quinta-feira, 24 de abril de 2014

Adenízia, a estrela das quadras...

por Omelete
Ela joga um bolão, não está nas finais, que será disputada entre o Sesi e o Rio de Janeiro, mas é um dos destaques da Superliga 2014. Medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, idolatrada pela torcida da seleção e do seu time, o Osasco, bela e guerreira em quadra, a meio de rede Adenízia, 27, mineira de Ibaí, é a grande musa do vôlei brasileiro. Com 1,87m, olhos verdes, seu foco é o vôlei, mas, claro, é assediada por agências de modelos (no momento, é da L'Equip).
Adenízia em ação. Foto Osasco-Divulgação

Adenizia na revista Man's Health Foto Divulgaçao

Adenizia modelo. Reprodução site L'Equip

Farois de neblina verdes. Arquivo Pessoal

Adenízia. Foto Divulgação

Pernambucana Rebecca da Costa, que se destaca no longa "Profissões de Risco", já fez sete filmes em Hollywood

John Cusack, Rebecca da Costa e Robert de Niro. Foto Divulgação 

(da Redação)
Por aqui,ela é pouco conhecida. Não fez, como Sonia Braga e Rodrigo Santoro, o trajeto Globo-Hollywood, daí a mídia brasileira não lhe dá muita bola. Saiu de Recife direto para o mundo. Rebecca da Costa deixou a capital pernambucana há pouco mais de dez anos em busca de trabalhos como modelo. Sempre de olho nas passarelas e estúdios fotográficos, foi Hollywood quem a  recrutou para o cinema. Ela tem papel importante no filme "Profissão de Risco" ao lado de Robert De Niro e John Cusack, que estreia hoje no Brasil e já fez um total de sete filmes nos Estados Unidos.




quarta-feira, 23 de abril de 2014

Polêmica no programa do Faustão: "Arielle com cabelo de vassoura de bruxa", foi o comentário do apresentador sobre uma bailarina negra. E o desabafo da menina que foi publicado mas sumiu do Facebook

(da Redação)
Faustão foi bombardeado na rede social pelo comentário considerado racista. Arielle é uma das dançarinaS do grupo que trabalha com a cantora Anitta.

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O grupo Cacheando Salvador postou uma resposta ao Fautão

O DESABAFO DE ARIELLE QUE SUMIU DO FACEBOOK
“Sobre o episódio do Faustão de ontem… fico muito feliz pelo carinho e por de alguma forma vcs me defenderem! Se me ofendi… claro, na hora sim! Mas apelidos é o q mais recebo por aí na rua. Só que eu tenho a minha forma de me manifestar quanto a isso. O cabelo é meu, a vida é minha e me acho linda, e isso é o mais importante! Não me deixo oprimir por nada e nem opinião de ninguém! E se vc se sente bem com isso é assim q deve agir. Enquanto isso estou andando por aí com meu “cabelo de vassoura de bruxa” que eu amo. E que me desculpem as pessoas normais oprimidas pela sociedade. É, eu não sou normal! O racismo sempre vai existir ele se fortifica quando nos sentimos ofendidos . Se estou bem e certa de que eu sou, dana-se a opinião dos outros! Apenas intensificarei minha água oxigenada! Aceita que dói menos!”

ENQUANTO ISSO... A REVISTA PEOPLE APONTA A ATRIZ LUPITA NYONG'O COM UMA DAS MULHERES MAIS BONITAS DO MUNDO





A revista People acaba de incluir a atriz Lupita Nyong'o, vencedora do Oscar 2014 de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme"12 Anos de Escravidão" (fez o papel da escrava Patsey),  como uma das 50 celebridades mais bonitas do mundo em 2014. Lupita contou à revista que durante sua infância no Quênia sempre associou a beleza feminina a cabelos lisos. Foi a sua mãe - ao mostrar que os padrões estéticos predominantes eram racistas e levavam em conta apenas os brancos - que a levou a descobrir sua própria beleza.   .


De balão, na terra de Jorge...


