televisão usa como arma de audiência o jornalismo que sempre condenou
por Eli Halfoun
A televisão e seus artistas sempre acusaram a imprensa de invadir suas privacidades e fazer do disse me disse um tipo de jornalismo condenável (o que absolutamente não é se for praticado com competência e respeito). Revistas queu fazem da cobertura artística o seu segmento sempre foram criticadas e chamadas pejorativamente, como se isso lhes diminuísse a importância, de “revistas de fofocas”, que, aliás, fazem sucesso em todo o mundo. Hoje esse bem sucedido tipo de jornalismo passou a ser chamado de ”revistas de celebridades”, o que convenhamos não mudou absolutamente nada embora todas as revistas do tipo realmente tenham melhorado muitoem qualidade. O noticiário-fofoca (na verdade qualquer notícia não deixa de ser uma fofoca) alimenta todos os setores da vida e está no interesse e na imaginação de todo tipo de leitor, mesmo o que jamais admite gostar de um bom mexerico. Estranho é constatar que as sempre condenadas "revistas de fofoca" acabaram ganhando um grande espaço na mídia eletrônica, ou seja, a mesma televisão que hoje deita e rola no noticiário-fofoca. TV Fama (Rede TV), “Muito +” (Bandeirantes) “Vídeo Show” (Globo) são os que podemos chamar de "revistas de fofocas" modernas, que abrem espaço em quase todos os programas de todas as emissoras. Resumindo: televisão e artistas falaram demais cuspiram para o alto e hoje estão comendo fartamente no mesmo prato. (Eli Halfoun)
A televisão e seus artistas sempre acusaram a imprensa de invadir suas privacidades e fazer do disse me disse um tipo de jornalismo condenável (o que absolutamente não é se for praticado com competência e respeito). Revistas queu fazem da cobertura artística o seu segmento sempre foram criticadas e chamadas pejorativamente, como se isso lhes diminuísse a importância, de “revistas de fofocas”, que, aliás, fazem sucesso em todo o mundo. Hoje esse bem sucedido tipo de jornalismo passou a ser chamado de ”revistas de celebridades”, o que convenhamos não mudou absolutamente nada embora todas as revistas do tipo realmente tenham melhorado muito
segunda-feira, 19 de março de 2012
Filme “Santos, 100 anos de Futebol Arte” tem pre-éstreia marcada para 27 de março em São Paulo
Para comemorar os 100 anos do Santos Futebol Clube, a produtora Canal Azul, em coprodução com a ESPN e o Grupo Bandeirantes de Comunicação, lança o filme “Santos, 100 anos de Futebol Arte” no dia 14 de abril - data em que o clube completa 100 anos. O filme tem direção e roteiro da cineasta Lina Chamie com produção de Ricardo Aidar. “Santos, 100 anos de Futebol Arte” contou com mais de um ano de pesquisa em acervos no Brasil e no exterior e ajuda a entender a projeção internacional que o clube obteve na era Pelé e que permanece em sua história até hoje. A narrativa é conduzida através da paixão e admiração dos seus torcedores por um clube que conquistou uma torcida 15 vezes maior que a população da sua cidade, além de ser considerado o time que mais marcou gols na história do futebol mundial. Para o produtor Ricardo Aidar, o Santos é um time mágico, quase sobrenatural com uma história coberta de glórias. “O Santos teve o maior jogador da história, parou uma guerra e foi o primeiro time do planeta a conquistar um bicampeonato mundial. Tem uma torcida que se espalha por todos os cantos da terra. Para o Canal Azul é uma grande honra produzir este filme”, enfatiza o produtor. Com 93 minutos, o longa traz depoimentos emocionantes de ídolos como Pelé, Robinho, Diego e Neymar, além de entrevistas com torcedores famosos como a jornalista Barbara Gancia, o apresentador Marcelo Tas, os escritores José RobertoTorero, José Miguel Wisnik e Xico Sá, além do rapper Mano Brown que “contracena” com Cosmo Damião, fundador da torcida jovem do Santos. A trilha sonora que embala as imagens é composta por nomes como Bee Gees, Pink Floyd, Prodigy e Darius Milhaud.
O filme é patrocinado pelo Carrefour e Besni, com o apoio cultural da Netshoes e Tenys Pé Baruel. Direção e Roteiro: Lina Chamie; Produção: Ricardo Aidar e Katia Lund; Produção-executiva: André Canto e Sylvio Rocha; Montagem: Ricardo Farias; Fotografia: Miguel Vassy; Coprodução:ESPN e Grupo Bandeirantes de Comunicação; Realização: Canal Azul. O filme sobre o centenário do Santos é o primeiro de uma série sobre o clube. “Meninos da Vila - a Magia do Santos” será dirigido por Katia Lund e já está em fase de produção e “Santos de todos os gols”, previsto para 2014, completam a trilogia produzidas pelo Canal Azul.
Visite o site do filme e veja uma entrevista com a diretora Lina Chamie. Clique AQUI
Relembre alguns gols de Pelé, a maioria com a camisa do Santos. Clique AQUI
Fonte: Rafael Miramoto, Assessor de Imprensa do Santos FC
O filme é patrocinado pelo Carrefour e Besni, com o apoio cultural da Netshoes e Tenys Pé Baruel. Direção e Roteiro: Lina Chamie; Produção: Ricardo Aidar e Katia Lund; Produção-executiva: André Canto e Sylvio Rocha; Montagem: Ricardo Farias; Fotografia: Miguel Vassy; Coprodução:ESPN e Grupo Bandeirantes de Comunicação; Realização: Canal Azul. O filme sobre o centenário do Santos é o primeiro de uma série sobre o clube. “Meninos da Vila - a Magia do Santos” será dirigido por Katia Lund e já está em fase de produção e “Santos de todos os gols”, previsto para 2014, completam a trilogia produzidas pelo Canal Azul.
Visite o site do filme e veja uma entrevista com a diretora Lina Chamie. Clique AQUI
Relembre alguns gols de Pelé, a maioria com a camisa do Santos. Clique AQUI
Fonte: Rafael Miramoto, Assessor de Imprensa do Santos FC
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