Balões sobrevoam a Capadócia, Foto. J.Esmeraldo Gonçalves

Montanhas e horizonte da Capadócia, terra de São Jorge Guerreiro. Foto: J.Esmeraldo Gonçalves
por José Esmeraldo Gonçalves
Uma aventura na terra de São Jorge. Em outubro do ano passado, o Santo Guerreiro entrou no meu roteiro de viagem. Percorri a região onde nasceu e viveu o capitão do exército romano que se converteu ao cristianismo e desafiou o império. Não vi o santo. Havia muitos cavalos, ainda usados no deserto. Pelo menos um cavalo branco (seria descendente desse aí na ilustração à esquerda?) pastava em um pequeno curral, mas o dragão não estava lá, não na rota dos viajantes e das câmeras fotográficas, que devem incomodá-lo bastante. Infelizmente, a imagem mais próxima de figura passeriforme com traços de icterídea com que me deparei foi a de uma turista brasileira que criava caso por onde passava. Mas até aquela "mala" detestável era insignificante na imensidão da Capadócia, na Anatólia Central, República da Turquia, onde o pensamento voa. Se, por terra, a região impressiona, com suas casas e igrejas escavadas nas rochas, verdadeiras cidades subterrrâneas (na era romana a Capadócia foi abrigo dos cristãos), de cima, a paisagem lunar é deslumbrante. Nas cúpulas das pequenas capelas, sob a rocha vulcânica, há afrescos milenares que mostram a imagem do Guerreiro em traços e cores que o tempo e o vandalismo quase apagaram, bem semelhante ao retrato que chegou aos dias de hoje e, como é de lei, decora paredes em botequins cariocas. Impossível deixar de pensar que naquelas terras nasceu um mito que é venerado por católicos, que é o protetor Ogum ou Oxossi das religiões afro, que é padroeiro em Portugal, Inglaterra, Lituânia, da cidade de Moscou e guerreiro adorado nessa São Sebastião do Rio de Janeiro. Já repararam que é o único santo que o carioca, com intimidade de irmão, chama de Jorge? Pois é, Jorge estará até na Globo! É mole ou quer mais? É fonte de inspiração para a novela "Salve Jorge", de Glória Perez, que terá cenas filmadas na Capadócia e em Istambul. Salve!.  
(MATÉRIA PUBLICADA NESTE BLOG EM ABRIL DE 2012)

Para os brasileiros bem-intencionados que ficaram entusiasmados com o julgamento da Ação 470... O "combate" à corrupção é politicamente seletivo e o mensalão tucano vai aos poucos sendo (des) julgado. Mais um que escapa...Leia no portal UOL

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Fotos retocadas são a grande mentira do jornalismo moderno

por Eli Halfoun
A notícia de que a revista chilena Ya decidiu parar de publicar fotos com retoques é um exemplo que deveria ser seguido por veículos de comunicação impressa do mundo inteirou. A direção da revista tomou a decisão depois de concluir que “falsear uma foto não é diferente de mentir sobre um fato ou omitir um detalhe de uma notícia". É mesmo e quem me acompanha sabe que nunca fui favorável ao excessivo uso de photoshop, especialmente em fotojornalismo que precisa documentar e mostrar a imagem como ela é. Em fotos de publicidade e de moda o uso de retoques (sem os exagerados excessos cometidos normalmente) é até compreensível, mas ainda assim é melhor que seja dada ao consumidor e ao leitor uma imagem verdadeira e sem mentira, ou seja, sem que a verdade esteja maquiada. Uma dos principais ensinamentos e recomendações do jornalismo é buscar a verdade, mas enquanto a imprensa continuar mentindo nas imagens a verdade estará sempre incompleta. É como se faz também nos estúdios musicais com os computadores embelezando, modulando e afinando a voz de cantores que mal sabem cantar e, portanto, enganam o público com uma voz tão falsa quanto é uma imagem retocada exageradamente em revistas. Falar e mostrar a verdade em qualquer coisa na vida é fundamentalmente não mentir nadinha. Deixemos as mentiras para os especialistas, ou seja, os políticos. (Eli Halfoun)

Deu no G1: encontro de goleiros...


(da Redação)
A matéria acima foi publicada no site G1 (que você pode ler clicando aqui). Seja lá qual foi a intenção, o goleiro Fábio, do Cruzeiro resolveu visitar a ex-colega de profissão, Bruno, que está preso da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem na Região Metropolitana de Belo Horizonte, condenado pelo sequestro e morte de Eliza Samúdio e pelo sequestro do filho, em 2014. A atitude serve para Bruno como uma espécie de "agenda positiva". Recentemente, foi divulgado que ele teria assinado contrato com um clube e se prepara para voltar a atuar.  O goleiro do Cruzeiro estava acompanhado de um pastor. Na prisão, Bruno passou a mostrar sua face religiosa e recorrer à biblia, o que parece um impulso comum a muitos criminosos. Recentemente, a Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou um pedido de transferência de Bruno para a cidade de Montes Claros (o goleiro assinou contrato com o time da cidade). Embora condenado a cerca de 22 anos de prisão, terá que cumprir pelo menos cerca de sete anos até obter o direito de progressão do regime fechado para semi-aberto. Ele deveria sair em janeiro de 2020, mas a Vara de Excuções de Contagem (MG) o declarou culpado no ano passado por falta grave ao ter ameaçado outros detentos depois que os presos teriam falado de sua noiva. Com isso, a saída foi adiada para agosto de 2020. O pedido de transferência para Montes Claro tem a ver com outro pedido do jogador à justiça: que possa sair para jogar. Já Eliza Samúdio, esta foi transferida definitivamente para o céu. 


Mistério em Fortaleza: o incrível caso do jornalista dinamarquês...

por Arthur Xexeo (reproduzido do Globo). Leia a matéria completa do site do Globo, link abaixo)
Existe uma piada no meio jornalístico que é bem capaz de você, mesmo não sendo jornalista, conhecê-la. Apesar disso, vale a pena contá-la mais uma vez para que se entenda o espírito da coisa. Um jovem, recém-contratado por um grande jornal, recebe sua primeira pauta: cobrir a inauguração de um circo no subúrbio. Quando chegou lá, um incêndio de grandes proporções _ aqui vale um comentário entre travessões, grandes incêndios, em linguagem jornalística, são sempre incêndios de grandes proporções _ consumia a lona já armada, ameaçava os animais , deixava os artistas desesperados. O jovem jornalista voltou para a redação com um N.F. (Aqui vou explicar entre parênteses: N.F. é a expressão jornalística para “nada feito”, usada quando a pauta não dá certo.) A inauguração do circo, motivo da saída do repórter, não aconteceu. Ele voltou para a redação sem matéria, não percebendo que o incêndio era uma notícia mais importante ainda.

Esta velha piada não sai da minha cabeça desde que li as notícias sobre Mikkel Jensen, o intrépido jornalista dinamarquês que desistiu de Cobrir a Copa do Mundo porque descobriu, em Fortaleza, “que todos os projetos e e mudanças são por causa de pessoas como eu _ um gringo _ e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar.”Jensen estava no Brasil há seis meses. Veio realizar um velho sonho: cobrir a Copa do Brasil. Não se sabe o que ele fez por aqui nos cinco primeiros meses da estadia, mas, em março, resolveu conhecer Fortaleza, como relata em sua página no Facebook: “Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças de rua e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo à noite em área com muitos turistas. Por quê? Para deixar a cidade limpa para os gringos e a imprensa internacional? Por causa de mim?”

Decepcionado, Mikkel Jensen jogou tudo para o alto e voltou para a Dinamarca. Já estranhei o fato de Jensen chegar ao Brasil com tanta antecedência. Nas Copas que cobri, eu sempre fui da linha de frente, isto é, chegava junto com a primeira turma dos enviados pelo jornal. Quer dizer que eu chegava no país-sede... 30 dias antes do jogo de abertura. O dinamarquês chegou aqui seis meses antes? Resolveu tirar férias antes de começar a trabalhar? No seu texto no Facebook só há uma dica de por que ele escolheu Fortaleza para atuar: é “a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje”. E aí, quando ele encontra a violência, resolve ir embora? Agora, me explica, o sujeito está diante da maior reportagem de sua vida, uma denúncia que, bem apurada, poderia lhe dar todos os prêmios de jornalismo de seu país, e ele volta para casa porque não quer ser o motivo da “limpeza”  de Fortaleza? (...)

LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO GLOBO, CLIQUE AQUI


NO BRASIL POST (ACIMA), A "INVESTIGAÇÃO" NÃO COMPROVADA DO JORNALISTA JENSEN
CLIQUE AQUI 

Neymar lança na Espanha sua linha de óculos de sol


(da Redação)
Enquanto se recupera de uma contusão no pé, Neymar cuida da vida empresarial. O jogador do Barcelona acaba de lançar um luinha de óculos de sol que, segundo os designers da grife Police, foi inspirada na sua personalidade. A marca que personaliza os óculos do craque seria a linha reta que delimita uma "janela" no alto das lentes.

Quem apela pra a censura não merece espaço na imprensa

por Eli Halfoun
As vergonhosas pressões políticas não conseguiram afastar a apresentadora Raquel Sheharazade do “Jornal do SBT”. É verdade que agora os apresentadores de telejornais do SBT estão orientados a não mais emitir opiniões nos noticiosos da emissora. Não é que o SBT esteja com medo de permitir que seus profissionais de jornalismo, mas quer preservá-los de políticos que ainda acreditam que a censura deve ser novamente imposta no país parta calar a boca de quem quer que seja. O fato é que o SBT manterá o contrato de Raquel até o fim, ou seja, por mais um ano e já mostra sinais de que pretende ficar com a apresentadora que pode inclusive ganhar um novo programa para opinar sobre o que bem entender.
A polêmica que colocou a apresentadora em projeção criou também interesse na Rede Bandeirantes em tê-la na bancada do Jornal da Band ao lado de Ricardo Boechat e de Ticiane Villas Boas. Por enquanto Raquel Sheharazade nem pensa em deixar o SBT.

 O que se impõe agora é a união de jornalistas para que não mais dêem espaço para Jandira Feghali e o PSOL que mostraram claramente que querem censura, embora falem em liberdade de expressão e democracia -  a democracia da mordaça que só interessa aos quer não tem argumentos convincentes para nada. (Eli Halfoun)

Toda a beleza da Scarlett Johansson no filme "Sob a Pele"

Scarlett Johansson em "Sob  a Pele". Reprodução

"Sob a Pele". Reproduição

A foto que a GQ Espanha divulgou. Reprodição
por Omelete
A revista GQ Espanha obteve e publicou uma foto de nu frontal de Scarlett Johansson. A cena, que não está no trailer oficial do filme "Sob a Pele" (que estreia no Brasil no dia 15 de maio) vazou na rede não se sabe como. É a primeira imagem que mostra a atriz em toda a sua beleza. Scarlett, como se sabe, já foi vítima de pirataria de uma foto selfie na internet captada pelo seu celular. Grávida do seu primeiro filho, a atriz faz o papel de uma alienígena que seduz homens e depois ataca as vítimas.
GQ Espanha revelou a cena imperdível de "Sob a Pele"

VEJA O TRAILER DO FILME SOB A PELE, CLIQUE AQUI

terça-feira, 22 de abril de 2014

Gisele Bundchen canta em novo comercial da H&M.

VEJA O VÍDEO NO SITE HUFFINGTON POST. CLIQUE AQUI

Revista assume compromisso com leitores: todas as fotos sem photoshop...

(da Redação)
A Ya, revista chilena, promete a partir de agora não retocar fotos usando quaisquer programas digitais. Os editores da publicação consideram que falsear uma foto não é diferente de mentir sobre um fato ou omitir um detalhe de um notícia.

Fukushima, um desastre nuclear em andamento

 LEIA NA CARTA MAIOR SOBRE O DESASTRE NUCLEAR EM ANDAMENTO NO JAPÃO, CLIQUE AQUI

Campanha "ecológica" pede preservação da modelo Kate Upton...






(da Redação)
Em entrevista ao The Sun, a modelo Kate Upton, 21 anos, um das atuais campeãs de capas das revistas internacionais, declarou que gostaria de ter seios menores. A declaração detonou um movimento na rede para preservação dos atributos “Todos os dias da minha vida penso nisso”, disse a modelo, de 21 aninhos, numa entrevista ao tabloide Em entrevista ao The Sunbritânico The Sun. “Eu amo usar blusa sem sutiã e biquínis pequenos. Seria muito mais fácil se meus seios fossem menores.”
VEJA VÍDEO DE KATE UPTON EM DIA DE LADY GODIVA, CLIQUE AQUI

Novo filme de Silvio Tendler mostra que nossa mesa tem veneno...

(da Redação)
Foi lançado no Rio o mais novo filme de Silvio Tendler. Trata-se de "O veneno está na mesa", com a denúncia de que o Brasil é o país que mais consome agrotóxicos no mundo. O filme aponta a agroecologia como um alternativa viável desmontando o mito difundido pela agronegócio  de que o veneno é indispensável para a garantia da produção de alimentos para os brasileiros. Esse crime é mais um cometido pela chamada bancada rural que impede a regulamentação mais rigorosa do uso de agrotóxicos no país. O filme mostra que o agronegócio não é a "modernidade" que a mídia e políticos bancados as grandes empresas do setor apregoam. Agrotóxicos geram câncer. E muitos países já demonstram que é possível um modelo de produção que permita alimentos saudáveis para o consumidor e para o trabalhador do camo que também é vítima da contaminação.

Olivia Wide mostra mais do que os belos olhos...

(da Redação) 
A bela Olívia Wilde protagoniza uma sequência em que aparece nua no filme Third Person, que ainda vai estrear no Brasil. Wilde, lembram, é a atriz de olhos verdes sensacionais que atuava no seriado House. Agora elae vai além. Third Person reúne três histórias de amor ambientadas em Nova York, Paris e Roma.
VEJA O TRAILER, CLIQUE AQUI

Essa é boa... uma tomada inteligente que economiza energia. Até Dilma vai ter que comprar...

(da Redação)
Um site americano está divulgando o que chama de tomada inteligente capaz, segundo eles, de economizar 50% do consumo de eletricidade dos aparelhos. Explica-se: quase todos os aparelhos eletrônicos atualmente ficam no stand-by. O forno micro-ondas que você liga mesmo uma ou duas vezes por semana, permanece ligado o tempo todo. Isso vale para a TV, o modem da TV a cabo, o blue-ray, a geladeira etc. E não é aconselhável que você os desative sempre simplesmente desligando a tomada a toda hora. Caso faça isso frequentemente poderá interferir no desempenho dos aparelhos. A nova tomada pesquisa seus padrões de consumo, estabelece seu perfil de uso e corta a energia durante os períodos em que você está no trabalho, dormindo ou na visita semanal à sogra. E mais: você pode acessar a tomada via smartphone e, se precisar, desligar os aparelhos quando estiver fora de casa ou viajando.Empreendedores lançaram essa ideia no site de crownfunding Indiegogo. Segundo o site, é um sucesso.

Quer flagrar o "campo de luz" além da imaginação? Conheça a câmera que faz isso



(da Redação)
Há dois anos, a startup Lytro lançou a câmera Illum. Criou um grande expectativa em termos de utilização da luz e dos seus efeitos mas frustrou muito profissionais e amadores. As principais críticas eram dirigidas à baixa resolução da câmera. Pois a startup quer dar agora a volta por cima: acaba de lançar a Illium (i-Tear) para superar o primeiro modelo. Ela fotografa e "captura" o campo de luz (é o tal conceito ligth-field photography). A propaganda "vende" a câmera como a primeira destinada aos profissionais inovadores  que gostam de explorar os limites da criatividade. A Illum tem mesmo várias características. A lente está integrada ao corpo da câmera. Tem uma abertura de f/2.0, fixa, que permite a entrada de mais luz e torna possível a "captura" de todo o campo de luz. Mas não é uma câmera para o dia a dia, nem para fotojornalismo. Tem software e hardware criados para "ousadias", digamos assim, já que capta a intensidade e a cor da luz mas também sua direção, o que permite todos os tipos de "truques" depois de feita a foto incluindo a capacidade de reorientar a imagem, bem como criar um efeito de paralaxe, onde você se pode mudar a perspectiva ligeiramente, quase como se fosse um câmera 3D. Você pode escolher um ponto da imagem qualquer como "centro da foto" e o soft se encarrega de ajustar o foco a partir daí e "reorganizar" a imagem em torno desse novo "centro". 

LEIA MAIS SOBRE AS INOVAÇÕES, VEJA ÁLBUM DE FOTOS E SAIBA COMO INTERAGIR COM AS FOTOS DA ILLIUM NO SITE MASHABLE. CLIQUE AQUI

Livro "Todas as coisas visíveis e invisíveis": as dores e as delícias de Marcia Peltier




por José Esmeraldo Gonçalves (para a revista Contigo, abril de 2014)
A jornalista e escritora Marcia Peltier, 59, admite que precisou de uma boa dose de coragem para escrever “Todas as coisas visíveis e invisíveis” (Casa da Palavra). E olha que ela é autora de outros oito livros – três de poesias, quatro infanto-juvenis e um de crônicas. Talvez porque este que lança agora é resultado de um profundo mergulho interior rumo a momentos felizes, realizações e  construção de vidas, mas também a incertezas, angústias e a um dos maiores dramas que uma mulher pode sofrer: a perda de um filho.
Durante alguns anos, a jornalista guardou no computador alguns textos em que, de alguma forma, narrava acontecimentos marcantes de sua vida. Eram, ao mesmo tempo, autobiográficos e reflexivos. Escrevia-os, geralmente, sem objetivo de publicá-los. Eram conversas consigo mesma durante madrugadas silenciosas, quando o celular não tocava e seus compromissos não a alcançavam. “Um dia, redescobri esses textos no computador. Entendi que, de alguma forma, tinha começado a contar minha história”, revela à Contigo!, enquanto caminha entre as árvores do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Mas o impulso final que a levaria a tomar a decisão de enfrentar o passado – “Tentei juntar meus pedaços”, diz -  veio, de forma inesperada, durante uma viagem à Provença, na França, quando visitou a catedral gótica de Saint-Maximin. Católica fervorosa, Marcia quis conhecer a basílica cuja figura central é Santa Maria Madalena. “Nunca pensei muito em Maria Madalena. Nunca me detive na história dessa mulher que foi tão injustamente retratada no Novo Testamento. Por séculos, ela foi descrita como uma prostituta arrependida. Salva do pecado após encontrar o Mestre Jesus”, conta no livro. Marcia, acompanhada de uma amiga, se misturou a um grupo que assistia a uma missa e, em seguida, foi à cripta onde estariam os restos mortais tidos como da santa. “Não sei explicar, racionalmente, o que se passou. A verdade é que fui tomada, literalmente, por uma emoção avassaladora e sem nenhuma lógica”, escreveu ela, que chorou muito naquele instante, a ponto de deixar os óculos embaçados. Ao fim da visita, quando se preparava para ir embora, um jovem padre se aproximou, colocou a mão no ombro da jornalista e começou a rezar. Quando quis saber porque o padre rezara para ela, este respondeu: “Por que você tem tanto medo? Você não precisa ter medo. Está tudo certo com você”. E falou que Maria Madalena lhe concedera uma graça, que podia mudar sua vida pessoal ou profissional. Marcia, que na hora não entendeu o gesto e as palavras do padre, acredita que era um recado para que revisasse sua vida, decisão que tomou ao voltar para o Brasil. “Eu tinha parado de escrever e de certa forma me sentia incompleta. Um dia, senti uma necessidade enorme de começar a colocar todos aqueles textos que havia escrito em uma perspectiva atual”, diz, com a certeza de que, por caminhos inesperados, aquela experiência em Saint-Maximin lhe deu a coragem que faltava para reencontrar suas incertezas. “O livro foi a forma que encontrei para reencontrar momentos que estavam adormecidos. comecei a entender que foi uma graça poder voltar a escrever, no ano passado. Foi uma descoberta, uma reordenação interior. Ao abordar momentos difíceis, você acaba, vamos dizer assim, arrumando aquele armário que está um pouco bagunçado, organizando coisas que me deixaram muitas vezes perplexa, insegura, outras vezes sem saber o que fazer. E consegui dar um seguimento, uma ordenação a todos aqueles momentos alegres e tristes, encontrei um caminho e este caminho me trouxe a um momento muito bom que é este que vivo agora, quando me sinto completa.  O armário ficou mais arrumado. Ninguém está completamente pronta mas me sinto uma pessoa muito inteira. Reencontrar aquelas minhas histórias e escrever outras foi como se um filme voltasse à minha mente”, compara. 
Marcia é casada há 16 anos com Carlos Arthur Nuzman, 72, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro. Ele foi o primeiro a ler o livro. “Ficou muito emocionado”, diz ela. “Vocês conhecem o Carlos Arthur de outra maneira”, explica, referindo-se à imagem pública do marido. Mas ele é um homem muito sensível nas coisas da vida, presta muita atenção nas pessoas, é muito religioso (Nuzman é judeu e Marcia diz que a família é “totalmente ecumênica), então, ele ficou muito emocionado, falou que não imaginava que a minha cabeça estivesse passando por tantas coisas”.  Entre estas, um drama tão intenso que custou a Marcia muito anos para assimilar: a morte da filha Anna Rosa – do primeiro casamento da jornalista, com o empresário Francisco Peltier, 63. A menina nasceu no dia 11 de junho de 1984 e faleceu em 19 de junho do mesmo ano.  E o livro ainda é parte deste processo de sofrida absorção da tragédia. Anna Rosa nasceu com um raro e grave problema cardíaco e pulmonar. Chegou a ser operada mas não resistiu. “Nunca fiquei falando sobre esse assunto”, conta Marcia. “Quantas mulheres vivem isso também, essas coisas acontecem na vida delas, são perdas muito dolorosas que independem da idade da criança. Para mim, foi muito difícil lidar com essa perda. Perder um filho é uma dor e uma presença que fica com você. Há época melhores, épocas piores. Com o tempo você vai assimilando essa presença, transmutando a dor em algo para você. Este foi o capítulo mais difícil. É difícil até hoje. Decidi escrevê-lo porque com isso estou me irmanando a muitas mulheres, acho que é um capítulo que vai levar um alento a muitas mulheres. Sinto-me, assim, parceira”. Trinta anos após a morte de Anna Rosa, seu drama é contado em um capítulo intitulado “Cálice de Sangue”, uma alusão à música que tocava no rádio pouco antes da cirurgia que tentaria, sem sucesso, salvar a vida da filha. Marcia tem mais duas filhas, a cineasta Anna Clara, 30, e a advogada Anna Rita, 31, também do seu casamento com Francisco Peltier. Anna Rosa era a caçula. A primeira linha do capítulo mais dramático registra a reação de uma das irmãs ao tema  -  “Você vai escrever sobre a Anna Rosa, mãe?”, me perguntou Anna Rita” – Marcia conta, em seguida, que achava que não escreveria sobre o fato. Pensava que estava curada daquela imensa dor. “Mas será que estava mesmo?”, pergunta-se, antes de concluir com um “parece que foi ontem”. Ela revela no livro que, nessas três décadas, nem sempre foi assim. Durante anos, sofreu uma espécie de amnésia temporária. “Esquecia o dia em que ela havia nascido, o dia em que ela morreu, e eu ia em frente fazendo o que podia para não ser soterrada. (...) Antes, me lembrar dela era sofrer. Nó na garganta, lágrimas e lágrimas derramadas durante anos. E a dificuldade física de me aproximar de qualquer bebê. Posso dizer que aquele foi o grande momento de decisão em minha vida. De quem eu era e quem eu queria ser. Foi uma linha divisória, antes e depois de Anna Rosa”, escreveu.
Pôr o ponto final no livro foi, segundo diz a jornalista, algo como voltar a viver. Marcia Peltier conta que as filhas até brincam: “Mãe, agora você está você”, revela, rindo, acrescentando que Anna Rita e Anna Clara são, além de tudo, suas grandes amigas. Esse “voltar a viver” não é exagero mas tem uma implicação muito íntima e interior. Na prática, externamente, Marcia teve forças para manter sua intensa atividade profissional. Foi “musa do telejornalismo, viajou e cobriu Copas do Mundo e Olimpíadas. Atualmente, assina a coluna diária “Livre Acesso”, no Jornal do Commércio, faz o programa semanal “Marcia Peltier Entrevista”, na CNT, e supervisiona a ONG “Entre Amigas”, que fundou há cinco anos e que faz um trabalho de assistência e de reinserção da mulher no mercado de trabalho. A ONG é um projeto do qual ela fala com extremo interesse e carinho. “Através da “Entre Amigas” procuro ajudar muitas mulheres, mas na verdade elas me ajudam porque me dão uma alegria enorme. A ideia foi dar uma segunda chance a mulheres que precisam trabalhar, estudar, que têm problemas de saúde. É uma instituição autossustentável, totalmente privada, onde há cursos profissionalizantes, biblioteca, palestras, tem cozinha-escola, aulas de corte e costura, apoio psicológico para egressas do sistema prisional, dos abrigos do governo do estado, das comunidades. Já formamos milhares de pessoas”, conta.
Marcia se diz vaidosa, “como toda mulher”, mas sem “neuroses” quanto ao corpo. “Eu faço dança, meditação, ando na praia e procuro ter uma alimentação saudável. Não quero ficar magérrima, quero me sentir bem com o meu corpo. Sei que não vou ter meu corpo de 20 anos, 30 anos, mas tenho que está feliz com ele. Busco o bem-estar, principalmente”. E não teme envelhecer. “Acho que a vida passar é um movimento ao qual temos que nos acostumar. Cada momento da vida traz uma alegria diferente”, conclui. Marcia vive uma dessas alegrias. Ganhou há seis meses seu primeiro neto, Rafael, filho de Anna Rita.





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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Julia Louis Dreyfus não fez a lição de casa da história americana...

(da Redação)
A atriz Julia Louis-Dreyfus, 53 anos, que atuou nas séries Seinfeld e  As Novas Aventuras de Christine e, agora, estrela Veep, posou nua para a capa da Rolling Stone americana de maio. Julia raramente é vista com pouca roupa, daí a repercussão da foto. Só que a polêmica ficou por conta de um erro histórico na tatuagem que a atriz exibe nas costas. A Constituição dos Estados Unidos aparece assinada por John Hancock. A Acontece que leitores observaram que Hancock assinou a Declaração da Independência americana, e não a Constituição, que só foi escrita onze anos mais tarde. Parte dos "pais fundadores" que assinaram a Declaração que resultou da revolução se recusaram, depois, por divergências. A escolha de uma tatuagem com motivo político deve-se a que Julia, em VEEP, faz o papel de uma vice-presidente do Estados Unidos meio periguete e pinguça. A atriz explicou, bem-humorada, que o erro foi culpa dos assessores e que ela estava bêbada e não percebeu.